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Seu Ikigai

Desde pequeno eu luto contra isso.

Não, não é nenhuma doença.

Mas sim, é algo que está deixando as pessoas doentes.

Tão doentes, que algumas chegam a tirar sua própria vida.

Do que estou falando?

Da falta de propósito na vida.

Desde pequeno eu achava ridículo passar 12 anos indo pra escola, pra aprender um monte de merda que eu jamais usaria em outro lugar a não ser nas provas da escola.

Aí eu entrei na faculdade.

E comecei a rever coisas inúteis da escola, e ver outras novidades que só serviam pra faculdade.

“É sério isso??” questionei uma professora de publicidade sobre a superficialidade do conteúdo.

“Bruno, isso aqui é uma base. Você só vai aprender mesmo lá fora, quando começar a trabalhar na área.”

“Então eu estou fora.”

E saí e nunca mais voltei pra faculdade nenhuma.

(já era a terceira que abandonava)

Claro que nem toda faculdade é inútil.

Meu ponto não é esse.

Meu ponto é:

Eu acredito que assim como acontece com os outros seres da natureza, cada um de nós nesse planeta tem o seu propósito.

Mas na prática, a maioria dos humanos desvia do seu caminho por várias razões como:

  • Pressão dos pais
  • Ego
  • Falta de confiança em si mesmo
  • Falta de fé
  • Escolas e faculdades
  • Senso comum
  • Falta de questionar o mundo
  • E é claro, não podemos deixar de falar do maior vilão do propósito que existe: Dinheiro.

Não que não seja possível ficar rico através de seu propósito.

Na verdade, pra mim essa é a verdadeira riqueza.

O problema é que desde pequeno somos doutrinados a escolher entre: Fazer o que gosta, ou ser bem pago.

A vida inteira meu pai repetiu pra mim:

“Faça engenharia pra ficar bem na vida. Depois você faz o que gosta”

(disse o cara que largou um baita cargo numa multinacional pra viver de sua arte)

Enquanto minha mãe rezava pra eu passar num concurso.

Enfim.

É por causa dessa prioridade às verdinhas que o mundo está adoecendo.

Que a síndrome de burnout afeta mais pessoas a cada dia.

Não persiga dinheiro.

Persiga sua felicidade.

Persiga o equilíbrio.

O que mais tem por aí são pessoas com a conta recheada e a alma vazia.

Por isso eu adoro uma filosofia japonesa chamada Ikigai.

Ela fala sobre encontrar seu equilíbrio entre:

1- Fazer o que ama
2- Ser bom no que faz
3- Ser bem pago pelo que faz
4- Ajudar os outros com o que faz

Quando li sobre ela fiquei maravilhado.

Mas alguns minutos depois… fiquei puto.

Por que?

Porque eu não conseguia me encaixar naquela imagem linda do Ikigai.

O que eu gostava não pagava bem. O que pagava bem eu não gostava. Ou eu gostava mas não era bom. Enfim.

“Qual é meu propósito nesse mundo?” eu me perguntava dia e noite, durante longos anos.

“Foda-se, vou fazer algo que dá grana.”

E assim eu fazia. E o tutu vinha. Mas aí…

Aí eu me sentia mal. Vazio. E a coisa começava a desmoronar.

Eu sou o tipo de pessoa que precisa de algum propósito pra fazer algo. E um propósito que faça bem a outras pessoas.

(por isso sou tão puto com gurus trambiqueiros)

Depois de anos descobri que lutar contra minha natureza é burrice.

E perigoso.

Mas um belo dia, comecei a encontrar as respostas que procurava.

E vou lhe dizer uma coisa:

Você não vai encontrar seu propósito lendo livros.

Eu li todos eles.

O que eu não entendia sobre propósito foi que ele não vem pronto na gente.

Nós só nascemos com a sementinha.

Com aquela vontade estranha de fazer alguma coisa.

Essa coisa pode ser:

  • Escrever
  • Fazer os outros rirem
  • Cozinhar
  • Jogar bola
  • Voar
  • Toca música
  • Criar coisas no computador
  • Criar coisas na tela
  • Criar coisas com qualquer coisa
  • Engraxar e restaurar sapatos
  • Jogar xadrez
  • Dançar

E qualquer outra coisa louca que o mundo vai dizer pra você ignorar.

Enfim.

Mas nós só nascemos com a semente.

O desejo.

Cabe à gente tapar os ouvidos pro mundo e se dedicar àquele desejo, acreditar naquilo e, mais importante: fazer aquilo até nos tornarmos bons e bem pagos.

E até esse “bem pago” tem que ser de acordo com SEU desejo de vida, e não com o que a sociedade e o instagram diz que você precisa.

Por que estou lhe dizendo tudo isso?

Porque eu sei que não é fácil seguir seu propósito.

