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Trago seu amor de volta em 3 dias

Ontem foi esquisito.

Já era noite. Eu estava no carro com meu pai e ele estacionou pra comprar umas frutas.

Aproveitei e fui no banco fazer um saque.

Comecei a operação no caixa e na hora de colocar o cartão, ele saltou de minha mão saiu deslizando pelo piso da agência como se fosse uma patinadora no gelo.

Virei os olhos pra cima de raiva e andando até o infeliz.

Quando me abaixei pra agarrá-lo, meu pé esquerdo deu um chutinho no cartão… que deslizou mais alguns metros até perto da porta de entrada do banco.

Fui andando e xingando até lá e quando segurei o short pra me abaixar eu ouvi um barulho de carro ligando.

Olhei pra frente e meu pai estava indo embora… sem mim.

“Paaaaaaai!” Eu gritava de dentro da agência.

Mas o som era abafado pelos vidros… e meu pai foi embora.

Enfiei a mão no bolso com pressa pra pegar o celular pra ligar pra ele… mas o telefone ficou no carro.

Parei. Balancei a cabeça com um leve sorriso e só conseguia pensar em uma coisa naquele momento:

“Isso dá um email”

Até aí tudo bem.

Só que existe um grande problema nessa história.

Ontem meu pai não estava comigo. Ele estava em Salvador.

Eu não fui no banco de noite. Nem hora nenhuma.

TUDO que acabei de lhe contar (incluindo meu pensamento final de escrever sobre isso) foi… acredite se quiser, um sonho que tive ontem.

Acordei rindo sozinho.

(e me perguntando se fiquei louco)

Mas enfim.

Nós viemos aqui hoje para falar sobre aquela pessoa amada que você quer de volta em sua vida, certo?

Oi??

Oh… desculpe.

Na verdade vamos continuar nossa conversa sobre ofertas.

Você com certeza já deve ter visto o assunto desse email várias vezes em sua vida.

Essa é uma oferta irresistível que existe há décadas, quem sabe até séculos, e até hoje funciona.

Arrisco até a dizer que incontáveis ciganas e macumbeiros sustentaram suas famílias em cima dessa promessa:

Trago seu amor de volta em 3 dias.

Por que ela funciona tão bem até hoje?

Várias razões:

1. Ela fala sobre o que a pessoa mais quer na vida

Veja que ninguém cola um cartaz no poste escrito: Faço macumba.

Porque ninguém quer macumba.

Mas as pessoas querem o amor de volta.

E pra ter o amor de volta – ou pelo menos uma esperança disso – elas estão dispostas a cair na macumba

2. Ela promete o resultado incrível em apenas 3 dias

Quanto mais rápido você puder entregar/proporcionar o que o cliente quer, mais fácil é de ele dizer sim….

E mais você pode cobrar por isso.

3. Ela é diferente

Não existe remédio na farmácia pra trazer o amor de volta.

Nem aplicativo no celular.

Nem nada.

Mas aquele cigano/feiticeiro que mexe com coisas “ocultas” parece ter a solução do meu problema.

Eu não entendo nada disso mas já tentei de tudo, e quero muito meu amor de volta… que vou arriscar.

O grande problema, obviamente, é que não passa de uma grande mentira.

E eu não curto promessas mentirosas.

Porém, é possível aprender algo com elas.

Pois se você para pra analisar, todos os grandes golpistas são mestres em criar ofertas irresistíveis.

“Você ganhou o caminhão do Faustão. Mas pra receber precisamos que você transfira uma quantia de 200 reaus.”

Ou o que minha tia caiu esses dias:

“Você ganhou esse relógio. Mas pra receber basta você pagar o frete.”

De fato, todo o esquema dos golpistas é baseado numa grande oferta.

Ou seja:

Uma boa oferta é capaz sozinha de carregar um negócio inteiro (sem precisar dar golpe em ninguém).

Se você é copywriter e trabalha recebendo porcentagem com clientes – saber criar uma boa oferta pode garantir pagamentos mais gordos no fim do mês.

Assim como garante para quem quer lançar seus próprios produtos.

É o tipo de habilidade que “faz chover”.

Foi a habilidade que sempre me salvou nos momentos mais difíceis de minha vida – tanto vendendo produtos quanto serviços.

É essa habilidade de criar boas ofertas que eu ensino em meu workshop Ofertas de Alto Valor.

Saiba tudo sobre esse Workshop de Ofertas aqui: https://1emailpordia.orbitpages.online/novo-workshop

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Erro #1 em toda copy

Passamos o fds na roça e sábado nos levaram pra pescar.

