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Você está a 1 email de 3k/mês como copywriter

Depois de ouvir uma porrada de copywriters esse ano…

…descobri algumas coisas interessantes.

(nada no mundo ensina mais do que ouvir as pessoas)

Por exemplo:

Descobri que a maioria não quer ficar “melionário”.

Eles querem apenas ganhar bem, ter uma vida confortável, e não ficar preso no computador escrevendo copy o dia inteiro.

A maioria já ficaria feliz com 3k/mês – pra começar.

Mas por que eles não conseguem atingir esse número… já que copywriting é a HaBiLiDaDe MeLiOnÁrIa – como dizem os gurus???

Bem, eu vou dizer por quê.

Existem algumas razões mas a principal é:

O modelo de trabalho.

Aqui no Brasil, 90% dos copywriters trabalham de uma dessas 3 formas:

1- Trabalham em vagas arrombadas

Dando o sangue e a saúde mental pra receber em média entre 1k e 2k.

2- Fazem lançamentos arrombados

Também dando o sangue e saúde mental pra viver de maneira completamente imprevisível com os lançamentos de coprodutores loucos.

3- Projetinhos arrombados

Vivem pegando projetos isolados que encontram no insta ou em grupos. O que também é imprevisível e limitado.

Não sei em que situação você está hoje.

O que eu sei é que existe uma maneira extremamente simples de fazer 3k/mês como copywriter nos próximos 30 dias.

Como?

Ignorar o mercado e ir em busca de clientes melhores que pagam bem por seu serviço, todo mês.

Aí sua próxima pergunta é:

Mas como eu consigo esses clientes?

É simples.

Enviando apenas 1 email por dia.

Vou lhe mostrar:

Ao longo desse ano eu não apenas ouvi copywriters.

Eu também ajudei dezenas deles.

Uma das coisas que fiz foi ensinar como conseguir bons clientes de copy enviando um simples email “cavalo de tróia”.

De fato, esse tipo de email é tão eficaz que TODOS aqueles que seguiram o que ensinei e enviaram os emails, fecharam clientes de 2k, 3k e até 4k/mês.

Mas claro que NÃO É mágica.

Um dos alunos por exemplo, enviou 7 emails e fechou 2 clientes.

Enquanto outro aluno precisou enviar 23 emails pra fechar 1 cliente.

E um outro aluno fechou 1 cliente com apenas 1 email.

O fato é:

É praticamente IMPOSSÍVEL você enviar 1 email cavalo de tróia por dia durante 1 mês… e não fechar pelo menos 1 cliente.

E não, não precisa ter portfolio. Nem precisa ter feito “7 dígitos”.

Por que o email cavalo de tróia é baseado no cliente, não em você.

Veja, pro cliente não importa quem você é ou o que você fez.

O que realmente importa é o quê você pode fazer pelo negócio dele.

E esse tipo de email faz isso com maestria.

Logo, se você consegue seguir instruções e enviar um simples email por dia durante 30 dias… você consegue – no mínimo – 1 cliente de copy de 1k a 3k/mês.

E depois que conseguir o primeiro cliente, basta continuar enviando 1 email por dia para conseguir o segundo… e se quiser, o terceiro… o quarto..

E é assim você faz 3k, 5k, 9k/mês com poucos clientes de copy que pagam bem por seus serviços.

Só depende de você.

Dito isso:

Se quiser sair do oceano sangrento do mercado de copy e aprender a enviar emails que fecham grandes clientes de copy…

…não perca meu treinamento de email copywriter 2.0 que será lançado nas próximas semanas.

Nele vou mostrar não apenas como enviar os emails cavalo de tróia mas também (obviamente) como ser um email copywriter, cujo trabalho é escrever apenas emails – ao invés de lançamentos e todo tipo de copy (a menos que você queira).

Pode ser um divisor de água em sua vida.

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A proposta que 9 em cada 10 clientes dizem sim

Você acorda com a luz forte de um refletor em sua cara.

Abre os olhos cheio de remelas e não acredita no que vê à sua frente:

“Sil-Silvio Santos?!?” você pergunta com voz de sono.

“Má- Ôeee… vem pra cá, vem pra cá ” Diz Silvio. E continua:

“Vamos agora para a pergunta que vale UM melhão de Reaaiiiiis”

O auditório vai à loucura: ÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊ ÊÊÊÊÊÊÊÊ 🙂

Você olha à sua volta, ainda com os olhos grudando de sono, e percebe que está no..

Show do Milhão???

“Podemos continuar?” – Pergunta Silvio.

“O que?? Como eu vim parar aqui?!?” – Você fala olhando ao seu redor mas ninguém diz nada a não ser Silvio Santos.

“Então vamos à próxima pergunta valendo UM Melhão de Reaaais”

* Tã- nã-nã-ni-nãnã-no-nã-no-NÃ *

A pergunta aparece no telão e Silvio lê pra você:

“Qual o erro mais cometido por copywriters que querem fechar mais clientes?”

“Número 1: Ser arrogante como seu guru ensinou”
“Número 2: Ir pro workana”
“Número 3: Produzir conteúdo e torcer pra eles virem”
“Número 4: Falar sobre si mesmo”

Você coça a cabeça. Olha pra sua mãe na plateia. Volta a olhar pro Silvio e diz: “Essa tá complicado, hein?”