Mais difícil ainda depois que a gente cresceu, construiu família e está seguindo um caminho diferente.

Não sobra tempo e energia pra fazer toda aquela papagaiada de redes sociais pra tentar construir um negócio paralelo através do digital.

Sem contar que talvez você seja como eu e nem consiga fazer aquelas papagaiadas sociais.

Pois é.

É aí que uma Newsletter pode encaixar como uma luva em sua vida.

Ela permite você expressar seu desejo e propósito com outras pessoas que compartilham dele (e ainda ser bem pago trabalhando menos).

Existem newsletters sobre culinária, gravidez, tecnologia, escrita e temas variados.

A principal diferença entre o que eles fazem e o que vou ensinar no meu curso é justamente na parte de monetização.

Enquanto eles precisam de dezenas de milhares de pessoas pra começar a ver os resultados…

Eu vou mostrar como alcançar os 6 dígitos com apenas centenas de leitores.

Porém.

Contudo.

Todavia.

Não tem nenhum hack, nem método, nem “segredo que eles não querem que você saiba” no que vou ensinar.

(na verdade “eles” nem sabem como eu faço o que faço ha ha)

Também não tem robôs que trabalham por você.

E não tem copiar e colar os emails matadores que fizeram 7 dígitos.

Por mais simples que seja, existe trabalho envolvido pras coisas acontecerem.

E precisa de consistência (como em tudo na vida).

Eu não ensino papagaiadas.

Nem ensino apenas pra vender curso.

Existe propósito em tudo que faço.

Inclusive nos preços que cobro aqui.

Dito isso, o curso sobre newsletters sai em breve.

E estou pensando em fazer alguns combos pra que você possa ter melhores resultados – de acordo com seu nível de conhecimento.

Mais detalhes nos próximos dias.

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Nova tendência dos experts espertos

Comecei a assistir Sandman.

Só que não gosto do gênero de fantasia.

No máááááximo um Senhor dos Aneis.

Mas como gostei de Lúcifer, que é do mesmo autor, resolvi ver Sandman.

É bem diferente do tipo de história que gosto de assistir… mas eu gostei 🙂

Recomendo.

Interessante é que essa história foi criada em 1988.

E só 34 anos depois foi pras telas.

Se você parar pra observar, vai ver que esse é um fenômeno comum.

O mundo não vive de inovações.

Mas de renovações.

É sempre a mesma coisa recontada ou reusada de uma maneira nova e melhor.

Por exemplo:

Você sabia que carros elétricos existem desde 1899?

E que entre 1900 e 1910, 1 em cada 3 carros dos EUA era elétrico??

Pois é.

Elon Musk criou a revolução que existia há 124 anos…

Mas é isso que os espertos fazem.

Ao invés de tentar trilhar um caminho novo e completamente desconhecido, eles preferem seguir por caminhos que outros já desbravaram e mapearam.

E quer saber qual é a nova tendência de marketcheng dos experts espertos?

Vou lhe dizer.

Começa com News…

Termina com Letter.

Agora vamos aos fatos:

  • Grandes empresas de Mídia estão migrando para ou surgindo como newsletter (como mostrado em emails anteriores).
  • Grandes escritores e jornalistas estão migrando para newsletters (como mostrado em emails anteriores)
  • Substack (plataforma só de newsletters) vem crescendo. Seus top 10 escritores fazem juntos 20 milhones por ano. E… eles estão traduzindo pro português 🙂
  • Facebook lançou o Bulletin, uma plataforma de newsletter
  • O Linkedin lançou uma nova funcionalidade chamada: Newsletter. E Mr. Beast, um dos maiores youtubers do mundo… começou no Linkedin
  • Gary Halbert tinha uma newsletter como base de todo seu negócio
  • Ben Settle TEM uma newsletter como base de todo seu negócio
  • Russell Brunson, um dos maiores marketeiros do mundo digital, lançou recentemente uma newsletter impressa (que foi escrita por Dan Kennedy nos anos 80)

Mas diferente do que um guru diria agora…

Newsletter não será a próxima nova onda mundial.

Como disse, é apenas para pessoas/empresas que querem trilhar caminhos mais sólidos e validados.

É também um dos modelos de negócios mais enxutos e lucrativos (altas margens) que existe.

É o que eu faço hoje – com algumas variações.

E é o que vou ensinar no material que estou meticulosamente produzindo.

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Atalho pra 4 a 5 dígitos mensais

Não existe fórmula pro sucesso.

Mas existem atalhos.

Por exemplo:

Digamos que você quer abrir uma loja de carros usados.

Você pode:

1- Arrumar um outro empregou ou fazer bicos pra juntar grana até comprar seu primeiro carro. E fazer o mesmo pra comprar o segundo. E ir revendendo e juntando mais.