Eu não curto pescaria.

Tenho pena dos peixes.

Mas fomos assim mesmo pra curtir a natureza (sem matá-la) e deixar os cachorros correrem no mato. E no rio. E na areia. E no mangue. E no rio de novo. E no mato. E em todo e qualquer lugar cheio de coisas pra sujar e se emaranhar no pelo branquinho deles.

Enfim.

A pescaria em si foi até boa pra minha mãe e o namorado.

O objetivo era pegar siri.

E pra isso eles levaram uma bacia nojenta cheia de tripas (que por sinal, virou dentro da carrocinha e apodreceu tudo).

Por que?

Por que uma bacia nojenta de tripas??

Por que não levar chocolates, ou arroz, ou maçã – por exemplo – pra pegar siri?

Você sabe a resposta.

Porque tripa é comprovadamente uma das melhores iscas pra atrair siris.

Pesca é uma ciência.

Exatamente como copy.

Pois um dos maiores erros em copy é usar a isca errada.

Vejo muitos copywriters e empresas por aí com um bom produto mas que não conseguem converter bem, e o problema quase sempre é o mesmo:

A isca errada.

O grande erro é tentar vender o martelo. É tentar vendar “a coisa” em si.

Mas a verdade é que ninguém quer o martelo.

Ninguém quer a coisa em si que você vende.

Então, se você quer ter as pessoas atraídas e interessadas por sua solução, tire o foco do martelo e foque no que elas estão tentando construir, ou consertar, ou no que está faltando na vida delas nesse momento.

Por que o livro de Tim Ferris foi um estouro?

Porque ele focou no que as pessoas mais queriam: A semana de 4 horas de trabalho.

Por que o Érico parou de focar no fórmula e só fala em 6 em 7?

Por que a coca-cola stevia foi um fracasso enquanto a coca zero deu tão certo (mesmo sem ter escrito em lugar nenhum o que eles usaram pra substituir o açúcar?)

Todos eles pararam de focar na “coisa” que vendem e passaram a focar no que as pessoas realmente querem comprar.

Esse é somente um dos 6 fatores de desejo pra criar uma oferta de alta conversão.

Quer saber quais são os outros?

Eu ensino todos eles (e muito mais) em meu Workshop Ofertas de Alto Valor:
https://1emailpordia.orbitpages.online/novo-workshop

O objetivo é mostrar meu processo pra criar ofertas tão boas que quase não precisam de copy pra vender.

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Uma promessa. 9 Bilhões

Taz, o cachorro de minha cunhada, está doente.

Há uns 2 anos.

Durante esse período ela já tentou de tudo que você imaginar.

Remédios que custam o olho da cara. Exames no valor de um rim. Inúmeros veterinários diferentes. Rações. Alimentações. Tratamentos. Cuidados.

Enfim.

É desgastante só de pensar.

A boa notícia é que depois de todo esse tempo ela descobriu que tudo que fez foi basicamente tratar os sintomas.

E por isso Taz nunca ficava curado de verdade.

Somente agora ela descobriu o verdadeiro problema e está finalmente tratando-o.

Vamos torcer pro bichinho ficar bom logo.

Ok. Mas por que estou dizendo isso?

Por que meu último email despertou a pulga atrás da orelha de algumas pessoas.

Se não viu, o email falava que antes de aprender os hacks e táticas mais recentes você precisa dominar os princípios de copy e marketing.

É pela falta desses conhecimentos que muitos copywriters não sabem o que fazer com os clientes…

…e não sabem o que “consertar” quando a campanha está com problemas.

Ao invés de tratar a causa – eles ficam apenas cuidando dos sintomas.

Pra lhe ajudar com isso, aqui vai um desses fundamentos mais importantes:

A oferta.

(em outras palavras, uma grande promessa)

Por que ele é tão importante?

Por que uma boa oferta sozinha pode carregar tooooooodo o negócio.

Mesmo quando a copy é um lixo.

Ou até mesmo, quando nem copy tem.

Um belo exemplo disso é a Pizza Dominó.

Eles estão no mercado há 56 anos e construíram seu império de 9 bilhões em cima de uma única boa oferta:

“Sua pizza em 30 minutos, ou é grátis”

Tão simples, você pensa.

E Leonardo da Vinci lhe responde:

“A simplicidade é a máxima sofisticação”

Realmente a promessa deles é simples. Mas na época que foi criada, existiam grandes pizzarias que dominavam o mercado (como a Pizza Hut) e ninguém prometia tal coisa.

