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Como persuadi-los “na bala”

Embora na ficção eu seja fã de armas de fogo…

Na vida real sou um cagão pra isso.

Mas enfim.

Não estou aqui pra falar sobre balas de revolver, mas sim sobre balas de copy…

Também chamadas de Bullets.

Bullets são aquelas listas de tópicos onde cada item funciona como uma mini-copy.

Aqui estão alguns exemplos de bullets do meu novo livro sobre clientes de copy que sai na semana que vem (spoiler):

  • Como parar de cobrar por projeto ou por hora, e passar a fechar contratos fixos de 2k a 5k por mês
  • O melhor tipo de serviço de copy para oferecer inicialmente – também o mais fácil de fechar (não é lançamento)
  • Os 3 pilares fundamentais pro sucesso de todo copywriter freelancer
  • O que enviar se o cliente pedir amostras do seu trabalho e você não tiver portfolio – e como transformar essa desvantagem em sua maior arma (e se destacar mais do que quem envia portfolio)
  • Onde encontrar os melhores clientes de copywriting, que pagam bem e podem alavancar sua carreira – e como evitar os clientes infernais que podem levar você à loucura
  • Como parar de mendigar projetos e começar a escolher com quem você vai trabalhar – podendo até mesmo ser contratado por um de seus ídolos

Sentiu o gositnho?

Ficou curioso?

Deu vontade de possuir esse conhecimento??

Bem, esses são alguns dos objetivos dos bullets.

De fato, os bullets funcionam tão bem pra convencer as pessoas, que algumas das maiores cartas de vendas do mundo foram feitas usando apenas bullets – como, por exemplo, a famosa carta do Rolls Royce escrita por Ogilvy.

Mas bullets não servem apenas para cartas.

Não senhor.

Eles também funcionam maravilhosamente bem em anúncios, emails, landing pages, whatsapp, conteúdo e em qualquer tipo de copy que tenha espaço suficiente pra acomodá-los.

“Mas Bruno, se bullets são tão incríveis assim, por que não tem mais gente usando?” Fico feliz que perguntou. E a resposta é simples:

Quase ninguém sabe como escrever bons bullets.

E sim, isso inclui os tais experts em copy.

Mas voltando pro que interessa, bullets são tão eficazes que às vezes um único bullet sozinho pode carregar a maior parte da conversão.

Aqui está um exemplo extremo mas que ilustra bem isso.

Gary Halbert contou que quando estava trabalhando pra Entrepreneur Magazine, uma vez escreveu uma carta repleta de bullets, mas um em específico fez os telefones da empresa tocarem por meses (mesmo depois da carta ter parado de circular).

O que estava escrito nesse bullet?

(vou reproduzi-lo com alterações pro active não encrencar com as palavras, ok?)

C0ca lna falsa: um substituo legal que engana quase todo mundo

Ele diz não lembrar exatamente porque escreveu aquilo, só lembra que era pra um relatório para empresas (a revista é pra empreendedores).

Mas pense nisso:

No meio de dezenas e dezenas de bullets relacionados a negócios… 1 em especial fez os telefones tocarem.

É isso que eu quero que você entenda:

A razão pela qual bullets funcionam tão bem, é por que eles são dezenas e dezenas de mini-copys que metralham o leitor com dezenas e dezenas de diferentes razões pra adquirir o produto. E às vezes eles só precisam de UMA boa razão pra dizer SIM pra você. Outras vezes eles precisam de VÁRIAS boas razões e, nesse caso, os bullets também dão conta disso.

Porém, pra que os bullets funcionem tão bem, eles obviamente… precisam ser bem escritos.

E se tem uma pessoa que escrevia bullets incríveis, essa pessoa era Gary Halbert.

De fato, ele gostava tanto de bullets, que os usava em TODAS as suas cartas e copy – salvo algumas raras exceções.

O que?

Você gostaria de aprender a escrever bullets como Sir Gary Halbert e adoraria que eu trouxesse as preciosas lições do mestre no compilado de lições que estou criando sobre ele??

Seu desejo é uma ordem 🙂

Eu não apenas tratei lições práticas de como escrever, mas também centenas de exemplos pra você modelar ou usar como swipes em suas copys.

Nesse compilado de lições sobre bullets você vai ver:

  • Como usar bullets pra transformar produtos tediosos em objetos de desejo de seu público
  • Qual a quantidade ideal de bullets você deve usar em suas copys
  • O que você nunca deve escrever num bullet para não destruir seu poder de persuação
  • O processo infalível de Gary Halbert pra escrever bullets excitantes pra qualquer produto
  • Como escrever copys inteiras usando apenas bullets e nada mais
  • E outras coisinhas mais 🙂
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Como enriquecer com 1 cliente

Quando se trata de fazer din din, não existe nada fácil nessa vida.

NADA.

Porém…

Existem o que podemos chamar de:

Atalhos.

Sim, atalhos, pois eles servem pra encurtar o caminho.

E ao longo da história da humanidade, existe uma estratégia específica que talvez tenha sido o atalho que mais criou melionários em todo o mundo.

Alguns dos nomes que usaram isso pra construir seus impérios são:

Steve Jobs
Mark Zuckerberg
David Ogilvy
Henry Ford
Sylvester Stallone
Ricardo Bellino
Gary Halbert
Entre outros

A lista é extensa.

Pois essa estratégia funciona desde o início dos tempos, e continua funcionando maravilhosamente bem até hoje.

Por exemplo, nos anos 1900, quando Ford sonhava em criar sua montadora de carros… o que ele fez?

Nos anos 40, quando Ogilvy sonhava em criar a maior agência do mundo, mas era um zé-ninguém quebrado… o que ele fez?

Nos anos 70, quando Jobs sonhava em criar a Apple mas não tinha um tostão no bolso… o que ele fez?

Ainda nos anos 70, quando Stallone sonhou com o filme Rocky mas nunca tinha feito ou escrito um filme na vida e não tinha nem o que comer em casa… o que ele fez?

