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Fazer MAIS não é a solução

Ontem vi algo que me deixou esperançoso.

Mark Zuckerberg e sua esposa (que por sinal também se chama Priscilla) têm um novo projeto incrível.

O objetivo é:

Encontrar cura para todas as doenças nos próximos 10 anos.

Já imaginou um mundo sem tantas pessoas morrendo de câncer e outras pragas?

Não sei o que você pensa disso mas vou lhe dizer uma coisa:

É totalmente possível.

De fato, a única razão para o mundo não já ter a cura de todas as doenças… é por que as grandes indústrias farmacêuticas não querem isso.

Elas ganham infinitamente mais com os “tratamentos” do que com a cura.

No passado isso não era possível.

Mas hoje nós temos recursos ilimitados pra fazer acontecer.

E agora, com um novo gigante entrando na luta, se aliando aos grandes cientistas do mundo e ainda trazendo a tecnologia pro jogo – tudo muda.

Vamos torcer por eles (e pras grandes indústrias não os matarem antes).

Mas enfim.

Eu não sou Mark Zuckerberg mas também vou iniciar uma nova missão em 2022.

Meu objetivo também é levar a cura para mais pessoas.

A cura do Copyroto, para os copywriters.

E a cura dos lançamentos arrombados, para os empreendedores.

Só que diferente de Mark, vou fazer isso com uma tecnologia arcaica de 1965:

O bom e velho email.

Isso porque, no nosso caso, a cura não depende da tecnologia.

A tecnologia é apenas uma ferramenta.

O que realmente faz a diferença é trabalhar de maneira estratégica.

É seguir uma direção oposta a que o mundo está caminhando.

Ao invés de viver de lançamentos – construir uma base sólida que gera resultados a curto, médio e longo prazo.

Ao invés de virar noites, perder a saúde e os preciosos momentos com a família – encontrar maneiras de colocar menos a mão na massa e ter mais resultados.

É parar de correr atrás do “sucesso” dos outros, e encontrar o seu equilíbrio e o seu estilo de vida ideal.

Vivemos num mundo de excessos. Onde tudo é mais, mais e mais.

Mas na maioria esmagadora das vezes, você não precisa do que o mundo diz que você precisa.

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Renda pazsiva com email

Bruno Sampiricus aqui.

Hoje vesti minha camisa polo rosa atochada pra lhe dar um alerta.

Mas você terá que agir rápido.

Ao longo dos últimos dias mostrei o mundo de possibilidades que o email proporciona para aqueles que sabem como operá-lo.

Nesse momento vivemos uma oportunidade única devido ao cenário atual do mercado – totalmente dependente de lançamentos e redes sociais.

Se você não viu, aqui estão algumas maneiras de aproveitar essa nova onda:

Você pode receber 2k, 3k ou até 4k mensal por cliente para escrever emails como serviço.

Pode fazer parcerias com experts e empresas e cuidar dos emails deles em troca de uma gorda fatia dos resultados.

(hoje mesmo conversei com um aluno que está em negociação com um palestrante e tem a possibilidade de fazer chover 36k pro cliente no primeiro mês… e levar entre 30% a 50% disso)

Pode também usar emails para fazer vendas em seu próprio negócio (como um outro aluno que conversei ontem) todo mês.

São excelentes caminhos que qualquer pessoa comprometida pode seguir.

De fato, é possível seguir até 2 ou os 3 caminhos ao mesmo tempo – se quiser (e estiver comprometido).

Mas hoje eu vim falar de algo ainda melhor e que nunca revelei antes.

Renda pazsiva com emails.

Imagine escrever uma sequência de emails uma única vez… e ter uma renda mensal, semanal ou até diária proveniente dos resultados gerados pelos emails.

Isso é o que pode acontecer quando você se torna parceiro de um expert/empresa em troca de uma fatia dos resultados.

Você pode criar sequências automatizadas de emails para alguns produtos perpétuos… e ter sua renda pazsiva.

Eu digo paz-siva porque você literalmente fica na paz.

Mas isso não é tudo.

Obviamente, você também pode fazer isso com seus próprios produtos.

E…

O que??

Você não quer fazer parcerias nem tem produtos próprios??

Sem problema.

Você ainda pode promover produtos de assinatura de terceiros (como software, por exemplo)… e receber sua fatia todo mês.

Como venho dizendo, as possibilidades são ilimitadas para quem é expert em email.

E na próxima semana você terá a chance de se tornar um expert desses – com o meu novo treinamento e o seu comprometimento (pois é, não é método mágico).