Silvio: “Você ainda pode pedir ajuda dos guruversiotários”

Você: “Ok, vou pedir ajuda deles. Os guruversiotários devem saber essa, já que eles vendem tantos cursos disso”

Silvio olha pros guruversiotários e diz: “Qual vocês acham que é a resposta certa?”

Guruversiotário 1 diz: “Inscreva-se hoje em meu curso e aproveite o valor especial da última turma que vou abrir”

Guruversiotário 2: “Entre em meu grupo de whatsapp e aguarde a super condição que preparei pra você”

Guruversiotário 3: “A resposta está na série de vídeos que eu gravei. Inscreva-se aqui pra assistir”

Você balança a cabeça em negação… “Sério??”

E os gurus respondem: “Sério! Mas só enquanto o relógio na tela não chegar a zero…”

Silvio olha pra você e pergunta:

“Vai responder ou vai parar?”

Você respira fundo. Fecha os olhos por um momento. E começa a lembrar de todos os emails que lhe mandei até aqui.

Em sua mente, você vai passando os meus emails como se fossem filmes da netflix até chegar no email de hoje…

…que ainda está na metade?!?

“Merda… Vou chutar, Silvio. Bruno sempre fala sobre gerar valor, então acho que é a número 4: Falar sobre si mesmo” – Você diz.

Silvio: “Está CERto disso?”

“Sim” – Você fala fechando os olhos e juntando as mãos em oração.

“Certa resposta!”

O auditório vai à loucura e uma chuva de dinheirinho de pipoca cai sobre você.

Na plateia, sua mãe chora de orgulho por você.

“Paga pra ele, RoQUE” Grita Silvio.

E Roque vem em sua direção com uma maleta transparente recheada de barras de ouro.

Seus joelhos tremem mas você vai em direção a Roque. Estende a mão pra receber a maleta mas quando a ponta de seus dedos tocam na alça…

Tudo começa a desaparecer, e você ouve uma voz lá longe dizendo:

Eiii…

Acorda!

“Você deu uma nota nesse curso e agora fica aí dormindo. Acorda e vai assistir o que o rapaz está dizendo” – Disse sua mãe, parada na porta com as mãos na cintura olhando pra você.

“É o cansaço mãe. Mas vou tomar um café e continuar.” – Você diz.

Olha em sua volta e percebe que está em sua mesa. Mas ao invés de Silvio Santos, você está vendo meu novo curso de email.

Você abre a bocona de sono e volta o vídeo pro início, até a última parte que você lembra de ter visto antes de dormir.

Dá o play e ouve com atenção ao que eu digo:

A grande dificuldade que os copywriters tem pra conseguir clientes é por causa do que eles propõem aos clientes.

Por exemplo: Como a maioria dos copys agem?

Muitos abordam um expert e propõem fazer um lançamento, não é?

Mas se coloque no lugar da pessoa do outro lado.

Imagine aparecer um completo desconhecido em seu direct, dizendo que é “o cara”, que vai fazer acontecer e que quer fazer um lançamento com você.

Mas pra isso, você precisa praticamente parar tudo que está fazendo, confiar nesse desconhecido, e dedicar sua energia e tempo pra fazer tudo que ele disser: Gravar vídeos, produzir conteúdo, fazer série de lives, etc, etc e etc.

Percebe como é muito trabalho e risco por parte do expert?

Pois é.

Mas ainda pode ficar pior:

Quando o copywriter faz tudo mostrado acima e ainda um valor de entrada pra começar o projeto.

Aí é ainda mais difícil de conseguir um sim do expert.

Desse jeito, de cada 10 pessoas que o copywriter abordar, quantas você acha que vão dizer sim?

Uma? nenhuma?

Pois é.

Isso acontece por 2 razões:

1- O risco pro expert é muito alto

2- É muito trabalho por parte do expert

Massssss

E se houvesse uma maneira de eliminar esses 2 fatores?

E se você fosse capaz de propor algo que não desse trabalho NENHUM pro expert e que ele só desembolsasse um centavo DEPOIS que você gerasse resultados pra ele?

Uou… o jogo muda completamente, não é?

E se você pudesse fazer isso SEM ter todo o trabalho de um lançamento tradicional… e usando apenas emails?

Na prática funciona mais ou menos assim:

Você chega pro expert e diz:

“Ei, sabe aquela sua lista de emails que está lá parada? Aquela que você só usa pra mandar lembretes de live? Então, se eu conseguisse gerar 5 dígitos com ela todo mês, você me daria uma porcentagem desses resultados? Você não precisa fazer absolutamente nada. Só me dar acesso ao email. Quer conversar?”

Essa é apenas uma opção.

Você também pode, por exemplo, propor um fixo mas que o expert só desembolsa depois dos resultados.

E assim, 9 de cada 10 experts ou empresas vão dizer sim pra você.

Foi isso que um de meus alunos fez semana passada e o expert gostou tanto, mas tanto, que até insistiu em dar um valor de entrada.

Isso é o que acontece quando você vende pelo valor.

E é isso que vou ensinar na versão 2.0 de minha formação de email copywriter.

Mas não só isso.

