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Morrer de Copy

Diferente do que os gurus arrotam por aí…

Existe muito mais gente morrendo de copy do que vivendo disso.

Como assim morrendo?

Imagine você passar dia e noite, de domingo a domingo, caçando jobs em grupos e plataformas freelas.

No meio disso, você preenche uma porrada de formulários inúteis de aplicações e escreve centenas e centenas de copys de “teste”… pra nem seque receber uma resposta.

Tudo isso pra quando finalmente conseguir um cliente arrombado, você passar dia e noite, de domingo a domingo, escrevendo e reescrevendo toneladas de copy num ritmo frenético em troca de uma merreca no fim do mês.

Isso é viver?

Ou morrer?

Eu até hoje nunca recebi um email ou mensagem de ninguém (além de meus alunos) dizendo que hoje vive bem de copy.

Pelo contrário.

O que recebo são mensagens de copywriters (alguns até conhecidos de nível B – subgurus) me dizendo que estão sofrendo de burnout.

Burnout é o esgotamento físico, mental e espiritual.

É o oposto de viver.

É algo tão sério, e os casos estão aumentando tanto no mundo que esse ano a comunidade científica classificou essa síndrome oficialmente como uma doença.

A principal causa do burnout é o trabalho.

E olha só que dado alarmante:

Segundo pesquisa realizada entre 2018 e 2019 pela International Stress Management Association (Isma-BR), 72% dos brasileiros sofrem alguma sequela de estresse em diferentes níveis, sendo que, desses, 32% apresentam sintomas da síndrome de burnout.

É algo muito sério que quase ninguém dá a devida atenção.

Por que?

Porque todo mundo diz que:

“A vida é assim mesmo”

“Tem que dar o sangue”

“Quer vida boa, é?? Vai trabalhar rapá!”

E assim as pessoas seguem com a cabeça baixa, sofrendo por acreditar que esse é o único caminho.

Falo por experiência própria.

Já sofri desse burnout quando nem falavam disso por aqui direito.

Foi na época que trabalhei presencialmente numa agência… e vivia literalmente me arrastando pelos cantos como um zumbi.

A diferença entre mim e a grande parte da população que sofre disso é que eu sempre acreditei que existia uma maneira melhor de trabalhar e nunca parei de procurar.

O que eu procurava?

Bem, sempre acreditei no princípio 80/20 – que diz que em geral, 80% dos resultados/consequências são produzidos por 20% das ações/causas.

Então eu vivia procurando o 80/20 do trabalho.

Acabei caindo no mundo digital.

Que é encantador no começo mas logo lhe afoga num oceano de informações e possibilidades.

Então fui em busca do 80/20 do digital e caí no copywriting.

Mas de novo, me vi num oceano de possibilidades e caminhos diferentes.

Então fui atrás do 80/20 de copy e finalmente encontrei algo que mudou minha vida em todos os sentidos e me trouxe equilíbrio e grana:

Vender por email.

Apesar de me encantar por esse modelo logo de cara, eu demorei pra segui-lo.

Por que?

Porque email estava “morrendo”. Novas tecnologias e formas de comunicação estavam surgindo e eu nunca vi ninguém “viver de email” aqui no Brasil.

Ou seja: eu estava mais uma vez, seguindo a multidão.

A mesma multidão que sofre de burnout.

Mas um dia eu cansei de clientes arrombados e me joguei de cabeça no mundo do email.

Eu me inspirei num americano chamado Ben Settle, que na época tinha um negócio 100% baseado em email, trabalhava 1 hora por dia e fazia múltiplos 6 dígitos por ano.

“Se ele consegue, eu também consigo” pensei.

Por que a verdade é que se você seguir um caminho COMPROVADO e se COMPROMETER com aquilo até dar certo, você vai chegar lá e conseguir RESULTADOS semelhantes.

Foi o que eu fiz.

E embora hoje eu não seja um Ben Settle, graças ao email eu escapei do oceano sangrento do digital e passei a viver do jeito que eu QUERO viver.

Email me dá dezenas de opções e grandes resultados com menos esforço que os meios tradicionais.

Mas não é fórmula mágica.

Tudo isso só é possível com CRENÇA e COMPROMETIMENTO.

Por que estou dizendo isso?

Porque se você também se sente sobrecarregado ou infeliz com o rumo que sua carreira está seguindo, saiba que esse NÃO É o único caminho.

E saiba que ninguém é obrigado a viver sob estresse e à beira do esgotamento.

Pelo contrário.

Você pode e DEVE ir em busca da melhor maneira de VIVER sua vida.

E se o caminho do email lhe interessou, saiba como segui-lo com minha ajuda aqui:
https://www.brunosampaio.com/formacao-email-copywriter/