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Ele me odiava mas agora quer minha mentoria??

Olha que interessante:

Esse será um email grande.

Maaaasss

Vou usar parágrafos curtos.

Como esse.

Pra seduzir você.

E…

Quando menos esperar…

Você vai estar no km 3 de rolagem da tela.

he he

Veja:

Eu costumava ser mais ativo em grupos de copy das interwebs.

Mas parei.

Por que?

Porque a maioria dos meus preciosos conselhos e insights dados gratuitamente… iam parar no limbo. No vácuo.

Ou seja: Eu perdia meu tempo e meus preciosos neurônios pra nada.

Então, mesmo com essa imensa vontade de ajudar os outros…

Eu parei.

E decidi me dedicar ainda mais a ajudar quem realmente está comprometido:

Meus alunos.

Porém, meu instinto é mais forte e esses dias resolvi responder a seguinte dúvida que postaram num grupo:

Repare que o sujeito estava com o mesmo problema que a maioria dos copywriters:

Conseguir clientes.

Repare que tem 15 respostas no post mas, como sempre, ninguém traz nada prático que realmente ajude o sujeito.

Então eu fui lá e trouxe sabedoria pro cara:

Mas ele provavelmente estava em busca de um script mágico…

Por que ele não interagiu e muito menos me perguntou nada.

(mais um pro vácuo)

E pra garantir que eu não caísse mais nessa armadilha, recebi o seguinte comentário de um hater:

Um verdadeiro poço de sabedoria…

…Que foi respondido à altura:

E de repente o cara queria entrar pra minha mentoria??

E isso me fez refletir profundamente:

“Já pensou se um cara desse ENTRA na minha mentoria?!?”

Ele teria que ser chutado pra fora e todo um mal estar seria causado desnecessariamente.

É por isso que tomei uma decisão.

A partir de agora, ninguém entrará em meu programa de acompanhamento sem antes ser APROVADO por mim.

Tanto pela razão acima mas também pelo seguinte:

Meus alunos estão todos num grupo do whatsapp.

E ESSE GRUPO VALE OURO.

Primeiro pelas pessoas que estão lá, que fazem daquilo muito mais que um simples grupo.

Somos uma família.

Onde as pessoas se gostam, se respeitam, se divertem e se ajudam ao máximo.

(parece até uma propaganda de margarina)

Além disso, eu estou lá diariamente, trazendo soluções, ferramentas, respostas e até mesmo possíveis clientes pra eles entrarem em contato…

E eu não quero que nada nem ninguém no mundo estrague isso.

Pelo contrário.

Quero que a família cresça.

Mas cresça APENAS com as pessoas certas.

E pra garantir isso, ninguém mais vai poder ver a página de vendas, acessar o link e se inscrever sozinho.

Não no meu programa de acompanhamento.

E não no único grupo da família de whatsapp que as pessoas realmente gostar de estar lá.

Outra coisa.

Devido ao nível de acompanhamento que forneço, eu também terei que aumentar o preço.

Enfim.

Se quiser minha ajuda pra seguir o caminho do email copywriter, esse será o melhor momento.

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Robô esfaqueia copywriter pelas costas nos EUA

Quem assistiu Matrix sabia que esse dia iria chegar.

Como diria o agente Smith:

“É inevitável”

Na revolução industrial as máquinas tomaram o emprego de milhares de pessoas.

Agora, na revolução digital, a inteligência artificial está roubando clientes e matando de fome de milhares de copywriters e redatores nos EUA.

Se você ainda está por fora do que está rolando, é o seguinte:

Lá nos states já existem robôs que pesquisam e escrevem textos excelentes (melhores que 90% dos textos que escrevem por aí).

E eles fazem isso com extrema velocidade e custo baixíssimo.

O resultado?

Mais e mais empresas estão demitindo seus freelas pra usar os robozinhos escritores.

Ontem mesmo vi um post de uma copywriter num grupo americano dizendo que perdeu seu cliente de alto ticket pra uma dessas ferramentas.

E aí eu lhe pergunto:

Quanto tempo pra essas ferramentas estourarem por aqui?

E eu também respondo:

Cerca de 1 ano. Não mais que 2.

Por que?

Por que já existem ferramentas de escrever copy aqui no Brasil. Tudo que os caras precisam é adicionar a IA.

E depois de ver essa parada bombando nos EUA não vai demorar pra alguém trazer pra cá.

