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O que separa os homens dos meninos na escrita

Todo dia eu recebo copys.

De alunos. De anunciantes. De leitores. Enfim.

E de um jeito ou de outro, eu sempre gosto de analisá-las.

Principalmente do ponto de vista de quem está recebendo a mensagem.

Por exemplo:

Se eu sou dono de uma barbearia e de repente recebo esse texto (sobre um produto pra barbeiros), que reação eu teria?

Ou…

Se eu sou designer e recebo esse email, que reação eu teria?

Por que antes de pensar como copywriter é preciso pensar como consumidor.

Mas enfim.

Ao longo dos anos, e das literalmente milhares de copys (boas e ruins) que analisei, acredito que existe um erro número #1 que a maioria comete.

E não é um erro simples que pode ser deixado passar.

Pelo contrário.

É um erro que literalmente separa os homens dos meninos na escrita.

(e pelo amor de Deus, não me venha com feminismo sobre uma expressão da nossa língua)

Pois é algo que afeta diretamente o resultado da copy e de qualquer texto escrito.

Vou logo avisando que não tem a ver com a maioria das coisas que falam por aí.

Não é gramática (apesar de muita gente ainda não saber escrever direito hoje em dia).

Nem gatilhos dementais. Nem AIDA, PAS, USP, nem outra sigla qualquer.

Também não é big idea (ah, como os gurus me fizeram odiar essa palavra), nem mecanismos, nem estrutura.

Enfim.

Acho que deu pra entender que a coisa é mais embaixo.

Ou melhor, mais profunda.

Bem, o erro #1 que vejo na maioria das copys e textos é:

Falta de IMPACTO.

Alguns sintomas da falta de impacto são:

  • Textos feijão com arroz que não despertam emoção nenhuma
  • Parágrafos que falam muito mas não dizem nada
  • Palavras que não criam imagens mentais
  • Copy genérica. Mais do mesmo
  • Previsibilidade
  • Chaaaaaaaaaaaato

É também por não saber causar impacto com sua escrita (de maneira ética) que muitos gurus e experts precisam apelar pra ostentação, carros de luxo e prints de supostos ganhos.

Mas que bom que essa não é a única maneira de criar impacto, não é?

Fica ainda melhor quando você descobre que existem diversas maneiras de criar mais impacto com sua escrita – do que com a ostentação dos outros.

E todas elas serão mostradas em meu workshop de storytelling e escrita criativa que está por vir 🙂

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Oficina de storytelling e escrita criativa?

Mesmo estando fora das redes fossiais…

Eu acabo vendo algumas coisas.

E não sei se o problema é comigo mas…

Eu juro que tenho a sensação que estou sempre vendo a mesma coisa:

“Quero te convidar pra um evento 100% online e gratuito nos dias blá blá blá…”

“Você está cansado de bla blá blá?”

“ÚLTIMA CHANCE”

“A culpa não é sua”

“Conheça o novo método pra blá blá blá”

Enfim.

Pra todo lado vejo as mesmas copys.

Vejo textos tão previsíveis que dá até pra saber qual modelo a pessoa está usando.

Vejo marketing chato. Vazio. Sem personalidade.

(e muitas vezes, sem verdade. Mas isso é assunto pra outro email)

A questão é:

Precisa mesmo ser assim?

Será que só converte se for chato e artificial??

Será que todo copywriter precisa escrever de uma maneira que ninguém se comunicaria pessoalmente???

E a resposta obviamente é:

Claro que não.

Escrever assim é apenas uma opção.

E não uma das melhores.

Quem diz isso não sou apenas eu.

Mas todos os verdadeiros mestres do copywriting com Gary Halbert, John Carlton, Eugene Schwartz, Dan Kennedy, Robert Collier, David Ogilvy e outros.

De fato, se você olhar pros anúncios e cartas escritos por eles – copys essas que estão entre as que mais venderam – vai ver o quanto sua escrita é simples e pessoal.

Não parecem um anúncio tradicional.

