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De R$ 4.000 por R$ 4,99?

Quem sou eu pra fazer diferente dos gurus, né?

Se tem uma coisa que tenho visto nesse mercado digital, são gurus que fazem todo um espetáculo pra lhe empurrar um curso caríssimo de 3k, 4k e até 10k…

…E pouco tempo depois eles vendem o mesmo curso por uma bagatela.

Sinceramente, acho isso uma baita sacanagem com os clientes que pagaram muito mais caro.

Mas parece que a guruzada está pouco se lixando pra seus clientes??

Lembro que o Conrado lançou o ijumper por 4k… e cerca de 2 anos depois ele estava disponível por 49,90 por mês (e você tinha acesso já no primeiro mês).

Lembro que o fórmula de lançamento começou a 4k… foi subindo acho que até 10k… e agora caiu pra 2k??

Já me disseram de outro guruzão que vendia formação a 10k fez uns relâmpagos a 3k ou algo assim.

E agora me mandaram outro expert com um curso de 3k que está por menos de 1k.

Enfim.

Como disse, não gosto desse tipo de coisa.

Comigo a coisa é diferente.

Meus preços sempre aumentam.

Por exemplo:

Minha formação de email copywriter começou a 1k. Subiu pra 2k… 3k… e hoje é 4k.

E a razão pra eu sempre aumentar os preços é porque eu sempre aumento valor do que entrego.

Mas hoje eu acordei me sentindo diferente.

Me sentindo um pouco… guru??

E por isso resolvi sacanear meus alunos que pagaram 4k, e lhe dar acesso a tudo por apenas 4,99. Que tal?

Oi??

Você sabe que isso não vai acontecer??

Pois é. Não vai acontecer 🙂

Priscilla já chamou um exorcista pra tirar o encosto dos gurus de mim.

Porém…

Eu vou oferecer sim algo de grande valor por você (por apenas 4,99):

Meu novo livro sobre Como conseguir clientes de copywriting rápido

Livro esse que é baseado na mesma estratégia, filosofia e metodologia que ensino a meus alunos da formação de 4k.

Essa é a segunda versão do livro (a primeira foi escrita em 2020 e uma vez distribuida livremente aqui).

Se você já tem a primeira versão, essa possui algumas atualizações e melhorias.

Se não, esse livro lhe dará todas as respostas que você procurava sobre como conseguir clientes de copywriting de alto valor – e como desenvolver sua carreira livre de lançamentos e vagas arrombadas.

Enfim.

Aqui está o livro:
https://www.brunosampaio.com/livro-clientes

A primeira versão ajudou vários copywriters a conseguirem seus primeiros bons clientes. Essa nova versão está ainda melhor.

Porém, o que é ensinado no livro só funciona para quem se dedica a ler e colocar em prática.

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Novo livro: Como conseguir Clientes de copy

Cheguei de viagem ontem e me enviaram um dos textos mais loucos que já vi.

É um artigo de um guruzão, sobre um case de um aluno dele.

Parece que a ideia era ser um depoimento pra vender a formação de copy… mas eu acho que acabou sendo um tiro no pé. Veja porque:

O texto diz que o aluno vendeu o carro pra adquirir a formação – o que eu jamais recomendei pra nenhum aluno meu – e não recomendo pra ninguém.

Mas enfim. Disse que o cara vendeu o carro por 20k, e pagou 6k pela formação.

2 semanas depois, ele disse ter conseguido 3.5k por um trabalho (a meta dele era recuperar o investimento no curso, 6k).

Aí, segundo o texto, esse aluno participou de uma live com o guruzão e choveu clientes pra ele, incluindo grandes players.

E… que 4 meses depois, esse aluno tinha feito quase 80k.

Maravilha, não é?

Bem, é nesse ponto que a história muda… e a carreira dos sonhos de copywriter se torna um inferno.

Pois pra conseguir esses 80k, o cara confessou que o alto volume de trabalho estava prejudicando sua saúde, ele não conseguia treinar, ficava sem COMER, e NÃO VIA A PRÓPRIA ESPOSA.

Consegue imaginar isso?

Sem comer.

Sem ver a esposa que mora com ele??

Não sei o que você pensa sobre isso…

Mas eu não vejo esse relato como um depoimento de curso, mas sim como um AVISO pra passar longe dessa “oportunidade”.

É algo que já disse antes e repito:

O modelo de trabalho do copywriter tradicional é FALHO.

É insustentável.

Até mesmo pros copywriters que trabalham com grandes players e fazem grandes dígitos.

É insustentável.

Só funciona mesmo nas propagandas dos gurus na hora de lhe empurrar os cursos deles – mas na vida real é INSUSTENTÁVEL.

