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Os 7 pecados copywritais

É provável que esse email seja grande como o ego dos gurus.

Mas garanto que vale a pena acompanhar (diferente da maioria dos gurus).

Pois hoje vou colocar meu manto sagrado e livrar você de todos os seus pecados copywritais.

(e nem ouse pensar que essa palavra não existe)

Se você quer escrever copys melhores e se tornar um copywriter de alto valor, acho melhor entrar logo naquele confessionário ali e ouvir o que tenho a dizer.

Você entra no confessionário e se senta. Está escuro e… fedorento??

“Será que alguém peidou na última confissão e deixou a porta fechada de propósito?” Você se pergunta enquanto espera por mim alguns minutos.

Então eu abro a janelinha rapidamente e digo:

“Pelo amor de Deus, . Aqui não é lugar de peidar.”

“Mas… Mas… eu…” Você tenta se explicar mas eu lhe corto.

“Mas nada. Vamos ao que interessa antes que esse email fique ainda maior do que deveria”.

O primeiro pecado copywrital é…

1- Falta de Soberba

Soberba é orgulho excessivo. O oposto de humildade.

Falta uma dose de soberba na maioria dos copywriters.

Eles não se valorizam como deveriam. Não acreditam em si mesmo. E acabam se metendo em vagas arrombadas ou com clientes infernais por causa disso.

Claro que, uma hora ou outra todo mundo vai passar por algo assim.

Porééééééémm

Ninguém PRECISA passar pro isso.

Cansei de ver pessoas excelentes no que fazem, que estão há anos se arrebentando pra clientes infernais.

E a principal causa disso é a falta de uma dose soberba.

Digo uma dose por que se você se afogar em soberba você se torna um guru.

2- Avareza

O segundo grande pecado é quando o copywriter só pensa em números e conversões… e esquece das pessoas.

Ou seja: Ele faz todo tipo de promessa absurda em sua copy pra ela converter ao máximo… independente de o produto cumprir as promessas e de os clientes estarem satisfeitos.

São copywriters que vivem em função dos dígitos.

E talvez não exista vida mais miserável do que a de uma pessoa que vive em busca de dígitos.

Copy não é apenas copy.

Seu trabalho como copywriter impacta diretamente nas vidas de milhares de pessoas – para o bem ou para o mal.

3- Inveja

O pecado aqui é sentir inveja da vida mentirosa que os gurus mostram no instagram.

A inveja causa comparação.

E comparação é uma das piores coisas que alguém pode fazer por si mesmo.

Principalmente se comparar com mentiras encenadas e maquiadas do instagram.

Não faça isso.

Você tem sua vida. O guru, ou quem quer que seja, tem a vida dele.

Você tem seu próprio caminho a trilhar. E as outras pessoas, os caminhos delas.

4- Ira

Muitos copywriters ficam com raiva dos clientes e do mercado.

Reclamam que não são valorizados e blá blá blá…

Mas esse comportamento também só vai trazer mais coisas ruins pra você.

Ao invés, use essa ira como combustível pra criar suas próprias oportunidades no mercado e na vida.

Você não precisa de workana, nem concorrer a vagas com centenas de candidatos, nem aceitar produtores que estão iniciando do zero.

Você pode ir em busca do melhor – mesmo se estiver começando agora.

Estude. Siga os princípios e transforme essa ira em atitude.

As pessoas de sucesso (os melhores clientes) amam e valorizam atitude.

5- Luxúria

Nesse caso não tem a ver com a busca de prazer mas com o “luxo” em si.

Mais especificamente com uma tendência atual de valorizar a aparência do meio (canal) acima da mensagem.

Muitos copywriters estão se preocupando mas com o design das páginas, a qualidade do vídeo, o cenário, os efeitos… e menos com testar headlines, ganchos e gerar valor.

Esse tipo de comportamento desperta o gatilho demoníaco da vaidade – que pode levar a comportamentos guruzistas.

6- Gula

Outro grande pecado é a gula por conteúdo.

O copywriter estuda, estuda, estuda e acha que precisa saber de tudo: Copy, tráfego, design, UX, vídeos…

A gula por conhecimento cria um ótimo estudante… e um profissional quebrado e infeliz.

