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O escritor milhãonada

Acho interessante a quantidade de pessoas que já nasce amando escrever.

O problema é que pra cada 1 autor bem-sucedido…

Existem literalmente millhões de escritores quebrados.

Por que?

Porque infelizmente escrever não dá grana.

Pra ser capaz de viver da escrita você precisa encontrar formas de monetizar essa habilidade.

Pensando assim, tem gente que vai pro jornalismo.

Mas jornalismo hoje em dia é nada mais que tragédia, lacração e política.

Aí tem gente que tenta ser autor… e a maioria vira estatística.

Tem gente que veio pro digital e sobrevive escrevendo posts e artigos em ritmo de produção industrial.

E agora tem gente vindo pro mundo de copy acreditando que vai fazer melhões – mas acaba escravo de agências e clientes arrombados.

Enfim.

A questão é que na maioria esmagadora dos casos, a escrita que era pra ser sua paixão – acaba se tornando sua própria prisão.

O que não é nada legal.

Veja:

Eu não nasci com essa vontade natural de escrever.

Meu desejo despertou quando conheci esse mundo de copy e principalmente por causa da escrita de Gary Halbert e seu estilo de vida.

Me deu vontade de fazer aquilo e me joguei de cabeça.

Só que… quando comecei a pegar trabalhos e a escrever o dia inteiro de domingo a domingo, sob pressão (e edições ridículas sugeridas por que não entende de copy), a escrita começou a perder a graça pra mim.

Ficou mecânico.

Ficou forçado.

Ficou chaaaaaato.

E por causa também disso, decidi largar o copywriting.

Segui outros caminhos por alguns anos.

Até que um dia descobri algo que fez reacender aquela chama da escrita e me trouxe de volta pro copy.

Poro que de repente eu podia escrever menos (entenda escrever como trabalhar), usar minha criatividade (sem ser mecânico) e ainda ser muito bem pago por isso.

Como você deve imaginar, o que mudou tudo pra mim foi seguir o caminho do email.

Só que, apenas escrever emails também não dá grana.

É preciso saber como monetizá-los.

E é aí que está a diferença entre um escritor bem-sucedido e um milhão-nada.

A boa notícia é que monetizar listas de emails é algo mais simples do que parece.

Acredite, os experts por aí é que distorcem e complicam tudo.

Eles falam sobre aberturas, lead score, régua e ferramentas… quando nada disso traz os grandes dígitos.

Tudo isso é secundário.

O que faz a grande diferença e vem antes de tudo isso é:

Estratégia e Escrita.

Qualquer estagiário consegue mexer em ferramentas, configurar automações, fazer lead score…

Mas sem uma boa estratégia e uma boa escrita por trás – nada disso serve pra nada (a não ser dar muito trabalho e nenhum resultado).

É com estratégia e escrita que eu e meus alunos geramos múltiplos 5 dígitos por mês para nossos clientes e parceiros.

E se você também quer aprender a ser um “escritor estratégico” que faz chover vendas por email…

Esse mês vou lançar um workshop sobre isso.

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Viver de lançamentos é futuro?

Ontem fomos dançar forró na orla.

Demos um show, como se fôssemos 2 velhos de 80 anos 🙂

Mas foi divertido.

Só não foi divertido na volta, quando entramos no carro e eu comecei a sentir um cheiro estranho.

“Você pisou em alguma coisa?” Perguntei a Priscilla.

Ela olhou as solas e: “Não. Ou foi você ou é a rua”.

Ok.

Continuei dirigindo até sair daquela rua.

Mas depois de passar por algumas ruas e 1 avenida, o cheiro continuava.

Quando paramos no sinal, acendi a lanterna do celular e olhei meu sapato.

“È… fui eu mesmo”.

Como já tinha sujado o tapete e o carpete, e não tinha absolutamente nada no carro pra limpar ou dar uma enganada – tive que dirigir com o pé de merda atééééé em casa.

Êhh…

Mas além disso, também fiz uma reflexão lá:

Temos que fazer banheiros públicos para cachorros.

Ok.

Mas também teve outra reflexão que talvez faça mais sentido pra você:

Embora Sergipe seja o país do forró… aqui só tem forró mesmo no mês de junho – época que comemoramos o São João.