Eu sei porque foi isso que me fez abandonar o mundo do copywriting muitos anos atrás.

Mas aqui vai uma boa notícia:

Se você já percebeu que esse modelo tradicional é falho…

E você quer sair dessa prisão sem grades…

Então você vai adorar meu novo livro sobre Como conseguir clientes de copywriting rápido.

É a nova versão do meu livro sobre a carreira de copywriter.

Nesse livro você vai ver por que esse modelo de negócio de copywriter tradicional é falho, vai ver como sair dessa matrix, e como fazer de 4k a 8k por mês escrevendo apenas 1 a 3 emails por dia – no melhor modelo de negócio pra copywriters que existe.

Tudo isso (e mais um pouco) no email de amanhã.

Anote o lembrete aí na Alexa 🙂

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25 Lições de Copywriting avançado de Gary Halbert

Eu reuni 25 preciosas lições de copywriting avançado de Gary Halbert e coloquei num DOC de presente pra você aqui:

https://www.brunosampaio.com/25licoes-gary

São 88 páginas que servem como uma pequena amostra do que você verá no meu grande compilado de lições de copywriting, marketing e negócios (mais sobre esse compilado no final do documento com as 25 lições).

Enfim. São todos os meus emails sobre Gary Halbert reunidos num só lugar, de extremo fácil acesso e consulta.

Nas mãos certas, são 88 páginas valiosas com algumas lições do maior copywriter de todos os tempos.

Aproveite 🙂

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Guia pra cada tipo de público

Sabe o que mais odiei em John Wick 4?

O diabo do filme é tão bom, mas tão bom, mas TÃO BOM…

…que agora nenhum filme de ação tem graça pra mim.

É como você estar acostumado a andar de porshe todos os dias… e de repente lhe jogam num chevette pra rodar.

Dá um desââânimo…

Digo isso por que esses dias fui assistir um filme que me indicaram dizendo: “Se você gostou de John Wick, vai adorar esse filme”.

Ah legal 🙂

Mas quando fui ver, não consegui passar dos 13 minutos -_-

Enfim.

Minhas únicas esperanças esse ano (já que os filmes da marvel vão de mal a pior) são: Missão impossível e O resgate 2.

Acho que esses vão ser no nível do Baba Yaga.

Mas o resto….

Perda de tempo.

Sabe onde eu também tenho essa mesma sensação?

No mundo do marketcheng e copy.

Depois que descobri alguns nomes como Gary Halbert, é impossível conseguir acompanhar esses carinhas de instagram e youtube.

Eu simplesmente não consigo aturar essa galera que todo dia chega com uma nova revolução, uma nova dica ninja, e um novo golpe pros alienados.

E digo mais, depois que saí das redes fossiais e parei de acompanhar essa galera, minha mente ficou mais afiada, eu fiquei mais focado, mais feliz, e fiz muito mais grana como consequência.

Foco é poder.

E por falar em foco…

Sabe qual a maneira mais rápida de dobrar seus resultados em 1 mês… Sem dobrar seus esforços, sem dobrar seu tráfego, sem sobrar seu público e sem nenhuma estratégia mirabolante?

É dobrando o que você sabe sobre seu público.

Oi?? Você nunca viu seu guru de instagram falando isso por aí?!? Não me diga…

Mas continuando:

Conseguir o dobro dos resultados dobrando o que você sabe sobre seu público não é exagero.

É pura realidade.

Por que isso acontece?

Porque se realmente entender seu público, você vai saber exatamente por que eles não compram – e vai combater isso em suas copy.

Assim como também vai saber exatamente por que eles compram, e vai explorar isso em suas copys e produtos.

Veja: As pessoas não se limitam a medo e ganância como um certo eggspert em copy arrota por aí.

Oh Deus… as pessoas são muito mais complexas do que isso.

E quando eles dizem não pra você, nunca é apenas por causa das objeções básicas de que eles não acreditam, ou não confiam, ou não vai funcionar pra eles, por exemplo.

A verdade vai muito além disso.

Por exemplo:

Tem muita empresa e especialista por aí que mira no nicho de dentistas, certo?

É um nicho que dá grana há séculos.

Mas o que 99% dessas empresas e especialistas fazem?

Eles querem ensinar/ajudar o dentista a conseguir mais pacientes, a lotar a agenda, a abrir filiais, a ter o melhor sistema de gerenciamento, etc…

Mas se eles realmente conhecessem os dentistas… saberiam que a maioria dos dentistas odeiam o que fazem. Não só isso, eles odeiam suas vidas. E apesar de superficialmente precisarem de mais pacientes (pra pagar as contas), não é isso o que realmente querem.

