Categorias
Artigos Copywriting

Escritores da Liberdade

Faz um tempo que não falamos sobre filmes e séries, né?

Talvez por que a bebê mudou um pouquinho nossa rotina??

Só um pouquinho 🙂

Mas já voltamos a assistir algumas coisas.

Uma delas foi o novo filme do Homem-Aranha (do Miles Morales).

Eu adorei o primeiro.

E se o primeiro foi uma bela surpresa – esse segundo foi, na minha opinião, uma horrível tragédia.

Tão ruim que não consegui passar da metade.

Enfim.

Terminei de ver a série Godless – que é um faroreste muitíssimo bem feito que eu super recomendo.

E graças a Deus saiu uma nova temporada de Warrior – uma das melhores séries de todos os tempos. Já falei sobre ela antes, é de ação, baseada no diário que Bruce Lee escreveu quando veio pros EUA.

As cenas de luta dessa estão entre as mais bem feitas da história. E como se isso não bastasse, a trama e os personagens são incríveis.

O que mais?

Ah, essa semana também assistimos um filme antigo (2007), mas muito bom:

Escritores da Liberdade.

É baseado na história real de uma professora que chega numa escola pública dominada por gangues sanguinárias, e usa a escrita pra transformar a vida dos jovens e causar uma pequena revolução no sistema educacional americano.

Veja:

Pode até parecer aqueles filmes clichês da sessão da tarde, mas não é.

É um filme impactante, que nos faz questionar a vida, compreender pessoas e, principalmente, ver como a escrita pode resgatar até as vidas mais perdidas.

Sem spoiler, mas tem uma cena que é descontraída, e de repente um aluno pede pra ler o que escreveu, e seu relato é tão intenso que leva você do riso ao choro em questão de segundos.

E sabe o que é mais interessante?

A maneira como a professora introduz e trabalha a escrita na vida dos alunos (violentos membros de gangues).

Ela usa nada mais, nada menos que:

Escrita diária.

1 texto por dia.

Como se fosse um diário.

Todos os dias você coloca pra fora o que está sentindo, pensando, desejando, temendo. E se quiser, pode compartilhar com os outros.

O que?? Isso parece familiar pra você?

Mas é.

Quando digo que enviar 1 email por dia – além de lucrativo – é terapêutico, não estou brincando.

É um sentimento diferente de ter que gravar vídeos apulso ou fazer stories e postagens em redes fossiais todos os dias. Essas coisas podem até ser excitantes no começo, mas com o tempo se tornam um fardo pesado demais pra carregar.

Emails diários são o oposto.

A cada dia você se sente melhor, mais leve, e nos dias que não escreve, você sente falta. Fica ainda melhor quando você junta essa sensação + as respostas de agradecimento de seu público + as vendas que você gera fazendo isso.

Engraçado é que eu nunca gostei de escrever, na verdade odiava (por causa da escola).

Mas hoje não tem nada melhor do que conduzir um negócio inteiro usando apenas a escrita.

Simples. Terapêutico. E bota tutu no bolso.

Por isso que no próximo mês vem algo incrível pra os loucos que também querem viver assim 🙂

Categorias
Artigos Copywriting

Por que estudar copy é inútil

Está pronto pra uma polêmica?

…Ou pra abrir os olhos pra maior barreira do sucesso de um copywriter?

Como diria Antônio Fagundes:

“No final… você decide”

(novinhos não entenderão)

Bem, eu abordei um pouco disso no email de ontem e hoje quero me aprofundar.

O fato é que tanto os gurus arrotam por aí, quanto os próprios copywriters acreditam que:

Pra crescer na carreira, conseguir clientes melhores e ser mais bem pago… você precisa desenvolver sua habilidade MeLiOnÀrIa e saber mais sobre copywriting do que os outros.

O pensamento é que:

Se você não está ganhando o suficiente, é por que precisa aprender mais e mais sobre copy e táticas digitais.

O grande problema… é que isso é uma grande mentira.

Se fosse verdade, casos como esse não aconteceriam jamais.

Porém, é comum na família do email ter iniciantes fechando seu primeiro cliente de 2k a 3k por mês (no mínimo) – sem portfolio, sem certificado de copy AAA, sem nunca ter escrito copy às vezes.

Como isso é possível?

É possível porque sua habilidade de copy não determina seu sucesso.

Veja:

A verdade é que, preste bastante atenção: Não existe uma habilidade única pro sucesso.

Sim, eu sei que os gurus dizem que copywriting é a habilidade melionária, mas eles dizem isso apenas pra lhe empurrar seus cursos e formações incompletos que ajudam mais eles mesmos do que a você.

A verdade é que pra crescer e triunfar, você precisa de um conjunto de habilidades e, de todas elas, copywriting é a menos importante.

Por que copy é o menos importante?

Porque não adianta saber tudo sobre copywriting… se você não souber, por exemplo, como se vender como copywriter e fechar clientes melhores a preços maiores.

Ou algum cliente já chegou pra você e disse:

“Ei , vou lhe pagar 20k por esse projeto só por que você tem esse certificado aí na parede”

Isso não existe.

Os clientes malas podem até exigir certificado, portfolio e afins… mas eles são mala e NUNCA vão lhe pagar valores decentes, que lhe permitam ter uma vida decente.

Continuando:

Pra crescer como copywriter, é preciso desenvolver um conjunto de outras habilidades que, até onde sei, guru nenhum ensina por aí.

