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Como construir lista rápido (e qualificada)

Existe muito conselho tosco por aí…

Especialmente sobre construção de lista.

Uma das coisas que eles mais pregam é pra você criar uma recompensa digital e rodar anúncios levando as pessoas pra ela.

Isso vai trazer leads?

Vai sim.

Muitos.

Centenas. Talvez até milhares deles.

Mas a pergunta de 1 melhão é:

Quantos deles vão se tornar clientes?

E é nessa hora que homem grande chora e a mamãe não vê.

Porque ter uma lista grande – mas que não compra de você, se chama prejuízo.

E o grande problema com essa estratégia “matadora” dos gurus (de usar uma isca digital) é que:

Ela traz muitas pessoas – mas pouquíssimos clientes… e no fim a conta não fecha.

Veja: no passado, essa estratégia já funcionou maravilhosamente bem, quando você conseguia conversões a 0,000001??

Era uma maravilha.

Mas hoje?

Hoje em dia, ou você trabalha de maneira inteligente e estratégica… ou fica no negativo.

Digo isso por que eu continuo recebendo emails de pessoas dizendo que querem seguir o caminho do email mas não tem lista, porém, vão começar a rodar alguns anuncios pra uma isca – pra construir sua lista.

O que eles não sabem é que essa é uma das piores maneiras de construir lista que existe – pois custa caro e traz uma multidão desqualificada (que inclusive destroi a reputação do seu domínio de email).

Ok Bruno, então como eu construo minha lista?

Bem, a melhor maneira de construir lista é organicamente. Usando seus próprios emails, ou conteúdo, ou fazendo seus leitores falaram de você, enfim.

De maneira orgânica – onde as pessoas vem até você e, por interesse próprio, se cadastram em sua lista.

O problema disso?

Demora.

E ninguém quer esperar, né? As pessoas querem tudo pra ontem.

Então qual seria a maneira “equilibrada” pra construir lista rápido, de maneira qualificada e sem ficar no prejuízo?

Bem, ela existe.

Não é perfeita. E não é fácil de implementar.

Porém, eu acredito que é bem mais fácil que fazer um lançamento.

E… pra mim também é mais rentável que lançamentos – afinal você tem grana entrando todo dia, de maneira consistente, enquanto constroi lista qualificada.

Enfim, que maneira é essa?

É fazendo anúncios direto pra um produto de baixo ticket.

Mas não um produto qualquer, e sim um workshop.

Pois como já disse em emails anteriores, um workshop é prático e específico – e por isso funciona maravilhosamente bem pra qualificar e conquistar clientes.

Além disso, um workshop bem feito ainda vai “preparar” as pessoas pros seus próximos produtos (inclusive o de alto ticket).

Mas nem tudo é maravilhas.

A verdade é que provavelmente seu anúncio direto pra um workshop de baixo ticket vai sim trazer clientes, e pessoas mais qualificadas, porém, é bem provável que você ainda fique no prejuízo inicial devido aos altos custos dos ads.

Então o que fazer?

Bem, existem várias opções.

Algumas mais complicadas e outras mais simples, como usar apenas emails.

Mas esse funil e todas essas opções de “pós” em meu novo treinamento Pequenos Workshops Grandes Negócios, aqui:

https://www.brunosampaio.com/pwgn

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Alto ticket do jeito fácil?

Sabe qual é um dos maiores desafios no digital hoje?

Não é o tamanho da concorrência.

Não é o valor dos anúncios subindo sem parar.

Não é o alcance das redes fossiais broxando.

Não é a falta de uma estratégia nova.

E não é a falta de uma boa copy.

Claro que tudo isso influencia.

Porém, existe algo ainda mais importante que essas coisas… mas que vem sendo ignorada por (quase) todo mundo na hora de fazer seu marketcheng e suas copys.

Do que estou falando?

De algo cada vez mais escasso nesse mundo digital, mas que diretamente responsável por suas conversões.

Essa coisa se chama:

Confiança.

Veja: Num mercado entupido de mentorias de merda que custam 15k… entupido de PLRs de merda que enganam pessoas… entupido de gurus prometendo resultados incríveis e entregando produtos desprezíveis… nesse cenário – fica mais difícil pras pessoas confiarem em você.

Afinal, como elas podem ter certeza que você está falando a verdade, se você está usando a mesma estratégia (lançamento) que usaram nela antes pra empurrar um produto lixo?

Ou se você está usando as mesmas expressões (tipo cirada de chave??) que usaram nelas antes pra empurrar produto lixo?

Ou se você está fazendo a mesma promessa que já fizeram antes (e não entregaram)?

Oi?? Elas vão confiar por que você mostrou depoimentos?

Acredite, o guru mostrou 10x mais depoimentos que você, e daqueles que as pessoas até choram no vídeo.

Pois é.

Fica ainda pior quando se trata de alto ticket.

Afinal, praticamente todo mundo nesse mercado digital que já adquiriu algo de alto ticket… já quebrou a cara.

Então como convencer as pessoas a entrar no seu programa de 5k… se ela pagou 15k a um eggspert dos melhões que a deixou na mão?

Entende isso?

Um dos maiores desafios hoje é conquistar a confiança.

Pois sem confiança, sem venda.

Por outro lado, quanto maior a confiança, menos artifícios você precisa pra fechar o cliente.

Ok. E qual a melhor maneira pra conquistar a confiança das pessoas?

