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Eu sou um safado mentiroso e trambiqueiro

Ontem foi a primeira aula do meu novo workshop.

Pra mim foi in-crí-vel 🙂

O pessoal interagiu como nunca, tivemos vários insights juntos e até encontramos soluções para problemas de alguns dos participantes.

Sintonia total dos participantes.

Bem, pelo menos foi com essa impressão que fui dormir ontem (exausto).

Mas quando acordei hoje e olhei minha caixa de entrada, me deparei com um email do Eros, um dos alunos – enviado pra toda a lista dele – dizendo o seguinte:

Assunto: O Bruno Sampaio é um safado

Ontem, o Bruno Sampaio (e pra quem não conhece, ele é um copywriter anti-guru, que adora entregar muito mais do que promete) me fez ficar acordado até bem depois do que eu estou acostumado por causa de uma promessa boba:

“Vou te ensinar a fazer boas ophertas” (com a voz calma e sotaque aracajunense dele)

Foi mentira! E de pernas curtas ainda por cima…

Depois de quase QUATRO HORAS de aulas (que ele disse que seriam máximo duas), eu olhei minhas anotações feitas no fiel caderno e vi algo bizarro: Quase não tinha escrito nada sobre ofélias.

Pelo contrário, eu já estava com páginas lotadas de:

plano de copy,
pautas de reuniões,
ideias de entrevistas,
ideias de cross-sell,
upsell,
downsells,
plano estratégico,
uma aula sobre experiências,
exemplos práticos e rápidos,
quebra de objeções…

… e só uma ou outra nota sobre ophertas.

E para temperar a ferida com sal, o rapaz ainda diz que não conseguiu dar tudo o que queria para o primeiro dia, que se fosse necessário ele colocaria um dia a mais de workshop. (Quem sabe nesse outro dia ele realmente fala de ofíliacas?)

Como que lida com isso?

De qualquer forma… hoje tem mais um episódio do workshop de duas horas (que provavelmente vai durar mais do dobro do tempo de novo).

Vamos ver que safadezas ele reserva para nós…

O- Obrigado… Eros??

Não sei se ele ficou meio puto só por que eu fiz uma montagem com ele recentemente e–

Oi??

Você quer ver a montagem?

Não sei se ela ia gost–

Oh… É claaaaaro que eu lhe mostro 🙂

Aqui está:

(exibido apenas para os leitores dos meus emails)

Ah.. quem não quer ser trolado desse jeito?

Arrisco até a dizer que essa foto despertou “ideias” na esposa dele 😉

Mas enfim.

Um Salve pro Eros 🙂

E se você não participou do Workshop, ainda pode adquiri-lo aqui:

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O que aprendi depois de 2 anos de webinar ao vivo toda semana

Eu nunca fui fã de lançamentos.

Lembro quando vi o Érico surgir no Brasil com essa ideia e a princípio parecia sim um sonho…

Mas só até eu fazer o primeiro lançamento com um parceiro e me sentir num pesadelo.

Não quer dizer que lançamentos são ruins ou não funcionem.

Quer dizer o que eu sinto sobre eles e como odeio esse modelo.

Enfim.

Anos depois comecei outro negócio com outro parceiro e precisávamos de uma estratégia pra seguir.

Como lançamento não era uma opção, resolvi me dedicar a webinarios.

E funcionou muito bem pra gente.

Porém, funcionava ainda melhor quando era ao vivo.

Então, durante 2 anos inteiros nós fizemos 1 a 2 webinários por semana promovendo produtos de 197 até 5k.

Veja:

Dá pra aprender muita coisa com cursos, mas NADA ensina mais do que a experiência de fazer e testar as coisas no mundo real.

E ao longo desses 2 anos eu testei MUITA coisa pra descobrir o que funcionava melhor.

Testei design do Webinar. Estruturas diferentes. Introduções diferentes. Abordagens. Conteúdos. Duração. Títulos. Bullets. Fechamento. E coisas que você nem imagina.

De todas essas coisas testadas, uma em especial sempre fez mais diferença nos resultados.

Mais até do que todas as outras coisas JUNTAS.

Obviamente, o que sempre fez mais diferença nos resultados foi:

A Oferta.

Nós tínhamos uma semana com ZERO vendas e, na semana seguinte – com tudo igual – mudando apenas a oferta, nós conseguíamos 16 conversões.

