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Emails que viciam em comprar?

Não sei o que você pensa sobre o título dessa página:

“Pequenos Emails Com Histórias Que Convertem Mais Leads Em Clientes Do Que Lançamentos Inteiros”

Como assim emails convertendo mais que lançamento??

Pois é.

Não sei qual sua experiência com lançamentos mas normalmente funciona assim.

O expert tem uma audiência, faz o primeiro lançamento, e esse costuma dar certo.

Aí ele se empolga, e acredita que agora é só ficar repetindo o processo de 2 em 2 meses.

Mas quando ele lança pela segunda vez??

Ops, um fracasso de conversões.

Aí alguém diz que ele precisa de mais audiência, e tem que botar uma grana em anúncios, mas aí vem um público frio e o terceiro lançamento se torna um fracasso ainda maios porque agora deu um baita prejuízo.

Esse é um cenário típico de um lançador.

Agora se esse mesmo lançador se dedicasse a escrever bons emails todos os dias e se relacionar com sua lista – o cenário dele seria completamente diferente.

Primeiro ele aprenderia que viver descartando e buscando novos públicos é a pior coisa que um negócio pode fazer.

Ao invés, ele aprenderia a cultivar sua lista, e a vender várias e várias vezes para as mesmas pessoas.

Pois aqueles emails com pequenas histórias enviados todos os dias acabam viciando as pessoas em comprar de você… ao ponto em que eles lhe escrevem implorando pra você não vender mais nada pois eles sabem que não vão resistir.

Como esse email que recebi essa semana:
(veja imagem abaixo):

Mas se você acha que se meter com agiota é desespero, o que dizer de alguém disposto a vender seu melhor amigo pra adquirir meu próximo curso??

Veja imagem abaixo:

Se quiser aprender a escrever pequenos emails com histórias que causam esse tipo de reação nas pessoas, acesse:
https://www.brunosampaio.com/email-storytelling

Últimas horas antes do preço dobrar.

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Como “vomitar” seu sucesso

Aqui vai uma verdade difícil de engolir:

Quanto mais você estuda esses métodos guruzísticos que inventam por aí como deep copy, sexytangas e neuromarketcheng, por exemplo…

Quanto mais você estuda essas coisas…

Mais você se distancia de sua própria essência e, consequentemente, de sua maior força pra atingir o sucesso.

Por que?

Porque um dos grandes “segredos” dos negócios é ser único, diferente, original.

Ou seja:

O segredo do seu sucesso é ser você mesmo o máximo possível – e quando você fica moldando e podando suas ações de acordo com o método XYZ, você na verdade está moldando e podando seu verdadeiro eu.

Pegue os maiores nomes de qualquer área da humanidade como Charles Chaplin, Elon Musk, Michael Jordan, Stephen King, Slash, Ayrton Senna, enfim…

Nenhuma deles segui métodos dos outros pra chegar onde chegaram.

O que eles fizeram foi seguir a intuição e se dedicar a botar isso pra fora e tornar realidade.

Chaplin queria fazer cinema quando cinema nem existia direito… e fez.

Musk criou a indústria de carros elétricos e está levando pessoas pro espaço.

Jordan revolucionou o basquete.

Stephen King escreveu as histórias loucas de sua cabeça que viraram best-sellers mundiais.

Slash pegou a guitarra e começou a tocar, tocar e tocar, até ser o maior do mundo – sem nunca ter feito curso ou aulas com ningúem.

Ayrton Senna levava os carros num limite que ninguém mais conseguia atingir.

Enfim.

Não é que cursos e conhecimentos dos outros sejam ruins pra você…

Mas o que estou querendo dizer é que as respostas pro seu sucesso não estão “lá fora”, no que os outros dizem que você tem que fazer.

Na verdade as respostas pro seu sucesso estão dentro de você.

Você deve ter alguma voz louca que vive lhe atiçando pra fazer alguma coisa diferente.

A questão é que, quanto mais você botar pra fora sua verdade, seguir sua intuição, e fizer as coisas do seu jeito…

Mais você caminhará em direção ao seu sucesso, mesmo contra tudo e contra todos.

O que??

Você não sabe como fazer isso??

Sem problemas 🙂

Pois a própria ciência já comprovou que uma das melhores maneiras de botar pra fora o que está em você é atraves da escrita.

O simples ato de “vomitar” palavras e escrever todos os dias, pode fazer milagres por seu espírito, e… também pode se tornar um negócio sólido e próspero – se você transformar as histórias de sua cabeça em emails e vender alguma coisa para seus leitores.