É preciso dosar os estudos e dar prioridade sempre á prática.

Pois nada ensina mais do que a prática e o mundo real.

E quando for estudar, estuda principalmente os fundamentos, não as coisas superficiais inventadas por gurus digitais.

E não, você não precisa ser expert em todas as áreas do digital.

Você tem que ser expert na sua área. Nas outras você só precisa entender como funciona.

7- Preguiça

Por fim, mas não menos importante, o pecado que gera copys mixurucas.

A preguiça por fazer a pesquisa completa do mercado, do produto, do cliente e do público – é a principal responsável por copys ruins, falta de ideias e baixas conversões.

Fazer copy sem fazer pesquisa é como construir uma casa sem uma boa fundação.

Ela pode até se sustentar por um tempo mas uma hora vai cair.

É isso.

Até que o email não foi tão grande assim não é, ?

??

Dormiu…

Acho que vou sair de fininho do confessionário e deixar um peido pra quando você acordar 🙂

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Como cobrar mais caro por suas copys

O que é o que é:

Que pode levar um copywriter do inferno ao paraíso em tempo recorde?

Resposta:

Quanto e Como ele cobra por seus serviços.

Não importa o quão boa sua copy seja, se você não souber quanto e como cobrar… sua vida será um inferno – com muito trabalho e pouca recompensa.

Pois é.

Esse é um tema delicado que precisa ser falado em partes.

Começando por QUANTO cobrar.

Muita gente acha que precisa começar trabalhando por trocados, e só depois de anos de experiência é que pode pedir quantias maiores por seu serviço.

MITO.

O “quanto” não depende de sua experiência.

Depende diretamente dos resultados que você é capaz de produzir.

“Mas Bruno, como vou produzir bons resultados se não tenho experiência?” Você pergunta.

Preste atenção que vou dizer:

Copy são princípios. Copy é um processo.

Se você estudar os princípios e seguir o processo com determinação… você é capaz de criar copy que gera resultados desde o primeiro dia como copywriter.

Falo por experiência própria.

Minha primeira carta converteu muito bem pra público frio.

E meu primeiro VSL também bateu dezenas de milhares em resultado.

Agora, por um acaso eu tenho cara de gênio da copy?

Não mesmo. Nem de escrever eu gosto.

Tudo que fiz foi seguir à risca os princípios e o processo.

Que princípios?

Eu particularmente segui os ensinados por Gary Halbert.

Que processo?

O ensinado por Gary (mas que é o básico): Pesquisa, lista de fatos, lista de benefícios, headline, estrutura, edição e teste.

O graaaaande problema é:

Copywriter é bicho preguiçoso.

Ele prefere ficar pedindo ideia em grupo do face ao invés de meter as caras pra pesquisar o mercado, o público e o produto.

Ele fica sentado esperando a Big ideia surgir na mente dele…

Ele cria no máximo 10 headlines diferentes…

Ele segue os princípios dos gurus digitais ao invés dos mestres de copywriting…

Eles procrastinam…

Enfim.

Junte tudo isso e você jamais será capaz de gerar resultados e ser bem pago.

Outro grande desafio ainda nessa questão é…

O próprio copywriter que não acredita em si mesmo e/ou tem problema interno com grana.

Se você não acredita que vale 5k… como você espera convencer outra pessoa disso?

Não dá.

Assim como se você tem crenças negativas com din din… e não se acha merecedor (e outras crenças comuns)… você vai se sabotar também.

Ok até aqui?

Ok.

Aí tem a objeção de:

“Bruno, como vou convencer o cara a desembolsar 5k se não tenho portfolio nem nada pra mostrar?”

Basta mudar sua Opherta, baby.

Ele não precisa dar os 5k de cara.

Ele pode, por exemplo, dar uma entrada e conforme você for desenvolvendo o projeto e mostrando a ele (e ele ficando feliz), você vai recebendo outras partes.

Ou você pode pedir uma entrada menor e o restante somente depois do projeto pronto, a copy rodada e os resultados aparecendo.

“Mas Bruno e se o cara me enganar e blá blá blá”

Aí entramos em outro ponto:

Você precisa qualificar seus clientes antes de sair dizendo sim pra todo mundo.