Como já disse antes, os gurus podem gritar por aí o quanto quiserem que copy é a profissão do futuro… mas a verdade é que ela está com os dias contados.

Quer dizer que o copywriter será extinto do planeta?

Não.

Mas grande parte deles sim.

Por exemplo:

Aqueles que escrevem artigos e conteúdos para as redes sociais serão os primeiros atingidos (e esses sim serão dizimados completamente).

Em seguida vem aqueles que escrevem seguindo fórmulas e templates como… os que… fazem lançamentos?? Acredito que sim. Que grande parte dos copywriters de lançamento vão morrer.

Quem vai sobreviver então?

Os copywriters criativos – que fazem o que as máquinas talvez nunca consigam.

Os que escrevem cartas de vendas originais… ou emails de vendas originais.

E obviamente, os que não atuam somente com copy e também são conselheiros estratégicos de seus clientes.

Em resumo:

Aqueles que não estiverem preparados vão passar pela mesma coisa que a copywriter mencionada acima:

Quando menos esperar, um robô vai esfaqueá-lo pelas costas e roubar seus clientes.

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A Kryptonita do copywriter

Quando vi que a netflix ia lançar um novo He-Man fiquei eletrizado.

Confesso que tinha minhas dúvidas se ia prestar.

Por que os últimos remakes que assisti foram uma porcaria.

Thunder cats, cavaleiros do zodíaco… e recentemente, o novo filme do Mortal Kombat.

Uma bosta, um lixo e um c# – respectivamente.

Embalado com essas experiências negativas, lá fui eu assistir o primeiro episódio do novo He-man.

E nossa…

Meu-Deus!

Só pelo episódio 1 você já consegue sentir que…

…eles cagaram TUDO também.

Ho-rrível.

Por outro lado, acabei descobrindo um animezinho incrível que nos viciou aqui em casa:

Akame ga kill.

Esse sim eu agarantxu 🙂

Mas por falar em super herois, não sei se he-man e thunder catas são de sua época mas o super homem com certeza você conhece.

Você também deve saber que, mesmo sendo o herói mais forte da DC… ele tem uma fraqueza que o torna um bosta inútil:

A Kryptonita.

Encostou a pedrinha verde, acabou o homem.

O que você talvez NÃO saiba é que os copywriters iniciantes também possuem uma kryptonita.

Pois é.

E ela funciona da mesma forma: Basta chegar perto pra inutilizar e paralisar completamente o profissional… e assim impedi-lo de realizar seus objetivos.

Vejo muita gente por aí que escreve bem e entende de copy mas não consegue fechar bons clientes, nem cobrar o que merece – por causa dessa kryptonita.

E um copywriter sem bons clientes e bons contratos não chega a lugar nenhum.

Mas afinal o que é essa fraqueza dos profissionais iniciantes??

É algo pior que a pedra verde do Super-homem por que, no caso do copywriter, a fraqueza está DENTRO de sua própria cabeça:

É a falta de confiança em si mesmo.

NADA atrapalha mais do que isso na vida de um prestador de serviços.

Você pode ser o melhor em sua área, mas se não confiar em si mesmo você NUNCA irá cobrar preços altos e nunca irá em busca dos melhores clientes.

Os sintomas da falta de confiança incluem os seguintes pensamentos:

  • Não me sinto preparado
  • Preciso fazer mais cursos
  • Preciso saber TUDO antes de falar com aquele cliente
  • Existem centenas de profissionais melhores que eu por aí
  • Não tenho portfolio bom o suficiente
  • Não sou bom o suficiente
    Entre outros

Confiança é algo que é melhor ter em excesso do que em falta.

Com certeza o excesso vai levar você a cometer erros, mas esse é o único caminho pra realizar seus sonhos.

Por que a falta de confiança só faz a gente andar pra trás e se sentir um merda.

Ignore o mundo.

Ignore os gurus.

Jogue fora as kryptonitas de sua cabeça e seja Super-Amigo(a)!

Eu confio em você.

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Ser copywriter ou ganhar grana? Eis a questão

Esses 3 dias que passei na roça foram maravilhosos.

(pena que choveu sem parar e não consegui gravar novos vídeos do campowriter)

Por que… diferente dos grandes empreendedores que existem por aí, eu não sou workaholic.

Hoje eu até amo o que faço.

Mas não quero ficar escrevendo emails 24h por dia.

Sabe o que eu amo muito mais?

