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Queime seu Great Leads

Nessa série de emails sobre:

Escrever copy “sem rodinhas”…

Hoje é o dia de queimar seu livro great leads (ou apagar de seu hd??)

Sim, é um bom livro.

Mas se você quer escrever copys mais sofisticadas, é preciso abandonar aqueles modelos engessados.

Eles limitam sua escrita e suas conversões.

Como?

Bem, não sei se isso acontece com você, mas uma das perguntas mais comuns que recebo é sobre qual a melhor maneira de começar uma copy (principalmente cartas de vendas).

E essa pergunta sempre vem seguida de um dos modelos que está no livro.

“É melhor eu começar com história?”

“Ou com segredo?”

“Não, acho que aqui é melhor usar o lead de revelação, não é?”

Enfim.

Muito comum.

Copywriters presos nesses modelos limitantes, como crianças andando de bicicleta com rodinhas.

Tão presos que… se não encontrarem nenum modelo pra seguir, eles não tem confiança nenhuma na própria copy.

Nada bom.

Mas fica ainda pior quando eu lhe disser que existe um grande problema com o livro do Michael Masterson (que na verdade é Mark Ford, que na verdade tem outro nome).

Ele deixou de fora o tipo de lead (abertura da copy) mais influenciador que existe.

Aquele que, ao longo da história, foi responsável por gerar os maiores números e bater os maiores controles.

Que tipo de lead é esse?

Segundo Gary Bencivenga (considerado o maior copywriter da história por muitos, incluindo Gary Halbert), o tipo de abertura de copy mais potente que existe é:

Gerar valor.

Já falei sobre isso em emails anteriores mas gerar valor, na prática, é ajudar a pessoa do outro lado.

Ou seja:

Ao invés de simplesmente fazer promessas absurdas e empurrar o produto com copy apelativa de goela abaixo (como a maioria faz por aí), você cria uma comunicação que não parece uma propaganda chata, mas sim algum tipo de informação valiosa pra ajudar a pessoa a conseguir o que ela quer.

E pra fazer isso, não existe fórmulas como as mostradas no livro.

Pra escrever copy de valor é preciso aprender a pensar copywriting de maneira estratégica.

É algo que vai além da escrita.

E também não tem nada a ver com medo e ganância, nem nenhuma dessas guruzices.

Tem a ver com pessoas e relacionamento primeiro – e venda depois.

Uma vez que entenda isso, você vai parar de se perguntar “que tipo de de lead eu uso em minha copy?” e pensar em “Como eu posso melhor ajudar essas pessoas?”.

Uma pequena mudança de pensamento que traz grande impacto nos resultados.

Enfim.

E se quiser minha ajuda de perto pra desenvolver sua habilidade de pensar e escrever copy de alto valor, a mentoria que abri ontem ainda tem uma vaga.

Se tiver interesse em participar, o que você vai fazer é:

Responder esse email me dizendo 2 coisas:

1- Falando um pouco sobre você e o que você faz
2- Falando por que você gostaria de minha ajuda.

Aí, a depender, nós podemos conversar melhor 🙂

E apesar de eu só revelar os detalhes pra quem realmente estiver interessado, a única coisa que adianto (pra dar um incentivo a mais) é que uma das coisas que os participantes vão receber é o valor cheio da mentoria – em forma de bônus reais.

Para as 3 pessoas certas, é uma porposta irresistível.

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Como transformar 4.5k em 1 Bi

Pareceu promessa da Empiricus, né?

Bem, vamos falar sobre ela também, mas o foco aqui é outro.

É na verdade, sobre um dos cases que eu mais gosto.

Pois ele reúne vários exemplos diferentes de como copy e marketcheng de valor valem mais do que todas as táticas e estratégias de gurus juntas.

Por exemplo:

Imagine você desembolsar 4.5k pra criar um vídeo de vendas tão bom, que somente em 3 dias trouxe 12.000 novos assinantes e colocou a empresa no topo do mundo.

Ele também foi a base pra 5 anos depois fazer a empresa valer 1 Bi.

E adivinha só? O vídeo usou ZERO dos elementos que os gurus de instagram ensinam sobre copy.

Zero gatilhos.

Zero estrutura validade.