Pois é.

E foi pra ajudar a tirar suas ideias da cabeça e colocá-las no papel (ou na tela) em formato de pequenas histórias “vendedoras” que criei o workshop de email storytelling.

Hoje é o último dia antes do preço dele dobrar.

Inscreva-se aqui e comece a vomitar seu sucesso hoje mesmo:
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50 mil seguidores X 500 leads

Não sei qual sua experiência com redes fossiais…

Muito menos quantos seguidores você tem…

Mas aqui vão alguns números interessantes:

Você sabia que em média, 45,6% dos usuários do instagrando tem apenas de 1k a 10k seguidores?

E que apenas 12,5% tem de 10k a 50k seguidores?

E somente 2,6% tem de 50k a 100k??

Pois é.

E sabe quantas pessoas dessa maioria que possui até 50k seguidores vive exclusivamente da grana que faz com o insta?

Eu lhe digo:

Quase ZERO

Praticamente ninguém.

Apenas algumas raríssimas exceções.

Mas ainda assim, pra manter esses 5k, 10, 50k seguidores essa galera tem que ralar todos os dias produzindo conteúdo, stories, lives, respondendo comentários, directs e todo tipo de trabalho gostoso que as redes fossiais proporcionam.

Por que se eles pararem, os seguidores vão embora a cada dia.

E quanto aos 2,6% que possuem de 50k a 100k?

Bem, alguns deles já conseguem sim viver de sua conta.

Mas somente alguns.

E pra isso, eles abrem mão de sua vida pessoal, de seus horários, de sua família, e quase sempre de sua verdade e integridade.

É só questão de tempo até o burnout bater na porta.

De novo, não sei qual sua experiência com redes fossiais mas essa é a dura realidade que ninguém conta por aí.

Atingir os tais 50k seguidores é um sofrimento sem tamanho, e leva anos de dedicação… pra quando finalmente chegar lá, você descobrir que precisa se dedicar ainda mais pra manter aquilo e conseguir crescer.

Se essa não é a vida que você quer pra você, então vou lhe falar sobre um caminho diferente:

Cultivar uma lista de emails.

Diferente do que a maioria pensa, você não precisa ter uma lista gigante pra ser capaz de viver exclusivamente dela.

Por exemplo: Com uma lista de 500 pessoas você consegue tranquilamente fazer 10k por mês com apenas 1 email por dia e nada mais.

Sem lançamento. Sem conteúdo. Sem live. Sem stories. Sem nem mesmo mostrar a cara.

Apenas escrevendo uma simples história e enviando pra sua lista todos os dias.

Mas isso não é tudo sobre email.

Ele possui várias outras vantagens sobre redes fossiais, como por exemplo:

  • Maior alcance: Você consegue facilmente atingir de 20% a 30% de sua lista todos os dias.
  • Leitores são clientes melhores do que pessoas que assistem vídeos de dancinhas, palhaçadas e conteúdos
  • A lista de email é sua. Os seguidores são do instagram
  • Mais simples e fácil de manter
  • Escrever todo dia é terapêutico, divertido, energizante. Postar é desgastante.
  • Emails transformam desconhecidos em clientes, e clientes em verdadeiros amigos. É impressionante o tipo de relação que você constroi escrevendo pras pessoas todos os dias. Vários leitores meus perguntam e mandam mais felicitações pra minha bebê do que meu próprio pai.

Enfim.

Existe uma energia e uma dinâmica completamente diferente entre ter alguém lendo seus textos num ambiente privado, versus alguém assistindo seus vídeozinhos num ambiente público das redes.

É como ter uma conversa 1 a 1 com alguém na sala de estar da pessoa, tomando um cafezinho com ela, versus tentar falar com alguém que está no meio de uma feira livre gritando pra todo mundo pra conseguir atenção.

É diferente.

Mas enfim.

Se quiser aprender a escrever emails com pequenas histórias que “fazem amigos e influenciam pessoas”, acesse:
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Somente até amanhã

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Como vencer o Golias do seu nicho

Você já ouviu aquela história?

De Davi e Golias?

Eu nunca li a Bíblia… mas conheço a história.

(histórias têm esse poder de se espalhar)

Davi era um cara “comum” que conseguiu derrotar Golias, um GIGANTE do exército inimigo que já tinha destroçado dezenas de adversários.

O interessante é que Davi não era um soldado, muito menos um lutador.

Mas ainda assim, foi capaz de derrotar o gigante numa batalha.

Como??