Bruno Sampiricus
Analista de eucaliptos em PDF

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Copy rico, copy pobre

Quem aí está ansioso pra ver Matrix 4???

🙂

Sem dúvida, essa foi uma das continuações que mais esperei na vida.

Porém…

Tenho a sensação que o filme não vai me agradar 🙁

Por que?

Primeiro porque eu sou chato pra caramba.

Segundo porque acredito que vai ser praticamente um remake do primeiro filme.

Onde dessa vez Neo já começa fodão.

Veremos…

Mas enquanto o filme não sai, eu tenho uma dica de livro pra você:

Copy rico, copy pobre – de Bruno Sampaiyosaki.

O autor, além de muito gato e gênio, é um poço de humildade.

E o livro em si tem váááárias lições.

A primeira delas é sobre a “corrida dos arrombados” – onde os copywriters ficam presos em lançamentos e vagas arrombadas.

Sampaiyosaki afirma que a verdadeira causa dessa prisão não é a falta de experiência. Nem falta de portfolio. Nem falta de resultados. Nem nada do que dizem por aí.

O que realmente prende os copywriters é:

A mentalidade deles.

A maneira como eles pensam sobre si mesmos, sobre o mercado, sobre o mundo.

Mas uma vez que eles mudam a mente, eles começam a mudar seus resultados também.

O autor também ensina sobre adquirir o conhecimento certo.

Ele alerta o copywriter sobre o perigo de ser possuído pelo Copyroto, e ficar viciado em adquirir cursos e estudar copy o dia inteiro.

É preciso ser muito seletivo com quem você aprende.

Pois enquanto o conhecimento certo pode lhe ajudar a rapidamente dobrar ou triplicar o que você ganha…

…o conhecimento errado pode fazer você andar pra trás, pra mais longe de seus objetivos.

É como seguir as direções em um mapa.

Imagine que o tesouro está escondido numa determinada coordenada.

Se você tiver a informação certa, será capaz de navegar em linha reta e chegar lá o mais rápido possível.

Mas com as informações erradas, você vai navegar pro outro lado do mundo, ou ficar preso em círculos, ou cair em águas perigosas.

Por fim, a principal lição que Bruno Sampaiyosaki mostra é sobre o Quadrante do copywriter que funciona assim:

1- O copywriter começa como arrombado empregado de agências ou empresas – trocando seu tempo por uma merreca fixa.

2- Ele cria coragem e vai trabalhar por conta própria como copywriter freela e tem a chance de ganhar mais e ser finalmente feliz.

3- Temos o copywriter empreendedor – que cria seus próprios produtos ou se torna sócio de uma empresa ou produtor – e assim se liberta da limitação de trocar o tempo por din din.

4- Por fim, o copywriter “investidorzeiro” que aprende a colocar la plata pra trabalhar pra ele.

Pois é.

Como você deve ter percebido, o livro acima não existe na vida real.

Mas existe algo melhor que está sendo criado nesse exato momento.

Meu novo treinamento de Email Copywriter – cujo objetivo é ajudar a construir a mentalidade certa e prover o conhecimento pra alcançar os quadrantes 2 e 3.

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O Copyroto

Você tem notado algo estranho?

Eu digo, com você. Não com o mundo.

Com o mundo está rolando a pandemia.

Mas existe um outro grande problema que está rolando no mundo dos copywriters.

Mais especificamente… com os próprios copywriters.

Que problema é esse?

É uma entidade das trevas conhecida há séculos como:

O Copyroto.

O Copyroto é um demônio malévolo que seduz copywriters e os levam ao caminho da desgraça.

Eu mesmo tive o copyroto em mim por vários anos.

É horrível.

O que ele faz?

O demônio fica noite e dia sussurrando ideias erradas em sua mente.

Mas a pior maldição dele é fazer você acreditar que escrever copy dá dinheiro…

E que se você quer ganhar mais, você precisa aprender mais e mais sobre copy… e escrever mais e mais.

O Copyroto cega os copywriters para a verdade que está bem diante dos olhos deles.

Que verdade?

Como disse, que escrever copy não dá diñero.

A verdade é que escrever copy só dá trabalho.

E trabalho duro por si só não dá grana.

Olhe ao seu redor e você verá quer as pessoas que trabalham mais duro no mundo são as que menos são recompensadas.

Garis, enfermeiros, policiais, professores, cortadores de cana, entre outros.

Escrever copy entra nessa mesma categoria.

A única diferença é que você escreve copy do conforto de sua casa.

Não acredita em mim?

Leia as biografias ou assista a entrevistas das pessoas mais ricas do mundo e você verá que NENHUM deles sabe copy.