Dito isso, talvez você esteja se perguntando:

Então o que os dentistas realmente querem?

E se você for mais espertinho, vai se perguntar também:

E como apresentar o que eles querem da melhor maneira pra um dentista entender, acreditar, e embarcar nessa jornada?

Bem, essas e outras respostas de como vender para certos grupos de pessoas estarão no meu compilado de lições de Gary Halbert que sai na próxima segunda-feira (dia 24/04).

Você vai ver como pensam e como convencer diversos públicos como:

  • Dentistas
  • Médicos
  • Enfermeiras
  • Empreendedores
  • Professores
  • Idosos
  • Jovens
  • Jovens de meia idade
  • Policiais
  • Engenheiros
  • Advogados
  • Executivos
  • Funcionários públicos
  • Aposentados
  • Donos de pequenos negócios
  • Pessoas obesas
  • E outros

E lembra que num emails anteriores eu trouxe o seguinte conceito de Gary:

“É 1.000 vezes mais importante entender psicologia do que de tecnologia?”

Então…

Além de entender psicologicamente esses públicos, você também vai ver algumas coisinhas sobre psicologia avançada de copy.

Anote aí:

Segunda-feira, 24 de abril.

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Como fisgar clientes dos sonhos

Sabe por que a maioria dos copywriters são quebrados…

E não chegam nem perto de fazer seus tão sonhados 10k por mês?

Vou lhe dizer:

Não é por não saber escrever bem. Existem vários copywriters excelentes… que vivem na quebradeira.

Não é por não ter portfolio. Existem copywriters com zilhões de dígitos nas costas mendigando projetos em grupos de copy.

Não é por causa do seu nível de habilidade (júnior, pleno e o escambal). De novo, tá cheio de seniors quebrados por aí.

Não é por falta de trabalho. Tá cheio de gente postando vagas e projetos de copy por toda a web.

Tudo isso influencia sim, mas como você pode ver, não é o que faz a GRANDE diferença nos resultados deles.

Quer saber o que faz a GRANDE diferença na vida (pessoal e financeira) de um copywriter?

São os clientes com os quais ele trabalha

Veja:

Você pode ser o melhor copywriter do Brasil, ter 20 dígitos no portfolio e saber todos os macetes do negócio…

Mas…

Tudo isso não vale nada…

Se você trabalhar com os clientes errados.

Tudo isso não vale nada se você trabalha numa empresa com salário fixo.

Não vale nada se você vive de projetinhos isolados aqui e ali.

Não vale nada se você trabalha com experts pequenos, com audiências minúsculas e 1 produto só.

Não vale nada se você trabalha pra grandes experts – mas por um valor fixo pra escrever os lançamentos dele, por exemplo.

A conta não fecha.

É quase impossível chegar nos 10k/mês (objetivo da maioria).

E a grande razão é uma só:

Os clientes com os quais o copywriter trabalha

Clientes que:

  • Pagam pouco
  • Não tem recursos (grana, lista, produtos, ativos, etc)
  • Não tem um modelo de negócio sólido
  • Não valorizam seu trabalho
  • Não entendem e ainda se metem em seu trabalho

Enfim.

O que estou tentando dizer é que:

A maioria dos copywriters se dedicam a estudar copy pra ficar “fodões”. Só que não adianta nada você ser fodão se você estiver com os clientes errados que não possuem os recursos pra seu trabalho dar frutos.

É como dar um fusquinha a Ayrton Senna e esperar que ele ganhe um grande prêmio de fórmula 1 com esse carro.

Não vai rolar.

Por mais que Senna fosse o melhor piloto do mundo, sem os recursos certos (no caso dele, o carro), ele jamais venceria.

O mesmo vale pro copywriter.

Imagine você escrever uma copy brilhante que começa a converter acima da média. Porém, seu cliente só tem uma audiência de 10.000 pessoas e sua copy maravilhosa não trouxe mais que 10k pro negócio.

Por que?

Por que a audiência e os recursos são limitados. E por conta desse “detalhe”, sua copy, por mais maravilhosa que seja, nunca vai fazer 7 dígitos.

É tudo uma questão de matemática.

E é tudo uma questão de trabalhar com os clientes certos.

E quem são os clientes certos?

Aqueles que já possuem sucesso, e que possuem recursos.

Veja: Com o cliente certo (com recursos), aquela mesma copy brilhante do exemplo acima (que nem precisava ser tão brilhante assim) poderia trazer, ao invés de apenas 10k, múltiplos 6 dígitos numa tacada só.

Veja: a mesma copy.

Mas pra um cliente ela fez 10k. Pra outro, ela faria 300k.

A mesma copy.

A única diferença? O cliente (e seus recursos).