Mas isso é assunto pra outro email.

Vamos agora entrar no COMO cobrar.

Por que esse é outro ponto crucial em sua vida de copywriter.

Eu, Bruno, nunca gostei de ficar fazendo trabalhos ou projetos isolados.

Por que?

Primeiro por que não me dá segurança nenhuma. Todo mês eu preciso correr atrás de cliente e torcer pra vir projetos bons.

Segundo – não tenho previsibilidade. Afinal, não é garantido que vou conseguir clientes todo mês, e nem sei quais os valores dos projetos que virão.

Terceiro – é muuuuuuuuuito mais trabalhoso.

Por que pra cada novo cliente você precisa fazer tooooodo o processo de pesquisa de novo, entender o negócio, entender tudo, criar coisas novas e todo aquele sofrimento.

Em resumo: Insegurança e instabilidade financeira. Muito trabalho de copy. E muito trabalho de marketching pessoal pra conseguir novos clientes.

Por outro lado…

Eu prefiro um modelo recorrente, onde trabalho com pouquíssimos clientes fixos que me pagam bem todo mês.

(de preferência por um único tipo de copy – no meu caso, email – ao invés de ficar escrevendo tudo)

Eles me dão mais estabilidade e garantia financeira todo mês e o trabalho é mais fácil, já que depois do processo inicial de pesquisa e entendimento, você só precisa manter (e pode até reaproveitar copys).

AH, e não precisa ficar todo mês correndo atrás de clientes novos (que nem sempre virão).

Enfim.´

Apenas alguns conceitos fundamentais que mudaram minha vida e que levei anos pra aprender.

Espero que possam ajudar você.

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Independência ou Copy

Acho que estou viciado…

Em que?

Naquele jogo que comentei no sábado: Sekiro.

Como você sabe que está viciado em alguma coisa?

Quando você SONHA com aquilo.

Pois é.

Passei essa última noite na floresta assassinando bandidos.

Quem diria que um dia eu trocaria o caminho do email… pelo caminho do samurai.

Mas enfim.

Eu acho que o copywriter tem um pouco de samurai.

(Conrado Adolpho que o diga)

Pois você pode escolher trabalhar fixo pra seu daimyo (senhor feudal)…

Ou ser um Ronin que vive por conta própria.

A diferença que é na época, os ronins eram considerados desonrados por não servirem a um senhor e a maioria se matava de vergonha.

Enquanto hoje, no mundo de copy, está dando vergonha trabalhar pra um senhor feudal – pois a maioria exige muito trabalho a troco de migalhas.

Por exemplo:

Essa semana vi uma vaga de copy pra um graaaaande veículo de comunicação nacional.

Mas antes deixo claro que não conheço a empresa por dentro nem ninguém que trabalha lá e o que vou dizer é apenas minha opinião baseada em minha EXPERIÊNCIA.

Dito isso…

A descrição da vaga já começa mostrando que você vai ter que dar o sangue. Veja:

“Estamos em construção de um novo modelo de negócio que garante uma jornada completa por meio de uma plataforma integrada de educação, conteúdo, análise e experiências”

Se você não entendeu, vou explicar:

Eles estão começando algo novo, do zero… sem NADA validado. Sem NADA pra se basear. E com TUDO pra ser criado e desenvolvido por você às custas de sua alma.

Mas não para por aí.

A descrição da vaga diz que você será responsável por:

  • Roteiros de vídeos
  • Copys longas
  • Copys pra todas as mídias
  • Criação de conteúdo
  • Cartas de vendas
  • Lançamentos
  • Email e CRM
  • Redes fossiais
  • Relatórios e análises de desempenho

Tudo isso pra TODOS os produtos.

Como disse, não conheço a empresa… mas não precisa ser nenhum gênio pra perceber que você vai trabalhar mais que um imigrante ilegal escravo de fazenda de traficante.

Talvez você pense:

“Ah Bruno, mas e se eu aceitar só por um tempo pra tirar uma grana e enquanto isso vou buscando outras coisas…”

Eu digo:

Você provavelmente não vai ter tempo, energia e disposição pra buscar outras coisas.

Você vai estar exausto.

Em troca de que?