Mas nem precisa ir tão longe.

Leia algo escrito pelos maiores gurus e você vai ver que eles não sabem copy de verdade.

Provavelmente você escreve copy melhor e sabe mais sobre mkt que a maioria deles.

Ainda assim, eles ganham mais que você.

E se por acaso você viu um guru/expert/empresário com a copy boa, saiba que aquilo não foi escrito por ele.

Foi escrito por um copywriter trabalhador… que ganha infinitamente menos que o expert/guru/empresário.

Entende meu ponto?

Aqui mais alguns exemplos.

Steve Jobs revolucionou o mundo da tecnologia, certo?

Mas ele era bom em que?

Steve não era programador. Nem designer. Nem copywriter. Nem engenheiro.

Outro exemplo:

Elon Musk.

No que Elon Musk é bom?

Bem, ele até é programador, mas a programação só o levou até o primeiro degrau.

Há muitos anos ele não programa. E foi essa mudança que o fez crescer.

O que estou mostrando é que:

Escrever copy em si é inútil.

Ok Bruno… mas então o que realmente faz a diferença em nossas vidas?

O que realmente faz a diferença é:

Fazer as coisas acontecerem.

Steve Jobs, Elon Musk, e até os gurus, não chegaram onde estão escrevendo copy.

Todos chegaram onde estão – fazendo as coisas acontecerem (seja de maneira honesta ou não).

Mas o que é fazer as coisas acontecerem?

É movimento. É atividade. É produção.

É toda atividade que lhe gera um retorno, que seja rápido, ou grande, ou constante (ou os 3).

Em outras palavras, é produzir ativos.

Exemplos:

Ter um produto rodando.

Ter vários produtos rodando.

Ter uma empresa rodando.

Ter uma fábrica e milhares de pessoas fazendo seus produtos saírem.

Enfim, é ter transações acontecendo.

De preferência, que elas aconteçam sem esforço nenhum de sua parte, ou, com o mínimo esforço possível.

Mas que tipo de transação acontece quando você está estudando ou escrevendo copy?

Nenhuma.

Na verdade, acontece uma sim.

Mas é uma onde você sai perdendo feio.

Pois toda vez que está estudando ou escrevendo copy, você está pagando com seu tempo, sua energia e sua vida.

Isso quer dizer que você tem que parar de estudar ou escrever copy?

Bem, se possível sim.

Se você puder parar de fazer isso e conseguir realizar apenas atividades que geram transações… ótimo!

Mas se não…

Sugiro que você sempre coloque suas atividades numa balança e se pergunte:

Vale a pena colocar minha vida nessa atividade? Qual o retorno que ela vai me dar?

Por que esse é o grande problema de copy:

No modelo tradicional, você tem muito trabalho e pouco retorno.

São copywriters escrevendo o dia inteiro para agências que pagam uma merreca.

São copywriters escrevendo o dia inteiro pra experts que pagam uma merreca.

E pior – praticamente toda copy que eles escrevem só é usada uma vez e descartada.

Tem aquele trabalho infernal pra fazer um lançamento… e daqui a 2 meses tem que fazer tudo de novo quase do zero.

Ou seja, a copy não é nem transformada num ativo.

Então, se você não pode ou não quer ter uma fábrica ou empresa rodando seus produtos, aqui vai um modelo de negócio ultra simples que permite você escalar seus resultados:

Vender por email.

Email é simples e rápido de escrever – o oposto de lançamentos.

Então mesmo que você trabalhe prestando serviço pra clientes, você consegue atender mais clientes, cobrar mais, e ter menos trabalho.

Os emails que você cria se tornam ativos, que podem ser reusados diariamente por meses e até anos.

É possível construir e crescer negócios inteiros apenas com emails.

Pois quando feitos da forma correta, emails podem gerar muito mais retorno que lançamentos ao longo do ano… com infinitamente menos trabalho.

Mas veja que eu não disse: Escrever emails.

Eu falei: Vender por emails.

São coisas diferentes.

Qualquer um consegue escrever um email.

Mas fazer 5 ou 6 dígitos com email todo mês requer algumas outras habilidades além de escrever.

E são essas habilidade que vou ensinar em meu novo treinamento de Email Copywriter.

O objetivo é matar o Copyroto.

É tirar copywriters do ciclo vicioso de estudo, agências e lançamentos arrombados, e mostrar um caminho simples e próspero pra eles seguirem.

É ajudá-los a conseguir clientes melhores, que pagam mais, apenas por emails.