Percebeu a importância de trabalhar com os clientes certos?

É por isso que 1 único bom cliente pode mudar sua vida (como já aconteceu com David Ogilvy, Gary Halbert, John Carlton e vários outros copywriters – incluindo eu).

Mas como fisgar esse tipo de cliente? Você pergunta.

Bem, existem váááárias maneiras por aí…

E a maioria é extremamente tosca.

É tipo: ir a eventos, fazer networking, produzir conteúdo, trabalhar de graça, chuva de mensagens no linkedin, e outras tosqueiras que os gurus ensinam.

Como disse, tudo tosqueira.

(se você já tentou isso, sabe do que estou falando)

Porém, existe uma maneira quase infalível de fisgar grandes clientes.

Maneira essa que era usada por ninguém menos que: Gary Halbert.

Pois é.

Quando aplicada corretamente, essa estratégia é praticamente infalível.

Não por mágica. Nem por usar uma copy matadora. Nem nada disso.

Mas sim por se tratar de uma abordagem tão impactante, que é impossível de ser ignorada.

E quando enviada para os clientes certos (pessoas de sucesso com visão de negócios), essa abordagem os deixam maravilhados, quase em êxtase com sua atitude audaciosa. E normalmente isso faz com que eles peguem o telefone e imediatamente entrem em contato com você.

Verdade.

Porémm cara pálida…

Essa estratégia obviamente não se trata de um simples template de copy pra copiar, colar e enviar pros clientes.

Não senhor.

Ela requer dedicação. Pesquisa e esforço de sua parte.

Não é nada de outro mundo. Na verdade é tudo muito simples.

Porém…

Parece que a maioria das pessoas são preguiçosas e não estão dispostas a lutar por seus sonhos. Até mesmo quando o mapa do tesouro é dado de bandeja, elas não tem coragem de cavar pra desenterrar o prêmio. E nesse caso, não há nada que possa ser feito por esses indivíduos.

Mas se você não é assim, e acredita que vale a pena se dedicar pra conseguir um grande cliente dos sonhos (ou vários deles)…

Então você vai adorar o compilado de lições de Gary Halbert que estou preparando, pois nele vou explicar essa estratégia em detalhes, dar exemplos e até dar modelos de copys fornecidas pelo próprio Gary.

Como disse, o verdadeiro mapa do tesouro para grandes clientes, perfeito para quem está disposto a cavar pra ter uma vida melhor.

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Sem Isso, Sem Venda

Com certeza ele não é do seu tempo…

Mas você já deve ter ouvido falar de Clark Gable??

Bem, ele foi um dos maiores galãs de Hollywood de todos os tempos.

O simples ouvir do nome do sujeito já causava um calorzinho nas mulheres da época.

Mas parece que não em todas.

Pois uma em especial, Carol Lombard – também atriz em alta de Hollywood, parecia não se sentir tão atraída assim pelo galã.

Mas um dia, Carol foi convidada pra uma festa. No caminho, um grupo de caras nojentos surgiu e tentou abusar da musa. Por sorte, Clark Gable estava passando na hora e pulou no meio da confusão, surrou os malfeitores e salvou Carol do pior.

Wow… pareceu até uma cena de filme, não foi?

O alívio dela foi profundo. Carol teve um pico de endorfina, o que significa a criação da química cerebral do prazer que inundou o sistema nervoso dela. Essa explosão de endorfina quase sempre ocorre quando alguém sente um grande alívio pós stress.

De fato, Carol ficou tão maravilhada em ser salva pelo galã, que passou a enxergá-lo com outros olhos.

Pouco tempo depois, os pombinhos acabaram se casando, e permaneceram juntos até quando a morte os separou.

Que sortudo esse Clark, não é? Passar no lugar certo, na hora certa??

Bem… na verdade, não.

“O quêêê??””

Pois é. Não teve nada de sorte nesse acontecido.

A verdade é que os tais bandidos eram apenas dublês contratados por Clark e todo o acontecido não passou de uma encenação pra conquistar Carol.

“Que absurdo!” Você pensa.

Que absurdo, eu penso também.

Mas não estamos aqui pra julgar o sr. Gable, estamos?

Não mesmo.

Estamos aqui pra aprender sobre copywriting e negócios, e mais especificamente, sobre uma importante lição ilustrada muito bem nesse acontecimento.

A lição é a resposta pro título desse email.

É também a solução para quase todos os seus problemas de conversões. Pois sem essa “coisa”, a venda não acontece.

Do que estou falando?

Estou falando da…

Mudança de Paradigma

E pra você entender melhor esse conceito, primeiro precisamos deixar claro o que é paradigma (aquela palavrinha que ouvimos muito mais sabemos pouco sobre).