É preciso aprender a:

  • Identificar quem são bons clientes
  • Prospectar esses bons clientes
  • Fechar esses clientes maiores e melhores (sim, são 3 coisas diferentes)
  • Precificar seu trabalho corretamente
  • Conduzir reuniões e negociar os melhores termos a seu favor
  • Gerar grandes resultados com pequenos esforços
  • Gerar resultados rápidos, sem depender de nada nem ninguém além de você
  • Ter um modelo de negócio recorrente e sustentável como copywriter
  • Ser mais estratégico e menos tático
  • Não depender de lançamentos, conteúdo e redes sociais pra gerar resultados
  • Ajudar a melhorar e criar super ofertas
  • Ter auto confiança e internalizar seu valor
  • Saber se posicionar com clientes, pra evitar ser explorado
  • Deixar de ser um copywriter-faz-tudo e se tornar especialista mais bem pago

Enfim.

Percebe a quantidade de habilidades que não tem nada a ver com copy, mas tudo a ver com crescimento e sua conta bancária?

Pois é.

E todas elas (e algumas outras) eu ensino em minha Formação Email Copywriter.

Não só ensino, como também ajudo de perto a colocá-las em prática e fazer acontecer.

É por isso que esse programa já subiu de preço 5 vezes em apenas 2 anos e vai subir de novo. Não tem comparação com o que oferecem por aí.

Mas essa é última vez que ele é oferecido com minha mentoria ilimitada. Amanhã as coisas vão mudar.

Então se fizer sentido, leia a página e faça sua aplicação aqui:
https://docs.google.com/document/d/1gfzcsRJCe4xW-WX2R-ehrJdXsdHzNrJ9u8p3hbQ1YQA/edit?usp=sharing

Hoje é o último dia.

Oh, e eu tinha deixado de fora nessa página 2 bônus incríveis (que valem mais que formações dos gurus??).

Enfim.

Vou almoçar com meu bebê 🙂

Categorias
Artigos Copywriting

Esse tipo nem Jesus salva

Uma pessoa próxima a mim…

A qual eu gosto muito…

Recentemente começou a ouvir cultos/orações de um pastor na internet.

Essa pessoa não é religiosa.

Mas por alguma razão, agora ela ouve o tal pastor digital 3 vezes por dia (de manhã, meio-dia e à noite) pelo celular.

Oh boy… e ouvir é pouco. Ela até fecha os olhinhos e coloca as mãos pra cima quando o pastor pede.

Enfim.

Como disse, essa pessoa é próxima, então de vez em quando eu acabo ouvindo sem querer o tal culto.

E sabe qual é o tipo de mensagem que o pastor prega?

Que se as coisas estão ruins em sua vida, em seu relacionamento, em seu trabalho… a culpa é do inimigo (mais conhecido como Capeta). E a solução pra você salvar seu casamento, sair das dívidas, conseguir um trabalho melhor, ou superar qualquer dificuldade – segundo o pastor digital, é…

  • tambores rufando *

A solução é fazer orações.

Orar, orar e orar até seu casamento se salvar sozinho, suas contas serem pagas e sua vida milagrosamente melhorar da noite pro dia 🙂

A pessoa já está nessa vibe há alguns meses. Todos os dias ela assiste os conselhos do pastor, faz as orações dela, e depois passa o dia reclamando do casamento e do trabalho.

Mas o que ela faz pra melhorar o casamento e o trabalho?

NADA.

Ela assiste os vídeos, e ora com o pastor.

Assiste os vídeos. Ora com o pastor.

Assistir. Orar. Na esperança que Jesus desça dos céus e resolva seus problemas aqui na terra.

Exatamente como fazem muitos copywriters por aí.

Eles passam os dias assistindo vídeos e stories de seus “pastores digitais”, estudando mais e mais copywriting… na esperança que algum milagre aconteça e comecem a cair bons clientes em seu colo e sua carreira decole??

Não… não é assim que funciona.

A fé é fundamental. Mas não basta apenas ter fé.

É preciso ter ação.

É preciso arregaçar as mangas e correr atrás.

É preciso sair desse ciclo vicioso e adotar uma nova postura.

É preciso sair desse conhecimento limitado de copy de guru e crescer e evoluir profissionalmente.

E, na minha opinião, é preciso sair desse mercado de lançamentos e vagas arrombadas e trabalhar com um modelo de negócio sustentável e recorrente.

Se fizer sentido pra você, eu lhe apresento um caminho diferente do que pregam por aí:

O caminho do Email Copywrtier.

Tudo sobre ele aqui:
https://docs.google.com/document/d/1gfzcsRJCe4xW-WX2R-ehrJdXsdHzNrJ9u8p3hbQ1YQA/edit?usp=sharing

Somente até amanhã (domingo, 06/08).

Até amanhã é também a última chance de entrar no programa e receber mentoria ilimitada minha (eu odeio essa palavra mentoria, mas muitos leitores insistem, enfim, é meu acompanhamento 1 a 1 pra lhe ajudar a colocar os ensinamentos em práticas e fechar seu primeiro cliente de email dentro de 14 a 42 dias).

Depois disso o acompanhamento será limitado a 3 meses.

Categorias
Artigos Copywriting

Onde estão os melhores clientes de copy

Eu tinha uma amiga…

Que vivia dizendo que queria encontrar um homem sério, responsável, pra casar, ter filhos e construir família.

Porém…

Essa minha amiga só vivia em baladas de curtição, aplicativos de curtição , e outros lugares 100% de curtição e 0% de compromisso ou seriedade.

Então eu lhe pergunto:

Quais são as chances dela encontrar um homem sério pra casar, se os lugares onde ela procura são frequentados apenas por homens que não querem compromisso, apenas curtição??

Pois é.

Mas parece que esse é um fenômeno bem comum, pois também acontece no mundo do copywriting.

O que mais tem por aí são copywriters buscando bons clientes – em lugares frequentados por clientes malas.

De que lugares estou falando?

  • Sites de freelancers (workana e afins)
  • Grupos de copy (face, whats, telegram, etc)
  • Vagas de trabalho compartilhadas online
  • E suas próprias redes, através da produção de conteúdo

Esses são os ambientes ideais para os clientes infernais.

