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A armadilha da Co-produção

Já trabalhei com muitas coisas nessa vida.

Já fiz bolsa de palito de picolé (um fracasso total).

Espaço para eventos (grande fracasso monstruoso).

Já trabalhei em empresa de segurança privada.

E até já fiz co-produções com especialistas.

De todas as coisas acima, a mais imprevisível é com certeza a última:

Co-produção.

Veja, na teoria é muito lindo.

“Basta você procurar alguém com audiência no insta, manda um diréquitch e propõe fazer um lançamento com a pessoa” – ensinam os gurus em seus cursos.

E lá vão os copywriters famintos em busca de especialistas.

Mas aí vem a prática.

E na vida real, não é tão simples assim.

Os especialistas não entendem o que você faz. Não concordam com o que você faz. Querem fazer a copy do jeito deles. Dão piti. Não fazem o que tem que ser feito… entre outras coisas.

Essa semana, por exemplo, recebi um email dizendo o seguinte:

“Tenho 37, estou desempregado e gastei tudo que eu não tinha com cursos, já faz 6 meses e não obtive nenhum resultado, sou aluno do [guru], fui fazer meu primeiro lançamento e depois de mais de 30 dias de trabalho a especialista desistiu de gravar o curso.”

Casos como esse acontecem todo dia. Chova ou faça sol.

Mas na maioria das vezes a coisa termina assim:

Seu nível de trabalho:
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||

Sua recompensa:
|||

Isso quando não termina zerado – como o relato do amigo acima.

Porém,

Co-produção pode sim ser algo bom.

Eu mesmo já fiz muita grana com parcerias.

Mas pra isso, aprendi que existem 2 regras que devem ser seguidas sempre:

1 – Você não fala sobre o Clube da Luta.

Oh… história errada.

Regra 1 de Co-produção: Escolha os parceiros certos.

Não trabalhe com quem está começando. Não entende o que você faz. Não tem recursos. Não tem a mentalidade empreendedora. E não está comprometido como você a fazer dar certo.

Regra 2: Escolha o modelo certo

Todo mundo quer fazer lançamentos tradicionais. E qual o problema disso?

O problema é que você precisa dedicar muito muito muito trabalho e tempo no início… e os resultados só virão (se vierem) depois.

O que eu faço hoje?

Ao invés de escrever cpls, vídeos, conteúdo, emails, whatsapp, live, fazer todo o escambal e ainda ficar adulando especialista a fazer as coisas…

Eu uso apenas emails.

Assim eu dedico pouco tempo e trabalho. Praticamente não dependo do especialista. E gero os resultados do mesmo jeito.

Como isso é possível?

Por que o segredo de toda campanha não está no fato de você usar vídeo ou seguir um script “comprovado”.

O segredo é construir relacionamento com as pessoas, entender o grande problemas delas e oferecer uma solução única.

E tudo isso o email faz como nenhum outro canal.

Uma vez que você entende e aprende isso, tudo muda.

Por que você não precisa ter todo aquele trabalho e perder tempo num empreendimento que você nem sabe se vai dar certo.

Ao invés, você escreve de 10 a 15 emails apenas, faz a venda e já tem o resultado dentro de 10-30 dias.

E a partir daí pode decidir continuar (também só com emails) ou não. E ir em busca de outra coisa.

Faz sentido?

Se sim, saiba que essa é somente uma das coisas que vou ensinar no novo treinamento de email copy que estou produzindo.

Vai ser um divisor de águas na vida daqueles que colocarem em prática o que vou mostrar.

Assim como já é para meus alunos que estão colocando em prática.

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Bastidores sangrentos de lançamentos

Eu estava no início da minha carreira de copy…

…quando um tal de Érico apareceu falando pela primeira vez sobre lançamentos no Brasil.

Minha reação foi:

“Uau, é exatamente isso que eu preciso pra decolar”

Me juntei com um sócio e lançamos um produto dele.

Logo de cara conseguimos fazer cerca de 30k (positivos).

Mas logo de cara também percebi que aquele não era um caminho que eu queria seguir.

Com o passar dos anos, vi especialistas sofrendo colapsos nervosos. Vi empresas saudáveis se transformarem num caos total. E vi coisas tão absurdas que nem posso expor aqui pra não ser processado (mesmo eles sendo os vilões da história).

Tudo isso consolidou como adamantium minha opinião sobre lançamentos.

Agora, antes de continuar, preciso deixar uma coisa clara.