Parecem uma mensagem de um amigo. Ou uma mensagem informativa. Ou uma notícia interessante.

Parecem tudo – menos um vendedor chato tentando empurrar um produto de qualquer jeito.

Desde o início de minha carreira, essa sempre foi a linha que segui (até porque aqueles caras ali em cima são meus ídolos).

E quanto mais simples e diferente do tradicional eu escrevia, melhores eram os resultados de minhas copys.

Não por que eu usava gatilhos dementais e fórmulas…

Mas porque eu falava para as pessoas, como uma pessoa interessante.

Tão simples.

E ao mesmo tempo tão poderoso.

O melhor de tudo é que é bem mais divertido (e lucrativo) escrever assim do que do jeito quadradão que fazem por aí.

Estou dizendo isso por que…

Ontem escrevi perguntando o que meus leitores pensavam sobre fazermos um workshop de storytelling e escrita criativa.

E a julgar pela quantidade e positividade das respostas…

Vai rolar. E vai ser incrível 🙂

Todos os detalhes serão dados nos próximos emails.

MAS AS VAGAS SERÃO EXTREMANENTE LIMITADAS E EU NÃO SEI QUANDO VOU FAZER OUTRO WORKSHOP COMO ESSE NOVAMENTE REVELANDO MEU MÉTODO EXCLUSIVO DE HISTÓRIAS DE 7 DÍGITOS…

Tô de brinks 🙃

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Como escalar serviços de copy

Se tem uma coisa difícil de encontrar,

É alguém 100% satisfeito com quanto ganha.

Todo mundo sempre quer MAIS.

Especialmente quando você sabe que ainda ganha bem menos do que poderia.

Só que o verdadeiro problema não é ganhar pouco.

É não ter um plano sólido pra ganhar mais.

Por exemplo:

Existem milhares de copywriters por aí trabalhando duro, de domingo a domingo, pra fazer uma média de 2-3k por mês.

Copy é serviços, certo?

E quando pensamos em escalar serviços, o caminho tradicional a seguir é:

Fazer mais e mais.

Mas como um copywriter vai escalar seu negócio de copy quando ele já está atolado de trabalho?

Ou como vai escalar trabalhando em agência?

Ou como vai escalar fazendo lançamentos?

É até possível, mas o custo é alto pra saúde, família, vida pessoal e paz de espírito.

Então muitos copywriters pensam em:

  • Melhorar suas habilidades de copy e esperar que o mercado pague melhor
  • Lançar um PLR algum dia
  • Virar co-produtor de algum expert que eles não fazem ideia de quem seja nem como conseguir
  • Lançar o próprio produto de copy

Mas quantos de fato conseguem colocar isso em prática?

Pois é.

Resumindo:

A maioria não tem um plano sólido pra melhorar de vida usando sua (segundo os gurus) hABiLiDaDe MiLhOnÁrIa.

Caso você esteja preso nesse ciclo, aqui está um caminho pra sair dessa e escalar seus ganhos:

1- Se especialize.
2- Se especialize em algo que você consiga gerar mais resultados – com menos esforço
3- Seja pago por resultados

Porém, receber pelos resultados que gera é um assunto que assusta muitos copywriters.

E eu entendo pensar assim.

Afinal, não é nada fácil gerar grandes resultados com um lançamento, ou vídeo ou página de vendas.

Além disso, existem outras variáveis que influenciam nesse tipo de resultado, o dificulta o cliente querer dar uma fatia dos ganhos já que você não fez aquilo sozinho.

Teve tráfego. Teve ele fazendo live e conteúdo. Teve whatsapp. Não é?

Junta tudo isso e é bastante complicado.

Mas sabe o que é simples?

E permite você gerar resultados incríveis sozinho?

Tudo isso de uma maneira absurdamente mais fácil do que fazer um lançamento ou um VSL?

Monetizar listas de emails.