Eles adooooooram perder tempo postando vagas, criando longos e inúteis formúlários de candidatura, fazendo testes e mais testes de copy, analisando portfolio, fazendo reuniões demoradas (que parecem um interrogatório do FBI).

Enfim.

Tudo isso são comportamentos típicos de clientes malas.

Aqueles que exigem sangue, suor e lágrimas de você – mas só querem pagar merrecas.

Esse é o tipo de cliente que só serve pra “curtição”.

Só dá pra fazer um projetinho aqui e outro ali, mas qualquer coisa além disso vai custar caro pra você e causar arrependimento.

E assim como acontecia com minha amiga, você jamais vai conseguir algo sério, estável e sólido com esse tipo de clientes. Os anos vão passar e sua carreira e vida financeira vão ficar estagnadas, vivendo de projetinhos de pegação sem futuro.

Pra crescer como copywriter (honesto, que não trabalha com PLR, nem suplementos de farinha nem outros produtos mentirosos) você precisa de clientes bons e sólidos. Precisa de uma relação duradoura, de confiança, onde ambos crescem e se desenvolvem juntos.

Você precisa trabalhar com alguém que entenda, respeite e valorize seu trabalho. Alguém que dê as condições pra você evoluir (ao invés de tentar lhe engessar e limitar).

E esse tipo de cliente, meu amigo, não frequenta locais de curtição. Ele está ocupado demais tocando seu negócio pra perder tempo vendo portfolio, fazendo entrevistas e qualquer outra atividade que desvie o foco dele.

Repito: Os bons clientes não perdem tempo com portfolio, entrevista, experiência, formulários, testes e nada disso.

O que eles realmente buscam nos outros é uma coisa só.

A mesma coisa que existe dentro deles, e é a responsável por seu sucesso.

Que coisa é essa?

Atitude.

Se você chegar num cliente ideal com a atitude certa, ela vai identificar isso num piscar de olhos e contratar você sem buracracia ou processo nenhum. Pois ele sabe o valor da atitude e o quanto ela é escassa no mercado.

Ou seja:

Os bons clientes não estão por aí perdendo tempo nesses locais públicos. Eles estão trancados em suas empresas trabalhando.

E se você quiser trabalhar com eles, não dá pra ficar rezando pra eles postarem uma vaga, muito menos que vejam seus conteúdos no insta.

Não mesmo.

Você precisa ir até eles, e abordá-los com atitude.

E lhe digo mais, 1 único bom cliente pode literalmente mudar sua vida.

Pelo menos foi o que aconteceu comigo há alguns anos, quando eu estava num momento difícil financeiro e de repente (com atitude e abordagem certa) conquistei um cliente fixo de email de 5k/mês. Ele me deu fôlego e tempo pra buscar minha saída daquela situação.

Enfim.

Mirar nos bons clientes foi a única maneira que encontrei pra sair daquela vida de projetinhos de curtição e viver relacionamentos sérios e prósperos com bons clientes.

Fois assim que eu cresci.

E é assim que eu ajudo outros a crescererem como copywriter: através de minha formação + programa de acompanhamento.

Se é um caminho que você gostaria de seguir, e ainda ter minha ajuda de perto nessa jornada, amanhã é o dia.

Categorias
Artigos Copywriting

Por que Copywriters desistem

Lembra do que falei sobre o parto de Isabella?

Bem, durante esses 9 meses de gestação nós conversamos e vimos muitas mães em diferentes fases do parto durante nossas idas à urgência.

E foi interessante pois quando perguntavam a Priscilla se o parto dela seria normal ou cesária e ela dizia “vai ser normal”, muita gente se assustava (pois parece que o normal deixou de ser normal).

A razão pra maioria se assustar é por que as maternidades estão cheias de mães que querem ter um parto normal… mas não fazem ideia que na vida real um parto normal é totalmente diferente daquela fantasia que compartilham no instagram, o que faz essas mães se arrependerem no meio do parto, quando as dores intensificam e elas percebem que aquele sofrimento vai se estender por longas horas.

Aí você ouve mãe pedindo socorro… pedindo anestesia… pedindo pelo amor de Deus me tire daqui… e até dizendo que não quer mais aquilo alguém faça parar (como se pudesse dar um control Z no bebê).

Veja, ter um filho é uma das maiores dores que existem no mundo.

Não é fácil.

Não é glamuroso.

Não é fofinho.

É selvagem!

Fica ainda pior quando as mães chegam com “a cara pra cima” pra ter o bebê, guiadas apenas pelos stories fofinhos dos instas de maternidade.

Mas Priscilla não caiu nessa.

Não mesmo.

Ela fez algo bem diferente da maioria das mães. Algo que nos ajudou incrivelmente a passarmos por toda a gestação e pelo parto em si com a cabeça no lugar e uma certa tranquilidade, apesar de tudo.

Algo que a fez ser elogiada pelas enfermeiras e médicos.

E algo que está nos ajudando a enfrentar os desafios do pós-parto e da criação do bebê em si.

O que Priscilla fez foi…
Ela se preparou

Ela não caiu na conversinha dos posts fofinhos sobre parto (escritos por mulheres que nunca tiveram filho). Ela tinha desprezo por isso.

Ao invés, ela se preparou. Nesse caso, foi pesquisar e estudar com médicos, enfermeiros e com outras pessoas que já viveram essa experiência.

Toda essa preparação a fez seguir firme até o fim, e está fazendo ela seguir firme mesmo diante dos novos desafios do nascimento.

Sabe por que?

Porque tanto num parto quanto em qualquer outra área da vida:

Preparação é tudo

E quando eu olho pro mercado de copywriting e converso com pessoas e clientes sobre os profissionais da área, uma coisa fica clara como ovo de galinha:

Não existe preparação nenhuma.