Pra algumas pessoas e copywriters lançamentos funcionam sim e eles são felizes fazendo isso.

Assim, se você é um desses, ignore o que estou dizendo aqui e continue fazendo o que dá certo pra você.

Mas se você, assim como eu, é um dos que não se encaixa nesse modelo…

…continue lendo 🙂

Bem, como eu não queria seguir esse caminho, fui em busca de alternativas.

Testei várias coisas.

Desde webinarios até vendas por telefone.

Me decepcionei várias outras vezes.

Até que finalmente me encontrei no mundo do email.

Confesso que não foi amor à primeira vista.

Mas depois que entendi ser algo simples, capaz de gerar excelentes resultados, e que podia ser usado tanto como serviço para clientes quanto para fazer vendas em meus próprios empreendimentos…

…Aí eu passei a amar email 🙂

Um tempo depois o mercado de copy explodiu no Brasil e, pra minha surpresa, adivinha qual direção o pessoal seguiu?

Lançamentos.

Não demorou pra eu começar a receber emails de copywriters que entraram nesse mundo acreditando ser o “melhor trabalho do mundo”… mas que estavam vivendo um verdadeiro inferno (físico e mental).

Teve alguns que chegaram a me dizer que estavam em depressão ou sofrendo de burnout.

Pior,

tudo isso em troca de algumas merrecas.

E nessa hora, sabe o que aquele guru que lhe vendeu a formação caríssima diz?

“É assim mesmo, . Tem que passar por isso pra crescer. Mas se quiser eu tenho uma mentoria… 😈 “

Enfim.

A boa notícia é que não precisa ser assim e lançamento não é o único caminho.

No email de ontem contei a incrível história de um aluno que, comparado ao padrão do mercado, “começou por cima” no mundo de copy (e desbancando um grande guru).

Hoje quero falar de um outro caso impressionante.

Também de um aluno, que é funcionário público e entrou no mundo de copy em busca de uma grana a mais.

Porém, ele também estava preso e infeliz nesse mundo de lançamentos.

Quando o apresentei a esse mundo dos emails, o cara se comprometeu verdadeiramente e logo fechou seu primeiro cliente de email… de 4k por mês.

Mas ele queria mais.

Então continuou prospectando (da maneira mais simples do mundo que ensino) e logo fechou outro cliente.

E depois… outro cliente.

Hoje ele está com 2 clientes fixos de copy, que pagam muito bem por mês.

E essa semana ele me mandou um vídeo de uma casa… que eu pensei até ter recebido por engano.

Depois veio um áudio contanto que aquela era a nova casa que ele e a esposa se mudaram há pouco tempo… graças aos clientes de copy que ele conseguiu.

Não tinha como não me emocionar.

Esse tipo de mensagem traz uma profunda e verdadeira alegria pra minha.

Por que estou lhe dizendo isso?

Porque se você quer sair da armadilha de lançamentos e vagas arrombadas e trabalhar somente com clientes de alto valor…

…Nas próximas semanas sai a versão 2.0 do meu programa pra lhe ajudar a se tornar um copywriter de alto valor.

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Quem vale mais? Um copywriter ou uma Laranja?

Se você ainda não percebeu…

O mercado de copy no Brasil está virando commodity.

Aqui uma rápida definição de commodity:

Esta palavra é usada para descrever produtos de baixo valor agregado.

Commodities são artigos de comércio, bens que não sofrem processos de alteração (ou que são pouco diferenciados), como frutas, legumes, cereais e alguns metais.

Mas se a gente pensar direito vai ver que no caso dos copywriters é ainda pior.

Por que a laranja, por exemplo, só precisa ser a laranja – e nada mais – para ter seu valor.

Mas já o copywriter…

Veja abaixo o desabafo que esse cara fez num grupo:

“Eu aceitei trabalhar por míseros 2k… e demiti todos os meus clientes. A intenção era triplicar o quanto eu ganhava no primeiro mês. Dei o sangue. Era o primeiro a chegar e o último a ir embora.

Fiquei no suporte resolvendo um milhão de dúvidas, fiz design porque a head de social gostou das minhas artes (trabalhei como designer alguns anos antes de migrar pra copy)… estava disposto para qualquer demanda.

Até que, cada vez mais mandando responsabilidades no lombo, eu fiz uma cagada.

Abri a primeira live do lançamento na hora errada, duas vezes.