Pegar aquela lista do expert (ou empresa) que está lá parada, só servindo pra enviar avisos e lembretes, e usá-la pra gerar pelo menos 30k, 40k ou 50k todo mês – extra a custo zero – enviando apenas 1 email por dia.

Isso sim é uma maneira sólida de escalar seus ganhos, na minha opinião.

E é isso que vou ensinar no novo treinamento que sairá em alguns dias.

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Copy pode ser sua destruição

Tem gente que começa a estudar copy…

E estudar copy…

E estudar mais copy…

E estudar mais e mais copy…

Até o ponto em que, sem perceber, a pessoa se torna psicópytica.

O que é um psicópytico?

É alguém que se afundou tanto em copy que começa a fugir da realidade.

De repente tudo pra pessoa é uma fórmula, estrutura, AIDA, mecanismo, PUV, gatilho demental, enfim….

E enquanto ela acha que está arrasando como copywriter, na verdade ela está escrevendo de uma maneira cada vez menos natural e mais distante de como as pessoas se comunicam.

Sendo que “falar a língua deles” é um dos maiores e mais importantes princípios de copywriting que existe.

Às vezes eu até dou puxão de orelha em alunos que me mandam uma resposta que tiveram de um prospecto e me perguntam:

“O que eu escrevo agora pra argumentar com ele?”

E eles perguntam isso esperando que eu responda com alguma copy de alto nível.

Mas ao invés, eu falo:

“O que você diria se estivesse conversando cara a cara com essa pessoa?”

Aí eles mesmos encontram a resposta.

Meu ponto aqui é:

Tem muita gente complicando demais o copywriting – quando toda copy deve ser o mais simples possível.

E toda essa complicação atrapalha mais do que ajuda.

O mesmo acontece com email.

Uma das razões que quase ninguém consegue bons resultados com email hoje em dia é por que estão usando modelos e gatilhos e copy demais.

Estão complicando o que era pra ser simples.

Estão falando esquisito ao invés de conversar com as pessoas.

A boa notícia é que se você quer ser alguém que faz chover vendas por email, você não precisa ser um cOpYwRiTeR dE 7 DíGiToS.

Você só precisa escrever de forma natural, como numa conversa.

Mas ainda fica melhor.

Quando você aprende a escrever emails conversacionais, não apenas seus resultados por email vão melhorar – mas todas as suas copys também.

Você já leu algumas das maiores cartas de vendas do mundo?

Elas não parecem nada com esses textos estruturados, engatilhados e manipuladores que estão escrevendo por aí.

Ao invés, é uma copy suave e fluida como uma conversa.

Por que?

Porque os maiores vendedores do mundo não falam e agem como vendedores.

Eles agem e falam como um amigo seu.

Pois sabem que a melhor forma de influenciar pessoas que existe é aquela feita de maneira subconsciente.

E escrever assim é apenas uma das dezenas de habilidades que vou ensinar em meu novo workshop que está por vir.

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Como lucrar entre um lançamento e outro

Eu odeeeeeio lançamentos.

Pra cacete.

Mas parece que muitos “experts” brasileiros ainda adoooooram.

(na verdade, muitos estão à beira do burnout mas como esse é o único jeito que eles conhecem…)

Uma das coisas que acho mais nada a ver em lançamentos é o fato de a grana só entrar de 2 em 2 meses.

As vezes até mais.

Mas como onde existem problemas existem oportunidades…

Aqui vai uma pra quem é copywriter e tem clientes de lançamento:

No intervalo entre um lançamento e outro a gana não entra pro seu cliente, certo?

Porém, as despesas (do negócio e pessoais) não param de vir.

Uma maneira super simples de você ganhar um super extra é assumir a lista de emails do cliente e enviar 1 email por dia promovendo outros produtos (do expert ou de terceiros) em troca de porcentagem.

É um verdadeiro ganha-ganha:

Você vai trazer alguns múltiplos dígitos extras (a custo zero)…

Vai manter a lista aquecida pro próximo lançamento…

E ainda ganhar uma bela fatia das vendas (que você gerou sozinho, sem custo, sem trabalho do cliente)

Você fica feliz.