Viver, estar e aproveitar a vida com as pessoas que amo… assistir filmes… ver séries na netflix… tocar violão… brincar com meus cachorros… e às vezes até, não fazer nada.

Enfim.

Quando descobri esse mundo de copy (há quase 10 anos), eu me encantei com o estilo de vida dos grandes copywriters como Gary Halbert e Joe Karbo.

Naquela época, o que mais me motivava era criar campanhas incríveis para meus clientes. Era ter minha copy sendo vista por milhares de pessoas. Era fazer 6 em 7 nos lançamentos (sim, eu já escrevi essas desgraças lançamentos).

Esse tipo de coisa é legal…

Mas consome sua vida.

Noites sem dormir. Escrever até não aguentar mais as juntas dos dedos latejarem de dor. Reuniões chatas. E transformar um trabalho criativo numa coisa industrializada.

Como disse, não sou do tipo que vive pro trabalho.

Mas quando comecei no copy eu não conhecia outro caminho e segui essa rota do trabalho sem fim.

Depois de um tempo eu estava exausto e desmotivado… ao ponto até de abandonar a profissão de copywriter.

Pois é.

Fiz outras coisas e só voltei pra copy em si anos depois.

O que me fez voltar pra “prisão” do copywriting?

Foi ter encontrado a “chave” pra sair daquela cela e um mapa mostrando um caminho diferente pra seguir.

Um caminho sem noites em claro. Sem escrever até ficar com LER nas mãos. Sem reuniões intermináveis. Sem patrão. E sem lançamentos.

Um caminho onde eu conseguia ganhar mais – fazendo menos.

O caminho do email.

Veja, se você está nessa por que gosta de escrever copy de tudo, adora fazer lançamentos e curte essa correria… você está no lugar errado.

Mas se você prefere trabalhar com poucos clientes, que pagam, 2k, 3k, até 5k cada pra você escrever alguns emails por dia pra eles… e tem disposição pra desenvolver essa habilidade… aí sim eu posso lhe ajudar 🙂

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copywriting NÃO é a próxima onda

“Copywriting é a próxima onda.”

“Copywriter será a profissão mais bem paga daqui a pouco tempo.”

“Copy será a melhor carreira do mundo pra aqueles que surfarem nessa onda agora.”

Dizem os gurus desesperados pra lhe venderem seus cursos de copy.

Tudo isso seria muito lindo… se não fosse mentira.

E aqui está a prova:

Os Estados Unidos ditam as tendências do mundo. E estão muitos anos à frente de nós brasileiros, concorda?

Ok.

O fórmula de lançamento e 99% das coisas que você vê nossos gurus brasileiros ensinando por aí… Foi tudo inventado pelos americanos.

(Por sinal, enquanto tudo aqui no Brasil ainda funciona a base de lançamentos, lá fora quase ninguém mais usa esse modelo)

Nada acontece aqui no Brasil, e depois é replicado lá na gringa.

É sempre o oposto.

Começa sempre lá.

Como foi com o copywriting.

O copy nasceu, cresceu, e até hoje tudo que é ensinado aqui no Brasil (sem exceção) vem de lá dos EUA.

Sendo assim, se copy existe lá há mais de 100 anos e não tem nem 10 que chegou no Brasil… Concorda que o mercado deles é mais evoluído?

Pois é.

Ainda assim, mais de 100 anos depois, e o copywriter nunca se tornou “o melhor trabalho do mundo” lá nos Estados Unidos.

Nunca foi “a próxima onda”.

E nunca valorizou mais que a profissão de arquiteto ou advogado.

Na verdade, nunca nem virou profissão reconhecida…

Então…

Por que você acha que no Brasil vai ser diferente??

Cuidado pra não se afogar nessa onda.

Principalmente na onda de copy pra lançamentos.

Lançamento não é modelo sustentável pra nenhum negócio, muito menos pra um profissional de copy.

Como um copywriter consegue ter grana recorrente fazendo lançamento??

Se alguém souber, por favor me diga.

Outra,

Por que você acha que nos Estados Unidos (com mercado evoluído) ninguém usa mais esse modelo de lançamento?

É tudo uma grande coincidência?

É teoria da conspiração?

Pense nisso.

E se quiser conhecer um caminho diferente, em agosto eu abrirei novas vagas para aqueles que cansaram dessa loucura e querem ser livres.

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Escreva copy para seu ídolo

Ontem assisti A guerra do amanhã e–

Não vou dar spoiler, relaxe.