Eu tinha convicção que era um bug do OBS mas decidi não argumentar e só ficar calado.

Mesmo estando ali, todos os dias, trabalhando até o meu limite. Eles não viram valor no meu trabalho e decidiram me demitir depois dessa cagada.”

Foda, né?

Mas infelizmente casos como esse acontecem toooooodos os dias.

Ou seja: o copywriter está menos valorizado que simples laranjas.

Mas isso NÃO acontece por causa do mercado nem das agências escravatórias.

Não.

Por que nem o mercado nem ninguém obriga os copywriters a aceitarem esse tipo de trampo.

Isso acontece por que os próprios copywriters não se valorizam.

E se você hoje está trabalhando com clientes infernais ou em vagas arrombadas…

Acredite, a culpa É sua (diferente do que dizem os gurus).

Mas isso não quer dizer que não dá pra mudar.

Dá sim.

E é relativamente simples (mas não necessariamente fácil).

O primeiro passo é mudar seu pensamento.

Mais especificamente, valorizar seu trabalho e seu potencial.

Acreditar em você.

Afinal, como você espera ser valorizado se nem você mesmo se valorizar?

Não existe isso.

O segundo passo é se especializar.

Por que não dá pra ser bem pago se você continua fazendo o mesmo que todos os outros copywriters, escrevendo posts de insta e fazendo copys de templates, por exemplo.

Nesse caso você é só mais uma laranja na plantação.

Mas quando você se especializa em uma área, você aumenta seu valor e ainda facilita seu trabalho.

Se especializar em que?

Dá pra se especializar em escrever cartas/vídeos de vendas, ou advertorial, ou youtube ads, copy B2B, chatbot…

…ou até mesmo em email – como eu e meus alunos.

Mas o email está morto! Dizem os gurus…

Claaaaaaaaro que está 😜

(enquanto isso nós estamos aqui cobrando 2k, 3k, 4k, até 5k por mês de cada cliente pra escrever simples emails como esse que você está lendo)

Enfim.

Não seja uma laranja.

Confie em você.

E se especialize em algo que você gosta ou tem facilidade.

Seja um criador de oportunidades de copy.

(e pelo amor de Deus, não caia na lábia dos gurus)

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O mercado friolancer no Brasil

Ontem recebi essa pergunta de um leitor:

“Eu junto com meu sócio Davi, fizemos um Studio aqui em casa mesmo, eu estou como copywriter e ele é design, e tem três meses estamos estudando o digital e decidirmos entrar de cabeça nisso, a questão que eu queria saber contigo mano, é a seguinte, o mercado de freelancer é uma boa?”

Recentemente eu falei sobre o mercado não-friola no Brasil.

Ou seja, sobre as vagas que temos hoje.

Diferente do que os gurus dizem por aí…

99% das “oportunidades” são fakes (de pessoas que inventam fazer um teste de seleção mas na verdade usam as copys e não contratam ninguém) ou são vagas arrombadas – que exigem que você trabalhe por 7 pessoas e receba 1 bolsa família.

Se você conseguir encontrar as que se encaixam no 1%…

Parabéns pra você 🙂

Ok.

Agora o mercado de friolas.

Hum… por onde eu começo?

Talvez a melhor palavra seja:

Canibalismo?

Ou talvez… Carnificina??

Enfim.

Apenas entenda que eu chamo de friola por que não tem naaaaada de free (livre) lá.

Pelo contrário.

É friola por que consome sua alma e energia, tornando você uma pessoa fria e infeliz como uma pedra (enterrada em cocô de cavalo).

Se nas vagas arrombadas você trabalha por 7 em troca de 1 bolsa família… no mercado friolancer você rala por 70 em troca de uns trocados (ou da promessa de grandes projetos futuros).

Resumindo:

É pauleira.

Não é nada do que os gurus dizem por aí.

Masssssssssssssssss

A boa notícia é que não existem apenas essas 2 opções, certo?

Falei sobre isso no email de ontem.

Você não precisa se encaixar no mercado (nem mesmo no mundo).

Você é livre e totalmente capaz de criar seu próprio mundo e suas próprias oportunidades.

“Ok Bruno… mas COMO, caramba?!?” você pergunta sem paciência.

Caaaaalma cocada…

Aqui estão conselhos práticos pra você conseguir se destacar e se dar bem como freelancer de verdade (aquele que é livre e feliz):

1- Se especialize em uma área específica

Está cheio de gente por aí fazendo copy e tráfego. Você vai ser mais um desses?

