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Conselho de Buda pra empresários insatisfeitos com seus esforços no digital

Eu não tenho religião.

Cresci numa família “católica” mas eu sempre odiei ir pra igreja e seguir aquelas regras sem sentido (pra mim).

E quando eu digo “católica”, é porque muitos familiares rezavam pra Deus todos os dias… mas quando a coisa apertava, eles corriam escondidos atrás de um macumbeiro pra fazer um “trabalho”.

Eu já fui em alguns terreiros de macumba e também não gostei.

Já vi algumas variações de evangélicos, e também não gostei.

De todas as religiões, as únicos que fazem sentido pra mim (e que eu sigo algumas coisas) são o espiritismo e o budismo… que na verdade não são exatamente religiões, mas sim filosofias de vida, ensinamentos e afins.

Uma das coisas que gosto do Budismo, por exemplo, é que eles acreditam que o grande objetivo da vida é eliminar o sofrimento e atingir a iluminação.

Isso é algo que levo pra tudo que faço na vida.

Sempre busco eliminar o sofrimento e atingir o nível máximo de felicidade/satisfação ao fazer aquilo.

Principalmente nos negócios.

Pois é muito fácil se perder no meio de tantas tentações digitais.

Uma estratégia aqui. Outro método ali. Uma tática aqui. Outra novidade ali.

E nessa levada, o que era pra ser um caminho pra liberdade… se torna o maior sofrimento da vida da pessoa.

De repente, você acorda e vai dormir todo dia pensando nos anúncios que estão rodando, no lançamento que vai fazer, no conteúdo que tem que criar – e não consegue desligar 1 minuto pra aproveitar a vida.

Não consegue… e não pode.

Porque se desligar, a coisa desmorona.

Mas você sabe qual é a verdadeira causa do sofrimento no digital?

Não é exatamente fazer lançamentos…

Nem redes fossiais…

Nem produção de conteúdo…

Não.

É algo mais profundo, que vem antes de tudo isso.

A razão pela qual as pessoas (e empresas) sofrem no digital é por não ter uma estratégia simples – que funciona todos os dias – durante anos.

Por não ter uma estratégia simples, que funciona todo dia, de maneira previsível – todo mês tem gente correndo como louco pra tirar leite de pedra.

Ah… e como os gurus adoram isso 🙂

Eles adoram essa necessidade por “algo novo” e todo mês criam alguma coisa tosca, embrulhada numa linda embalagem que brilha como ouro – e que atrai empreendedores como moscas no mel.

Mas enfim.

De um lado eu via essa correria desumana, que começava de novo no início de cada mês… num sofrimento sem fim.

Do outro, eu via algumas pessoas que seguiam a mesma estratégia por mais de 20 anos – usando apenas emails.

Uma vez que entendi isso e atingi a “iluminação” digital, eu escolhi fugir de todo esse sofrimento de lançamentos, redes fossiais e afins – e focar 100% no simples, que funciona todos os dias, há mais de 20 anos:

O caminho do email.

Um caminho que, a partir da próxima semana, vou ajudar um pequeno grupo de empresários a seguir, monetizando suas listas de email mês após mês – com simplicidade e alta lucratividade.

Se você tem um negócio, uma lista de emails, e gostaria de fazer parte desse grupo de rebeldes do marketcheng…

Responda esse email dizendo “estou interessado” para mais detalhes.

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Como trabalhar menos e converter mais

No sábado Priscilla foi o alvo de Isabella…

Mas hoje de manhã, foi em mim que ela mirou.

Bem na hora que tirei a fralda mijada e coloquei a nova por baixo dela…

Saiu um xixizinho.

“Olha amor, ela já tá mijando na fralda n–” Mas antes de terminar a frase, aquela bebê de olhar inocente disparou seu canhão intestinal com toda força na direção do rosto do papai, que por sorte não foi atingido.

“Quaaaaaaase”

Mas o estrago foi grande e precisamos convocar a equipe de limpeza 🙂

E sim, mais um email falando sobre merda…

Mas dizem os supersticiosos que merda atrai diñero.

O que uma coisa tem a ver com outra eu realmente não faço ideia, mas enfim.

Por falar em superstição…

(palavrinha esquisita de falar certo, não é? superrrrs-ti-ção.)