Bem, quando se trata de marketcheng e psicologia (nosso ramo), paradigma é um quadro mental em que a pessoa se encontra.

E esse quadro é formado pelo conjunto de crenças, sentimentos e experiências que a pessoa carrega naquele momento.

Ok até aqui?

A questão é que todo mundo que chegar até você (ou sua empresa) vai estar num determinado paradigma. Paradigma esse que normalmente não é favorável ao seu produto.

Por exemplo: Os copywriters e empreendedores que chegam até mim não estão favoráveis a trabalhar com email. De fato, a maioria deles nem acredita que email funciona mais. Isso significa que pra eu convencê-los a trilhar o caminho do email comigo, eu preciso causar uma mudança de paradigma neles.

Faz sentido?

Na prática, a maioria dos negócios precisam causar alguma mudança de paradigma pra ouvir o sim de seus clientes.

Alguns paradigmas são menores, outros maiores e mais difíceis de serem mudados.

Porém, essa mudança de paradigma não precisa levar semanas nem dias pra acontecer. Quando bem engenhada, ela pode ocorrer de maneira instantânea.

De fato, essa era uma das maiores armas de Gary Halbert.

Todas as copys e estratégias que criava, ele fazia pensando em como causar essa mudança de paradigma nas pessoas, pra que elas comprem seus produtos.

Oh boy.. e Gary fazia isso com uma incrível maestria.

A boa notícia é que você não precisa fazer como Clark Gable e forjar uma tentativa de sequestro contra seus clientes pra fazê-los lhe ver com outros olhos.

Não, não…

Você pode ser mais elegante, fazer como Gary Halbert e causar mudanças de paradigmas instantâneas apenas dizendo certas coisas em sua copy, ou se comportanto de uma certa maneira, ou ainda proporcionando uma certa experiência pra seus clientes…

Algo que veremos como fazer em detalhes, no compilado de lições de Gary Halbert que estou produzindo 🙂

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Leads qualificados de alto ticket?

Hoje meu dia inteiro foi dedicado a ela:

Isabella 🙂

(nossa filhinha que nasce em poucos meses)

Graças a Deus os exames mostraram que está tudo bem com ela, com o coraçãozinho dela, e com a placenta, e com um monte de coisa abstrata que passava na tela e o médico jurava que era algo importante dentro de minha filha.

Oh boy… não tem como não ter uma sensação de alívio ao ouvir isso.

No fim das contas, saúde é sim o que mais importa. E se você perguntar isso a qualquer milionário com câncer (ou outra doença que interrompa sua vida), todos vão concordar comigo.

Mas enfim.

Sabe o que tem tirado a saúde de muitos prestadores de serviços, mentores e qualquer um que vende serviços de alto ticket??

Leads desqualificados.

Sério.

Não tem nada pior do que montar uma estratégia, criar um funil, botar uma grana em anúncios e começar a fazer reuniões o dia inteiro com as pessoas erradas – que jamais contratarão seus serviços e estão na call apenas pra tentar sugar algo de você.

Pois é.

Eu já passei por isso também.

Comigo mesmo e com clientes.

E vou te dizer: Nessas horas é muito fácil culpar os prospectos, o facebook, o copywriter ou qualquer outra coisa.

O difícil mesmo é abandonar tudo isso e se dedicar a fazer o funil funcionar direito, pra só trazer pessoas qualificadas.

Bem, talvez isso fosse difícil para nós meros mortais, mas não pra Sir Gary Halbert.

Uma vez Jay Abraham (uma das maiores mentes de marketcheng do mundo, o cara pra quem Gary ligava quando tinha um problema) contratou o Príncipe do Impresso pra escrever um anúncio pra Jay conseguir novos clientes de consultoria.

Gary seguiu seu processo de escria de cartas (o que você verá em meu compilado de maneira detalhada 🥰) e criou um anúncio magistral.

Então o texto pra Jay e disse: Rode-o em página inteira na capa do jornal LA Times.

Ok, disse Jay.

Mas Jay o rodou apenas como meia página dentro de uma seção do jornal local…

Porém, a copy era tão boa, e estava sendo exibida relativamente para as pessoas certas, que mais ou menos 600 pessoas ligaram querendo contratar Jay.

Mas você pensa que Jay ficou feliz??

Nãããããooo.

Ele ligou pra Gary e disse:

“Ei Gary, sabe aquele anúncio que você escreveu? Então, ele não deu muito bom. Ele trouxe muita gente desqualificada”

E putz… se você ler o anúncio vai ver que é totalmente focado em qualificação de pessoas.