É também ajudá-los a fazer co-produções lucrativas e duradouras, sem lançamentos tradicionais.

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O buraco dos gurus

O quão enfiado você está nesse mercado?

Você é alguém que só acompanha o que postam nas redes fossiais?

Ou…

É alguém que conversa de verdade com as pessoas nos bastidores e enxerga aquilo que ninguém mostra?

Pergunto isso pra saber se você está ciente do buraco dos gurus.

Não aquele que você pensou com sua mente suja…

Mas aquele que existe no mercado brasileiro e não para de crescer.

Funciona assim:

De um lado estão as pessoas “normais”.

Do outro estão os gurus.

Os gurus ficam de lá gritando e exibindo seus carros e viagens pra atrair as pessoas para seus métodos.

Alguns indivíduos conseguem atravessar o caminho e chegar lá.

Mas pra cada pessoa que chega, existem literalmente milhares que ficam presas no buraco que existe no caminho.

E esse buraco não para de crescer.

Mas que buraco é esse, afinal?

É a grande fatia do mercado formada por pessoas e empresas que fizeram tudo que os gurus ensinaram… mas não conseguiram os resultados que queriam.

Por exemplo:

Eles construíram audiência. Criaram produtos. Seguiram os scripts de lançamentos. Mas o resultado foi ruim… ou negativo.

Agora, aqueles produtores que não desistiram, estão lá frustrados, à espera de algo novo pra tentar.

Adicione a isso, todas as pessoas que conseguiram cruzar o caminho e fazer a coisa dar certo… mas que agora perceberam que esse modelo de negócio é uma furada e estão em busca de algo novo.

É aí onde você pode entrar e fazer a diferença.

E você tem basicamente 2 opções:

1- Você pode fazer como toooooodos os outros copywriters e chegar pro produtor decepcionado com lançamentos… e propor fazer mais um lançamento.

É tipo:

“Ei, você está endividado até o pescoço? Venha fazer mais uma dívida pra sair dessa ;)”

eh…

Não parece uma proposta irresistível pra mim.

Mas existe uma outra opção:

2- Você pode chegar num produtor desse e propor fazer uma campanha SÓ com email.

Onde ele não vai ter trabalho NENHUM. Nem vai ter que investir em NADA.

Tudo que você precisa é ter acesso a aquela ferramenta de email que ele nem usa mais…

E 21 dias depois vocês estão numa reunião no Zoom celebrando os frutos da parceria.

Mas não precisa parar por aí.

Vocês aproveitam a reunião para falar sobre como serão os próximos meses.

Sobre os próximos produtos a serem promovidos.

E sobre como vocês farão 5 dígitos todo mês com apenas 1 email por dia.

Sem guruzice.

Sem fórmulas mágicas.

Sem bruxaria (nem baixaria).

Apenas trabalhando de maneira estratégica e seguindo os princípios que comprovadamente funcionam.

Princípios e estratégias essas que serão ensinadas na nova formação de email copywriter que estou preparando.

Claro que você precisa saber identificar quem são os produtores certos para abordar.

Caso contrário, você entra no buraco também.

Mas adivinha?

Eu também vou mostrar quais são esses critérios… na formação 🙂

Tudo mastigadinho pra você assistir rapidinho e sair fazendo sozinho.

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Pequenas audiências, Grandes negócios

É engraçado como o mundo funciona.

Da mesma forma que existe uma porrada de empreendedores e experts que passam a vida correndo atrás de mais seguidores…

…existe uma porrada de empreendedores, experts e “influenciadores” que possuem audiências imensas – mas não fazem nem 1k por mês com elas.

Por que isso acontece?

Oi??

Não … não é porque a terra é plana…

???

Na verdade, isso acontece por que a chave pra um negócio crescer não é exatamente construção de audiência.

Qualquer tonto consegue construir audiência.

(uma rápida deslizada de dedo no celular mostra isso)

Basta produzir algum tipo de conteúdo diariamente e uma audiência será construída automaticamente.

Ou então, basta desembolsar uma grana pra ads e uma audiência é construída em poucos dias.

Mas e aí?

Você tem uma audiência.

Mas até onde eu sei, não dá pra pagar nenhuma conta com seguidores.

O que prova meu ponto.

Construir audiência não é o mais importante.

De novo, o mundo está cheeeeeio de pessoas, empresas e influenciadores que possuem grandes audiências… e contas bancárias vazias.

Isso porque a terra é plana mais importante do que ter uma audiência é…

É…?

Isso!

Saber monetizar uma audiência.

Isso sim faz toda a diferença num negócio.