Então as bandas de forró passam o ano todo paradas (ou tocando outras coisas) e quando chegam em junho elas tocam pelo ano inteiro.

Mas basicamente, eles só fazem uma graninha com forró 1 mês por ano.

Nos outros 11 meses eles precisam se virar de outro jeito.

(e quando chega junho eles sempre tocam as mesmas músicas – já que ninguém cria nada novo que preste)

Acho um jeito arriscado de viver.

Sabe o que isso me lembra?

Copywriters que vivem de lançamentos.

Fazer lançamento dá trabalho.

E cada vez dá mais trabalho – já que a fórmula mágica está convertendo menos e anúncios estão mais caros.

No começo era só roteiro dos vídeos e emails.

Hoje é vídeos, emails, whatsapp, páginas, telegram, lives, conteúdo, anúncios e sei lá mais o que.

Acho um investimento muito alto de trabalho duro, tempo e energia pra algo que demora pra trazer resultado e é bem imprevisível.

Quem já se enfiou nessa lama sabe o quanto é duro.

Mas tem gente que gosta.

Eu não.

Não gosto dessa carga de trabalho.

Nem da demora pra receber.

Nem da sazonalidade pra receber.

Nem dos riscos pra receber.

E muito menos de ficar escrevendo sempre a mesma coisa, seguindo o mesmo roteiro.

Enfim.

Se você também não enxerga lançamentos como algo pro seu futuro e está em busca de uma alternativa, aqui vai a melhor que encontrei:

Monetizar listas de emails.

Pegar aqueles emails que “ninguém usa mais” e começar a trazer 4 ou 5 dígitos todo mês pros clientes – em troca de uma porcentagem disso (ou valor fixo, você decide).

Sair dessa loucura de algoritmo, lives, conteúdo, gatilhos dementais, hacks e lançamentos…

E trabalhar com a forma mais pura de escrita, humana, de relacionamento, de alto valor, que converte as pessoas com a verdade.

Reduzir toda sua carga de trabalho a basicamente escrever emails, olhar relatórios e dar ideias.

E em troca receber de 2k a 10k em média – por cliente.

Não é método mágico nem nada disso.

É apenas a habilidade de monetizar listas como praticamente ninguém aqui no Brasil sabe fazer.

E agora em julho vou fazer um workshop só sobre isso.

Você está dentro?

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Email é Pop. Email é Tech. Email é Tudo

Mas só pra aqueles que sabem usá-lo.

Por que vou te dizer uma coisa:

A indústria do email tá muuuuito esquisita.

Sério.

Se você pesquisar sobre email por aí vai encontrar grandes “experts” falando sempre as mesmas coisas:

  • Taxa de aberturas (inclusive por indústria)
  • Cliques
  • Réguas
  • Sequências
  • Modelos
  • Conteúdo
  • Hacks
  • Relatórios
  • CRM
  • Ferramentaa
  • Melhores dias e horários

Enfim,

Um monnnte de coisa que dá trabalho pra cacete…

…mas que nenhum banco aceita na hora de pegar um boleto.

Ou você já conseguiu comprar alguma coisa usando sua tAxA dE aBeRtUrA???

Tenha dó.

Eu jamais vou esquecer o grande evento sobre email, feito por uma grande empresa “expert”, que tem a própria ferramenta de email…

MAS QUE USOU O TELEGRAM PRA SE COMUNICAR COM O PÚBLICO.

🤦‍♂️

Em resumo:

Esses experts falam todas essas coisas sobre emails mas não falam sobre o mais importante de tudo:

Vendas.

Din din.

Tutu.

Cascalho.

La plata.

Por outro lado:

Seu amigo da roça aqui não faz absolutamente naaaaaada desses oba-obas dos experts e gera em média múltiplos 5 dígitos por mês pra seus clientes – apenas com 1 email por dia.

Meu “grande” segredo?

Ao invés de focar nessas coisas superficiais, na tecnologia e nos hacks…

Eu foco nas pessoas.

Em criar um relacionamento com elas.

E fazer boas ofertas.

