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O mundo foi tik-tokzado e você pode ser a salvação

Eu não tenho redes fossiais no celular.

(só o youtube, onde vejo stand-up, entrevistas e tutoriais para meus problemas do dia-a-dia)

No computador eu acesso facebook 1 vez por dia e linkedin menos que isso.

E até esses dias eu nunca tinha acessado o tik tok.

Na verdade, eu já fiquei enojado de tik tok logo no início, quando eles anunciavam suas besteiras no youtube.

Mas enfim.

Semana passada eu finalmente vi o tik tok por dentro.

Mel Dels…

É muito idiota.

Fale sério.

Só tem:

Danças loucas.

Mulheres sensualizando.

Babaquices sem sentido que não consigo classificar como nada além de merda.

E pessoas falando com voz de gás hélio.

Ainda assim, é a rede que mais cresce no mundo.

Já passou de 1 bilhão de usuários e logo deve ficar maior que o insta, com 1.4 bi.

E por isso eu lhe escrevo pra dizer que estou oficialmente abrindo meu canal no Tik Tok 🙂

Ha ha

NÃO!

A questão é: muita gente entra nessa bolha e começa a acreditar que o mundo é isso agora.

Que tudo é vídeo e que se você não seguir a tendência, está fora.

Mas que bom que não é verdade.

Pois o tik tok é apenas uma bolha.

Um movimento.

E como todo grande movimento, da mesma forma que tem gente aderindo e gostando do tik tok, tem gente virando a cara e seguindo outra direção.

Por exemplo:

Você sabia que o Brasil acabou de bater recorde em vendas de livros?

Pois é.

Em plena era do vídeo.

Veja:

O tik tok e redes sociais em geral são feitas apenas pra distrair, com conteúdo superficial.

Mas ainda existe uma multidão que busca conexão e ideias mais profundas.

E elas encontram isso na leitura.

Não é por acaso que o movimento de newsletters está crescendo em todo o mundo e também no Brasil.

Porém, isso NÃO É a próxima onda.

Newsletters jamais vão ultrapassar redes sociais e afins em número de usuários.

O público mais leitor e pensante sempre será menor.

Mas acredite, é melhor assim.

Por que?

Porque o público leitor é mais qualificado e valioso.

Na prática, isso significa que pra ter um negócio lucrativo de escrita você não precisa de milhões de seguidores.

Caramba, minha newsletter bateu 6 dígitos com apenas centenas de leitores.

Ou seja:

Um negócio baseado em escrita consegue literalmente lucrar mais, com um público bem menor.

Pra mim, é um dos melhores modelos de negócio que existem.

Também é uma excelente maneira de simplificar seu marketcheng ou transformar seu hobbie numa fonte de receita.

Sério.

Veja os temas de algumas das maiores newsletters do subtack, por exemplo:

  • História e política dos EUA
  • Jornalismo investigativo
  • Economia e cultura
  • Esportes e negócios
  • China
  • Estratégia e produtividade
  • Gravidez e Parentalidade (ser pai/mãe)
  • Escrita e escritores
  • Ciência médica
  • Filmes
  • Feminismo e comédia
  • Crypto
  • Basquete feminino
  • Lei

E praticamente todas elas são negócios de 1 pessoa só, construído e mantido apenas pelas ideias e opiniões do escritor.

Isso me fascina.

Se também lhe fascina, então você vai adorar meu curso detalhado sobre isso que está saindo do forno nos próximos dias chamado:

Newsletter de 6 dígitos.

Não é nenhum método mágico pra fazer 100 mil em 7 dias…

Mas um caminho sólido pra criar sua newsletter de até 6 dígitos no ano – com apenas 1 email por dia.

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Viver da escrita ou escrever pra sobreviver?

Nunca gostei de ler.

Muito menos de escrever.

Mas ainda assim, vivo da minha escrita.

Estranho, não é?

Mais estranho ainda é saber que existe uma porrada de pessoas por aí que literalmente AMAM escrever…

…mas não conseguem viver de sua escrita.

No máximo elas trabalham feito condenadas pra conseguir apenas sobreviver de sua escrita.

A diferença entre viver e sobreviver da escrita?

Pra mim, sobreviver é:

Trabalhar muito e ganhar pouco.

Viver é o oposto.

Mas viver da escrita não é fácil.

Esses dias descobri que a maioria dos grandes autores não conseguem viver apenas de sua escrita.