Os gurus prometem “a formação completa de copywriting”… que na prática só ensina a fazer lançamentos… e de uma maneira superficial e babaca.

Outros prometem “os segredos das copys perfeitas”… mas na prática ensinam a escrever textos que forçam a barra e tratam o leitor como um idiota.

Enfim.

A questão é que eles pessimamente ensinam copy… como se apenas saber copy fosse o suficiente pra ter sucesso como copywriter.

É por isso que
copywriters desistem

Eles fazem uma mentoria ou “formação completa” do guru, acreditando que ali terão tudo que precisam pra seguir nessa carreira… mas quando saem com o caro certificado debaixo do braço e tentam entrar em campo no mercado, percebem que a coisa é diferente do que foi mostrado pelo guru.

De repente, aquele certificado de peso reconhecido pelo MEC não significa porra nenhuma pros clientes…

Nem aquele portfolio bonito que ele montou no curso (com copys falsas de teste).

E aquelas estratégias pra conseguir clientes que aprenderam? Só trouxeram raiva, frustração e até prejuízo (pois alguns ensinam o copywriter a fazer anúncios pagos).

Em resumo:

Os copywriters só sabem
escrever copy (e olhe lá)

Não sabem como conseguir clientes.

Não sabem quanto nem como cobrar.

Não enxergam sua carreira como um negócio.

Não sabem como lidar com clientes.

Não sabem fazer outra coisa além de lançamentos.

Não sabem nem pensar direito, pois tudo que aprenderam foi a escrever usando modelos e hacks.

E por causa da falta de preparação pro mercado e pra vida real…

Muitos desistem dessa carreira.

Outros vão apenas empurrando com a barriga, pegando um projeitnho aqui outro ali, mas não saem disso. Não conseguem crescer, muito menos ter uma renda mensal digna.

Pois é.

Foi por revolta a essa situação que eu decidi parar de apenas escrever sobre isso, e fazer alguma coisa.

Foi então que lancei um workshop sobre como ser um email copywriter…

Que evoluiu pra um curso…

E hoje se tornou um treinamento robusto + um programa de acompanhamento.

Algo que traz um conhecimento profundo e avançado sobre copy, marketing e sobre como conduzir seu negócio de copywriting da forma mais tranquila que existe (na minha opinião): Escrevendo apenas emails, em troca de porcentagem dos resultados ou de valores fixos mensais de 3k a 6k.

E nesta quinta-feira vem aí mais uma nova evolução desse treinamento, e mais uma oportunidade pra aqueles que querem dar adeus a lançamentos e vagas arrombadas e fazer parte de um pequeno grupo de copywriters rebeldes que desafiam as leis do mercado e vivem nos seus próprios termos.

Categorias
Artigos Copywriting

Estrategistas Degetais

Esses dias um anúncio me impressinou.

Era de uma profissional que se dizia estrategista digital, copywriter e mais alguns outros títulos importantes.

O que mais me impressinou no anúncio foi a estratégia usada pela “estrategista”.

Veja:

Era um anúncio no linkedin…

E foi enviado como mensagem pra mim.

A copy era mais sem graça que assistir Zorra total. E a única promessa era a de “potencializar minha carreira digital”. E pra isso ela me convidava pra seguir a página dela no instagram… e qualquer coisa chama-la no direct??

Nossa…

Que estragégia matadora…

Matadora de orçamento – pois ela vai queimar grana, pra no máximo conseguir alguns seguidores, e 90% desses poucos seguidores vão pro lixo, já que o insta só entrega as postagens pra uma minoria.

E que tal chamar no direct?

Como você faz um anúncio genérico, sem nenhum tipo de venda, pra público 100% frio, e vai conversar com essas pessoas por mensagem (1 a 1)? Quem tem tempo pra passar o dia falando com curiosos que não vão comprar de você?

Percebe como a estratégia é complexa e ao mesmo tempo… destinada ao fracasso?

Pois é.

Assim como esse exemplo, nosso mercado está cheio de estrategistas degetais – ou seja: degenerando o digital.

São pessoas que fizeram um curso de guru e agora se acham estrategistas. Mas uma rápida conversa com eles mostra que seu arsenal de estratégias se resume a:

1- Fazer Lançamentos
2- Produzir conteúdo
3- Alguma ideia bizarra como o exemplo acima

Só isso e nada mais.

Aí o cliente chega com um problema de conversões e o sr. estrategista recomenda:

“Eh… aí precisamos produzir mais conteúdo e fazer um lançamento”

O cliente está com as margens baixa?

“Tem que produzir conteúdos melhores… e melhorar a copy dos lançamentos”

Os anúncios não estão performando bem?

“Precisa entregar mais conteúdo, fazer lives, jogar pro whatsapp… e fazer um lançamento”

Quer escalar seu negócio?

“Precisa produzir mais conteúdo… e fazer lançamentos maiores”

Seja qual for o problema, a “solução” é sempre a mesma.

Por que se tudo que você tem é um martelo… você vai tratar tudo como um prego.

Mas isso não é tudo.

Existem outros problemas na vida dos estrategistas degetais:

  • Lançamentos estão funcionando cada vez menos (e dando mais trabalho)
  • É mais difícil competir num mercado quando todo mundo está fazendo a mesma coisa que você (conteúdo e lançamentos) e dispostos a cobrar muito menos
  • Lançamentos são demorados, caros e trabalhosos pra fazer – e por conta disso seu trabalho é mais difícil e depende 100% do expert, da boa vontade e cooperação dele
  • Paga mal. Sério, quanto lhe pagam por um lançamento inteiro?

Enfim.

