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Mente cheia e bolso vazio?

É uma crença comum nesse meio…

Acreditar que o sucesso de um copywriter depende de sua habilidade de escrever copy.

Por pensar assim, a maioria dos copywriters passa longas horas por dia assistindo vídeos, cursos, stories, lendo livros, e tentando de alguma forma melhorar sua habilidade de copy.

Na cabeça deles, pra crescer na carreira eles precisam aprender mais…

Quando, na verdade, esse comportamento é uma das principais causas de seu fracasso.

Pois é.

Uma das maiores causas do fracasso de um copywriter (e de todos nesse meio digital) não é falta de informação.

É o contrário.

É excesso de informação.

É todo dia buscar uma nova fórmula mágica, um novo caminho, uma nova estratégia mirabolante, uma nova inteligência artificial, uma nova rede social, um novo expert pra acompanhar, enfim – tudo isso deixa a mente cheia, e o bolso vazio.

Por que?

Várias razões:

1- Ninguém consegue realizar nada importante numa área… pulando de galho em galho toda semana. É impossível. O sucesso vem do foco e da consistência de fazer o que é preciso ser feito, todos os dias, até dar certo.

E se toda semana você está aprendendo uma coisa diferente, seguindo um rumo diferente, na verdade você está andando em círculos (sem nem se dar conta)

2- Essa foma insaciável de conhecimento é uma armadilha perigosa. Pois você se torna um conhecedor de mil coisas, mas um mestre em nada.

Só que o caminho pra prosperar em qualquer área é o oposto disso. Não é sobre saber mil coisas superficiais, mas sim sobre saber 1 coisa com a profundidade de mil metros.

3- Quantas horas por dia você perde vendo conteudinhos de redes sociais? Além de atrapalhar suas ideias e confundir sua mente, esse comportamento ainda toma seu bem mais valioso – seu tempo – e impede você de se dedicar a fazer o que precisa pra atingir seus objetivos.

4- Se achar um bosta.

Veja: Uma mentira contada várias vezes se torna verdade. Ao passar o dia nas redes fossiais vendo aqueles eggsperts, faz você inevitavelmente acreditar naquelas instagranzices. E isso inevitavelmente leva às comparações ridículas:

“Esse cara é muito foda, olha só quanto ele ganha”

“Pra ele é bom demais, olhe a vida dele. Minha vida é horrível.”

“Eu nunca vou conseguir chegar nesse nível”

5- Confusão mental

Sabe como o Buda e os monges alcançam a sabedoria profunda? Esvaziando a mente. Porque sua mente só consegue pensar e funcionar direito se estiver limpa, calma e focada – exatamente o oposto do que acontece quando você passa o dia no celular, com estímulos a cada 5 segundos.

6- Mais importante do que o que você aprende, é o que você não aprende. Outro problema dessa fome de conhecimento é que você aprende muita coisa errada, muita coisa tosca, e muita coisa que mais lhe atrapalha do que ajuda.

Por exemplo: Você aprende que viver de lançamento é o melhor caminho pra crescer como copywriter – quando na prática 99% dos que vivem de lançamentos tem imprevisibilidade financeira, burnout e não fazem nem 5k por mês.

Enfim.

Se tudo isso faz sentido, e você está em busca de um caminho sólido e simples pra focar e começar a construir a vida dos seus sonhos…

Na próxima semana vou lhe convidar pra seguir o caminho do campowriter comigo.

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Funil de clientes de Copywriting

Eu não sabia que precisava ser engenheiro macatrônico…

Pra conseguir clientes de copy e serviços.

Sério.

Hoje entrei no blinkedin e dei de cara com isso:

Wow…

Tipo… WOOOOOW!

Só de bater o olho nessa imagem, sem nem ler nada que está escrito, já me faz sentir um friozinho na barriga.

Veja, eu não conheço essa estratégia específica da imagem, e esse email não é exatamente sobre ela.

É por que toda semana aparece pra mim algum funil de aquisição de clientes e a única coisa que eles tem em comum é a complexidade.

Como disse, só de olhar já embrulho o estômago.

Não tem como uma parafernalha dessas dar certo pra mim.

É difícil, caro e demorado pra implementar um funil desses. É preciso ser muito bom em tecnologia (ou contratar alguém), e usar várias ferramentas diferentes integradas. E se apenas uma única peça da engrenagem der problema, a máquina toda dá problema.

Complicado demais pra mim.

Oh, mas isso não é tudo.

Geralmente esse tipo de funil vem com uma surpresinha especial no final do arco-íris.

Qual?

Ele termina numa reunião/consultoria gratxis (pro cliente), que na prática significa você o dia inteiro fazendo reuniões com pessoas que não vão contratar você. Sim, por que a maioria delas vai dizer não. Se na melhor das hipóteses você fechar 1 em 5 reuniões, são pelo menos 4 longas e dolorosas horas em vão por dia. Sem falar no resto do trabalho, fazer propostas, novas reuniões, apresentações, responder emails, portfolio e por aí vai.

