Categorias
Artigos Copywriting Email marketing

Como pegar clientes de quatro

Se tem uma coisa que aprendi nesses 35 aninhos de vida é:

O sucesso é contra-intuitivo.

Ou seja, ele funciona de maneira oposta à forma como pensamos naturalmente.

Por exemplo:

Qual o pensamento natural do copywriter que busca clientes?

“Vou em busca dos menores ou dos que estão começando agora, pois eles são mais fáceis de fechar”

Na teoria parece ser uma boa ideia.

Mas na prática não é.

Na vida real, é ridiculamente mais fácil fechar um cliente de 4k do que um de 1k.

Por que?

Porque o cara o que só pode pagar 1k precisa dessa grana como precisa de sangue. Então ele vai pensar, escolher e adiar o máximo possível pra tomar a decisão de lhe contratar.

E se o fizer, ele vai querer que você resolva todos os problemas e seja o salvador do negócio dele… porque ele PRECISA. Porque os recursos dele são limitados. Porque ele está a 1 mês de falir.

Por outro lado, o cliente de 4k é o oposto.

É uma empresa bem sucedida, que possui recursos, que vai exigir menos de você e dar melhores condições de você gerar maiores resultados.

O cliente de 1k tem uma lista com 2.000 pessoas e quer que você encontre um jeito dele fazer 6 dígitos no fim do mês.

Enquanto o de 4k tem uma lista com dezenas de milhares de pessoas e com alguns emails você consegue gerar dezenas de milhares de reais – que ele nem esperava.

O de 1k quer ver portfolio, entrevistar você 2 vezes, fazer testes e ainda quer editar toda sua copy no dia a adia.

O de 4k não tem tempo a perder. Decide quase sempre na primeira conversa e deixa você livre – pois ele também quer ser livre.

Enfim.

A lista é extensa.

E se você quiser saber como pegar clientes de quatro… bem, baixa mostrar algo que os deixe excitados.

Tipo… ideias concretas de como você pode gerar mais resultados pra ele.

Eles adoram isso.

Como eu disse, é contra-intuitivo.

A boa notícia é que, se quiser clientes melhores você não precisa mais quebrar a cabeça pensando em como consegui-los.

Basta seguir o simples processo que ensino aqui:
https://www.brunosampaio.com/formacao-email-copywriter/

Eu também dou os emails pra enviar, o script da conversa, tudo mastigadinho e pronto pra você usar imediatamente.

Assim você nunca mais terá que se humilhar em grupos, nem concorrer a vagas arrombadas.

Se funciona?

Veja o que os 2 alunos abaixo dizem:

depoimento bruno sampaio

depoimento bruno sampaio
Categorias
Artigos Copywriting

14 livros que mudam vidas

Cracudos digitais.

É disso que o mundo está cheio.

Pessoas que não conseguem passar mais de 30 minutos sem olhar as notificações no celular.

O problema disso?

Ah, existem vários.

E são todos cientificamente comprovados.

Alguns deles são:

Ansiedade. Depressão. Falta de concentração. Improdutividade absurda. Sentimento de inferioridade. Insônia. Enfraquecimento dos relacionamentos verdadeiros…

Até uma doença nova foi criada.

A nomofobia.

O medo de ficar sem o celular. Longe do aparelho, o indivíduo fica ansioso, com a sensação de estar perdendo informações importantes, ou ainda excessivamente entediado.

Uma pesquisa mostrou que 12% dos americanos sofrem disso.

Eu acho que no Brasil esse número é ainda maior.

Enfim.

Enquanto essa série de estímulos dos celulares detonam diariamente seu cérebro, existe uma coisa que faz o contrário.

Relaxa seu corpo e mente. Ajuda seu cérebro a se manter focado e criando novas conexões. Melhora a produtividade. O humor. O conhecimento. E faz você viajar.

Estou falando da boa e velha leitura.

E pra incentivar esse maravilhoso hábito, eu trouxe uma lista com 14 livros que mudam vidas.

Oh, a maioria deles são em inglês.

Se você ainda não sabe inglês, faça como eu e aprenda sozinho pelo celular – ao invés de ficar nas redes fossiais.

Dito isso, aqui está a primeira obra:

1- Persuasion Secrets of the World’s Most Charismatic & Influential Villains – Ben Settle

Um livro curtinho, apenas 118 páginas, mas recheado de lições fundamentais sobre a vida e os negócios. Com a

2- Straight-Line Leadership – Dusan Djukich

Esse livro contém dezenas de ferramentas práticas pra lidar com os maiores problemas que a vida nos traz. Direto ao ponto e sem papo de guru quântico.

3- Man Up – Bedros Keuilian

A história dura e real de como sair do negativo e construir um dos maiores nomes da indústria fitness do mundo. Sem guruzisse. Sem fórmulas mágicas. 100% raça e empreendedorismo.

4- Acredite, Estou Mentindo – Ryan Holiday

Pra entender como funciona a mídia e o mundo, e porque você não deve acreditar em praticamente nada do que vê por aí.