O filme é sobre uma invasão alienígena que ocorre no futuro. Aí o povo do futuro constroi uma máquina pra voltar no tempo e recrutar pessoas pra lutar no futuro.

Enfim.

O roteiro não é o melhor do mundo mas o filme em si é bem divertido.

Pelo email de quinta-feira você deve ter percebido que eu curto viagem no tempo, né?

Mas e quem não curte?

Quem não tem vontade de voltar no tempo e consertar algumas merdas que fez… ou decisões erradas que tomou?

Sei que isso é bem verdade especialmente quando se trata de trabalho.

Se pudesse voltar no tempo eu teria dito NÃO para certos clientes malas e certas parcerias cara-cu.

Você também?

É normal.

Tenho um amigo copywriter, por exemplo, que fechou um lançamento com um “parceiro” dele por 2k.

Era pra ser algo simples, um projeto de 4 semanas – segundo ele.

(ainda assim, 2k é muito barato pra escrever um lançamento inteiro)

Mas o lançamento levou mais de 3 meses de trabalho duro e incansável, porque o “parceiro” dele era mala e toda hora pedia pra mudar algo e aumentava o projeto.

Não sei se você já passou por algo assim, mas eu já.

É horrível.

Você se sente um trouxa. Um palhaço.

Pior, esses trabalhos assim, além de serem desgastantes e pagarem pouco, consomem todo seu tempo e energia – impedindo você de pegar outros clientes melhores naquele período.

Eu disse que isso era o pior?

Pensando bem, não é.

Acho que o pior é que depois de anos nesse negócio você descobre que não precisava ser assim.

Você descobre que, diferente do que dizem por aí, você (nem ninguém) precisa começar trabalhando com clientes infernais pra só depois de anos trabalhar com clientes ideais.

Sério, não precisa ser assim.

“Então por que tanta gente vive trabalhando com clientes infernais?” – você pergunta.

Porque elas simplesmente aceitam isso.

Porque elas dizem sim pra esses caras.

Você pode até argumentar:

“Poxa Bruno, muita gente diz sim pra esses caras porque não tem opção e precisam da grana.”

E eu respondo:

“Eu sei. Eu já passei por isso. Mas no dia que aprendi que eu posso criar minha própria vida ao invés de aceitar o que a vida me traz… tudo mudou.”

E você pode fazer exatamente o mesmo.

Não é fácil dizer NÃO pra um cliente quando você está precisando de grana como sangue.

Mas quando você entende que toda vez que disser SIM pra um mala você está automaticamente dizendo NÃO pra um cliente ideal…

E quando entende que você está apenas a um email de distância de qualquer pessoa no mundo…

Tudo muda.

Acredite, é apenas uma questão de escolha.

É um jogo mental onde você precisa assumir as rédeas de sua vida e ESCOLHER só trabalhar com quem você escolher, nos seus termos, nos seus valores.

Uma vez que você assumir o controle e escolher como será sua vida, tudo muda.

Foi assim comigo – quando trabalhei com a americana que é uma das maiores coaches do mundo, por exemplo.

E está sendo assim com alguns de meus alunos.

O que está acontecendo com esses alunos?

Eles estão enviando emails de prospecção para seus ídolos (ou empresas com as quais gostariam de trabalhar) e estão recebendo respostas positivas, marcando reuniões e se encaminhando para fechar contrato.

O William Magalhães, por exemplo, não foi meu aluno direto mas usou meus ensinamentos pra enviar um email pra seu ídolo – Evaldo Albuquerque (sim, o do livro carta de vendas de 16 palavras) e acabou trabalhando com os caras.

Tudo isso por que eles escolheram isso pra vida deles.

Eles acreditaram em si mesmos. E agiram.

Digo mais: Nenhum deles estava nadando em grana quando fez isso, nem tinha anos de experiência no mercado, nem zorra nenhuma.

Mas eles tiveram o mais importante: A atitude.

Essa é minha mensagem pra você hoje.

Se não estiver satisfeito com algo em sua vida, assuma as rédeas, escolha como você quer que seja e mude sua atitude.

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O fim de todo copywriter

Hoje quero falar sobre seu futuro profissional (que talvez já seja seu presente. Veremos).

Mais especificamente, o seu futuro como copywriter… se você seguir o caminho tradicional de copy que ensinam por aí.