Também vou mostrar exatamente o que você faz pra gerar os resultados pro cliente todo mês.

Assim como também vou mostrar o que fazer quando as coisas não saírem como esperado.

Como escolher os clientes certos (por que se escolher os errados você se lasca)

Como abordar esses clientes certos.

Como fazer lançamentos só com emails.

E algumas outras coisas que vou falar nos próximos emails.

Até lá, pense com carinho no que acabei de compartilhar com você.

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Na hora H eu suava, tremia e chorava

Talvez não pareça mas…

Eu sou hiper, ultra, mega, blaster introvertido.

Ah… e como eu sofri por causa disso.

Sofri na escola.

Nas 3 faculdades que abandonei.

Nos empregos que tive.

Mas principalmente, eu sofri com as garotas.

Deus do céu…

Como era difícil falar com uma menina.

Até mesmo com as que eu JÁ CONHECIA mas estava afim de algo mais.

Só a ansiedade em si de apenas pensar em falar com uma garota, já fazia minhas mãos suarem como uma lata de coca gelada.

E se eu – por alguma razão mística – conseguisse ir até a menina e falasse com ela…

Aí a coisa ficava feia.

As mãos suavam tanto que se eu fizesse um movimento rápido como, por exemplo, apontar pra alguma coisa atrás da menina… voava gotas grossas e nojentas de suor em cima da minha pretendente.

Mas ainda ficava pior.

Meus olhos também suavam. Digo. Lacrimejavam. Assim, do nada.

Pra fechar o ciclo do desastre, minha garganta ficava seca (talvez por que toda a água do meu corpo estar saindo por minhas mãos e olhos?) e meus joelhos tremiam.

Era bizarro.

Mas enfim.

Os anos passaram.

Eu continuei introvertido (é minha personalidade).

Mas chegou o momento em minha vida que precisei lidar com clientes.

Eu olhava pra meu chefe e ficava impressionado com a facilidade que ele tinha pra entrar numa sala repleta de estranhos e rapidamente fazer todo mundo sorrir e “gostar” dele.

No fim, a gente sempre saía de lá com o contrato assinado ou à beira de fechar.

Fui em dezenas de reuniões com meu chefe. E ele tentava me ensinar o que fazer pra que eu assumisse essa função.

Só que… por mais que eu tentasse imitar o que ele fazia… aquele não era “meu jogo”.

Todas as estratégias que meu chefe usava só funcionavam com ele por causa da personalidade dele.

Pra mim, o tiro sempre saía pela culatra.

Hoje, quando olho pra trás e lembro de tudo isso, é até difícil acreditar que esse cara introvertido (eu) já trabalhou fazendo vendas de alto ticket no telefone – em inglês – para uma das maiores coaches dos EUA…

…e hoje fecha clientes de copy de alto ticket com uma certa facilidade.

O que mudou do Bruno de antes pro Bruno de hoje?

Eu aprendi a vender diferente.

Pelo valor.

Porque NINGUÉM gosta daquele vendedor tradicional cheio de truques ridículos que promete tudo (até o que não pode entregar) e tenta fechar pela pressão e pelo medo.

As pessoas sentem o cheiro disso de longe.

E quando percebem isso, eles automaticamente se fecham pra você.

Por outro lado,

Quando você age diferente e faz uma abordagem de valor – com a intenção verdadeira de ajudar o cliente… as pessoas se impressionam tanto com você, que mesmo “cagando” tudo você ainda consegue o sim.

Foi o que aconteceu essa semana com um de meus alunos.

Ele gravou a reunião e me mandou.

“Bruno, eu não conseguia parar de tremer.” Ele me confessou.

(como se não desse pra ver claramente no vídeo)

Definitivamente ele não deu as melhores respostas que podia.

Porém,

A abordagem dele foi tão valiosa, que o próprio cliente praticamente “se fechou” sozinho.

Eu sei, talvez seja difícil de acreditar.

Mas no email de segunda-feira eu vou lhe mostrar exatamente qual foi a abordagem que meu aluno usou pra conseguir o sim tão facilmente.

É uma abordagem tão valiosa que é praticamente difícil alguém dizer não (o que pode até ser um perigo pra você)

Mas tudo isso será mostrado na segunda 🙂

Até lá.

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A armadilha da Co-produção

Já trabalhei com muitas coisas nessa vida.

Já fiz bolsa de palito de picolé (um fracasso total).

Espaço para eventos (grande fracasso monstruoso).

Já trabalhei em empresa de segurança privada.

E até já fiz co-produções com especialistas.

De todas as coisas acima, a mais imprevisível é com certeza a última:

Co-produção.

Veja, na teoria é muito lindo.

“Basta você procurar alguém com audiência no insta, manda um diréquitch e propõe fazer um lançamento com a pessoa” – ensinam os gurus em seus cursos.

E lá vão os copywriters famintos em busca de especialistas.

Mas aí vem a prática.

E na vida real, não é tão simples assim.

Os especialistas não entendem o que você faz. Não concordam com o que você faz. Querem fazer a copy do jeito deles. Dão piti. Não fazem o que tem que ser feito… entre outras coisas.