Zero mecanismos, teses, neuromarketcheng, PNL ou qualquer outra coisa.

Zero falsa escassez.

Zero copyzinha pra prender atenção.

Enfim, acho que você entendeu.

O vídeo é o oposto disso.

Ele é inteiramente feito sob os princípios do copywriting avançado (ensinado pelos antigos mestres).

O vídeo não parece uma propaganda.

Não está empurrando o produto.

Não tenta manipular nem enganar o consumidor.

É simples. É divertido.

Tem uma boa oferta (de verdade).

É totalmente focado no público-alvo.

Tem propósito.

E principalmente, ele tem personalidade. (lembra do email de ontem?)

Mas afinal, quem criou esse tal vídeo?

Foi o Dollar Shave Club, uma empresa de lâminas de barbear que, graças a esse vídeo, começou a incomodar a Gilette e outras gigantes mundiais.

(aqui está o link do vídeo legendado)

Até hoje esse vídeo ainda é copiado por várias empresas e experts – incluindo gurus brasileiros 🙂

Mas apesar do fenômeno, não foi esse único vídeo que levou a empresa do zero a 1 Bi em 5 anos.

Ele foi apenas uma peça importante do quebra-cabeça.

O que levou a empresa a essa valorização acelerada foi também algo oposto ao que os eggxperts ensinam:

Eles usaram ZERO estratégias “matadoras” e, ao invés, focaram 100% nos clientes.

Ou seja: O grande foco da empresa era oferecer a melhor experiência possível em todos os sentidos, desde o primeiro contato com a marca, passando pela aquisição e consumo do produto, suporte, até a manutenção desse cliente por anos.

Tudo baseado em valor gerado e relacionamento. Tudo pra cultivar uma base sólida de fãs verdadeiros.

É agora que entra a Empiricus.

Pois enquanto o Shave Club é totalmente focado no cliente, com copy de valor e experiência…

Nós temos a Empiricus cujo foco é usar técnicas de copywriting baseadas 100% em extrair grana das pessoas ade todas as maneiras possíveis. Uma verdadeira máquina de fazer dinero (segundo eles).

Ok…

Mas a Empiricus foi criada em 2009, e adquirida 12 anos depois por apenas 690 melhões de reais…

Enquanto o Shave Club foi criado em 2011, e adquirido apenas 5 anos depois por 1 Belhão de dolares.

Não é hilário como todas aquelas copys e estratégias “matadoras” não conseguiram superar copy simples baseada em relacionamento e valor?

Enfim.

Pense nisso.

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Copys incestuosas

Um dos maiores erros de copywriters inexperientes…

Não parece um erro.

É algo que parece a coisa certa a ser feita.

Mas o resultado pode ser o oposto do que eles querem.

É como o que acontece quando você está doente e toma remédio demais… vira um veneno.

Afinal, de que erro estou falando?

De seguir as tendências do mercado (ou dos eggxperts).

Como disse, na teoria parece a coisa certa a fazer:

Seguir e modelar os “líderes”, fazer o que eles estão fazendo.

E nesse pensamento tá cheio de copywriter falando em sala secreta, em sacada, em virada de chave, em live 7:52 e em vários outros termos, expressões e práticas – criados pelos outros.

Escrevendo o que eu chamo de copy incestuosa, onde um copia o outro, que copia o outro, reproduzindo aquelas ideias dos outros.

Qual o problema de fazer isso?

Na prática, você está anulando sua personalidade, seu branding e sua comunicação única e pessoal… e reforçando a personalide e branding dos eggxperts (que criaram as expressões) – ao mesmo tempo em que posiciona você como um seguidor (do eggxpert) ao invés de líder.

Como disse, é algo que parece certo de fazer – se você apenas analisar superficialmente – mas no fundo é algo extremamente prejudicial a qualquer negócio ou expert.

Veja:

Uma das maneiras mais poderosas de marketcheng que existe é o baseado em personalidade.

Por que?

Porque pessoas não se relacionam com marcas (isso é tosquice de guru), pessoas se relacionam, se identificam, admiram e se encantam por pessoas.

É por isso que as maiores marcas do mundo gastam fortunas pra ter um rosto conhecido (astros, estrelas e influenciadores) fazendo propaganda de seu produto.