Duvido que eles paguem pelo menos 10k.

Deve ser 5k + benefícios. 7 no máximo??

Não sei.

Só sei que além de uma carga de trabalho infinita… ainda tem a frustração emocional.

Que frustração?

Aquela de quando você escreve copy baseada em princípios comprovados… aí vem um chefe que não sabe de nada e manda mudar tudo.

Aí a copy obviamente não converte e a culpa é do chefe??

Não. É sua mesmo.

Enfim.

De novo.

Falo por experiência própria.

E pela minha experiência: Não vale a pena.

A menos que seja uma vaga justa, onde você faça somente o seu trabalho de copywriter e não o de mais outras 3 pessoas…

…não vale a pena trabalhar para senhores feudais.

Sabe o que vale muito mais a pena? (pela minha experiência)

Ser um Ronin e trabalhar com clientes de email copywriting.

Com email você pode conseguir aqueles mesmo 5k de maneira bem mais simples:

Com um cliente de 5k.

Ou com dois de 2.5k cada.

Ou até com dois de 1.5k e um de 2k.

E ao invés de fazer lançamentos, redes fossiais, face ads, conteúdo, blog e tudo mais…

Você escreve apenas alguns emails por semana.

Muito. Mais. Simples.

Muito. Mais. Gostoso.

Enfim.

A grande lição aqui é que você NÃO precisa se adequar muito menos aceitar o que o mercado tem a lhe oferecer.

Ao invés disso, você pode buscar ou criar sua própria maneira de fazer as coisas.

Pra um enfermeiro, por exemplo, isso é difícil – já que ele depende de normas, conselho e um monte de coisa.

Mas pra um copywriter?

O limite é apenas sua capacidade de ACREDITAR.

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A verdade sobre o Workana

Esses dias fui pego por uma virose.

Ontem ela chegou até a me deixar de cama…

…o que me fez descobrir uma nova e divertida série da Netflix chamada:

Departamento de conspirações.

É uma mistura de Simpsons e South Park.

E eu recomendo 😉

Nesse período também recebi uns emails de leitores com histórias incríveis, que me fizeram descobrir a verdade sobre o Workana.

Eu já conhecia essa plataforma mas nunca tinha entendido aquele nome.

Mas agora finalmente as peças se encaixaram em minha cabeça.

Workana.

Work = Trabalho (em inglês)

Kana = A planta (não é fruta, eu pesquisei)

Ou sejaaaaaa:

Trabalhadores de Cana.

Boias frias digitais.

Mas por favor não me entenda mal.

Eu tenho todo respeito pelos freelas do workana e pelos cortadores de cana.

Sei que ambos seguem esse caminho por que não encontraram opções melhores.

Mas sei também que é um caminho duro, sofrido e completamente desvalorizado.

E NINGUÉM merece viver assim.

(a não ser os gurus que enganam pessoas)

Ninguém merece escrever copy dia e noite, noite e dia, em troca de alguns míseros trocados.

Mas o que fazer então?

A coisa mais importante a fazer é mudar sua postura.

É parar de ficar esperando por vagas e trampos… e passar a criar suas próprias oportunidades.

Ou seja,

Não dedique todo seu tempo a procurar jobs em workanas e grupos de facebook.

Acho que já está bem claro que não tem coisa boa lá.

E outra coisa, saia dessa bolha de marketchin e lançamentos.

Vá em busca de empresas de outros setores que precisam melhorar sua comunicação e entre em contato com elas dando boas ideias.

Na minha opinião, é infinitamente melhor você trabalhar fixo pra uma empresa dessas do que viver cortando kana.

Sabe qual a única coisa que impede disso acontecer?

Você mesmo.

Sua falta de confiança em si mesmo. Sua falta crença que precisa ter experiência e portfolio. Sua desorientação do mercado causada pelos gurus. Sua cegueira pro seu próprio valor.

Mude seu pensamento. Mude seus resultados.

E conte comigo nessa jornada.

Na próxima semana vou lançar alguns materiais pra ajudar nesse assunto que guru nenhum sabe abordar verdadeiramente.

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Como ditadores chegam ao poder?

Uma vez, tinha um menino chato gritando dentro do avião.