É inventar uma nova estratégia revolucionária ultra jovem?

É ostentar um carro esporte e uma casa no alphaville?

É postar storie na frente da torre Eifel?

É mostrar prints dos melhões?

Ou será que a melhor maneira de provar que você pode ajudar alguém é… simplesmente… ajudando aquela pessoa??

Ou seja, ao invés de se matar em lives cansativas, ou de fazer longos e estressantes lançamentos, ou de bombardear as pessoas com mensagens e promessas cada vez maiores sobre como você pode ajudá-las…

Não é mais fácil apenas ajudá-las?

Por exemplo:

Imagine que há algumas semanas, um de seus amigos começou a vir com umas histórias que sabe cozinhar. E agora, toda vez que vocês se encontram ele diz algo do tipo:

“Ei, ei, , sabia que eu tô cozinhando como um masterchef?”

“Ei , sabia que eu faço um pudim tão gostoso que faz você virar os olhinhos quando prova?”

“Não te conto, esses dias fiz uma feijoada tão cheirosa que os vizinhos bateram na porta pra pedir pra almoçar lá em casa”

Enfim.

Apenas falando assim, fica meio difícil acreditar em seu amigo, mesmo ele sendo seu amigo, não é?

Agora, como ele poderia fazer você acreditar imediatamente?

Simples.

Ao invés de falar, falar, e falar, bastava ele fazer – ou seja, lhe trazer um pedaço do pudim mágico dele, pois se fosse mesmo de virar os olhinhos – imediatamente você iria considerá-lo um excelente coziheiro, concorda?

Voltando agora pro mundo digital…

Uma das maneiras mais fáceis de fazer as pessoas adquirirem seus programas de alto ticket é… ajudá-las primeiro.

Isso você já entendeu, eu sei. Mas continue ouvindo, pois aqui vai uma das melhores maneiras de ajudar seu público e, de quebra, convencê-los a adquirir seus programas de alto ticket:

É com um Workshop.

Mais especificamente, com um workshop de baixo ticket.

Por que? Como? Você pergunta.

É simples.

Com um workshop de baixo ticket você primeiro quebra a barreira do preço. Afinal é muito mais confortável desembolsar 10, 50 ou 100 conto pra um desconhecido do que 5 mil logo de cara.

O segundo ponto é que seu pequeno workshop prático, se bem feito, vai ajudar e maravilhar seus clientes de um jeito que eles naturalmente vão querer mais de você.

Vai criar confiança. Vai reforçar sua autoridade. Vai provar que você pode ajudá-los. Vai encantá-los com um produto introdutório e deixá-los curiosos e ansiosos por uma solução mais completa.

Oh, e você não precisará desperdiçar seu tempo, energia e saliva em lives, conteúdos e lançamentos infernais.

Faz sentido?

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Como validar ideias e negócios

Saiu um novo documentário/série…

E eu super recomendo pra você.

Se chama:

McGregor forever – e é sobre o maior lutador de mma de todos os tempos, Connor Mcgregor.

Como sempre digo, você vai aprender, se inspirar, e ter mais vontade agir ao assistir sobre a vida de grandes pessoas… do que vendo conteúdo de instagram.

Não gosta de luta?

Sem problema.

Vá no youtube e busque entrevistas de pessoas que você admira. As histórias delas são infinitamente mais valiosas (e verdadeiras??) do que os conteúdos de instagram e afins.

Voltando pro McGregor, uma coisa que mais me impressionou é que ele, além de vir de uma cidadizinha pobre da Irlanda, onde ninguém nem sabia o que era MMA, e ninguém de sua família o apoiava… ele ainda começou a treinar tarde, fazendo sua primeira luta profissional apenas com 18 anos.

Mas mesmo contra tudo e todos, e começando muito tarde pra um atleta – ele conseguiu se tornar o maior de todos.

Como?

Bem, aconselho você assistir pra ver essa resposta com os detalhes que fazem toda a diferença mas, uma coisa que ele sempre fez foi tratar cada uma de suas lutas como a mais importante de sua vida.

Desde a primeira luta como profissional (antes do mma) num torneio menor, ele já subiu no ringue como um campeão mundial, dando 100% de si.

E foi por causa dessa mentalidade e atitude que Connor foi subindo degrau por degrau, luta por luta, até chegar no topo.

A questão é:

Tudo na vida é um processo, tudo é um degrau por vez.

Esse é o tipo de mentalidade que muita gente no digital não cultiva – e por isso não consegue chegar onde quer.

Por exemplo:

A pessoa tem uma ideia ou sonho de criar seus próprios produtos.

Mas ao invés de começar com o que tem, ela quer construir uma grande audiência primeiro – pra só depois tentar vender algo.

Qual o problema disso?

Ao agir assim ela pula etapas importantes.

Veja:

Se você não consegue vender seu produto pra uma pessoa, você jamais conseguirá vender pra milhares.

E quando você espera ter uma grande audiência primeiro pra só depois tentar vender, você perdeu a etapa crucial de validação de suas ideias, produto e modelo de negócio.

Aí de repente você tem uma grande audiência, mas não consegue monetizar nada.

Então o que fazer?

Que bom que perguntou porque a resposta é simples:

Se você tem uma ideia, quer lançar um produto, comece com o que você tem.

Converse com seus contatos, use suas redes e valide suas ideias antes de começar a criar alguma coisa.