Foi por essas e outras que pulei fora desse inferno de conteúdo e lançamentos anos atrás e me encantei pelo mundo do email.

Trabalhar com emails é o oposto de lançamentos:

  • Está funcionando cada vez mais (já que os marketeiros não usam, ou usam só pra enviar lembretes)
  • Não existe competição – pois ninguém mais no Brasil faz isso
  • Criar campanhas de email é rápido, sem custo e simples de fazer, e você é 100% independente pois não depende em nada do expert nem de ninguém
  • Paga muito bem. Você pode cobrar inicialmente de 3k a 6k por mês, por cliente, apenas pra escrever 1 email por dia. Se não tiver medo, você pode cobrar porcentagem dos resultados (30% a 50%) e fazer bons 5 dígitos por mês com um único cliente e 1 email por dia.

É exatamente isso que eu ensino em meu programa de formação e acompanhamento que vai ao ar nessa semana.

Oh, e se você cansou de ser estrategista degetal, além de aprender a enxermar copy e marketing de uma forma totalmente diferente da que os gurus ensinam por aí, você também vai aprender estratégias únicas, e um dos bônus que eu entrego é um guia rápido com 100 estratégias de copywriting e marketing direto pra ajudar a gerar mais resultados pros clientes, com menos esforço (e sem lançamento e conteúdo).

Categorias
Artigos Copywriting

Por que americanos não fazem lançamentos?

Depois de 2 dias no hospital…

Estamos de volta em casa (com toooodo o sono do mundo).

Aparentemente, são apenas algumas “sequelas” do pós-parto, mas só o tempo (e mais exames) dirá.

Enfim.

O nascimento de Isabella, o sufoco que passamos, e essas idas a urgências me fizeram pensar bastante.

A cada dia eu quero passar mais tempo com minha família (e amigos), e menos tempo trabalhando.

Não me entenda mal, eu adoro o que faço, e hoje só trabalho algumas horas por dia… mas eu quero levar isso ao limite máximo – que até onde sei é na casa dos 2M a 3M por ano – trabalhando de 2 a 4 horas por dia, com paz e prazer.

Esse é o objetivo:

Simplificar e crescer. Ao máximo.

E por falar em simplificar e crescer…

Você já parou pra pensar:

Por que os Estados Unidos – que são pioneiros em tudo no mundo, que literalmente inventaram o copywriting, a propaganda como conhecemos e praticamente tudo sobre marketcheng que existe…

Por que num país tão avançado assim… seus copywriters não fazem lançamentos?

Será por que os americanos pararam no tempo, e foram superados pelos gurus brasileiros??

Será que os copywriters gringos não gostam de “6 em 7”?

Ou será que…

Ah meu Deus…

Ou será por que… lançamentos… essa paixão nacional do brasileiro… não é um modelo de negócio sustentável??

Holy Shit 😱

Bem, você pode engolir e acreditar no que quiser dos gurus de instagram… mas a verdade é que os americanos abandonaram esse modelo de negócio há muitos e muitos anos.

Veja:

Essa estratégia de “lançamentis” foi criada em 2005, e na época virou febre. Frank Kern, Brendon Burchard, Todd Brown, John Carlton, John Reese e vários outros grandes nomes entraram nessa com tudo. Mas em poucos anos todos eles abandoram lançamentos sem jamais olhar pra trás.

Por que será?

Bem, Frank Kern disse que não aguentava mais viver naquela pressão, sem tempo pra família e vendo sua saúde desmoronar.

John Reese, por razões semelhantes. Mas ele nunca mais quis saber de internet e se aposentou.

Todd Brown? Ele não decidiu parar com essa vida… ele foi obrigado a parar, depois de sofrer um infarto aos 40 anos de idade.

Assim com eles, centenas (ou milhares?) de experts brasileiros desistem dessa vida ou apenas sobrevivem no limite, como uma bomba relógio prestes a sofrer um ataque (muitos sofrem ataques e ainda voltam pra esa vida).

E tudo isso acontece porque lançamento não é um modelo de negócio sustentável.

Não é sustentável pro produtos/expert.

E não é sustentável pro copywriter.

E sempre quando abordo esse tema eu falo mais sobre o produtor, mas hoje vou explorar a vida do copywriter de lançamentos.

Veja:

Como você sabe, os americanos são a nação que mais entende de copy, marketcheng e de ganhar grana no mundo. Não sou eu que estou dizendo. É a história, os fatos e os números.

Sendo assim, por que os copywriters de lá (tanto os grandes quanto os pequenos) não fazem lançamentos?

Será que é por que os caras que estão no topo do mundo são mais burros que nós brasileiros?

Eu diria que não.

A verdade é que assim como os experts, os copywriters americanos também sofreram com a loucura dos lançamentos, mas diferente dos brasileiros, eles mudaram pra maneiras mais inteligentes e sustentáveis de fazer la plata.

E o que os copywriters gringos fazem?

Bem, os que mais ganham lá fazem exatamente a mesma coisa que faziam os antigos mestres do copywriting como Gary Halbert, Claude Hopkins e Eugene Schwartz:

Eles escrevem cartas de vendas, anúncios, newsletters e malas diretas (tanto digitais quanto impressas – pois ainda convertem muito bem).

Eles não escrevem conteúdos de instagram, nem meteóricos, nem CPLS, nem naaaaada disso.

Nope.

Eles fazem as mesmas coisas que os maiores copywriters faziam há muitas décadas.

E por que você acha que eles ainda fazem esse tipo de trabalho “antigo”?

Simplicidade e crescimento.

Eles escolheram focar no 80/20.

No menor trabalho que gera os maiores resultados possíveis.

E de todos os canais que os gringos trabalham, existe um especial que é o responsável por gerar a maior receita de todas.

Que canal é esse?

O bom e velho email.