E na semana seguinte, com pequenas mudanças chegávamos a 24.

Claro que ninguém acerta todas e às vezes os números baixavam também.

Ah, tem outra coisa que eu adorava também.

Como minha parceira (a expert) estava ao vivo toda semana vendendo algo, existiram momentos em que nossas datas conflitavam com lançamentos de nossos concorrentes.

Claro que no início a gente teve medo.

Será que vai rolar??

Mas a gente nunca parou de fazer os webinarios e o que acontecia era o seguinte:

As pessoas assistiam o lançamento dos concorrentes… aí assistiam nosso webinar e faziam a comparação.

E como nossas ofertas sempre foram fortes, muitas pessoas diziam sim pra gente… por causa de nossos concorrentes.

Ou seja, em época de lançamento dos outros, nossos números aumentavam sem a gente fazer nada.

Depois que entendemos isso, a gente ficava torcendo pra fazerem mais lançamentos em nosso mercado.

Mas enfim.

Foram boas ofertas que sempre nos salvaram nos momentos difíceis.

E que também nos proporcionaram os momentos mais incríveis.

E é esse conhecimento que quero compartilhar com você aqui:
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Havaiana de Pau

Não sei quantos anos você tem mas…

se você é dos anos 80 como eu…

era pobre e morou no interior como eu…

você deve ter visto muuuuitas havaianas sendo usadas de maneiras diferentes do que é hoje.

Havaianas com um perigoso preguinho enferrujado no entre dedos (pra não precisar comprar outra sandália)

Havaianas com apenas o solado sendo usadas por pedreiros para alisar o reboco das paredes.

Pedaços de Havaianas usados como calço de mesas, guarda-roupas e outros móveis.

Mas principalmente você viu havaianas nos pés de meninos remelentos.

Enfim.

No início dos tempos, as havaianas era chinelos de pobre.

(Inclusive nos anos 90 o Mundo Canibal explodiu fazendo uma animação com o título desse email)

Como ela deixou de ser a sandália do povão e passou a ser o chinelo dos famosos?

Bem, eles usaram alguns dos 12 fatores pra multiplicar ophertas e com isso tiraram a empresa da beira da falência e a levaram para o topo do Brasil.

Outro caso.

Em 1998 o planeta parou pra assistir a copa do mundo da França.

As havaianas – querendo se aproveitar do momento – criaram uma linha exclusiva das sandálias nas cores verde e amarelo com direito até a uma bandeirinha do Brasil.

O problema foi que eles fabricaram zilhões de sandálias e… o Brazil perdeu a copa de maneira humilhante… e a população brasileira ficou emputecida com a seleção e não queria nem olhar pra cara de uma sandália verde e amarela com bandeirinha.

Merda…

“O que vamos fazer com tooooooodo esse estoque de havaianas verde e amarelas que temos encalhado nos depósitos?” Perguntou os chefões.

E depois de quebrar a cabeça, alguém lá dentro teve uma ideia.

Com essa ideia, eles conseguiram:

  • Eliminar o estoque parado
  • Recebendo mais por isso
  • E ainda tiveram que fazer mais estoque dessas sandálias que ninguém queria – pra atender a nova demanda crescente

Como eles fizeram isso?

Usando o mais importante dos multiplicadores de ophertas.

O mais interessante é que é algo simples.

Óbvio que nem sempre é fácil de colocar em prática. Às vezes vai precisar de algum trabalho.

Mas é algo que depois de feito uma vez, traz resultados por anos e anos.

Tudo sobre isso você aprenderá em meu workshop Ofertas de Alto Valor:
https://www.brunosampaio.com/novo-workshop

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Como multiplicar seus resultados

Fiquei triste 🙁

Não vou dar spoiler mas…

Uma de minhas séries favoritas não terá mais o personagem principal nas próximas temporadas.

Pesquisei e descobri que a esposa dele (na vida real) faleceu e, por essa razão, ele decidiu trabalhar menos e passar mais tempo com os filhos e família.

Na minha opinião, uma das decisões mais sábias que existem.

Inclusive ontem vi um texto sobre isso.

Não sei se foi o carinha do Google que realmente disso isso mas a lição é válida.