A maneira mais simples de validar ideias e negócios?

Com um simples workshop.

Por várias razões:

  • Você não precisa de grande audiência. Basta que 5 a 10 pessoas lhe digam sim.
  • Workshops são interativos, e você terá feedback real do seu mercado desde o momento da divulgação do mesmo. Esse feedback é o que vai guiar sua copy, seu marketcheng, a melhoria do produto e até o rumo do negócio
  • Workshops são mais fáceis de vender, pois proporcionam uma experiência única pros participantes que curso nenhum consegue
  • Workshops são práticos, o que facilita que os participantes tenham resultados e, consequentemente, se tornem cases de sucesso de seu produto (o que ajudará no marketcheng)
  • Workshops são simples de fazer, basta uma conta no zoom e alguns slides do power point
  • Depois de pronto, se der tudo certo você já tem um produto pronto e validado, que poderá ser promovido por anos e anos
  • Você ainda pode usar o workshop pra oferecer um produto maior (mentoria, consultoria, acompanhamento) e multiplicar a receita inicial

Enfim. Muitas possibilidades.

E essa pra mim é a melhor maneira de validar ideias, criar produtos e até negócios.

Você tem interação, feedback em tempo real, validação e já faz tudo isso com grana no bolso – mesmo sem audiência.

Mas só pra quem estiver disposto a seguir as etapas.

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15k a 37k/mês com 1 workshop

Pra mim não faz sentido:

  • Dedicar tempo e energia todos os dias pra produzir stories valiosos… que serão destruídos pra sempre em 24h…
  • Dedicar tempo e energia diários produzindo conteúdo pra conseguir mais seguidores… em plataformas que não tem alcance nenhum nem de seus próprios seguidores
  • Ter um negócio digital com estoque ilimitado e só abrir as portas uma vez a cada 3 meses… e ao invés de ter receita entrando 365 dias por ano, se limitar a apenas cerca de 20 dias?? (estou falando de lançamentos)
  • Todo dia ter que me arrumar pra gravar, pra tirar fotos de situações falsas de minha vida, e pra escancarar minha intimidade nas redes fossiais

Enfim.

Nada disso nunca fez sentido pra mim.

Eu até já tentei seguir alguns desses caminhos, afinal, era o que os eggsperts martelavam em minha cabeça todos os dias.

Mas nunca fez sentido pra mim.

E eu nunca corcordei em deixar de ser eu mesmo, ou abrir mãos de meus valores, ou abrir mão de minha paz e saúde mental em troca de dinheiro.

Não…

Não por que eu descobri que existem ilimitadas maneiras de fazer grana, e algumas delas não precisam dessa loucura.

Por exemplo:

Um de meus “professores” tem um podcast (do tipo raiz, só com áudio, feito pelo celular, nada estilo flow) e uma lista de emails.

Uma vez por mês ele realiza um workshop que custa 2.5k.

Todo mês ele consegue em média de 5 a 15 alunos pra esse workshop, e assim faz de 15k a 37k por mês apenas um único workshop de alto ticket.

Sem redes fossiais.

Sem lançamentos.

Sem complicação.

Podcast, emails e simplicidade.

Agora eu pergunto:

O que impede qualquer expert de seguir esse modelo?

E eu também respondo:

Acreditar que tudo precisa ser complicado.

Acreditar que marketcheng é ostentação.

Acreditar que precisa estar nas redes.

Acreditar que lançamentos é a única maneira de vender seu produto.

Mas não é.

E se você quiser conhecer “novas” maneiras de vender no mundo digital, na próxima semana vou lhe apresentar algumas que considero as melhores.

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De Copywriter a Produtor

Tem gente que gosta de trabalhar pros outros.

E não tem nada de errado nisso.

Mas tem gente que odeia receber ordens, cumprir horário, fazer coisas “estúpidas” e ter um salário limitado – que não aumenta nunca.

Esse tipo de pessoa normalmente só trabalha pros outros quando não tem jeito.

Muitas delas se tornam prestadores de serviços como, por exemplo, copywriters – e fazem isso na tentativa de ser mais independentes.

Só que lá no fundo ainda existe aquele desejo ardente de fazer alguma coisa só sua, de ter um negócio próprio, e fazer tudo do seu jeito.

O grande problema é que:

Não é fácil criar um negócio.

Especialmente quando o copywriter não se acha expert em nada, não é melionário (pois na cabeça dele, isso é preciso), e não tem público nenhum.

Aí… na cabeça dele (também), ele precisa ter feito melhões, produzir conteúdo todos os dias por anos, conseguir uns 50 mil seguidores, pra só depois de tudo isso ser considerado um expert… e pensar em criar seu primeiro produto.

Ou… ele entra pro mundo tosco dos PLRs e lança um monte de produto não validado que não ajuda ninguém além dele próprio.

Ou então… ele se alia a algum produtor e tenta criar um negócio em parceria – o tipo de história que dificilmente tem final feliz.

É basicamente isso.

Eu sei… por que já vivi isso.

É uma bosta.

O que me ajudou a sair dessa e dar os primeiros passos como produtor?

Um simples workshop.

Pois é.

Um dia eu estava organizando um evento presencial pra um produtor, e pra deixar a oferta ainda mais interessante eu decidi meter as caras e dar um workshop de bônus (sobre posicionamento).

Antes do evento, eu pensei que ia morrer de ansiedade.