Personalidade.

Agora, por que que o sósia de Neymar, mesmo sendo idêntico a ele, não consegue comercializar sua imagem pelo mesmo valor que o Neymar verdadeiro?

Personalidade.

O sósia é apenas uma cópia barata.

Mas o Neymar é único, com uma personalidade e história que ninguém mais tem. E é aí que está seu valor.

Isso significa que personalidade é um dos ativos mais valiosos de todo e qualquer negócio. E isso é ainda mais valioso quando você é um expert e todo seu negócio é baseado em sua pessoa. Ou seja:

Personalidade.

E o que acontece quando você copia copys, expressões, comunicação, visual e a personalidade dos outros?

Você deixa de ser visto como um criador de tendência (líder), e passa a ser visto como um seguidor de tendências dos outros.

Percebe a profundidade disso?

Pois é.

Agora, por outro lado…

Quanto mais você cria copys únicas, expressões únicas, comunicação única, com sua personalidade única – mais você cria seu mundo único que diferencia você de seus concorrentes e lhe posiciona como um líder único, criador de tendências.

E quanto mais diferente e único você for – mais fáceis são suas conversões.

É literalmente como ser a coca-cola do seu mercado.

Por que ninguém consegue superar a coca-cola, que existe desde 1886?

Porque desde o início a coca é única. Desde o primeiro ano eles vendiam 9 bebidas por dia numa farmácia. Desde então, décadas e décadas se passaram, muitos tentaram, mas ninguém conseguiu superar a coca.

Personalidade.

Personalidade na comunicação, no produto, no visual, na embalagem, em tudo.

Personalidade é tudo.

Não desperdice nem desvalorize a sua fazendo marketcheng da personalidade dos outros.

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Fórmulas que limitam sua copy

Esse mundo moderno do copywriting é muito baseado em:

  • Fórmulas
  • Métodos
  • Estruturas
  • Palavras mágicas
  • Siglas
  • Hacks
  • Modelos

Mas tudo isso, na minha opinião, deveria ser usado apenas para quem está iniciando, como se fosse as rodinhas pra aprender a andar de bicicleta. Mas assim que aprender a se equilibrar, você precisa tirar as rodinhas e criar seu próprio estilo de pedalar, suas manobras, seus saltos, sem limites.

E o grande problema que vejo é que essas coisas não são usadas apenas como ajuda inicial.

Pelo contrário.

Elas são usadas (e vendidas) como se copywriting fosse apenas isso: fórmulas e estruturas.

A coisa é tão absurda, que existem vários cursos que dizem ensinar copywriting… mas não ensinam nada além de fórmulas e estruturas.

Qual o resultado disso?

Copywalters que só sabem andar com rodinhas.

Que não sabem escrever copy pra nada, se não tiver uma fórmula ou estrutura pra seguir.

Que não vivem sem GPT.

Enfim.

Copywalters superficiais que não conseguem pensar e se aprofundar em suas copys.

O problema é que isso limita demais o trabalho deles.

Limita a área de atuação.

Limita as possibilidades.

E principalmente, limita a capacidade do copywriter de ser bem pago (ou de gerar receita em seu próprio negócio).

Por que se tudo que você sabe fazer é escrever copy de estruturazinha, copy de GPT, ou copy de lançamento (seguindo estruturazinha)… você é apenas só mais um na multidão de +100 mil copywriters que também fazem isso… e estão dispostos a cobrar uma merreca ou até trabalhar de graça.

Com competir com isso?

Na minha opinião, você não deve competir com isso.

Você deve se especializar, desenvolver sua habilidade de criar boas copys, sair dessa bolha de lançamentos e aprender a atuar de maneira estratégica – gerando mais resultados com menos esforço.

É assim que você deixa se ser contratado com um simples escritorzinho e passa a ser pago como um expert, ou… ainda melhor, passa a trabalhar como um parceiro estratégico que recebe uma porcentagem da receita que gera.

Esse foi o caminho mais simples e seguro que encontrei pra crescer nessa área.

E ele só deu certo quando eu parei de me perder nessas táticas e métodos novos lançados toda semana, e comecei a me aprofundar nos princípios e fundamentos que funcionam de verdade.