5- O obstáculo é o caminho – Ryan Holiday

Do mesmo autor, mas aqui ele fala sobre maneiras práticas e simples de como vencer qualquer obstáculo em sua vida transformando-o em algo a seu favor.

6- 80/20 Sales and Marketing – Perry Marshall

Princípios valiosíssimos de marketching que guru nenhum ensina por aí.

7- No B.S. Price Strategy- Dan Kennedy

Tudo que você precisa saber sobre precificação e valor está nesse livro do mestre Dan Kennedy.

8- Can´t hurt me – David Goggins

Sua vida está difícil? Se sentindo perdido? Veja como David Goggins estava infinitamente pior que você e deu a volta por cima, encontrou seu propósito e hoje é um monstro.

9- Isso é marketing – Seth Godin

Esqueça essas bostas que falam por aí e ouça o que Seth tem a dizer.

10- As 22 Leis Consagradas Do Marketing – Al Ries and Jack Trout

Toda vez que suas copys ou campanhas não dão certo é por que você quebrou uma ou mais dessas leis imutáveis. Não viva sem elas.

11- Discipline equals freedom – Jocko Willink

Aprenda como deixar de ser nutella e desenvolver a disciplina de um guerreiro. Esse livro ainda lhe ensina a escrever melhor.

12- The Surrender Experiment – Michael A. Singer

Como se entregar aos acontecimentos da vida pode levar você a uma vida incrível e que você jamais imaginou ser possível.

13- Getting Everything You Can Out of All You’ve Got – Jay Abraham

Mais princípios ultra valiosos de marketching que guru digital nenhum ensina.

14- Relentless – Tim Grover

O preparador de Michael Jordan mostra como você desenvolver todo seu potencial e se tornar imparável.

É isso.

Esses são alguns dos melhores livros que já li. E cada um mudou minha vida de um jeito diferente.

Espero que também mudem a sua de alguma forma..

Ah, e se tiver alguma recomendação de livro pra mim , eu aceito 🙂

Categorias
Artigos Copywriting Email marketing

Morrer de Copy

Diferente do que os gurus arrotam por aí…

Existe muito mais gente morrendo de copy do que vivendo disso.

Como assim morrendo?

Imagine você passar dia e noite, de domingo a domingo, caçando jobs em grupos e plataformas freelas.

No meio disso, você preenche uma porrada de formulários inúteis de aplicações e escreve centenas e centenas de copys de “teste”… pra nem seque receber uma resposta.

Tudo isso pra quando finalmente conseguir um cliente arrombado, você passar dia e noite, de domingo a domingo, escrevendo e reescrevendo toneladas de copy num ritmo frenético em troca de uma merreca no fim do mês.

Isso é viver?

Ou morrer?

Eu até hoje nunca recebi um email ou mensagem de ninguém (além de meus alunos) dizendo que hoje vive bem de copy.

Pelo contrário.

O que recebo são mensagens de copywriters (alguns até conhecidos de nível B – subgurus) me dizendo que estão sofrendo de burnout.

Burnout é o esgotamento físico, mental e espiritual.

É o oposto de viver.

É algo tão sério, e os casos estão aumentando tanto no mundo que esse ano a comunidade científica classificou essa síndrome oficialmente como uma doença.

A principal causa do burnout é o trabalho.

E olha só que dado alarmante:

Segundo pesquisa realizada entre 2018 e 2019 pela International Stress Management Association (Isma-BR), 72% dos brasileiros sofrem alguma sequela de estresse em diferentes níveis, sendo que, desses, 32% apresentam sintomas da síndrome de burnout.

É algo muito sério que quase ninguém dá a devida atenção.

Por que?

Porque todo mundo diz que:

“A vida é assim mesmo”

“Tem que dar o sangue”

“Quer vida boa, é?? Vai trabalhar rapá!”

E assim as pessoas seguem com a cabeça baixa, sofrendo por acreditar que esse é o único caminho.

Falo por experiência própria.

Já sofri desse burnout quando nem falavam disso por aqui direito.

Foi na época que trabalhei presencialmente numa agência… e vivia literalmente me arrastando pelos cantos como um zumbi.

A diferença entre mim e a grande parte da população que sofre disso é que eu sempre acreditei que existia uma maneira melhor de trabalhar e nunca parei de procurar.

O que eu procurava?

Bem, sempre acreditei no princípio 80/20 – que diz que em geral, 80% dos resultados/consequências são produzidos por 20% das ações/causas.

Então eu vivia procurando o 80/20 do trabalho.

Acabei caindo no mundo digital.

Que é encantador no começo mas logo lhe afoga num oceano de informações e possibilidades.

Então fui em busca do 80/20 do digital e caí no copywriting.

Mas de novo, me vi num oceano de possibilidades e caminhos diferentes.

Então fui atrás do 80/20 de copy e finalmente encontrei algo que mudou minha vida em todos os sentidos e me trouxe equilíbrio e grana:

Vender por email.

Apesar de me encantar por esse modelo logo de cara, eu demorei pra segui-lo.

Por que?

Porque email estava “morrendo”. Novas tecnologias e formas de comunicação estavam surgindo e eu nunca vi ninguém “viver de email” aqui no Brasil.