Mas depois, percebi que nós copywriters temos muito, muito, muito conhecimento que a maioria das pessoas não faz ideia do que seja. Mas como é comum pra gente, não damos o devido valor.

Grande erro.

Pois é essa falta de auto valorização que impede os copywriters de se tornarem produtores.

Esse é o verdadeiro problema.

Experiência a maioria já tem.

Audiência é fácil de conseguir (e dá pra começar com uma minúscula, como você verá).

O grande e verdadeiro problema é interno. É falta de confiança em si mesmo. É a maldita síndrome do impostor. É a comparação com os gurus de merda que parecem ter uma vida perfeita, mas são todos com sérios problemas psicológicos e uma vida pessoal destruída.

Enfim.

Tudo isso junto e misturado derrete a confiança do copywriter que sonha em empreender – e faz com que ele coloque o rabo entre as pernas e continue no seu cantinho.

Mas eu venho aqui pra lhe dizer que, se você é copywriter e sonha em ter um negócio seu, mas não sabe bem por onde começar…

Existe uma maneira simples 🙂

E não, não precisa fazer um workshop presencial num evento de algum expert como algum louco fez por aí.

Mas sim, você pode usar um workshop pra começar pequeno, com um pequeno público, mas com um grande resultado.

Veja:

Como disse no email de ontem, workshops são específicos sobre um tema.

Então você não precisa ser expert, ter feito melhões, nem ter certificação ou 10 anos de experiência em nada pra ministrar um workshop.

Tudo que você precisa é saber resolver algum problema, ou gerar algum resultado – de uma maneira que as pessoas não saibam – mas estejam dispostas a aprender.

Então você pode facilmente pegar alguma situação do seu dia a dia, algo que você faz pra seus clientes, que eles gostam, que salva eles, ou que gera resultados pra eles – e transformar isso num workshop.

E não precisa ser nada revolucionário, pode ser algo simples mas específico como, por exemplo:

  • Criativos pra face e insta
  • Criativos pra youtube
  • Copy pra whatsapp
  • Copy pra recuperação de boletos
  • Copy pra advertoriais
  • Posicionamento
  • Como criar iscas digitais
  • Copy pra upsell

Enfim, acho que deu pra ter uma ideia.

Você vai escolher um tema e… pra começar, provavelmente você nem precise de audiência, pois dá pra usar sua própria rede.

Basta fazer alguns posts falando sobre seu novo workshop sobre XYZ… que serão apenas 5 vagas… a 299, ou 499 por exemplo.

(5 vagas, escassez verdadeira, workshop prático, alto valor percebido)

E só com isso você pode fazer de 1500 a 2500 reais com um simples workshop de 3 horas no máximo.

É mais do que muitos copywriters ganham num mês inteiro de trabalho duro.

E você ainda vai se divertir no workshop (depois que passar o nervosismo inicial comum).

Isso é um exemplo básico, mínimo do mínimo pra dar uma levantada no moral, ter uma entrada de grana e começar a criar seu negócio.

Faz sentido?

Mexeu com você?

Então saiba que essa estratégia, e algumas outras, serão ensinadas em detalhes no meu produto especial sobre Workshops que será lançado na próxima semana.

A ideia é ajudar quem já é produtor, tem lista e produtos – e quer crescer seus números usando simples workshops…

E também ajudar quem ainda não é produtos, mas quer ter seu negócio e está em busca de uma maneira simples de começar com o pé direito.

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Cursos são pros fracos?? 😬

Lembra daquele jogo que falei?

Hades?

Quanto mais eu jogo, mais viciado fico, mais aprendo sobre mitologia grega (e vida), mais me divirto, e melhor fica a experiência (ah, e a história ainda não se repetiu).

Sério.

É im-pres-sio-nante.

Por que esse é um jogo extremamente repetitivo.

São apenas 4 níveis, e toda vez que joga (o que eles chamam de fuga), você parte do início e tenta chegar ao fim – o que leva de 30 a 50 minutos… mas no fim você sempre morre e começa tudo de novo.

Sempre.

Porém…

Dentro desse contexto minúsculo os criadores fizeram o impossível.

Como?

Através da maneira que você lida com a história, as escolhas de habilidades, armas e caminhos a seguir – tornando cada fuga completamente única (mesmo sendo basicamente a mesma coisa).

Eu fiquei tão impresisonado que fui pesquisar sobre o jogo e, pra minha surpresa, descobri que a razão pro bicho ser tão bom é por que foi criado em conjunto com os fãs, durante anos de trabalho.

Sem contar que é fácil ver a imensa paixão envolvida em tudo do jogo.

E essas são a grande diferença entre um joguinho de baixo orçamento mas altamente viciante, versus os jogos melionários altamente chatos que são produzindo hoje.

Claro que sempre é uma questão de gosto.

Um é feito para a grande massa genérica que está sempre em busca da próxima novidade.

O outro é feito pra uma tribo de entusiastas fieis que seguirão com você por anos.

O que me lembra muito a diferença entre cursos e workshops.

Quem não entende o que exatamente é um workshop, pode pensar que é a mesma coisa – mas apenas com um nome diferente.

Bem, tem gente que até faz isso.

Mas não é pra ser assim.

Um curso normalmente é mais teórico, mais longo, e sobre um tema mais abrangente ou genérico.

Por exemplo:

Curso de copywriting, ou face ads, ou social media.