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Como ChatGPT destroi sua escrita e habilidade de criar boas copys

Eu sei como é sedutor…

Ter aquela ferramentazinha quase mágica, que com um simples comando gera um texto completo pra você em segundos.

E com outro simples comando você a faz reescrever o texto em outro tom, outro ângulo, usando até certos argumentos.

É mágico.

É surreal.

É tentador.

Porém, é também um grande risco pra sua escrita, pra sua habilidade de criar boas copys, pra sua carreira e pro seu negócio.

Veja por que:

Primeiro:

A matéria prima que cria um bom escritor, são as emoções, experiências e visão única de mundo que ele possui. É sua humanidade – algo que uma máquina jamais conseguirá reproduzir.

Uma máquina jamais saberá como é a dor de perder um grande amor, de ter um filho, de perder um filho, de cuidar de um cachorro, de ser gordo, de ser humilhado, de ser abusado, de quase morrer, de ser feliz, de ser rico, de ser pobre, de ser memitido, de tocar uma música, de adoecer, de viver.

E é sobre essas coisas que a boa escrita é feita, seja ela copy ou ficção.

Escrita não é lógica, é sentimento. E toda ferramenta é pura lógica tentando simular sentimentos.

Por isso que até hoje o gpt não consegue criar boas copys, nem bons textos de verdade. Tanto eu quanto outros copywriters internacionais como Ben Settle e Daniel Throssell já pediram bons exemplos de copy do GPT pra sua lista e ninguém, ninguém conseguiu mostrar nem um único sequer.

Segundo, usar o chat vai lhe tornar um escritor pior a cada dia

Por que?

Porque a única coisa capaz de lhe tornar um escritor melhor, é escrever, reescrever e editar e refinar sua escrita todos os dias. Mas toda vez que você manda o chat escrever por você, e reescrever, e editar, e recriar – você está aos poucos destreinando seu cérebro e perdendo essa habilidade.

O que faz um grande músico é ele tocar todos os dias. Um grande lutador, treinar todos os dias. Um grande cozinheiro, cozinhar todos os dias.

E se você tiver uma máquina fazendo seu trabalho por você todos os dias, sua habilidade de escrever, pensar e racionar copy vai definhando. Em pouco tempo você não será mais capaz de criar nada sozinho, pois está 100% dependente da ferramenta.

E sim, mesmo que você só use a ferramenta pra fazer alguns ajustes ou edições, isso também atrapalha sua habilidade.

Terceiro, GPT é apenas uma ferramenta

A câmera fotográfica mais avançada do mundo, não é capaz de tirar as melhores fotos do mundo.

Por que?

Porque por mais avançada que seja, por mais “inteligente” que seja, no fim ela é apenas uma ferramenta – que só vai ter a parte técnica da foto (iluminação, enquadramento, ângulo, etc), mas nunca vai ter a visão e os sentimentos humanos de um fotógrafo.

E uma câmera dessa nas mãos de um fotógrafo ruim não vai fazer grandes fotos, apenas fotos ok (porque é só uma ferramenta).

Além disso, usar uma ferramenta todos os dias pra fazer seu trabalho vai criar uma dependência absurda dela. Isso fica ainda pior quando você já começa a carreira usando a ferramenta. É como alguém que aprende a dirigir em carro automático, e só dirige carro automático todos os dias. Dê a ela um carro manual e ela fica mais perdida que barata tonta.

Ainda sobre carros, por que os pilotos que dão show usam câmbio manual e não automático??

Porque só o manual dá a liberdade pra fazer o impossível.

Quarto, GPT destroi sua personalidade, e todo negócio digital é baseado em personalidade

O que faz os clientes e seguidores ficarem com você por anos não é seu conteúdo, nem seus produtos, nem nada do que dizem por aí.

O que mantém as pessoas é sua personalidade, e o relacionamento que você constroi com elas (de acordo com sua personalidade).

(e quem disse isso não foi nenhum guru de instagram, foi ninguém menos que Dan Kennedy)

Mas como você vai construir e manter personalidade com uma ferramenta criando sua comunicação por você?