Eles possuem empregos ou outros trabalhos.

Estranho, né?

O que um sergipaninho desconhecido como eu tem que grandes autores não tem?

A grande diferença é que eu trato a escrita como um negócio.

Eles tratam como arte.

Eu procuro formas de monetizar minha escrita por conta própria.

Eles esperam que os outros vendam sua escrita por eles.

Eu vendo 5 dígitos extras por mês pra meus clientes.

Eles vendem artigos, posts, roteiros…

Percebe a diferença?

E no meio de tudo isso existe uma maneira ainda mais simples de viver bem através de sua escrita:

Com uma newsletter.

Nesse ponto o sergipaninho aqui não está sozinho.

Grandes autores estão usando newsletters pra não depender de livros e viver de sua escrita.

É o caso de Chuck Palahniuk – autor de Clube da Luta – que possui uma newsletter sobre escrita com milhares de assinantes pagantes.

Também de Ryan Holiday – autor de Acredite em mim, estou mentindo – que possui uma newsletter gigante sobre estoicismo.

Grandes Jornalistas também possuem algumas das maiores newsltters do substack (plataforma de newsletter).

Enfim.

Se viver da escrita com uma simples newsletter é um caminho que lhe interessa…

Nos próximos dias vou vender separadamente o curso Newsletter de 6 dígitos (que será entregue como bônus para os participantes do workshop de Storytelling e Escrita Criativa).

Fique de olho nos próximos emails.

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Como escrever gostoso e sem pressão

Semana passada assistimos Top Gun.

Que bost–

Sacanagem 😉

O filme é fantástico.

Mesmo com uma história ultra mega simples, o filme prende a gente do início ao fim.

E as cenas de ação??

Oh boy…

Inclusive eu recomendo que você assista no cinema enquanto ainda não saiu.

Por que ver e ouvir aqueles caças se explodindo num telão com o som estourando os tímpanos é o melhor pro nosso coração.

Também dá pra aprender algumas coisinhas com Tom Cruise (aquele gato).

Uma das maiores lições que ele passa pra sua equipe é também válida pra ajudar copywriters e experts na hora de escrever, pra eliminar a pressão.

Você sabe, aquela tensão que vai subindo em nosso corpo pra nos forçar a escrever algo incrível.

Você digita as primeiras palavras, acha uma merda. Apaga. Tenta de novo. Bela bosta. Apaga.

A pressão aumenta.

Aí a gente nem digita mais.

Apenas escreve mentalmente e já apaga nos próprios pensamentos.

Mais pressão.

“Preciso de inspiração” Dizemos a nós mesmos enquanto começamos a rolar pela internet em busca de respostas.

Tic tac. Tic tac.

Os minutos passam mas a maldita boa ideia pro texto não aparece.

“AHHHHHHH que MERDA”

E quando não dá mais tempo, a gente se entrega à pressão e acaba escrevendo uma das primeiras ideias do jeito que dá.

No final, não gostamos do resultado mas é o que tem pra hoje.

Funciona.

Mas você concorda que não é a maneira mais prazerosa de escrever?

É aí que entra a lição de Maverick (Tom Cruise em Top Gun):

“Não pense. Faça”

Ficar escrevendo mentalmente e buscando ideias na internet quase sempre só leva a frustração.

A gente fica pensando, pensando pensando…

E aquela chuva de pensamentos inunda a mente e afoga nossa criatividade.

Nada bom.

Pra mim, a solução é pensar menos e escrever mais.

Sem se preocupar se está bom, se faz sentido, se as pessoas vão gostar.

Por que quando está escrevendo, você elimina a pressão (pois já está escrevendo) e ainda estimula o cérebro a escrever – não a pensar.

E assim a gente produz um texto muito melhor do que aquele resultante da chuva de pensamentos aflitos.

E pra deixar a escrita ainda mais leve, gostosa e divertida, eu sempre uso infotretenimento.

(se ainda não sabe o que é, eu expliquei aqui)

Pois ao invés de ficar pensando em big idea, estruturas e outras complicações, eu apenas começo pela parte divertida do entretenimento e naturalmente a parte “séria” da copy vai surgindo em minha mente e no meu texto.

É um processo gostoso de escrever, que produz textos que as pessoas adoram ler, e ainda gera vendas.

O melhor dos 3 mundos.

É esse processo que vou mostrar em detalhes e praticar junto com os participantes do workshop de storytelling na próxima semana.