Ele disse:

“Imagine que a vida é um jogo de 5 bolas que você manipula no ar tentando não derrubar essas bolas. Uma delas é de borracha, e o resto é de vidro.

As cinco bolas são:

Trabalho, família, saúde, amigos e alma.

Não vai demorar muito para você perceber que o trabalho é uma bola de borracha. Sempre que você deixa-la cair, ela vai pular novamente, enquanto as outras bolas são feitas de vidro. Se uma delas cair, não voltará à sua forma anterior.

Ela será danificada, machucada, rachada ou até mesmo estilhaçada.

Você tem que estar ciente disso e se esforçar por isso.

Gerencie seu trabalho de forma eficiente durante o horário de trabalho, tenha certeza de sua sinceridade, dê o tempo necessário para sua família e amigos, descanse adequadamente e cuide de sua saúde. Se você se for, não é fácil voltar a ser como era.”

Enfim.

Já faz um tempo que penso assim.

E desde então vivo buscando maneiras de conseguir mais resultados com menos esforço.

Descobri que a opherta é uma das poucas coisas que tem esse poder.

Como se não bastasse, você ainda pode reposicionar sua opherta de dezenas de maneiras diferentes e assim multiplicar seus resultados.

Como fazer isso?

Bem, existem 12 fatores que você pode trabalhar. E cada um deles lhe dá uma opção diferente e resultados diferentes.

É algo tão simples e ao mesmo tempo tão poderoso, que resolvi tirar um dia de workshop só pra trabalhar junto nisso com os participantes.

Ou seja, nós vamos ao vivo multiplicar uma opherta de várias maneiras possíveis.

É ume exercício incrível que deve abrir sua cabeça para possibilidades infinitas.

Isso e muito mais você só encontrará ao se inscrever no meu workshop Ofertas de Alto Valor:
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Pequenas mudanças Grandes resultados

Esse feriadão fomos pra uma casa de praia com os amigos.

Claro que é muito bom estar numa casa, na praia, com piscina, churrasqueira, céu azul, muito verde e dunas.

Cada variável nessa equação agrega valor.

Mas o que realmente faz a diferença são as pessoas com as quais você vive esses momentos.

Veja:

Se eu estivesse nessa mesma casa… mas sendo usada como cativeiro por meus sequestradores – seria um inferno pra mim.

Percebe como apenas 1 variável tem o poder de mudar o resultado final?

Pois é.

Praticamente tudo na vida é assim.

Em toda área existem algumas pequenas variáveis que geram maior impacto que várias outras juntas.

Nos negócios, por exemplo, uma dessas variáveis é:

Sua offfferta.

Pois é.

Às vezes você tem uma casa bonita, piscina, céu azul, praia…

Ou seja: um site bonito, um insta bonito, centenas de vídeos de conteúdo, desafios…

…mas a coisa não converte.

Nesse caso, você pode dedicar toda sua energia tentando fazer conteúdos melhores, postagens melhores, mais lives, mais mais e mais tudo…

ou…

…você pode focar numa única variável de grande impacto:

Sua…?

Of…?

Exatamente.

Mas as maravilhas de uma boa oferta não param por aí.

Não sei se você já ouviu falar nisso mas…

Sabia que é possível reposicionar uma 0ferta de várias maneiras diferentes… e assim converter mais e mais pessoas que disseram não, e não compraram antes?

Verdade.

Isso a globo não mostra (nem os gurus??)

E esse é somente um dos incríveis ensinamentos que você verá em meu Workshop Ofertas de Alto Valor.

Tenha acesso ao Workshop Completo aqui:

https://1emailpordia.orbitpages.online/novo-workshop

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Lançador X Copywriter

Quero expor a diferença entre um lançador e um copywriter.

Sim, existe uma diferença.

E ela é grande.

Mas antes preciso deixar claro que um não é “melhor” que o outro.

São apenas diferentes.

E é preciso entender essa diferença.

(até pra saber qual dos dois é você)

Vamos lá.

Começando pelo Lançador.

O que é um lançador aqui no Brasil.

É o (nem sempre) profissional especializado em lançamentos.

Ele é tão especializado em lançamentos… que só sabe fazer isso e nada mais.

O conhecimento dele de outras áreas e princípios de negócios costuma ser bem superficial.