É tão simples que chega a ser ridículo.

Continuando sobre o mercado de email em 2022:

Você já leu os emails desses experts em email??

Ou é panfletagem digital.

Ou são lembretes de lives e lançamento.

Ou é levando pra algum outro canal.

E 99% é algo chato que faz você se arrepender de ter aberto o email.

Mas veja: Não estou dizendo isso pra me gabar.

Muito menos pra mostrar superioridade.

Não.

Meu objetivo aqui é continuar nossa conversa dos últimos dias sobre trabalhar de maneira mais inteligente e focar no que gera mais resultados – com menos esforço.

É mostrar que nem sempre a maneira que a maioria está falando por aí é a mais eficiente de fazer as coisas.

E que se suas estratégias de email não estão dando os resultados que você gostaria, provavelmente é por que você está focando nessas coisas secundárias.

Ok.

Por que estou dizendo isso?

Porque agora em julho estou com vontade de fazer um workshop ao vivo e interativo, sobre como fazer múltiplos 5 dígitos por mês com listas de emails.

Teoria. Prática. E até reviews de seus emails.

(por falar em reviews, se ainda não viu os que fiz de alguns gurus assista aqui)

Eu fiz um workshop desse há 1 ano e até hoje os alunos usam o que foi ensinado lá pra gerar resultados pra seus clientes.

Enfim.

Esse workshop de monetização de emails lhe interessa?

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Trabalho duro = Vida dura

Essa não é uma conversa sobre fórmulas mágicas.

Mas sim, é sobre tornar sua vida mais fácil, prazerosa e lucrativa.

É sobre um conceito que mudou minha vida.

Veja:

Uma das razões que me fez abandonar a carreira de copywriter há alguns anos foi o trabalho duro.

Não me entenda mal, eu trabalhava de domingo a domingo e até virava noites pra entregar copys de clientes.

Mas quando eu olhava pra frente, aquela não era a vida que eu queria pra mim.

Escrever no mínimo 8-10 horas por dia, todo santo dia, chova ou faça sol.

Aff…

Todo dia eu tinha que espremer meu cérebro mais e mais pra conseguir colocar palavras no papel (eu escrevia no papel primeiro).

Era uma tortura.

Quando você termina o dia não tem cabeça pra fazer muita coisa a não ser descansar.

Então minha vida era basicamente só trabalho duro.

A recompensa?

Não era nada parecida com que os gurus americanos diziam.

Esse foi o início do meu aprendizado sobre:

Trabalho duro = vida dura.

Foi quando me dei conta que as pessoas que mais trabalhavam duro no mundo… eram as que menos recebiam.

E não é que os melionários não trabalhem duro.

É que, antes de trabalhar duro – eles aprendem a trabalhar de maneira inteligente.

Se você estudar grandes nomes da história que saíram do zero vai ver que a maioria deles fez a mesma coisa:

Eles usaram Alavancagem.

Ao invés de trabalhar duro pra tentar criar tudo do zero…

Eles usaram os recursos de outras pessoas pra alavancar o próprio sucesso.

Quer exemplos?

Steve Jobs tinha a visão, tinha o programador, e nada mais.

Ambos eram quebrados.

E ninguém constroi uma empresa de computadores sem um tostão no bolso.

O que eles fizeram?

Foram em busca de pessoas que tinham o recurso que eles precisavam, e eles se tornavam sócios.

Outro exemplo:

Coronel Sanders – o fundador da rede KFC – tinha a receita de frango frito e nada mais. Estava quebrado.

O que ele fez?

Negociou a receita com um restaurante. E com outro. E outro. Até virar franquia.

Mais exemplos:

Nikola Tesla era um gênio mas um gênio quebrado. O que ele fez? Se associou com o cara que botia bancar seus experimentos e invenções.

Napoleon Hill? Se associou a Dale Carnegie.

Bruce Lee não tentou fazer seus próprios filmes. Ele foi pra Hollywood convencê-los.

Entendeu a jogada?

Ok.

Agora você deve estar se perguntando:

“Como eu uso minhas habilidades pra conseguir alavancagem?”

Bem, o mais comum por aí é correr atrás de co-produção.