Eu já vivi isso na pele, já trabalhei num time internacional que fazia isso e o que posso dizer… é o tipo de trabalho onde você envelhece 10 anos a cada mês.

Definitivamente, não é pra mim.

E isso me fez buscar outros caminhos.

Nessa busca eu descobri algo fabuloso:

Aprendi que existe uma maneira mais simples de fechar clientes de alto valor.

Uma maneira:

  • Sem funil
  • Sem ferramentas e automações complexas
  • Sem reuniões desnecessárias
  • Sem anúncios
  • Sem precisar decorar scripts
  • Sem precisar de milhares de leads

Enfim.

100% focada na simplicidade.

Eu me especializei nela e hoje fecho clientes de alto valor usando apenas emails e whatsapp (nem reunião eu faço mais).

A grande diferença entre a estratégia que eu uso e o que ensinam por aí, é que esses funis complexos funcionam como uma metralhadora. Eles dão centenas e centenas de tiros pra várias direções até acertar algum alvo aleatório (que nem sempre é um bom cliente mas eles precisam aceitar o trabalho pra coisa se pagar).

O que eu faço é o oposto, é atuar como um atirador de elite que cuidadosamente escolhe seu alvo e o acerta com um único tiro certeiro (meu email, eu não mato ninguém).

E… se você seguir o modelo de negócio que eu recomendo – que é fugir de projetinhos isolados e trabalhar com clientes fixos de alto valor ou porcentagem – você só precisa de 1… 2… ou 3 clientes pra fazer 4k, 8k, 16k por mês enviando apenas emails e nada mais.

Mas não se engane.

Não é nenhum método mágico de copiar e colar meus emails e materializar clientes magicamente.

Nope.

É um processo.

Que começa mudando sua forma de enxergar clientes, sua forma de enxergar seu trabalho e até mesmo sua forma de enxergar você mesmo.

Pois se não conseguir mudar sua mente e sair desses padrões marketeiros guruzísticos, estratégia nenhuma vai funcionar pra você.

Por outro lado…

Se você se dedicar a seguir os passos e internalizar a estratégia que eu ensino, os resultados virão. E normalmente eles lhe surpreendem muito positivamente… tipo… conseguir um belo cliente, gerar resultados e se mudar pra um novo apê, como aconteceu com um membro da família do email:

(veja imagem abaixo)

Dito isso,

Se quiser aprender minha simples estratégia de aquisição de clientes de alto valor, meu modelo de negócio ideal (só com emails), e… ainda ter minha ajuda (verdadeira 1 a 1) pra implementar tudo isso…

Vem aí meu Programa de Formação de Email Copywriter atualizado 🙂

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O que separa você de seus sonhos

Hoje fomos na praia com os cachorrinhos.

Provavelmente foi a última vez em meses, já que Isabellinha já está à caminho e tão cedo não vai à praia.

Mas enfim.

As praias daqui são engraçadas. A faixa de areia é gigante. Tipo… quilométrica. É tão grande que chega a ter 2 ecossistemas diferentes: No início tem mato (em algumas partes um mato fechado, com plantas gigantes), e no fim tem a praia normal com seus moluscos e bichos nojentinhos.

Aí, pra nossa alegria, meu cachorrinho Moose adora água… mas Branca (a outra cachorrinha) adora mato.

Mosse só quer que eu jogue a bolinha no mar pra ele disparar cprrendo, desafiando as ondas, pra agarrar a bolinha e trazer de volta pra mim.

Já Branca só quer correr comigo pelo meio da vegetação espessa, em busca de alguma coisa pra ela farejar ou brincar de caça.

E uma das coisas que ela mais gosta é de perseguir siris.

Ela não mata nem os machuca, só fica correndo atrás dos bicinhos, brincando. De vez em quando um deles agarra nela e belisca com tanta força que a coitada pula gritando, mas assim que cai no chão volta a correr atrás do siri como se nada tivesse acontecido.

E foi no meio dessa perseguição “sirimatográfica” que eu tive uma ideia estúpida:

“Acho que vou fazer amizade com um siri”

Assim do nada.

Olhei prum lado, pro outro, e vi um siri grandão me olhando de longe.

“É você :)”

Fui até ele e o bicho logo levantou as duas garras em minha direção, enquanto andava lateralmente como um boxeador à procura da melhor posição de combate.

“Calma, não vou lhe machucar”

Me abaixei, peguei um pequeno galho de planta e fui me aproximando dele devagar.

No início ele fugiu correndo.

Mas eu continuei me aproximando devagar – como se não fosse um predador (pois um predador correria)… e ele foi desacelerando… até quando parou e ficou me olhando. Aí peguei o galho (que era curtinho) e encostei na garra dele, mas ao invés de beliscar se defendendo, ele apenas deixou. Aí comecei a alisar ele com o galho e não é que o bicho ficou meu amigo?

Quando Branca viu, correu pra avançar no siri mas eu fui rápido e segurei a safada. O siri nem se mexeu. Ficou parado, meio que confiando em mim??