O negócio dele é lançamento, whatsapp, escassez mortal e você sabe.

Uma maneira rápida de descobrir se a pessoa é lançadora ou copywriter é perguntar a ela o que é mais importante: a lista, a oferta ou a copy.

A maioria vai dizer que é a copy.

Outra maneira de identificar um lançador é simplesmente ler um texto dele.

Normalmente lançadores não escrevem bem.

Eles apenas escrevem bem os scripts de lançamentos.

Nisso eles são fera.

De novo, não há nada de errado em ser um lançador. Nem é melhor ou pior que o outro.

São apenas diferentes.

Por outro lado, temos o copywriter.

Um profissional que escreve bem e vê o negócio como um todo.

Uma pessoa que pensa de maneira estratégica e não apenas num evento isolado.

O tipo de profissional que chega num negócio pra trabalhar nos pontos chave e trazer mais resultados com menos esforço.

Ao invés de sugerir criar mais conteúdos, ele vai sugerir criar uma oferta ou nova carta de vendas, por exemplo.

Tire o lançador de seu habitat natural (lançamento) e ele fica meio perdido e sem saber o que fazer.

Mas se você colocar um copywriter pra fazer lançamento (mesmo que nunca tenha feito antes) ele vai se sair bem.

Por que?

Em resumo:

Por que o lançador (normalmente) é o sujeito que anda por aí com um martelo na mão vendo tudo a sua frente como um prego.

Enquanto o copywriter é o sujeito que anda com um bat-cinto cheio de ferramentas pra usar em praticamente qualquer situação.

Enfim.

Se você quer aprender a ser mais estratégico e mais copywriter, saiba que eu tenho um workshop que vai ajudar você com isso.

Um workshop inteiro dedicado a um dos 3 pilares da conversão – infinitamente mais importante que a copy em si.

E se você não sabe que pilares são esses, e não se acha estratégico mesmo depois de ter feito uma “formação” de copy caríssima…

…você realmente precisa desse workshop.

Saiba tudo sobre o workshop aqui:

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O perigo da copy “boa demais”

Esses das vi um cara falando sobre:

Como a copy baixou o custo do lead dele de 3-4 reais pra 0,91.

Uou! Você pensa.

Que diabos esse cara escreveu nesses anúncios?

Não conheço o sujeito mas pela minha experiência acredito que ele fez uma dessas duas coisas:

1- Ou ele usou uma copy “boa demais” – que atrai uma multidão de pessoas desqualificadas a um custo baixo… que não vai converter lá na frente (podendo o 0,91 sair mais “caro” que o 3-4 paus)

2- Ou ele criou a oferta certa – que soa como doces harpas celestiais no ouvido do público dele… derrubando todas as “defesas” e fazendo-os agir imediatamente.

Uma boa oferta sempre…

SEMPRE

vence uma boa copy.

Não sou eu quem está dizendo.

Pergunte aos maiores copywriters do mundo como John Carlton e Bencivenga e–

eles não dirão por que tem mais o que fazer do que lhe responder isso…

Maassssss

Eles escreveram em seus livros ou blogs sobre isso e está lá pra você conferir.

Enfim.

Por essa razão eu prefiro passar algumas horas debruçado na criação de uma boa opherta… do que semanas em busca da big ideia e da copy perfeita.

Pense nisso.

E pense bem sobre participar meu workshop.

Adivinhe qual é o tema dele?

Oh… você já sabe…

Não?

Sobre O–

–félia??

Não.

Sobre Oooo–

–ferendas a iemanjá?

Isso! NÃO! Aff

sobre Of–

talmologia? Mudou de carreira Bruno?

caramba , você não tem lido meus últimos emails??

Sobre Of…

Of…??

FERTAS!

graças a Deus

Isso aí 🙂

Saiba tudo sobre meu Workshop de Ofertas aqui:

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O medo de não dar resultados para clientes

Esses últimos dias tem sido uma provação.

Primeiro eu e Priscilla pegamos uma virose.

Eu dei uma melhorada.

Mas ela teve novos (e piores) sintomas.

Aí chegou a vez de Branca (nossa cachorrinha) pegar alguma coisa braba que nos deixou literalmente sem dormir nos últimos dias.

De vez em quando a vida sai dos trilhos desse jeito.

Faz parte.

Só não podemos nos entregar às circunstâncias.