Existem muitas delas quando se trata de conseguir o máximo de receita com seu negócio.

Por exemplo:

Uma crença comum é pensar que pra ganhar mais… você precisa fazer mais.

Do tipo: Se eu tô fazendo X por mês com 10 conteúdos por semana… pra fazer 2x eu preciso fazer 20 ou 30 novos conteúdos por semana…

E ao invés de 1 lançamentos a cada 2 meses… 1 por mês.

Enfim. Você entendeu a ideia.

Essa é a crença comum.

Mas como disse, na maioria das vezes ela não passa de superstição.

Por que?

Porque como um ser humano de energia e tempo limitados… você obviamente tem limites. Você só pode e consegue trabalhar um determinado número de horas por dia, logo, fica claro que a solução não pode ser fazer mais.

Inclusive ontem recebi a notícia de que uma amiga nossa, que junto com o marido faz por volta de uns 60k no mês – nesse pensamento de fazer sempre mais e mais – teve um colapso nervoso. Deu um treco na frente de um cliente e ficou toda torta sem conseguir controlar o próprio corpo.

Casos como esse e outras consequências do burnout aumentam ano após ano no mundo, o que também prova que a solução não é fazer MAIS.

A solução está numa frase que vi ontem:

“A causa número 1 pro sucesso, é focar em coisas que têm consequencias com alto potencial. Enquanto a causa número 1 pro fracasso é focar em coisas com consequencias de baixo potencial.”

Vamos analisar alguns exemplos práticos disso?

Vamos 🙂

Um dos maiores desperdícios de tempo e energia que eu vejo no mundo hoje se encontra nas redes fossiais.

Você passa sei lá quantas horas por semana produzindo stories… que depois de 24h são destruídos??

Ou dedica 2 horas numa live de conteúdo ou tira dúvidas… que depois se perde no arquivo de seu perfil (se perde porque isso não indexa e as redes só querem coisas novas)??

Ou dedica horas criando imagens e produzindo conteúdo… que também é perdido nos arquivos do seu perfil??

Percebe como é um esforço cujos resultados não são potencializados?

Pelo contrário, depois de 24h eles praticamente não servem mais pra nada.

Outro caso comum de energia e tempo não tão bem aproveitados é nos lançamentos.

A prática do mercado é: Passar 1 mês inteiro trabalhando duro pra produzir vídeos, roteiros, copys, emails, conteúdos, lives e o escambal… pra depois que fechar o carrinho, jogar tudo fora (incluindo a lista de emails)… e começar tudo de novo, do zero, no próximo lançamento??

Nada legal.

Pra mim, a melhor solução é focar nas atividades chave que geram resultados potencializados como, por exemplo, nossa estratégia de conversão por email.

Veja:

Enquanto um storie, conteúdo ou live são vistos cada vez por menos pessoas de seu público e se perdem cada vez mais rapidamente em seu arquivo do perfil…

Um email enviado uma vez pode ser usado e reusado todos os dias, por meses, até anos – como parte de uma automação ou como artigo de blog – e vai funcionar como um passivo que traz resultados pra você.

O valor de um bom email só aumenta com o tempo.

Sem contar que tem mais alcance e visualização, é mais fácil e simples de criar, e gostoso de fazer (quando você faz do meu jeito).

E aqui estamos falando de apenas um simples email.

Quando falamos de intensificar o relacionamento com seu público, solidificar sua comunicação, criar seu processo de conversão e ascenção de leads e construir seu próprio universo de marketcheng… aí os números se tornam quase inacreditáveis pra quem vê de fora.

Mesmo num mundo de vídeos e redes fossiais, Email ainda é a mídia suprema pra que busca um negócio de alto retorno com liberdade (destaque pra essa última palavra que faz toda a diferença em nossas vidas)

E você gostaria de ter minha ajuda pra explorar todo o potencial de rentabilidade de seu negócio – usando simples emails – responda esse email dizendo “estou interessado”.

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A grande cagada digital?

Esse email foi inspirado na super cagada que meu bebê deu ontem…

Que quase… por um milímetro… não foi no rosto de Priscilla.

Aqui está a foto pra voc–

Não, sacanagem 🙂

Mas isso com certeza me lembrou de uma grande cagada que vejo muitos cometendo no digital.