Como um pastor derrotou um guerreiro gigante e imbatível?

E a resposta é:

Davi lutou de maneira inteligente.

Ele percebeu que era impossível derrotar o gigante em seu próprio jogo (numa batalha corpo a corpo).

Então Davi decidiu jogar um jogo diferente.

Ao invés de fazer como todos os outros guerreiros que partiram pra luta física contra Golias, Davi lutou de longe, arremessando pedras no gigante.

Até que uma das pedras acertou a testa de Golias, fazendo o gigante cair morto.

Mas por que estou lhe contando essa velha história?

Pra tentar lhe convencer a assistir as novelas da Record??

Não exatamente…

Mas pra llhe mostrar como vencer os “Golias” de seu nicho, usando a mesma estratégia de Davi.

Digo isso por que em todo nicho que você atuar, vai existir um gigante (ou vários) que domina grande parte do mercado.

E isso desanima e até desencoraja muita gente nesse mundo digital, pois é fácil pensar:

“Como vou competir com fulano, que tem todos aqueles títulos, faz melhões, tem milhares de alunos, é conhecido no mercado… eu não sou ninguém”.

Não é esse o pensamento?

Pois é.

E o que fazem os que pensam assim??

Tentam lutar com o gigante… jogando o jogo… do próprio gigante.

Ou seja:

Se o gigante faz vídeos no youtube – você tenta fazer vídeos melhores.

Se o gigante se arruma todo pra postar todos os dias – lá vai você se emperequetar também pra postar sua vida.

Se o gigante faz lives no insta 19:58 – você inventa de usar horários quebrados.

Se o gigante inventa expressões como “virada de chave” – você usa as expressões do gigante.

Se o gigante faz um desafio – você faz um desafio.

Se o gigante lança produto de IA – você cai no mundo de IA.

E sabe qual o resultado disso?

É você gritando pra todo mundo que é apenas mais um seguidor do gigante.

Afinal de contas, todo mundo está vendo o gigante ditar as regras… e você jogando o jogo dele.

Entende como isso é profundo?

Pois é.

Mas então o que fazer?

Bem, a primeira coisa (como você já deve saber) é não tentar vencer seu Golias jogando o jogo dele – pois você sempre vai perder.

Ou seja:

Você precisa criar seu próprio jogo. Com suas regras. Suas expressões. Suas estratégias. Sua visão. E sua maneira única de fazer as coisas.

É assim que você finca sua bandeira e conquista seu espaço no mercado.

A segunda coisa é:

Faça como Davi.

Descubra onde o gigante mora (hoje em dia com a internet não é difícil), junte algumas pedras e, quando o gigante sair de casa, taque pedras na cabeça dele até o bicho cair no chão morto.

“MORRE DESGRAÇA” Você grita batendo no peito e uivando pra lua.

Se bem que… acho que o contexto hoje é um pouco diferente da época de Davi e usar pedras pode acabar mal pra você também.

Ok… Então aqui vai uma estratégia melhor:

Use emails.

Mas não emails qualquer.

Emails com pequenas histórias.

Dessa forma, enquanto o gigante está lá inacessível em seu palácio de cristal, apenas compartilhando ostentações duvidosas nas redes fossiais…

Você estará próximo de seu público, mantendo relacionamentos verdadeiros com as pessoas e atuando como um conselheiro estratégico.

E assim, email a email, história a história, você vai construindo sua pequena e unida tribo de fãs – que vale mais que os seguidores do gigante.

E tudo isso, sem fazer lançamentos, sem produzir toneladas de conteúdo, e sem nem mesmo mostrar a cara (se não quiser).

Apenas contando histórias em emails.

E usando um dos modelos de negócios mais simples do mundo: 1 email por dia.

Por falar nisso, eu tenho um curso com esse nome (e talvez até você já tenha ele).

A diferença do desafio 1 email por dia pra esse workshop de storytelling?

O workshop é 100% focado na escrita dos emails (uma das maiores dificuldades de quem tenta implementar esse modelo de negócio).

Emails que vendem produtos, serviços e até alto ticket – usando apenas pequenas histórias do seu dia a dia.

Aproveite o preço especial até amanhã:
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Depois disso, vai dobrar.

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Como fazer inimigos e implodir pessoas

Lembra que ontem falei sobre…

Como um personagem coadjuvante tosco e sem graça num fenômeno que conquistou multidões? (filmes do homem-formiga)

Pois é.

Você também já deve ter visto que o mesmo fenômeno aconteceu com guardiões da galáxia?