É difícil competir quando todo mundo é igual.

Mas se você se especializa, por exemplo, em tráfego pra advogados, ou copy pra encapsulados, ou email (como eu e meus queridos alunos), você se diferencia da multidão.

2- Tenha um modelo recorrente

É muito difícil ficar buscando clientes novos todo mês ou viver de lançamentos.

Então, ao invés de ficar pegando projetos isolados, ofereça um serviço recorrente no qual o cliente lhe paga valores maiores todo mês.

Assim, com poucos clientes você consegue uma boa grana, mais estabilidade e menos stress.

3- Escolha com quem trabalha

50% do seu sucesso depende dos clientes com os quais você trabalha.

Não fique dizendo sim pra todo mundo que chega em você.

Não fique procurando projetos em grupos ou site de friolas.

Não fique fazendo conteúdo em rede fossial.

Vá em busca dos clientes com os quais vocês quer trabalhar.

De preferência, aqueles que tenham grana e já tenham um negócio rodando.

“Ah, mas quem eu queria trabalhar é grande demais pra mim” Você fala com cara de tacho.

Será mesmo?

Luiz, um de meus alunos, está trabalhando com uma das maiores influenciadoras do mercado brasileiro de finanças.

A Karen, outra aluna, está trabalhando com um dos maiores nomes do mercado de nerds/entretenimento.

Outro aluno está em negociação com um grande nome do mercado de desenvolvimento pessoal.

E tem até o caso da Thalita, outra aluna, que conseguiu a atenção da que talvez seja a maior influenciadora de finanças do Brasil… mas aí… eles vieram uma vaga arrombada e Thalita DISPENSOU a grande cliente (e agora está trabalhando numa grande empresa referência empreendedorismo no Brasil).

ISSO, , é o que acontece quando você confia em você e vai em busca de criar suas próprias oportunidades.

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Eu fui abusado

Já falei sobre isso antes.

Mas é o tipo de assunto que precisa ser repetido várias vezes.

Pois é, eu fui abusado há alguns anos.

Graças a Deus, não foi sexualmente.

Mas profissionalmente.

E não só uma, nem duas, mas inúmeras vezes.

Por agências, por donos de agências, por clientes e até por sócios.

Passei anos sofrendo com isso.

Trabalhando 8, 10 horas por dia.

Virando noites.

Dando meu melhor… para abusadores que só faziam me sentir pior a cada dia.

Até que um dia eu cheguei na tristeza profunda.

A vontade de não levantar da cama pra encarar o mundo.

A dor no peito e a rejeição do corpo causadas só de pensar que aquele era mais um dia de escravidão.

Domingo de noite??

Ansiedade a nível estratosférico.

Segunda de manhã?

Eu entrava em modo zumbi e passava o dia inteiro repetindo a mesma coisa em minha cabeça:

“Eles não me valorizam. Eles são nojentos. Eles só querem me usar…”

Todo dia. O dia inteiro. Esse tipo de conversa ficava se repetindo em minha mente.

Claro que eu pensava em sair daquela agência.

Mas imediatamente eu pensava que apesar de tudo, eles pagavam bem.

E os outros lugares era ainda piores.

Então eu calava a voz do bem e voltava a ouvir a voz do pequeno demônio que só queria me afundar.

Passei anos assim.

Até que um dia comecei a ver o mundo com outros olhos.

Vi que nenhuma daquelas pessoas estava apontando uma arma pra minha cabeça e me obrigando a estar ali e trabalhar pra eles.

Era uma escolha minha.

Aí comecei a ver que, diferente do que eu “enxergava”, o mundo é imenso e possui infinitas possibilidades e oportunidades diferentes.

Ou seja, não existia só aqueles caminhos que se repetiam em minha mente.

Isso me motivou a buscar alternativas e foi o que me levou ao copywriting.

Mas não demorou pra coisa começar a se repetir.

“O mercado não entende o que eu faço”

“Os clientes não querem pagar valores justos”

“O Brasil é foda”

E de novo eu deixei o diabinho vencer.

Abandonei o copywriting por uns anos e me dediquei a outras coisas.

Mas não demorava pro mesmo problema se repetir.

Foi aí que eu entendi que o problema não era com o mundo.

Mas sim comigo.

O grande problema é que eu estava tentando me encaixar no mundo dos outros – ao invés de criar o meu próprio mundo.