É por isso que diferente dos brasileiros, você não vê as empresas de marketing direto americanas usando redes fossiais. A maioria delas nem tem perfil.

Por que?

Simplicidade e crescimento.

Por que perder tempo, energia e recursos produzindo conteúdo e palhaçadas nas redes fossiais se com simples emails rápidos eles conseguem gerar 10x ou 20x mais receita em menos tempo?

Não faz sentido.

Quer dizer, até faz… mas só pros brasileiros masoquistas.

Por que estou lhe dizendo isso? Você pergunta.

Porque enquanto essa febre de lançamentos está acabando com o sossego dos experts… também está criando oportunidades incríveis pra copywriters atentos às mudanças do mercado.

Nesse momento existe um pequeno grupo de copywriters que cansaram dessa tortura brasileira e decidiram seguir os americanos, se especializando em gerar receita por email.

O resultado?

Eles estão conseguindo gerar múltilos 5, 6, até 7 dígitos por campanhas entre lançamentos – usando apenas email e nada mais.

Em troca disso, alguns recebem uma porcentagem dos ganhos. Outros mais conservadores preferem receber um valor fixo que varia de 3k a 6k por mês – só pra escrever emails.

De qualquer forma, foi o melhor caminho que encontrei pra fugir de lançamentos e de agências e vagas arrombadas, e finalmente ter aquele estilo de vida de copywriter que sonhamos quando entramos nesse ramo (e acreditamos nas promessas dos gurus).

Dito isso:

Se você quiser ser um desses copywriters rebeldes e entrar pra esse pequeno grupo que desafia o status quo do mercado brasileiro, nos próximos você terá a oportunidade de ter minha ajuda de perto pra isso.

Categorias
Artigos Copywriting

Kopy Sutra e Como dominar clientes

Fizeram terrorismo comigo.

Antes de Isabella nascer, 9 em cada 10 pessoas que falavam comigo me davam o mesmo conselho:

“Meu amigo, aproveite pra dormir muito enquanto você pode, por que depois que essa menina nascer você nunca mais vai dormir.”

Ok…

E eu só conseguia pensar que tô ferrado porque eu sou daquele tipo de pessoa que não se contenta com pouco sono.

Na verdade, quando durmo pouco ou mal… eu fico péssimo.

Dói a cabeça.

O cérebro não funciona direito.

Trabalhar então… até injetando café na veia é difícil.

Mas ok… deixa a menina nascer e vamos ver como vai ser.

Porém, contudo, todavia…

Eu não deixei meu destino aos cuidados da sorte.

Nope.

Eu e Priscilla (que também odeia perder noites) demos uma pesquisada sobre como fazer bebês dormir e juntamos algumas informações pra usar.

E sim, eu sei que Isabella só tem alguns dias de vida, que recém-nascido dorme muito, e cada bebê é diferente e tal…

Mas nós estamos conseguindo gerenciar tudo pra acordar apenas 1 vez na noite e dormir bem melhor que todos os pais que conversamos.

O segredo?

É só dar 1 rivotril pelo dia e outro pela noite ao bebê.

Tãããããããão simples… e esses pais aí sofrendo 🙂

Sacanagem.

O segredo na verdade é controle e posicionamento.

Trata-se de criar um ambiente controlado e se posicionar de uma certa maneira pra assumir o controle da situação, caso contrário, quem assume é o inocente e perigoso bebêzinho.

Por que perigoso?

Porque por trás daqueles olhos encantadores se escondem os maiores déspotas escravizadores de pais da humanidade.

E se você acha que estou exagerando, espere pra ver o que acontece quando esses bebês dominadores crescem:

Eles literalmente controlam a vida dos pais.

Controlam quando o pai pode se aproximar e fazer carinho na mãe.

Controlam quando os pais podem sair.

Controlam se os pais podem ou não brigar com eles.

Controlam o que os pais vão assistir.

Controlam quando os pais podem se divertir.

Enfim.

E antes que você pense que eu sou um déspota perverso e dominador que maltrata crianças… não.

Pelo contrário, eu amo minha filha e faço absolutamente tudo pra que ela seja feliz de verdade.

E é justamente por essa razão que eu não posso deixar ela assumir o controle.

Veja:

Muitos pais hoje em dia perderam sua posição de autoridade e o controle dos filhos. A coisa se inverteu. Os filhos estão no comando fazendo o que quiser com os pais (obviamente sem eles se darem conta).

O resultado é uma relação mais cansativa do que prazerosa, e crianças rebeldes, fracas, sem valores de família, sem educação, sem fé e viciadas em celular.

Por que se você como pai, não assumir o controle e se posicionar como autoridade, o tik tok (ou qualquer outra forte influência) vai doutrinar a criança e estragar a felicidade dela mesma e a relação de vocês.

O que isso tem a ver com copywriting, clientes e o título desse email?

Tudo.

Pois a mesma coisa acontece na relação cliente x copywriter.

Veja:

Se o copywriter não assumir o controle e se colocar numa posição de autoridade, os clientes vão explorá-lo, exigir dedicação total e exclusiva (dia e noite), e vão fazê-lo comer o pão que o diabo cagou.

Oh, mas isso não é tudo.

Se você não assumir o controle e se posicionar corretamente, os clientes vão também:

  • Editar, Alterar e até refazer suas copys e dizer a você como escrever copy
  • Empurrar trabalho além de sua área (redes sociais, design, vídeo, conteúdo, criação de páginas, site, etc)
  • Controlar seus horários e sua vida
  • Entupir sua agenda de reuniões estúpidas e inúteis
  • Dificultar seu trabalho, com procedimentos e processos imbecis
  • Esculhambar sua pessoa quando você errar, e assumir a ideia quando você acertar

Entre outras coisas.