Nos 80, quando Ricardo Bellino era um garoto de 21 anos quebrado que nem falava inglês – sonhou em se tornar sócio da maior empresa de modelos dos EUA… o que ele fez? (ah, e depois ele usou isso de novo pra se tornar sócio de Donald Trump)

Nos anos 2000 quando Zuckerberg sonhou em construir sua rede social, mas também não tinha nem 1 tostão no bolso… o que ele fez?

Resposta: Todos usaram a mesma estratégia.

Preste bastante atenção ao que vou dizer agora:

Todos eles não tinham os recursos necessários pra realizar seus sonhos, e todos fizeram a mesma coisa pra tornar seus sonhos realidade.

O que fizeram?

Eles usaram os recursos de outras pessoas.

E com isso, criaram um atalho pro próprio sucesso.

Eu sei, eu sei: Tãããããããooo simples, não é?

Mas não se engane com a simplicidade dessa estratégia, ela criou e continua criando mais impérios do que você pode imaginar.

E a razão pra isso também é simples:

É um atalho.

Você mesmo usa esse princípio todos os dias e nem se dá conta, quer ver?

Quando você abre a torneira de sua casa…

Quando acende a luz…

Quando faz um cafezinho…

Quando usa o celular…

O tempo todo você está usando recursos de outras pessoas (empresas) pra tornar sua vida muito mais fácil.

Como seria se toda vez que quisesse água, você precisasse caminhar até a fonte mais próxima e voltar carregando um balde cheio na cabeça?

Pois é.

Atalhos com recursos dos outros.

Mas quando se trata de negócios, a maioria faz o contrário.

Ao invés de buscar um atalho (verdadeiro, não as guruzices), a maioria segue pelo caminho maaaaaais longo, que sempre costuma ser:

Tentar criar tudo do zero sozinho.

É por isso também, que a maioria dos copywriters vivem quebrados ou mendingando projetos em grupinhos de copy.

(E os que conseguem trabalho, ralam feito condenados pra receber em média 3k por mês)

Por que?

Porque seguem o caminho mais difícil.

Alguns seguem até o caminho impossível.

O caminho mais difícil é quando, por exemplo, eles tentam fazer parcerias com experts pequenos ou iniciantes, pra tentar crescer o negócio fazendo lançamentos.

Extremamente difícil.

Já o caminho impossível, é trabalhar fixo numa empresa dos outos.

Você jamais vai ganhar o que gostaria sendo empregado dos outros.

Mas tudo isso poderia ser diferente se o copywriter seguisse essa estratégia de usar os recursos dos outros para crescer.

Pois com um único cliente certo, e o modelo certo de negócio, um copywriter pode literalmente enriquecer.

Sabe quem fazia isso com maestria?

Ele mesmo, Sir Gary Halbert.

Muitos dos melhões que Gary fez foi assim, usando os recursos dos outros…

Ou o que eu também gosto de chamar de: Alianças estratégicas.

Talvez você deva saber que algumas das cartas mais famosas de Gary foram sobre os produtos da Tova Borgnine (uma empresa de cosméticos que levava o nome de sua fundadora).

O que talvez você não saiba, é a história de COMO Gary conseguiu esse cliente que mudou sua vida.

Foi mais ou menos assim:

Um dia Gary estava caminhando pela cidade quando viu um quiosque cheio de frasquinhos de vidros, e algumas mulheres comprando.

Ele se aproximou da atendente e perguntou:

“O que é isso?”

“São óleos essenciais.” Ela respondeu.

“Hum… interessante. Dessas centenas de óleos, existe algum que as mulheres mais procuram?”

“Ah sim, existe um chamado China Musk que é o que as mulheres mais gostam”

Gary continuou: “E por que até hoje ninguém pegou esse óleo, colocou num frasco com álcool e transformou num perfume?”

“Não faço ideia. Talvez ninguém tenha pensado nisso antes.”

Então nosso mestre levou um frasquinho do óleo pra casa e criou uma campanha pro novo produto imaginado – o perfume.

Aí ele lembrou dessa empresa de cosméticos grande, a Tova. E o que ele fez?

Foi num joalheiro, mandou o cara fazer um frasco de luxo pro perfume, e colocar o nome Tova.

Aí ele enviou pelo correio o frasco (com o óleo misturado com álcool e água) e uma carta com as ideias para a Tova.

O resultado foi uma das alianças mais lucrativas da vida de Gary.

1 cliente. Melhões no bolso.

Pois é.

E sabe por que isso funciona tão bem?

Por que pessoas e empresas com recursos (de sucesso), entendem o valor de boas ideias e boa atitude. Além disso eles sempre estão em busca de fazer mais dígitos com menos esforço – e se você mostrar isso pra eles, você consegue sua aliança dos sonhos.

A boa notícia é que você não precisa ser Gary Halbert nem criar um perfume pra fazer uma aliança estratégica como essa.

Você só precisa de uma ideia e um plano que beneficia muito a outra parte da aliança.

A notícia ainda melhor é que Gary ensinou essa estratégia há alguns anos, e eu vou trazê-la pra você no compilado de lições que estou preparando 🙂

E a notícia ultra hiper mega boa é que…

Essa estratégia já funcionava antes, quando tudo era enviado pelo correio e você competia com centenas de outras empresas todos os dias. Mas hoje, num mundo totalmente digital, adivinha quem tem a chance de chegar sozinho e com toda a atenção pelos correios?

Sim, você mesmo.

E não, não estou falando isso com base em achismos, mas com base em um de meus mentores que USA cartas até hoje pra fazer campanhas que convertem incrivelmente mais do que as digitais.

Enfim.

Se tudo isso faz sentido, e você está disposto a fazer o que é preciso pra conseguir um grande cliente que pode transformar sua vida…

Então você vai adorar essa lição que estará no compilado 🙂

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Como converter menos e lucrar mais

Em uma de nossas aventuras semana passada…

Conhecemos uma galera nova.

Uma galera “bem-suscedida”, a qual fomos na casa deles, num condomínio de luxo, onde estava uma boa parte da família.