Até existem alguns mais específicos, mas o grande diferencial é a experiência. Os cursos, como disse, tendem a ser mais teóricos, mais maçantes, com temas mais abrangentes – pra agradar o máximo de pessoas possível.

Por outro lado…

Workshops são mais curtos, e práticos.

O objetivo de um workshop é implementação rápida, e um resultado específico.

Então enquanto um curso é sobre copywriting, por exemplo, um workshop seria específico e prático sobre escrita de storytelling para emails 🙂

Percebe a diferença?

E por ser mais específico, prático, focado em resultado e (quase sempre) ao vivo e interativo – a sensação de valor percebido é mais alta – o que facilita a venda.

Além disso, como é mais prático e específico – os alunos tendem a ter mais resultados – o que gera mais depoimentos e também ajuda na conversão.

E por falar em workshops, ontem recebi 2 mensagens interessantes sobre eles.

O primeiro foi sobre o que falamos ontem, sobre gerar grana passiva com workshops, olha só:

(veja imagem abaixo)


Maravilha, não é? 🙂

E logo depois recebi essa mensagem:
(ver imagem abaixo)


Como pode ver, as possibilidades são ilimitadas.

Outra coisa incrível sobre workshops é o seguinte:

É muito difícil criar, por exemplo, 1 novo curso por mês durante 12 meses (pra construir sua esteira de produtos e seu patrimônio digital).

Eu sei que pra maioria das pessoas isso é um terror.

Mas lembra que num email passado eu sugeri criar um workshop por mês?

Pois é, a diferença é que criar 1 workshop por mês é bem mais fácil.

Vou explicar:

Se um expert ensina sobre youtube, ele tende a fazer um grande e completo curso sobre youtube… o que deixa ele sem muita munição pra criar outros 11 novos produtos, concorda?

Mas lembra que workshops são curtos, práticos e focados em resultados específicos?

Então, nesse caso, ele poderia fazer um workshop específico pra cada um dos seguintes temas (por exemplo):

  • Como criar um canal do zero e atingir os 1.000 inscritos
  • Edição cinematográfica de vídeos
  • Como criar um canal de cortes
  • Táticas de monetização do youtube
  • Como fechar parcerias e e contratos fora do youtube
  • Como criar e monetizar canais de conteúdo dos outros
  • Como criar seu podcast
  • Cenários impressionantes de baixo custo
  • Iluminação cinematográfica pra vídeos
  • Melhores Equipamentos e setups pra cada tipo de canal
  • Como recuperar canal que levou strike
  • Youtube ads pra workshops
  • Como criar uma máquina de tráfego orgânico
  • Passo a passo 100 inscritos por dia

Captou a mensagem, digníssimo?

É mais fácil por que você não precisa criar algo grande, mas sim algo específico dentro de seu grande tema.

E assim, ao invés de ter um único curso de youtube de 500 a 1k, por exemplo, o mesmo expert pode ter 14 workshops de 299… ou com valores variados de 49, 199, 299, 499, 1k, 2k, 5k, enfim.

Como disse, as possibilidades são ilimitadas.

Cada um desses temas podem ser produzidos e vendidos já gravados…

Ou realizados ao vivo a primeira vez, e depois ter a gravação comercializada…

Ou podem ser realizados ao vivo todo mês…

Ou podem ser vendidos como um serviço para empresas, como no exemplo da imagem acima.

De novo, infinitas possibilidades.

E todas elas podem se tornar ativos pro seu negócio (ou de seus clientes).

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Renda passiva com workshops

Não, não entrei pra empiricus 🙂

Mas sim, vamos falar sobre patrimônio.

Por que um dos maiores impedimentos pra atingir a “vida boa” é a falta de construção de patrimônio.

Veja:

Se tudo que você ganha depende do seu trabalho direto, então você tem um sério limite de crescimento.

A menos é claro, que você seja um astro do rock and roll ou um craque da champions league 🙂

Mas se esse não é seu caso, então sugiro que você comece a criar ativos que trabalhem gerando grana pra você.

Uma das maneiras mais antigas do mundo de fazer isso é usando imóveis.

Terrenos, apartamentos, casas, enfim.

Você adquire, e coloca pra alugar.

Um dos modelos mais antigos do mundo que sempre vai funcionar.

Porém, adquirir imóveis é muito caro. E mesmo depois de desembolsar uma bolada logo de cara, você precisa esperar longos anos pra começar a ter retorno com os alugueis.

E essa simples mecânica impossibilita muita gente de fazer isso.

Mas aí estourou a febre das golpecoins, e dos inventimentos (onde eles inventam que tais ações vão explodir) e com isso milhões de pessoas entraram nessa onda acreditando que era a fórmula mágica…

Mas são tantas mentiras e tantos golpes, que essa onda está criando mais pessoas quebradas e endividadas do que qualquer outro movimento na história??

Sem contar que, mesmo que desse certo, isso depende muito da sorte e também precisa ter tostões – ou você acredita naquela conversa da Betina de transformar 100 conto em 1 melhão??

Pois é.

Mas graças à internet, hoje existem outras maneiras de criar ativos e fazê-los trabalhar por você.

Uma delas é com Workshops.

Diferente de imóveis, ações e outras maneiras tradicionais – workshops não custam praticamente nada pra iniciar.

Uma conta no zoom, slides do power point, um microfone ou headset e nem webcam precisa – pois você não é obrigado a mostrar a cara.