E com a série Wandinha?

E com os bonecos de cartolina de South Park?

Enfim.

Por que alguns filmes e séries que tinham tudo pra dar errado deram tão certo… e outros que tinham tudo pra dar tão certo deram tão errado (como Matrix 4, por exemplo)?

E aproveitando o contexto…

Por que alguns experts que tinham tudo pra da certo… não dão… enquanto outros que são visivelmente menos capacitados dão tão certo??

Existem várias razões. Mas a principal é:

A maneira como a história é contada.

Pois é isso que determina o quanto as pessoas vão entender sua mensagem, gostar de você e, por consequência, comprar de você.

Veja:

Por alguma razão louca nosso cérebro adoooora histórias. Elas entram em nossa mente de uma maneira sutil e rapidamente espalham suas ideias, influenciando diretamente nossas decisões.

É por isso que as histórias não são usadas apenas no cinema para atrair e conquistar multidões.

Mas também são usadas todos os dias para:

  • Seduzir pessoas e levá-las pra cama
  • Conseguir emprego (ou aumento)
  • Enganar pessoas em golpes financeiros
  • Mentir para os pais, o cônjuge ou o chefe
  • Enganar desavisados na internet e empurrar cursos e mentorias neles
  • Conseguir investimentos em projetos e ideias
  • Construir reputações
  • Destruir reputações
  • Conseguir doações

Histórias são tão poderosas que há milênios são usadas pra doutrinar pessoas em religiões que determinam como elas devem viver suas vidas… e até morrer.

Imagine você que os árabes contam histórias tão fascinantes, que convencem jovens a amarrarem bombas no próprio corpo e se explodirem pelos ares em nome da causa (e das 40 virgens que receberão no além – segundo a história contada).

Enfim.

Saber contar boas histórias é uma habilidade fundamental pra quem quer influenciar pessoas (tanto para o bem quanto para o mal).

Mas isso não é tudo.

Boas histórias também são eternas.

Elas podem ser contadas várias e várias vezes para as mesmas pessoas, e causar o mesmo impacto.

Isso acontece tanto com livros e filmes, quanto com campanhas de marketcheng, como também com simples emails como esse (pois é, eu reuso meus emails e eles costumam trazer melhores resultados com o tempo).

E se você quer aprender a contar boas histórias usando simples emails…

Não perca meu email de amanhã.

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Jogue o guru do insta no email e ele morrerá. Mas jogue o cara do email em qualquer mídia e ele ascenderá

O email de hoje atrasou um pouquinho?

Hoje o dia foi de Isabella e Priscilla.

Mas a parte delas foi tranquilo.

O verdadeiro problema foi da maldita unimed que possui o pior e mais tosco sistema de atendimento do mundo…

Enfim.

Mas pelo menos deu tudo certo e nossa filhinha está se desenvolvendo maravilhosamente bem 🙂

Nada alegra mais a alma de um pai do que saber disso.

Mas voltando aos negócios…

Sabe o que também alegra minha alma?

Mensagens de pessoas que descobriram o verdadeiro potencial do email… como essa aqui:

===

Cara eu comecei a dar valor em e-mail justamente por sua causa

Antes pensava que galera hoje em dia não abre mais e-mail ou que não ia gerar tanto resultado como vídeo

Mas conforme fui abrindo os seus Emails e cada vez mais ficando empolgado pra abrir o próximo eu entendi porque tava errado

É sobre a conexão que você consegue criar com sua audiência e não necessariamente a mídia em si

Se acabasse o e-mail hoje você ia conseguir fazer a mesma coisa usando uma mídia diferente

===

Pois é.

Se você pegar um instagramer, youtuber, tiktoker, ou qualquer influencer de rede fossial e obriga-lo a trabalhar com email… é o fim do negócio dele.

Por que?

Porque nenhum deles aprendeu os princípios de marketcheng e copywriting. Ao invés, eles se especializaram na plataforma (como marketcheng de instagrando, por exemplo).

No fim, eles se tornam o que os americanos chamam de “pônei de um truque só”. Pessoas que só sabem fazer uma coisa só, num ambiente específico, de um jeito específico. Mas se tirá-los do seu precioso instagram, eles se debatem e morrem como peixe fora d’água.

Por outro lado…

Quando alguém se especializa em marketcheng por email (do jeito que eu e poucas pessoas no mundo ensinam), ele na verdade não se especializa em email, mas sim na forma mais pura e “raiz” de copy e marketcheng que existe: texto puro.