E tudo isso em troca do menor pagamento possível (que às vezes atrasa??)

Como eu sei disso tudo??

Por que eu já fui um freelancer ingênuo e inseguro, que por longos anos foi dominado por clientes.

O problema é que eu acreditava que a culpa era dos clientes. Que o problema era sempre com eles. Quando, na verdade, a culpa era 100% minha por não me posicionar e assumir o controle – e deixar o cliente fazer o que quisesse comigo.

É por essas e outras razões, que uma das novas atualizações de minha Formação de Email Copywriter é o Guia:

Kopy Sutra – Como se posicionar e dominar clientes

Nesse guia eu vou explicar como essa ideia de servidão e submissão aos clientes já vem enraizada nas profundezas de nossas mentes e, é claro, mostrar em detalhes o que fazer pra se posicionar corretamente e assumir o controle da situação sempre (até quando é preciso demitir o cliente).

O objetivo desse guia é lhe ajudar a:

1- Fechar contratos melhores (trabalho menor e pagamento maior)
2- Ter uma relação leve e até divertida com os clientes
3- Construir e blindar sua auto-confiança
4- Ser mais feliz com seu trabalho

Pois é.

E com essas novas atualizações, logo virá também um novo preço (mas sempre maior, quem você pensa que eu sou, um guru??).

Mais sobre isso nos próximos emails.

Categorias
Artigos Copywriting

Como escalar como Copywriter

Essa é uma das perguntas que mais recebo:

“Bruno, como eu escalo meu trabalho como copywriter?”

Isso é o que muitos perguntam…

Mas é o que poucos estão dispostos a fazer de verdade.

Por que digo isso?

Porque o primeiro passo pra escalar é:

Sair da zona de conforto

Porém, que mais tem por aí é copywriter preso em agência ou cliente arrombado, com medo de sair pra não perder o “garantido” no fim do mês.

Só que esse mesmo garantido – é o que toma todo o tempo e energia dele, e o impede de escalar seu trabalho.

O segundo passo pra escalar é:

Mudar seu modelo de negócio

Porque é muito muito muito difícil escalar se você atua no velho modelo de vender seu tempo.

Por exemplo:

Como você vai escalar… escrevendo posts, landing pages e artigos?

Você é capaz de escrever 20.000 copys dessa por mês??

Aí, alguns mais espertinhos que tentam fugir disso seguem o caminhos dos gurus e vão atrás de experts pra fazer lançamentos.

Mas isso se enquadra no mesmo problema do segundo passo:

Lançamentos é um modelo de negócio falho.

Grana inconsistente. Inseguro. Cada vez funcionando menos. Enfim.

Sem contar que a maioria dos copywriters que tentam seguir esse caminho, pegam a estrada mais difícil – que é se aliar a um expert que está começando ou ainda tem um negócio muito pequeno e sem recursos nenhum.

O que nos leva ao passo 3:

Comece GRANDE

A melhor e mais rápida maneira de escalar como copywriter é começar grande.

Isso significa que você não vai começar nada do zero.

Você deve se aliar a grandes experts ou empresas – e gerar resultados em troca de uma fatia das vendas (mas fazendo lançamentos, como ensinam por aí).

“Mas Bruno, eu não tenho experiência, não tenho porftolio, não conheço ninguém, não sou ninguém nesse mercado. Como eles vão me aceitar??”

Aí entra o passo número 4:

Faça uma oferta que eles não possam recusar

Veja:

É quase impossível convencer um grande expert ou empresa a confiar todas as suas copys a um completo desconhecido como você.

isso não vai rolar.

Assim como eles também não vão confiar um lançamento a você.

No máximo uma nova versão da VSL, que eles topariam fazer um teste AB. Porém, jamais lhe dariam uma porcentagem das conversões.

Esse é o caminho difícil.

Mas existe um caminho mais fácil.

Que é onde você chega pra essa empresa (ou expert) e pede pra trabalhar com aquela velha lista de emails empoeirada que eles nem usam mais (ou só usam pra mandar lembretes)

Aquela lista que muitas vezes é um custo pra eles (pois a mensalidade da ferramenta é maior do que o que eles geram por mês por email).

E você propõe pegar aquela lista parada e trabalhar nela pra gerar vendas – em troca de uma fatia dos resultados.

Zero trabalho pra eles.

Zero risco (já que os emails são aprovados por eles).

Zero investimento (pois você pode receber apenas pelos resultados)

E uma excelente oportunidade de fazer algumas dezenas de milhares extras em 30 dias.

A partir daí, se os resultados forem bons. Se você ficar feliz. Se eles ficarem felizes. Vocês podem continuar essa parceria.

E assim você não apenas escala seus ganhos mensais (é um trabalho recorrente) – como reduz sua carga de trabalho – afinal, você vai focar 100% em emails.

Além disso, dá pra tranquilamente atender 2, 3, 4 clientes como esses.

Faz sentido?

Claro que essa não é a única maneira de escalar como copywriter…

Mas foi a que fez mais sentido pra mim.

E é também a que eu ensino em detalhes em minha Formação de Email Copywriter.

Não apenas ensino, como também ajudo você de perto a conseguir clientes e gerar os resultados.

Sim, é sim “bom demais pra ser verdade.”

E é por ser tão bom que, diferente dos gurus, o preço do meu programa continua subindo e subindo, pois eu continuo melhorando e melhorando a formação.

Inclusive, nesse momento novas atualizações estão sendo feitas e em breve você poderá ter a chance de entrar pra família do email em sua mais nova versão…

Mas só se for aceito, é claro. Pois também diferente dos gurus, eu não deixo qualquer um fazer parte do meu programa 🙂

Categorias
Artigos Copywriting

Copywriter faz-tudo, ganha nada

Continuando o embalo do email de ontem…

Hoje trago à tona o problema do copywriter faz-tudo.