Seja qual for a situação, temos sempre que dar um jeito de pegar as rédeas da vida de volta e domá-la com toda nossa força.

Caso contrário, vamos cair no primeiro desfiladeiro que aparecer pela frente.

Enfim.

Continuando esse papo macabro, hoje quero falar sobre um medo muuuuuito comum em todo copywriter:

O medo de não gerar resultados pra seus clientes.

Um sentimento tão comum… e tão destruidor de carreiras como uma bomba atômica.

Sério.

Pode até parecer um medinho besta.

Mas não é.

Não senhor.

Eu mesmo sofri pra cacete com isso.

De fato, esse sentimento é tão devastador… e fica tão enraizado no coração do copywriter…

Que até mesmo alguns de meus alunos que aprenderam como gerar um aumento de 20% na receita de seus clientes – ainda sentem esse medo.

Percebeu o tamanho do problema?

Eles tem medo de não dar resultados.

Aí eles aprendem como gerar pelo menos 20% de aumento de resultados em 30-60 dias…

Mas o medo continua.

Nesse caso, o medo se renova.

Passa a ser: E se depois disso eu não conseguir gerar mais resultados?

Como disse, é muito enraizado em nós copywriters responsáveis.

Mas vamos falar sobre isso.

Primeiro:

Nunca esqueça que a maioria das agências e profissionais que seus clientes contratam por aí não geram nada nem perto de 20%.

Grande parte delas traz apenas prejuízo e dor de cabeça.

Eles são ótimos em cobrar. Mas péssimos em entregar o prometido.

Segundo:

Uma coisa que ajuda a alimentar esse medo é a comparação.

Principalmente a comparação com os “dígitos” e “grandes feitos” que os “especialistas” arrotam por aí nas redes sociais.

O que talvez você não sabe é que a maioria desses “especialistas” não sabem fazer um Ó com um copo.

Eles são muito bons em vender seu método do enrolamento e fazer dígitos em cima disso.

Mas na hora que seu cliente contrata um expert desse, ele cobra uma fortuna por uma consultoria de merda que não dá em nada.

Ou seja:

Mais prejuízo pro cliente.

Isso sem falar daqueles “profissionais” que desaparecem logo depois que recebem o pagamento.

Enfim.

O mundo do mkt é escroto.

Mas então o que fazer?

É mais simples do que parece.

Primeiro: confie em você e no seu trabalho.

E pense que, mesmo se você não souber todas as respostas (e ninguém sabe tudo!), você vai sempre se comprometer a ir em busca delas e fazer o melhor pro cliente.

Somente essa ATITUDE já vai fazer toda a diferença do mundo.

Segundo: Junte a atitude acima com PREPARAÇÃO.

Todo bom copywriter tem sua “bolsa de truques” pra usar em momentos que a coisa aperta – e assim conseguir trazer resultados rápidos.

E sabe qual é um dos principais “truques” que eles usam?

Criar uma boa oferta.

Óbvio.

Nada é capaz de trazer mais resultados do que… fazer uma oferta.

(apesar de que os gurus vão mandar você produzir MAIS conteúdo)

Perdi a conta de quantas vezes essa habilidade me salvou (e de quanto já me rendeu).

E é o tipo de habilidade que a gente carrega por toooooda a vida.

E por essa razão que criei um workshop inteirinho só sobre criação de ofertas.

Imperdível para quem quer se tornar um copywriter melhor – ou dono do próprio negócio.

Saiba tudo sobre esse workshop aqui:

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Como subir seu nível de copy

Caso você ainda não tenha percebido…

Sou fã de Rock.

Do lutador também, mas nesse caso estou falando do estilo musical.

Milênios atrás decidi aprender a tocar violão sozinho só pra conseguir tocar as músicas que eu gostava de ouvir.

Só que eu aprendi apenas o básico e nunca me aprofundei no assunto.

Com o básico de violão você já consegue tocar (ou enganar) praticamente tudo.

Claro que sempre tinha umas músicas diferentes que eu não conseguia tocar mas… essas eu deixava de lado e partia pra outras.

Assim, os anos se passaram e eu fiquei apenas no básico do violão.

Nem mesmo na guitarra cheguei.

Enfim.

O tempo passou, e nesses últimos 2 ou 3 anos eu quase neeem toquei no violão.