Não sei. Só sei que depois disso eu peguei o galho e fiquei brincando com ele bem à vontade.

Aparentemente ficamos amigos.

E é por isso que vem aí meu novo curso sobre como fazer 7 dígitos adestrando siri na praia usando inteligência artificial e diet copy.

Não, sacanagem.

E se você está se perguntando o que essa história tem a ver com obstáculo pro sucesso, eu já vou lhe dizer:

Tudo.

Por que o que separa a maioria dos copywriters e empreendedores de atingir a vida que sonham, é exatamente a mesma coisa que eu usei pra ficar amigo do siri.

Do que estou falando?

De auto-confiança.

Veja, é claro que o exemplo do siri é ridículo e vou trazer outros daqui a pouco, mas entenda que eu não sou um cara que tem facilidade com bichos. Eu nem sequer brinco com outros cachorros que não sejam os meus.

Mas quando eu decidi que iria fazer amizade com um siri desconhecido na praia, eu fui lá confiante, e mesmo sem saber nada sobre siris e animais, eu consegui.

Por que?

Porque auto-confiança é a raiz do sucesso em tudo na vida.

E auto-confiança também é energia, e o mundo responde a ela.

Alguns exemplos:

Muitos anos atrás, quando comecei como webdesigner, eu queria trabalhar na maior agência aqui do estado. E mesmo com zero experiência e sem portfolio nenhum, eu fui lá e consegui a vaga.

Anos depois, quando mudei pra área de vendas de alto ticket, eu quis trabalhar com clientes do exterior, e sabe qual foi o primeiro contrato que consegui? O de uma das maiores coaches do mundo – mesmo sem eu ter experiência nenhuma na área, nem portfolio, nem cases, e até mesmo sem falar inglês direito (pois tudo que sei de inglês eu aprendi sozinho sem curso nenhum).

E como explicar eu ganhar a vida trabalhando algumas horas por dia, escrevendo apenas emails – num mundo de redes sociais e vídeos??

Bem, tudo isso tem explicação.

Meu “segredo” pra conseguir essas façanhas é um só:

Auto-confiança.

Mas não se engane. Eu não tenho a mente de Tony Robbins, nem uso algum tipo de técnica secreta de PNL ou afins.

Não mesmo.

Em todas as situações eu estava me cagando de medo.

Mas eu queria tanto seguir aquele caminho… tanto… que aquilo se tornou uma realidade em minha mente. E quando se torna verdade em minha mente, se eu já me via trabalhando lá, eu tinha confiança que iria conseguir… pois eu já tinha conseguido primeiro em minha mente.

Não sei se está claro o que quero dizer mas…

Tudo começa na mente.

Você já deve ter ouvido isso:

Pensamentos geram sentimentos.

Sentimentos geram ações.

Ações geram resultados.

Pensamento > sentimento > ação > resultado

Se seu pensamento não estiver certo, confiante, seus resultados serão desastrosos.

E sabe por que estou lhe dizendo tudo isso?

Por que o maior obstáculo do sucesso, especialmente pra copywriters, não é a falta de conhecimento em copy, nem em marketcheng, nem em lançamentos ou qualquer outra coisa.

Eu conheço copywriters que fizeram mais cursos e tem mais bagagem que eu… mas não conseguem sair do lugar. Estão paralisados, sem conseguir dar nem sequer um passo em direção à vida que sonham.

E a verdadeira razão é uma só:

Falta de auto-confiança.

Um copywriter sem auto-confiança, por exemplo:

  • Aceita todo e qualquer trabalho que aparece
  • Se dobra pros clientes e faz tudo que eles querem (incluindo trabalhos de outras áreas)
  • Deixa o cliente decidir o preço, o desconto, e até o prazo
  • Deixa o contratante dizer como ele deve fazer seu trabalho
  • Só trabalha com clientes pequenos, com medo de não conseguir gerar resultados pra clientes maiores
  • Vira tchuchuca de agências arrombadas e contratantes abusivos
  • Ganha pouco, e trabalha pra cacete
  • Vive como um cracudo de cursos e táticas por acreditar que não sabe o suficiente
  • Abandona a carreira e vira apenas um eterno estudande de copy

Por que se nem mesmo você confia em você, como esperar que os outros confiem?

Confiança é energia, e o mundo responde a ela.

Se você agir com confiança, o mundo vai se dobrar pra você.

Mas se você deixar o medo dominar, o mundo vai lhe dobrar em mil pedaços, derruba-lo no chão, chutar até você não aguentar mais, e então mijar em suas feridas antes de sair em busca de outra vítima.

Pense nisso.

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Sua copy traz clientes ou copywriters?

Depois de passar a manhã tooooooooooooda na clínica…

O médico disse que Isabella já pode nascer a qualquer momento 😬

Ou seja:

Eu posso estar aqui escrevendo meu email pra você e… de repente:

“Amooooooooooooor”

🏥 🚗💨

Mas enquanto nada acontece… vamos continuar 🙂

E hoje nossa conversa é sobre copywriters que produzem conteúdo.