Vou explicar:

É comum encontrar empresas com um alto fluxo de vendas mensais… mas com uma pequena margem no bolso.

Por conta disso, todo mês eles precisam se reinventar. Criar novas estratégias. Criar novos webinários. Fazer nova lives. Novos Lançamentos. Produzir novas toneladas de conteúdo. Tudo num ritmo frenético pra conseguir manter a cabeça fora da água.

Muitas desembolsam uma nota preta nas ferramentas mais avançadas, em masterminds de gurus, em cursos de gurus… mas ainda assim, no fim do mês – as margens sempre são baixas, e eles não conseguem nem acumular um caixa decente.

Por que isso acontece?

A razão é bem simples:

Eles só focam no mais difícil (e menos lucrativo) que é:

O front-end.

Elas rodam uma mega operação, com centenas de anúncios por mês, webinários, lançamentos, conteúdos, lives e tudo mais… mas tudo com o objetivo de converter agora. E tudo focado em produtinhos de baixo ticket.

E depois que os clientes adquirem esses produtinhos, e que finalmente chegou a hora de monetizar essas pessoas com o back-end… aí essas empresas abandonam sua lista e vão em busca de que?

De novos clientes pros seus front-ends.

Não posso dizer que é impossível crescer assim… mas é literalmente como tirar leite de pedra.

É tãããããõ desgastante… Requer uma operação tãããão complexa… E requer investimentos tão altos… que se por acaso algo der errado, eles correm o risco de quebrar em 1 mês.

Definitivamente, não é um jeito divertido nem saudável de conduzir um negócio.

Pra mim é uma grande cagada que muitos cometem.

E, de novo, tudo isso por uma simples razão:

Foco 100% no front-end… e 0% no backend.

E quando alguns deles se consultam comigo e eu mostro isso, eles sempre dizem a mesma coisa:

“Ah Bruno, nós já tentamos criar produtos de alto ticket, mas nosso público não pode pagar, é todo mundo quebrado, blá blá blá”

O que quase sempre não é verdade.

A verdade geralmente é que eles só sabem converter produtinhos… mas não sabem como criar as 0fertas certas… e… ascender seus clientes nelas.

O problema é que enquanto eles não fizerem isso, eles nunca terão margens pra crescer o negócio com solidez e tranquilidade.

Vejamos isso na prática:

Se você despende, por exemplo, 60 reais em anúncios pra fazer uma conversão de um produto de 97. Sobra 37, certo?

Errado.

Existem vários outros custos envolvidos pra manter a operação, além de impostos e outros.

No fim das contas, cada cliente tem um valor de vida baixíssimo de 10 reais, por exemplo.

Mas digamos que ele conseguiu empurrar outros produtinhos e conseguiu aumentar o valor de vida do cliente pra 100 ao longo de 2 anos.

Ainda assim, é baixo demais.

E por isso a correria não para nunca.

Agora veja esse outro cenário:

Se por outro lado, você conseguir os mesmo 37 conto na primeira transação… e depois acender esse cliente de maneira orquestrada… o valor de vida pode facilmente ser aumentado em 10x ou 20x – especialmente se você usar email, pois as margens sobem ainda mais.

E quanto maior for o valor de vida, mais você pode colocar grana em anúncios pra atrair mais e mais clientes.

Percebe como fica muito mais fácil quando operamos ao contrário, focando no back-end?

Pois é.

É por isso que nesse pequeno grupo que estou criando, A Sociedade do Email, uma das principais coisas que vou ajudar os membros é:

Criar seu back-end.

Criar sua esteira de produtos que atende seu público em todas as fases de sua jornada.

E criar um sistema de conversão pra ascender essas pessoas ao longo do tempo.

Vai ser incrível 🙂

E se você tem um negócio com lista de email (ou cuida da lista de email de um cliente), e quiser saber mais detalhes sobre esse grupo, responda esse email dizendo “estou interessado”.

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Adeus Lançamentos, Redes fossiais, Webinários, Telefone e Sessões Estratégicas

Da mesma forma que:

Pra conduzir um negócio tradicional (offline) você não precisa de lançamentos, webinários, produção de conteúdo, sessões estratégicas e afins…

Acredite, você também não precisa disso pra conduzir um negócio digital de alto nível.