Mas você já trabalhou como co-produtor??

É trabalho duro do mesmo jeito e nenhuma garantia de retorno. Apenas de mais trabalho.

Na minha época de co-produtor até tive uma alavancagem mas eu continuava trabalhando de domingo a domingo sem parar.

Claro que era melhor do que ser apenas um copywriter que escreve até os dedos caírem mas…

Não era a vida que eu queria pra mim.

A coisa só foi melhorar de verdade em todos os sentidos pra mim quando eu descobri a alavancagem do email.

Quando eu aprendi a pegar as listas de emails dos outros, que estavam lá paradas ou sub-utilizadas, e gerar múltiplos dígitos por mês com elas.

Aí sim o jogo mudou.

Pois eu deixei de ser um copywriter que faz tudo e não recebe nada, pra me tornar um parceiro estratégico que envia alguns emails e faz chover vendas – em troca de uma porcentagem disso.

Alavancagem é tudo.

Pense nisso.

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O Copywriter de Alto Valor

Muita gente pensa que:

Você precisa engolir um monte de sapo no início da carreira…

Cobrar barato…

Aceitar fazer infinitas edições e modificações em sua copy…

Ser desrespeitado…

E até deixar o cliente dizer como você fazer seu trabalho…

Tudo isso durante anos – até você construir seu portfolio, autoridade e seu nome na área… até o dia em que você finalmente vai começar a virar o jogo.

É como se um belo dia você atingisse um nível mágico super sayajin e toda sua vida e carreira de copywriter mudasse da água pro vinho – só porque você percorreu a estrada do copywriter.

Muita gente pensa assim.

O grande problema disso?

A vida real não funciona assim.

Só pra você ter uma ideia:

Toda semana eu (infelizmente) recebo email de copywriter com um baita portfolio, múltiplos 7 dígitos nas costas e até um curriculum com nomes de clientes conhecidos nacionalmente.

Ou seja, mensagens de copywriters que “percorreram o caminho”, e o desabafo de todos eles é o mesmo:

“Bruno, eu não aguento mais me matar de trabalhar pra ganhar só isso. Eu não quero mais essa vida”

É foda.

E é a realidade de muitos.

Mas não precisa ser a sua.

Porém, pra sair dessa corrida dos Copyratos e se tornar um Copywriter de Alto Valor você precisa aprender as regras do jogo.

E aqui está a mais importante:

Seu valor no mercado não depende do seu portfolio, nem experiência, nem de sua habilidade de copy, nem de nada que os gurus dizem por aí.

Seu valor e sua capacidade de cobrar preços maiores depende na verdade de 2 coisas:

1- Sua confiança em si mesmo
2- Sua habilidade de se vender

(isso também é o que sustenta todos os gurus trambiqueiros)

Você pode ter o melhor portfolio do mundo e escrever a melhor copy do mundo – mas se você não confiar em si mesmo e não souber se vender…

NENHUM CLIENTE VAI LHE MANDAR MENSAGEM OFERECENDO UM PIX DE 100K POR SEUS SERVIÇOS.

Não…

Isso não acontece.

Até acontece, mas é na mesma proporção de um raio cair 2 vezes no mesmo lugar.

Na vida real, os clientes vão sempre perguntar seu preço e querer sempre pagar o mínimo possível (ou nada).

Até mesmo o grande Gary Halbert sofria com isso.

E se na hora que eles pedirem o orçamento você não tiver auto-confiança e não souber como negociar, adivinha o que vai SEMPRE acontecer???

Preços baixos e altas cargas de trabalho.

O mundo não é justo.

O mundo é dos espertos.

E o que eu quero que você fique esperto é que o que faz a grande diferença em seus resultados é mais um fator interno do que externo.

A raiz de tudo é sua confiança em si mesmo, em seu trabalho, em saber seu valor.

Todo o resto é secundário.

E todo o resto não vale de nada se suas crenças não estiverem alinhadas com seu valor.

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“Dá pra viver só de email?”

Essa é a pergunta que mais ouvi nos últimos dias.

Num mundo de redes sociais, vídeos, lives, stories e lançamentos, é possível viver só de email e ainda ser bem pago??