Texto puro foi o que os grandes copywriters da história usaram para construir verdadeiras fortunas na era da tinta no papel.

E se você for capaz de convencer as pessoas usando apenas texto e nada mais, você será capaz de fazer pequenos milagres em qualquer outra mídia – apenas seguindo os mesmos princípios.

Pra mim, essa habilidade de fazer negócios por email nunca foi tão importante quanto é hoje, num mundo de lacrações onde a qualquer momento você pode ser cancelado nas redes fossiais…

Num Brasil cujo governo vem tentando com todas as forças censurar e controlar as redes “sociais”…

E especialmente num mundo digital infestado de ostentação, hipocrisia e fingimento – onde as pessoas buscam desesperadamente por conexão verdadeira.

Mas enfim.

A boa notícia é que pra conseguir grandes conversões por email você não precisa ostentar seus (ou alugados) bens materiais, nem se arrumar todo pra gravar vídeos, posar pra fotos e fazer stories, nem escancarar sua vida íntima pros seus seguidores.

Na verdade você nem sequer precisa mostrar a cara.

E emobra você precise dominar certos princípios, existe uma coisa que é responsável por cerca de 80% dos resultados por email.

Que coisa é essa?

A habilidade de escrever boas histórias.

Mas não estou falando de jornada do herói, arco de sei-lá-o-que, nem das teorias complexas que ensinam por aí sobre storytelling.

Não mesmo.

Estou falando da sofisticada habilidade de pegar qualquer assunto, tema, acontecimento ou fato de sua vida (por mais simples que seja) – e transformá-lo num sólido e convincente argumento de vendas para seu produto ou serviço.

Isso sim é o que cria conexões verdadeiras, conquista corações e abre carteiras.

E é essa habilidade que eu quero lhe ajudar a desenvolver.

Mais sobre isso nos próximos emails 😉

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Por que 99% dos emails são lixo

Não me entenda mal.

Posso até estar enganado.

Não sei.

Mas aqui vai assim mesmo:

Eu acredito que ninguém no Brasil escreve emails melhor do que eu.

Em outras palavras:

Eu sou o melhor email copywriter do Brasil.

Ah sim, tem algumas pessoas por aí dizendo que fazem milhões com email todo dia e que são os fodões…

Mas se você olhar o contexto, vai ver que o tal faturamento por email deles não tem nada a ver com os emails escritos em si, mas sim com 2 coisas:

1- O volume de tráfego que trabalham (se você tem um trágego gigante, até mesmo as simples automações básicas de email vão trazer 6 ou 7 dígitos).

2- Os emails deles fazem parte de uma campanha maior (com vídeos, lives, lançamento, whatsapp, etc.)

Não quero tirar o mérito deles, mas como eu sempre digo aqui: O contexto faz TODA a diferença.

Tanto é que se você ler os emails desses tais experts vai ver que ou são horríveis, ou são água com açúcar, ou são apenas grandes promessas desesperadas pra arrancar seu dinheiro.

Enfim.

Por outro lado, seu amigo aqui costuma fazer múltiplos 6 dígitos com listas minúsculas – usando apenas email e nada mais (sem vídeos, sem lives, sem conteúdo, sem nada).

Seu amigo aqui vende até produtos de alto ticket usando apenas email e nada mais (sem vídeos, sem lives, sem conteúdo, sem nada).

Oh, e isso não é só no nicho de marketcheng digital.

Mas sim em nichos complicados como SAAS, alimentação crudívora, casamento e até eventos presenciais.

Pois é.

Mas como disse, não me entenda mal.

Não estou escrevendo esse email pra me gabar nem pra menosprezar ninguém.

Meu objetivo aqui é apenas lhe ajudar a converter mais usando email, e pra isso você precisa entender o contexto.

(contexto é tudo)

Dito isso, você concorda comigo que 99% dos emails que você recebe todos os dias são lixo?

Do tipo que nem vale a pena perder seu tempo abrindo, muito menos lendo.

Pois é.

Mas você sabe por que esses emails são tão ruins?

Bem, acredite ou não, mas a principal razão é por que eles seguem as “boas práticas” ensinadas pelos “experts” em email.

Contraditório, eu sei.

Mas você pode ver com seus próprios olhos.

Olhe pros emails em sua caixa de entrada… e olhe pros conselhos dos eggsperts em email e você vai ver:

  • Emails com conteúdo
  • Emails em formato de panfleto
  • Emails só com imagens
  • Emails com formatação de orkut
  • Emails com templates lindos (que destroem entrega)
  • Emails com hacks nos títulos (nota de falecimento, @fulano marcou você, etc)
  • Emails com dezenas de links

Em resumo:

Emails que seguem tooooodas as tais “boas práticas”… mas que no fim não passam de emails CHATOS.