Ou seja: eu estava mais uma vez, seguindo a multidão.

A mesma multidão que sofre de burnout.

Mas um dia eu cansei de clientes arrombados e me joguei de cabeça no mundo do email.

Eu me inspirei num americano chamado Ben Settle, que na época tinha um negócio 100% baseado em email, trabalhava 1 hora por dia e fazia múltiplos 6 dígitos por ano.

“Se ele consegue, eu também consigo” pensei.

Por que a verdade é que se você seguir um caminho COMPROVADO e se COMPROMETER com aquilo até dar certo, você vai chegar lá e conseguir RESULTADOS semelhantes.

Foi o que eu fiz.

E embora hoje eu não seja um Ben Settle, graças ao email eu escapei do oceano sangrento do digital e passei a viver do jeito que eu QUERO viver.

Email me dá dezenas de opções e grandes resultados com menos esforço que os meios tradicionais.

Mas não é fórmula mágica.

Tudo isso só é possível com CRENÇA e COMPROMETIMENTO.

Por que estou dizendo isso?

Porque se você também se sente sobrecarregado ou infeliz com o rumo que sua carreira está seguindo, saiba que esse NÃO É o único caminho.

E saiba que ninguém é obrigado a viver sob estresse e à beira do esgotamento.

Pelo contrário.

Você pode e DEVE ir em busca da melhor maneira de VIVER sua vida.

E se o caminho do email lhe interessou, saiba como segui-lo com minha ajuda aqui:
https://www.brunosampaio.com/formacao-email-copywriter/

Categorias
Artigos Copywriting Email marketing

Emails que curam??

Você viu a luta de Whindersson e Popó?

Eu vi.

E gostei muito.

Gostei por que desde o início ambos deixaram 100% claro que não seria uma luta.

Seria uma exibição.

E pra mim o evento como um todo foi um sucesso.

Só que tem um monte de gente criticando dizendo que a luta foi ruim. Que Popó segurou a mão. Que Whindersson só apanhou…

Sério??

Não… tipo… sério???

Você realmente esperava que um guri que só lutou 1 vez na vida, amadoramente, iria lutar de igual pra igual contra um multicampeão mundial com décadas e décadas de vitórias, treino e experiência???

VOCÊ ACHOU MESMO QUE SERIA UMA LUTA DE VERDADE???

Me poupe.

Vou te dizer o que foi tudo aquilo.

Foi uma história de superação.

Foi um excelente exemplo de como transformar limões em limonada e ainda fazer uma boa grana.

Whindersson começou a lutar boxe, não pra desafiar ninguém.

Mas pra desafiar sua depressão e seus problemas.

“Mas Bruno, como um cara que tem “tudo”, entra em depressão?”

Em resumo: No mundo atual, o sucesso e a fama causam mais depressão do que felicidade.

Mas ok.

Ele estava numa pior e precisava se agarrar em alguma coisa pra sair do fundo do poço.

A maioria dos famosos se agarram ao álcool e às drogas.

Alguns se agarram a família.

Outros a religião.

Whindersson se agarrou ao boxe.

Ele se dedicou de corpo e alma e as mudanças foram visíveis.

E conforme foi saindo da crise, ele começou a enxergar oportunidades.

Whindersson viu que nos EUA um youtuber havia desafiado um ex-campeão e o evento foi um sucesso.

Se deu certo lá fora, pode dar certo aqui também.

O moleque meteu as caras, juntou uma galera de peso e fez a coisa acontecer.

Realizou um sonho, superou seus problemas e ainda levou pra casa mais alguns milhões.

Isso é uma das formas mais puras de empreendedorismo:

Encontrar cura para seus problemas > Transformar sua cura em oportunidade > Ajudar outros e ganhar com isso.

3 passos que literalmente mudam vidas.

Bem, talvez você não curta muito boxe.

Mas sabia que existem centenas de outras maneiras de encontrar sua cura e transformar em limonada?

Uma das mais simples é através da escrita.

Mais especificamente, o que os americanos chamam de Journaling.

Que não existe uma tradução literal mas consiste em escrever todos os dias, como se fosse um jornal de sua vida.

“Só escrever todo dia sobre minha vida?”

Sim. Só isso.

Parece simples. Talvez até inútil.

Mas o fato é que existem centenas de livros só sobre isso, e milhares e milhares de relatos de pessoas que usaram a escrita diária pra ajudar a vencer sérios problemas físicos (câncer, enxaqueca, fibromialgia), problemas mentais e emocionais 9depressão, ansiedade, stress, fobias) e até espirituais.

Não. Não tem comprovação científica.

É algo que nem a ciência explica. E que você só será capaz de sentir ao fazer.

Experimente.

Esse é o primeiro passo.

Aqui estão os outros 2 passos pra transformar seus problemas em oportunidades de negócio:

Faça de sua escrita diária, seus emails diários (como esses que escrevo).

Você vai sentir os mesmos efeitos dos exemplos acima, e ainda pode usar os emails pra vender seus produtos ou os de outras pessoas e fazer um extra ou até viver disso.