Isso é tudo que precisa pra criar um workshop.

E agora que a coisa fica ainda mais atraente.

Por que antes mesmo de criar seu workshop, ele já vai lhe trazer grana.

Sim, por que como ele é ao vivo, você vai vender primeiro, e realizar depois (na data marcada).

Isso já permite que você crie o workshop com o bolso cheio… assim como também permite validar sua ideia de workshop e até desistir dela, caso ninguém se inscreva – e assim não ter trabalho de criar nada em vão.

Ok.

Então você criou o workshop, fez uma grana… e agora?

Agora ele vira um ativo digital, nesse caso, um produto que você poderá vender por anos e anos – sem ter mais nenhum trabalho direto.

Na minha opinião é mais seguro, mais fácil, e pode dar mais retorno até que imóveis.

E a cada novo workshop que você criar, uma nova fonte de grana também é criada, e seu patrimônio digital é aumentado.

Como disse antes, nada de outro mundo.

Apenas trabalhar de maneira mais inteligente e estratégica.

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O substituto de lançamentos

Essa semana eu já não estava muito bem.

Aquelas virose/covid/doença-do-apocalipse-zumbi que ninguém sabe o que é… mas que enche o saco e atrasa nossas vidas.

Especialmente quando você (no caso, eu) não pode tomar nenhum remédio.

Mas aí, ontem foi aniversário do filho de um grande amigo… e ele faz no game station (aquele lugar do shopping cheio de brinquedinhos divertidos para crianças).

Quando era pequeno, eu sempre ia nesses brinquedos, porém, como a grana era apertada eu não brincava mais que umas 5 ou 5 vezes 🙁

Mas ontem não…

Pois quando você faz o aniversário lá, eles dão um cartão ilimitado pra você jogar por três horas.

Iupiiiii

Só que entre um uso e outro do cartão você precisa esperar 2 minutos, e tem uns brinquedos que são muuuuito rápidos.

Aí seu amigo aqui deu um jeito de conseguir dois cartões, he he.

Mas a questão é:

Durante 3 horas, eu esqueci que estava doente e brinquei mais do que todas as crianças juntas lá.

Até que descobrimos aquele brinquedo dos filmes americanos, onde você dá uma martelada pra medir a força.

E algo interessante aconteceu naquele joguinho.

Nós fizemos uma roda com uns 7 amigos, homens e mulheres, e cada um dava uma martelada pra ver que conseguia a maior pontuação.

Eu definitivamente não via possibilidade de me sair bem nesse brinquedo.

Por que?

Porque eu sou fisicamente fraco… e um de meus amigos lá tinha o braço que dava, sem exagero nenhum, quatro braços do meu em questão de grossura.

E ele não toma bomba nem nada. Ele malha duro há anos.

Eu? Apenas escrevo emails mesmo.

Mas na hora que eu dei a martelada, cheguei no nível 18.

Meu amigo malhado? Chegou no 20.

Mas aí eu lembrei de um conselho de alguns mestres de artes marciais (sério) e resolvi tentar aplicar ali.

E na próxima martelada eu consegui atingir o nível 22.

Wow

Meu amigo braçudo? 20 de novo.

Eu esqueci que estava doente, me empolguei ainda mais e…

POW!

(aquele brinquedo faz tanto barulho que toda vez que batíamos o martelo todas as crianças e adultos por perto tomavam um susto)

E dessa vez cheguei no nível 23.

Meu amigo foi de novo e chegou no 22.

Nossos outros amigos nem passavam do 18, então a disputa ficou entre eu e o malhadão.

Ficamos algumas rodadas na média do 22, até que eu decidi aprimorar minha técnica e…

POOOOOWWWWW

din din din din din din din din din din din din

Nìvel 25, he he

Meu amigo: “Como isso???”

“Eu apenas imagino que ali é a cabeça de um guru trambiqueiro, então basta pegar o martelo e BAM”

Não, sacanagem 🙂

Essa não foi minha técnica.

Basicamente o que eu fiz de diferente dos outros foi:

Todo mundo estava batendo o martelo usando apenas a força dos braços.

Mas eu lembrei que vi um mestre kung fu dizendo que a energia do soco não vem da mão, nem mesmo do braço. Mas ela começa dos pés, passa por todo o corpo até chegar na mão.

Então o que eu fiz foi usar a força de todo meu corpo…

E foi assim que um magrinho derrotou um bombadão numa prova de força.

Mas depois de voltar pra casa como grande vencedor, todo aquele esforço me fez acordar mais doente.

Faz parte.

Ok.

Mas por que estou lhe contando isso?

Pra mostar na prática, como trabalhar de maneira inteligente e estratégica pode fazer pequenos milagres por você.

Isso se aplica tanto na vida quanto nos negócios.

Veja:

Anos atrás eu era sócio de um negócio do nicho de saúde. E nós entramos pra concorrer com alguns experts que estavam há décadas no mercado e tinham renome até internacional.

E a bola da vez era a mesma de hoje: lançamentos.

Todo mundo fazia lançamentos.

Mas como eu odiei lançamento desde o primeiro que fiz, resolvi buscar maneiras mais inteligentes de conseguir melhores resultados.

Isso me levou ao mundo dos workshops.

Workshops eram simples, realizados num único dia, sem estrutura, sem complicação, sem nada.

Fizemos o primeiro pra nossa lista e foi um sucesso logo de cara.