Essa semana, por exemplo, recebi um email dizendo o seguinte:

“Tenho 37, estou desempregado e gastei tudo que eu não tinha com cursos, já faz 6 meses e não obtive nenhum resultado, sou aluno do [guru], fui fazer meu primeiro lançamento e depois de mais de 30 dias de trabalho a especialista desistiu de gravar o curso.”

Casos como esse acontecem todo dia. Chova ou faça sol.

Mas na maioria das vezes a coisa termina assim:

Seu nível de trabalho:
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||

Sua recompensa:
|||

Isso quando não termina zerado – como o relato do amigo acima.

Porém,

Co-produção pode sim ser algo bom.

Eu mesmo já fiz muita grana com parcerias.

Mas pra isso, aprendi que existem 2 regras que devem ser seguidas sempre:

1 – Você não fala sobre o Clube da Luta.

Oh… história errada.

Regra 1 de Co-produção: Escolha os parceiros certos.

Não trabalhe com quem está começando. Não entende o que você faz. Não tem recursos. Não tem a mentalidade empreendedora. E não está comprometido como você a fazer dar certo.

Regra 2: Escolha o modelo certo

Todo mundo quer fazer lançamentos tradicionais. E qual o problema disso?

O problema é que você precisa dedicar muito muito muito trabalho e tempo no início… e os resultados só virão (se vierem) depois.

O que eu faço hoje?

Ao invés de escrever cpls, vídeos, conteúdo, emails, whatsapp, live, fazer todo o escambal e ainda ficar adulando especialista a fazer as coisas…

Eu uso apenas emails.

Assim eu dedico pouco tempo e trabalho. Praticamente não dependo do especialista. E gero os resultados do mesmo jeito.

Como isso é possível?

Por que o segredo de toda campanha não está no fato de você usar vídeo ou seguir um script “comprovado”.

O segredo é construir relacionamento com as pessoas, entender o grande problemas delas e oferecer uma solução única.

E tudo isso o email faz como nenhum outro canal.

Uma vez que você entende e aprende isso, tudo muda.

Por que você não precisa ter todo aquele trabalho e perder tempo num empreendimento que você nem sabe se vai dar certo.

Ao invés, você escreve de 10 a 15 emails apenas, faz a venda e já tem o resultado dentro de 10-30 dias.

E a partir daí pode decidir continuar (também só com emails) ou não. E ir em busca de outra coisa.

Faz sentido?

Se sim, saiba que essa é somente uma das coisas que vou ensinar no novo treinamento de email copy que estou produzindo.

Vai ser um divisor de águas na vida daqueles que colocarem em prática o que vou mostrar.

Assim como já é para meus alunos que estão colocando em prática.

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Bastidores sangrentos de lançamentos

Eu estava no início da minha carreira de copy…

…quando um tal de Érico apareceu falando pela primeira vez sobre lançamentos no Brasil.

Minha reação foi:

“Uau, é exatamente isso que eu preciso pra decolar”

Me juntei com um sócio e lançamos um produto dele.

Logo de cara conseguimos fazer cerca de 30k (positivos).

Mas logo de cara também percebi que aquele não era um caminho que eu queria seguir.

Com o passar dos anos, vi especialistas sofrendo colapsos nervosos. Vi empresas saudáveis se transformarem num caos total. E vi coisas tão absurdas que nem posso expor aqui pra não ser processado (mesmo eles sendo os vilões da história).

Tudo isso consolidou como adamantium minha opinião sobre lançamentos.

Agora, antes de continuar, preciso deixar uma coisa clara.

Pra algumas pessoas e copywriters lançamentos funcionam sim e eles são felizes fazendo isso.

Assim, se você é um desses, ignore o que estou dizendo aqui e continue fazendo o que dá certo pra você.

Mas se você, assim como eu, é um dos que não se encaixa nesse modelo…

…continue lendo 🙂

Bem, como eu não queria seguir esse caminho, fui em busca de alternativas.

Testei várias coisas.

Desde webinarios até vendas por telefone.

Me decepcionei várias outras vezes.

Até que finalmente me encontrei no mundo do email.

Confesso que não foi amor à primeira vista.

Mas depois que entendi ser algo simples, capaz de gerar excelentes resultados, e que podia ser usado tanto como serviço para clientes quanto para fazer vendas em meus próprios empreendimentos…

…Aí eu passei a amar email 🙂

Um tempo depois o mercado de copy explodiu no Brasil e, pra minha surpresa, adivinha qual direção o pessoal seguiu?

Lançamentos.

Não demorou pra eu começar a receber emails de copywriters que entraram nesse mundo acreditando ser o “melhor trabalho do mundo”… mas que estavam vivendo um verdadeiro inferno (físico e mental).

Teve alguns que chegaram a me dizer que estavam em depressão ou sofrendo de burnout.

Pior,

tudo isso em troca de algumas merrecas.

E nessa hora, sabe o que aquele guru que lhe vendeu a formação caríssima diz?

“É assim mesmo, . Tem que passar por isso pra crescer. Mas se quiser eu tenho uma mentoria… 😈 “

Enfim.

A boa notícia é que não precisa ser assim e lançamento não é o único caminho.

No email de ontem contei a incrível história de um aluno que, comparado ao padrão do mercado, “começou por cima” no mundo de copy (e desbancando um grande guru).

Hoje quero falar de um outro caso impressionante.