E enquanto eu e Priscilla conversávamos com algumas pessoas na mesa, não pude deixar de notar 2 meninas que estavam fazendo dancinhas na piscina.

Quando chegamos na casa por volta das 11h, elas já estavam fazendo vídeos.

Mas deu 12h… 13h… 14h.. 15h e elas continuavam gravando vídeos estúpidos e artificiais – sem em momento algum aproveitar a piscina, e sem nem sequer parar 1 minuto pra interagir com as outras pessoas da família.

Foi o dia inteiro: Elas duas, os celulares e os apetrechos de iluminação que carregavam de um lado pro outro.

E a única razão pela qual elas pararam foi pra se arrumarem pra ir numa festa, encher a cara e fazer sabe-se lá o que mais.

Mas isso não é tudo.

Essas “meninas” tinham na faixa de 40 anos de idade.

Pois é.

Mas veja, eu acho que cada um é livre pra viver a vida como bem quiser (desde que não atrapalhe a felicidade dos outros).

Porém, essa sem dúvida é uma das maneiras mais vazias de se viver que existe, e eu vou lutar com todas as minhas forças pra Isabella (minha filha que está prestes a nascer) não seguir esse caminho.

De fato, eu não apenas não quero uma filha assim… como também não quero nem mesmo clientes assim (mesmo elas sendo concursadas e com uma vida estabilizada).

Por que?

Porque elas não estão alinhados com meus valores. E embora no curto prazo pudessem até me dar algum retorno, a longo prazo elas me dariam muito mais dor de cabeça e problemas do que receita.

E apesar de não parecer, , esse pequeno detalhe é o que faz a GRANDE diferença entre ter um negócio que você AMA e um negócio que você ODEIA (mas mantém só por causa da grana).

A verdade é que um negócio sólido é baseado em relacionamento.

E assim como em num relacionamento amoroso, se envolver com a pessoa errada pode tornar sua vida um inferno.

O grande David Ogilvy tinha uma excelente frase sobre isso:

“O cliente não é um idiota, ele é sua esposa.”

Mas veja:

Trabalhar com os clientes certos não influencia apenas no seu relacionamento com eles e em sua satisfação pessoal.

Não mesmo.

Isso também influencia diretamente em seus números.

Por isso, na hora de escrever copys, o objetivo número #1 de Gary Halbert não era ter a máxima conversão inicial.

Sabe por que?

Porque ele sabia que esses maiores números iniciais possíveis não trazem as melhores pessoas possíveis.

Na prática, ele sabia que as maiores conversões iniciais iriam trazer mais clientes sim, porém, mais clientes errados do que certos.

Ou seja: Pessoas chatas, oportunistas, que reclamam de tudo, qua não estão alinhadas com os valores dele, e que não iriam continuar com ele a médio e longo prazo.

É aquele tipo de de situação que à primeira vista parece um paraíso… mas com o passar do tempo se torna um inferno.

Então pra evitar esse tipo de armadilha, Gary era extremamente cuidadoso com o que escrevia em suas copys.

O objetivo dele era sim ter a máxima conversão, porém, das pessoas certas. Das pessoas que estavam alinhadas com os valores dele e que permaneceriam como clientes por anos e anos.

O tipo de pessoa que Gary tratava mais como amigo do que como cliente.

Foi seguindo essa filosofia que ele construiu um dos maiores ecossistemas de copywriting e marketcheng do mundo através de sua newsletter impressa.

Seus milhares de assinantes, espalhados por todo os EUA e pelos 4 cantos do mundo, eram uma verdadeira família que ajudavam uns aos outros pra todos crescerem juntos.

(é também a filosofia que eu sigo com minha lista e principalmente com meu grupo fechado da família do email)

Mas enfim.

Tudo isso é muito bonito na teoria, não é?

MAS COMO FAZER ISSO NA PRÁTICA??

Como escrever copy de uma maneira que atrai as pessoas certas e repele as pessoas erradas??

Como?? Hein, hein? Como, Bruno??

Bem, algumas lições práticas de como fazer isso estão contidas nesse email.

Mas no compilado de lições de Gary Halbert que estou preparando, vou trazer vários exemplos detalhados de como Gary fazia isso – pra você aplicar em suas copys e trazer os melhores clientes possíveis pra seu negócio.

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A raiz de toda copy

Estou assistindo uma série antiga…

Mas excelente.

É de 2015 e se chama Fauda.

O mais interessante é que… é uma série policial. E eu ODEIO séries policiais.

Por que gostei dessa então?

Primeiro porque é voltada pra operações especiais… em Israel… contra terroristas.

Segundo porque o roteiro e a trama são muito bem feitos, e bem diferente dos tradicionais criados pelos americanos.

Pois é, esse série não apenas se passe em Israel, como também é feita por israelenses.

A coisa é tão bem feita que fui dar uma pesquisada e descobri uma das razões:

Um dos criadores é jornalista que acompanha o terrorismo há décadas.

Outra coisa que me impressionou é que um dos autores (o escritor) é também o ator principal e protagonista da série (e o cara manda muito bem).

Enfim, fica aí a dica de uma belíssima obra de arte de ação.

(ah, outra coisa legal é ver as diferenças de cultura, religião e comportamento entre nós brasileiros e eles. É quase um multiverso.)

Agora vamos tratar de negócios.

Você sabe qual a raiz de toda copy?

Oi? O que eu quero dizer com raiz??

Eu me refiro a por onde você deve começar sua copy. A base de tudo. A estrela-guia de todo seu marketcheng e copys.

Bem, muitos gurus e experts dirão que a raiz é a tal da big idea.

Que tudo tem que começar com o diabo de uma grande ideia que magicamente surge em sua mente super criativa.

Nah…

Não é o caminho que eu sigo. (nem o que Gary Halbert seguia)

Ok. Qual seria a raiz de toda copy então?

Hein? O produto?

Boa.

Afinal, toda copy é feita pra vender alguma coisa pra alguém, não é mesmo?

Porém…

Apesar desse ser um caminho bem melhor pra começar, não é por onde o maior copywriter do mundo usava como raiz de suas copys.