2- Ou pode começar revendendo carros de outras pessoas, enquanto faz seu nome no mercado, e ganhando comissões e comprando seus próprios carros – tudo ao mesmo tempo.

Qual dos caminhos é mais rápido?

O 2º, é claro.

Mas repare que não tem nenhuma fórmula, nem método, muito menos segredo, concorda?

É apenas uma maneira mais inteligente de fazer a mesma coisa.

Isso é o que eu considero um “atalho” pro sucesso.

E quando você para pra pensar, é uma ideia simples que qualquer pessoa poderia ter tido.

Não é nada de outro mundo.

E a verdade é que a simplicidade é a resposta pra tudo.

Especialmente nos negócios.

O grande problema é que a gente complica demais as coisas.

Veja:

Ao longo desses +10 anos atuando nos bastidores de pequenas, médias e até grandes empresas internacionais, eu vi a mesma história se repetir:

As conversões estavam caindo… por causa de um grande problema… causado pela própria empresa (que complicou a operação).

Ou seja:

No fim das contas o problema era a complexidade que eles mesmos criaram.

E a solução é sempre algo simples.

O exemplo mais comum do mundo que acontece toooooodos os dias:

As conversões estão caindo.

O que eles fazem?

Eles sempre começam pelo mais complexo, trabalhoso, caro e demorado – que gera menos resultados.

Tipo assim:

As conversões estão caindo…

“Vamos refazer nosso site”

“Vamos produzir mais conteúdo”

“Vamos comprar novos equipamentos pra melhorar a qualidade dos vídeos”

“Vamos trocar de ferramenta”

“Vamos adquirir essa nova ferramenta americana”

“Vamos pagar caro pra um expert e NÃO vamos seguir seus conselhos”

E no fim, o resultado é sempre abaixo do esperado.

Mesmo com toooooooodo aquele trabalho complexo.

Por que?

No caso acima, porque eles não se dedicaram ao mais simples e importante: Criar uma boa oferta.

Uma boa oferta sozinha é capaz de trazer resultados maiores, com bem menos esforço (sem precisar de toda aquela complexidade).

E eu lhe pergunto de novo:

Construir uma boa oferta é algo de outro mundo?

É algum segredo???

Não é.

NUNCA é.

Na verdade é o oposto.

É um fundamento.

É a base de um negócio sólido.

Mas parece que nós seres humanos temos algum problema no cérebro que nos impede de fazer o simples.

Tudo precisa ser complicado e difícil.

Junte tudo isso com a falta de confiança em nós mesmos, e aí tudo precisa ser complicado, difícil, e validado/ensinado por algum expert.

Pois nada da nossa cabeça pode dar certo, não é?

Pense nisso.

E mais importante, mude essa atitude.

Acredite mais em você, em suas ideias, e na simplicidade.

E se você está gostando da ideia de newsletter que falei nos últimos dias, mas não está afim de começar do zero…

Aqui vai um atalho pra começar a fazer 4 ou 5 dígitos por mês da maneira mais rápida possível.

É o segredo secreto jamais revelado que me traz melhones por dia 🙂

Sacanagem.

Mas aqui vai:

Lembra do exemplo acima que dei sobre abrir sua loja de carros?

Que você podia ralar pra começar do zero… ou começar com os carros dos outros?

Então,

Ao invés de começar sua lista do zero…

(que eu sei que não é nada animador)

Você pode simplesmente propor uma parceria com um expert ou empresa, e vender a newsletter pro público deles – em troca de uma porcentagem.

Assim você já começa com centenas ou até milhares de assinantes.

Veja: Pro expert (ou empresa) é uma proposta quase irrecusável.

Eles não terão trabalho nenhum, não terão custo nenhum… e todo mês podem receber 4 a 5 dígitos extras – 100% livre.

Enquanto você faz todo o trabalho de enviar os emails e divide os frutos que gerar.

Pra mim, é um dos melhores modelos de negócios que existem.

Agora, se você não sabe como criar e monetizar newsletters…

E não entende os fundamentos e estratégias de um negócio sólido…

Então você vai adorar o combo de cursos que estou cuidadosamente produzindo e lapidando pra lançar em breve.

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Seja pago pelo conteúdo dos outros

Ontem maratonamos a série:

Reacher.

Ouviu direito?

Ma-ra-to-namos.

Se você sabe o quanto sou chato, mala e sem paciência pra coisas (na minha opinião) ruins, então deve imaginar o quanto essa série é envolvente e bem escrita.

Ficou tão boa, que apenas 3 dias depois de lançada os caras começaram a produzir a 2ª temporada.

Foi a renovação mais rápida do Amazon.

Mas todo esse sucesso não foi por acaso.

Reacher não foi criada do zero.

Ela é toda baseada numa série de livros de sucesso.

Ou seja:

Os caras pegaram histórias que já deram certo numa mídia e apenas levaram pra outra mídia.