E enquanto eu vivesse tentando me encaixar no que os outros queriam… eu nunca seria feliz.

Por que os outros só querem o que é melhor pra eles:

Que em geral se resume a pagar nada e exigir tudo de você.

E se você não se valorizar e não acreditar em si mesmo… você sempre vai cair nos planos dos outros.

Pode parecer coisa de coach mas…

Tudo muda quando você DECIDE mudar.

Minha vida mudou quando eu decidi que não iria mais trabalhar com clientes ruins nem fazendo o que eu não gostava.

Mudou quando eu parei de enxergar o lado ruim do mercado e comecei a buscar o lado bom.

E acredite, quando você DECIDE que só quer o melhor pra sua vida, o mundo se molda à sua vontade.

As oportunidades aparecem.

Mas não com um tapete vermelho e uma água de côco.

Elas aparecem como desafios.

E nesses momentos, mais do que nunca, é a hora de pular de cabeça e acreditar em você mesmo.

Acreditar que mesmo que você não tenha todas as respostas agora, e mesmo que não esteja preparado, você vai dar um jeito pra fazer dar certo.

E aí o ciclo se repete.

Você DECIDE que vai fazer dar certo….

…o mundo lhe mostra os caminhos.

Mas não com tapete vermelho.

Isso é crescimento.

É isso que nos tira do modo zumbi e dá a energia e motivação pra seguir em frente em busca de uma vida melhor.

Acredite em você.

Ignore a voz do diabinho e DECIDA o que você quer pra sua vida.

Não importa qual louco seus sonhos possam parecer.

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Como ralar menos e conquistar mais

Você ia rir muito se visse isso.

Priscilla ri toda vez que me vê fazendo isso.

Isso o que?

Bem, eu realmente estou encantado (pra não dizer viciado) com o jogo Sekiro dies twice.

Encantado com a história, o mundo, a mecânica e principalmente o fato de ser um dos jogos mais difíceis da atualidade.

O grande problema – e aí é onde vem a graça da coisa – é que jogos difíceis me deixam nervoso e tenso.

E… quando fico nervoso… minhas mãos suam.

Mas elas não ficam apenas úmidas, como a de muitos por aí.

Não…

Minhas belas mãos suam como duas nascentes de rio que literalmente escorrem por meus braços e por qualquer coisa que eu toque.

Incluindo: Meu notebook – o qual uso pra jogar Sekiro.

Consegue imaginar o risco que cada partida representa??

Pois é.

Então, pra evitar que o suor escorra dos meus dedos, passe pelo teclado e chegue até à placa mãe do note (queimando o bicho)…

…eu “visto” minha mão com um saquinho plástico – que precisa ser esvaziado constantemente – mas que evita o pior.

Imagine você abrir a porta de meu escritório e dar de cara comigo no notebook, com a mão esquerda dentro de um saco… todo molhado??

É ridículo.

É humilhante.

Mas é tããããão bom jogar Sekiro 🙂

Mas enfim.

Constrangimentos à parte, o jogo realmente é difícil.

Difícil como a vida real.

Porém, até mesmo as maiores dificuldades do jogo (os chefes) possuem maneiras mais simples de serem superadas.

Na verdade, estratégias mais simples.

Então, você pode tentar derrotar os chefes sozinho e morrer, morrer, morrer e morrer até não aguentar mais de tanta humilhação (e ainda sofrer penalizações do jogo por morrer demais)…

Ou você pode ir em busca da estratégia mais simples pra superar aquele desafio.

O mais interessante é que SEMPRE existe uma maneira mais simples.

Até mesmo pra aquele desafio que já lhe espancou tanto até fazer você pensar em desistir.

O mesmo vale pra vida real.

E para os negócios.

É sempre uma questão de estratégia.

De pensar e fazer diferente.

Ontem mesmo ouvi uma história que é um excelente exemplo disso.

É a história real de um influenciador/expert de grande renome em sua área… que é membro do caríssimo marxtermind do guru “líder supremo”… mas que os resultados de seus últimos lançamentos foram um fracasso após o outro.

E (infelizmente) ele não é o único nessa situação.

Já vi outras histórias iguaizinhas a essa:

De pessoas que pagaram um rim por um curso de guru… depois pagaram um carro por uma mentoria/mastermind de um guru… depois investiram ainda mais em equipe, equipamento, anúncios e produção pra colocar em prática as estratégias mirabolantes dos gurus e… no final… NADA.