Vamos lá. Último palpite .

O público?

Muito bom 🙂

Parece que alguém aqui andou prestando atenção nos últimos emails, hein?

Bem, o público é na verdade o grande guia do negócio. Afinal, todo negócio só existe se existirem pessoas dispostas a comprar as soluções por ele oferecidas.

Mas meu ponto aqui é a copy em si. Que é um passo depois dessa questão do público.

Ou seja, você tem um profundo conhecimento do público, e agora vai escrever copys pra algum produto, por onde começar?

Qual a raiz, que dará origem a todo o restante da copy (e marketcheng)?

Pra Gary Halbert, a raiz de toda copy era a oferta.

Ele disse uma vez:

“Isso é supremamente importante. É a pedra de fundação de tudo. Todas as celebridades do mundo, todos os truques, macetes e estratégias, todas as fortes garantias, nada disso tem valor algum sem uma oferta comprovada.”

Ele também adorava dizer que:

“Você não consegue multiplicar zeros”

Pior que vemos muito disso por aí….

Por exemplo: Pessoas ralando duro todos os dias pra produzir conteúdo de alta qualidade, pra alimentar um canal com centenas de milhares de inscritos… mas sem uma única ofertinha decente.

É por essas e outras que minha pequena lista de emails dá um retorno muito maior que muitos canais e perfis gigantes em audiência.

Eles só se preocupam em aumentar a audiência, ter curtidas, criar bons conteúdos e aparecer bem na fita… enquanto meu foco nº1 é criar boas ofertas.

Gary ia além e usava esse critério não apenas como raiz de toda copy, mas também pra escolher com que clientes ia trabalhar.

Pois é.

Quando um novo cliente chegava pra tentar contratar Gary (pois ele recusava a maioria), o mestre não tava nem aí se o cliente era uma celebridade, tinha melhões no banco ou uma lista gigante.

Tudo isso era secundário pra ele.

A primeira coisa que Gary queria saber era: Qual sua oferta?

E a depender da resposta é que a conversa continuava, ou não.

Pois sem uma raiz forte pra sustentar a copy, Gary sabia que não valia a pena perder seu tempo.

Por outro lado, com uma 0ferta sólida suas copys fluem mais facilmente, suas promessas serão maiores (e verdadeiras), e seus resultados serão melhores – com menos esforço.

Pense nisso.

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A Melhor inspiração para copys

As coisas estão um pouco corridas por aqui.

Quinta-feira foi aniversário de meu amor, juntamos os amigos e família, comemos muito e cantamos karaokê até ficar roucos 🙂

Fomos dormir de madrugada… o que me deixou sem condições de jogar volei no outro dia 7h da manhã.

Mas ainda assim, fomos almoçar em outra cidade, com a mãe de Priscilla e a família.

Porém, eu quase me matei depois do almoço.

Por que?

Porque era numa casa de praia, e eu SEMPRE levo minha prancha de bodyboard quando vamos pra lá. Mas ontem eu decidi não levar. E aí, pra minha incrível surpresa…

EU PRESENCIEI AS ONDAS MAIS INCRÍVEIS DA HISTÓRIA DAQUELA PRAIA

O mar estava cheeeeeio de surfistas.

Mas o mané aqui ficou apenas olhando pra aquele espetáculo da natureza e babando na areia.

Mas ok.

Mesmo sem superar minha idiotice, seguimos em frente.

Voltamos direto pra casa de minha mãe, que fez uma de minhas comidas favoritas:

Vatapá e caruru.

(aqui nós comemos com arroz e frango. Mas por causa da semana santa minha mãe fez com peixe).

Dilícia!

Hoje de manhã fizemos um programinha de casal, e amanhã vamos almoçar com a família do namorado de minha mãe (a coroa é moderninha).

O mais interessante é que nada disso tem a ver com copywriting…

Ao mesmo tempo em que tudo isso tem TUDO a ver com copywriting.

De fato, tudo o que contei aqui era o que Gary usava como sua maior inspiração pra escrever suas melhores copys.

Do que estou falando exatamente?

Da vida.

É da vida que vem as maiores inspirações.

É de viver, de estar com as pessoas, de sorrir e chorar que vem as maiores licões, inspirações, histórias e ideias que existem.

Inclusive, isso literalmente fazia parte do processo criativo de Gary.

Por exemplo:

Se ele tivesse um grande projeto pra entregar, digamos, em 2 semanas, Gary dava uma olhada rápida no projeto, e depois passava mais de 1 semana “vivendo”.

Ele saia com John Carlton pra beber, pra pescar, viajar, jogar e fazer algumas loucuras.

Depois eles voltavam totalmente pilhados, sentavam seus traseiros na cadeira e passavam os dias finais do prazo escrevendo montanhas de copy sem parar, quase sem dormir, até terminar o projeto.

Eles nunca perderam um prazo.

E obras primas do copywriting foram criadas assim.

Gary vivia a vida intensamente.

John contou que toda vez que viajavam pra ministrar seminários, em questão de minutos Gary transformava o quarto do hotel num caos, como se suas malas tivessem explodido ou algo assim.

Segundo John, eram equipamentos de câmera de um lado, pilhas de anúncios de que Gary rasgava das revistas durante a viagem, bandejas de comida, malas misteriosas com relatórios de marketing e frascos de vitaminas, vários pares de óculos, gaitas, livros de ficção, CDs, VHSs, cassetes, e uma impressionante coleção de brinquedos (sim, brinquedos).

Gary era intenso.

E ele entendia o quanto a diversidade é importante pra manter a mente afiada.

Isso não significa que você precisa fazer loucuras ou agir como Gary.

Mas como ele mesmo dizia:

Mais respostas são encontradas no movimento do que em meditação.

Acho que esse é um conselho ainda mais importante nos dias de hoje, onde muitos passam mais tempo vivendo online do que offline.

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As armas do Príncipe da Copy impressa

Esses dias vi o diretor falando sobre porque John Wick 4 pode ser considerado…

O melhor filme de ação de todos os tempos.