A habilidade de transformar seguidores em verdinhas – de maneira ética.

É essa habilidade que transforma você num verdadeiro herói para os clientes ou co-produtores.

Assim como está acontecendo com um de meus alunos.

Ele começou a trabalhar com um cliente grande – que já investiu muito em mentorias e lançamentos – mas só conseguiu fazer 30 vendas durante todo o ano de 2021.

Quando questionava seus “mentores”, eles diziam pro cliente continuar martelando a oferta até ela dar certo.

Uau! Isso é que é conselho de especialista, hein?

Mas enfim.

O fato é que meu aluno chegou com um plano simples e sem custo, que quando executado pode até trazer mais resultados em 30 dias do que o cliente conseguiu durante o ano inteiro.

E tudo isso vai ser feito usando apenas emails e estratégia (o que deixa o cliente ainda mais feliz).

E… tudo isso (e muito mais) vai ser ensinado em minha formação de Email Copywriter 2.0 que está por vir.

Saber monetizar uma audiência é o tipo de habilidade que permite você – mesmo no início da carreira – conseguir trabalhar com seu ídolo (como está acontecendo com o aluno mencionado acima).

É também o tipo de habilidade que “bota comida na mesa” rápido.

Foi uma das coisas que me salvou quando eu quebrei e me afundei em 6 dígitos de dívidas, há alguns anos.

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4 a 5 dígitos por mês… sem clientes??

Nunca gostei de ter chefe.

Nem de cumprir horários.

E muito menos de ter que estar presencialmente num escritório pra fazer algo que eu poderia fazer de casa.

Essas foram algumas das razões que me fizeram largar os trabalhos tradicionais pra me aventurar no mundo freela.

Você sabe, eu queria ser meu próprio chefe.

Mas a verdade é que mesmo trabalhando por conta própria você ainda tem pessoas “mandando” em você.

Aqueles que chamamos de: Clientes.

Claro que, se você escolher corretamente seus clientes, é muuuuuuuuito mais tranquilo trabalhar com eles do que com um chefe mala tradicional.

Mas ainda assim, chega um momento que cansa também.

E aí, o que você faz?

Bem, aí vai depender do seu arsenal de habilidades.

Se for um copywriter tradicional, você provavelmente vai em busca de parceiros pra fazer lançamentos como co-produtor.

O que envolve muito muito muito muito trabalho, tempo e energia e as chances de ter retorno são baixas, já que a coisa depende de muitos fatores que você não tem controle (como o próprio especialista, por exemplo).

Mas se você for um email copywriter…

Você pode facilmente chegar nas pessoas ou empresas certas e propor gerenciar a lista de emails deles em troca de uma porcentagem dos resultados.

Dessa forma você tem mais controle sobre os resultados e o esforço pra conseguir esses resultados é infinitamente menor – afinal – você só precisa enviar 1 email por dia.

Dessa forma você deixa de ser um prestador de serviço pra se tornar um parceiro estratégico do negócio.

Também deixa de ter alguém mandando em você pra ser o conselheiro que diz ao cliente o que ele tem que fazer pra aumentar seus resultados.

E ainda pode escalar seu negócio de copy sem ter que trabalhar mais.

Mas pra isso, você precisa ter as habilidades certas.

E são essas habilidades que vou ensinar em meu novo treinamento de Email Copywriter que está por vir.

O objetivo é ajudar você a deixar de ser apenas um copywriter e se tornar um conselheiro estratégico de empresas e experts – que trabalha menos e ganha mais – de maneira inteligente.

Aguarde…

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Você está a 1 email de 3k/mês como copywriter

Depois de ouvir uma porrada de copywriters esse ano…

…descobri algumas coisas interessantes.

(nada no mundo ensina mais do que ouvir as pessoas)

Por exemplo:

Descobri que a maioria não quer ficar “melionário”.

Eles querem apenas ganhar bem, ter uma vida confortável, e não ficar preso no computador escrevendo copy o dia inteiro.

A maioria já ficaria feliz com 3k/mês – pra começar.

Mas por que eles não conseguem atingir esse número… já que copywriting é a HaBiLiDaDe MeLiOnÁrIa – como dizem os gurus???

Bem, eu vou dizer por quê.

Existem algumas razões mas a principal é:

O modelo de trabalho.

Aqui no Brasil, 90% dos copywriters trabalham de uma dessas 3 formas:

1- Trabalham em vagas arrombadas

Dando o sangue e a saúde mental pra receber em média entre 1k e 2k.