O pai tentava controlar o guri mas nada fazia o pestinha calar a boca e parar de se espernear.

Os outros passageiros já estavam incomodados.

Muito incomodados.

Até que chamaram a comissária de bordo pra tentar resolver.

A comissária foi até o pai do garoto e perguntou o que estava acontecendo.

O homem se levantou, olhou pra todos ao seu redor e disse:

“Pessoal, por favor, perdoem meu filho. Ele perdeu a mãe ontem e está muito abalado. Ainda estou aprendendo a lidar com isso.”

Wow…

Imediatamente as pessoas pararam de odiar o guri e passaram a compreendê-lo.

Por que?

A mesma situação. Nada mudou.

Exceto por uma simples frase que o pai disse.

Porém, essa frase criou uma das ferramentas de influencia e persuasão mais extraordinária (e perigosa) que existe:

Contexto.

Por falta de contexto, todo mundo via o menino como chato e mal criado.

Mas quando o pai introduziu um contexto, o avião inteiro se comoveu com a dor do menino e entendeu o comportamento.

Contexto muda tudo.

Por que terroristas amarram uma bomba ao seu próprio corpo e se explodem?

Porque contextualizaram que eles vão pro paraíso com 40 virgens.

Como ditadores chegam ao poder?

Dizendo que querem dominar o país e se apossar de toda a riqueza e deixar o povo na miséria??

Ou eles aparecem com um discurso bonzinho que querem dar tudo ao povo – conseguindo assim mais força até chegar ao topo?

Contexto muda tudo.

Veja os 2 exemplos abaixo:

1- Polícia invade favela e mata 20 traficantes procurados por vários crimes – que abriram fogo contra os policiais, matando um oficial.

2- Polícia invade favela e mata 20 negros, que tentaram se defender mas foram exterminados.

Contexto é tudo.

É por isso que você não pode sair por aí acreditando em tudo que vê…

…muito menos nos números e resultados dos gurus.

Por exemplo:

“Eu acabei de fazer 7 dígitos no meu lançamento”

Ok…

Mas isso não quer dizer NADA.

Quanto ele gastou pra conseguir 1M?

E se ele colocou 1.2M e só vendeu 1M? Instantaneamente deixou de ser um sucesso e se tornou um fracasso.

Mas é claaaaaaaro que nenhum guru por aí divulga o contexto dos resultados.

Mas o buraco ainda é mais profundo.

“Oh, eu coloquei 100k e fiz 1M”

Ótimo! E como estão seus alunos, estão felizes com seu produto ou são um bando de frustrados por que você é excelente em vender mas uma bosta pra entregar o prometido e nem sequer fala com seus alunos??

(por que se você não sabe está cheio de gurus grandes por aí que nem sequer entregam todas as aulas do curso que venderem, muito menos os bônus)

Enfim.

Contexto é tudo.

Use-o pra melhorar suas copys.

Use-o para o bem.

E use-o pra não ser enganado por espertinhos.

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Feliz Dia das Gruxas

Desde o início dos tempos…

Os Gruxas (gurus bruxas) já tentavam controlar as pessoas pelo medo.

Eles inventaram que no dia 31 de outubro os mortos voltavam para nosso mundo, e que era preciso fazer fogueiras imensas, queimar plantações e sacrificar animais para se proteger das coisas ruins.

Como se não bastasse, os gruxas aproveitavam esse dia pra fazer “profecias” do que ia acontecer (e o que as pessoas deveriam fazer para não sofrer o grande mal).

Milhares de anos se passaram e quase nada mudou.

O mundo continua cheio de gurus aterrorizando as pessoas pra que elas sigam seu “caminho sagrado”.

Pode parecer exagero meu, você pensa.

Mas se você pensa assim é por que você só conhece o nível superficial da guruzice.

Só vê o que está aparecendo “fora da água”.

Mas quando você vê os bastidores do show deles e, principalmente, a pilha de relatos de pessoas enganadas e até “quebradas” por dentro…

Você entende as consequências desse show de horrores.

Mas ei,

Não vim aqui pra estragar seu dia com coisas negativas.

Pelo contrário.

Eu vim aqui pra lhe dizer que você não precisa de guru nenhum pra encontrar seu caminho.