A Dominó ouviu seus clientes e percebeu que o pessoal ficava puto com a demora.

Então o que eles fizeram?

Abraçaram a causa.

Sua pizza em 30 minutos ou não paga.

Juntando isso com sua boa pizza a coisa decolou.

Veja, eles já tinham um produto diferenciado.

Mas um bom produto sozinho não se vende.

Ou pelo menos não num ritmo que todo empreendedor quer.

É preciso uma força pra impulsioná-lo.

E a melhor e mais simples força de todas?

Vou deixar o Poderoso chefão responder:

“Uma oferta que você não consegue recusar”

Uma boa oferta cura tudo.

Anúncios caros. Conversões baixas. Receita baixa. Desinteresse das pessoas. Um negócio em declínio.

Na época que eu era co-produtor de um negócio de alimentação saudável, foram boas ofertas que nos salvaram nos momentos mais difíceis.

Quando a coisa apertava eu pegava papel e caneta, bolava uma nova oferta e enviava emails para a lista.

Mas diferente da maioria, eu vendia primeiro e, se as pessoas realmente comprassem, aí sim a gente ia lá e desenvolvia o produto (já com a grana na mão).

Assim, com a oferta validade, nós tínhamos mais um produto na prateleira.

Obviamente, algumas ofertas se saíram melhores que as outras – o que é normal. Mas nós nunca demos um “tiro na água” criando algo que ninguém quis.

Por que?

Por que eu sou o bonzão rei da copy infalível??

Claro que não.

Longe disso.

A razão foi por que eu sempre segui um processo específico pra criar ofertas.

Um processo que fui aprendendo e lapidando com o passar dos anos.

Não é infalível.

Mas toda vez que o sigo eu reduzo drasticamente minhas chances de dar errado e aumento as chances de ter um pico de vendas logo de cara.

Por que estou lhe falando sobre esse processo?

Por que eu tenho um Workshop inteiro só sobre Como criar ofertas de alta conversão.

Saiba tudo sobre ele aqui:

https://1emailpordia.orbitpages.online/novo-workshop

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O perigo de usar swipes de gurus

Ela voltou 🙂

Depois de mais de 1 ano (eu acho) uma de minhas séries favoritas finalmente lançou novos episódios.

Que série é essa?

Malhação Billions

Você gosta?

Se ainda não conhece, dê uma olhada.

Vale muito a pena.

Ela mostra “os bastidores do mundo” e como a grana tem um papel fundamental em tudo que a humanidade faz.

Mostra também que nem tudo é o que parece.

Da mesma forma que acontece com o mundo da copy.

Vejo em alguns grupos muita gente que transcreve, disseca e estuda copys de grandes gurus do mercado.

O que na teoria parece bom…

…mas na prática pode ser perigoso.

Muuuuito perigoso.

Por que?

2 razões.

A primeira delas é porque se o guru que você quer estudar é daqueles que usam as redes sociais como sua principal plataforma… saiba que a copy tem um peso bem leve nos resultados dele.

Verdade.

O que realmente carrega a venda é o “show” diário que ele faz nas redes.

É com isso que as pessoas se conectam (não com gatilhos dementais).

Ou seja,

Quando chegam no lançamento, o público do guru já está praticamente convencido.

Então se você estudar a copy dele e tentar reproduzir aquilo – sem ter a mesma força social por trás – vai ser um fracasso.

Segundo ponto.

Copys baseadas em mentiras.

Se o principal argumento da copy (big idea) foi baseado numa mentira, não adianta você reproduzir ou estudar a copy pois nunca vai dar certo pra você.

Por exemplo:

Se o guru fala que copywriter recebe 40k no mês…

Ou que vai instalar uma tecnologia pra crescer seu insta…

Enfim…

A menos que você também minta, não vai rolar e não tem o que aprender ali – já que toda a copy deve ser pra sustentar o argumento principal.

O que eu recomendo então?

Infinitamente melhor que estudar lançamento de guru é estudar os princípios de marketing direto.

Por exemplo:

Você entende os princípios de frequência, recência e unidade de venda?

Você entende de demanda?

Você sabe como realmente criar uma boa oferta?

Sabe que uma boa oferta é mais forte que uma boa copy?

Sabe como criar um bom front end?

Como criar um bom back end?

Entre outras coisas mais importantes para todo copywriter.

Se respondeu não para apenas uma das perguntas acima, considere aprender sobre isso antes de qualquer coisa.