Como eu já disse em emails anteriores e repito:

1 Email por dia pode fazer milagres.

É a maneira mais simples que já vi de transformar limões em limonada e ainda ganhar bem com isso.

Categorias
Artigos Copywriting

Minha poodle atacou um Pitbull. Adulto. Monstro.

Era pra ser só mais um passeio normal com os dogs.

Quando saí de casa, vi minha vizinha.

Que estava com um amigo.

Que estava com um pitbull. Alterofilista.

Nunca vi tantos músculos em um cachorro só.

A vizinha estava brincando com o monstro, que parecia ser manso.

Mas você sabe, com um bicho desses todo cuidado é pouco.

Me aproximei lentamente com meus cachorros na coleira.

Quando o monstrão viu meus monstrinhos, ficou todo agitado.

O dono o segurou pela coleira e colocou o bichão entre as pernas dele.

O que não me deixou nada tranquilo.

Porém, o malhadão não estava com uma postura de ataque.

Então fui chegando mais perto com meus doguinhos até que…

Houve contato.

O monstrão começou a cheirar o fucinho de minha cachorrinha.

Mas quando ele tentou chegar um pouquinho mais perto…

Ela o atacou ferozmente.

Hahahahaha

Meu Deus. Como foi ridículo ver aquela montanha de músculo com cara de matador levando um chega pra lá de uma cachorrinha metida a braba.

Mas essa é a verdade da vida.

É também algo que falo muito em minha formação de email.

O que realmente faz a diferença em seus resultados não é o que você tem. Nem quem você é. Nem o que você fez no passado. Muito menos quantos dígitos ganhou.

O que faz a diferença na vida é:

Sua atitude.

Pra mim, um dos maiores exemplos disso foi Stephen Hawking – cuja história foi contada no filme A teoria de tudo.

Quando tinha 18 anos os médicos descobriram uma doença degenerativa e deram 6 meses de vida a ele.

O que ele fez??

Absolutamente tudo que você possa imaginar.

Escreveu livros, colocou seu nome na história com teorias científicas, casou 2 vezes, teve filhos, viajou pelo mundo, festejou como ninguém e morreu com 76 anos.

Mas ele fez praticamente tudo isso preso numa cadeira de rodas, sem mexer nada no corpo, e sem conseguir falar.

Isso sim é atitude de vencedor.

E ela funciona igualmente nos negócios.

Lembra do email de ontem?

Que falei sobre como valor e relacionamento sozinhos podem gerar mais resultados que “autoridade”, milhares de seguidores, fama, e outras guruzices??

Pois é.

O que é valor e relacionamento?

São atitudes suas em relação ao seu público.

Por que uma coisa é você agir como os gurus ensinam por aí:

Com gatilhos dementais, com falsa escassez, tratando seu público como marionetes num espetáculo de vendas.

Você acha que as pessoas não sentem esse tipo de atitude??

Claro que sentem.

(você provavelmente só está aqui lendo meu email por que cansou de ser tratado como marionete na listas e lançamentos dos gurus)

Agora,

Outra coisa completamente diferente é você parar de dizer “virar a chave” e começar a agir como você mesmo, de forma natural, e ter a intenção de ajudar pessoas e fazer amigos.

A coisa flui naturalmente.

Seu negócio para de ser um trabalho, e se torna uma atividade revigorante que enche a alma de alegria.

E digo mais:

Não existe venda mais fácil do que aquela com a verdade e propósito.

E não existem clientes melhores que as pessoas que se identificam com sua verdade e propósito

Todos esses são conceitos que os “grandes copywriters” jamais entenderão, pois só pensam em dígitos.

Mas se você acredita que as pessoas são mais importantes e os dígitos são apenas consequência…

Seja mais você, e menos os outros.

Olhe mais pra dentro de si mesmo.

É lá onde estão as grandes respostas de sua vida e o seu verdadeiro poder.

Categorias
Artigos Copywriting Email marketing

Eu Vs. Grande guru americano

Essa é a história de Davi Vs. Golias.

É sobre um sergipaninho campowriter (no caso, eu) que humilhou um grande guru norte-americano.

(não sabe o que é campowriter? Veja aqui)

Mas a verdadeira razão pela qual trago essa história, é pra provar que você não precisa ter milhares de seguidores, nem autoridade, nem de lançamentos, nem de conteúdo, nem de nada que dizem por aí… pra fazer uma grana boa com simplicidade.

Veja:

Esse mês um dos maiores gurus do mundo digitau, Frank Kern, compartilhou um vídeo mostrando alguns resultados de suas campanhas.

Alguns desses resultados foram através de emails.

E olha só:

Frank é um guru internacional que está nisso há + de 20 anos.

Ele tem autoridade. Fama mundial. Posts de lifestyle e ostentação. Conteúdo por toda a internet. Centenas de milhares de seguidores em todo o mundo. Uma oferta validada. E uma lista de 107 mil pessoas…

Mas mesmo com tudo isso, sua campanha de email gerou apenas 25.2k.

Por outro laaaado,

Seu amigo campowriter aqui – com tudo exatamente ao contrário de Frank:Um total desconhecido. Anônimo digital. Sem seguidores. Sem conteúdo. E uma lista de apenas 461 pessoas…

Conseguiu fazer 27.4k no mesmo período somente por email.