Por que depois de “todos esses anos nessa indústria vital” eu já vi inúmeras vezes como é o fim de todo copywriter que segue o caminho tradicional do mercado.

Que caminho é esse?

O caminho comum: Viver de lançamentos, trabalhar em senzalas agências ou fazer co-produção com produtores iniciantes.

99% dos profissionais que trilham esse caminho tem o mesmo fim:

Se tornam escravos do “melhor trabalho do mundo”.

Trabalham 10, 12 até 14 horas por dia (Deus sabe lá como) pra pessoas/chefes babacas… pra ganhar uma merreca.

Talvez você nunca tenha ouvido ninguém fale sobre isso por aí…

Mas é isso que ouço em quase todas as conversas ou emails que troco com copywriters que já atuam no mercado.

Essa é a realidade por trás das redes sociais.

É o fim de todo copywriter que segue o caminho tradicional.

Mas isso não é tudo.

Ainda fica pior.

Por que sabe o que é mais difícil que entrar e percorrer esse caminho?

SAIR desse caminho.

Por que uma vez que o copywriter trilhou o caminho tradicional e chegou no seu fim… ele está tão preso (trabalhando infinitamente e ganhando merdamente) que ele não tem tempo nem energia sobrando pra começar a trilhar outro caminho.

Ele está literalmente preso num loop infernal infinito.

O cara não pode largar tudo pra cima porque tem contas a pagar…

…E depois 10 horas de ralação no dia escrevendo copy, ele não tem mais vida pra se dedicar a um outro caminho pra lhe tirar dessa prisão.

É como um prisioneiro que passa 10 horas por dia quebrando pedra com marreta no sol quente. Quando volta pra cela de noite o cara não tem condições de cavar um buraco pra fugir dali.

Eu tenho alunos nessa situação.

E sei o quanto eles precisam ser fortes e determinados pra sair dessa.

Não é fácil.

E não tem nada de melhor trabalho do mundo nisso.

Enfim.

Eu também já trilhei o caminho tradicional de copy… e me ferrei.

A diferença é que eu encontrei uma excelente saída daquela prisão:

O caminho do email.

Um caminho do qual você também não vai ouvir ninguém falando por aí…

Mas que permite o copywriter ganhar 2k a 5k por cliente – por mês, escrevendo de 1 a 5 emails por dia…

Ou permite se tornar parceiro de empresas e influenciadores e ganhar porcentagem do que ele converter por email…

Ou criar o próprio negócio e fazer 5 em 30 todo mês escrevendo 1 email por dia…

Não faltam caminhos para quem escreve bons emails.

Obviamente que não existe fórmula mágica pra isso. Nem método infalível. Nem hacks.

É uma habilidade que precisa ser desenvolvida.

A diferença é que escrever um email é… sei lá… 50 vezes mais simples que escrever um lançamento ou um vídeo de vendas??

E trabalhar escrevendo 5 emails por dia é 1000 vezes mais gostoso que escrever um lançamento ou um VSL??

E receber um bom valor fixo por mês é melhor que viver de porcentagem de lançamento dos outros??

Não sei…

O que você acha?

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Mais fácil que copy. E paga mais

Ontem fui tomar vacina e dei carona a um nômade.

Foi bem louco porque eu estava me cagando de medo.

Não do nômade. Da vacina.

Por que?

Porque sou alérgico a medicamentos.

Só pra você ter uma ideia do quanto eu sou alérgico…

…eu tenho alergia ao anti-alérgico!

Pois é.

E essa alergia veio geneticamente de minha mãe.

A questão é que minha mãe tomou a primeira dose da vacina astrazênica… e teve uma reação tão braba que pensou que ia morrer.

E olha que minha mãe é bad ass. É uma das mulheres mais duronas do mundo.

Ou seja, o oposto de mim.

E se a vacina foi capaz de derrubar minha mãe daquele jeito… eu não conseguia pensar em nada além do pior pra mim.

Até por que TODOS meus amigos que se vacinaram antes de mim… tomaram a maldita astrazênica.

Como diria o Agente Smith: “Era inevitável”.

Contagiado com essa euforia, lá fomos nós (eu e Priscilla) tomar a vacina juntos.

No caminho paramos num posto de gasosa e enquanto eu estava com a cabeça baixa colocando o cinto de segurança, um cara estranho se aproximou sem a gente perceber.

“Ei mano, tem como me dar uma carona até a praia?”