Fizemos outros workshops e todos venderam muito bem. Especialmente quando comparado o esforço colocado versus o retorno.

Aí nos empolgamos com a estratégia e começamos a rodar anúncios pra tráfego frio direto pra um workshop gratuito – feito ao vivo.

O primeiro deu certo. O segundo também. O terceiro…

E nessa brincadeira nós passamos mais de 1 ano inteiro fazendo um workshop por semana ao vivo.

Pro meu sócio (o expert) era uma maravilha. Ele não fazia absolutamente nada a semana inteira, e basicamente só trabahava no dia do workshop ao vivo, quando fazia o mesmo workshop que já conhecia como a palma de sua mão.

Simples assim.

Pra ele era praticamente o trabalhe 4 horas por semana do Tim Ferris.

E somente com isso nós fazíamos uma média de 25k a 30k todo mês.

A coisa só não cresceu mais por que ele ficou, digamos… mal acostumado?? Tão mal acostumado que não queria fazer mais nada??

Mas isso é assunto pra outro email.

O que quero lhe mostrar aqui é apenas as possibilidades dos workshops.

Você pode usá-los pra trabalhar literalmente uma vez por semana.

Mas também pode usá-los de maneita automatizada em seu funil, pra produtos de baixo, médio ou alto ticket.

Pode fazê-los ao vivo uma vez, depois vender a gravação por anos e anos – como um produto de sua esteira.

Enfim.

Muitas possibilidades pra quem busca trabalhar de maneira mais inteligente e estratégica 😉

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3 passos pro paraíso

É impressionante o quanto complicam o digital.

Os gurus tem uma parcela de culpa nisso, mas as próprias pessoas são as grandes responsáveis por tornar suas vidas mais difíceis.

Sério.

Por exemplo:

Qual o pensamento de quem está começando no digital?

  • Preciso criar minha logo
  • Preciso produzir conteúdo
  • Preciso criar perfis em todas as redes fossiais
  • Preciso encher essas redes de conteúdo, pra não parecer vazio e pequeno
  • Preciso de dezenas de milhares de seguidores, pra ter autoridade
  • Preciso fazer lives, postar todo dia, produzir todo dia
  • Preciso aprender a mexer em ferramentas
  • Preciso aprender insta, youtube, copywirting, edição de vídeo, design, UX, sexytangas, neuromarketcheng, Big idea…
  • Preciso estar no tik tok
  • Preciso fazer um lançamento

100% complicação. 0% resultados reais.

Mas claro que existem alguns que conseguem fazer a roda do diñero começar a rodar… mas aí, o que acontece?

Sem perceber eles criaram uma rotina de produção tão insana, que os tornaram escravos do próprio negócio, e aí é só uma questão de tempo até o esgotamento físico e mental bater na porta.

Era esse seu negócio dos sonhos?

Nooooooope

Isso pra mim é o inferno.

Mas não precisa ser assim.

Ninguém precisa ser guru, nem influenciador, nem tik toker, nem youtuber, nem uma máquina de produzir conteúdo, nem nada disso.

Essas são apenas algumas maneiras de tocar um negócio.

Mas são as únicas que existem??

Não.

Essas são as que você vai ouvir falar todos os dias – se estiver preso na bolha do marketcheng digitalbrasileiro.

Mas de novo, esse não é o único caminho.

A verdade é que um negócio, especialmente um digital, não precisa ser complicado assim.

Talvez você não saiba, mas existem milhares de pessoas pelo mundo que fazem 5, 6, até 7 dígitos mensais usando apenas o modelo de negócio mais simples do mundo, que se baseia em 3 passos:

1- Construir lista
2- Enviar emails pra lista
3- Fazer ofertas pra lista

Só isso e nada mais.

Sim, é o modelo que eu sigo também.

E pode ser seguido por praticamente qualquer pessoa.

Um dos exemplos mais ilustres desse modelo é de um cara chamado Jon Rimmerman, fundador do Garagiste – que faz ~30 melhões por ano produzindo e vendendo seus vinhos apenas com e-mails diários.

Pois é.

Leonardo Da Vinci já dizia: A simplicidade é a máxima sofisticação.

E por trás desse modelo simples de negócio, existe sofisticação.

Por exemplo:

Os emails que você escreve pra sua lista, servem tanto pra promover os produtos, quanto pra crescer sua lista.

As ofertas que você cria, também servem pra converter as pessoas de sua lista, quanto pra trazer novas pessoas pra sua lista.

E uma coisa puxa a outra, criando um efeito bola de neve.

Porém, 2 coisas costumam impedir os interessados em colocar esse modelo em prática:

1- A habilidade de escrever 1 email por dia
2- Criar novos produtos pra promover pra sua lista

Eu já tenho alguns cursos pra quem quer aprender a escrever bons emails todo dia – e eles já vem ajudando muita gente.

E hoje eu vejo que o que falta pra essas pessoas é a habilidade de criar novos produtos rápidos.

Pois quanto mais produtos você tiver, maior sua possibilidade de faturamento.

Não é mágica. É matemática.

Por outro lado, quanto menos produtos você tiver, menos diñero na sua conta todo mês.

E isso eu tenho visto com frequência, pessoas me escrevendo perguntando como crescer. Querendo ajuda com estratégia, perguntando o que eu acho da rede tal, dizendo que vai criar um grupo, ou então se debatendo pra tentar criar uma big idea, mecanismo único ou um simples avatar – acreditando que só isso vai ajudar os números a subirem.