Mas por causa do spotify comecei a descobrir novas músicas… e bateu uma vontade de tocá-las.

Quando fui ver, a maioria era daquele tipo diferente que eu não conseguia tocar antes.

Ok…

Resolvi então dá uma “youtubada” no assunto…

E um novo mundo da música se abriu pra mim.

Uma das coisas mais legais que aprendi foi que existem afinações diferentes do instrumento (e essa era uma das razões pra eu não tocar aquelas músicas complicadas).

Então comecei a brincar com essas afinações… novos acordes… e riffs… e bateu uma vontade de tocar guitarra…

…e acabei finalmente comprando uma 🙂

E finalmente consegui tocar (direito) algumas músicas que eu não conseguia antes.

Mas não por causa da guitarra.

Mas sim por ter descoberto esse novo nível musical.

Que por incrível que pareça, é bastante simples.

Mas como só se fala do básico por aí, esse simples acabou sendo um mundo novo pra mim.

Enfim.

A questão é que o mesmo acontece com copywriting.

A maioria do que falam por aí sobre copy é básico… ou merda mesmo.

Mas existem outros “níveis” de copy.

Um deles é a criação de ofertas.

Pois quando você entende que a copy é o menos importante na equação da conversão… um novo mundo se abre pra você.

Sim, uma boa oferta vence uma boa copy SEMPRE.

E sabe o que é melhor?

É muito mais fácil e rápido criar uma boa oferta… do que uma boa copy que converte pra cacete.

Mas quase ninguém fala sobre isso por aí.

Por essa razão que resolvi fazer um workshop inteiro dedicado a criação de ofertas.

É um divisor de águas pra aqueles que participarem.

Pois você será capaz de criar ou melhorar ofertas de seus clientes – tornando-as mais atraentes e apetitosas aos olhos do público…

Assim como será capaz de criar melhores ofertas pra vocês mesmo (tanto de produtos quanto de serviços)

Mais detalhes sobre esse workshop aqui:

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A chave para boas ofertas

Quase que não escrevo esse email hoje.

Essa semana não estive muito bem por conta de uma possível virose.

(ou por causa do iogurte com 1 semana de vencido que tomei ontem?)

Então estou fazendo o mínimo.

Mas como pra mim, escrever pra você é “o máximo”… aqui estamos nós.

Quero continuar nossa conversa sobre ofertas.

E sobre um erro pra lá de comum que cometem com elas (pobres coitadas).

Praticamente todos os clientes com os quais já trabalhei, quando perguntados sobre como será a oferta, só falam no preço.

Porém, por mais decepcionante que seja, o preço é a parte MENOS importante de uma boa oferta.

Oi??

Não acredita em mim?

Ok…

Então me responda uma coisa:

100 reais pra você é caro ou barato?

Ahááá…. Depende, né?

Depende de quêêêê???

Do que vai ser trocado pelos 100 pau.

Se eu simplesmente disser:

“Ei, , me dê 100 reais agora”

Você provavelmente vai dizer:

“Tá doido?!?”

Porque simplesmente desembolsar 100 estalecas assim por nada… é caro.

Por outro lado…

E se eu dissesse que em troca dos 100 paus eu lhe daria um iPad zero que ganhei mas venderia por esse preço pro primeiro inscrito de minha lista que clicasse aqui?

(não me diga que você clicou??)

(não perca o foco do assunto)

Dessa forma 100 paus parece barato.

Por que?

Porque preço é o que menos importa.

O que realmente importa é o que você recebe pelo que pagou.

Ou seja:

O que eu chamo de valor.

Saber construir valor é o que realmente importa nesse jogo.

Nesse momento, por exemplo, estou reformulando minha esteira de produtos.

E meu programa de acompanhamento agora custa 3k.

Caro?

3k (uma vez) para eu lhe ajudar a conseguir um cliente que lhe paga 3k (por mês).

Ainda caro?

Nunca é uma questão de preço.

É sempre uma questão de valor.

Então na hora de torrar seus neurônios, faça pensando em como você pode agregar valor à sua oferta.

Mas valor verdadeiro.

Não valor fake de guru.

Quer aprender a criar boas ofertas que convertem como água no deserto?

Conheça meu Workshop Ofertas de Alto Valor:

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