Eu me virei, olhei pro cara… dei aquela scaneada de cima pra baixo:

Sem máscara, barbudão, carinha de quem não era daqui e mochilão nas costas.

“Você tá sem máscara?” Questionei o doidão.

“Não pô. Tá aqui comigo” Ele falou tirando a máscara do bolso e colocando na cara.

Me virei pra Priscilla e os olhos dela estavam tão curiosos quanto eu.

“Entra aí, mano.”

O cara entrou no carro, sentou no banco atrás de mim e puxou um revólver começou a contar sua história.

Acabou que o maluco era um nômade do interior de São Paulo que estava há 5 meses na estrada, vivendo um dia de cada vez.

Vinícius. Gente boa.

Ele viaja sem grana, pedindo carona e dormindo na rua (na barraca que carrega nas costas) ou na casa dos amigos que faz onde chega.

Chegou uma hora que perguntei: “E como você se mantém?”

“Ah, eu faço uns brigadeiros e vendo na rua.”

MUITO DOIDO.

Dá pra imaginar que o cara tá viajando pelo Brasil sendo sustentado por brigadeiros e a boa vontade dos outros??

Eu e Priscilla temos muita vontade de viajar pelo Brasil e pelo mundo.

De fato, pretendemos fazer isso no ano que vem (se não rolar o apocalipse zumbid-19)

Mas essa ideia de viajar dependendo de brigadeiros e boa vontade de desconhecidos é aventura demais pra gente.

(além de desconfortável, perigoso, horrível e assustador??)

Ao invés de brigadeiros, nós vamos usar outra coisa.

E não, não é cOpYwRiTiNg.

Olhe pra vida dos gurus que vendem copy… eles parecem livres pra você?

Copy não traz essa liberdade que prometem por aí.

Na maioria das vezes acaba trazendo o oposto:

Escravidão.

De agências. De lançamentos. De redes sociais.

Por isso que nós não vamos usar copy pra viajar por aí.

Vamos usar emails.

Sim, emails como esse que você está lendo.

Pra mim, eles são a melhor forma de fazer grana hoje em dia.

Por que?

Porque eles são mais simples de escrever do que copy… e não faltam opções para quem escreve bons emails.

Por exemplo:

Você pode escrever para os outros em forma de prestação de serviço – e cobrar de 2k a 5k por mês (e ter tempo pra trabalhar e ainda aproveitar a vida).

Você pode escrever para outras pessoas em troca de porcentagem dos resultados – Ou seja, você pega a lista do cara, escreve os emails pra ele e divide os resultados.

Você pode até criar sua própria lista – e vender seus próprios produtos, ou produtos de outras pessoas ou empresas.

E não…. não precisa ter uma audiência gigante nem milhares de seguidores.

Só precisa saber vender por email.

Veja, eu não gosto de falar sobre dígitos.

Mas vou te dar uma amostra do que é possível fazer com emails.

Recentemente, com uma lista de apenas 226 leads… eu fiz 14.423… em 2 meses… enviando apenas 1 email por dia.

Sem redes sociais. Sem lives. Sem lançamento. Sem nem mostrar a cara.

Não sei o que você pensa disso mas é assim que eu vivo hoje.

Escrevendo emails (pra mim e para outros).

E é assim que vamos viajar pelo país ano que vem.

Escrevendo emails.

Por que estou dizendo isso?

Porque em breve vou abrir inscrições pra quem quer aprender essa habilidade e atingir sua tão sonhada liberdade – apenas escrevendo emails.

Se quiser ser avisado me mande um email por aqui.

Ah, quanto à vacina…

Acho que o karma me recompensou por dar carona ao nômade.

Nós tomamos a pfizer e não sentimos nada além de uma dorzinha no braço 🙂

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Seleção Brasileira de Copywalters??

Não sou fã de futebol.

Mas ontem assisti a final entre Brasil e Argentina… e me arrependi.

É interessante por que a gente pensa:

“Nossa, vai ter Brasil e Argentina. Messi, Neymar… vai ser um jogaço!”

Mas na maioria das vezes, esses grandes jogos são uma bosta.

(como o de ontem)

A gente tem uma expectativa dos caras… mas eles não conseguem performar.

Eles tem a habilidade e todas as condições pra pelo menos fazer alguma coisa decente… mas parece um jogo de zumbis.