Também de um aluno, que é funcionário público e entrou no mundo de copy em busca de uma grana a mais.

Porém, ele também estava preso e infeliz nesse mundo de lançamentos.

Quando o apresentei a esse mundo dos emails, o cara se comprometeu verdadeiramente e logo fechou seu primeiro cliente de email… de 4k por mês.

Mas ele queria mais.

Então continuou prospectando (da maneira mais simples do mundo que ensino) e logo fechou outro cliente.

E depois… outro cliente.

Hoje ele está com 2 clientes fixos de copy, que pagam muito bem por mês.

E essa semana ele me mandou um vídeo de uma casa… que eu pensei até ter recebido por engano.

Depois veio um áudio contanto que aquela era a nova casa que ele e a esposa se mudaram há pouco tempo… graças aos clientes de copy que ele conseguiu.

Não tinha como não me emocionar.

Esse tipo de mensagem traz uma profunda e verdadeira alegria pra minha.

Por que estou lhe dizendo isso?

Porque se você quer sair da armadilha de lançamentos e vagas arrombadas e trabalhar somente com clientes de alto valor…

…Nas próximas semanas sai a versão 2.0 do meu programa pra lhe ajudar a se tornar um copywriter de alto valor.

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Quem vale mais? Um copywriter ou uma Laranja?

Se você ainda não percebeu…

O mercado de copy no Brasil está virando commodity.

Aqui uma rápida definição de commodity:

Esta palavra é usada para descrever produtos de baixo valor agregado.

Commodities são artigos de comércio, bens que não sofrem processos de alteração (ou que são pouco diferenciados), como frutas, legumes, cereais e alguns metais.

Mas se a gente pensar direito vai ver que no caso dos copywriters é ainda pior.

Por que a laranja, por exemplo, só precisa ser a laranja – e nada mais – para ter seu valor.

Mas já o copywriter…

Veja abaixo o desabafo que esse cara fez num grupo:

“Eu aceitei trabalhar por míseros 2k… e demiti todos os meus clientes. A intenção era triplicar o quanto eu ganhava no primeiro mês. Dei o sangue. Era o primeiro a chegar e o último a ir embora.

Fiquei no suporte resolvendo um milhão de dúvidas, fiz design porque a head de social gostou das minhas artes (trabalhei como designer alguns anos antes de migrar pra copy)… estava disposto para qualquer demanda.

Até que, cada vez mais mandando responsabilidades no lombo, eu fiz uma cagada.

Abri a primeira live do lançamento na hora errada, duas vezes.

Eu tinha convicção que era um bug do OBS mas decidi não argumentar e só ficar calado.

Mesmo estando ali, todos os dias, trabalhando até o meu limite. Eles não viram valor no meu trabalho e decidiram me demitir depois dessa cagada.”

Foda, né?

Mas infelizmente casos como esse acontecem toooooodos os dias.

Ou seja: o copywriter está menos valorizado que simples laranjas.

Mas isso NÃO acontece por causa do mercado nem das agências escravatórias.

Não.

Por que nem o mercado nem ninguém obriga os copywriters a aceitarem esse tipo de trampo.

Isso acontece por que os próprios copywriters não se valorizam.

E se você hoje está trabalhando com clientes infernais ou em vagas arrombadas…

Acredite, a culpa É sua (diferente do que dizem os gurus).

Mas isso não quer dizer que não dá pra mudar.

Dá sim.

E é relativamente simples (mas não necessariamente fácil).

O primeiro passo é mudar seu pensamento.

Mais especificamente, valorizar seu trabalho e seu potencial.

Acreditar em você.

Afinal, como você espera ser valorizado se nem você mesmo se valorizar?

Não existe isso.

O segundo passo é se especializar.

Por que não dá pra ser bem pago se você continua fazendo o mesmo que todos os outros copywriters, escrevendo posts de insta e fazendo copys de templates, por exemplo.

Nesse caso você é só mais uma laranja na plantação.

Mas quando você se especializa em uma área, você aumenta seu valor e ainda facilita seu trabalho.

Se especializar em que?

Dá pra se especializar em escrever cartas/vídeos de vendas, ou advertorial, ou youtube ads, copy B2B, chatbot…

…ou até mesmo em email – como eu e meus alunos.

Mas o email está morto! Dizem os gurus…

Claaaaaaaaro que está 😜

(enquanto isso nós estamos aqui cobrando 2k, 3k, 4k, até 5k por mês de cada cliente pra escrever simples emails como esse que você está lendo)

Enfim.

Não seja uma laranja.

Confie em você.

E se especialize em algo que você gosta ou tem facilidade.

Seja um criador de oportunidades de copy.

(e pelo amor de Deus, não caia na lábia dos gurus)

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O mercado friolancer no Brasil

Ontem recebi essa pergunta de um leitor:

“Eu junto com meu sócio Davi, fizemos um Studio aqui em casa mesmo, eu estou como copywriter e ele é design, e tem três meses estamos estudando o digital e decidirmos entrar de cabeça nisso, a questão que eu queria saber contigo mano, é a seguinte, o mercado de freelancer é uma boa?”

Recentemente eu falei sobre o mercado não-friola no Brasil.

Ou seja, sobre as vagas que temos hoje.