2- Fazem lançamentos arrombados

Também dando o sangue e saúde mental pra viver de maneira completamente imprevisível com os lançamentos de coprodutores loucos.

3- Projetinhos arrombados

Vivem pegando projetos isolados que encontram no insta ou em grupos. O que também é imprevisível e limitado.

Não sei em que situação você está hoje.

O que eu sei é que existe uma maneira extremamente simples de fazer 3k/mês como copywriter nos próximos 30 dias.

Como?

Ignorar o mercado e ir em busca de clientes melhores que pagam bem por seu serviço, todo mês.

Aí sua próxima pergunta é:

Mas como eu consigo esses clientes?

É simples.

Enviando apenas 1 email por dia.

Vou lhe mostrar:

Ao longo desse ano eu não apenas ouvi copywriters.

Eu também ajudei dezenas deles.

Uma das coisas que fiz foi ensinar como conseguir bons clientes de copy enviando um simples email “cavalo de tróia”.

De fato, esse tipo de email é tão eficaz que TODOS aqueles que seguiram o que ensinei e enviaram os emails, fecharam clientes de 2k, 3k e até 4k/mês.

Mas claro que NÃO É mágica.

Um dos alunos por exemplo, enviou 7 emails e fechou 2 clientes.

Enquanto outro aluno precisou enviar 23 emails pra fechar 1 cliente.

E um outro aluno fechou 1 cliente com apenas 1 email.

O fato é:

É praticamente IMPOSSÍVEL você enviar 1 email cavalo de tróia por dia durante 1 mês… e não fechar pelo menos 1 cliente.

E não, não precisa ter portfolio. Nem precisa ter feito “7 dígitos”.

Por que o email cavalo de tróia é baseado no cliente, não em você.

Veja, pro cliente não importa quem você é ou o que você fez.

O que realmente importa é o quê você pode fazer pelo negócio dele.

E esse tipo de email faz isso com maestria.

Logo, se você consegue seguir instruções e enviar um simples email por dia durante 30 dias… você consegue – no mínimo – 1 cliente de copy de 1k a 3k/mês.

E depois que conseguir o primeiro cliente, basta continuar enviando 1 email por dia para conseguir o segundo… e se quiser, o terceiro… o quarto..

E é assim você faz 3k, 5k, 9k/mês com poucos clientes de copy que pagam bem por seus serviços.

Só depende de você.

Dito isso:

Se quiser sair do oceano sangrento do mercado de copy e aprender a enviar emails que fecham grandes clientes de copy…

…não perca meu treinamento de email copywriter 2.0 que será lançado nas próximas semanas.

Nele vou mostrar não apenas como enviar os emails cavalo de tróia mas também (obviamente) como ser um email copywriter, cujo trabalho é escrever apenas emails – ao invés de lançamentos e todo tipo de copy (a menos que você queira).

Pode ser um divisor de água em sua vida.

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A proposta que 9 em cada 10 clientes dizem sim

Você acorda com a luz forte de um refletor em sua cara.

Abre os olhos cheio de remelas e não acredita no que vê à sua frente:

“Sil-Silvio Santos?!?” você pergunta com voz de sono.

“Má- Ôeee… vem pra cá, vem pra cá ” Diz Silvio. E continua:

“Vamos agora para a pergunta que vale UM melhão de Reaaiiiiis”

O auditório vai à loucura: ÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊ ÊÊÊÊÊÊÊÊ 🙂

Você olha à sua volta, ainda com os olhos grudando de sono, e percebe que está no..

Show do Milhão???

“Podemos continuar?” – Pergunta Silvio.

“O que?? Como eu vim parar aqui?!?” – Você fala olhando ao seu redor mas ninguém diz nada a não ser Silvio Santos.

“Então vamos à próxima pergunta valendo UM Melhão de Reaaais”

* Tã- nã-nã-ni-nãnã-no-nã-no-NÃ *

A pergunta aparece no telão e Silvio lê pra você:

“Qual o erro mais cometido por copywriters que querem fechar mais clientes?”

“Número 1: Ser arrogante como seu guru ensinou”
“Número 2: Ir pro workana”
“Número 3: Produzir conteúdo e torcer pra eles virem”
“Número 4: Falar sobre si mesmo”

Você coça a cabeça. Olha pra sua mãe na plateia. Volta a olhar pro Silvio e diz: “Essa tá complicado, hein?”

Silvio: “Você ainda pode pedir ajuda dos guruversiotários”

Você: “Ok, vou pedir ajuda deles. Os guruversiotários devem saber essa, já que eles vendem tantos cursos disso”

Silvio olha pros guruversiotários e diz: “Qual vocês acham que é a resposta certa?”