(e se você ainda não viu, não deixe de ver no cinema. Sério)

De fato, os 3 filmes anteriores foram um melhor que o outro.

E o que o diretor fez foi, analisar o que deu mais certo em cada filme, trazer esses elementos pro filme 4 – e fazer ainda melhor.

Oh boy, e eles com certeza conseguiram.

Mas o que quero dizer é o seguinte:

O sucesso de John Wick se deve ao “padrão” que ele desenvolveu.

Padrão de lutas com armas de fogo, de lutas corpo a corpo, padrão de fotografia, de cenas, enfim.

Padrões esses que, juntos, se tornam as armas do sucesso da franquia.

E se você olhar pra todas as pessoas ou empresas de sucesso no mundo vai ver que cada um desenvolveu seu padrão.

No futebol, é possível ver o padrão de Ronaldinho Gaúcho jogar, bem como o de Messi e Cristiano Ronaldo, por exemplo.

Mais exemplos:

Michael Jackson. Will Smith. Madonna. Shakira.

Apple. McDonalds. Red Bull. Nike. Goodyear. Toyota.

Padrões em toda parte.

Na escrita, todo autor de sucesso também tem seus padrões.

E na escrita copywrirtística (gostou?), não é diferente.

Gary Halbert, o Príncipe da copy impressa, também desenvolveu seus padrões ao longo de décadas escrevendo cartas, campanhas, comerciais, anúncios e outros.

Padrões que ele usava como armas em suas copys.

Ele os usava pra escrever títulos, leads, histórias, bullets, ofertas e até pra estruturar suas cartas.

O mais interessante nesses padrões de Gary, é que eles eram quase sempre baseados na máxima simplicidade e sofisticação.

Por exemplo:

Os leads de Gary não tinham nenhuma dessas frescuras que ensinam por aí. Nada de lead disso ou daquilo, nem de acordo com consciência, nem de acordo com nada complicado.

Não senhor.

Os leads de Gary eram tão simples, mas tão simples, que 80% deles eram praticamente iguais em todas as cartas – independente do nicho. E mesmo assim suas cartas convertiam horrores (contrariando todos os gurus que complicam essa parte de lead, mas enfim, é só Gary Halbert, não é ninguém que vale a pena ouvir).

A má notícia, meu “amigui”… é que nosso mestre nunca escreveu nem mostrou de maneira detalhada, essas suas armas.

Sim, ele até lançou coletâneas de títulos e de cartas, mas jamais os destrinchou em formato de padrões para que outros copywriters pudessem usá-los em suas copys.

O que é uma pena.

Tudo isso me fez pensar:

“Poxa, seria tão legal se algum estudioso de Gary Halbert analisasse suas copys e as quebrasse em padrões pra outros copywriters, não seria?”

Títulos, leads, bullets, histórias, ofertas, swipes e estruturas de cartas…

Um verdadeiro arsenal do maior copywriter de todos os tempos 😍

Seria legal, não seria?

Foi o que pensei.

E é isso que vou fazer pro meu compilado de lições de Gary Halbert que está por vir.

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Lições de Gary pra escrever com maestria

Quase meu email não chega hoje.

Você estranhou a demora?

Estranhou também que não lhe escrevi no sábado nem no domingo?

Garanto que não tem naaaaaada a ver com o fato de eu ter passado o fim de samana numa casa na praia, surfando com meus cachorros, tomando água de coco e dormindo ouvindo as ondas do mar.

(está tudo lá no meu instagram, onde eu mostro como minha vida é marav– ops, eu não tenho instagram, sorry)

Enfim. Na verdade o email de hoje quase não chega porque ontem, quando estávamos com as coisas (e os cachorros) arrumados no carro, com tudo pronto pra voltar pra casa, nos despedimos do povo e quando andei alguns metros com o carro “PLOC”, um estouro. Desci do carro e lá estava ele, um pneu furado.

Trocamos o pneu, e como já era de noite, decidimos voltar hoje de manhã. Mas aí todo mundo acordou tarde, e eu fui na borracharia, e tal… e tudo isso deu uma quebrada na minha rotina normal.

Junte isso com o fato de eu estar 2 dias “parado” + o processamento cerebral que escrever esses emails sobre Gary demandam = pequeno atraso.

Escrever bem não é fácil.

De fato, Neil Gaiman costuma dizer que “escrever é o trabalho mais difícil do mundo.

E Hemingway ia além ao dizer: “Não há nada para escrever. Tudo que você faz é sentar em uma máquina de escrever e sangrar.”

Escrever era difícil até mesmo pro maior copywriter de todos os tempos, Sir Gary Halbert.

Quem diria, não é? Mas em uma de suas newsletters, Gary escreveu:


Eu não quero estar aqui em minha mesa escrevendo essa carta. Eu quero estar em meu barco. Escrever é uma droga. Eu odeio escrever. Qualquer um que diz que gosta de escrever ou é um degenerado mentiroso ou um leproso social. Vamos encarar: Que tipo de nerd quer sentar e lutar com um pedaço de papel em branco quando ele poderia estar 60 pés debaixo dágua abatendo peixes inocentes, ou… namorando sua amada ou… indo ao cinema ou… jogando golfe ou… lendo o que outra pessoa lutou pra escrever…

Ou qualquer coisa!

Qualquer coisa menos escrever.


Pois é.

E quais os conselhos de nosso mestre pra escrever copy com maestria?

Bem, o primeiro deles é o mais importante de todos – e ao mesmo tempo o que os tais escritores menos seguem.

Gary dizia que a melhor maneira de escrever com maestria é…

ESCREVENDO.

Tão básico. Eu sei. Você sabe. Porém…

Quando clientes (e até alunos) chegam até mim e perguntam: “Bruno, o que eu faço pra melhorar minha escrita?” eu sempre pergunto de volta: “Você escreve todos os dias?”. E as respostas são sempre as mesmas. É sempre um “não” disfarçado de alguma coisa.

Pior é saber que muitos fazem isso por acreditar que escrever é um trabalho mais artístico e criativo do que braçal.