Diferente do que os gurus dizem por aí…

99% das “oportunidades” são fakes (de pessoas que inventam fazer um teste de seleção mas na verdade usam as copys e não contratam ninguém) ou são vagas arrombadas – que exigem que você trabalhe por 7 pessoas e receba 1 bolsa família.

Se você conseguir encontrar as que se encaixam no 1%…

Parabéns pra você 🙂

Ok.

Agora o mercado de friolas.

Hum… por onde eu começo?

Talvez a melhor palavra seja:

Canibalismo?

Ou talvez… Carnificina??

Enfim.

Apenas entenda que eu chamo de friola por que não tem naaaaada de free (livre) lá.

Pelo contrário.

É friola por que consome sua alma e energia, tornando você uma pessoa fria e infeliz como uma pedra (enterrada em cocô de cavalo).

Se nas vagas arrombadas você trabalha por 7 em troca de 1 bolsa família… no mercado friolancer você rala por 70 em troca de uns trocados (ou da promessa de grandes projetos futuros).

Resumindo:

É pauleira.

Não é nada do que os gurus dizem por aí.

Masssssssssssssssss

A boa notícia é que não existem apenas essas 2 opções, certo?

Falei sobre isso no email de ontem.

Você não precisa se encaixar no mercado (nem mesmo no mundo).

Você é livre e totalmente capaz de criar seu próprio mundo e suas próprias oportunidades.

“Ok Bruno… mas COMO, caramba?!?” você pergunta sem paciência.

Caaaaalma cocada…

Aqui estão conselhos práticos pra você conseguir se destacar e se dar bem como freelancer de verdade (aquele que é livre e feliz):

1- Se especialize em uma área específica

Está cheio de gente por aí fazendo copy e tráfego. Você vai ser mais um desses?

É difícil competir quando todo mundo é igual.

Mas se você se especializa, por exemplo, em tráfego pra advogados, ou copy pra encapsulados, ou email (como eu e meus queridos alunos), você se diferencia da multidão.

2- Tenha um modelo recorrente

É muito difícil ficar buscando clientes novos todo mês ou viver de lançamentos.

Então, ao invés de ficar pegando projetos isolados, ofereça um serviço recorrente no qual o cliente lhe paga valores maiores todo mês.

Assim, com poucos clientes você consegue uma boa grana, mais estabilidade e menos stress.

3- Escolha com quem trabalha

50% do seu sucesso depende dos clientes com os quais você trabalha.

Não fique dizendo sim pra todo mundo que chega em você.

Não fique procurando projetos em grupos ou site de friolas.

Não fique fazendo conteúdo em rede fossial.

Vá em busca dos clientes com os quais vocês quer trabalhar.

De preferência, aqueles que tenham grana e já tenham um negócio rodando.

“Ah, mas quem eu queria trabalhar é grande demais pra mim” Você fala com cara de tacho.

Será mesmo?

Luiz, um de meus alunos, está trabalhando com uma das maiores influenciadoras do mercado brasileiro de finanças.

A Karen, outra aluna, está trabalhando com um dos maiores nomes do mercado de nerds/entretenimento.

Outro aluno está em negociação com um grande nome do mercado de desenvolvimento pessoal.

E tem até o caso da Thalita, outra aluna, que conseguiu a atenção da que talvez seja a maior influenciadora de finanças do Brasil… mas aí… eles vieram uma vaga arrombada e Thalita DISPENSOU a grande cliente (e agora está trabalhando numa grande empresa referência empreendedorismo no Brasil).

ISSO, , é o que acontece quando você confia em você e vai em busca de criar suas próprias oportunidades.

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Eu fui abusado

Já falei sobre isso antes.

Mas é o tipo de assunto que precisa ser repetido várias vezes.

Pois é, eu fui abusado há alguns anos.

Graças a Deus, não foi sexualmente.

Mas profissionalmente.

E não só uma, nem duas, mas inúmeras vezes.

Por agências, por donos de agências, por clientes e até por sócios.

Passei anos sofrendo com isso.

Trabalhando 8, 10 horas por dia.

Virando noites.

Dando meu melhor… para abusadores que só faziam me sentir pior a cada dia.

Até que um dia eu cheguei na tristeza profunda.

A vontade de não levantar da cama pra encarar o mundo.

A dor no peito e a rejeição do corpo causadas só de pensar que aquele era mais um dia de escravidão.

Domingo de noite??

Ansiedade a nível estratosférico.

Segunda de manhã?

Eu entrava em modo zumbi e passava o dia inteiro repetindo a mesma coisa em minha cabeça:

“Eles não me valorizam. Eles são nojentos. Eles só querem me usar…”

Todo dia. O dia inteiro. Esse tipo de conversa ficava se repetindo em minha mente.

Claro que eu pensava em sair daquela agência.

Mas imediatamente eu pensava que apesar de tudo, eles pagavam bem.

E os outros lugares era ainda piores.

Então eu calava a voz do bem e voltava a ouvir a voz do pequeno demônio que só queria me afundar.

Passei anos assim.

Até que um dia comecei a ver o mundo com outros olhos.

Vi que nenhuma daquelas pessoas estava apontando uma arma pra minha cabeça e me obrigando a estar ali e trabalhar pra eles.