Guruversiotário 1 diz: “Inscreva-se hoje em meu curso e aproveite o valor especial da última turma que vou abrir”

Guruversiotário 2: “Entre em meu grupo de whatsapp e aguarde a super condição que preparei pra você”

Guruversiotário 3: “A resposta está na série de vídeos que eu gravei. Inscreva-se aqui pra assistir”

Você balança a cabeça em negação… “Sério??”

E os gurus respondem: “Sério! Mas só enquanto o relógio na tela não chegar a zero…”

Silvio olha pra você e pergunta:

“Vai responder ou vai parar?”

Você respira fundo. Fecha os olhos por um momento. E começa a lembrar de todos os emails que lhe mandei até aqui.

Em sua mente, você vai passando os meus emails como se fossem filmes da netflix até chegar no email de hoje…

…que ainda está na metade?!?

“Merda… Vou chutar, Silvio. Bruno sempre fala sobre gerar valor, então acho que é a número 4: Falar sobre si mesmo” – Você diz.

Silvio: “Está CERto disso?”

“Sim” – Você fala fechando os olhos e juntando as mãos em oração.

“Certa resposta!”

O auditório vai à loucura e uma chuva de dinheirinho de pipoca cai sobre você.

Na plateia, sua mãe chora de orgulho por você.

“Paga pra ele, RoQUE” Grita Silvio.

E Roque vem em sua direção com uma maleta transparente recheada de barras de ouro.

Seus joelhos tremem mas você vai em direção a Roque. Estende a mão pra receber a maleta mas quando a ponta de seus dedos tocam na alça…

Tudo começa a desaparecer, e você ouve uma voz lá longe dizendo:

Eiii…

Acorda!

“Você deu uma nota nesse curso e agora fica aí dormindo. Acorda e vai assistir o que o rapaz está dizendo” – Disse sua mãe, parada na porta com as mãos na cintura olhando pra você.

“É o cansaço mãe. Mas vou tomar um café e continuar.” – Você diz.

Olha em sua volta e percebe que está em sua mesa. Mas ao invés de Silvio Santos, você está vendo meu novo curso de email.

Você abre a bocona de sono e volta o vídeo pro início, até a última parte que você lembra de ter visto antes de dormir.

Dá o play e ouve com atenção ao que eu digo:

A grande dificuldade que os copywriters tem pra conseguir clientes é por causa do que eles propõem aos clientes.

Por exemplo: Como a maioria dos copys agem?

Muitos abordam um expert e propõem fazer um lançamento, não é?

Mas se coloque no lugar da pessoa do outro lado.

Imagine aparecer um completo desconhecido em seu direct, dizendo que é “o cara”, que vai fazer acontecer e que quer fazer um lançamento com você.

Mas pra isso, você precisa praticamente parar tudo que está fazendo, confiar nesse desconhecido, e dedicar sua energia e tempo pra fazer tudo que ele disser: Gravar vídeos, produzir conteúdo, fazer série de lives, etc, etc e etc.

Percebe como é muito trabalho e risco por parte do expert?

Pois é.

Mas ainda pode ficar pior:

Quando o copywriter faz tudo mostrado acima e ainda um valor de entrada pra começar o projeto.

Aí é ainda mais difícil de conseguir um sim do expert.

Desse jeito, de cada 10 pessoas que o copywriter abordar, quantas você acha que vão dizer sim?

Uma? nenhuma?

Pois é.

Isso acontece por 2 razões:

1- O risco pro expert é muito alto

2- É muito trabalho por parte do expert

Massssss

E se houvesse uma maneira de eliminar esses 2 fatores?

E se você fosse capaz de propor algo que não desse trabalho NENHUM pro expert e que ele só desembolsasse um centavo DEPOIS que você gerasse resultados pra ele?

Uou… o jogo muda completamente, não é?

E se você pudesse fazer isso SEM ter todo o trabalho de um lançamento tradicional… e usando apenas emails?

Na prática funciona mais ou menos assim:

Você chega pro expert e diz:

“Ei, sabe aquela sua lista de emails que está lá parada? Aquela que você só usa pra mandar lembretes de live? Então, se eu conseguisse gerar 5 dígitos com ela todo mês, você me daria uma porcentagem desses resultados? Você não precisa fazer absolutamente nada. Só me dar acesso ao email. Quer conversar?”

Essa é apenas uma opção.

Você também pode, por exemplo, propor um fixo mas que o expert só desembolsa depois dos resultados.

E assim, 9 de cada 10 experts ou empresas vão dizer sim pra você.