Zero resultados.

Ou então, resultados ridículos que não cobrem nem os custos.

ESSE é o jeito difícil de fazer negócios.

É o estilo Sekiro.

Mas assim como em Sekiro, existem maneiras mais simples de superar os desafios e conseguir excelentes resultados.

No caso desse mundo virtual, a estratégia mais simples que encontrei até agora foi usar emails diários.

(como esse que você está lendo)

Sim, tá todo mundo dizendo por aí que email já morreu e que tem que fazer lançamentos e blá blá blá…

E enquanto isso, existem pessoas usando simples emails como esse pra vender praticamente tudo: Produtos, serviços, cursos, mentorias, eventos, enfim…

Sem equipamentos.

Sem equipe.

Sem super produção.

Sem redes fossiais.

Sem seguir o caminho que os gurus pregam.

Apenas. Escrevendo. Emails.

Eu particularmente considero essa a habilidade mais valiosa que alguém pode ter nos dias de hoje.

Por que?

Porque você pode usá-la tanto pra monetizar sua própria audiência (caso tenha uma)…

Quanto pode usá-la como serviço para pessoas ou empresas que possuem uma audiência e não sabe como monetiza-la.

Por exemplo:

Um de meus alunos tem um cliente que paga 4k/mês pra ele escrever esses emails diários. No primeiro mês ele conseguiu fazer 22 vendas de um produto de 2.5k.

Ou seja: 55k em um mês e o cliente teve ZERO trabalho ou despesa.

Beeeeeem diferente de um lançamento tradicional, concorda?

Tanto pro cliente em si quanto pro copywriter.

Enfim.

O que quero dizer é:

Sempre existem maneiras mais simples de ralar menos e conseguir mais.

Mas pra isso você precisa sair da Matrix.

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Escrever copy até o braço cair não é legal

Enquanto escrevo esse email…

…estou como um trouxa na “fila virtual” pra comprar meu ingresso pro Lollapalooza.

Fila num site.

FILA.

No mundo VIRTUAL.

Quem diria.

Não sei que milagre os gurus ainda não estão usando isso… por que é guruzismo puro.

(acabei de dar ideia a eles??)

Enfim.

Ontem vi algo num grupo de copy que preciso trazer à tona:

Uma pessoa disse que estava com uma dor que começava no antebraço e ia até a ponta dos dedos.

A causa?

Escrever copy demais.

E ela ainda tinha muita copy pra terminar de escrever e entregar.

Não é legal.

Até hoje eu tenho algum tipo de ler ou sei lá que diabos que faz meu braço ficar se mexendo sem eu perceber.

No meu caso não foi de escrever copy, mas por todos os anos em frente ao computador.

Não é legal.

Claro que tudo isso infelizmente faz parte do processo de crescimento.

A gente tem que ralar.

Tem que se dedicar de corpo e alma.

Massssssssssssssss

Ao mesmo tempo, precisamos pensar no futuro.

Precisamos ter um plano de como sair dessa vida.

Temos que ir em busca de maneiras de fazer MAIS, com menos.

(a menos que você queira passar o resto da vida escrevendo copy até o braço cair??)

A boa notícia é que como copywriter você tem opções.

Aqui estão algumas ideias de como ganhar mais fazendo menos (usando suas habilidade de copywriter):

1- Seja mais estratégico

Ou seja, procure atuar mais como um consultor, dando ideias e conselhos, e menos como escritor que coloca a mão na massa.

2- Trabalhe com clientes melhores

Que pagam mais e exigem menos de você. E também que possuem mais recursos pra facilitar seu trabalho (ao invés de alguém começando do zero)

3- Crie seus próprios produtos

A maioria esmagadora dos bons copywriters param de trabalhar pros outros e criam seus próprios produtos. Seja sozinho ou em parceria com um expert ou empresa.

4- Caia fora de lançamentos

Esse é um modelo de negócio altamente imprevisível e insustentável. Além de ser um dos que mais depreciam sua saúde física, mental e espiritual.

5- Foque em um ou poucos nichos

Isso vai reduzir drasticamente seu tempo de pesquisa e tornar seu trabalho infinitamente mais fácil.

6- Se especialize em email

Se existe um canal capaz de gerar muito resultado com pouco esforço… esse canal é o email. Quando você enxerga e aprende como fazer isso, sua vida pode mudar da água pro vinho.