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Seus emails são um saco?

Ontem comecei com meus alunos o desafio:

3 em 30.

O objetivo (caso não tenha ficado claro) é fazer 3k (mensais) em 30 dias.

Ou seja,

Vou explicar mais uma v–

sacanagem.

Mas a ideia é conseguir pelo menos 1 cliente de email de 3k/mês.

Isso mesmo:

3k/mês pra escrever apenas emails como esse.

A ideia é que as próximas turmas sejam assim também – focada em resultados incríveis e rápidos (diferente das formações de gurus que existem por aí??).

Enfim.

O interessante é que quanto mais o tempo passa, mais a demanda por email aumenta.

Com as redes fossiais (por que só tem merda lá) reduzindo cada vez mais o alcance e engajamento – tem muita gente voltando a usar o bom e velho email.

O problema é que:

Ninguém sabe vender por email.

Veja, por exemplo, esse trecho do email que recebi essa semana.

É de uma especialista que nunca me enviou um email desde que me cadastrei, e do nada mandou um falando sobre sua nova mentoria.

No email ela falou (muito por alto) sobre essa mentoria e depois já mandou essa:

“E mais uma coisa: eu não vou mandar mais nenhum email sobre o lançamento da mentoria para quem só estiver inscrito na newsletter, porque eu não quero encher o saco de quem não está interessado.”

Ok…

Mas você nem enviou emails pra fazer as pessoas se interessarem…

E…

Se você mesma acha seus emails um saco, como esperar que as pessoas se interessem por eles?

Mas eu não a culpo ou critico por agir assim.

É normal.

Por que enviar emails é como fazer amor:

“Se você não está curtindo, provavelmente é porque está fazendo errado.”

E como disse, não tem quase ninguém fazendo certo por aí…

O que abre um oceano azul para quem escreve bons emails.

Se fizer sentido pra você, e você quiser aprender como fazer amor gostoso enviar emails que vendem, me envie um email.

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Ela engenhou meu reverso

Ok… talvez tenha ficado estranho.

Ou “mal colocado”.

Mas prometo que não tem nada a ver com 50 tons de cinza.

Tem a ver apenas com:

E-mail…

E…

Viver de email.

Semana passada recebi essa mensagem da Marcella:

Muuuuuuuito legal, não é?

Principalmente se você levar em conta que:

1- Ela fez isso sozinha apenas observando o que eu estava fazendo.

2- E que ela havia se inscrito em minha lista há apenas 1 semana.

Pois é.

Imagine você conseguir resultados assim todos os dias com apenas 1 email.

Imagine fazer 5 dígitos todo mês com apenas 1 email por dia.

Pra mim, esse é o melhor modelo de negócio que existe.

Não precisa aparecer, fazer stories ou nada do tipo.

A razão pela qual estou lhe dizendo isso?

Por que se você tem uma lista, em breve vou lançar algo pra lhe ajudar a monetiza-la todo dia (ou todo mês).

E acredite, é mais simples do que parece.

É tão simples que tem gente que só de olhar já consegue entender a “mecânica” da coisa e ter resultados (como o caso da Marcella acima).

Mais sobre isso nos próximos emails.

Agora continue com a programação normal – recebendo remkt de gurus chatos nas redes sociais 🙂

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Confissões de um email copywriter

Ontem morreu alguém que eu gostava muito:

Um dos personagens da série Lúcifer que DO NADA morre no último episódio!

(o que?? eu me apego a personagens sim, fazer o que)

Priscilla chorou… entrou cisco no meu olho…

Fui pesquisar o motivo da morte repentina do personagem e os escritores da série disseram que foi pra deixar a história mais intrigante.

Sério??

De fato, eles conseguiram.

A morte deve ter mexido muito com o público.

Mas eu não curti.

Sabe o que eu curti?

Os caras terem confessado que mataram o personagem pra deixar a história mais interessante.

Por isso – inspirado neles – hoje vou confessar o que EU faço pra deixar meus emails mais intrigantes (sem matar ninguém).

Diferente de certos gurus, eu não ameaço meus leitores dizendo que se eles não lerem meus emails – serão excluídos de minha lista.

Urgh…

Eu prefiro me dedicar a escrever os melhores emails que posso – pra que meus leitores QUEIRAM ler minhas loucuras.

Pra mim, isso aqui é relacionamento.

E eu não quero que Priscilla ou meus amigos fiquem comigo pelo medo.

Mas sim pelo amor.

O mesmo vale pra você e cada pessoa inscrita nessa lista.