Estou falando daqueles que escrevem posts pra redes fossiais, textos pra blogs, emails, mensagens de whatsapp, roteiros de lives, facebook ads, youtube ads, advertoriais, landing pages, lançamentos inteiros, páginas de vendas, e até conteúdo pra empresa/produtor.

Alguns vão além e se tornam faz-mais-que-tudo, são os que além de tudo isso, editam imagens, vídeos, trabalham com wordpress, criação de páginas, fazem anúncios, cuidam das ferramentas e falta pouco pra fazerem o almoço e a faxina 🙂

Eu penso o seguinte:

Se você está começando agora, tudo bem se meter numa furada dessas.

Vai lhe dar alguma experiência, conhecimento e calos nas mãos.

Mas se você já tem um tempo no mercado e continua nessa, você tem que fazer de tudo pra sair dessa posição o mais rápido possível.

Veja:

Em qualquer área de atuação no mundo, os faz-tudo são os que mais trabalham e os que menos ganham. Eles são os quebra-galhos, os “Severinos”, os burros de carga que apesar de trabalharem mais duro que todo mundo, são os menos recompensados.

Por que?

Porque:

1- E em geral, as atividades do faz-tudo são de baixo valor, são coisas genéricas que qualquer outra pessoa poderia fazer (talvez até por menos merrecas).

Até mesmo as atividades que seriam mais valiosas, como escrever uma carta de vendas por exemplo, perde seu valor pois o faz-tudo precisa fazê-la o mais rápido possível (pra fazer as outras coisas) – o que reduz a qualidade drasticamente.

2- Por uma questão de posicionamento profissional (generalista x especialista). Os profissionais mais bem pagos de todo o mundo, em qualquer área, são o oposto de um faz-tudo. São especialistas em alguma área, trabalham mais com a cabeça do que com as mãos, e com atividades de alto valor.

Enfim.

Um grande problema que vejo no mercado de copywriting é que existem faz-tudo demais, e especialistas de menos.

Até mesmo aqueles que se chamam “estrategistas” ou especialistas, na verdade não são nada diferentes dos demais: Só sabem fazer lançamentos e o basicão.

Nada além disso.

E qual o problema?

Bem, com dezenas de milhares de copywriters oferecendo exatamente a mesma coisa, (e desesperados pra conseguir um projeto ou trabalho), você se torna apenas mais um na multidão.

A prova disso é está nas vagas oferecidas, cada vez mais arrombadas.

Fica ainda pior quando relembro que o mercado de copy no Brasil é quase todo voltado pra lançamentos… e lançamentos estão funcionando menos e menos a cada ano, o que exige mais esforço e trabalho do copywriter, por uma recompensa menor.

Não sei você, mas isso não me parece nada com “o melhor trabalho do mundo”.

Pra mim tá mais pro oposto.

Fui por essas e outras que abandonei o mercado de copy muitos anos atrás.

O que me fez voltar, e finalmente ser muito bem remunerado e feliz com meu trabalho… foi sair desse oceano sangrento e me especializar em algo que ninguém faz no Brasil:

Monetizar listas de emails.

Meu único arrependimento foi ter demorado demais pra trilhar esse caminho.

Com tanta complicação que via nesse mundo digital: funis, chatbot, redes fossiais, lançamentos, ads, táticas, produção de conteúdo, etc… não entrava na minha cabeça que era possível conseguir grandes conversões usando apenas email.

Era simples demais.

Eu olhava pros emails do Ben Settle (um de meus mestres) e dizia:

“Email…? Num mundo de vídeo e redes fossiais?? Não tem como.”

Mas no dia que me deixei ser convencido, e dei uma chance pro email… na primeira campanha já pude ver a “quase-mágica” acontecer.

Meus simples emails converteram mais do que o lançamento inteiro do cliente.

E olha que eu vendi o mesmo produto.

“Como você fez isso?” Ele perguntou.

“É que eu trabalho de maneira mais estratégica”.

E é a mais pura verdade.

Pois não se trata de email. Se trata de abandonar guruzices e fórmulas, e atuar de maneira estratégica de verdade. O email é apenas o canal, a arma.

Mas o que faz a diferença é como você enxerga o negócio, e como age com mais inteligência pra trazer maiores resultados, com menos esforço – sem vídeos, sem lançamentos, sem lives, nem produzir conteúdo, sem nada disso.

Foi aí que as coisas começaram a melhorar pra mim, pois parei de escrever todo tipo de copy – ganhando menos… e passei a receber 5k por mês, por cliente – pra escrever apenas emails.

Depois migrei pro modelo de porcentagem dos resultados (o que eu recomendo muito).

E basicamente tudo isso foi por que deixei de ser um faz-tudo, generalista de baixo valor… e me tornei especialista numa atividade de alto valor (monetizar listas de emails).

Isso já faz alguns anos e eu diria que hoje esse mercado é ainda melhor.

Por que?

  • Porque não tem concorrência – já que ninguém quer trabalhar com email, nem acredita nele, nem quer ser o profissional ultrapassado.
  • Porque com anúncios mais caros e lançamentos funcionando menos, os experts estão desesperados por uma alternativa pro seu negócio
  • Porque com tanta confusão e artificialidade nas redes fossiais, o consumidor valoriza mais um momento de relacionamento verdadeiro e uma conversa 1 a 1 que só o email proporciona
  • Porque 99% do que ensinam por aí sobre email é tosqueira que não funciona, e quando você pega uma lista “morta” e a transforma numa nova fonte de receita de 5 ou 6 dígitos mensais – você se coloca numa posição superior a qualquer outro profissional.
  • E porque na próxima semana você vai poder aprender a fazer tudo isso com minha ajuda de perto, e sem guruzismo.