7- Aprenda os fundamentos de copy

Vejo muito “copywalter” formado por guru de instagram quebrando a cabeça e ralando mais do que precisa simplesmente por não dominar os fundamentos de copy e não entender como o jogo funciona (o que não tem nada a ver com lançamentos e redes fossiais).

8- Trabalhe de maneira inteligente

Quando for trabalhar, apenas trabalhe. Não fique no celular ou vendo besteiras na internet. 2 horas de foco profundo valem mais que 8 horas de atenção rasa.

Por hoje é isso.

Esperar nessa fila está me dando fome.

Mas é por uma boa causa que estou passando por essa palhaçada e vou ter que pagar muito mais caro por esquemas e ser obrigado a usar uma pulseira até pra comprar minha comida lá no evento…

Foo Fighters 😍

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Conhecimento é uma praga. Livre-se dele

Responda rápido:

Por que zilionários como Mark Zuckerberg e o falecido Steve Jobs usavam a mesma roupa todo santo dia?

Resposta:

Para poupar o cérebro de tomar a decisão sobre qual roupa vestir.

Ridículo?? Talvez.

Porém, eles fazem isso por que sabem que nosso cérebro é limitado, e cada decisão ou pensamento errado vai influenciar nos resultados deles.

(Rá! Percebeu que até aqui todos os meus parágrafos começaram com as letras R e P alternadas? Será que consigo ir até o fim assim? Veremos)

Pois é. Talvez você não esteja no mesmo nível desses caras e não precise usar a mesma roupa todo dia.

Ressalto, contudo, que você precisa sim usar seu cérebro de maneira inteligente.

Por Exemplo:

Repare na quantidade de conteúdo e informação que você consome todo santo dia.

Parece algo inofensivo mas pesquisas mostram que esse mundo moderno e digital não faz nada bem pra nossa saúde mental e espiritual.

Ruim? Mas ainda fica pior.

Pois Gary Halbert disse algo uma vez que nunca saiu de minha cabeça.

Realmente é algo que encaro como uma filosofia de vida, de tão importante que é.

Preparado pra ouvir? Ele disse:

“Rapaz, tão importante quanto o que você APRENDE é o que você NÃO aprende.”

Profundo, hein?

Repercute com o que vejo diariamente: Copywriters e empreendedores “aprendendo” a conduzir seus negócios com gurus empreendedores de palco ou de instagram que nunca fizeram nada além de vender seus próprios cursos.

Pode dar certo isso?

Responda.

Pode um médico aprender a fazer cirurgia com um guru que nunca fez cirurgia na vida??

Resultados o médico vai ter.

Porém, sempre negativos.

Reserve seu cérebro e pensamentos a poucas coisas e foque em fazê-las dar certo.

Passar o dia metralhando o cérebro com informação e estímulos é um dos maiores “atrasadores” de sucesso que existem.

Resista. Seja forte.

Ponha um objetivo em sua frente e dedique toda sua atenção a ele.

Renuncie de todo o resto.

Prosperidade e grana adoram esse tipo de comportamento.

Relembre isso todos os dias e seja mais leve e feliz.

(Putz, consegui!)

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Melhor que ser o melhor é…

Passei os últimos 3 dias só:

Comendo.

Assistindo filmes e séries.

E me divertindo (ou comendo) com os amigos.

Tudo sempre bem acompanhado com meu amor 🙂

Finalmente assisti Duna, um filme que estava louco pra ver…

… e foi só decepção pra mim.

Muuuuuuito parado e chato e sem emoção.

Por outro lado, assisti Shang-Chi e gostei pra caramba.

A Marvel SABE contar boas histórias e fazer bons filmes como ninguém hoje em dia.

Terminei a série animada Departamento de conspirações…. que é incrível.

Muito bem amarrada e entupida de referências.

Mas meus dias não foram apenas de diversão.

Foram também de aprendizado.

Eu tenho o estranho hábito de me colocar no lugar de outras pessoas que vejo pela rua.

Por exemplo:

Às vezes vejo um cara com uma barraquinha de cachorro-quente e me pergunto:

“Hummm.. se eu fosse esse cara, o que eu faria pra conseguir melhores resultados com menos esforço?”

Assim como eu também vejo um flanelinha no sinal e me pergunto:

“Se eu perdesse tudo e tivesse que limpar vidros no sinal, o que eu faria pra conseguir me dar bem pra sair dessa?”

E geralmente o primeiro pensamento é sempre parecido:

Vou fazer o melhor cachorro-quente.