Quero que você leia por que gosta e percebe o valor do que compartilho aqui.

E não é que isso funciona?

Tenho uma pasta no computador cheia de prints de mensagens que recebo de pessoas elogiando e até agradecendo por meus emails.

S2

E aqui vai um de meus segredos pra fazer isso.

Quando escrevo, eu não penso no meu “avatar” ou “persona”.

Isso é muito impessoal. Frio. Seco.

A boa escrita tem que ser pessoal. Quente. Molhada não. Mas envolvente.

Uma das coisas que mais me ajudam a conseguir isso é:

Pensar especificamente numa pessoa.

Mas não uma pessoa qualquer.

Penso numa das pessoas que mais curtem meus emails, interagem comigo, e que eu gosto.

Então – pode parecer meio gay o que vou dizer aqui mas – eu escrevo pensando no Luiz, no Eros, no Sandro, no Pedro…

(ok, eu também escrevo pensando na Karla, na Dani, na Karen…)

Enfim.

Cada um desses é uma pessoa real, que se inscreveu em minha lista, gostou de meus emails, interagiu comigo, e hoje são alunos e amigos.

Então, quando eu escrevo pensando especificamente neles, eles acabam gostando.

E quanto mais eu escrevo pensando neles, mais eu atraio outras pessoas legais como eles.

Essa é uma prática que funciona como mágica – e não apenas pra emails – mas pra todo e qualquer tipo de copy.

Mas pra isso você precisa literalmente conhecer seu público.

Por falar nisso,

Se ainda não nos conhecemos dessa forma, sinta-se à vontade pra responder esse email e me falar um pouco sobre você.

(ou então vou chutar você pra fora dessa lista??)

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Ping pong copy

Ontem fomos na casa de um casal amigo…

…tomar uma surra no jogo Uno.

Sério.

Ou eu sou muuuuito ruim em Uno ou… talvez… eles jogam roubando??

Não.

Quié isso?

Max e Iara?!?

Não…

Eles são super amigos. São adventistas. Gente boa demais… eles nunca fariam isso.

(Fariam?)

Enfim.

Conversa vai, conversa vem e Max – que está iniciando sua carreira como fotógrafo – estava me contando a visão dele como consumidor de cursos.

É sempre interessante conversar com pessoas que não entendem como esse mundo digital funciona.

Uma coisa que ele me disse (e que resultou nesse email) foi sobre o ping pong que estão fazendo com as pessoas.

Funciona assim:

A pessoa vê um anúncio e é jogado pra uma página, certo?

Certo.

Na página, ela cadastra o email pra receber emails, certo?

Aí começa o ping pong:

Os caras começam a jogar você pro telegram… pro whatsapp… pro insta… pro youtube… e pra tantos lugares diferentes que a pessoa fica sem saber qual o melhor lugar pra acompanhar.

Não estou dizendo que é errado fazer assim.

Ou que não funciona.

Mas pelo relato de Max, esse ping pong parecia que deixava ele mais confuso do que informado.

E não é legal deixar seu público confuso.

Por essa e por outras que eu prefiro a simplicidade.

Quer ouvir o que Bruno tem a dizer?

Se inscreva em minha lista e leia meus emails.

Ponto.

Sim, tenho um blog, um canalzinho no youtóba e até uns podcasts… mas são todos secundários.

Meu principal canal é minha lista.

Todos os outros funcionam para trazer as pessoas ou complementar o que acontece aqui nos emails.

Esse lance de ser onipresente e estar em todos os lugares não funciona pra mim.

Prefiro ser “o cara” do email.

E você?

Esse ping pong lhe incomoda?

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A grande lição dos gurus trambiqueiros

Nem todo guru é mala.

Apenas 99% deles são 🙂

Ah, talvez menos, vai… 96? (80/20 do 80/20?)

Enfim.

Existem gurus bons por aí.

Mas infelizmente parece que a maioria é mala mesmo.

Tem também aqueles que começam no caminho certo… mas depois se alinham a malas e aí a coisa começa a ficar duvidosa.

Como é o caso de Tony Robins se aliando (várias vezes) ao Dean Graziosi.

Mas enfim.

A questão é que existe uma grande lição que todos nós podemos aprender com os gurus malas.

Sim, com os malas.

Com os trambiqueiros golpistas fdp que se aproveitam das pessoas.

Que lição é essa?

Auto-confiança.