A verdade é que você só precisa de 2 pilares:

1- Se comunicar com seu público

Mostrar que você entende eles, que está ali pra ajudar, que é capaz de ajudá-los e que tem boas soluções pra isso.

2- Fazer boas 0fertas

Oferecer boas soluções (produtos e/ou serviços) que os mantém como clientes por anos e anos

Ou seja:

Se comunicar e vender.

A simples maneira como o ser humano faz negócio há milhares de anos, desde o início dos tempos… e como faz até hoje.

E pra isso, você não precisa mostrar a cara, fazer lives, produzir uma enciclopédia de conteúdo muito menos fazer lançamentos.

Nooooo.

Dá pra fazer tudo isso usando apenas a simplicidade e sofisticação dos emails.

Somente com emails e boas soluções é possível obter resultados como esses:
(veja a grande imagem abaixo)

resultados vendas por email


Como vê, é possível fazer múltiplos 5, 6 e até 7 dígitos com apenas esses 2 pilares:

1- Se comunicar por email
2- Oferecer boas soluções

Algo extremamente simples… mas sofisticado.

Ou seja:

Pra chegar nessa simplicidade é preciso abandonar as práticas tradicionais do mercado e desenvolver uma visão mais estratégica de marketing, copy e negócios.

Enfim.

A razão pra eu lhe dizer e mostrar tudo isso é uma só:

Se você tem uma lista de emails (ou cuida da lista de algum cliente) e gostaria de ter minha ajuda de perto pra trazer resultados (como os mostrados acima) todo mês…

Então você vai adorar o que estou preparando 🙂

Estou criando um pequeno grupo seleto e exclusivo de empresários e copywriters pra juntos implementarmos estratégias de monetização em suas listas de emails.

Eu vou fornecer o conhecimento, as estratégias e vou ajudar os membros pessoalmente a obterem os maiores resultados possíveis, no menor tempo.

A ideia é funcionar como um pequeno mastermind (de verdade), com uns ajudando os outros (e até fazendo negócios entre suas listas).

Se estiver interessado em mais detalhes, responda esse email dizendo “estou interessado”.

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29k com 2 emails… que vida dura.

Eu estava escrevendo sobre outra coisa…

Quando chegou isso em meu celular:

E isso foi apenas com 2 emails 🙂

Ok, essa foi a versão guruzística da história. Agora vamos falar sobre o que faz toda a diferença, que é:

O contexto.

Ou seja: o que existe por trás desses números.

Bem, esse resultado foi de um cliente (de meus treinamentos).

Ele fez isso pra um cliente dele.

Foi assim:

Ao longo do mês de agosto eles fizeram 2 webinarios ao vivo e tráfego pago direto pra alguns produtos.

Você já fez esse tipo de operação?

É cansativo. É difícil. É demorado. É complexo.

Os 2 webinarios converteram cerca de 9.5k e ao todo (com os anúncios diretos), eles fizeram cerca de 30k no mês – o que deixaria a empresa no vermelho.

Então, já meio puto com a situação, nosso amigo resolveu fazer uma das campanhas mais simples de email que existem:

Caixa rápido.

O resultado foi os 29k com apenas 2 emails (e esse número ainda vai subir (pois a campanha ainda está rodando).

Agora pense comigo:

Compare a complexidade, energia e custo envolvidos em rodar tráfego pago diário e fazer 2 webinários ao vivo no mês… versus… enviar 2 simples emails.

CLARO que existe contexto nesses emails:

Eles tem relacionamento com a lista.

Eles tem excelentes produtos.

E eles usaram a coisa mais importante de toda e qualquer campanha: Uma oferta irresistível.

Mas é basicamente assim, com simples emails e super 0fertas – que é possível conduzir um negócio de múltiplos 6 dígitos (ou até 7+) usando apenas emails e nada mais.

Por que estou contando esse causo?

Porque se você tem um negócio (produtos ou serviços) e quer fugir dessa armadilha do mercado digital e transformá-lo numa máquina enxuta e altamente rentável usando simples estratégias de email…

Talvez eu possa te ajudar 🙂

Me envie um email dizendo “estou interessado” e eu lhe enviarei mais detalhes.

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Máxima conversão Mínima complicação

Se você tiver a mente aberta…

O email de hoje pode mudar sua vida.