Chatos, e que não vendem nem o suficiente pra pagar a própria ferramenta de envio de email.

E se você já tentou seguir essas tais boas práticas… você sentiu na pele que esses conselhos não funcionam como dizem.

Enfim.

Mas então o que funciona? Você pergunta.

Bem, caso não tenha ficado claro ainda, a primeira coisa sábia a fazer é:

Fazer o oposto do que ensinam por aí sobre email.

Sério.

Oi?? Esse conselho não bastou e você quer algo mais específico??

Tá bem, aqui vai.

Existe 1 coisa que faz a GRANDE diferença entre os emails água-com-açúcar-deletados-sem-ser-lidos… e os emails que são lidos, admirados e trazem clientes.

Que coisa é essa?

Histórias, baby.

99% dos emails são chatos e não funcionam porque não são capazes de envolver os leitores o suficiente.

Eles até tentam com conteúdo, com imagens, com gatilhos dementais, com hacks…

Mas nada disso chega aos pés de uma boa história.

Histórias atiçam o desejo, conectam ideias, constroem e sustentam argumentos de vendas e conquistam as pessoas de maneira lógica e emocionalmente ao mesmo tempo.

Em outras palavras:

Aprenda a escrever boas histórias por email e você estará à frente de 99% do mercado (e também trazendo mais dígitos por email do que eles).

E se tudo isso aqui fizer sentido, e você quer aprender a escrever boas histórias por email comigo…

Não perca meus próximos emails 🙂

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5 regras de sucesso do copywriter

Se você está trabalhando na mesma coisa todos os dias…

Já faz isso há alguns meses…

Mas sente que esse esforço não está lhe levando onde você quer chegar…

Então você deve estar seguindo o caminho errado.

Ou talvez até… andando em círculos??

Isso infelizmente é bem comum nesse mercado de copy.

A pessoa começa a fazer seus primeiros projetos, que normalmente são copys isoladas e lançamentos, cobrando uma mixaria (ou até nada).

Mas os meses passam e os preços do copywriter no máximo dobram ou triplicam. (mas o triplo de uma mixaria é apenas 3 mixarias e continua não dando pra muita coisa)

Por outro lado, pra conseguir esse triplo de mixarias, a carga de trabalho normalmente aumenta 5x, 7x, 10 vezes… até chegar num ponto em que o copywriter trabalha de domingo a domingo – num ritmo de produção industrial – por um pagamento que não compensa.

E é nesse momento que as coisas complicam.

Pois o copywriter está tão atolado em trabalho que não tem tempo nem pra se coçar, muito menos pra pensar em estruturar sua própria carreira pra sair dessa prisão sem grades que ele mesmo criou.

Ao mesmo tempo, ele já se colocou numa situação onde ele precisa daquela grana – e por isso não pode parar (mesmo comprometendo sua saúde física, mental e espiritual)

Enfim. Nesse ponto, 2 coisas costumam acontecer:

1- Depois de alguns meses nesse ritmo o copywriter atinge o burnout (esgotamento total)

2- Ele não consegue manter o ritmo (por não conseguir novos projetos suficientes) e vive numa montanha russa, alguns meses trabalhando como um condenado (e com grana entrando) – e outros meses parado e queimando as economias

Seja qual for o caso, isso vira um padrão na vida do profissional.

E sem perceber, esse ciclo acontece de novo, de novo e de novo ao longo de meses e até anos.

Olhando assim de fora, fica óbvio que não tem como isso dar certo.

Mas quem está preso nesse ciclo não consegue enxergar o que está acontecendo.

De qualquer forma, a razão pra isso acontecer é quase sempre a mesma:

O modelo de trabalho do copywriter.

Como ficou claro acima, é muito difícil viver nesse modelo de trabalho de projetos isolados, lançamentos, ou trabalhando pra agências arrombadas.

Eu aprendi isso da maneira mais dura.

Mas depois de longos anos apanhando, eu descobri que existem 5 regras pro trabalho ideal como um copywriter.

Ou seja: 5 critérios fundamentais pro sucesso.

Ignore apenas 1 deles, e o fracasso é uma questão de tempo.

E depois que você entender esses critérios e olhar, por exemplo, pro modelo de trabalho de lançamentos – vai ver que ele atende apenas 1 dos 5 critérios.