(nem sei mais se é assim que escreve, já que algum guru da educação resolveu mudar o jeito de usar o hífen… ou eliminou o hífen?? Que se dane, eu gosto de hífen)

Se tem uma coisa que os malas aprendem a desenvolver é sua auto-confiança.

Eles não tão confiantes que chegam a acreditar em suas próprias mentiras.

Alguns acreditam até que são excelentes copywriters – mesmo quando todos os seus textos são ruins.

(viu que usei o hífen de novo? Do meu jeito?)

Enfim.

Você não precisa chegar a esse ponto.

Mas precisa sim desenvolver a auto-confiança.

SEMPRE.

Por que auto-confiança é o combustível do sucesso.

Ou seja…

Você pode ter o melhor motor do mundo. A melhor pintura. A melhor aerodinâmica… Mas se não tiver o combustível – seu carro não chega a lugar nenhum.

(dessa vez você viu ele, né?)

Por que não dá pra esperar nada do mundo.

As pessoas não vão parar suas vidas pra ficar “empurrando seu carro” em direção dos seus objetivos.

Não mesmo.

Você precisa dar um jeito de fazer a coisa andar.

E auto-confiança é o combustível.

Por que se nem mesmo você acredita em você… como esperar que o clientes acredite, por exemplo?

Auto-confiança é uma energia que move o mundo e faz as coisas acontecerem.

Um exemplo que acho legal disso é no filme Missão Impossível.

Tom Cruise (aquele gato) sempre tem uma missão impossível pela frente. E toda vez que alguém pergunta como ele vai conseguir realizá-la, ele apenas diz:

“Não se preocupe, eu vou conseguir”

E é esse sentimento que faz com que ele encontre soluções pra realizar os objetivos.

Claaaaaaro que ali é um filme.

Mas tenho certeza que você já experimentou esse sentimento na vida real.

Pense comigo.

Alguma vez você queria muito alguma coisa que parecia impossível… mas você queria tanto aquilo… que chegava a sentir que aquilo já era seu (ou que você já havia conquistado)?

…e por causa desse sentimento, “milagrosamente” a coisa aconteceu?

Então. Isso é causado pela auto-confiança.

Enfim.

O recado é:

Não perca tempo buscando todas as respostas. Querendo aprender todas as estratégias. Nem pensando em todas as possibilidades que podem dar certo ou errado.

Apenas confie e FAÇA.

A auto-confiança vai prover tudo que você precisa pra chegar lá.

Confie.

Principalmente quando a coisa tiver feia.

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Copy que nasce torto, e nunca se endireita…

Guru que requebra, mãe, pega na carteira…🎵

É ao som do É o tchan que começamos o email de hoje.

Afinal:

Mas de fato, existe uma grande lição nessa paródia musical.

Existem centenas de copywriters por aí que nasceram tortos (graças aos gurus) e nunca se endireitam na vida.

Como assim?

Pra mim, começar torto é começar da pior maneira possível:

Trabalhando MUITO e ganhando NADA ou quase nada.

E tudo bem começar assim SE esse é o único caminho que você conhece.

Não estou criticando os copywriters.

Mas sim os gurus que os colocaram nessa Highway To Hell.

Por que a maioria dos copywriters começa assim… mas os anos passam… e eles continuam assim?!?

Tem algo errado aí.

Ontem por exemplo, vi um cara num grupo dizendo que é copywriter fixo numa empresa e, além de outras peças de copy, ele escreve pelo menos 7 emails por dia.

  1. Emails. Por dia.

Eu como email copywriter não escrevo tudo isso por dia.

Ou seja, o cara deve dar um pau do cacete todo dia pra ganhar bem menos do que poderia.

Por que isso acontece?

Porque esse copywriter é apenas Another Brick In The Wall.

É mais um entre os trocentos copywriters que existem por aí.

Não sei como você se sente quanto a isso mas…

…Se assim como eu, você é Born To Be Wild, então eu posso lhe mostrar a Stairway To Heaven.

Ou seja,

Logo vou abrir as portas para aqueles que querem trilhar o caminho do Email Copywriter.

Um caminho para quem deseja trabalhar apenas com seus clientes ideais, que lhe respeitam, e pagam bem todo mês pra você escrever apenas emails pra eles.

É para quem quer dar adeus a lançamentos, agências, produtores irritantes… e viver de email.

Enfim.

Se você hoje está Living On a Prayer e sendo tratado como um Hound Dog, então Don’t Stop Believin porque é possível mudar de vida, e é mais simples do que parece.

Jump nessa comigo e com a família de email copywriters, e We Will Rock You.