No máximo você será capaz de criar um estilo GPT, que nunca será você de verdade, e isso vai limitar seus resultados.

Pense nisso.

E por fim, cuidado com o hype.

Tem muita gente falando na revolução do GPT mas a maior revolução que está sendo criada (na parte de escrita e copy) é apenas nas contas daqueles que estão empurrando cursos de GPT.

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SaLa sEcReTa e mais Bizarrices

Trouxa.

Pra mim, não tem outra explicação.

Na minha cabeça os gurus tem apenas 2 objetivos:

1- Fazer você de trouxa… e pegar toda sua grana

2- Ensinar você a fazer os outos de trouxa… e pegar toda a grana deles

Somente essa semana eu vi tantas bizarrices, que é impossível não falar sobre isso.

Começando pela SaLa sEcReTa.

Uma sala “secreta” que é anunciada publicamente pra todo o Brasil.

Trouxa.

E isso foi meticulosamente pensado por uma das “maiores estrategistas do Brasil”.

Agora a régua subiu, hein?

Aí veio o outro:

“Como bombar no reels sem precisar aparecer” Disse o guru… num anúncio pago (sendo que o reels que ele prega é orgânico)… e o cara está aparecendo quase de corpo inteiro (mas ensinando a não aparecer)

Trouxa.

Outro:

“implante o gatilho do impulso e faça eles passarem o cartão”

Trouxa.

Aqui vai outro, de um grande guru – que até mês passado se dizia “especialista em maketcheng raiz” mas agora virou especialista em IA e está com a seguinte campanha:

“Como fazer 10k por mês com vídeos criativos gerador por IA”

Trouxa.

E que tal esses anúncios aqui, de um dos maiores gurus de copy brasileiro:

“A palavra mágica pra virar seu jogo no copy”

“Domine agora o ophio do mk digital e veja seus resultados escalarem com o uso dessa substância”

Trouxa.

E por fim, temos o grande Pablo Marçal que induziu centenas de trouxas a correrem uma maratona de 42km – na qual ele dizia na cara de quem queria desistir que se desistisse ele era um trouxa… e um dos participantes (que era funcionário do próprio Pablo) morreu do coração no meio da corrida.

Foi notícia no domingo espetacular.

Trouxa ao extremo.

Por que estou dizendo tudo isso?

Porque se você curte essas bizarrices de gurus… Então esse é o melhor momento pra você cair fora de minha lista.

Basta ir lá no fim desse email e clicar em se descadastrar.

Eu fico feliz. Você fica feliz, e vai aprender com quem você admira.

Mas se você sente que essa bizarrice já passou dos limites, e você quer apenas aprender sobre copywriting e negócios de uma maneira verdadeira, elegante e baseada em valor…

Então esse é o melhor momento pra você continuar em minha lista, pois está vindo algo aí feito sob medida pra você que pensa como eu.

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Arma de Ogilvy pra copys superiores

Não é hilário…

Com existem tantos cursos de copywriting, tantos “experts” ensinando copywriting…

…Mas é tão difícil encontrar uma boa copy pra ler?

Até mesmo copy escrita pelos professores de copy???

Mas enfim.

Se você está em busca de escrever copy de uma maneira diferente do que praticam por aí, sem ter que “destravar” nada nem falar de um jeito que trata o leitor como idiota…

Então eu recomendo aprender com um dos maiores copywriters de todos os tempos:

David Ogilvy.

Apesar de ser de agência tradicional de propaganda, Ogilvy pensava, estudava e agia como um copywriter de resposta direta – focado em resultados.

Na prática isso significava que as campanhas criadas por ele não eram apenas pra ser engraçadinhas, nem pra ganhar prêmios, muito menos pra encher os egos dos clientes.

Não…

O foco dele era fazer o cliente ter retorno financeiro de suas campanhas.

Oh boy, e como Ogilvy era bom nisso.

Só pra você ter uma ideia, uma vez ele fez uma campanha mundial não pra vender um produto, mas sim um país.

Ogilvy criou uma campanha genial pra colocar Porto Rico como um novo destino turístico mundial – e ele conseguiu.

Ele também foi o responsável pela campanha que fez o sabonete Dove estourar em todo o mundo em 1950. O tema: Dove – com 1\4 de creme hidratante. Pois é, esse tema é usado há 63 anos e ainda funciona.