Isso sim é começar com o pé direito.

E também é uma bela maneira de ser pago pelo conteúdo dos outros.

Sim, pois o criador da série (Nick Santora) não foi o escritor do livro e criador da história (parte mais difícil).

Ele foi o cara que fez grana com o conteúdo dos outros (legalmente).

Isso significa que se você quiser ganhar sem produzir seu próprio conteúdo, basta encontrar livros de sucesso, fazer um acordo com o autor, reescrever tudo pra adaptar pras telas, e então tentar um acordo com a Amazon.

Oi??

Parece difícil?

Não acho não.

Pra mim é quase impossível mesmo.

Tá doido…

A boa notícia é que essa NÃO É a única maneira de ganhar através do conteúdo dos outros.

Oi??

Criar canal de cortes no youtube?

HaHaHaHaHaHaHaHaHaHa

Boa sorte com isso .

Agora, quer parar de interromper e deixar eu terminar meu raciocínio??

Obrigado 🙂

Bem, existe uma outra maneira de não apenas ganhar, mas construir um negócio sólido baseado em conteúdo dos outros.

Se chama:

aham… rufem os tambores

  • tambores rufando * (seja lá que diabos for rufar. Pra mim tambor bate)

Se chama Newsletter.

Oh…

Você esperava algo revolucionário como Fórmula do SuperSexyDeep10x??

Nããããão.

Não trabalhamos com esse tipo de coisa aqui.

Enfim.

Existem muitas formas de produzir uma newsletter.

Uma delas (bastante popular) é atuando como uma espécie de curador de conteúdo.

Nesse caso, seu trabalho é atuar como um “filtro” que absorve tudo que estão falando por aí, filtra, e traz apenas o melhor para seus leitores.

Pra ficar ainda mais interessante, você acrescenta suas opiniões pessoais.

É legal por que, assim como nosso amigo da série Reacher, você já começa com histórias validadas pelo público.

“Ah Bruno, mas isso dá certo?”

Bem, ano passado uma newsletter chamada The Hustle – que é basicamente uma curadoria de conteúdo + opiniões, foi comprada pelo Hubspot.

Eles não divulgaram o exato valor mas uma outra newsletter afirma ter sido algo em torno de 27 melhones de dólares.

Nada mal, hein?

Pois é.

Estou trazendo isso pois tenho falado sobre newsletters nos últimos dias.

E percebi que algumas pessoas adoraram a ideia, mas não se enxergam produzindo os textos/conteúdos em si.

Se esse for seu caso, então criar uma newsletter de curadoria pode ser uma excelente opção.

– Basta copiar e colar textos em alta no momento, enviar em sua newsletter e atingir os 7 dígitos em poucos meses – Diria um guru nesse momento.

Mas não é assim.

Seja curadoria ou textos 100% de sua autoria – você vai ter trabalho a fazer.

A única coisa grande e fácil nessa vida é a morte.

Porém…

Tocar uma newsletter é mais simples do que fazer lançamentos ou ser influenciador digital, por exemplo.

Mas ainda assim, sem trabalho e dedicação, newsletter nenhuma funciona.

Dito isso, se esse misterioso caminho da newsletter mexe com sua imaginação, então você vai adorar o curso que estou produzindo sobre isso.

Mais detalhes nos próximos dias.

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Newsletter de 6… não, 7… nããão, 8 fckn dígitos :)

Não sei o que você pensa sobre newsletters…

Mas se você está em busca de um belo negócio que não precise mostrar a cara, fazer conteúdo, lives, lançamentos e afins. ..

Então o email de hoje vai plantar algumas sementinhas em sua mente.

Veja.

Você sabe quando foi criada a primeira newsletter lucrativa?

Chute aí.

Dica: Foi muito antes da invenção da internet.

Nenhum palpite?

Ok.

O primeiro negócio de newsletter que deu grana foi criado em 29 de setembro de 1923 – e se chama Kiplinger.

Sim, “se chama”. Pois ainda existe.

No início eram newsletters impressas (óbvio) e nos anos 70 eles tinham 300 mil assinantes e faziam 7 dígitos no ano.

Legal, né?

Esse foi apenas o primeiro que deu muito certo.

Mas ao longo das décadas newsletters se mostrou ser um negócio sólido.

Mas e hoje, será que ainda é uma boa se meter com newsletters em mundo tik-tokizado??

Vejamos:

As maiores do mundo (The Skimm, Axios, Industry Dive) fazem de 20 a 30 milhones por ano… com uma equipe enxuta e margem de ~90% pré-impostos.

Wow…

Nada mal, hein?

Mas ei, talvez você não queira a obrigação de acordar cedo todo dia e comandar uma equipe de escritores.

Sem problemas. Eu também não.

Nesse caso você pode voar solo (assim como eu).