Mas as vagas já foram preenchidas e eu só comentei isso pra fazer invejinha em quem ficou de fora 🙂

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Gangue nojenta invadiu minha festa de aniversário

Estou lhe escrevendo mais tarde que o normal.

Ainda estou cansado.

Ontem comemoramos meu aniversário lá na roça.

A festa teve:

  • Meu irmão gordinho, anti-social e recluso, que nunca vai pra nada da família – dançando até o chão e roubando a cena e os olhares de todos
  • Crianças nuas brincando na lama provocada pelo esguicho de água de um cano furado
  • Minha cachorra de pelos brancos e lisos como uma pelúcia, aparecendo toda coberta de azeite de dendê que achou nos restos do almoço de algum convidado (o almoço foi com vatapá e caruru)
  • Eu vencendo a disputa de passar por baixo da cordinha dançando É o tchan
  • Meu primo chegando 12:30 e ficando bêbado de cambalear à 13:00, depois de apenas 4 latinhas de cerveja (que ele nem tomou sozinho).
  • Meu amigo Magno tendo que ir embora logo no início da festa por que a vizinha ligou avisando que ele deixou o portão da garagem aberto
  • E uma gangue de sapos que queria arruinar minha festa.

Pois é.

Eles chegaram no sábado à noite na casa.

Primeiro um deles invadiu o banheiro e assustou Priscilla.

Botei pra fora.

Outros 2 invadiram a sala e a cozinha e foram postos pra fora.

Até aí pareciam sapos comuns.

Mas um deles invadiu o quarto e fez 3 pessoas de idiotas (incluindo eu).

Corri atrás do sapo com uma vassoura mas o safado foi pra baixo da cama… e desapareceu.

Meu amigo (Everaldo) se abaixou ora olhar, mas nada do sapo.

“Amor, ele deve estar dentro da cama box” Disse a mulher de Everaldo.

Ele levantou a cama e lá estava o bicho, agarrado num canto como o homem-aranha.

“Bruno, ele tá aqui! Êta, ele saiu e tá indo praí. Peeega”

Preparei a vassoura e fiquei esperando o bicho chegar.

Mas o sapo ninja se esquivou de mim, pulou por cima da vassoura e foi pra debaixo do guarda-roupa.

“Pegou ele?” Perguntou o casal.

“Não… Não acredito que estamos sendo feito de idiotas por um SAPO” desabafei com vergonha enquanto meus pais mangavam da gente lá da cozinha.

Elisângela pegou uma vassoura e foi fazer o que 2 homens crescidos não conseguiram: Botar um sapo pra fora de casa.

Ela se abaixou, passou vassoura de um lado pro outro, batia na parede, batia no guarda-roupa, mas nem mesmo uma mulher arretada foi párea pro sapo (ele devia ser o cabeça da gangue).

Então nós 3 juntamos forças (e vassouras) e conseguimos espantar o sapo de debaixo do móvel…

Mas ele saiu pulando como Daiane dos Santos e se escondeu debaixo de um caixote de madeira.

“QUE PORRA É ESSA?!?” Gritei puto.

“Levante o caixote que vou pegar ele com a mão” Disse Everaldo desesperado.

“Se você pegar nesse sapo não vai mais encostar em mim, viu??” Ameaçou a esposa de Everaldo.

Mas naquele momento o amor de meus amigos não me importava, eu só queria tirar aquele sapo dali pra calar a boca de toda a plateia que se formou na casa.

Levantei o caixote e Everaldo, com medo de dormir no sofá, usou uma pá e uma vassoura e finalmente conseguiu pegar o sapo acrobata.

“Aeeeeeeeeeee” Celebramos quase nos abraçando.

Mas você pensa que o sapo deixou ser levado assim sem lutar??

Ha-ha.

O mestre anfíbio usou sua agilidade e conseguiu se livrar das garras de Everaldo mais uma vez.

(ouvindo a história assim me fez pensar se Everaldo não foi comprado pelo sapo)

Mas aí Elisângela conseguiu segurar o bicho com a vassoura e gritou:

“Pega ele Everaldo!” Mas foi um grito seguido por aquele olhar ameaçador que só uma esposa braba sabe fazer.

(sabe qual é, né?)

Esse pequeno incentivo foi suficiente pra Everaldo dar um jeito de pegar o sapo e levá-lo pra fora de uma vez por todas.

“Caramba…” comemoramos aliviados.