E que o mundo não é um lugar aterrorizante.

E que existem milhares e milhares de caminhos diferentes pra ter sucesso na vida.

(e que aquela condição especial única do guru vai continuar lá no mês seguinte. E no próximo. E no próximo…)

Em outras palavras:

Não tenha medo da vida.

Não tenha medo de fazer o que você sonha.

Mas pra isso, aqui vai outro conselho valioso:

Pare de ouvir os outros. Pare de ouvir os conselhos de internet. Pare de deixar que os outros digam como você deve viver.

A vida é sua.

Você tem seu próprio propósito nesse mundo.

Mas pra descobrir seu caminho e segui-lo você precisa parar de ouvir o mundo e ouvir apenas o que vem do seu coração.

Todas as respostas de sua vida estão em você.

Dentro de você.

Acredite.

Hoje, graças a internet, ficou mais fácil do que nunca criar seu próprio caminho.

Você gosta de pintar com o dedo?

Gosta de fazer armas de seus rpgs favoritos?

Gosta de criar bonsai?

Gosta de exibir seu corpo?

Gosta de cuidar de cascos de cavalos e gado?

Gosta de engraxar sapatos?

Gosta de escrever emails como esse?

Ótimo!

Porque em todos os casos acima são de pessoas que ganham a vida fazendo o que amam e compartilhando sua paixão com outros através do digital.

Não estou dizendo que é fácil.

Nada é fácil.

Estou dizendo que é possível.

E que é uma jornada incrivelmente maravilhosa quando você faz o que ama.

Completamente diferente de quando você faz algo só pela grana.

Ontem mesmo ouvi várias histórias de amigos de amigos que passaram em concursos mais desejados do Brasil, pra ganhar 40k e benefícios…

…mas que eram pessoas infelizes. Algumas até em depressão.

Por que?

A maioria foi condicionada desde pequeno a pensar que bastava passar num concurso e sua vida estaria “feita”.

Mas quando finalmente conseguem…

Estão morando numa cidade merda. Longe de todas as pessoas que amam. Fazendo algo que não nasceram pra fazer. E vivendo sob as rédeas do dinheiro.

Isso sem falar nos milhares que não conseguem ser aprovados e vivem em constante frustração.

Tudo isso por que eles resolveram ouvir as vozes exteriores ao invés de sua voz interior.

Enfim.

Nada me inspira mais do que ver pessoas apaixonadas pelo que fazem.

Seja cozinhando, engraxando sapatos, tirando fotos, empilhando dominós ou tocando baixo.

E nada deixa essas pessoas mais felizes do que fazer o que amam.

Pense nisso.

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Os Copywriters do Zodíaco

Não sei se você também percebeu mas…

Existem algumas semelhanças entre os copywriters e os cavaleiros do zodíaco.

Por exemplo:

Tem o copywriter Hyoga de Cisne – Que vive congelado e sem ação por medo, insegurança e falta de confiança em si mesmo.

Tem o copywriter Shiryu de Dragão – Suas maneiras de conseguir clientes são tão simples quanto fazer uma cachoeira correr ao contrário… usando apenas chutes.

O Copywriter Máscara da Morte de Câncer – Só sabe escrever copy baseada no medo e terror, e precisa leva seu público pro inferno pra poder ter resultados.

O Shun de Andrômeda – Não consegue se virar sozinho nunca. Vive em perigo pedindo ajuda de outros copywriters em grupos da interweb.

Seiya de Pégaso – Apanha. Apanha. Apanha. Apanha. Apanha. Apanha. Apanha. Apanha e apanha… mas não para de defender a deusa dos lançamentos.

Shaka de Virgem – Vive de olhos fechados pro mundo, limitado apenas ao que seu guru preferido disse e que ele considera verdade absoluta

Camus de Aquário – Usa a mãe dos outros em suas copys

E por último, Iki de Fênix – Que todo dia renasce como um novo profissional. Hoje é copy. Amanhã é tráfego. No dia seguinte é UX…

Enfim.

A verdade é que ser um Cavaleiro Copywriter é muito lindo na teoria…

Mas na prática a coisa é diferente.