Como isso é possível?

Como um guru mundial com uma lista gigante dessas (que estava aquecida) só teve isso de resultado?

(uma das coisas que gosto no Frank é que ele mostra a verdade)

Bem, a grande diferença entre nós dois é:

A maneira como usamos o email.

No passado, Frank escrevia alguns dos melhores emails de toda a web. Mas atualmente seus emails são apenas pitches “secos” e clickbaits.

O oposto de mim.

Meus emails são 100% baseados em valor e relacionamento.

Valor e Relacionamento.

Os 2 ingredientes que batem em autoridade, fama, lançamentos, conteúdo e em todas as guruzices que existem por aí.

Por que estou lhe dizendo isso?

Porque muitas vezes nós acreditamos nas baboseiras das redes fossiais, que você precisa ter isso, ter aquilo, precisa ser isso, ser aquilo, precisa fazer isso ou aquilo.

Mas nada disso é verdade.

Você não precisa da maioria das coisas que eles dizem.

O que você realmente precisa – e que vai fazer a grande diferença em seu negócio – é gerar valor e construir relacionamento com seu público.

Valor e Relacionamento

Caramba, esse é um jogo de PESSOAS.

Agora pense comigo:

Como você constroi valor e relacionamento com as pessoas que você ama?

É dando conteúdo?

Você já gravou algum vídeo de conteúdo pra sua mãe?

(imagine como seria a reação dela)

Não.

Você constrói valor e relacionamento:

1- Estando sempre presente
2- Ajudando de alguma forma

E existem milhares de maneiras de fazer isso.

A mais simples que encontrei?

Com 1 email por dia.

1 email por dia é tudo que alguém precisa pra ter um negócio sólido e gostoso de conduzir – de até múltiplos 6 dígitos por ano.

Não 10 stories. 1 Vídeo. 1 Live. 3 Posts e 1 artigo por dia.

Apenas 1 email.

1 email que gera valor e relacionamento.

E nada mais.

Categorias
Artigos Copywriting

Síndrome do impostor?

Quem nunca sofreu disso?

Talvez os sociopatas.

Mas tirando eles, todo mundo já passou ou passa pela sensação de ser uma fraude.

Tá.

Mas por que isso acontece?

E por que acontece TANTO?

Várias razões.

A primeira delas é:

Os gurus e as redes fossiais

Passar o dia vendo a vida “maravilhosa” e os “múltiplos dígitos” dos outros nas redes fossiais faz você se comparar aos outros e se sentir um bosta.

O mais ridículo é saber que 80% do que dizem nas redes é mentira ou exagero.

Ou seja, você está se comparando com fake news.

Mas mesmo que fosse verdade o que dizem por aí, é a vida deles. E não tem nada a ver com a sua.

Eles tem a história deles e você tem a sua própria.

Mas enquanto você não parar de ficar assistindo as histórias deles você nunca vai construir a sua…

e vai passar o resto da vida se sentindo impostor.

Solução: Use o mínimo de redes fossiais possível. Quanto mais próximo de zero, melhor.

Ok.

Só que os gurus e as redes fossiais não são os verdadeiros culpados.

Eles apenas ESTIMULAM você a se sentir mal.

De fato, eles acabam falando diretamente pra segunda coisa que gera síndrome do impostor:

Falta de auto-confiança

Ficar se comparando, precisar da “aprovação” e querer agradar os outros são sintomas de que você tem problemas de auto-confiança.

Ou seja:

Você olha no espelho e vê alguém inferior aos outros… quando na verdade você é mais íntegro e capaz que todos aqueles babacas das redes fossiais.

A grande diferença é que eles tem tanta auto-confiança que acreditam nas próprias babaquices deles… enquanto você não acredita em sua própria verdade.

Oi??

Tem a ver com grana também?

Você se acha inferior por que eles dizem que ganham mais que você?

Pelo amor de Deus…

Sucesso não tem NADA A VER com a quantidade de dígitos que alguém faz.

De fato, o que mais tem por aí são pessoas com as contas cheias e as almas vazias.

Mas sim, eu sei que você quer mais grana independente dos outros.

Então saiba que a maneira mais rápida de consegui-la é aumentando sua auto-confiança.

Pois somente assim você vai começar a usar todo o potencial que Deus lhe deu e você está reprimindo por se achar um impostor.

Mas como aumentar a confiança em si mesmo??

É contraditório. Mas é simples:

Tire o foco de si mesmo

Um outro problema bem mais profundo é que você está focando muito mais em você do que em sua missão e nas outras pessoas.

Você não foi colocado nesse mundo pra passar uma vida inteira trabalhando em você.

Essa não é sua missão.

Você não está sozinho nesse planeta.

A verdade é que você faz parte de um ecossistema.

E assim como uma formiga n formigueiro, você tem uma missão em favor dos outros – não de si mesmo.

Ajudar e contribuir para as outras pessoas é o caminho.

Ninguém chega ao topo sem ajudar ou contribuir para o máximo de pessoas possível.