Enfim.

David ficou muito conhecido por “levantar” marcas e empresas que eram desconhecidas, estavam começando agora, ou estavam em baixa.

E ele usava uma arma poderosíssima pra fazer isso.

Mas que arma seria essa?

Seria um lançamento?

Será que ele imprensava pessoas numa sala e empurrava um descontão monstruoso num curto prazo?

Ou será que ele fazia conteúdo e ficava ensinando às pessoas??

Já sei!

Ele com certeza usava um método, baseado numa estrutura de copy altamente avançada que ele mesmo criou depois de fazer múltiplos 8 dígitos em suas campanhas.

É deve ter sido isso…

Não é??

Não… não é.

Tudo isso é guruzice de guru que quer lhe empurrar curso tosco.

O que os grandes mestres do copywriting faziam era algo totalmente diferente, sem complicação, baseado na simplicidade.

Porém, lembre-se que a simplicidade é a máxima sofisticação.

No caso de Ogilvy, uma de suas principais armas era a mesma usada outros dos grandes copywriters da história.

Essa arma era:

Ele tornava seus anúncios valiosos.

Vou explicar:

As campanhas de David não eram empurrando produtos para as pessoas.

Não era nem de longe essa tipo de copy desesperada pela venda que os “experts” ensinam aqui no Brasil.

Ogilvy fazia exatamente o contrário.

As campanhas dele não pareciam um anúncio.

E as copys dele não falavam com a intenção gananciosa e intimidadora de quem quer a todo custo o suado dinheiro do consumidor.

Não…

As campanhas e copys de Olgilvy eram valiosas pra quem as lia.

Quer exemplos?

Ok.

Uma vez ele fez uma campanha pra cerveja Guiness.

Mas adivinhe qual o tema da campanha?

Não, não era cerveja.

Eram ostras.

Ele criou o guia da Guiness para ostras – que focava nas comidas que poderiam ser consumidas junto com a cerveja.

A campanha deu tanto certo que depois eles criaram outros guias para queijos, aves e outras comidas.

Outro exemplo:

Sabe como Ogilvy promovia sua própria agência?

Com campanhas que geravam valor.

Algumas delas:

  • Como lançar novos produtos
  • Como fazer comerciais de tv de sucesso
  • Como anunciar viagens
  • Quanto você deve gastar com anúncios
  • Como criar anúncios industriais

E antes que você pense que isso é conteúdo… não é conteúdo.

Parece conteúdo, mas não é conteúdo.

É infotretenimento (informação + entretenimento).

Ogilvy não ensinava nada, ela dava informações valiosas.

Ele gerava valor, usando informações valiosas e entretenimento – de uma forma que cria uma forte demanda e desejo nas pessoas pelo produto.

Exatamente como eu faço aqui com meus emails 🙂

Mais um exemplo de como Ogilvy fazia isso:


Uma campanha em formato de teste, pra provar que dove não deixa sua pele seca como um sabonete.

De novo, existe um grande valor nisso para os clientes certos.

E era assim, com valor e simplicidade – que Ogilvy criava copys e campanhas superiores, que traziam um incrível retorno para seus clientes.

A melhor parte?

Tudo que Ogilvy fazia, os princípios que ele seguia, e até mesmo a maneira como ele escrevia copy – tudo isso funciona ainda hoje pra criar campanhas e copys superiores às da concorrência.

Sem guruzices – apenas com valor e simplicidade.

O que estou querendo dizer é:

Não existe apenas uma maneira de escrever copy.

Copy não é apenas sobre medo e ganância.

Copy não precisa de fórmulas complicadas, PNL, neuro-sei-lá-o-que, teses, muito menos métodos secretos.

Copy pode ser sobre ajudar pessoas, ao invés de empurrar produtos.

Copy pode ser escrita para um amigo, não apra um idiota.

E principalmente, copy tem que ser com a verdade – sem inventar promessas ou mecanismos.

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O jeito errado de pensar copy

Às vezes é difícil de acreditar nos números.

Mesmo quando vemos com os próprios olhos.

Por exemplo:

Você já ouviu falar no capitão John Rade?