O que nos leva ao início desse email:

Complicação.

Complicação. Complicação e complicação.

Se ao invés de perder tempo com toooooodas essas coisas, essas pessoas se dedicassem a:

1- Enviar 1 email por dia
2- Criar novos produtos pra oferecer pra sua lista

Eu garanto…

Repito, GARANTO que os números delas no fim do mês iriam não apenas dobrar, mas multiplicar.

Sem nenhum método mágico, apenas com o básico de todo negócio (vender mais produtos)

Porém, eu sei que criar novos produtos é um pé no saco. É doloroso. É desgastante.

É por isso que a maioria dos meus produtos são criados no formato de Workshop.

Workshops são simples de produzir – só precisa de alguns slides de power point.

Workshops são rápidos – pode ser criados em questão de 1 a 7 dias

Possuem alto valor percebido – pois você está ao vivo interagindo com sua tribo.

Podem ser usados como front end, backend, upsell, downsell, baixo, médio e alto ticket e… o que eu considero a melhor parte:

Depois de feito uma vez, um workshop se transforma num produto que pode ser promovido inúmeras vezes ao longo dos anos – trazendo uma grana praticamente passiva.

Por fim, aqui vai uma receita pra 5k a 10k por mês com simplicidade:

  • Escreva 1 email por dia
  • Crie 1 novo workshop por mês

Só.

Em um ano você terá 12 produtos em sua prateleira digital, trazendo receita pra você.

Simples e sofisticado.

Mais sobre isso nos próximos emails.

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6 em 7 do jeito fácil

Pronto pra mais uma maneira “fora da matrix” de fazer as coisas?

Então vamos lá 🙂

Bem, no Brasil existe esse quase-culto do “6 em 7” .

Que na teoria é uma maravilha:

  • Não precisa de produto
  • Não precisa de experiência
  • Não precisa de conhecimento nenhum, em nada
  • 100 mil em 7 dias
  • Basta usar a fórmula mágica

Mas na prática, todos que já trilharam esse caminho sabem que a coisa é diferente:

  • Precisa de produto, experiência, conhecimento, dos 100 mil só sobra 20k a 40k (que devem pagar tudo pelos próximos 2 ou 3 meses até o próximo lançamento – e ainda bancar o próximo lançamento), e tudo isso leva longos e dolorosos meses de trabalho.

Me lembra aqueles memes do tipo:

Expectativa X Realidade


Pois é.

Esse é o jeito difícil de fazer o tal 6 em 7.

Mas eu nunca consegui me adaptar à essa vida de “lançador”, então me lancei em busca de caminhos melhores.

Demorou alguns anos mas finalmente descobri um jeito “fácil” de fazer os tão sonhados 6 dígitos.

Diferente de lançamentos, essa maneira é algo simples, sem produção, e tão rápido que pode ser feito num fim de semana, por exemplo.

Como funciona?

1- Escolha um novo tópico pra ensinar a seu público
2- Crie alguns slides no power point
3- Envie emails para sua lista, vendendo seu novo workshop
4- Realize seu workshop ao vivo com sua tribo

Simples assim.

E a depender de sua lista, seu workshop pode trazer os 6 dígitos de uma vez só (o 6em7 do jeito fácil).

O que?? Sua lista é pequena demais pra fazer 100k assim??

Sem problema.

Então você promove o workshop pela primeira vez (ao vivo), faz seus 4 ou 5 dígitos…

Depois, continua vendendo o workshop (gravado) ao longo do ano até chegar nos 6 dígitos (ou múltiplo 5 – a depender de sua realidade).

O que estou tentando dizer é que:

Um workshop é um dos tipos de produtos mais valioso, simples e gostoso de criar que existe.

Você usa simples slides, cria em conjunto com seus melhores clientes (ao vivo, de maneira divertida), e depois o workshop se transforma num ativo que vai continuar sendo promovido por anos, e anos,e anos.

Crie uma vez, venda por anos.

Eu perdi as contas de quantas vezes meus clientes precisaram de uma grande injeção de caixa rápido e um simples workshop literalmente salvou o mês.

Oh, e já viu os nomes de muitos de meus produtos?

Eles costumam começar com Workshop 🙂

Por que essa, na minha opinião, é uma das maneiras mais simples que existem de criar e lançar produtos, e criar novos ativos pro negócio.

Esqueça aquela tortura de escrever e criar CPLS, fazer lives, produzir conteúdo e toda aquela trabalheira de um lançameto.

Com um workshop basta enviar emails pra sua lista e, no dia marcado, apenas gravar o produto ao vivo e se divertindo com seus alunos.

É energizante.

O oposto de produzir, gravar e editar aulas sozinho em seu escritório.

Sabe o que é ainda melhor?

Workshops podem ser usados pra produtos de baixo, médio e alto ticket.

Podem ser usados como produto introdutório (front-end) e/ou produtos no funil (backend). Você pode até fazer anúncios diretos pra eles.

Os clientes adoram – afinal eles estão ao vivo interagindo com você (ou o expert) e com outras pessoas que pensam como eles.

Eles também são perfeitos pra levantar uma boa grana rápido – pois você vende primeiro e entrega depois (na data combinada).

Enfim.

É sobre isso que vamos falar nos próximos emails 🙂