E enquanto todo mundo ficava zoando a gente sem acreditar…

Eu só pensava que isso daria um belo email he he.

Mas enfim.

Existe uma lição nisso tudo:

Sempre feche as portas antes de escurecer??

Também.

Além disso:

Nunca subestime a simplicidade.

Ninguém imaginou que um sapo que mal se locomove direito na terra seria capaz de driblar 3 adultos dentro de um quarto…

Mas acontece.

Da mesma forma, algumas pessoas subestimam a simplicidade do email e não acreditam que é capaz de gerar múltiplos dígitos por mês com ele.

Mas acontece.

Pra isso você só precisa usar o email de uma maneira diferente da que fazem por aí.

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+100k com 1 email por dia

Imagine você:

Escrever apenas 1 email por dia, livremente, sobre um assunto que você AMA…

E ainda receber mais de 6 dígitos por ano pra fazer isso?

Bão demais, né?

Mas ainda fica melhor.

Imagine conseguir isso:

Começando do nada.

Sem autoridade.

Sem seguidores ou audiência.

Sem mostrar a cara em redes sociais.

Sem fazer lives.

Sem produzir conteúdo.

Sem fazer tráfego pago.

Sem fazer lançamentos.

Sem naaaaada do que os gurus dizem por aí…

E usando apenas 1 email por dia, trazer os 6 dígitos pra casa?

Esse é um poder de uma newsletter bem escrita.

Na minha opinião, é uma das melhores maneiras pra fazer uma grana extra como copywriter ou pra transformar uma paixão ou hobbie numa bela fonte de receita mensal.

É também uma excelente alternativa pra quem quer viver de sua escrita sem depender de clientes, nem da sorte de seus livros virarem bestsellter.

Criar uma newsletter de 6 dígitos é também o que vou ensinar em um dos bônus do meu Workshop de Storytelling e Escrita Criativa.

Saiba mais aqui:

Eu sei que só escrever bem não leva ninguém a lugar nenhum.

Por isso, nesse workshop eu não apenas vou lhe ajudar a escrever melhor NA PRÁTICA, escrevendo e tendo meu feedback…

Como também vou lhe mostrar como ser um escritor estratégico (que entende do negócio) e ainda como monetizar sua escrita das melhores maneiras.

É como ensinar a pescar, sair pra pescar com você, e ainda mostrar como transformar seu peixe num negócio simples e lucrativo.

MASSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS

Só resta 1 vaga pra participar do workshop.

Quando acabar, acabou.

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Nº 1 em persuasão há 5.422 anos

Jesus. Hitler. Gandhi. Napoleão. Cleópatra. Gengis Khan. Madre Teresa. Rei Arthur. Joana D’arc…

Há 5.422 anos os maiores líderes da história da humanidade usam a mesma coisa pra comunicar, influenciar e induzir multidões de pessoas a agirem de acordo com seus interesses e ideais.

Seja pro bem ou pro mal, todos usam exatamente essa mesma coisa.

E adivinha só?

Não é gatilhos dementais.

Nem métodos revolucionários de copy.

Nem Sexycanvas, Fórmula de Lançamento, PNL ou PNC.

Ao invés disso, os mais influentes líderes até hoje usam a arma da persuasão nº 1 até hoje:

Pequenas Histórias

E eles não fazem isso por acaso.

Pequenas histórias, contadas todos os dias, podem fazer milagres.

Elas convencem pessoas a se voluntariar pra guerra.

Ou a amarrar uma bomba ao seu próprio corpo e se explodir por uma causa.

Elas inspiram crianças a querer ser alguém quando crescer.

Histórias ensinam.

Seduzem pessoas e constroem relacionamentos.

Mas também podem destruir pessoas e suas reputações.

E mais importante pra nós marketeiros:

Histórias vendem.

E fazem isso de uma maneira brilhante: com uma profundidade que consegue ser suave.

Muitas das maiores campanhas de vendas que o mundo já viu foram feitas com pequenas histórias.

Exemplos:

“Eles riram quando me sentei ao piano, mas quando comecei a tocar…”

(Carta que construiu um império de infoprodutos quando a internet nem sonhava em existir)

“A carta do Brasão da família – de Gary Halbert”

(Considerada a carta de vendas mais enviada no mundo)

“Sempre uma dama de honra mas nunca uma noiva”

(Campanha que explodiu o Listerine para o mundo)

“A carta de “2 jovens homens” do Wall Street Journal”

(Carta que levou o Wall Street Journal ao topo)

“O caminho do preguiçoso para a riqueza”

(Fez milhões com um simples livro de 10 dólares)

“O golfista de uma perna só”

(Construiu um império na indústria do golfe)

Enfim.