Ele foi um pescador que desafiou todas as “leis da pescaria” e fez o que muitos até hoje acreditam ser impossível.

(e não, não é história de epscador. Esses feitos foram documentados por vários veículos diferentes ao longo de muitos anos)

John morreu no ano passado, mas viveu grande parte do tempo em Montauk – considerado um dos melhores lugares de pescaria do mundo.

Por que?

Porque o lugar tem o relevo certo, e está localizado no ponto certo pra pesca, por onde os todos os peixes que estão migrando são obrigados a passar. E se os peixes pequenos estão se amontoando pra passar por lá, os peixes grandes também vão pra lá em busca de comida. E os peixes ainda maiores. E até os grandes tubarões brancos iam em Montauk.

Ou seja:

John Rade não era o único que também ia pescar lá. De fato, pescadores do mundo todo viajavam pra pescar em Montauk, devido a sua condição facilitada.

Mas afinal, o que tem de tão especial sobre John? Você pergunta.

Bem, por ser tão famoso, o local era protegido pelo governo. E os pescadores comuns tinham um limite de peso que podiam pescar.

Da mesma forma, os pescadores comerciais precisavam ter uma licença, e também tinham um limite (obviamente, muito maior).

John era um pescador com licença comercial. Ele competia contra outros pescadores que usavam grandes barcos, grande tripulação, e longas redes com dezenas de metros… e vencia todos eles usando apenas um pequeno barquinho e linha e molinete (como se fosse um pescador comum).

Como disse, às vezes é difícil de acreditar nos números.

Mas John conseguia terminar seu dia com centenas e centanas de quilos de peixe pescados um a um – usando apenas linha e molinete.

O cara era tão incrível, que lá em Montauk existia um grande barco viking, uma atração que levava cerca de 50 a 60 pescadores de uma só vez, e quando John ia numa dessas viagens ele conseguia pescar sozinho, mais peixes do que os outros 59 pescadores juntos.

O pessoal costumava dizer que John conseguia pescar muito, mesmo quando os peixes não estavam mordendo.

Um dia, um jornal perguntou a Rade: “Como você faz isso?”

John parou por um momento, pensou e disse algo profundamente importante para copywriters e empreendedores:

“Não pense como um pescador. Pense como um peixe.”

Ele disse que aprendeu esse “segredo” quando ainda era criança, e que o grande erro é que quando os pescadores saem pra pescar, eles pensam como um pescador. Quando eu vou pescar, eu penso como um peixe.”

E ele vai além.

John disse que quando os pescadores entram numa loja de pesca, eles enxergam todos aqueles equipamentos e iscas modernas e evançadas. Mas a maioria daquilo, ele diz, foi feito pra pegar pescadores, não peixes.

E de fato, pescadores estão sempre gastando uma grana em equipamentos e iscas novas que surgem a cada estação.

Percebe o quanto isso também acontece nesse meio digital?

Como a maioria dos copywriters escrevem pra copywriters? Ou pensando como copywriters??

Que a maioria dos empreendedores se preocupam mais com as novas técnicas, métodos e ferramentas que acabaram de inventar, do que com os princípios de copy e marketcheng que funcionam de verdade?

E é por causa desse foco nas coisas erradas que a maioria não consegue atingir os números que gostariam – nem com todas as técnicas e ferramentas “mais avançadas” que existem.

Copy e marketcheng é pura pescaria.

E assim como na pescaria, não é sobre ferramentas, nem o visual, nem as últimas técnicas de pesca. É sobre conhecer seu público e oferecer a isca certa, no momento certo, seguindo os princípios que funcionam há séculos.

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Copy pra encher workshops

Uma das perguntas que recebi esses dias foi:

“Bruno, eu gostei da ideia de usar workshops, mas qual a melhor maneira pra vender meu workshop?”

Bem, existem várias maneiras.

Algumas bem complicadas, com stories, lives e muitos posts… e algumas bem simples, usando apenas 2 copys.

E como eu sempre prezo pela simplicidade, é sobre ela que vamos falar.

Veja: Você não precisa de nada complicado pra atrair as pessoas pro seu workshop.

Pois a coisa mais importante pra atrair as pessoas pro seu workshop, é o tema dele.