O cliente fica feliz.

Os clientes do cliente ficam felizes.

O que?

Você não sabe como enviar emails que trazem la plata todo mês??

Então você vai adorar meu novo treinamento de monetização de listas de emails que está no forno.

Será mais um daqueles programas que, para as pessoas certas, vai “se pagar” logo no primeiro mês.

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Copy de pedreiro

Ontem levei uma surra.

Fui humilhado.

E apanhei mais um pouco.

Onde?

No jogo The division.

Lembra que um dia desses falei sobre níveis de maestria?

Então, eu e um amigo levamos uma surra de um cara sozinho.

Mas como pra mim é só um jogo, quando cansei de apanhar fui cumprimentar o cara por sua habilidade.

Ele gostou tanto que até me deu algumas dicas, he he.

Segundo ele, o que eu preciso melhorar é minha mira e movimentação.

E voltando pro email de maestria:

Sobre movimentação eu já sabia.

Mas achava que tinha uma mira boa.

Só que, na verdade ele falou sobre um novo nível de mira, que é ser capaz de acertar um jogador fera em movimentação.

E essa é minha tarefa pros próximos dias.

Por que esse é um daqueles detalhes que fazem grande diferença nos resultados.

Algo parecido acontece com emails.

Muita gente fala por aí sobre aberturas, automações e funis…

Mas se tem um detalhe que faz grande diferença nos resultados, aumenta aberturas, engajamento e vendas…

Esse detalhe é a escrita (ou copy).

Por que, vamos ser francos, a maioria dos emails que recebemos parece copy de pedreiro.

E nada contra os pedreiros.

Mas o trabalho do pedreiro é construir. E se você colocar o sujeito pra escrever emails, coisa boa não vai sair.

Me impressiona como até mesmo emails de escritores e copywriters…. são chatos. Travados. São copy de pedreiro.

O lado bom disso?

Essa galera facilita muito o trabalho de um email copywriter.

Porque se a maioria envia emails ruins, você consegue se destacar fácil (e rápido).

Além disso, você ainda recebe mensagens como essa:
(veja imagem abaixo)

Imagine num mundo de vídeos, reels e lives você conseguir a atenção das pessoas dessa forma – apenas com 1 email por dia.

Pois é.

Em terra de emails de pedreiro, quem escreve bem é rei.

Mas você não precisa acreditar apenas em mim.

Se você já deu uma pesquisada sobre email, vai ver que alguns dos maiores nomes do mundo como Ben Settle e Daniel Throssell baseiam seus incríveis resultados em estratégia + escrita.

E essa também será a base do meu novo treinamento sobre monetização de listas de emails

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Copywriter livre de clientes

Comecei a ver uma série nova.

Que na verdade não é nova, é de 2015.

Into the badlands.

É pós-apocalíptica, tem artes marciais, belas tramas e depois de 5 episódios eu ainda estou empolgado pra ver mais.

(a maioria das séries eu paro no 1º episódio por que acho chato)

O personagem principal é o líder dos guerreiros de um dos barões que dominam o que restou do mundo.

O cara é excelente no que faz.

E por muitos anos adorava isso.

Porém, chegou um momento em que ele não queria mais cumprir certas ordens de seu barão.

O problema é que como o barão é seu patrão… ele tem que se submeter a todo tipo de coisa.

Algo beeeeeem parecido com o que muitos copywriters passam, não é?

Eu mesmo, no início da carreira, achava incrível ter clientes me contratando e eu entregando meu melhor e zás…

Mas com o tempo, comecei a enjoar de ter um chefe.

Afinal, essa foi uma das razões pra eu largar meu emprego e seguir essa vida digital.

Enfim.

Trilhei o caminho da co-produção e também não me senti muito feliz com isso.

E também não queria lançar meus próprios produtos.

Aí eu ficava:

“Ok, então como me livrar do chefe, não ser co-produtor, nem produtor, e ainda ganhar bem e ter uma vida tranquila?”