A resposta é SIM.

Mas deixe-me lhe explicar por quê.

Primeiro e mais importante:

Não é sobre email.

Ninguém compra email.

Nenhum cliente vai lhe pagar de 2k a 5k por mês por emails.

E nenhuma empresa nem expert vai lhe dar uma porcentagem dos resultados dele em troca de seus emails.

Então é sobre o que? Você pergunta.

É sobre resultados.

O trabalho de um email copywriter é vender dinheiro a desconto.

Por exemplo:

Você chega num ecommerce que faz 100k no mês e em 30 dias você leva ele a 120k no mês. 20k extra.

Ou você pega uma lista de um expert ou empresa que estava lá parada, sendo usada apenas pra enviar lembretes de lives e alguns conteúdos… e gera 20k, 30k todo mês – extra – a custo zero.

Então não é sobre email.

É sobre sua capacidade de gerar resultados.

E é por isso que podemos ser muito bem pagos.

Mas o que eu quero que você entenda é como um baralho para um mágico.

Um baralho sozinho não faz nada.

Mas nas mãos certas a mágica acontece.

O mesmo vale pro email.

Mas no fim o baralho e o email é apenas uma ferramenta de trabalho.

O que faz a diferença é como nós a usamos.

E se você quer se especializar em email e aprender a encontrar e fechar clientes/parceiros que paguem muito bem por seu trabalho…

Eu tenho uma formação de email copywriter 100% dedicada a isso.

Para mais detalhes sobre ela, responda esse email.

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Como lucrar com a lista dos outros

Nos últimos dias falei sobre:

O estilo de vida 1 email por dia.

(algo que NÃO foi inventado por mim, mas sim por Ben Settle – meu amado mestre)

Porém, algumas das pessoas que me responderam disseram que adoraram a ideia mas não tinham lista.

Algumas não tinham nem produtos.

O que fazer nesse caso?

Começar uma lista do zero? Gravar 10.000 horas de conteúdo? Postar 24 vezes por dia, todos os dias durante 2 anos? Fazer lives semanais?

Bem, é um caminho.

Lento. Doloroso. Sofrido. Desgastante. Com retorno demorado e sem garantia nenhuma.

Mas ei, é um caminho.

Por sorte, esse não é o único caminho.

Existem outras maneiras de viver o estilo 1 email por dia.

A mais simples e rápida de todas?

Se tornando um email copywriter de empresas ou experts que possuem listas de email – e ganhando uma porcentagem dos resultados.

Não é ser co-produtor.

A maioria dos co-produtores hoje em dia trabalham mais que os próprios experts e muitas vezes recebem menos.

Um email copywriter cuida apenas dos emails.

É a pessoa que pega aquela lista de emails que está lá parada e só serve pra enviar lembretes…

E consegue gerar dezenas e dezenas de milhares de reais – todo mês – a custo zero.

20k… 30k… 50k… 75k…com apenas 1 email por dia – e você recebe de 20% a 30% disso.

Não sei o que você pensa desses números mas eles são o resultado que você consegue quando para de enviar emails como todo mundo faz por aí (panfletagem digital) e passa a enviar emails de alto valor (como esses que lhe escrevo).

Enfim.

Em muitos casos é até melhor viver assim cuidando da lista dos outros, do que ter seu próprio negócio e todas as dores de cabeça que isso traz.

Aí vai de cada um.

Mas é assim que eu vivo hoje.

E é isso que ensino em detalhes em minha Formação de Email Copywriter.

Na verdade, não apenas ensino.

Eu também ajudo de perto.

E se esse estilo de vida lhe interessou, talvez eu possa lhe ajudar também.

Me envie um email e vamos conversar.

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A queda dos gigantes de copy

Você viu o que está rolando no mercado?

Nãããããooo??

Você não viu que as empresas dos super hiper mega especialistas em marketching e copy estão demitido funcionários em massa pra cortar gastos??

Empiricus demitiu 12% dos funcionários.

Primu ricu dimitiu 20% dos funcionários (1 em cada 5 saíram).

Entre outras.

“Ah Bruno, mas o mercado está em queda”

Eu sei.