(na verdade, tenho certeza que um jogo de zumbis seria mais emocionante de ver. Principalmente se o juiz fosse humano)

Na minha visão, essa falta de performance dos jogadores acontece pela mesma razão que impede os copywalters de terem resultados:

Falta vontade. Garra. Desejo de vencer.

No jogo de ontem, os jogadores da Argentina claramente tinham mais vontade de vencer.

Mas eu sinto que falta esse sentimento na maioria dos copywalters.

E por isso eles não conseguem deixar de ser copywalters pra se tornar copywriters de alto valor.

Eles passam a maior parte do tempo pensando no que pode dar errado, ou no que falta pra eles, ou no que os clientes vão pensar, ou que não se sentem preparados… enfim.

Toda essa energia concentrada nessas coisas negativas…

Se ao menos eles parassem de pensar nessas besteiras e focassem 100% de seus pensamentos em conseguir um bom cliente… eles iriam perceber que naaaada do que estavam pensando era real.

Iriam olhar pra trás e ver quanto tempo perderam por ficar “viajando” dentro de sua própria cabeça.

Falo isso por experiência própria.

Eu já fui um copywalter cheio de cursos e livros, que vivia inseguro. Pensando no que me faltava – ao invés de agir com o que eu tinha.

Mas a verdade é que ninguém é completo.

Ninguém tem tudo. Ninguém sabe tudo.

Mas pra realizar seus objetivos você precisa aprender a agir com o que você tem hoje.

Aqui vai uma frase que nunca esqueci e que sempre me ajuda com isso:

“Se comprometa primeiro. Descubra como fazer depois.”

Por exemplo:

Ao invés de ficar estudando e se preparando para as infinitas coisas que um cliente pode lhe pedir…

Consiga o cliente primeiro (se comprometa) e depois OUÇA o que ele precisa. E aí sim você vai em busca de aprender algo – se for necessário.

Sabe por quê é assim que tem que ser?

Porque você só aprende a nadar depois que pular na água.

E não se preocupe.

Se você estiver comprometido de verdade, eu estarei sempre aqui com um colete salva-vidas pra lhe ajudar.

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Eu costumava me suicidar nas segundas-feiras

Faz 8 anos que deixei de trabalhar em agência.

Mas o terror da agência nunca saiu de mim.

Às vezes eu penso que é frescura minha.

Por que… eu trabalhava no computador, no ar condicionado, com tudo certinho.

É completamente diferente de pessoas que trabalham, por exemplo, batendo laje, ou limpando fossa, ou limpando vidros de prédios.

Esses sim são trabalhos pauleira.

Comparado a isso, a agência era um sonho.

Mas ainda assim, eu me sentia num inferno.

Principalmente quando chegava a segunda-feira.

Putz…

Eu me arrastava da cama como se estivesse indo pro corredor da morte.

Parecia um figurante do The Walking Dead.

Minha tristeza era tão grande que arrisco a dizer que eu vivia algum tipo de depressão.

E como disse, parece que essa merda nunca saiu de mim.

Por que?

Porque de vez em quando eu ainda sonho que estou trabalhando naquela agência e acordo atormentado pensando que é verdade.

Leva alguns segundos até eu recobrar a consciência e perceber que foi só um pesadelo.

Como disse, pode parecer frescura pra você.

Mas a liberdade é uma das coisas mais preciosas pra mim.

E não estou falando daquela conversa fiada de gurus.

Pra mim a liberdade começa com as coisas simples: Poder escolher que horas vou acordar, que horas trabalhar, que horas assistir netflix… assim como poder escolher que tipo de copy vou escrever e pra quem.

O mais interessante é que muitas vezes nós abrimos mão de ser livre em troca de grana (num emprego, numa agência…).

Mas esse caminho dificilmente vai trazer a grana e a vida que a gente realmente quer.

É por isso que, pra mim: A liberdade é o caminho.

O caminho pro crescimento em todos os sentidos: espiritual, material, humano, comunitário, sexual…

Enfim.

O copywriting pode sim ser um caminho pra sua liberdade.

Só que é uma estrada mais difícil de percorrer do que os gurus dizem por aí.

Principalmente se você seguir o caminho de lançamentos e agências – que leva a maioria das pessoas pra um beco sem saída.

Eu não sei qual o melhor caminho pra você.

Mas o que deu certo pra mim (e está dando certo pra alguns loucos que me seguem) é o email.

Escrever emails que vendem.

É simples. É rápido. É muito rentável.

E é sobre isso que conversaremos nos próximos dias.