A lista é extensa.

Mas provavelmente você já sabia disso, não é?

E você provavelmente já deve ter estudado materiais e quem sabe até cursos sobre storytelling, não é?

Mas se você é como eu, deve ter encontrado um monte de teorias lindas e maravilhosas…

Mas nada simples e prático pra você usar todos os dias em nossas copys.

Sim, dá pra aprender umas coisinhas por aí mas…

Você se considera um bom contador de histórias?

E mais importante:

Um contador de histórias que fazem as pessoas comprar?

Se você respondeu não, então vou te dizer uma coisa.

Veja:

Eu não sou nenhum Stephen King ou Machado de Assis.

Mas por não gostar de mostrar minha cara, nem gerir tráfego, nem fazer lançamentos, nem lives, nem produzir conteúdo, nem passar o dia inteiro escrevendo copy de domingo a domingo…

Eu fui obrigado a escrever boas histórias pra ganhar a vida escrevendo emails.

Era isso ou viver fazendo o que eu odiava fazer.

E acredite, eu nunca nem gostei de escrever. Caí no mundo de copy pelo “lifestyle”.

Mas como a ocasião faz o ladrão, acabei desenvolvendo essa habilidade de contar histórias curtas pra vender.

Graças a ela eu sou capaz, muitas vezes, de usar apenas emails e gerar mais lucro (din din no bolso) que todo o lançamento do cliente, por exemplo.

Mas não é mágica.

É uma habilidade que precisa ser desenvolvida.

E é pra ajudar a desenvolver sua habilidade de escrever pequenas histórias que vendem que eu criei o Workshop Storytelling e Escrita Criativa.

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A escrita me salvou do pior

Hoje seu amigo aqui faz aniversário.

36?

86… pra 2022…

É. 36.

Mas com carinha de 20 😎.

Se bem que o exterior não importa.

O que realmente importa é como nos sentimos por dentro.

Veja:

Hoje eu sou feliz.

Mas durante muitos anos o meu aniversário sempre foi um dia triste pra mim.

Diria até… depressivo.

Por fora era legal. Sempre passei com amigos ou família e era divertido.

Mas por dentro eu era consumido por pensamentos sombrios.

“O tempo está passando e ainda não me encontrei na vida. Vou morrer assim?”

“Meus amigos me acham um bobão com essas conversas de internet.”

“Qual meu propósito?”

“Não quero seguir os passos de meu pai. Mas sou tão parecido com ele…”

“Tô cansado dessa merda. Não sei o que fazer. Me ajude…”

Enfim.

Eu vivia pulando de uma oportunidade pra outra em busca da felicidade (não apenas da grana).

No fundo eu só queria alguma coisa que gostasse de fazer, que pagasse bem, e não consumisse minha vida pessoal e paz de espírito.

Foi esse desejo que me trouxe pro mundo digital.

Mas a realidade do mundo digital é bem diferente do que é mostrado por aí.

Sim, eu tive meus “sucessos” nessa jornada.

Consegui os tão sonhados dígitos.

Mas eram sempre de uma maneira que eu não seria capaz de sustentar por anos sem cair nos remédios de tarja preta ou álcool.

Não tinha como isso terminar bem.

E toda essa negatividade (e algumas decisões estúpidas) me levaram pro fundo do poço.

6 dígitos em dívidas.

Perdi literalmente tudo.

Quebrado por fora, financeiramente.

E quebrado por dentro, emocionalmente.

Foi foda…

Mas parece que foi necessário pra mim.

Pois pra encontrar nosso caminho, às vezes a vida precisa tirar tudo que a gente tem, dar uns socos em nosso estômago, um chute no saco, cuspir em nossa cara e jogar você num lugar esquisito pra lhe obrigar a encontrar uma saída (ou se perder de vez).

Foi nesse momento que voltei pro copywriting.

Que voltei a escrever.

E foi nesse momento que encontrei o caminho do email e de minha felicidade.

Veja:

Essa minha maneira esquisita de escrever emails me fez conseguir bons clientes, e assim começar a reestruturar minha vida.

Me fez conseguir parcerias lucrativas.