Gary não ficou feliz, mas ao mesmo tempo sabia que, como todo gênio, Jay era um pouco… digamos… louco?? Excêntrico?? Enfim. Alguns anos depois, Gary estava conversando com um dos funcionários de Jay, e este revelou a Gary o seguinte:

“Sabe por que aquela copy que você escreveu não deu bons reusltados? Porque todas as 600 pessoas que ligaram tentando falar com Jay, não conseguiam falar com ele (a chamada da copy era pra uma call com Jay). Então elas ligavam de novo, e de novo… mas ninguém foi capaz de continuar tentando por mais de 6 vezes. Aí Jay considerou essas pessoas desqualificadas pra trabalhar pra ele”

Wow…

Dá pra acreditar nisso??

Esse é o nível de loucura que opera um gênio do marketcheng.

Mas enfim.

Anos depois Jay voltou pra Gary e pediu pra ele reescrever aquela copy, pois ele queria fazer outro teste.

Gary, agora sabendo da história toda, fez apenas algumas mudanças estéticas no texto e manteve a copy.

Mas dessa vez, pra qualificar ainda mais as pessoas interessadas em trabalhar com Jay, ele bolou uma simples estratégia de enviar uma carta especial para quem respondesse o anúncio.

Essa carta explicava como tudo funcionava, como Jay trabalhava, e fazia uma pequena oferta especial, a qual qualificaria os interessados de 2 maneiras diferentes.

É extremamente simples, e extremamente brilhante ao mesmo tempo.

Jay pediu pra vê-la imediatamente.

Gary enviou por fax , esperou algumas horas… e nada de resposta.

Aí ele pegou o teleofne e ligou pra Jay.

“Oi Jay, conseguiu ler a carta? O que achou da estratégia?”

E Jay: “Gary, Gary, eu preciso te mostrar isso, eu tenho um cliente que desenvolveu esse novo produto e ela é fantástico, e blá blá blá”

“Mas e a carta, você viu?”

“Sim sim, mas veja, esse produto é simplesmente incrível e eu quero muito que você escreva uma carta pra ele pra nós começarmos a rodá-la imediatamente…”

E assim, segundo Gary, sua brilhante estratégia para clientes qualificados de alto ticket nunca foi colocada em prática por Jay…

Porém,

Por ser tão simples e brilhante, o próprio Gary começou a usá-la para si mesmo e outros clientes depois e, adivinhe só? Foi um sucesso.

Pois é.

E adivinha onde você poderá encontrar essas cartas + a estratégia de clientes de alto ticket explicada em detalhes??

Isso mesmo, no trabalhoso compilado de lições de Gary Halbert que estou produzindo e será lançado ainda essa semana (provavelmente na quinta-feira) 😊

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Menos reembolso e Mais consumo

Sabe qual a grande diferença entre:

Um copywalter e um copywriter?

O copywalter não consegue enxergar mais de um passo à frente.

Tudo que ele vê é o agora, o hoje, o que está diante de seu nariz.

Ele acredita, por exemplo, que se criar um plr, jogar tráfego e converter… ele tem um negócio.

Além disso, pra conseguir o sim, ele promete muito mais do que consegue entregar… E depois do sim… o copywalter desaparece e abandona o cliente pra ir em busca de outro otário.

O copywalter não enxerga pessoas, com sentimentos e problemas.

Ele enxerga gado. Que só serve pra extrair o que ele quer e jogar fora.

Burrice. Burrice. Burrice.

(além de ser um caminho certo pro inferno??)

Por outro lado, o verdadeiro copywriter pensa diferente.

Ele consegue enxergar o negócio como o todo.

E quando pensa em vender algo, ele nunca pensa só naquele produto que vai ser promovido.

Ele pensa em:

  • Como aquele produto se encaixa na grande esteira de produtos do negócio
  • Quais upsells podem ser feito a partir dele
  • Como aquele produto vai impactar na vida da pessoa e ajudá-la a conseguir o que quer
  • Como o produto vai doutrinar a pessoa para comprar os próximos produtos
  • Qual o preço ideal não apenas para a conversão inicial, mas para atrair o maior número de pessoas qualificadas possível para os produtos do back-end
  • Qual a experiência proporcionada ao cliente

Entre outras coisas.

Você acredita que essa diferença de pensamento faz diferença nos resultados?

Pode apostar que sim.

E por que estou lhe dizendo isso?

Por que essa semana vai sair do forno meu novo (e trabalhoso) produto:

Um compilado de lições de Gary Halbert.

E as lições desse compilado NÃO SÃO para copywalters com pensamento imediatista.

NÃO SÃO táticas ninjas de gurus de instagram.

São o oposto.

São estratégias para quem enxerga (ou quer aprender a enxergar) o negócio como um todo.