Ano passado o substack – plataforma de newsletter em crescimento – relatou que seus top 10 escritores fazem juntos 20 milhones por ano.

Quem são eles?

Muitos são pessoas comuns como eu e você, que ao invés de fazer stories, lives e lançamentos, apenas escrevem sobre temas de seu interesse como:

  • História e política dos EUA
  • Jornalismo investigativo
  • Economia e cultura
  • Esportes e negócios
  • China
  • Estratégia e produtividade
  • Gravidez e Parentalidade (ser pai/mãe)
  • Escrita e escritores
  • Ciência médica
  • Filmes
  • Feminismo e comédia
  • Crypto
  • Basquete feminino
  • Lei
  • E outros

Enfim.

Famosos escritores “tradicionais” também migraram pra esse modelo de newsletter, como é o caso de Chuck Palahniuk – autor de Clube da Luta, Ryan Holiday – autor de Acredite em mim, estou mentindo.

Ryan gostou tanto que criou não apenas uma, mas várias newsletters. Algumas, creio eu, estão entre as maiores do mundo hoje.

Famosos jornalistas também largaram os grandes veículos e estão voando solo com suas newsletters.

Glenn Greenwald, por exemplo, estima-se ter cerca de 40 mil assinantes pagos.

40.000 x 4.17 por mês = 166 mil dolores por mês.

Naaaaaaaada mal, hein?

Mas calma que tem mais exemplos 🙂

Meu querido mestre, Ben Settle, tem uma newsletter impressa que custa 97 mangos por mês.

Recentemente ele disse ter atingido os 1.000 assinantes.

100k por mês não é naaaaaaaaaaaaaada mal.

Isso só da assinatura “seca”.

Sem contar todos os outros produtos que ele vende através da newsletter.

Naaaaaaaaaaaaaaaada mal ao quadrado, hein?

“Mas Bruno, esses caras tem centenas… dezenas de milhares de assinantes. Eu não”

Sem problemas, pequeno gafanhoto.

Pois você não precisa de milhares de assinantes pra ter uma newsletter que gera uma boa grana por mês.

Seu amigo aqui atingiu 6 dígitos com uma humilde e despretensiosa newsletter – com apenas centenas de leitores.

Sem produzir conteúdo. Sem mostrar a cara. Sem presença em redes sociais. Sem lançamentos. Sem dancinhas. Sem P# nenhuma do que ensinam por aí.

O segredo?

Bem, não tem segredo.

É tão simples que seja a ser ridículo (e por isso muita gente não acredita ser verdade).

Mas o “grande segredo” é mais consistência do que qualquer outra coisa.

Consistência pra enviar Um. Simples. Email. Por dia.

Eu disse que era tão simples que parece mentira, não disse?

Mas se tem fé em mim e adora simplicidade como eu…

Então você vai adorar meu novo curso que vai sair do forno na semana que vem, chamado:

Newsletter de 6 dígitos.

Se as sementinhas da newsletter brotaram em sua mente, na próxima semana você vai ver como cultivá-las e fazê-las dar frutos 😉

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Não converte. E não sabe o que fazer…

Vou tirar as sandálias da humildade pra dizer uma coisa:

O Workshop de Storytelling e Escrita Criativa está fabuloso.

(não confunda com cabuloso)

(se bem que na gíria, cabuloso é algo muito bom. Então pode ser cabuloso também)

Não apenas pelos elogios dos alunos…

Nem pelos comentários do tipo: “Foi barato demais”.

Mas está cabuloso ver a evolução dos participantes ao vivo – em minutos.

É incrível ver alguém escrever um texto bom… ouvir uma rápida lição… e imediatamente reescrever o texto de uma maneira mais envolvente e persuasiva que antes.

Melhor ainda é saber que eles não estão aprendendo hacks…

Mas sim fundamentos que melhoram toda sua escrita daqui pra frente.

Isso me deixa feliz 🙂

Porém,

Não basta saber escrever bem.

A escrita sozinha só consegue levar alguém até certo ponto.

É por isso que vejo uma porrada de copywriter por aí perguntando em grupos:

“Alguém pode me ajudar? Meu produto parou de converter. Já testei mudar o lead, já fui pelo medo, pela ganância, mas a copy não tá convertendo”

Muito comum, né?

Talvez até já aconteceu com você??

Enfim.

E quais são as respostas do grupo?

São todas do tipo:

“Você precisa melhorar seu mecanismo, bro”

“Teste outra Big Idea, mano”

“Véi, precisa construir autoridade”

“Tá usando whatsapp bot + funil de recuperação + super player de vídeo + plugin que persegue a pessoa nos sonhos?”

Enfim.

Várias sugestões que vão atrapalhar mais do que ajudar.

Por que?

Porque na maioria das vezes, a verdadeira solução pro problema não está na copy nem em ferramentas.