Mas não são eles mesmos que fazem vídeos ensinando a lucrar nos momentos de crise??

Não são eles que dizem que basta enviar um email e 300 mil cai na conta???

Onde está toda aquela capacidade de fazer riqueza que eles tanto empurram para as pessoas??

O fim do Brasil que eles tanto falam chegou. Não era essa a grande oportunidade???

Onde está o copywriting melionário agora????

Ah sim, está no próximo curso que o grande guru vai lançar – mesmo dizendo que nunca mais iria lançar por que não precisava disso.

Mas parece que a realidade bateu na porta, né?

Enfim.

Não me entenda mal.

Eu não estou nada feliz pelas pessoas que foram demitidas.

O objetivo desse email é apenas abrir seus olhos para guruzices.

É lhe mostrar que mais importante do que ouvir o que eles dizem e prometem, é analisar o que eles fazem. Suas ações.

Por falar nisso…

Sabe o que também está em queda?

Muitos negócios de gurus digitais.

E você vai se impressionar com o motivo.

O motivo é basicamente o seguinte:

O custo do lead não para de subir e os lançamentos estão convertendo cada vez menos.

E mesmo diante dessa situação, os caras não conseguem entender que “o segredo” pra contornar essa situação NÃO É:

A nova estratégia revolucionária.

Nem o novo player de vídeo.

Nem uma nova ferramenta de conversão.

Nem um novo modelo de anúncio.

Nem um novo modelo de lançamento.

E também não é escrever a melhor copy do mundo.

O grande segredo escondido a 7 chaves que pode transformar qualquer negócio e gerar crescimento sustentável é:

Cultivar o Relacionamento com as pessoas e criar boas Soluções pra elas.

Não sei por que é tão difícil disso entrar na cabeça deles.

(na verdade eu sei sim)

Mas se faz sentido pra você, aqui está a maneira mais simples de construir relacionamento com seu público e crescer seu negócio de forma sustentável:

Com 1 simples email por dia.

E se você tem um negócio e gostaria de implementar esse modelo e trazer pelo menos 4 a 5 dígitos extras todo mês usando simples emails…

Me envie um email e vamos conversar.

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7 dígitos com 1 email por dia

Você já ficou tão enfiado numa bolha…

a ponto de pensar que a única maneira de vender no mundo digital é fazendo conteúdo, lives e lançamentos?

Eu já.

Anos atrás eu acreditei que a única maneira de passar dos 6 dígitos era mostrando a cara, fazendo lives, produzindo toneladas de conteúdo e tendo milhões de seguidores nas redes sociais.

Ou seja:

Todas essas coisas que os gurus dizem ser o único caminho.

O problema é que quanto mais eu trilhava esse caminho, mais infeliz e miserável eu me sentia.

Sem falar no quanto essa vida me prendia.

Eu não nasci pra ter essa vida de influencer e nem mesmo a de co-produtor.

Por isso me recusei a jogar esse jogo e fui em busca de maneiras diferentes de construir meu sucesso.

Demorou, mas um dia comecei a descobrir que existiam pessoas que conduziam todo seu negócio usando apenas emails e nada mais.

Por exemplo:

Descobri que tinha um cara chamado Jon Rimmerman que vendia vinhos e fazia incríveis 30 milhões por ano apenas com 1 email por dia.

Dá pra imaginar isso??

Descobri outro chamado Matt Furey que também fazia múltiplos 7 dígitos com produtos de condicionamento físico usando apenas 1 email por dia.

Isso me deixou dividido.

De um lado eu sentia que havia encontrado o paraíso.

Mas do outro eu me recusava a acreditar que era possível atingir tamanho resultado usando apenas emails (que desde aquela época já estava “morto”).

A coisa só entrou em minha mente quando comecei a aprender com esses caras e, principalmente, quando parei de ver o digital como um mundo diferente.

Pois é.

Até então eu via o digital como um mundo diferente do offline.

Tipo, eu achava que pra vender por aqui era preciso toda aquela papagaiada, e vídeos, e autoridade, e ferramentas, e toda aquela guruzice.

Minha realidade só mudou quando fiz a “descoberta revolucionária” de que é tudo a mesma coisa.