Ou…

Vou limpar os vidros tão bem que os motoristas serão capazes de se enxergar no próprio para-brisa do carro.

Enfim.

A gente naturalmente sempre pensa em fazer ou ser o melhor primeiro.

“Vou ser o melhor copywriter do Brasil” vejo muitos copywalters dizendo por aí.

Mas na prática, querer ser ou fazer o melhor quase sempre é o pior e mais difícil caminho a seguir.

Por que?

Porque provavelmente já existe alguém ou alguma empresa fazendo um excelente trabalho, e com muito mais recursos que você.

Veja, é muito difícil começar de baixo e sem recursos, e competir com alguém que está no topo e possui muitos recursos.

Imagine um lutador faixa branca enfrentando um mestre faixa preta.

É o tipo de surra que você leva quando tenta ser melhor do que quem já está lá.

Não é que seja impossível.

Mas como disse, é o caminho mais difícil e demorado.

Então qual o melhor caminho?

Ser DIFERENTE.

Esses dias vi 2 excelentes exemplos disso.

O primeiro foi um flanelinha que trabalhava vestido de homem aranha e brincava com os motoristas enquanto limpava os para-brisas.

Putz… algo tão simples: Uma roupa.

Mas essa simples roupa ajuda o cara a se divertir um pouco num trabalho extremamente duro e ainda o faz ganhar mais gorjetas.

O flanelinha homem-aranha consegue melhores resultados com menos esforço que o “melhor” flanelinha que limpa o vidro com perfeição e usa os melhores produtos.

O outro exemplo que vi foi também de um cara trabalhando no sinal.

Mas ao invés de limpar para-brisas… ele vestiu uma calça folgada, colocou um nariz vermelho e divertia as pessoas no sinal com palhaçadas simples.

Digo mais, em todos esses anos de trânsito, nunca vi ninguém conseguir tantas notas de 2 reais como esse palhaço conseguiu.

E ele conseguiu de uma maneira infinitamente mais simples do que, por exemplo, aqueles caras que engolem fogo, fazem malabaris com facas e andam na corda bamba… tudo ao mesmo tempo.

Mas existem várias outras maravilhas em ser diferente.

Uma delas é que você evita a comparação… e pode cobrar mais pelo que faz.

Afinal, você é único.

Quando se torna diferente você evita que o consumidor pense em:

“Ah, mas fulano ali faz mais barato”

“Oh, lá eles entregam muito mais coisas”

“Acho que o produto deles tem mais qualidade”

Enfim.

Quanto mais diferente, mais você se torna a única e inquestionável opção.

Por que melhor do que ser o melhor, é ser diferente.

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Artigos Copywriting

O copywriter que f#%& tudo

Você leu meu email de ontem??

(sobre os pecados copywritais)

E você viu que hoje um grande pecado cometido por um copywriter veio à tona e causou o rompimento de um contrato (gordo?) com Pedro Bial???

Noooooooosssa

Coitado do copywriter.

Meud Deus…

O maluco deve tá pensando em se matar.

Isso se já não o fez.

Se você não tá sabendo do que ouve, o Bial tinha um contrato desde 2019 com a courseria, que vendia os cursos dele.

E aí, num anúncio do facebook do curso, o copywriter escreveu como se fosse o Bial falando: “posso dizer que, hoje, eu me tornei o meu autor preferido”

Aí a coisa repercutiu… chegou no Bial… que ficou puto e cancelou o contrato.

Acontece.

Eu não conheço os bastidores e todo o contexto da história. Só que o que foi noticiado.

Mas de qualquer forma, esse parece mais um caso de vários pecados sendo cometidos:

Não pesquisou o suficiente.

Forçou a barra pra converter.

E não pensou na repercussão de sua copy.

Indo mais a fundo no ocorrido, eu me arrisco a dizer que provavelmente a pessoa que escreveu aquilo é um copywriter mal pago, que trabalha sob pressão constante e prazos curtos, que já ajudou muito a empresa mas agora vai perder o job por causa de um erro que poderia ter sido evitado facilmente se o cara tivesse uma equipe de edição/correção???

O que nos leva a outro ponto que abordei essa semana também:

O perigo da maioria das vagas de copy que divulgam por aí.

Mas enfim.

Seja lá qual for a verdadeira história por trás disso tudo…

Fica aí a dica pra tomar cuidado com suas copys e com as vagas que você escolhe.