Era uma escolha minha.

Aí comecei a ver que, diferente do que eu “enxergava”, o mundo é imenso e possui infinitas possibilidades e oportunidades diferentes.

Ou seja, não existia só aqueles caminhos que se repetiam em minha mente.

Isso me motivou a buscar alternativas e foi o que me levou ao copywriting.

Mas não demorou pra coisa começar a se repetir.

“O mercado não entende o que eu faço”

“Os clientes não querem pagar valores justos”

“O Brasil é foda”

E de novo eu deixei o diabinho vencer.

Abandonei o copywriting por uns anos e me dediquei a outras coisas.

Mas não demorava pro mesmo problema se repetir.

Foi aí que eu entendi que o problema não era com o mundo.

Mas sim comigo.

O grande problema é que eu estava tentando me encaixar no mundo dos outros – ao invés de criar o meu próprio mundo.

E enquanto eu vivesse tentando me encaixar no que os outros queriam… eu nunca seria feliz.

Por que os outros só querem o que é melhor pra eles:

Que em geral se resume a pagar nada e exigir tudo de você.

E se você não se valorizar e não acreditar em si mesmo… você sempre vai cair nos planos dos outros.

Pode parecer coisa de coach mas…

Tudo muda quando você DECIDE mudar.

Minha vida mudou quando eu decidi que não iria mais trabalhar com clientes ruins nem fazendo o que eu não gostava.

Mudou quando eu parei de enxergar o lado ruim do mercado e comecei a buscar o lado bom.

E acredite, quando você DECIDE que só quer o melhor pra sua vida, o mundo se molda à sua vontade.

As oportunidades aparecem.

Mas não com um tapete vermelho e uma água de côco.

Elas aparecem como desafios.

E nesses momentos, mais do que nunca, é a hora de pular de cabeça e acreditar em você mesmo.

Acreditar que mesmo que você não tenha todas as respostas agora, e mesmo que não esteja preparado, você vai dar um jeito pra fazer dar certo.

E aí o ciclo se repete.

Você DECIDE que vai fazer dar certo….

…o mundo lhe mostra os caminhos.

Mas não com tapete vermelho.

Isso é crescimento.

É isso que nos tira do modo zumbi e dá a energia e motivação pra seguir em frente em busca de uma vida melhor.

Acredite em você.

Ignore a voz do diabinho e DECIDA o que você quer pra sua vida.

Não importa qual louco seus sonhos possam parecer.

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Como ralar menos e conquistar mais

Você ia rir muito se visse isso.

Priscilla ri toda vez que me vê fazendo isso.

Isso o que?

Bem, eu realmente estou encantado (pra não dizer viciado) com o jogo Sekiro dies twice.

Encantado com a história, o mundo, a mecânica e principalmente o fato de ser um dos jogos mais difíceis da atualidade.

O grande problema – e aí é onde vem a graça da coisa – é que jogos difíceis me deixam nervoso e tenso.

E… quando fico nervoso… minhas mãos suam.

Mas elas não ficam apenas úmidas, como a de muitos por aí.

Não…

Minhas belas mãos suam como duas nascentes de rio que literalmente escorrem por meus braços e por qualquer coisa que eu toque.

Incluindo: Meu notebook – o qual uso pra jogar Sekiro.

Consegue imaginar o risco que cada partida representa??

Pois é.

Então, pra evitar que o suor escorra dos meus dedos, passe pelo teclado e chegue até à placa mãe do note (queimando o bicho)…

…eu “visto” minha mão com um saquinho plástico – que precisa ser esvaziado constantemente – mas que evita o pior.

Imagine você abrir a porta de meu escritório e dar de cara comigo no notebook, com a mão esquerda dentro de um saco… todo molhado??

É ridículo.

É humilhante.

Mas é tããããão bom jogar Sekiro 🙂

Mas enfim.

Constrangimentos à parte, o jogo realmente é difícil.

Difícil como a vida real.

Porém, até mesmo as maiores dificuldades do jogo (os chefes) possuem maneiras mais simples de serem superadas.

Na verdade, estratégias mais simples.

Então, você pode tentar derrotar os chefes sozinho e morrer, morrer, morrer e morrer até não aguentar mais de tanta humilhação (e ainda sofrer penalizações do jogo por morrer demais)…

Ou você pode ir em busca da estratégia mais simples pra superar aquele desafio.

O mais interessante é que SEMPRE existe uma maneira mais simples.

Até mesmo pra aquele desafio que já lhe espancou tanto até fazer você pensar em desistir.

O mesmo vale pra vida real.

E para os negócios.

É sempre uma questão de estratégia.

De pensar e fazer diferente.

Ontem mesmo ouvi uma história que é um excelente exemplo disso.

É a história real de um influenciador/expert de grande renome em sua área… que é membro do caríssimo marxtermind do guru “líder supremo”… mas que os resultados de seus últimos lançamentos foram um fracasso após o outro.

E (infelizmente) ele não é o único nessa situação.

Já vi outras histórias iguaizinhas a essa:

De pessoas que pagaram um rim por um curso de guru… depois pagaram um carro por uma mentoria/mastermind de um guru… depois investiram ainda mais em equipe, equipamento, anúncios e produção pra colocar em prática as estratégias mirabolantes dos gurus e… no final… NADA.