Ou seja: O tópico. O assunto sobre o qual você vai falar.

O tema é tudo.

O melhor marketcheng do mundo não vai atrair pessoas pra um workshop sobre… como escrever copy??

É genérico demais.

Bons temas são específicos, atraentes. Do tipo que quando o cliente ideal bate o olho, ele enche o coração de satisfação por ter encontrado algo que ele sempre quis, mas nem sabia direito como expressar.

Percebe a profundidade disso?

Então um bom tema carrega mais da metade da conversão.

Mas e o resto?

Como trazer as pessoas e fazê-las passarem o cartão pra participar do workshop?

Pra isso basta usar 2 copys.

A primeira, num formato de convite.

Essa copy serve pra espalhar sua ideia e atrair os interessados.

Aí, para os interessados, você envia a segunda copy – em formato de proposta.

E o bjetivo dela é apenas fechar o cliente.

É basicamente simples assim.

E não, as copys não são longas cartas contando sua história, falando de mecanismos, fazendo empilhamento, nem nada dessas coisas complicadas.

nope.

É literalmente um convite… e uma proposta.

Sem complicações, mas atuando de maneira estratégica, é assim que você atrai e fecha pessoas pro seu workshop.

Esse processo pode ser feito pelas redes fossiais, ou por email, ou por qualquer canal onde você tenha uma audiência.

Mas também pode ser feito através de anúncios para público frio, que não lhe conhece.

Como disse, mais da metade da conversão depende do tema do seu workshop. É por isso que no novo programa que estou criando, vou mostrar um simples processo pra criar os temas mais fascinantes pro seu público-alvo – além de dezenas de ideias de temas validados pra lhe inspirar.

Oh, e é claro, eu também vou fornecer os 2 modelos de copys pra você usar pra encher seus workshops.

Tudo isso e mais um pouco, aqui: https://www.brunosampaio.com/pwgn

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Como gerar caixa entre lançamentos

Digamos que você…

Ou o(s) expert(s) que você trabalha…

Ainda estão presos no 9º círculo do inferno.

O que chamam por aí de Lançamentos.

Você sabe, aquele modelo descarado onde, se der tudo certo, só entra grana de 2 em 2 meses? E o resto do tempo é só gasto e prejuízo??

Então…

É um pouquinho difícil viver assim, não é?

Às vezes até… desesperador??

A quantidade de pessoas que está a 1 lançamento errado de quebrar, é absurda.

Basta algo dar errado num próximo lançamento e as contas vão parar em dezenas de milhares de reais negativos.

Mas enfim.

Se você está nessa situação, ou conhece alguém preso no 9º círculo do inferno, aqui está uma estratégia simples que pode ajudar imensamente.

Entre um lançamento e outro, bem naquele período onde a coisa começa a apertar e o trabalho começa a intensificar (pro próximo lançamento), eu aconselho você a tirar um fim de semana pra abrir o power point e criar um simples workshop pra seu público.

Pois é. Vai levar no máximo 2 dias pra você criar, mas as recompensas são incríveis. Veja:

  • Primeiro (e mais importante) que esse workshop vai gerar uma boa entrada de caixa pro seu negócio. 10k, 20k, 30k a depender de sua lista.
  • Segundo, esse workshop pode converter vááááárias pessoas que disseram não pra seu produto de ticket maior (do lançamento), mas que estão dispostas a dizer sim pra uma solução menor
  • Terceiro, o workshop vai proporcionar uma experiência tão boa aos participantes, que eles estarão mais abertos a adquirir seu produto maior – o que pode aumentar a conversão do próximo lançamento
  • Quarto, a interação com os participantes vai lhe dar insights valiosíssimos pro seu marketcheng do próximo lançamento (insights que você não conseguiria de outra forma)
  • Quinto, esse workshop vai ficar gravado, e poderá ser vendido de novo, e de novo, nos intervalos dos próximos lançamentos – sem você ter mais trabalho nenhum.

Enfim.

É assim, sem guruzice e sem complicação – que você solidifica seu negócio e traz mais receita de maneira inteligente, sem perder os cabelos.

Mais sobre workshops aqui: https://www.brunosampaio.com/pwgn