E embora algumas dessas estratégias tragam resultados imediatos – ainda assim, elas necessitam pensar de maneira estratégica (ou você vai cagar tudo e culpar Gary).

Por exemplo:

Uma das lições que você vai encontrar nesse compilado é uma simples carta para reduzir reembolso e aumentar o consumo dos clientes.

Uma carta que pode ser estrategicamente adaptada para um email, ou até mesmo whatsapp, e que pode ser usada tanto para produtos físicos quanto digitais.

Essa carta era um dos pilares do sucesso das campanhas de Gary Halbert.

Não por acaso, mas porque ele enxergava o negócio como um todo.

Essa carta tem 4 objetivos:

1- Reforçar a compra na mente da pessoa e mostrar por que ela tomou a decisão certa – e assim reduzir o número de arrependimentos

2- Mostrar que ele se preocupava com o cliente e era diferente das outras empresas

3- Induzir a pessoa a consumir o produto adquirido

4- Proporcionar uma experiência incrível – e assim fazer a pessoa desejar consumir novos produtos dele

E essa carta faz tudo isso maravilhosamente bem.

mas enfim.

Cartas e estratégias como essa são apenas algumas das coisas que estou garimpando na floresta de conhecimento de Gary Halbert, e vou trazer tudo num compilado de lições práticas (que sai essa semana) perfeito para quem leva copywriting e seus clientes a sério.

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GaryGPT – Inteligência Natural

Tem um copywriter americano que me inspirou no início.

Acompanho ele há muitos anos.

Mas apesar disso, nunca cheguei nem a ser fã dele.

Apenas acompanhava. Aprendia umas coisas aqui e ali, mas só.

E ultimamente eu nem lembrava que ele existia.

Mas essa semana resolvi abrir um email dele, e foi aí que entendi porque mesmo achando o cara legal, eu nunca me tornei um fã, nem ao menos um bom cliente dele.

Veja, no email ele explicou seu processo de escrita de emails.

Funciona assim:

Primeiro ele escreve o email à mão. Com papel e caneta.

Segundo, ele digita o texto no computador.

Depois ele abre o ChatGPT, cola o email e diz pro robô estudar o texto e sugerir 5 títulos pro mesmo.

Então ele pega 1 ou 2 que gostou, edita um pouco e joga de novo no chat e pede pra reescrever a ideia do título na primeira pessoa.

Aí ele pega as novas ideias do chat, volta pro papel e caneta e quebra a cabeça até ter boas ideias pro título.

Quando chega num resultado que gosta, ele envia o email com 2 variações de título fazendo o teste AB.

Aí ele descobre quem foi o vencedor e dispara o email pro resto da lista.

Por fim, ele diz que não se dedica muito a isso porque ele é o tipo de pessoa que escreve baseado em relacionamento com a lista.

Ok…

Não sei você, mas eu não vi absolutamente NADA de relacionamento nesse processo.

Tudo que eu ouvi foi sobre tecnologia. ZERO sobre pessoas.

Foi aí que ficou claro pra mim, porque eu nunca me tornei um fã, muito menos um grande cliente dele.

O mais interessante é que Gary Halbert já falava sobre isso em 1993, quando a internet explodiu e estava revolucionando o mundo do marketcheng.

Todo mundo corria até Gary perguntando coisas do tipo:

“Gary, qual o melhor computador pra usar?”

“Gary, qual o melhor curso de informática pra fazer?”

“Gary, qual o melhor sistema pra criar meu site?”

“Gary, como eu formato minha carta no processador de texto?”

Todo mundo preocupado com ferramentas e tecnologia.

E gary dizia:

Marketing é uma mistura de tecnologia e psicologia, mas no que diz respeito a lucrar… Entender a psicologia é 1.000 vezes mais importante do que entender a tecnologia.

E ele não dizia isso da boca pra fora.

Apesar de não saber nem como ligar um computador, até os dias de sua morte (em 2007) Gary era uma das pessoas mais procuradas do mundo pelos grandes nomes do digital da época, pra prestar consultoria.

Pois é.

E se esse conselho era válido em 1993, quando a infernet ainda engatinhava, hoje essas palavras valem ainda mais:

Entender a psicologia é 1.000 vezes mais importante do que entender a tecnologia .

É por ignorar isso que o copywriter no início desse email nunca conseguiu estabelecer um relacionamento comigo – e provavelmente nem com sua própria lista.

É também por ignorar isso, que o mundo digital tá cheio de copywriters e empreendedores que não conseguem prosperar por que passam o dia mexendo em ferramentas e buscando as soluções na tecnologia.

Não seja um desses.