Me trouxe amigos por todo o Brasil.

Me deu propósito.

Me deu paz de espírito.

E acabou sendo o caminho que busquei incansavelmente por longos anos.

Pra mim, hoje esse é o melhor modelo de negócio que existe.

Pois diferente da maioria dos copywriters, eu não escrevo pra sobreviver. Eu vivo pra escrever.

E não se engane pensando que a escrita está em baixa por causa desse mundo de vídeos 4k e tik toks.

As newsletters, por exemplo, estão mais em alta do que nunca.

Glenn Greenwald, um jornalista que foi “expulso” do seu próprio site de notícias, resolveu criar uma newsletter que dizem bater os 7 dígitos por ano.

Os top 10 autores do Substack (plataforma exclusiva de newsletters) fizeram juntos 20 milhões de dólares no último ano.

Novas newsletters estão surgindo no Brasil e recentemente a The news (que você deve conhecer) divulgou um estudo de caso de uma marca de roupas que vendeu 100k através de seus emails.

Essa minha simples newsletter que você está lendo e que começou como um hobbie pra mim, já bateu os 6 dígitos no ano.

Enfim.

Não é a próxima grande oportunidade.

Mas escrever bem e ter um pensamento estratégico pode fazer maravilhas por sua vida.

E é pra lhe ajudar com isso que amanhã vou abrir as inscrições pro meu novo Workshop de storytelling e escrita criativa.

Devido ao formato – interativo e prático – serão apenas 10 vagas (obviamente de quem se inscrever primeiro).

Mas não se inscreva por hype, FOMO ou pressão.

Só se inscreva se realmente fizer sentido pra você.

Pois não tem reembolso e eu só gosto de trabalhar com pessoas que sabem o que querem.

Todos os detalhes amanhã.

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Copy incestuosa

O elenco de The Boys estava no Brasil.

Por que?

Porque a série conquistou milhões de fãs por todo mundo.

O que acho mais interessante é:

Tudo começou com um cara sozinho, sentado numa sala, escrevendo em seu notebook.

Suas palavras ganharam vida com os atores.

E a série ganhou o mundo.

Isso me fascina.

Também me intrigou ver o autor da série com vergonha de falar sobre as próprias cenas que escreveu.

Se você não conhece, The Boys é uma série politicamente incorretíssima que mostra violência, putaria, drogas, ganância, traição, morte, jogos de poder, etc.

E essa é a postura de um GRANDE escritor.

Ter coragem de expressar toda a sua verdade – sem se importar com a opinião dos outros e nem como você vai explicar aquilo depois.

É essa atitude que cria obras originais que mexem com as pessoas.

Bem diferente do que acontece do mundo do copywriting.

Muitas copys de hoje são incestuosas.

Funciona assim:

Ao invés de fazer a pesquisa correta e seguir uma linha de escrita criativa, o que muitos copywriters fazem é:

Uma pesquisa superficial nas redes sociais. E uma pesquisa mais demorada por outras copys daquele mesmo nicho.

Então eles usam essas copys dos outros como tooooooda base para sua própria copy.

Ou seja:

Não é copy criada a partir do mercado e das pessoas que o representa.

É copy criada de outras copys.

Copy incestuosa (como carinhosamente apelidei).

O problema disso?

Sua copy não se diferencia no mercado.

E quando você é só mais um na multidão, suas conversões são baixas (ou nenhuma).

O que não é nada legal.

O lado bom é que quando todo mundo está falando a mesma coisa, você não precisa ser a pessoa mais criativa do mundo pra se destacar.

Só precisa fazer diferente.

E se você quer aprender a criar abordagens diferentes pra suas copys e seu márketchen…

Então você vai adorar meu Workshop de Storytelling e Escrita criativa.

Nele você verá como conseguir melhores conversões de um jeito mais simples. Com uma escrita mais leve e divertida de fazer (exatamente como faço aqui nesses emails diários)

As vagas vão abrir nesta quinta-feira.

E serão poucas (como expliquei no email de ontem)

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Prints + PNL + vídeos + lives + hacks Vs. Simples palavras

Esses dias abri a Netflix e tive uma surpresa:

A série de Resident Evil??

Wow

Esse jogo fez parte de minha adolescência e até hoje tem uma história que eu curto.

(mas só gosto dos primeiros pois depois eles esculhambaram tudo)

Mesmo decepcionado com todos os toscos filmes que saíram, pensei:

“Na série eles podem acertar, né?”