Zero resultados.

Ou então, resultados ridículos que não cobrem nem os custos.

ESSE é o jeito difícil de fazer negócios.

É o estilo Sekiro.

Mas assim como em Sekiro, existem maneiras mais simples de superar os desafios e conseguir excelentes resultados.

No caso desse mundo virtual, a estratégia mais simples que encontrei até agora foi usar emails diários.

(como esse que você está lendo)

Sim, tá todo mundo dizendo por aí que email já morreu e que tem que fazer lançamentos e blá blá blá…

E enquanto isso, existem pessoas usando simples emails como esse pra vender praticamente tudo: Produtos, serviços, cursos, mentorias, eventos, enfim…

Sem equipamentos.

Sem equipe.

Sem super produção.

Sem redes fossiais.

Sem seguir o caminho que os gurus pregam.

Apenas. Escrevendo. Emails.

Eu particularmente considero essa a habilidade mais valiosa que alguém pode ter nos dias de hoje.

Por que?

Porque você pode usá-la tanto pra monetizar sua própria audiência (caso tenha uma)…

Quanto pode usá-la como serviço para pessoas ou empresas que possuem uma audiência e não sabe como monetiza-la.

Por exemplo:

Um de meus alunos tem um cliente que paga 4k/mês pra ele escrever esses emails diários. No primeiro mês ele conseguiu fazer 22 vendas de um produto de 2.5k.

Ou seja: 55k em um mês e o cliente teve ZERO trabalho ou despesa.

Beeeeeem diferente de um lançamento tradicional, concorda?

Tanto pro cliente em si quanto pro copywriter.

Enfim.

O que quero dizer é:

Sempre existem maneiras mais simples de ralar menos e conseguir mais.

Mas pra isso você precisa sair da Matrix.

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Escrever copy até o braço cair não é legal

Enquanto escrevo esse email…

…estou como um trouxa na “fila virtual” pra comprar meu ingresso pro Lollapalooza.

Fila num site.

FILA.

No mundo VIRTUAL.

Quem diria.

Não sei que milagre os gurus ainda não estão usando isso… por que é guruzismo puro.

(acabei de dar ideia a eles??)

Enfim.

Ontem vi algo num grupo de copy que preciso trazer à tona:

Uma pessoa disse que estava com uma dor que começava no antebraço e ia até a ponta dos dedos.

A causa?

Escrever copy demais.

E ela ainda tinha muita copy pra terminar de escrever e entregar.

Não é legal.

Até hoje eu tenho algum tipo de ler ou sei lá que diabos que faz meu braço ficar se mexendo sem eu perceber.

No meu caso não foi de escrever copy, mas por todos os anos em frente ao computador.

Não é legal.

Claro que tudo isso infelizmente faz parte do processo de crescimento.

A gente tem que ralar.

Tem que se dedicar de corpo e alma.

Massssssssssssssss

Ao mesmo tempo, precisamos pensar no futuro.

Precisamos ter um plano de como sair dessa vida.

Temos que ir em busca de maneiras de fazer MAIS, com menos.

(a menos que você queira passar o resto da vida escrevendo copy até o braço cair??)

A boa notícia é que como copywriter você tem opções.

Aqui estão algumas ideias de como ganhar mais fazendo menos (usando suas habilidade de copywriter):

1- Seja mais estratégico

Ou seja, procure atuar mais como um consultor, dando ideias e conselhos, e menos como escritor que coloca a mão na massa.

2- Trabalhe com clientes melhores

Que pagam mais e exigem menos de você. E também que possuem mais recursos pra facilitar seu trabalho (ao invés de alguém começando do zero)

3- Crie seus próprios produtos

A maioria esmagadora dos bons copywriters param de trabalhar pros outros e criam seus próprios produtos. Seja sozinho ou em parceria com um expert ou empresa.

4- Caia fora de lançamentos

Esse é um modelo de negócio altamente imprevisível e insustentável. Além de ser um dos que mais depreciam sua saúde física, mental e espiritual.

5- Foque em um ou poucos nichos

Isso vai reduzir drasticamente seu tempo de pesquisa e tornar seu trabalho infinitamente mais fácil.

6- Se especialize em email

Se existe um canal capaz de gerar muito resultado com pouco esforço… esse canal é o email. Quando você enxerga e aprende como fazer isso, sua vida pode mudar da água pro vinho.

7- Aprenda os fundamentos de copy

Vejo muito “copywalter” formado por guru de instagram quebrando a cabeça e ralando mais do que precisa simplesmente por não dominar os fundamentos de copy e não entender como o jogo funciona (o que não tem nada a ver com lançamentos e redes fossiais).

8- Trabalhe de maneira inteligente

Quando for trabalhar, apenas trabalhe. Não fique no celular ou vendo besteiras na internet. 2 horas de foco profundo valem mais que 8 horas de atenção rasa.

Por hoje é isso.

Esperar nessa fila está me dando fome.

Mas é por uma boa causa que estou passando por essa palhaçada e vou ter que pagar muito mais caro por esquemas e ser obrigado a usar uma pulseira até pra comprar minha comida lá no evento…

Foo Fighters 😍