A coisa é sempre mais embaixo.

Fazendo uma comparação com o futebol:

Copy e ferramenta é tipo ter um craque no seu time que joga que uma chuteira tecnológica.

Ele pode até marcar alguns belos gols.

Mas sozinho ele não é capaz de fazer o time vencer o campeonato.

Pra vencer, é preciso um trabalho em conjunto.

Até mesmo pra um craque ser estrela, ele precisa ter um time que arme as jogadas pra ele.

Ou seja: Antes de tudo, vem a estratégia.

Sem estratégia seus resultados são limitados – enquanto seu trabalho não tem limites – pois você fica testando uma tática atrás da outra na esperança de encontrar a salvação.

Faz sentido?

Foi por essa razão que no meu Workshop de Storytelling e Escrita criativa eu não quis ensinar apenas a escrever melhor.

Também vou mostrar como ser um escritor estratégico.

O workshop termina hoje e ninguém mais pode entrar.

Mas o curso de escritor estratégico será feito ao vivo e se você quiser, terá a chance de participar com a gente 🙂

Mais detalhes nos próximos emails.

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Estrategista ganha mais e trabalha menos

Parei de jogar The division.

Depois de um tempo fica repetitivo.

E eu odeio rotina.

Além disso, talveeeezz eu tenha parado por que cansei de apanhar??

Sério.

Eu apanhava muito naquele jogo.

A razão era simples:

É um jogo de tiro, e eu sabia atirar bem.

Mas pra vencer os outros jogadores, não basta atirar bem.

É preciso jogar de maneira estratégica.

Por que a batalha vai muito além de atirar.

Tem movimentação, posicionamento, uso de recursos, trabalho em equipe, trabalho solo, equipamentos, enfim.

Se tudo isso não estiver alinhado, ser o melhor atirador do mundo não vai lhe levar muito longe.

Por outro lado,

Com a estratégia certa você não precisa ser o melhor atirador e, ainda sim, consegue vencer constantemente.

Por que?

Porque a estratégia lhe coloca numa posição mais favorável à vitória.

O mesmo vale pra copy e negócios.

O que mais tem por aí é gente estudando copy, copy e mais copy.

Veja:

Escrever bem é importante.

Ajuda.

Faz diferença.

MAS…

Sem uma boa estratégia por trás, a melhor copy do universo não vai levar você muito longe.

Até mesmo Gary Halbert já se deu mal nesse jogo quando competiu com sua “copy matadora” vs. um copywriter estratégico mas não tão bom em copy, como mostrei aqui.

Por outro lado, estrategistas conseguem gerar mais resultados com menos esforço.

Foi por essa razão que no meu Workshop de Storytelling e Escrita criativa eu não quis ensinar apenas a escrever melhor.

Também vou mostrar como ser um escritor estratégico.

O workshop já está rolando e ninguém mais pode participar.

Mas o curso de escritor estratégico será feito ao vivo e se você quiser, terá a chance de participar com a gente 🙂

Mais detalhes nos próximos emails.

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1 história vale mais que 1.000 conteúdos

Olhe ao seu redor.

Onde circula mais grana no mundo?

No mundo do entretenimento ou da educação?

Compare shows, lutas, eventos – com palestras, seminários e aulas.

Quem é mais bem pago?

Um jogador de futebol ou um professor?

Tem mais.

O que as pessoas buscam o dia inteiro?

Se divertir ou estudar?

Mais:

O que bomba na internet?

Vídeos que entretêm de alguma forma ou aulas?

“Já entendi Bruno. Mas então você quer dizer que marketchen de conteúdo não funciona?”

Na verdade…

Funciona sim.

Mas produzir um conteúdo por dia durante 365 dias é como tirar leite de pedra.

É um trabalho dos infernos, que destroi sua vida pessoal e lhe torna escravo do próprio negócio.

Legal, né?

Como se não bastasse…

Conteúdo não é a forma mais fácil de influenciar e persuadir pessoas.

Pra entender isso precisamos sair um pouco dessa bolha digital e observar os maiores líderes e influenciadores da humanidade.

Gandhi não fazia conteúdo.

Jesus não fazia conteúdo.

Luther King não fazia conteúdo.

Abraham Lincoln não fazia conteúdo.

Mandela não fazia conteúdo.

Hitler não fazia conteúdo.

Ainda assim, todos eles influenciaram milhões de pessoas a fazerem coisas mais difíceis do que comprar um infoproduto, concorda?

Ok.

E como eles fizeram isso?

Usando, entre outras coisas, histórias.

Histórias de conquistas, derrotas e principalmente, de um futuro melhor.

O passado inteiro da humanidade prova que uma boa história vale mais que 1.000 conteúdos.

Enfim.