Pois é.

Trabalhar fazendo projetos idolados?

No máximo também só atende 1 dos 5 critérios.

Trabalhar pra agências arrombadas?

Adivinha? Apenas 1 critério também.

Ou seja, são caminhos fadados ao fracasso (cedo ou tarde).

Essas 5 regras (ou critérios) são tão importantes que deveriam ser marcadas à fogo na pele de todo copywriter.

Enfim.

Eu explico esses 5 critérios em detalhes em meu novo livro – e ainda mostro qual o verdadeiro “melhor trabalho do mundo” pra um copywriter (na minha opinião).

Tudo isso aqui:
https://www.brunosampaio.com/livro-clientes

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5k a 10k/mês com 1 email por dia

Depois do fracasso de minha carreira no futebol…

(não se engane, estou falando do futebol virtual – o fifa mesmo)

…Fui parar no inferno.

Pois é, encontrei um novo jogo chamado Hades – Battle out of hell.

O que posso dizer sobre ele… é Viciante.

Como cocaína.

Não que eu já tenha usado cocaína… mas é o que dizem.

Enfim. Você joga com Zegreus, o filho de Hades (Deus do inferno). E você se revolta com seu pai e sai em busca da verdade, e de sua mãe desaparecida.

Só que o jogo tem uma mecânica incrível de luta, e construção de poderes do personagem e, principalmente: a história.

Ah.. a história.

Nunca vi algo assim num jogo antes.

Só pra você entender a mecânica: O objetivo é subir pelos reinos do inferno até chegar no reino da terra. Mas toda vez que você morre… volta pro inferno e começa tudo de novo do início (e acredito, isso é estimulante).

Mas durante a jornada (e as mortes), você vai conversando com dezenas de personagens mitológicos. Mas não são aquelas conversas chatas dos jogos comuns. Não mesmo. Todas as conversas são únicas e fazem parte de uma grande história que vai se desenrolando a cada minuto.

Entendeu o que eu disse?

Toda conversa no jogo é ÚNICA.

Tipo, eu já morri mais de 50 vezes e fiz sei lá quantas tentativas…

E TODA CONVERSA É UNICA … E CONTINUANDO A HISTÓRIA.

Ah, e os diálogos são sempre com um humor ácido 🙂

Mas calma que ainda fica melhor.

Além da dinâmica dos combates ser incrível, tem a questão da construção do personagem.

Durante sua fuga do inferno, os deuses do Olimpo (seus tios) lhe dão uma ajudinha em todo estágio. Essa ajuda é na verdade algum poder ou habilidade especial, que vai somando a outras habilidades de vários deuses e assim construindo seu personagem de acordo com suas escolhas.

Logo, se você fizer escolhas ruins e pegar as habilidades erradas pra sua arma atual – você vai tomar uma surra e morrer de maneiras humilhantes.

Por outro lado, se escolher as habilidades certas pra sua arma, o jogo que é extremamente difícil… fica até fácil, e você é quem humilha até os inimigos mais fortes.

É ou não é o retrato do copywriter brasileiro? 🙂

Começa no inferno??

E tenta desenvolver suas habilidades pra conseguir uma vida melhor??

Igualzinho!

Mas brincadeiras à parte, essa questão das habilidades faz toda diferença sim.

Pois ao escolher se especializar numa habilidade “errada” como lançamentos, por exemplo, o copywriter praticamente assina sua sentena no inferno.

Inferno de trabalhar como um condenado, no meio do caos e da insanidade de clientes/chefes loucos… pra no fim ter um pagamento baixo, incerto e inconsistente.

Por outro lado, ao escolher uma habilidade “melhor” como vender por email, por exemplo, a vida do copywriter pode ser bem mais próxima do paraíso do que ele imagina.

Um email copywriter, que se dedicar a desenvolver sua habilidade, e escolher o cliente certo – pode ganhar de 5k a 10k por mês, com 1 único cliente fixo, trabalhando apenas 1 email por dia.

Claro que parece exagero.

Talvez até… um sonho??

A questão é que pra isso fazer sentido em sua mente você precisa entender como funciona o jogo do email (e o mercado).

E foi pra ajudar a dominar esse jogo, e chegar aos 5k ou 10k por mês que eu escrevi meu novo livro sobre Como conseguir clientes de copywriting… e… estou criando um novo bônus.

Que bônus é esse?

Uma mega aula onde explico em detalhes como sair desse inferno do mercado de copy tradicional e chegar ao paraíso do email dentro de 30 a 45 dias.