Eles vivem à espera da inspiração pra escrever, quando na verdade, é escrever que inspira.

A grande lição aqui é: Apenas sente sua bunda gorda na cadeira e escreva todos os dias, mesmo quando você não está afim nem faz ideia do que escrever.

Gary até conta a história de John D. McDonald (um dos maiores escritores de todos os tempos) que quando começou sua carreira ouviu alguém dizendo que um novelista não atinge seu ápice até escrever cerca de 10 livros. Então, o que McDonald fez? Ele escrever o equivalente a 10 livros em 1 ano.

Ok.

Segundo conselho:

Muitos copywriters tem dificuldade pra escrever porque tentam ser criativos, ter big ideas, ou ter algum tipo de inspiração divina, enfim, eles erram porque procuram as respostas pra sua copy dentro de suas próprias cabeças – quando todas as respostas pra sua copy estão no mundo lá fora, nas cabeças e corações de seu público.

Terceiro conselho:

Se você quer escrever de uma maneira que puxa o leitor pela jugular e quase o obriga a ler sua copy… Aprenda a escrever boas hedlines.

Oh boy…

É impressionante a quantidade de copys que eu analiso por semana e tooooooodas elas chegam com títulos marrom-menos, que não chamariam atenção nem com uma melancia na cabeça.

Veja por esse ponto: A headline (ou título) é o anúncio de sua copy. Se você já falhar no próprio anúncio de sua copy, sua copy já está destinada ao fracasso.

Quarto e último de hoje:

Essa estratégia é, sem dúvida, uma das coisas que mais influenciaram no sucesso de todas as cartas e copys de Gary Halbert. Então ouça-o com ainda mais atenção. Aqui vai:

Escreva copys que seguem o caminho da ILUMINAÇÃO, e não da manipulação.

O que isso signifca?

Copy baseada em manipulação é aquela que você vê em toda parte. É aquela copy que fala muito, mas não diz nada. É uma copy formada apenas de expressões de PNL, curiosidade sem sentido e, quase sempre, fatos mentirosos. Sabe aquelas copys que chega dá agonia de assistir, mas que as pessoas assistem puramente pela curiosidade e por alguma mentira estúpida que elas mesmas querem acreditar?

Copy baseada em iluminação é o oposto.

É uma copy que, por si só, traz grande valor pro leitor. Seja através de uma história interessante, ou informação aplicável, ou insights, enfim. É aquela copy que de alguma forma ajuda o leitor, mesmo sem ele comprar o produto (e não estou falando de conteúdo).

Iluminação vem do fato de você trazer uma nova luz pro problema da pessoa.

Era isso que Gary fazia em praticamente todas as suas copys.

Até falei um pouco sobre esse conceito nesse vídeo que fiz analisando uma carta dele.

A questão é que esse tipo de copy não apenas converte mais e trás os melhores clientes (os inteligentes), mas também é mais fácil de escrever do que aquelas manipulações bizarras.

E no compilado de lições de Gary que estou criando, eu vou me aprofundar nesse conceito de iluminação e mostrar como Gary fazia isso na prática – e como você pode fazer o mesmo em suas copys 🙂

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Adeus pirâmide de Maslow??

Espero que a essa altura você já tenha percebido que…

Copy e marketcheng é mais sobre pessoas do que sobre palavras e fórmulas.

E quando se trata de entender de pessoas, uma das teorias mais famosas é a da pirâmide de Maslow.

Você já deve ter ouvido falar, sobre as necessidades do ser humano.

Segundo Maslow, as prioridades do ser humano são:

1- Necessidades fisiológicas
2- Segurança
3- Amor/relacionamento
4- Estima
5- Realização pessoal

Na teoria é assim.

Mas será que isso funciona na prática??

Bem, segundo sir Gary Halbert, na prática a coisa é um pouquinho diferente.

Ele acreditava que o que a prioridade número 1 das pessoas é:

Evitar mudança.

Qualquer tipo de mudança. Boa ou ruim. Qualquer coisa que faça com que o indivíduo saia de sua zona de conforto – mesmo que essa zona pareça desconfortável pra maioria.

Por exemplo:

Pessoas que ganham uma oportunidade, são tiradas da rua, recebem um emprego… e acabam voltando pras ruas.

Pessoas que moram em barracos, e recebem uma casa num conjunto habitacional do governo… mas depredam tudo até transformar o conjunto numa zona.

Pessoas que ganham na loteria e em menos de 2 anos estão numa situação pior que viviam antes.

E pessoas que sofrem um ataque cardíaco em público, ou desmaiam, ou se engasgam, e quando se recuperam, estão mais preocupadas com a vergonha do que com a própria saúde.

Enfim.

As pessoas evitarão a todo custo, fazer qualquer coisa que as deixe psicologicamente desconfortáveis.

Tudo pra, de alguma forma, permanecer na zona de conforto (seja ela qual for).

O problema é que, quando tenta vender seu produto ou serviço pra alguém, você está diretamente desafiando a zona de conforto de seus clientes.

Você está tentando criar mudança em não quer mudança.

“Mas Bruno, essas pessoas me escrevem dizendo qua não aguentam mais sua situação, que elas querem mudar.” Sim, elas escrevem e dizem que querem mudar.

Porém…

Quando você oferece sua preciosa solução que traria uma mudança verdadeira, aquela mesma pessoa disposta a mudar já não parece mais tão disposta assim, não é?

“Ah, eu adoraria mas não posso pagar” Alguns dizem.

Sem problemas. Você vai lá e derruba o preço.

“Poxa, eu adoraria… mas é que minha vó está doente…” e sempre vai ter um motivo.

Mas um dos maiores motivos é o medo da mudança.

Medo esse que domina até as mentes dos que disseram sim e compraram… mas não colocaram em prática ou usaram seu produto.

Tirar as pessoas da zona de conforto é o maior desafio de um copywriter.

E infelizmente, a maioria dos copywriters seguem o PIOR caminho pra induzir mudança nas pessoas.

Que caminho é esse?

O imediatismo.

O tudo ou nada.

O “All-In” no poker.