Ou pelo menos, a maneira como você enxerga marketheng e o mundo dos negócios.

Pois meu objetivo aqui é lhe mostrar que pra fazer vendas- seja de seus produtos ou serviços – você não precisa de toda essa complicação que ensinam por aí.

Não precisa produzir toneladas de conteúdo.

Nem estar nas redes fossiais.

Nem fazer lives.

Nem fazer lançamentos.

Nem a maioria das coisas que arrotam por aí.

A questão é que os gurus distorcem tanto as coisas, até o ponto de fazer você acreditar que o mundo digital é diferente do mundo offline.

Mais especificamente, eles fazem você acreditar que pra vender online é preciso fazer um lançamento, ou qualque routra estratégia complicada.

Por que se não for assim, não converte.

Só que isso não passa de uma grande mentira.

Porque tudo isso é papagaiada pra lhe empurrar mais cursos de merda.

Vamos refletir um pouco sobre como as pessoas compram?

Vamos.

Como você faz quando vai na padaria, farmácia ou supermercado?

Você precisa assistir uma série de vídeos pra comprar um pão?

“Não Bruno. Mas pão, remédio ou comida é diferente de infoprodutos” você diz.

Vamos em frente.

Na hora de adquirir um imóvel, ou um carro, ou um avião – itens muito mais caros que produtinhos digitais – você fica assistindo conteúdo, sequência de vídeos e entrando em grupo de whatsapp?

Não… Por que você não precisa disso pra tomar sua decisão.

“Mas eu ainda acho que os produtos digitais são diferentes. São cursos” – Você teima.

Ah tá.

E na hora de fazer cursos presenciais, faculdade, mestrado ou doutorado (cursos maiores e mais caros que digitais) você precisou assistir conteúdo, ver vídeos de lançamento, participar de lives?

Não. Não e Não.

Até mesmo todas as outras coisas que você adquire online como: cafeteira, notebook, mamadeira, sapatos, trecos da china, enfim – você precisou assistir conteúdo, assistir 4 aulas, ou participar de algum evento??

Claro que não.

PORQUE NINGUÉM PRECISA DISSO PRA COMPRAR.

Em toooooodas as situações acima, seja produtos, serviços, imóveis, carros… você precisou apenas entender o produto, ou ver avaliações, entender como funciona, receber uma boa proposta e, quase sempre, conversar com outro ser humano.

E de todas essas maneiras de comprar, essa última é a mais simples e que funciona pra todo e qualquer tipo de produto ou serviço:

Conversar com outro ser humano.

Concorda ou não?

Ah, que bom que estamos na mesma linha 🙂

Ok, então agora chegamos em acordo de que as pessoas compram todo tipo de produtos e serviços na vida sem precisar dessas complicações… e que a conversa é o mecanismo de conversão suprema. Certo?

Por que é preciso entender esses 2 pontos acima pra entender o ponto mais importante de todos, que vem a seguir:

Email, quando usado da maneira que eu ensino, é visto por seus clientes como uma conversa, íntima e pessoal.

Isso significa que com emails você consegue conversar com milhares de pessoas todos os dias, de maneira íntima e pessoal.

Pois quando as pessoas recebem seu email, elas não estão pensando que são parte de seu público e estão lá junto com outras milhares de pessoas – como nas redes fossiais.

Nope.

Ao ler um email, escrito de maneira íntima e pessoal (como eu ensino), a pessoa sente que está tendo uma conversa privada 1 a 1 com você.

E é por simular esse mecanismo supremo de conversão (a conversa entre 2 pessoas) que o email consegue converter tão bem, de maneira tão simples.

Claro que existem outros fatores envolvidos, mas esse é o coração de um negócio baseado em email.

E quando entende isso, você se torna capaz de converter produtos ou serviços de baixo, médio e até alto ticket – usando somente emails.

Sem conteúdo, sem fórmulas, sem lançamentos, sem complicação.

Apenas focando em ter conversas íntimas e pessoais com seu público e convidando-os pra adquir suas soluções

Faz sentido?

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Lição milionária das ruas

Ontem parei o carro no semárofo.

Era por volta das 19h.

Sempre que paro no sinal eu fico atento, olhando pra todos os lados.

Nunca se sabe.

Quando olhei pro lado direito, tinha uma mulher sentada num banquinho de madeira.