E se quiser se aprofundar na psicologia de copy e marketcheng, meu compilado de lições de Gary Halbert vai ser um prato cheio pra isso, um verdadeiro GaryGPT de Inteligência Natural.

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Swipes são pros fracos. Use ISSO

Quanto mais eu me aprofundo nesse projeto…

(o compilado de lições de Gary Halbert)

Mais me arrependo dessa ideia?? 🙃

Oh boy…

Eu sabia que ia me dar trabalho, mas não imaginei que seria TANTO trabalho assim.

Mas ei, alguém precisa manter vivo os velhos ensinamentos do copywriting, caso contrário, só vai restar guruzisse no mundo.

Já imaginou, um mundo só de guruzices, táticas toscas, fugazi (como diria Matthew McConaughey no Lobo de WallStreet) e copywalters por toda parte??

🤮

Não podemos deixar isso acontecer, né?

Então seguimos com o projeto.

E aqui vão algumas atualizações sobre ele:

1- Será lançado na próxima semana (provavelmente segunda ou terça-feira)

2- Não está todo pronto e será totalmente entregue ao longo das próximas semanas (o que sempre vai lhe causar um orgasmo cerebral quando receber um email meu com aviso de novo material disponível)

3- Por causa do item 2, e do propósito por trás disso, será lançado a um preço ridiculamente baixo (na minha opinião, considerando que uma única lição como, por exemplo, a de alianças estratégicas, pode lhe trazer O cliente dos sonhos, ou O sócio dos sonhos – que pode mudar sua vida da escassez pra abundância num piscar de olhos)

Enfim.

Aqui vai outra coisa interessante em que estou trabalhando:

Gary fala muito sobre a importância de ter BONS swipes files.

Não swipes de gurus trambiqueiros.

Mas swipes de boas copys.

Obviamente eu vou disponibilizar vários swipes de copys de Gary.

Não apenas de cartas, mas também de elementos de copy como:

  • Títulos
  • Bullets
  • Leads
  • Histórias
  • Ofertas

Mas aí eu resolvi ir além e fazer uma coisinha especial 🤩

(hoje eu estou emojitivo)

Que coisinha é essa?

Bem, eu percebo que às vezes um simples swipe, por mais valioso que seja, não é capaz de ajudar o cidadão a comunicar sua mensagem de vendas do jeito que ele gostaria.

Às vezes o copywriter simplesmente não consegue encaixar suas ideias do diabo do swipe.

Eu sei… porque eu já sofri muito com isso.

Então tive essa ideia de pegar algumas das melhores cartas de Gary… explicar em que situações elas se encaixam melhor… e mostrar como fazer isso.

Vai ser mais ou menos assim:

Essa carta é pra quem oferece serviços de alto ticket, é baseada em cases.

Essa aqui é simples e efetiva, e pode ser usada pra qualquer tipo de produto, é baseada em bullets.

Já essa outra aqui é quem ofereceu um produto de baixo ticket e quer fazer upsell de um evento ao vivo de alto ticket.

Tudo com a devida explicação.

Acho que será de grande ajuda pra você.

Continuando…

Lembra do meu email de quarta-feira?

(esse aqui sobre como “Henrique ser” com 1 cliente?)

Não sei o quanto aquilo mexeu com você, mas vou lhe dizer uma coisa:

Aquela estratégia mudou minha vida.

Várias vezes.

Veja, apesar de nem saber da existência de Gary na época, eu instintivamente já pensava em gerar valor pro outro e fazer diferente.

Então, usando minhas ideias loucas eu acabei (sem saber direito) seguindo aquele mesmo princípio (de alianças estratégicas).

Usei isso pra ser contratado pela maior agência digital do meu estado – quando eu estava começando, não tinha experiência nenhuma e literalmente nada de portfolio pra mostrar.

Usei pra ser contratado por um dos maiores nomes do desenvolvimento pessoal dos Estados Unidos.

Udei pra me aproximar de grantes mentores internacionais reclusos (que não se expões como os gurus)

Usei pra me tornar sócio de um conhecido empresário aqui da região.

E nesse momento estou secretamente usando pra um novo projeto que estou trabalhando.

Enfim.

Recomendo muito muito muito.

E pra lhe ajudar a usar essa estratégia em sua vida, estou separando alguns exemplos e vou mostrar como usá-los na prática (com cada carta usada).

Vai ter modelo pra pitch de seu projeto, modelo pra quando você tem um projeto mas nem sabe como a outra pessoa pode lhe ajudar, modelo pra serviços, modelo até pra você se convidar (ou seu expert) pra palestrar no grande evento de alguém.

Como disse, está dando um trabalhão 😖 mas acho que o resultado vai ser incrível 😍

Veremos…

A partir da semana que vem ⏳