Foi isso que um de meus alunos fez semana passada e o expert gostou tanto, mas tanto, que até insistiu em dar um valor de entrada.

Isso é o que acontece quando você vende pelo valor.

E é isso que vou ensinar na versão 2.0 de minha formação de email copywriter.

Mas não só isso.

Também vou mostrar exatamente o que você faz pra gerar os resultados pro cliente todo mês.

Assim como também vou mostrar o que fazer quando as coisas não saírem como esperado.

Como escolher os clientes certos (por que se escolher os errados você se lasca)

Como abordar esses clientes certos.

Como fazer lançamentos só com emails.

E algumas outras coisas que vou falar nos próximos emails.

Até lá, pense com carinho no que acabei de compartilhar com você.

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Na hora H eu suava, tremia e chorava

Talvez não pareça mas…

Eu sou hiper, ultra, mega, blaster introvertido.

Ah… e como eu sofri por causa disso.

Sofri na escola.

Nas 3 faculdades que abandonei.

Nos empregos que tive.

Mas principalmente, eu sofri com as garotas.

Deus do céu…

Como era difícil falar com uma menina.

Até mesmo com as que eu JÁ CONHECIA mas estava afim de algo mais.

Só a ansiedade em si de apenas pensar em falar com uma garota, já fazia minhas mãos suarem como uma lata de coca gelada.

E se eu – por alguma razão mística – conseguisse ir até a menina e falasse com ela…

Aí a coisa ficava feia.

As mãos suavam tanto que se eu fizesse um movimento rápido como, por exemplo, apontar pra alguma coisa atrás da menina… voava gotas grossas e nojentas de suor em cima da minha pretendente.

Mas ainda ficava pior.

Meus olhos também suavam. Digo. Lacrimejavam. Assim, do nada.

Pra fechar o ciclo do desastre, minha garganta ficava seca (talvez por que toda a água do meu corpo estar saindo por minhas mãos e olhos?) e meus joelhos tremiam.

Era bizarro.

Mas enfim.

Os anos passaram.

Eu continuei introvertido (é minha personalidade).

Mas chegou o momento em minha vida que precisei lidar com clientes.

Eu olhava pra meu chefe e ficava impressionado com a facilidade que ele tinha pra entrar numa sala repleta de estranhos e rapidamente fazer todo mundo sorrir e “gostar” dele.

No fim, a gente sempre saía de lá com o contrato assinado ou à beira de fechar.

Fui em dezenas de reuniões com meu chefe. E ele tentava me ensinar o que fazer pra que eu assumisse essa função.

Só que… por mais que eu tentasse imitar o que ele fazia… aquele não era “meu jogo”.

Todas as estratégias que meu chefe usava só funcionavam com ele por causa da personalidade dele.

Pra mim, o tiro sempre saía pela culatra.

Hoje, quando olho pra trás e lembro de tudo isso, é até difícil acreditar que esse cara introvertido (eu) já trabalhou fazendo vendas de alto ticket no telefone – em inglês – para uma das maiores coaches dos EUA…

…e hoje fecha clientes de copy de alto ticket com uma certa facilidade.

O que mudou do Bruno de antes pro Bruno de hoje?

Eu aprendi a vender diferente.

Pelo valor.

Porque NINGUÉM gosta daquele vendedor tradicional cheio de truques ridículos que promete tudo (até o que não pode entregar) e tenta fechar pela pressão e pelo medo.

As pessoas sentem o cheiro disso de longe.

E quando percebem isso, eles automaticamente se fecham pra você.

Por outro lado,

Quando você age diferente e faz uma abordagem de valor – com a intenção verdadeira de ajudar o cliente… as pessoas se impressionam tanto com você, que mesmo “cagando” tudo você ainda consegue o sim.

Foi o que aconteceu essa semana com um de meus alunos.

Ele gravou a reunião e me mandou.

“Bruno, eu não conseguia parar de tremer.” Ele me confessou.

(como se não desse pra ver claramente no vídeo)

Definitivamente ele não deu as melhores respostas que podia.

Porém,

A abordagem dele foi tão valiosa, que o próprio cliente praticamente “se fechou” sozinho.

Eu sei, talvez seja difícil de acreditar.

Mas no email de segunda-feira eu vou lhe mostrar exatamente qual foi a abordagem que meu aluno usou pra conseguir o sim tão facilmente.

É uma abordagem tão valiosa que é praticamente difícil alguém dizer não (o que pode até ser um perigo pra você)

Mas tudo isso será mostrado na segunda 🙂

Até lá.