Vejo muitos deles em toda parte. Produzindo textos, imagens e até vídeos de conteúdo.

O objetivo, nós sabemos qual é:

Eles ouvem os gurus dizendo que pra conseguir clientes você precisa produzir conteúdo.

(até por que os gurus não sabem porra nenhuma sobre como coseguir bons clientes de copy, então tudo é produzir conteúdo)

E nessa vibe, todo dia uma multidão de copywriters acorda na savana e sai da caverna pra produzir seus conteúdos santos de todo dia.

Só tem um pequeno grande problema com isso:

Todo o tempo, energia e trabalho gastos nessa tarefa diária… é… praticamente… em vão.

Por que?

Porque o tipo de conteúdo que os copywriters produzem… só serve pra atrair um bando de copywriters viciados em conteúdo de copy.

Não atrai as pessoas e empresas que eles gostariam.

Às vezes, quando marte se alinha a Jùpiter e Saturno, e o sol está a 45 graus em relação à terra, e é noite de lua cheia… chega uma mensagenzinha de alguém querendo contratar o copywriter.

“Oi , vi seus conteúdos e gostei muito. Tô com um projeto aqui com grande potencial e queria sua ajuda.”

Wow, um cliente 😍

Iupiiiiiii

(dancinha de comemoração)

Aí você manda direct. Ele responde. E depois de alguns minutos… seu sorriso começa a murchar quando você ouve o cliente dizendo que “o projeto é grande, vai dar muito trabalho, mas eu tô com pouca grana pra isso. Mas se você me ajudar agora, nós vamos crescer juntos, pois o potencial é imenso, e blá blá blá”

Ou seja:

Um cliente mala.

Do tipo que atrapalha sua vida de maneiras que você nem se dá conta. Mas em resumo, ele consome uma grande fatia do seu tempo, em troca de uma pequeníssima recompensa.

E qual o problema de aceitar malas?

Várias razões:

Como copywriter, você vende seu tempo. E seu tempo é limitado. Isso significa que toda vez que você diz sim pra um projeto desse, você está automaticamente dizendo não pra possíveis bons clientes que você poderia conseguir, pois agora seu tempo e energia estarão dedicados a esse mala.

E em sua cabeça você vai dizer que vai conseguir conciliar esse cliente e correr atrás de outros melhores…

Mas na prática, você termina o dia tão exausto que não consegue fazer muita coisa pra conseguir trabalhos melhores. E vai só empurrando com a barriga.

Mas outra coisa que quero que você se atente é o seguinte:

Se seu plano é escrever/produzir conteúdo pra atrair clientes… mas você só atrai outros copywriters… você claramente tem um problema de copy. E isso mostra uma certa imaturidade de sua parte em relação a copywriting (sorry, mas eu estou aqui pra lhe mostrar a verdade, não pra dizer que a culpa não é sua e lhe empurrar light sexy deep copy ophio).

Por outro lado…

Se corrigir esse erro e começar a escrever de uma maneira estratégica, você vai atrair os clientes certos, e o resultado pode ser semelhante ao que aconteceu com uma aluna minha que depois de apenas 6 meses está quase triplicando o que ganhava por mês – antes de seguir meu direcionamento.

Enfim.

Se você quer aprender a escrever pra atrair clientes de copy (ou de serviços de alto valor), uma das novas aulas que estou preparando pra nova versão de meu programa pra email copywriter é inteira sobre isso.

E deve sair na próxima semana.

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Quem não sabe pescar clientes, vive de migalhas

Você deve lembrar daquele filme antigo:

Náufrago??

Uma das coisas que mais gosto nessa história é ver a evolução de Chuck (Tom Hanks).

No começo, nos primeiros meses depois que o avião caiu, ele viveu um inferno naquela ilha paradisíaca.

Machuca o corpo inteiro. Passa tanto frio que sofre hipotermia. Fica desidratado. Doente. E literalmente quase morre de fome, se não fosse por algumas migalhas de frutas e mariscos que conseguiu achar na ilha.

A principal razão de ter sofrido tudo isso?

Falta do conhecimento certo.

No caso de Chuck, falta de conhecimento em sobrevivêcia.

Pois quando caiu na ilha paradisíaca, da noite pro dia tudo aquilo que ele aprendeu na vida normal não servia pra nada.

Os anos na faculdade…

Os anos como inspetor da Fedex…

Os cursos e MBA que fez…

Os livros que leu…

Enfim.

Nada daquilo servia pra ajudá-lo a sobreviver e prosperar na ilha.

É um fenômeno bem parecido com o que acontece com a maioria dos copywriters.

Eles embarcam no jatinho dos gurus, rumo ao paraíso de viver da escrita, mas tudo que (mal) aprendem é como escrever copy.

E assim que o avião cai na ilha do mercado digital, eles descobrem (da pior maneira) que apenas saber escrever copy não é suficiente pra fazê-los prosperar (como prometido por seus mestres).

Apenas saber escrever copy só os permite, no máximo, sobreviver nessa profissão. E sobreviver de migalhas que encontram pelo caminho.