Na prática, os copywriters tentam transformar completos desconhecidos em clientes o mais rápido possível, com uma copy “matadora”.

Sem aquecimento. Sem dignidade. Sem respeito. E muitas vezes sem a verdade.

E não é que não funcione, mas como o próprio Gary disse, é a pior maneira de causar mudança.

Por que?

Ele dizia que música tem a habilidade comprovada de elevar o humor e estad ode espírito das pessoas. Porém, se você está deprimido, o que você NÃO deve fazer é começar a ouvir música feliz. Não. O que você deve fazer é começar a ouvir música que corresponde ao seu humor, e levemente você aumenta a batida até chegar no nível desejado.

Pois ao fazer o contrário, ao tocar uma música super feliz pra uma pessoa super deprimida – a frequência da pessoa será tão diferente da frequência da música, que a pessoa se sentirá repelida pelo som.

(se você já tentou levar um amigo triste pra uma festa animada, sabe do que estou falando)

Gary dizia que o mesmo vale pro marketcheng.

Aquela copy que chega do nada gritando:

“EI, CONHEÇA MEU MÉTODO PRA FICAR MELIONÁRIO” é a pior maneira de se conectar com as pessoas e tirá-las da zona de conforto.

Pois isso automaticamente ativa o modo de defesa do prospecto.

O ideal é fazer o oposto.

É começar sua copy (e sua campanha) de uma maneira que corresponde à frequência da pessoa, e então, aos poucos você vai subindo a intensidade até chegar na venda.

Mas não, isso não significa que precisa esperar semanas pra conseguir um cliente.

Não mesmo.

Gary ensinava que muitas vezes era só uma questão de mudar copy pra uma mais elegante e respeitosa – e adicionar apenas mais 1 passo no processo.

Ou seja: Ao invés de tentar empurrar o produto de maneira desesperada em 1 passo só… você começa de maneira elegante, respeitosa, e convida a pessoa pra dar um próximo passo com você.

Tão simples… mas tão efetivo, que acabou se tornando uma das armas secretas de Gary pra aumentar drasticamente as respostas e conversões de campanhas da noite pro dia.

Quer ver como sir Gary Halbert fazia isso na prática?

Bem, eu vou mostrar tudo isso em detalhes no compilado de licões de Gary Halbert que estou cuidadosamente preparando.

Mais sobre esse compilado na próxima semana.

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Gary Halbert Vs. ChatGPT

Em 1987 Gary deu sua opinião sobre essa tecnologia.

Mas antes de falar sobre Gary e chat, existe uma coisa mais importante que preciso botar pra fora de meu peito.

É sobre um daqueles momentos em que vale a pena estar vivo pra presenciar tal feito da humanidade.

Do que estou falando?

Do melhor filme de ação de toda a história, chamado:

John Wick 4 – Baba Yaga

É só um filme de humanos lutando entre si, mas eles conseguiram criar mais ação, adrenalina e excitação do que todos os filmes de poderosos super-herois da marvel juntos.

Inacreditável é a palavra.

Como se não bastasse tudo isso, o filme é lindo de ver – com cenários, fotografia e tomadas deslumbrantes… e também é lindo de ouvir – com uma trilha sonora do capeta pra quem gosta de ação.

Enfim.

Só não cometa o erro de não ver essa obra prima no cinema. Você vai se arrepender.

Por falar em obra prima, se tem alguém que criava obras primas com as palavras, esse cara era Gary Halbert.

E não estou falando apenas de suas cartas de vendas, estou falando de TUDO que ele escrevia, desde simples notas, até sua newsletter impressa (que depois se tornou digital).

Claro que, por escrever tão bem, muita gente perguntava a Gary como atingir a maestria na escrita. E algumas dessas pessoas ia além e perguntavam como eles podiam usar a tecnologia pra se tornarem melhores copywriters.

Pra lhe dar contexto, o ano era 1987. Os computadores pessoais estavam começando a chegar nas casas dos Estados Unidos.

O que Gary falou na época se encaixa perfeitamente no que está acontecendo hoje com o ChatGPT e afins.

Gary disse:


DIGITAR NÃO É ESCREVER: Continua a me surpreender quantas pessoas pensam que ter um computador pessoal ou processador de texto é um ingrediente importante no sucesso de alguma coisa. Um leitor, de fato, queria nossas ideias sobre como ele poderia usar seu PC pra começar um império de publicações. Sabe o que isso parece? É como alguém dizer, “Ei, eu consegui uma máquina de escrever, agora me diga o que mais eu preciso pra me tornar outro Hemingway.”

Que tal metade de um cérebro?

Tem uma frase que gosto. Ela diz, “O pensamento deve ser um guia para a ação, não um substituto para ela.” É o mesmo com computadores. A maioria das pessoas que querem escrever ou publicar e arranjam um PC, acabam desperdiçando todo seu tempo aprendendo como fazer o computador funcionar ao invés de aperfeiçoar sua habilidade.

Ouça: De todos os ingredientes necessários pra se tornar um bom copywriter, um publisher ou pra se tornar bom em escrever qualquer coisa, um processador de texto ou computador pessoal é, de longe, o ingrediente menos importante na equação inteira.


E hoje tá cheio de copywriter que passa o dia aprendendo a mexer em ChatGPT ao invés de aperfeiçoar suas habilidades, e isso não está levando-o pra lugar nenhum.

De fato, já tem 1 ano que falam da revolução do ChatGPT mas nada mudou no mundo até agora.

A monstruosa versão 4 já chegou… e nada mudou.

Tá cheio de gente falando como Chat escreve bem, mas ninguém usando chat todo dia pra escrever seus textos e de fato ganhar com isso. Não 100%. Tudo depende da interação humana antes e depois.

Tá cheio de gurus ensinando a usar chat pra criar negócios… mas nenhum de fato usando a ferramenta pra criar um negócio de verdade, sólido e sustentável.