É tudo sobre pessoas.

Não sobre canais nem métodos.

Mas sobre pessoas.

E tudo que você precisa pra vender pras pessoas é um canal para se comunicar com elas (email) e uma boa oferta.

Nada mais.

Exatamente como fazemos no mundo real

É apenas com isso que eu gero, em média, múltiplos 5 dígitos por mês para clientes e parceiros.

E agora quero lhe ajudar a fazer o mesmo.

Veja:

Se você tem uma lista de emails ou uma audiência, eu quero lhe ajudar a monetizá-la.

E aqui vai minha proposta irrecusável (que você provavelmente nunca viu por aí antes):

Se nós trabalharmos juntos, eu garanto que você terá no mínimo o retorno do dobro do seu investimento em 30 dias.

Mas e se você não atingir esse resultado nos 30 dias?

Então eu vou continuar lhe ajudando até você atingi-lo.

Ok… mas qual a pegadinha? Você pergunta.

Não tem pegadinha.

Mas existem condições:

1- Você precisa atender certos critérios pra ter minha ajuda.
2- Você precisa assistir meu treinamento “1 email por dia”.
3- Você precisa enviar 1 email por dia

Se lhe interessar, responda esse email para saber mais detalhes.

(se você me respondeu ontem, verifique seu email pois eu respondo todo mundo)

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O fim dos lançamentos?

Comecei a ver uma nova série e estou adorando 🙂

Se chama BoJack Horseman, da netflix.

Já viu?

Apesar de ser em formato de desenho e se passar num mundo onde os bichos falam e vivem lado a lado com os humanos…

…é uma série pra adultos.

Com temas fortes.

E muita coisa pra aprender sobre pessoas (e bichos??) que pode e deve ser usado em seu marketching.

Por que como eu sempre digo, no fim das contas não é sobre métodos, fórmulas nem copy.

É sobre pessoas.

E por falar em pessoas, sabe o que tem tirado o sossego de muita gente ainda mais?

Os lançamentos.

Lançamento é uma estratégia (não um modelo de negócios) que sempre deu muuuuuuito trabalho mas costumava dar algum retorno financeiro pra quem conseguia montar todas as pesças do jogo certinho.

Mas parece que a coisa está mudando.

Eu entrei e saí desse jogo logo no primeiro ano que Érico trouxe isso pro Brasil.

Mas ainda tenho contato com gente que vive disso e cada vez mais eu ouço a mesma coisa:

O trabalho não para de aumentar… e o retorno não para de cair.

O que já era ruim, ficou ainda pior??

Ah sim, ainda tem gente se dando bem com isso.

Mas pra cada um que se dá bem, existem literalmente dezenas de milhares se lascando.

Só não enxerga isso quem vive numa pequena bolha.

Ou você acha que essa “segunda revolução” do Érico foi por que Deus tocou o coração dele pra baixar o preço de 10k pra 2k e entregar até mais do que antes??

“Você não entende, Bluno. Élico Locha é um gênio. Tudo isso é apenas estlatégia.”

Ok pequeno gafanhoto.

Se você pensa assim, boa sorte seguindo esse caminho.

Mas se você pensa diferente…

Ou simplesmente está saturado de lançamentos…

Saiba que esse não é o único caminho.

De fato, pra mim esse é um dos caminhos mais difíceis e caros pra crescer um negócio que existe.

Eu prefiro o bom e velho email.

Putz, com esse simples negócio/hobbie e apenas 1 email por dia eu fiz 6 dígitos LIVRES no ano – o que muitos lançadores com todo o trabalho do mundo não conseguem colocar no bolso. Isso sem falar nos múltiplos 5 dígitos mensais para clientes.

Mas enfim.

Agora em julho estou pensando em ajudar de perto alguns rebeldes que querem simplificar seu negócio e viver o estilo 1 email por dia (ou o mais próximo disso).

A ideia é fazer um programa de acompanhamento pra quem tem uma lista (ou alguma audiência) e juntos monetizá-la ao máximo – com integridade.

Será pra no máximo 5 pessoas.

Então se você se interessou me envie um email para mais detalhes.