Migalhas de projetos isolados.

Migalhas de agências arrombadas que os exploram.

Migalhas de clientes arrombados que exigem muito e pagam nada.

Nada parecido com os melhões prometidos pelos gurus.

Pois é.

E o que fazer pra mudar essa realidade e fugir dessa ilha?

O mesmo que Tom Hanks.

Você precisa desenvolver novas habilidades.

Em Náufrago, do meio pro fim do filme Chuck aprender a pescar e caçar e come tão bem que até fica em forma.

Ele aprende tão bem a sobreviver naquele novo ambiente, que começa a mudar sua realidade e viver de maneira confortável.

Ao aperfeiçoar suas habilidades ainda mais, ele consegue construir sua própria saída daquele inferno em forma de paraíso.

No caso do copywriter, a verdadeira habilidade suprema é a de conseguir clientes.

Mas não estou falando de projetinhos isolados, experts iniciantes ou vagas arrombadas que postam por aí.

Isso aí são migalhas.

São peixe pequeno que só servem pra sobreviver.

Quando falo em conseguir clientes, estou falando em aprender a pescar baleias.

O que são baleias no mundo dos negócios?

São clientes grandes.

Clientes de sucesso, que pagam muito bem, e trabalham com você por anos. De preferência, em troca de uma boa fatia dos resultados que você mesmo gera.

Isso sim é prosperidade.

E esse foi o melhor caminho que encontrei pra fugir da ilha dos gurus.

É também o caminho que eu ensino, e ajudo de perto a trilhar, em meu programa de formação e acompanhamento pra email copywriters.

Um programa que ao invés de ensinar apenas copy, e a sobreviver, faz o contrário: Ensina copywriting e marketing avançados, e a como prosperar no mercado como um parceiro estratégico de negócios (e não como um simples copywriter).

Um conhecimento que vem transformado as vidas daqueles que se dedicam a dominar e desenvolver essas novas habilidades.

E um conhecimento que você poderá usar pra fugir da ilha dos gurus e prosperar na vida a partir da próxima semana.

Aguarde.

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Desabafo de um copywriter “profissional”

Sexta passamos a noite na urgência.

E sábado quase o dia todo.

Mas graças a Deus, e aos bons médicos e enfermeiras, está tudo bem agora.

E como sempre tento aprender algo em todas as situações, uma coisa me chamou atenção lá no hospital.

Uma mulher, que estava tendo as contrações pra ter o filho, ouviu o choro de um bebê passando pelo corredor lá fora e disse pro marido:

“Ah, se meu filho ficar chorando assim eu não vou querer não”

Oi???

Pensei.

Algum tempo depois, as dores (e gritos) dela aumentaram e chegou a hora de levá-la pra outra sala, pra fazer o parto.

E aí ela começou a gritar:

“Não moça, eu não quero mais não. Eu não quero mais não”

E a enfermeira:

“Ow meu amor, não tem como desistir, a gente tem que tirar essa criança daí”

E eu vendo tudo aquilo só conseguia pensar na quantidade de pessoas que não estão preparadas pra ter um filho.

O que passam na cabeça delas?

Que o filho era um novo aplicativo, que elas podiam desligar e ligar quando quisessem?

Ou que era um tamagochi? (é do seu tempo?)

Caramba, será que não é um pouco óbvio que você está criando uma… pessoa? E que vai ter que cuidade de uma… pessoa? Um ser humano que come, bebe, respira, adoece, chora, grita, estuda, ama, odeia, e faz tudo que você mesmo faz??

Enfim.

Mas isso também me lembra o que acontece com muitos copywriters.

Eles caem na conversa fiada dos gurus, e acreditam que a escrita é a habilidade melionária. Que basta aprender a escrever copy, pra todos os seus problemas financeiros desaparecerem, como se a cada nova palavra escrita uma quantia de dinheiro caísse na conta.

E assim, eles se endividam um pouquinho pra adquirir a super formação guruzística pra se tornar um copywriter Profissional.

2k… 5k… 10k…

Mas agora vai virar um copywriter profissional, não é?

É… claro que é…

Mas só até eles terminarem a “formação” e entrarem no mundo real dos negócios. É aí onde copywriter chora e mamãe não vê.

Por que toda aquela formação caríssima, nem serviu pra lhe ensinar copy (por que pelo que vi só ensina umas fórmulas, estruturas e é tudo 100% focado em lançamento, como se marketcheng se resumisse a só fazer lançamentos) e pior…

…Não ensina como conseguir clientes.

Não ensina como vender sua copy pros outros.

Não ensina como ganhar a vida como copywriter.

Aqui um exemplo de alguém que teve a coragem de desabafar comigo esses dias:

Ele disse:

===

E eu que fiz um curso de Copywriter, penso em entrar neste universo, gerar valor, ganhar dinheiro e solucionar problemas. Mas, na prática não sei como começar.
Não consegui nem mesmo ser ajudante de Copywriter.
Mas gostaria de fazer o trabalho e ir evoluindo… Parece que preciso de uma orientação.
Pronto. Desabafei.