Um famoso guru brasileiro tentou criar uma revolução, tentou ensinar como usar ferramentas de IA pra fazer todo seu marketing – e ele mesmo começou sua campanha usando anúncios feitos com IA… mas ele mesmo abandonou isso no meio da campanha e voltou a mostrar sua cara e agora sumiu do mapa com sua ideia.

O que realmente existe é um monte de gente ensinando a usar a ferramenta, um monte de gente aprendendo a usar a ferramenta, e um monte de gente usando a ferramenta pra fazer textos feijão com arroz que não levam ninguém muito longe.

Que revolução de merda.

No fim das contas, é apenas uma ferramenta.

Como uma caneta tinteira. Linda e imponente.

O perigo é quando você se apaixona tanto pelas maravilhas da caneta que esquece de aprender a escrever melhor.

É por isso que num mundo de alta tecnologia e inovação, eu continuo aprendendo com os antigos mestres da escrita, do copywriting e do marketcheng.

Se esse também é um caminho que você quer seguir, então você vai adorar o compilado de lições de Gary que estou preparando.

Uma delas é sobre o cuidadodo processo de escrita que Gary usava – e o estado mental em que se colocava pra isso.

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Os apelos de copy mais irresistíveis da história

Você viu meu email de ontem?

O que?? Você deixou de aprender princípios centenários do copywriting pra ver stories de “socadas” dos gurus digitais??

Que vergonha…

Enfim. No email de ontem, eu trouxe um magnífico exemplo duma empresa que queria vender seu novo produto (uma mistura pra bolo), mas a campanha inicial foi um fracasso.

Então, um expert os aconselhou a apenas mudar o apelo da campanha e o resultado foi centenas de milhões de dólares no bolso da empresa.

Zero big idea. Zero estrutura de 7 dígitos. Zero fórmula de alta conversão. Zero mecanismo único. (na verdade, a campanha inicial era baseada no mecanismo único e foi um fracasso)

Apenas o apelo.

E o que é o apelo afinal?

É a linha de comunicação que você segue pra apresentar seu produto.

O grande desafio é que todo produto possui dezenas e dezenas de apelos diferentes que podem ser usados… mas somente um tem o poder de trazer os grandes dígitos.

No exemplo da mistura de bolo, eles usaram inicialmente o apelo da praticidade. Mas eles também podiam usar o apelo da velocidade, de fazer bolos mais rápidos. Ou usar a velocidade mas com o apelo de economizar tempo (ângulo diferente). Ou o apelo da qualidade, dizendo que a mistura continha os melhores ingredientes. Ou o apelo do sabor. Ou o apelo da textura, que o bolo é molhadinho e derrete na boca.

Como disse, todo produto possui dezenas de apelos diferentes.

É como se você estivesse em frente ao portão do sucesso, mas ele está trancado. E em suas mãos está uma volmosa penca de chaves… mas somente uma é capaz de abrir a fechadura.

Encontrar o apelo ideal é um dos maiores desafios de copy e marketcheng que existem – mas também é o que trás a maior recompensa.

Por essa razão que quando se tratava de copy, Gary Halbert não ensinava ninguém essas fórmulas prontas, nem estruturas melionárias, nem como escrever grandes leads (ele usava praticamente o mesmo lead em todas as cartas), nem nada do que ensinam nos cursos de copy hoje.

Seus princípios eram diferentes (como vimos nos emails anteriores) e por isso ele conseguia resultados diferentes de todo mundo.

E uma das coisas que Gary mais recomendava a seus alunos era:

“Seja um estudante de apelos. Pois os apelos nunca mudam.”

Pois é.

Toda semana surge uma nova guruzice de marketcheng, uma nova sexy-tanga, um novo santa-tartaruga, uma nova fórmula… mas a verdade é que tudo isso não passa de uma nova socada pra socar curso em você.

A verdade é que não existe nada de novo no mundo do marketcheng e do copywriting há décadas.

NADA.

Tudo que existe (que funciona) segue os mesmos princípios que existem há décadas. (os gurus apenas inventam nomes novos, nova embalagem, etc).

E a razão pra nada (que realmente funciona) mudar é porque esses princípios são baseados em pessoas. E as pessoas são as mesmas desde que o mundo é mundo.

Desde a época das cavernas o ser humano busca as mesmas coisas: Segurança, felicidade, romance, prazer, diversão, estabilidade, conforto, comida boa, auto-desenvolvimento, arte…

E pra todas essas motivações humanas existem apelos ideais (que vão muito além de medo e ganância, como um certo guru arrota por aí).

Isso significa que se você souber quais os apelos ideais pra cada nicho… e usar o apelo certo em seu produto… suas chances de sucesso aumentarão drasticamente.

Faz sentido?

Mas calma que ainda fica melhor, he he.

Ao longo dos mais de 100 anos do copywriting, os antigos mestres já testaram de tudo e queimaram muita pra descobrir quais são esses maiores apelos.

Ou seja: As respostas estão nas campanhas de sucesso do passado.

É só entender quais os apelos usados e aplicá-lo ao seu produto.

Mas espere… ainda fica melhor.

Gary contou que em 1920 um americano criou um monstruoso negócio que comercializava mais de 1.200 títulos diferentes de livros.

Livros de auto-ajuda, relacionamento, culinária, sexo, escrita, filosofia, humor, romance, maternidade, religião, enfim.

Percebe que esse era um negócio de infoproduto físico??

Pois é.

E sabe quantos livrinhos ele vendeu nos anos 20?

Mais de 100 milhões de livros.

A excelente notícia é que o criador desse negócio era tão esperto, que documentou TUDO… e escreveu um livro sobre sua empreitada.

Nesse livro, ele explicou tudo em detalhes e ainda listou quais os títulos mais vendidos e os que menos saiam.

Em resumo: É um verdadeiro tesouro de apelos de copy e marketcheng.

Ideal pra reposicionar sua copy, pra reposicionar seu produto, e até mesmo pra criar novos produtos.

Legal, não é?

Vai ficar mais legal ainda quando você souber que eu vou reunir toda essa informação, todos esses apelos, e entregar o resumo de bandeja no novo produto que estou criando – o compilado de lições de Gary Halbert.