Estará disponível na próxima semana para quem adquirir meu novo livro até amanhã (domingo).

Se quiser, adquira seu livro aqui:
https://www.brunosampaio.com/livro-clientes

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Jesus não salva copywriters

Não importa qual sua religião ou crença…

Jesus, nem nenhuma outra entidade – vai salvar você.

Veja: me impressiona o número de copywriters que vivem suas vidas dependendo 100% da fé.

Vou explicar o que quero dizer com “fé” pra não parecer que eu sou um anti-cristo.

Veja:

O que todo copywriter quer?

Quer ganhar bem, criar grandes campanhas, trabalhar com bons clientes, ter liberdade e dar uma vida boa pra sua família, certo?

Certo.

Mas o que eles fazem pra conquistar isso?

  • Eles desembolsam uma grana preta numa formação pra receber um certificado – acreditando que esse certificado vai abrir portas e trazer clientes. (fé)
  • Eles passam o dia nas redes fossiais, consumindo nuggets de conteúdo, assistindo vídeos e estudando copy sem parar – acreditando que quando melhorarem suas habilidades os clientes de alguma maneira virão. (fé)
  • Ou passam seus dias produzindo conteúdozinhos que só atraem outros copywriters quebrados e clientes mais quebrados ainda – mas eles acreditam que um dia vão bombar com isso. (fé)
  • Passam longas semanas construindo e maquiando seu portfolio – acreditando que será sua vitrine para atrair ou conquistar clientes. (fé)
  • Se endividam até o pescoço pra participar da mentor-ria (aquela que aluno paga enquanto o mentor ria) de algum eggspert que vive falando de quantos milhões fez e como seus alunos podem fazer o mesmo com seu novo método. (fé)
  • Vivem pulando de galho em galho toda semana, em busca de objetos brilhantes. Uma semana eles aprendem instagram, na outra IA, depois UX, depois face ads – acreditando que precisam saber tudo pra ter sucesso. (fé)
  • Ficam meses participando de processos seletivos pra vagas arrombadas, que nunca escolhem ninguém, e quando escolhem, pagam uma merreca em troca de trabalho escravo – acreditando que aquele será o emprego dos sonhos, como anunciado na descrição da vaga. (fé)
  • Se prostituem em sites de freela e grupos de copy, fazendo pequenos programas, digo, projetos de 100, 200, ou 500 conto – acreditando que um dia a coisa vai melhorar. (fé)

ENFIM.

Tudo baseado na fé de que algum dia, milagrosamente as coisas vão melhorar, os bons clientes vão aparecer, e a vida boa vai chegar.

SÓ QUE NÃO.

Não dá pra viver só de fé, pois só a fé não é suficiente.

E aqui vai a verdade:

A fé é o menos importante.

Pois o dinheiro e o sucesso não ligam pra sua religião e crenças. Eles não dão a mínima pro que você acredita ou deixa de acreditar.

O sucesso e o dinheiro funcionam baseados em uma única coisa:

Suas AÇÕES.

É por isso que tem tanta gente escrota, mas rica. Porque elas realizam as ações certas que levam ao resultado desejado.

Isso não significa que você precisa ser escroto e sem religião.

Não mesmo.

Apenas significa que sucesso é uma questão de atitude e direcionamento.

Atitude de FAZER as coisas certas, na direção certa, que levam ao destino desejado.

Em outras palavras:

É impossível chegar até São Paulo, seguindo a pista pro Ceará. Impossível.

Faz sentido?

Agora olhe bem pros caminhos que listei acima (dos copywriters).

Não precisa ser nenhum gênio pra perceber que eles não levam à vida boa que o copywriter quer.

Conteúdo?

Certificado?

Redes fossiais?

Mentoria melionária?

Vagas e clientes arrombados?

Se você já percebeu que nenhum desses caminhos vai levar onde você quer chegar… então eu quero lhe mostrar um caminho diferente.

Um caminho pra atingir seus 5k a 10k por mês como copywriter – sem fazer lançamentos, sem clientes e vagas arrombadas, e sem as longas horas de trabalho e curtos pagamentos.

Um caminho que não depende de certificados, portfolio, conteúdo, networking nem nada além de sua determinação e ação.

Pois nesse caminho não existe método mágico dos milhões – mas sim AÇÃO direcionada de maneira inteligente pra um único objetivo: construir uma vida boa de verdade.

Tudo sobre ele em meu novo livro aqui:
https://www.brunosampaio.com/livro-clientes

Amém