99% dos cavaleiros são mal remunerados e vivem levando porrada (de clientes, chefes e co-produtores) simplesmente por que não sabem se posicionar e se vender como um cavaleiro de ouro.

Pra tentar ajudar com isso, estou preparando uma palestra em vídeo e em breve abrirei novas vagas pra quem busca um acompanhamento e ajuda 1 a 1.

É algo que lhe interessa?

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Eu sou um safado mentiroso e trambiqueiro

Ontem foi a primeira aula do meu novo workshop.

Pra mim foi in-crí-vel 🙂

O pessoal interagiu como nunca, tivemos vários insights juntos e até encontramos soluções para problemas de alguns dos participantes.

Sintonia total dos participantes.

Bem, pelo menos foi com essa impressão que fui dormir ontem (exausto).

Mas quando acordei hoje e olhei minha caixa de entrada, me deparei com um email do Eros, um dos alunos – enviado pra toda a lista dele – dizendo o seguinte:

Assunto: O Bruno Sampaio é um safado

Ontem, o Bruno Sampaio (e pra quem não conhece, ele é um copywriter anti-guru, que adora entregar muito mais do que promete) me fez ficar acordado até bem depois do que eu estou acostumado por causa de uma promessa boba:

“Vou te ensinar a fazer boas ophertas” (com a voz calma e sotaque aracajunense dele)

Foi mentira! E de pernas curtas ainda por cima…

Depois de quase QUATRO HORAS de aulas (que ele disse que seriam máximo duas), eu olhei minhas anotações feitas no fiel caderno e vi algo bizarro: Quase não tinha escrito nada sobre ofélias.

Pelo contrário, eu já estava com páginas lotadas de:

plano de copy,
pautas de reuniões,
ideias de entrevistas,
ideias de cross-sell,
upsell,
downsells,
plano estratégico,
uma aula sobre experiências,
exemplos práticos e rápidos,
quebra de objeções…

… e só uma ou outra nota sobre ophertas.

E para temperar a ferida com sal, o rapaz ainda diz que não conseguiu dar tudo o que queria para o primeiro dia, que se fosse necessário ele colocaria um dia a mais de workshop. (Quem sabe nesse outro dia ele realmente fala de ofíliacas?)

Como que lida com isso?

De qualquer forma… hoje tem mais um episódio do workshop de duas horas (que provavelmente vai durar mais do dobro do tempo de novo).

Vamos ver que safadezas ele reserva para nós…

O- Obrigado… Eros??

Não sei se ele ficou meio puto só por que eu fiz uma montagem com ele recentemente e–

Oi??

Você quer ver a montagem?

Não sei se ela ia gost–

Oh… É claaaaaro que eu lhe mostro 🙂

Aqui está:

(exibido apenas para os leitores dos meus emails)

Ah.. quem não quer ser trolado desse jeito?

Arrisco até a dizer que essa foto despertou “ideias” na esposa dele 😉

Mas enfim.

Um Salve pro Eros 🙂

E se você não participou do Workshop, ainda pode adquiri-lo aqui:

https://1emailpordia.orbitpages.online/novo-workshop

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O que aprendi depois de 2 anos de webinar ao vivo toda semana

Eu nunca fui fã de lançamentos.

Lembro quando vi o Érico surgir no Brasil com essa ideia e a princípio parecia sim um sonho…

Mas só até eu fazer o primeiro lançamento com um parceiro e me sentir num pesadelo.

Não quer dizer que lançamentos são ruins ou não funcionem.

Quer dizer o que eu sinto sobre eles e como odeio esse modelo.

Enfim.

Anos depois comecei outro negócio com outro parceiro e precisávamos de uma estratégia pra seguir.

Como lançamento não era uma opção, resolvi me dedicar a webinarios.

E funcionou muito bem pra gente.

Porém, funcionava ainda melhor quando era ao vivo.

Então, durante 2 anos inteiros nós fizemos 1 a 2 webinários por semana promovendo produtos de 197 até 5k.

Veja:

Dá pra aprender muita coisa com cursos, mas NADA ensina mais do que a experiência de fazer e testar as coisas no mundo real.

E ao longo desses 2 anos eu testei MUITA coisa pra descobrir o que funcionava melhor.