Se você acredita que o mundo mudou, que o ser humano mudou, e que hoje conteúdo vale mais que tudo…

Boa sorte com seu trabalho de conteúdo.

Mas se você já cansou desse circo de horrores, quer sair da bolha dos gurus e seus conteúdos, e ter melhores resultados com menos esforço de marketchen…

Eu sugiro você aprender a contar boas histórias e usar entretenimento em sua copy.

Exatamente como vou ensinar aos participantes do meu Workshop de Storytelling e Escrita Criativa que acontece hoje.

Mas se você não é um desses 10 sortudos e quer aprender a vender com histórias…

Saiba que estou preparando alguns combos de produtos pra lhe ajudar com isso.

Aguarde alguns dias.

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Fui seduzido pelo Conde Drácula

Reze pra eu não me transformar numa criatura da noite.

Ou você receberá emails na madrugada 🙂

Veja:

Assim como eu nunca gostei de escrever…

Nunca gostei de ler.

Na verdade…

Sempre ODIEI ler.

Por que?

Porque fui apresentado à leitura na escola.

E que leitura eles empurram pra crianças viciadas em Samurai X e video-game como eu??

O cortiço…

Grande sertão…

Memórias Póstumas de Brás Cubas…

Vidas Secas…

Sério?

Empurrar pra criança livro que nem adulto entende??

Enfim.

Toda essa “motivação” me fez começar a ler só depois de adulto.

Mas ainda assim, nunca gostei de romances, histórias ou qualquer tipo de ficção.

Sempre achei tão chato quanto ir pra missa.

A vida inteira só li livros de não-ficção sobre empreendedorismo, marketcheng, desenvolvimento gurucional e afins.

Espere.

Pausa por 1 minuto.

Quero reforçar que mesmo sem nunca gostar de escrever, nem ler, hoje eu vivo de minha escrita.

O que mostra que ninguém precisa de dom ou talento pra fazer o que quiser na vida.

Só precisa de desejo e determinação.

Continuando…

Mas agora, no auge dos meus 36 anos, eu finalmente me interessei por ficção.

Engraçado que meu interesse surgiu por causa de filmes, séries e video-game.

(ou seja, se tivessem me mostrado esses tipos de livro na infância eu poderia ter desenvolvido esse hábito desde pequeno)

Eu assistia algo e pensava:

“Caramba, o que passou na cabeça do cara pra escrever isso?”

Uma coisa levou a outra e fui parar em Clube da Luta.

Adorei o ritmo louco da escrita do Chuck.

Aí descobri que meu jogo favorito tinha livros.

Fui ler e gostei também (série Tom Clancy – The division)

Aí pensei:

“Sempre tive atração por vampiros. Deve ter alguns livros bons sobre eles”

Pesquisei e encontrei dezenas.

Mas todos vampiros fofinhos, feitos pra mulheres fofinhas.

Nah…

Nada contra. Mas não gosto.

Priscilla adora Crepúsculo, tem todos os livros e eu já comecei a ler um pra testar.

Mas foi só decepção.

Aí descobri que Stephen King escreveu um livro sobre vampiro.

Hum…

Adorei o livro Sobre a escrita dele.

Mas fui ler A torre negra e odiei, ha ha.

Mesmo assim, fui ler o tal vampiro do Stephen e…

É…

Eu…

…não consegui passar da segunda página.

Nem me critique. Gosto não se discute.

Não sou obrigado a ler o que não gosto (já basta aquele vestibular maldito).

Nem vou ler uma história chata esperando que ele melhore no capítulo 5.

Enfim.

Continuei minha pesquisa e todo mundo falava do Drácula.

Eu adoro a história.

Porém:

Eu já conhecia de cabo a rabo de tanto assistir filme e série de drácula.

Além disso, eu pensava:

“O livro foi escrito em 1897. Por um irlandês. Deve ser uma leitura fácil como a bíblia.”

Mas por falta de opção, dei uma chance ao vampirão.

Peguei a versão em português.

Não sei o quanto ela é fiel à original mas uma coisa eu lhe digo:

O Conde Drácula me seduziu.

A escrita do cara é macia de ler e atiça sua curiosidade – mesmo você já conhecendo TODA a história.

Isso me fascina.

Também me fascina ver uma história escrita há 125 anos, sendo lida, relida, filmada e refilmada até hoje.

Arrisco a dizer que Drácula é uma obra imortal.

Isso é algo que só a escrita faz.

Porém…

Uma coisa me desanimou em Drácula:

Descobri que quando Abraham escreveu o livro (1897), todo mundo caiu de pau no cara.

Foi criticado, cancelado, xingado e o escambal.

E o livro só fez sucesso décadas depois da morte do autor.

Que merda, hein?

Mas acontece.

Viver da escrita tradicional é dureza.

De fato, sabia que você tem mais chance de ser atingido por um raio, duas vezes, do que ganhar a vida como um escritor tradicional?