Ela estava ofegante e com uma expressão de exaustão no olhar. Olhei melhor e vi que estava vestida segurando pinos de malabaris e vestida como alguém que faz performances.

Eu sempre ajudo pessoas que procuram gerar valor ao invés de apenas pedir dinheiro.

Mas quando peguei a carteira pra esperar ela se apresentar e então recompensá-la…

Percebi que a mulher estava tão cansada que não ia sair do lugar.

E foi o que aconteceu.

Ao invés, quem se aproximou de mim, com disposição e gerando valor (do jeito dele), foi um simples flanelinha.

Meu vidro estava mesmo sujo, então deixei ele limpar e entreguei a grana que gostaria de ter entregua à malabarista.

Foi então que me dei conta de como aquele cenário era um reflexo do que acontece no mundo digital hoje em dia.

Veja:

A malabarista faz literalmente um show toda vez que o semáforo fecha.

Mas não é qualquer pessoa que consegue fazer esse show. Então antes mesmo de poder ir pro sinal trabalhar, ela precisou se dedicar por um bom tempo pra desenvolver sua habilidade de malabarismo.

Segundo. Mesmo depois de aprender a fazer, o show em si não é fácil.

É preciso ter incrível concentração pra jogar pinos pro alto e manusea-los sem olhar, enquanto faz acrobacias. Adicione aí o sol quente do nordeste, o barulho do trânsito, e o fato dela passar o dia inteiro fazendo isso a cada 1 minuto.

É desgastante em todos os sentidos.

Sem contar que é uma atividade que dá mais fome, o que reduz a grana que sobra pra ela no fim do dia.

E por fim, a performance dela dificulta a arrecadação. Pois ela passa um tempo se apresentando – e normalmente só os carros da frente conseguem enxergar – e depois ela precisa sair correndo pra tentar arrecadar antes que o semáforo abra.

Percebe como é complexo… e difícil?

E como essa complexidade e dificuldade… é por causa do modelo de negócio que ela segue?

Pois é.

Agora vejamos o flanelinha?

Primeiro: O flanelinha não precisa de capacitação nenhuma pra começar. É só pegar uma garrafa com água, um rodinho e no primeiro dia ele já consegue seus trocados.

Segundo: é simples.

Ele não precisa fazer acrobacias nem dar um show. Ele só vai lá e limpa o vidro ou não. E pronto.

Terceiro: Tem mais alcance.

Enquanto a malabarista só é vista pelos carros da frente, o flanelinha sai andando pela fila de carros oferecendo seus serviços e aumentando suas chances.

No fim das contas, o flanelinha arrecada mais, com menos esforço. E não se engane, alguns flanelinhas ganham mais do que muitos assalariados por aí.

Mas enfim.

Tudo isso é muito similar entra a diferença entre ter um negócio baseado em redes sociais X Email.

Pra se manter nas redes fossiais é preciso dar um verdadeiro show todos os dias, o dia inteiro. Senão o algoritmo lhe derruba e você não atinge mais ninguém.

É preciso fazer stories, reels e claro, entrar ao vivo, caso contrário? O algoritmo destroi seu alcance (que já é ridículo)

Ah, e sobre todo esse show diário que precisa ser feito…

Bem, assim como no caso da malabarista, ele só é visto pelas pessoas que estão localizadas “na frente”, a grande maioria do “seu público” não vê absolutamente nada seu e você não tem controle nenhum sobre isso.

Enfim.

A verdade é que, também como no caso da malabaris, toda essa complexidade mais atrapalha do que ajuda.

Bem diferente do que acontece num negócio baseado em emails.

Primeiro de tudo: é simples.

É só ir lá e enviar um email e logo no primeiro dia você já consegue fazer conversões – mesmo que sua lista esteja parada há anos.

Não precisa fazer um show… nem escancarar sua vida pessoal e a intimidade de sua família… nem mesmo mostrar a cara.

Se arrumar todo… pra fazer uma live… de noite… pra um bando de pessoas que não pagaram 1 centavo pra estar ali?? Nem pensar.

E o alcance? Que com email você alcance facilmente de 20% a 30% de todo seu público – além de poder enviar emails específicos pra pessoas (ou grupos de pessoas) específicas, baseado no comportamento deles ou decisões suas (e tudo isso funciona de maneita automatizada).