Levei anos pra encontrar a resposta.

Mas encontrei.

E é esse caminho que sigo agora.

Você quer saber a resposta de 1 melhão de dólores??

Aqui vai ela:

Mini-sociedades.

Ao invés de ser contratado por clientes, hoje eu trabalho com mini-sociedades.

Nesse modelo eu tenho acesso a listas de emails de expets ou empresa e envio emails por eles em troca de uma porcentagem dos resultados.

Não preciso criar produto. Nem dar suporte. Nem fazer conteúdo. Nem ficar em rede fossial. Nem escrever quilômetros de copy por dia. Nem nada disso.

Aprender a monetizar listas de email mudou minha vida de várias formas.

Talvez possa mudar a sua também.

Não sei.

Mas se quiser seguir esse caminho vem aí um novo treinamento que vai lhe ajudar com isso.

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Os 3 níveis de maestria

Estou jogando um game chamado:

The division.

E olha que interessante:

No começo, toda vez que eu ia pra zona de guerra vinha algum outro jogador e me matava sem esforço nenhum.

Pesquisei e achei uma porrada de vídeos falando que eu precisava encontrar e montar melhores equipamentos.

Ok…

Passei semanas rodando como um louco em busca dos “equipamentos perfeitos”.

Quando finalmente montei minha build (como eles chamam) entrei com o peito estufado na zona de guerra…

…pra continuar morrendo como uma mosca.

Mas que p#@??

Na verdade eu até consegui matar uns carinhas e tirar dano de outros que antes eu nem arranhava.

Então eu até consigo uns resultados, mas em geral sou saco de porradas lá.

Foi aí que eu descobri “o segredo”.

É o seguinte:

O equipamento em si lhe dá uma certa vantagem.

Mas o que faz a grande e total diferença é outra coisa.

O interessante é que eu assisti dezenas e dezenas e dezenas de vídeos pra tentar melhorar meu jogo, mas todo mundo só falava a mesma coisa:

Equipamentos e builds.

Ok…

Então por que mesmo conseguindo os melhores equipamentos, meus resultados ainda eram medíocres??

Era óbvio que estava faltando algo.

Então comecei a observar players experientes lutando.

Foi aí que descobri o “grande segredo”.

Veja:

Eles até tem bons equipamentos, mas o que faz a grande diferença nos resultados, e permite um cara matar um batalhão inteiro sozinho não tem naaada a ver com equipamentos.

Então que segredo é esse?

É a habilidade de combate.

A maneira como eles se movimentavam, como usam os recursos, e suas estratégias de combate.

Algo que não vi ninguém falando nos milhares de vídeos que existem sobre o jogo.

Na verdade, só vi 1 cara falando sobre isso mas nem dei tanta atenção na época por que afinal, era só 1 cara falando sobre isso.

Se você ainda não pegou a grande lição, aqui vai ela:

Existem basicamente 3 níveis de especialidade em qualquer área:

1- O que você sabe

O conhecimento que você já tem sobre o assunto.

2- O que você sabe que NÃO sabe

O que você tem consciência que precisa aprender, mas ainda não aprendeu.

3- O que você NÃO sabe que NÃO sabe

Conhecimento de alto nível que você nem faz ideia que existe

Voltando pro jogo.

Eu comecei no nível 1, aprendo tudo sozinho.

Aí vi os caras falando que precisava de equipamentos melhores e fiquei no nível 2. Onde eu sabia que precisava mas ainda não tinha conseguido.

Mas somente depois que cheguei no nível 2 e quebrei muito a cara foi que, com muita insistência eu descobri o nível 3 (habilidade de combate) que eu nem sabia que existia e não via ninguém falando sobre.

Por que ninguém falava sobre?

Porque é um nível elevado que a maioria nem chega lá.

Enfim.

Percebeu como isso tem tudo a ver com email?

Até a mesma conversa de ferramentas??