Né???

porra nenhuma…

Foi tão bosta que só consegui assisti a primeira cena.

Sério.

Só vi até a parte que a mulher mata os zumbis queimados.

Por que não dei uma chance e fui adiante?

Porque eu já conheço essas coisas.

É um fenômeno que está acontecendo em toda parte.

Com séries, filmes e principalmente com o marketing.

Que fenômeno é esse?

Da superficialidade.

Nos filmes e séries você vê toda atenção sendo dada aos efeitos especiais, ao visual, à lacração…

Mas com o principal – a história – eles não dão a mínima.

O mesmo acontece com márketchen.

Você vê uma preocupação absurda em:

  • Fazer vídeos de alta qualidade
  • Aparecer bem nas fotos e nas lives
  • Design inovador das páginas
  • Técnicas de PNL
  • Hacks de engajamento
  • Produção de conteúdo a nível industrial
  • Ferramentas
  • Construir autoridade

Mas veja:

Não estou dizendo que essas coisas são besteira.

O que estou dizendo é:

Tudo isso é secundário.

E não vale de muito se você não tiver o primário.

É como você ter um carro de fórmula 1 e fazer uma linda pintura nele, encher de acessórios visuais, luzes de led e o escambal… mas não ter um motor potente debaixo do capô.

O resultado é:

Você conseguirá holofotes, curtidas e engajamento. Mas não vai vencer corridas.

“Ok Bruno, então o que é primário (e mais importante)?”

Que bom que perguntou 🙂

Aqui está a resposta:

Se conectar profundamente com as pessoas e fazer boas ofertas pra elas.

Simples assim.

(a gente é que complica demais…)

Se você dedicar mais energia a isso, é im-pos-sível não ter melhores resultados.

Esse é o “motor” que me permite, apenas com emails, ter conversões mais altas do que o expert que faz vídeos, redes fossiais e tudo mais.

É método mágico??

Não mesmo.

É só que quando eu escrevo emails que tocam profundamente nas pessoas, minhas simples palavras valem mais que uma centena de vídeos, lives e conteúdos superficiais.

Esse é o poder da boa escrita.

E é isso que vou ensinar em meu novo Workshop de Storytelling e Escrita criativa que, olha só…

VAI SAIR ESSA SEMANA 🙂

Provavelmente na quinta-feira vou abrir as inscrições.

E… como será prático e interativo, a turma será pequena. Provavelmente 10 pessoas no máximo.

Por que?

Porque é um workshop de escrita feito pra que os participantes saiam de lá escrevendo melhor, na minha opinião, do que esse bando de copywriters e marketeiros que existem por aí.

(o que é super simples se você seguir os princípios que eu sigo)

E para garantir isso, eu não vou pEgAr Em SuA mÃo como os gurus dizem por aí. Mas fazer exercícios práticos e dar feedback pessoal em sua escrita.

Mais detalhes nos próximos emails.

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Escrita boa X Escrita 💩

Esses dias não estive muito bem.

Nada grave (eu acho).

Só não estava muito bem.

Hoje ainda estou com a cabeça pesada e acordei com a coluna doendo como se eu tivesse batido laje a noite toda.

Mas não sou Dráuzio Varella e não estou aqui pra falar sobre saúde.

Então vamos falar sobre escrita.

Sobre boa escrita.

Aquilo que, na minha opinião, a maioria dos gurus (incluindo os de copy) não sabe fazer.

Claro que “escrever bem” é algo relativo.

Mas eu tenho uma simples condição que uso pra considerar se uma escrita é boa ou não.

Pra mim, a boa escrita é a que faz você esquecer que está lendo um texto.

É a que desconecta sua mente do espaço-tempo e a leva pra uma viagem de descobertas.

Algo que não acontece quando você usa gatilhos dementais…

Nem quando quer parecer inteligente…

Nem quando quer manipular as pessoas…

E nem quando você escreve por aplausos e curtidas.

A escrita ruim é quando alguém olha pra suas palavras e enxerga apenas um texto.

A boa é quando você consegue transformar seu texto em uma conversa vívida com o leitor.

É isso que cria conexão com o público.

É isso que faz as vendas acontecerem – mesmo sem mostrar a cara em vídeos, lives e lançamentos.

E é isso que vou ensinar em meu novíssimo Workshop de Storyteling e Escrita criativa que está por vir.