===

5 mil verdinhas numa formação que não lhe ensina nem como começar??

Bem, eu não sei, não conheço nem essa nem nehuma formação guruzística, pois passo longe de tudo isso. Mas o que sei é que relatos como esses estão entre os mais comuns em ninha caixa de entrada toda semana.

E isso me revoltou tanto, que me motivou a escrever um livro.

Então, se você se encontra numa situação parecida com a do amigo acima, aqui está uma das melhores maneiras de começar a ser um copywriter profissional de verdade:

https://www.brunosampaio.com/livro-clientes

Esse livro é baseado nos mesmos princípios que eu ensino aos alunos do meu programa de acompanhamento, e já ajudou dezenas de copywriters a conseguirem clientes.

Mas ele não é mágico, e tudo vai depender de você e de sua atitude com o conhecimento e estratégias ali mostrados 🙂

Se faz sentido, adquira o seu aqui:

https://www.brunosampaio.com/livro-clientes

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Gurus que pregam liberdade são os mais presos

Ontem tomamos um susto.

Descobrimos (antes de ontem) que a pressão de Prisilla estava alta.

Bem alta.

O que não é nada bom pra ela, muito menos pro bebê.

Mas descobrimos isso numa consulta, e o médico já passou logo um remédio.

Ela tomou 1… e não baixou a pressão.

Tomou o segundo… e aumentou??

Tomou o terceiro… e continuou alta.

Corremos pra urgência.

Lá Priscilla foi examinada, medicada e fez uns exames.

E enquanto aguardávamos as longas e intermináveis horas até os resultados saírem, ficamos numa sala com uma outra mulher – que estava sentindo as dores e contando as horas pra ter o bebê.

A mulher até deixou Priscilla com inveja por que já estava cmo 5cm de dilatação mas conversando normal como se não tivesse nada acontecendo. Só de vez em quando que dava uma respiradinha.

“Eu quero que o meu parto seja assim” he he

Mas outra coisa que me chamou atenção naquele momento foi:

Onde está o pai?

Pois a mulher estava com a mãe.

Pouco depois eu ouvi ela pegar o telefone e ligar pro marido:

“Cadê você que não chega?”

E a verdade é que o cara estava preso no trabalho.

Ok, normal.

Mas que isso é péssimo, ah é.

É horrível.

A vida é uma só, e se você não puder estar presente nos momentos mais importantes dela – que diabos você está fazendo aqui??

E não me refiro apenas a esse momento.

Mas quantos pais e mães passam a vida trabalhando duro – enquanto seus filhos crescem sendo cuidados por outras pessoas?

Quantas pessoas passam a vida trabalhando duro – enquanto seus pais envelhecem e morrem sozinhos?

Quantas pessoas passam a vida trabalhando duro – sem tempo nem mesmo pra assistir um simples filme no meio da semana?

Foram perguntas que eu me fiz a vida inteira.

Eu sempre achei que a vida era pra ser mais vivida do que “trabalhada”.

Por isso sempre odiei cumprir horário, trabalhar preso numa empresa, e ter chefes mandando em mim.

Isso me levou ao mundo digital, cheios de gurus pregando a liberdade definitiva.

Mas depois de alguns anos ralando em busca dessa liberdade digital, eu me dei conta que estava mais preso do que quando trabalhava no tradicional.

E quando fui investigar a vida dos gurus que pregam liberdade…

Percebi que eles são os mais presos de todos!

São pessoas que acordam e vão dormir com a agenda lotada a cada segundo.

Pessoas que precisam agendar horário pra ficar com sua família.

Pessoas que dizem viajar pra tirar férias, mas passam o dia trabalhando no notebook, postando em rede fossial e aproveitando as paisagens pra gravar vídeos de gurus.

Que vida de merda essa.

Não é o que eu quero pra mim.

De fato, eu acordo e vou dormir todos os dias pensando em como fazer o oposto disso. Pensando em como consigo criar o negócio mais lucrativo e simples do mundo.

E foi esse sonho que me levou ao caminho do email.

Claro que o email é apenas uma arma – existe toda uma fisolofia por trás disso.

Mas esse é um dos caminhos que proporcionam mais equilíbrio entre liberdade e dinheiro que eu já vi no mundo.

Um caminho que você pode seguir como empreendedor – com seus próprios produtos…

Mas também pode seguir como copywriter – pois permite você fazer de 4k a 10k por mês com tranquilidade, enviando apenas um ou alguns emails por dia – sem lançamentos, sem chefes, sem agência lhe chicoteando.

Mas isso é apenas o começo.

Se você acreditar em si mesmo, e tiver coragem – esses números podem se multiplicar com o mesmo número de clientes.

Enfim.

Estou dizendo isso porque vem aí a nova e avançada versão do meu programa que ensina e ajuda a seguir o caminho do email, e talvez seja aquela luz que você estava buscando.

Mais sobre isso nos próximos emails.