E adivinha?

Você tem talentos e dons especiais aí dentro que foram lhe dados com esse propósito.

Mas pra usar seus super poderes você precisa parar de pensar em si mesmo e começar a pensar nas outras pessoas.

Mais especificamente, no que você pode fazer pra ajudá-las de alguma forma.

E cada um tem sua maneira de contribuir.

Algumas pessoas salvam vidas como médicos.

Outras jogam futebol.

Outras fazem arte.

Outras fazem as pessoas rirem.

Outras escrevem emails 🙂

Cada um no seu quadrado.

E lembre-se:

Você não precisa ter percorrido todo o caminho pra começar a ajudar os outros.

Ou seja:

Você não precisa ser um master chef pra ajudar as pessoas a cozinharem melhor.

Só precisa estar alguns passos à frente deles.

É dessa forma, mudando o foco e ajudando uma pessoa de cada vez – que você vai aumentar sua confiança e realizar coisas inimagináveis em sua vida.

Categorias
Artigos Copywriting Email marketing

Conselhos de Inrestimentos com Brutina Sampaio

Não. Eu não errei no título.

É que aqui no nordeste nós trocamos o V pelo R.

As bandas de forró, por exemplo, cantam assim:

“Rocê não rale nada mas eu gosto de rocê”

Sendo assim, hoje ramos falar sobre:

Inrestimentos.

Apesar de não ser especialista no assunto, vou encarnar a “Brutina” e falar um pouco sobre isso.

Domingo eu estava conversando com Max (um amigo).

Ele me disse que está querendo inrestir em algo, mas não sabe em quê.

Ele estava pensando em ações, porque via aqueles anúncios no Youtube e acreditava que dava pra ter retornos monstruosos.

Mas aí Max disse que conversou sobre isso com um amigo que há anos é inrestidor da bolsa.. e… passa várias horas por dia (incluindo fins de semana) trabalhando nisso.

Segundo Max, esse amigo dele tem 250k inrestido e, com isso, em 2021 ele teve um retorno anual total de…

  • rufem os tambores *

14 mil.

Ou seja, 1.166 por mês.

Se pelo menos fosse algo passivo… até que seria ok.

Mas pra quem passa várias horas por dia e fins de semana se dedicando a isso eu acho muito pouco.

Não só eu.

Ao ver esses números e a realidade da coisa, Max também desanimou com isso.

Talvez você esteja pensando:

“Mas Bruno, esse cara deve ser ruim. Esse retorno está muito baixo”

E aí EU lhe pergunto:

Qual seu conhecimento sobre inrestimentos?

Você já pesquisou sobre o assunto… ou sua informação é baseada nos anúncios que recebe no youtube?

Enfim.

De qualquer forma, aqui estão as médias de retorno do mercado ao longo dos últimos 10 anos:

2010: 15.1%
2011: 2.1%
2012: 16%
2013: 32.4%
2014: 13.7%
2015: 1.4%
2016: 12%
2017: 21.8%
2018: -4.4%
2019: 31.5%
2020: 18.4%

Um pouquinho diferente do que os gurus arrotam por aí??

Pois é.

Mas olha só que interessante:

Os mesmos gurus que arrotam números astronômicos… são os mesmos que estavam à beira da falência em 2013 com sua empresa de inrestimentos (o próprio guru diz isso em um de seus vídeos).

Ué, como vocês prometem retornos astronômicos… e estavam quebrados??

Enfim.

A verdade que o que os salvou não foram as próprias “recomendações”.

O que os salvou e fez a grana entrar foi, adivinha só:

A velha onda.

Os centenários Info-produtos.

E adivinha qual o principal canal de aquisição deles??

Sim…

O bom e VELHO email.

Olha só que interessante, né?

Quando você realmente checa os fatos e chega à verdade, você vê que nada é como dizem por aí.

Mas enfim.

Voltando pro assunto.

Tem sim uns caras que conseguem um retorno maior.

Mas 1: Eles não revelam seus métodos a NINGUÉM.

E 2: Eles fazem coisas que até Deus duvida.

Enfim.

Não vou nem falar sobre as Pryctomoedas (haha, ficou estranho, hein?)

Por que é tudo baseado em vento e especulação (e lavagem de la plata).

É nesse momento que eu, Brutina, trago meus conselhos.

Mais especificamente, minha recomendação com possibilidade de ganhos excelentes.

O que, na minha opinião, é um dos melhores inrestimentos que existem.

É óbvio que estou falando de:

Hinode.

Se você ainda não conh–

Sacanagem.

Na verdade estou falando de:

Uma boa lista de emails.

Oh boy…

Existem taaaaaaaaaaannnntas possibilidades pra uma lista de emails.

Eu já dei vários no passado mas aqui estão alguns novamente:

Você pode criar uma nesletter premium, onde as pessoas pagam mensalmente por um conteúdo diferenciado (por sinal essa tendência está crescendo bastante lá fora)

Pode promover produtos de outras empresas – principalmente de assinatura ou ferramentas, onde você recebe todo mês.