E o público? Que nas redes fossiais seus seguidores não são seus (pois você não pode levá-los pra lugar nenhum, nem exportá-los, nem nada… enquanto sua lista de email é sua pra fazer o que bem entender, onde bem entender.

E a conversão? Que o email possui o maior ROI dos canais digitais até hoje.

Não é por acaso que algumas pessoas conseguem seguir o mesmo modelo de negócio baseado em email por mais de 30 anos (como mostrei no emai de ontem).

Porém,

Contudo,

Todavia,

Ninguém consegue construir e manter um negócio assim (simples e rentável) trabalhando com emails da forma como ensinam por aí.

Não mesmo.

De jeeeeeito nenhum.

Na verdade, o “segredo” do sucesso pra conduzir um negócio enxuto de múltiplos dígitos (e baseado em email) – é fazer o oposto do que ensinam por aí.

Algo que veremos mais à fundo nos próximos emails 🙂

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Há 20 anos no digital fazendo a mesma coisa até hoje

Ontem levamos Isabella pra roça pela 1ª vez 🙂

Ela adorou descobrir todas aquelas novas cores, formas e sons que a natureza oferece.

Engraçado como morar na roça é uma das maneiras mais antigas de se viver no mundo mas, até hoje, mesmo com toda modernidade e tecnologia, continua sendo uma das que proporciona maior felicidade.

Isso me lembra o mundo digital, onde um antigo modelo de negócio continua sendo o melhor até hoje.

Imagine você…

Ter um negócio digital há 20 anos…

E há 20 anos fazer exatamente a mesma coisa…

Enquanto seu negócio continua crescendo ano após ano (e continua a todo vapor em pleno 2023).

Imaginou?

Agora lembre-se que:

Há 20 anos não existia youtube.

Nem Faceburguer.

Nem instagrando.

Nem whatsap (acho que todo mundo escreve esse nome errado).

Nem Tik Toko.

Nem lançamentos.

Enfim.

E no meio disso tudo, dá pra acreditar que tem 1 cara fazendo exatamente a mesma coisa… há 20 anos…com sucesso e clientes felizes?

Pois é.

Esse cara e esse modelo existem.

Seu nome é Ben Settle, e seu nomedo é todo baseado em emails.

Simples. Enxuto e lucrativo.

Há 20 anos.

É ou não é algo sólido – mesmo num mundo digital que muda a todo ano?

Fica ainda mais interessante quando eu disser que ele não é o mais antigo fazendo isso.

Nope.

Existe alguém que segue esse modelo há mais de 30 anos.

E continua até hoje.

Esse cara é ninguém menos que o mestre do Ben Settle (Matt Furey).

Ambos não estão nas redes fossiais, não são “influenciadores”, não produzem conteúdo, não fazem lançamentos, nem anúncios – mas têm um negócio enxuto de 7 dígitos.

Incrível, não é?

Não é por acaso que eu também larguei tudo pra seguir esse modelo de negócio.

E… se isso é algo que lhe interessa, nos próximos dias falaremos sobre como implementar esse modelo “desrevolucionário” mas altamente simples e rentável – em seu negócio.

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Simplicidade é a máxima conversão

O que eu faço e ensino…

Não é pra todos.

Definitivamente não é pra qualquer um.

Estou me referindo à conversão por email.

À colocar mais tutu no bolso com emails do que com lançamentos, ao longo dos meses e anos.

Mas a razão pra isso não ser pra todo mundo é bem diferente do que você imagina.

Não tem nada a ver com saber copy, marketcheng, ferramentas ou afins (como a maioria e talvez você pense).

Não.

A verdadeira razão que impede a maioria das pessoas de “ser feliz” com email é apenas uma:

A simplicidade.

Converter por email é simples.

Mas a maioria das pessoas parece que não consegue fazer o simples. Elas precisam complicar, complicar e complicar, pois na cabeça delas – o simples não funciona.

Por exemplo:

A regra número #1 pra escrita influenciadora por email é:

Escreva como você fala.

O que significa isso?

O que você ouviu: Escrever exatamente como você fala – ao invés de escrever como um professor, ou acadêmico, ou romancista, ou “profissional”.

É só isso: escreva como fala.