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Queime seu Great Leads

Nessa série de emails sobre:

Escrever copy “sem rodinhas”…

Hoje é o dia de queimar seu livro great leads (ou apagar de seu hd??)

Sim, é um bom livro.

Mas se você quer escrever copys mais sofisticadas, é preciso abandonar aqueles modelos engessados.

Eles limitam sua escrita e suas conversões.

Como?

Bem, não sei se isso acontece com você, mas uma das perguntas mais comuns que recebo é sobre qual a melhor maneira de começar uma copy (principalmente cartas de vendas).

E essa pergunta sempre vem seguida de um dos modelos que está no livro.

“É melhor eu começar com história?”

“Ou com segredo?”

“Não, acho que aqui é melhor usar o lead de revelação, não é?”

Enfim.

Muito comum.

Copywriters presos nesses modelos limitantes, como crianças andando de bicicleta com rodinhas.

Tão presos que… se não encontrarem nenum modelo pra seguir, eles não tem confiança nenhuma na própria copy.

Nada bom.

Mas fica ainda pior quando eu lhe disser que existe um grande problema com o livro do Michael Masterson (que na verdade é Mark Ford, que na verdade tem outro nome).

Ele deixou de fora o tipo de lead (abertura da copy) mais influenciador que existe.

Aquele que, ao longo da história, foi responsável por gerar os maiores números e bater os maiores controles.

Que tipo de lead é esse?

Segundo Gary Bencivenga (considerado o maior copywriter da história por muitos, incluindo Gary Halbert), o tipo de abertura de copy mais potente que existe é:

Gerar valor.

Já falei sobre isso em emails anteriores mas gerar valor, na prática, é ajudar a pessoa do outro lado.

Ou seja:

Ao invés de simplesmente fazer promessas absurdas e empurrar o produto com copy apelativa de goela abaixo (como a maioria faz por aí), você cria uma comunicação que não parece uma propaganda chata, mas sim algum tipo de informação valiosa pra ajudar a pessoa a conseguir o que ela quer.

E pra fazer isso, não existe fórmulas como as mostradas no livro.

Pra escrever copy de valor é preciso aprender a pensar copywriting de maneira estratégica.

É algo que vai além da escrita.

E também não tem nada a ver com medo e ganância, nem nenhuma dessas guruzices.

Tem a ver com pessoas e relacionamento primeiro – e venda depois.

Uma vez que entenda isso, você vai parar de se perguntar “que tipo de de lead eu uso em minha copy?” e pensar em “Como eu posso melhor ajudar essas pessoas?”.

Uma pequena mudança de pensamento que traz grande impacto nos resultados.

Enfim.

E se quiser minha ajuda de perto pra desenvolver sua habilidade de pensar e escrever copy de alto valor, a mentoria que abri ontem ainda tem uma vaga.

Se tiver interesse em participar, o que você vai fazer é:

Responder esse email me dizendo 2 coisas:

1- Falando um pouco sobre você e o que você faz
2- Falando por que você gostaria de minha ajuda.

Aí, a depender, nós podemos conversar melhor 🙂

E apesar de eu só revelar os detalhes pra quem realmente estiver interessado, a única coisa que adianto (pra dar um incentivo a mais) é que uma das coisas que os participantes vão receber é o valor cheio da mentoria – em forma de bônus reais.

Para as 3 pessoas certas, é uma porposta irresistível.

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Como transformar 4.5k em 1 Bi

Pareceu promessa da Empiricus, né?

Bem, vamos falar sobre ela também, mas o foco aqui é outro.

É na verdade, sobre um dos cases que eu mais gosto.

Pois ele reúne vários exemplos diferentes de como copy e marketcheng de valor valem mais do que todas as táticas e estratégias de gurus juntas.

Por exemplo:

Imagine você desembolsar 4.5k pra criar um vídeo de vendas tão bom, que somente em 3 dias trouxe 12.000 novos assinantes e colocou a empresa no topo do mundo.

Ele também foi a base pra 5 anos depois fazer a empresa valer 1 Bi.

E adivinha só? O vídeo usou ZERO dos elementos que os gurus de instagram ensinam sobre copy.

Zero gatilhos.

Zero estrutura validade.

Zero mecanismos, teses, neuromarketcheng, PNL ou qualquer outra coisa.

Zero falsa escassez.

Zero copyzinha pra prender atenção.

Enfim, acho que você entendeu.

O vídeo é o oposto disso.

Ele é inteiramente feito sob os princípios do copywriting avançado (ensinado pelos antigos mestres).

O vídeo não parece uma propaganda.

Não está empurrando o produto.

Não tenta manipular nem enganar o consumidor.

É simples. É divertido.

Tem uma boa oferta (de verdade).

É totalmente focado no público-alvo.

Tem propósito.

E principalmente, ele tem personalidade. (lembra do email de ontem?)

Mas afinal, quem criou esse tal vídeo?

Foi o Dollar Shave Club, uma empresa de lâminas de barbear que, graças a esse vídeo, começou a incomodar a Gilette e outras gigantes mundiais.