Pode promover produtos de outras pessoas – que possuem cursos mas precisam de audiência. Assim você recebe uma fatia dos resultados.

Pode vender espaço publicitário em sua newsletter – prática bastante comum lá fora que ninguém explora aqui.

Pode usar a lista como fonte de clientes pra vender seus próprios serviços.

Pode, obviamente, promover seus próprios produtos e fazer muitos dígitos por ano.

Até mesmo se você não tiver lista, pode usar as listas de outras pessoas ou empresas e ganhar uma bela fatia dos resultados – ou um valor fixo mensal (de 1k a 4k em média por cliente), como eu ensino em detalhes na minha formação de email copywriter.

Caramba, você pode até transformar um hobbie ou interesse seu numa boa fonte de bufunfa.

Sério.

Ontem eu estava fazendo as contas de quanto uma pequena lista que tenho me gerou.

Em 8 meses, enviando apenas 1 email por dia, ela trouxe 54k.

Dividido por 8 dá: 6.7k por mês.

E não, eu não tenho milhares de pessoas nessa lista.

Apenas centenas.

Não sei você, mas quando boto na balança o trabalho e o tempo dedicado (1 email por dia) e o retorno obtido – não achei nada mal.

Ok.

Isso significa que você vai conseguir os mesmos resultados com sua lista??

Claro que não.

Mas digamos que você consiga 500% a menos que eu, e faça apenas 1.2k no mês.

Isso já daria o mesmo retorno que o amigo de Max, que tem 250k aplicado e se dedica dezenas de horas por semana queimando neurônios com ações.

Percebe a diferença e o potencial de uma lista?

Perceba também que os exemplos acima foram minimalistas.

E saiba que com uma boa lista de milhares de pessoas você consegue fazer múltiplos 5 dígitos – todo mês – sem dor de cabeça e apenas com 1 email por dia.

(é o que faço para meus clientes. E o que alguns de meus alunos fazem para os clientes deles)

Então…

Se você já tem lista (e é meu aluno) fica aí o reforço pra você deixar de guruzice e se dedicar a isso.

E se você não tem lista, fica a dica pra começar a sua.

Mesmo que seja um hobbie.

Categorias
Artigos Copywriting

Você tem esse problema?

Vamos falar sobre um post que vi hoje.

É sobre um problema super comum entre milhares de empreendedores, profissionais e empresas de tooooodo o mundo.

(talvez seja o seu também, não sei)

E a razão pela qual esse problema continua existindo e causando “quebradeira” e até falência, é porque as pessoas abordam a solução de uma maneira errada.

Vejamos.

Esse foi o post:

Sou revisor ortográfico e tenho encontrado a seguinte objeção quando busco alguns clientes: “Não preciso pagar para revisar, pois a minha copy converte mesmo com vários erros ortográficos”.
O que fazer para quebrar essa objeção? E vocês contratariam um revisor para mexer numa copy que está funcionando?

Ok.

Conseguiu identificar o verdadeiro problema aí?

Nosso amigo acima acredita que o problema é que ele não está sabendo contornar a objeção e se vender.

O que é normal.

É assim que a maioria pensa:

“Minha estratégia não está funcionando. O que eu faço pra fazer a coisa funcionar?”

“O que eu digo pra lidar com essa objeção?”

“Como eu mostro pro cliente que meu trabalho é importante pra ele?”

“Como melhoro minha copy?”

Enfim.

O grande problema é que… na maioria das vezes, nenhum desses é o verdadeiro problema.

São apenas sintomas.

E se por acaso nosso amigo conseguir resolver algum desses sintomas, imediatamente um novo vai surgir.

Por que?

Porque ele não está resolvendo o verdadeiro problema.

Entende?

É tipo o cara que vai sair de manhã com o carro e percebe que o pneu está seco. Aí ele passa no posto e enche.

No dia seguinte, lá está o pneu seco de novo. E lá vai ele pro posto encher o pneu mais uma vez.

E de novo. E de novo – ao invés de levar num borracheiro e resolver o verdadeiro problema (pneu furado. Não pneu secando).

No caso do amigo revisor ortográfico acima (e de milhares de empreendedores e profissionais) o problema é:

A oferta fraca.

Quer ver?

Pegue a proposição do amigo acima:

Eu faço revisão ortográfica de todas as suas copys.

E compare com a que eu e meus alunos fazemos:

Eu trago 5 dígitos extras todo mês pro seu negócio a custo zero.

Qual é mais atraente?

Qual é mais fácil de vender?

Qual precisa de menos convencimento pra receber um sim?

Pois é.

Como disse, esse é um problema comum.

Está cheio de profissionais e empreendedores por aí pulando de estratégia em estratégia tentando fazer a coisa converter…

…quando na verdade eles tem um problema de oferta.

Lembre-se disso sempre que você tiver um problema de conversão:

Mude sua oferta. Mude seus resultados.

E se você ainda não sabe como criar ofertas vencedoras (ou consertar uma que não está dando certo) – eu tenho um workshop inteiro sobre isso.

Se ainda não o conhece, saiba tudo sobre esse workshop aqui.

Categorias
Artigos Copywriting Email marketing

A Coca-cola do marketching digital

Ontem aconteceu algo bizarro.