Dito isso:

Se você quiser atingir o nível 3 em email, e gerar resultados expressivos de uma maneira que praticamente ninguém fala por aí…

Fique ligado que vem aí meu novo treinamento sobre monetização de listas de emails.

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Fuja disso como Diabo foge da cruz

Estou ficando sem opções de séries 🙁

Terminei Peak Blinders (espetacular, por sinal).

The boys – que está indo maravilhosamente bem – só falta 1 episódio…

E BoJack horseman também vai muito bem. Mas basicamente é tudo que tenho agora.

O resto foi só decepção.

Principalmente as da Marvel.

Por causa dos filmes eu criei muita expectativa com as séries dos herois.

Mas as que comecei a ver foram tão ruins, mas tão ruins, que nem quis arriscar as mais novas.

Enfim.

O email de hoje é apenas pra você fugir das séries da Marvel por q–

Sacanagem 🙂

Na verdade é pra você fugir do trabalho de email.

“Hã?!?”

É que ás vezes quando falo sobre email aqui as pessoas vão pesquisar vagas de email, e o mercado de email e o que elas encontram?

Uma complexidade de termos e atribuições que parece loucura.

Veja abaixo o exemplo de uma vaga que encontrei.

Vou listar os requisitos e, abaixo deles, meu comentário sobre (em parênteses).

Analista de CRM – Email Marketing

(repare que a vaga já tem o foco em ferramenta)

Principais responsabilidades

Responsável pelo canal de e-mail;

(dã)

Criação de HTML para implementação de E-mail responsivos;

(mais foco em ferramenta e más práticas?? – dica: quanto mais HTML, pior a entrega dos emails)

Mensurar resultados e otimizar o caminho do fluxo de nutrição para que os leads se tornem clientes;

(Mensurar ok. Mas tem que dar comida aos leads pra eles comprar da gente??)

Realizar ações para aumentar o engajamento e as interações;

(Claro. E que banco aceita esse engajamento e interação?)

Acompanhamento frequente de KPIs e análise de performance;

(justo)

Criar réguas de relacionamento e campanhas promocionais;

(Agora lascou. Durante toda minha vida eu nunca usei régua nos relacionamentos com meus amigos, nem família, nem mesmo desconhecidos. Relacionamento se mede em centímetros?? Oh… isso tem duplo sentido???)

Automatização de regras, segmentações;

(Segmentação ok. Mas regras? Que regras??)

Viabilizar integrações com sistemas terceiros e internos;

(ferramenta. ferramenta. ferramenta…)

Criar estratégias de aquisição, retenção, reativação e churn;

(Aí sim)

Envios comportamentais e testes A/B de todos os tipos;

(Sério… o que é envio comportamental? E acredite, o objetivo desses testes A/B é sempre focado em abertura – que também não paga contas)

Segmentação e personalização das bases de clientes;

(Certo. Mas já falou isso lá em cima)

Propor ações ad-hocs e relacionadas ao calendário/campanhas vigentes;

(ad o que?? Ok pras datas específicas)

Manutenção, acompanhamento e higienização da base de dados.

(Certo. Mas falando assim parece que vou ter que dar banho nos leads)

eeeeeeeeeee FIM.

Sim, é só isso.

Não sei você, mas eu senti falta de algumas palavras importante aí como: Vendas, receita, conversão…

Esse é o resumo do mercado de email atual.

Todo o foco vai pra ferramentas, tecnologia, automações. É tudo muito complicado e técnico. Design em alta. E pessoas e relacionamento medidos em réguas.

Tudo isso = muito trabalho chato e pouco resultado.

(sem falar que é uma vaga, onde você é funcionário deles)

Então, a menos que isso lhe excite:

Fuja disso como o Diabo foge da cruz.

E só pra deixar claro:

ESSA PRA MIM É A PIOR MANEIRA DE TRABALHAR COM EMAIL QUE EXISTE.

Não é isso que eu e meus alunos fazemos.

De fato, eu praticamente nem mexo em ferramentas. E recomendo o mesmo pra meus alunos.