(aqui está o link do vídeo legendado)

Até hoje esse vídeo ainda é copiado por várias empresas e experts – incluindo gurus brasileiros 🙂

Mas apesar do fenômeno, não foi esse único vídeo que levou a empresa do zero a 1 Bi em 5 anos.

Ele foi apenas uma peça importante do quebra-cabeça.

O que levou a empresa a essa valorização acelerada foi também algo oposto ao que os eggxperts ensinam:

Eles usaram ZERO estratégias “matadoras” e, ao invés, focaram 100% nos clientes.

Ou seja: O grande foco da empresa era oferecer a melhor experiência possível em todos os sentidos, desde o primeiro contato com a marca, passando pela aquisição e consumo do produto, suporte, até a manutenção desse cliente por anos.

Tudo baseado em valor gerado e relacionamento. Tudo pra cultivar uma base sólida de fãs verdadeiros.

É agora que entra a Empiricus.

Pois enquanto o Shave Club é totalmente focado no cliente, com copy de valor e experiência…

Nós temos a Empiricus cujo foco é usar técnicas de copywriting baseadas 100% em extrair grana das pessoas ade todas as maneiras possíveis. Uma verdadeira máquina de fazer dinero (segundo eles).

Ok…

Mas a Empiricus foi criada em 2009, e adquirida 12 anos depois por apenas 690 melhões de reais…

Enquanto o Shave Club foi criado em 2011, e adquirido apenas 5 anos depois por 1 Belhão de dolares.

Não é hilário como todas aquelas copys e estratégias “matadoras” não conseguiram superar copy simples baseada em relacionamento e valor?

Enfim.

Pense nisso.

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Copys incestuosas

Um dos maiores erros de copywriters inexperientes…

Não parece um erro.

É algo que parece a coisa certa a ser feita.

Mas o resultado pode ser o oposto do que eles querem.

É como o que acontece quando você está doente e toma remédio demais… vira um veneno.

Afinal, de que erro estou falando?

De seguir as tendências do mercado (ou dos eggxperts).

Como disse, na teoria parece a coisa certa a fazer:

Seguir e modelar os “líderes”, fazer o que eles estão fazendo.

E nesse pensamento tá cheio de copywriter falando em sala secreta, em sacada, em virada de chave, em live 7:52 e em vários outros termos, expressões e práticas – criados pelos outros.

Escrevendo o que eu chamo de copy incestuosa, onde um copia o outro, que copia o outro, reproduzindo aquelas ideias dos outros.

Qual o problema de fazer isso?

Na prática, você está anulando sua personalidade, seu branding e sua comunicação única e pessoal… e reforçando a personalide e branding dos eggxperts (que criaram as expressões) – ao mesmo tempo em que posiciona você como um seguidor (do eggxpert) ao invés de líder.

Como disse, é algo que parece certo de fazer – se você apenas analisar superficialmente – mas no fundo é algo extremamente prejudicial a qualquer negócio ou expert.

Veja:

Uma das maneiras mais poderosas de marketcheng que existe é o baseado em personalidade.

Por que?

Porque pessoas não se relacionam com marcas (isso é tosquice de guru), pessoas se relacionam, se identificam, admiram e se encantam por pessoas.

É por isso que as maiores marcas do mundo gastam fortunas pra ter um rosto conhecido (astros, estrelas e influenciadores) fazendo propaganda de seu produto.

Personalidade.

Agora, por que que o sósia de Neymar, mesmo sendo idêntico a ele, não consegue comercializar sua imagem pelo mesmo valor que o Neymar verdadeiro?

Personalidade.

O sósia é apenas uma cópia barata.

Mas o Neymar é único, com uma personalidade e história que ninguém mais tem. E é aí que está seu valor.

Isso significa que personalidade é um dos ativos mais valiosos de todo e qualquer negócio. E isso é ainda mais valioso quando você é um expert e todo seu negócio é baseado em sua pessoa. Ou seja:

Personalidade.

E o que acontece quando você copia copys, expressões, comunicação, visual e a personalidade dos outros?

Você deixa de ser visto como um criador de tendência (líder), e passa a ser visto como um seguidor de tendências dos outros.

Percebe a profundidade disso?

Pois é.

Agora, por outro lado…

Quanto mais você cria copys únicas, expressões únicas, comunicação única, com sua personalidade única – mais você cria seu mundo único que diferencia você de seus concorrentes e lhe posiciona como um líder único, criador de tendências.

E quanto mais diferente e único você for – mais fáceis são suas conversões.

É literalmente como ser a coca-cola do seu mercado.

Por que ninguém consegue superar a coca-cola, que existe desde 1886?

Porque desde o início a coca é única. Desde o primeiro ano eles vendiam 9 bebidas por dia numa farmácia. Desde então, décadas e décadas se passaram, muitos tentaram, mas ninguém conseguiu superar a coca.

Personalidade.

Personalidade na comunicação, no produto, no visual, na embalagem, em tudo.

Personalidade é tudo.

Não desperdice nem desvalorize a sua fazendo marketcheng da personalidade dos outros.