Testei design do Webinar. Estruturas diferentes. Introduções diferentes. Abordagens. Conteúdos. Duração. Títulos. Bullets. Fechamento. E coisas que você nem imagina.

De todas essas coisas testadas, uma em especial sempre fez mais diferença nos resultados.

Mais até do que todas as outras coisas JUNTAS.

Obviamente, o que sempre fez mais diferença nos resultados foi:

A Oferta.

Nós tínhamos uma semana com ZERO vendas e, na semana seguinte – com tudo igual – mudando apenas a oferta, nós conseguíamos 16 conversões.

E na semana seguinte, com pequenas mudanças chegávamos a 24.

Claro que ninguém acerta todas e às vezes os números baixavam também.

Ah, tem outra coisa que eu adorava também.

Como minha parceira (a expert) estava ao vivo toda semana vendendo algo, existiram momentos em que nossas datas conflitavam com lançamentos de nossos concorrentes.

Claro que no início a gente teve medo.

Será que vai rolar??

Mas a gente nunca parou de fazer os webinarios e o que acontecia era o seguinte:

As pessoas assistiam o lançamento dos concorrentes… aí assistiam nosso webinar e faziam a comparação.

E como nossas ofertas sempre foram fortes, muitas pessoas diziam sim pra gente… por causa de nossos concorrentes.

Ou seja, em época de lançamento dos outros, nossos números aumentavam sem a gente fazer nada.

Depois que entendemos isso, a gente ficava torcendo pra fazerem mais lançamentos em nosso mercado.

Mas enfim.

Foram boas ofertas que sempre nos salvaram nos momentos difíceis.

E que também nos proporcionaram os momentos mais incríveis.

E é esse conhecimento que quero compartilhar com você aqui:
https://brunosampaio.com/novo-workshop

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Havaiana de Pau

Não sei quantos anos você tem mas…

se você é dos anos 80 como eu…

era pobre e morou no interior como eu…

você deve ter visto muuuuitas havaianas sendo usadas de maneiras diferentes do que é hoje.

Havaianas com um perigoso preguinho enferrujado no entre dedos (pra não precisar comprar outra sandália)

Havaianas com apenas o solado sendo usadas por pedreiros para alisar o reboco das paredes.

Pedaços de Havaianas usados como calço de mesas, guarda-roupas e outros móveis.

Mas principalmente você viu havaianas nos pés de meninos remelentos.

Enfim.

No início dos tempos, as havaianas era chinelos de pobre.

(Inclusive nos anos 90 o Mundo Canibal explodiu fazendo uma animação com o título desse email)

Como ela deixou de ser a sandália do povão e passou a ser o chinelo dos famosos?

Bem, eles usaram alguns dos 12 fatores pra multiplicar ophertas e com isso tiraram a empresa da beira da falência e a levaram para o topo do Brasil.

Outro caso.

Em 1998 o planeta parou pra assistir a copa do mundo da França.

As havaianas – querendo se aproveitar do momento – criaram uma linha exclusiva das sandálias nas cores verde e amarelo com direito até a uma bandeirinha do Brasil.

O problema foi que eles fabricaram zilhões de sandálias e… o Brazil perdeu a copa de maneira humilhante… e a população brasileira ficou emputecida com a seleção e não queria nem olhar pra cara de uma sandália verde e amarela com bandeirinha.

Merda…

“O que vamos fazer com tooooooodo esse estoque de havaianas verde e amarelas que temos encalhado nos depósitos?” Perguntou os chefões.

E depois de quebrar a cabeça, alguém lá dentro teve uma ideia.

Com essa ideia, eles conseguiram:

  • Eliminar o estoque parado
  • Recebendo mais por isso
  • E ainda tiveram que fazer mais estoque dessas sandálias que ninguém queria – pra atender a nova demanda crescente

Como eles fizeram isso?

Usando o mais importante dos multiplicadores de ophertas.

O mais interessante é que é algo simples.

Óbvio que nem sempre é fácil de colocar em prática. Às vezes vai precisar de algum trabalho.

Mas é algo que depois de feito uma vez, traz resultados por anos e anos.

Tudo sobre isso você aprenderá em meu workshop Ofertas de Alto Valor:
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