Triste verdade.

A boa notícia é que existem outras formas de viver da nossa escrita.

Uma delas é escrevendo 1 email por dia.

Pra ajudar pessoas que querem seguir esse caminho, estou terminando de gravar meu novo curso chamado:

Newsletter de 6 dígitos.

Nele vou mostrar como fazer de 1k a 8k por mês com uma estupidamente simples newsletter.

Mas NÃO É nenhum método-sexy-10x-planetórico-secreto pra fazer 100k copiando e colando meus templates melionários.

Isso não existe.

O que ofereço é um caminho sólido e simples, pra quem tem fé em si mesmo e consistência pra dar 1 passo por dia.

Se você é aluno do Workshop de Storytelling, em breve vai estar disponível como bônus pra você (enviarei email com detalhes).

E se você não está no workshop mas se interessou, em breve você poderá adquiri-lo.

Mas somente enquanto durar o estoque digital 😉

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A magnífica vida de influencer

É isso que você quer pra sua vida?

  • Acordar com xícara de café, 2 boquinhas e colocar horário
  • Story de 15 segundos dando bom dia e falando algo motivacional
  • Repostar story de frase
  • Mostrar algo fofo do neném em 3 stories
  • Se maquiar nos stories
  • Boomerang de make
  • Repostar o que vale a pena
  • Foto estilo pinterest com hora e localização
  • Repostar 1 análise de mkt
  • Boa noite com frase de pensamento
  • Stories orgânicos do dia
  • Tema do dia

Veja bem:

Esse é somente o “script básico” do dia a dia de uma influenciadora do instagram – que vazou recentemente.

Script. Básico. De stories.

Ali não está tudo que entra além do básico (publis e afins), outros formatos do insta, o que ela faz em todas as outras redes sociais, e o que ela faz no dia a dia (ensaios, entrevistas, presença vip, aparições e afins).

Enquanto a vida comercial desses grandes influenciadores é lotada…

A vida pessoal é cada vez mais vazia.

Não sou só eu dizendo isso.

Um evento que ocorreu em junho nos EUA (Vidcon2022) disse que cerca de 90% dos criadores de conteúdo lidam com burnout.

(burnout – síndrome do esgotamento)

Olhando aqui de fora, é de dar inveja conhecer aqueles lugares paradisíacos, andar nos carrões esportivos, jatinho, comidas de alta gastronomia, WOW!

Tudo isso em troca de umas postagenzinhas.

Parece a vida dos sonhos.

Mas pra maioria, é o oposto.

Por trás de todo aquele glamour se escondem pessoas infelizes que não aguentam mais aquela vida.

Loucura, não é?

Mas se você assistir entrevistas sinceras de influenciadores que tiveram coragem de se abrir, vai ver que eles dizem a mesma coisa:

“Chega uma hora que tudo fica automático. A gente sai do ar e vai apenas seguindo o fluxo da agenda, sem se dar conta que a vida está passando por nós”

Ok .

Mas por que estou lhe dizendo isso?

Veja, é bem provável que você não queira ser influenciador.

Mas talvez você ainda acredite que a única maneira de se dar bem na internet é produzindo conteúdo e se expondo nas redes sociais.

O problema disso?

Foi assim que todos esses influenciadores começaram.

Produzindo um conteúdo aqui, outro ali. Um storie aqui, outro ali.

Aí a coisa foi crescendo, crescendo, crescendo… até quando a própria vida se tornou o negócio deles.

Quer ver uma coisa?

O que acontece com a maioria desses gurus e influenciadores se eles pararem de postar e produzir pras redes sociais??

Acabou o negócio.

Quer dizer, a gente veio pra internet em busca da liberdade…

Aaí a gente constrói um negócio inteiro que depende 100% de nossa vida??

Que merda é essa?!?

Enfim.

Se essa vida te faz feliz, siga em frente.

Mas se você está em busca de outro caminho, experimente o modelo de newsletter.

É tão simples e poderoso que parece até conversa de guru trambiqueiro ;p

Eu digo isso por que eu mesmo demorei pra acreditar e seguir esse caminho do email.

Por que é tão simples que parece que não funciona.

Mas como já disse Da Vinci:

“A simplicidade é a máxima sofisticação”

É a mais pura verdade.

Pois esse modelo de negócio não é nenhum método que eu criei.

É algo usado e aperfeiçoado por Ben Settle há cerca de 14 anos.

O qual ele aprendeu com seu mentor, que vendia por email desde o início dos anos 2000.

Pense nisso.

Por fim, veja abaixo o email que recebi ontem, de um dos alunos.

E se você quiser um passo a passo pra como criar e crescer sua newsletter de 6 dígitos – sem fórmulas mágicas – na próxima semana vem aí meu curso sobre isso.