Por que?

Porque nosso foco é em vendas.

E toda essa tecnologia e complicação, quando traz algum resultado, é apenas cerca de 20% do faturamento atual da empresa.

O que não é ruim…

Mas entenda:

Ela não CRIA resultados. Ela RECUPERA resultados “deixados na mesa”.

Abandono de carrinho, reativação, essas coisas.

De novo, isso não é ruim. Todo negócio tem que ter isso.

Mas pra de fato CRIAR resultados e trazer os múltiplos dígitos A MAIS todo mês, você precisa jogar um jogo diferente.

Um jogo mais estratégico do que “ferramenteiro”.

Mais voltado pra pessoas do que tecnologia.

Com emails bem escritos – que as pessoas anseiam pra ler.

Enfim.

Tudo que vou mostrar em detalhes no meu novo treinamento sobre Monetização de listas de emails que está por vir.

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6 em 7 Vs 5 em 30

Se você já está comigo há um tempo…

Sabe o quanto eu bato na tecla do contexto.

Contexto é tudo.

Oi?

Quer que eu refresque sua memória?

Ok.

Contexto é você olhar não só o que está na embalagem, mas também ler as letras miúdas da bula.

Ou seja: Sempre olhar as coisas como um todo – e não somente como ela é vendida.

Uma coisa que eu acho bizarro, por exemplo, é a maneira como o tal do 6 em 7 é evangelizado por aí.

Fica parecendo que o 6 em 7 é o grande objetivo final.

O Nirvana.

E que quando você finalmente atingi-lo, vai acabar todos os seus problemas e zerar sua vida.

Isso é o que está escrito na caixa.

Mas quando você lê as letras miúdas a coisa é diferente.

Por trás do 6 em 7 existe tanto sacrifício, stress, noites em claro, investimentos, custos e trabalho duro…

Que quando a coisa termina dá até um frio na espinha saber que no dia seguinte tem que começar tudo de novo, senão a coisa desmorona.

Sem falar que o 6 em 7 na verdade é 6 em 60, ou 6 em 90.

Sim, porque não demora 7 dias pra fazer os 6 dígitos.

Leva 2 ou 3 meses em média.

E você não fica com os 100k.

Você fica com 30k a 40k em média.

O que no fim dá cerca de 10-20k no mês.

Em troca de todo aquele trabalho, stress, correria e risco de ter um AVC.

Ok…

Tem trabalhos piores que pagam menos.

Mas também tem maneiras melhores de ganhar mais, fazendo menos.

Uma delas é com uma lista de emails.

Com uma boa lista de emails você consegue fazer múltiplos 5 dígitos por mês tranquilamente.

De uma maneira oposta àquela loucura de lançamentos.

“Mas Bruno, como isso é possível? Só com email??? Ninguém nem lê mais email!!??? Blá blá blá…”

Se esse tipo de pergunta passa em sua cabeça é por que você ainda não entendeu o que realmente é marketing.

Marketing em sua forma mais pura é apenas se comunicar com as pessoas e fazer ofertas.

E pra isso acontecer você só precisa de 1 canal de comunicação.

Se hoje pra vender você precisa de incontáveis ferramentas, hacks, dancinhas, toneladas de conteúdo, lives, espremer pessoas em grupos, falsa escassez e outras guruzices…

Ou você tem um problema de mkt, ou como disse, ainda não entendeu o verdadeiro espírito da coisa.

Não é sobre ferramentas e hacks.

É sobre pessoas.

É sobre mostrar que você as entende e pode ajudá-las a resolver os problemas delas com sua soluções.

A grande vantagem de usar o email é porque ele é simples, barato, íntimo, pode ser automatizado e possui inúmeras estratégias pra potencializar seus resultados.

Não é à toa que email ainda é o principal canal usado pelos grandes monstros do mkt direto americano.

Enfim.

Se quiser aprender a trazer múltiplos 5 dígitos por mês usando apenas email (no contexto certo) vem aí meu workshop sobre isso.