A coisa mais simples (e uma das mais poderosas) do mundo.

Mas ainda assim, quando vejo alguns emails de alunos e clientes… lá está a escrita difícil. A escrita de “escritor profissional”. A escrita “inteligente”.

Fica ainda pior quando vem com aqueles parágrafos de copy manjados que você encontra em qualquer email por aí.

Ou seja:

Ao invés de fazer o simples, de ser você mesmo e usar essa sua maior arma ao seu favor – as pessoas tendem a complicar, a dificultar a própria vida e seu próprio marketcheng (facilitando pra concorrência).

A coisa é tão séria, que conheço até um caso de uma pessoa que vivia à beira de um colapso fazendo lançamentos que mal se pagavam, mas um dia resolveu se dedicar ao email.

Ela fez uma primeira campanha e conseguiu um resultado melhor que seu último lançamento inteiro.

Mas adivinha?

Parece que enviar 1 email por dia era simples demais pra seguir em frente.

Então ela voltou pra complexidade e loucura dos lançamentos – MESMO DEPOIS DO EMAIL DAR MAIS CERTO PRA ELA.

Enfim.

Como disse, o grande problema não está na falta de habilidade, mas sim na falta de simplicidade.

O problema é complicar.

E eu entendo esse pensamento. Ele já de “de fábrica”. E pra piorar, os gurus exploram isso a máximo e usam contra você.

Eles confirmam seu pensamento de que precisa ser complexo, então vendem algo complexo, e aí você não tem reusltados por que obviamente é complexo demais, mas aí eles fazem você acreditar que o problema que você precisa de mais complexidade, e lhe empurram outra coisa, enfim.

Mas eu estou aqui pra fazer o oposto.

Pra lhe ajudar a simplificar seu negócio, e maximizar seus resultados.

Mas só, e somente só, se você estiver aberto ao poder da simplicidade.

O que me diz?

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6+ Dígitos sem redes sociais

Sabe quando uma coisa divertida…

Se torna uma obrigação horrível?

Não, não estou falando de casamento (e não, meu amor, isso não é o nosso caso) [Priscilla está na minha lista de emails]…

Estou falando de fazer seu Marketcheng.

Seu ou do seu negócio.

No começo é sempre uma excitação.

Zas, Zas, Vou fazer meu logo, vou gravar vídeos, vou escrever belos textos, vou abrir caixinhas de perguntas, vou responder cada comentário 🙂

Mas em pouco tempo, a coisa começa a ficar chata…

Até o ponto em que se torna insuportável.

De repente fazer um post ou responder um simples comentário virou um pé no saco.

Uma tortura.

E o que era pra ser uma bela comunidade de pessoas juntas pelo mesmo propósito… se torna um bando de clientes chatos para os quais eu só quero vender meus produtos e dar o fora??

Não é uma posição boa pra se viver.

Na verdade, é uma espécie de prisão sem grades.

E um dos principais causadores dessa condição é seu próprio marketcheng.

A rotina exaustiva que experts precisam seguir pra se manterem relevante nas redes fossiais.

As coisas que eles precisam dizer e fazer – contra sua própria personalidade – pra convencer as pessoas a adquirirem seus produtos.

Os infinitos conteúdos gratuitos que são obrigados a produzir, mesmo quando não há mais nada pra ser dito.

E pra fechar com chave de ouro: Os lançamentos destruidores de almas.

Eu acho que a maioria das pessoas não nasceu pra essa vida.

Algumas sim.

Mas a maioria não.

Pra maioria, essa vida adoece.

Deprime.

Porque vai contra a natureza delas, contra suas crenças de como marketcheng deve ser feito, contra seus valores, e contra seu estilo de vida ideal.

A boa notícia é que essa não é a única maneira de conduzir um negócio.

Longe dessa bola de gurus digitais brasileiros existem pessoas que conduzem negócios 6 e 7 dígitos usando apenas ads + emails (e às vezes só emails).

Pessoas que não mostram a cara e nem estão nas redes fossiais.

Pessoas que sentem prazer e propósito no que fazem, e amam seus clientes.

Pessoas livres.

É o caminho que eu sigo.

É a maneira que eu vivo.

E é o caminho que vou ajudar um grupo de empreendedores rebeldes a seguirem também.

Mais sobre isso nos próximos emails.