Recebi um email de uma leitora. Mas não um email qualquer.

Ela escreveu respondendo ao meu email de ano novo, enviado em 31/12/2021.

(aquele do Buce Lee)

O que ela escreveu?

“Olá Bruno, você está bem? Está sumido. Bom 2022”

Como assim… sumido??

Eu estou aqui escrevendo literalmente todos os dias. Desde 31/12 você já deveria ter recebido pelo menos 19 emails meus.

Fui dar uma olhada no active campaign e descobri que essa leitora se inscreveu em minha lista no dia 29/12.

E no dia 31/12, depois de receber meu email de ano novo… ela se descadastrou da lista… e ainda marcou meu email como spam 😑

Mas ainda assim, mesmo só lendo 3 emails meus, 19 silenciosos dias depois ela se lembrou de mim, me procurou na caixa de entrada, e me escreveu querendo receber MAIS emails.

Dá pra acreditar?

Talvez ela tenha se descadastrado sem querer.

Ou talvez ela tenha se assustado com meu email de ano novo?? (que também foi bizarro).

Não sei.

O que eu sei é que o comportamento dela não foi por acaso.

Eu já recebi dezenas de outros emails com situações parecidas, de pessoas que pararam de receber meus emails e me escreveram pedindo por mais.

E…

Sempre recebo respostas de pessoas agradecendo pelos e emails e contando como elas foram ajudadas de alguma maneira.

E…

Nos questionários que envio a meus alunos perguntando o que fez eles decidirem comprar de mim – a resposta é unânime:

Os emails.

De novo, mas nada disso é por acaso.

Isso acontece porque o email em si é uma mídia diferente.

Quando alguém mergulha na leitura de um email seu, ela vivencia uma experiência completamente diferente de alguém que assiste a um vídeo do instagrando, por exeplo.

Não sou eu quem estou dizendo isso.

É a ciência.

Em 2013, um estudo foi realizado na Universidade de Tohoku, no Japão. Uma equipe liderada por Hiraku Takeuchi examinou os efeitos da televisão no cérebro de 276 crianças.

Takeuchi descobriu que quanto mais TV as crianças assistiam, partes do cérebro associadas a níveis mais altos de excitação e agressão se tornavam mais espessas. O lobo frontal também engrossou, o que é conhecido por diminuir a capacidade de raciocínio verbal.

Quanto mais horas de televisão as crianças assistiam, mais baixos ficavam os resultados de seus testes verbais. Esses efeitos negativos no cérebro ocorreram independentemente da idade, sexo e origem econômica da criança.

No mesmo ano, foi feito um estudo por Gregory Burns sobre como a leitura afetava o cérebro.

Depois de ler um romance, os alunos aumentaram a conectividade em partes do cérebro relacionadas à linguagem. Também houve aumento da atividade na região sensório-motora do cérebro, sugerindo que os leitores experimentaram sensações semelhantes às dos personagens do livro.

Há também efeitos a longo prazo da leitura de livros.

A leitura mantém sua mente alerta e atrasa o declínio cognitivo em idosos. A pesquisa até descobriu que o Alzheimer é 2,5 vezes menos provável de aparecer em idosos que leem regularmente, enquanto a TV foi apresentada como fator de risco.

Seis minutos de leitura podem reduzir os níveis de estresse em 68%, de acordo com pesquisadores da Universidade de Sussex. A leitura superou outras atividades relaxantes, incluindo ouvir música (61%), beber chá ou café (54%) e caminhar (42%).

Pergunta:

Você acha que assistir vídeos na TV é diferente de assistir vídeos no celular??

Pois é.

E por mais que ler um email seja diferente de ler um romance, quando você escreve emails do jeito que eu ensino – com infotretenimento – cada email seu se torna uma mini aventura para seus leitores – proporcionando a mesma imersão e os benefícios.

Mais ainda fica melhor.

Se você já está nesse mercado digital há alguns anos já deve ter visto muita coisa mudar em pouco tempo.

Páginas do facebook morreram. Muda pro insta. Feed morreu. Faça lives. Lives morreram. Faça stories. Não, faça reels. Vá pro youtube. Youtube não entrega mais. Chegou o tik tok, faça dancinha.

Assim como as estratégias também mudam:

Faça ebook. Ninguém lê mais. Faça webinario. Ninguém assiste mais. Faça funil. perpétuo não funciona. Faça lançamento. Mas com lives. E de 2 em 2 meses. Faça assinatura. Não, alto ticket. Não, mentoria é a bola da vez.

Enfim.

Todo mês uma revolução acontece.

Mas enquanto o mundo luta essas guerras infinitas, o email continua praticamente imutável e imponente no topo do ROI há décadas.

Como a Coca-cola.

Ou seja:

O email é a coca-cola do marketching digital.

(a única diferença é que o email faz bem pras pessoas)

Por que estou dizendo tudo isso?

Porque estou criando algo novo e inédito no Brasil pra ajudar aqueles que querem explorar todo o potencial do email e – quem sabe até – Trabalhar 1 email por dia.

Aguarde.