Categorias
Artigos Copywriting Email marketing

Copy de pedreiro

Ontem levei uma surra.

Fui humilhado.

E apanhei mais um pouco.

Onde?

No jogo The division.

Lembra que um dia desses falei sobre níveis de maestria?

Então, eu e um amigo levamos uma surra de um cara sozinho.

Mas como pra mim é só um jogo, quando cansei de apanhar fui cumprimentar o cara por sua habilidade.

Ele gostou tanto que até me deu algumas dicas, he he.

Segundo ele, o que eu preciso melhorar é minha mira e movimentação.

E voltando pro email de maestria:

Sobre movimentação eu já sabia.

Mas achava que tinha uma mira boa.

Só que, na verdade ele falou sobre um novo nível de mira, que é ser capaz de acertar um jogador fera em movimentação.

E essa é minha tarefa pros próximos dias.

Por que esse é um daqueles detalhes que fazem grande diferença nos resultados.

Algo parecido acontece com emails.

Muita gente fala por aí sobre aberturas, automações e funis…

Mas se tem um detalhe que faz grande diferença nos resultados, aumenta aberturas, engajamento e vendas…

Esse detalhe é a escrita (ou copy).

Por que, vamos ser francos, a maioria dos emails que recebemos parece copy de pedreiro.

E nada contra os pedreiros.

Mas o trabalho do pedreiro é construir. E se você colocar o sujeito pra escrever emails, coisa boa não vai sair.

Me impressiona como até mesmo emails de escritores e copywriters…. são chatos. Travados. São copy de pedreiro.

O lado bom disso?

Essa galera facilita muito o trabalho de um email copywriter.

Porque se a maioria envia emails ruins, você consegue se destacar fácil (e rápido).

Além disso, você ainda recebe mensagens como essa:
(veja imagem abaixo)

Imagine num mundo de vídeos, reels e lives você conseguir a atenção das pessoas dessa forma – apenas com 1 email por dia.

Pois é.

Em terra de emails de pedreiro, quem escreve bem é rei.

Mas você não precisa acreditar apenas em mim.

Se você já deu uma pesquisada sobre email, vai ver que alguns dos maiores nomes do mundo como Ben Settle e Daniel Throssell baseiam seus incríveis resultados em estratégia + escrita.

E essa também será a base do meu novo treinamento sobre monetização de listas de emails

Categorias
Artigos Copywriting Email marketing

Copywriter livre de clientes

Comecei a ver uma série nova.

Que na verdade não é nova, é de 2015.

Into the badlands.

É pós-apocalíptica, tem artes marciais, belas tramas e depois de 5 episódios eu ainda estou empolgado pra ver mais.

(a maioria das séries eu paro no 1º episódio por que acho chato)

O personagem principal é o líder dos guerreiros de um dos barões que dominam o que restou do mundo.

O cara é excelente no que faz.

E por muitos anos adorava isso.

Porém, chegou um momento em que ele não queria mais cumprir certas ordens de seu barão.

O problema é que como o barão é seu patrão… ele tem que se submeter a todo tipo de coisa.

Algo beeeeeem parecido com o que muitos copywriters passam, não é?

Eu mesmo, no início da carreira, achava incrível ter clientes me contratando e eu entregando meu melhor e zás…

Mas com o tempo, comecei a enjoar de ter um chefe.

Afinal, essa foi uma das razões pra eu largar meu emprego e seguir essa vida digital.

Enfim.

Trilhei o caminho da co-produção e também não me senti muito feliz com isso.

E também não queria lançar meus próprios produtos.

Aí eu ficava:

“Ok, então como me livrar do chefe, não ser co-produtor, nem produtor, e ainda ganhar bem e ter uma vida tranquila?”

Levei anos pra encontrar a resposta.

Mas encontrei.

E é esse caminho que sigo agora.

Você quer saber a resposta de 1 melhão de dólores??

Aqui vai ela:

Mini-sociedades.

Ao invés de ser contratado por clientes, hoje eu trabalho com mini-sociedades.

Nesse modelo eu tenho acesso a listas de emails de expets ou empresa e envio emails por eles em troca de uma porcentagem dos resultados.

Não preciso criar produto. Nem dar suporte. Nem fazer conteúdo. Nem ficar em rede fossial. Nem escrever quilômetros de copy por dia. Nem nada disso.

Aprender a monetizar listas de email mudou minha vida de várias formas.

Talvez possa mudar a sua também.

Não sei.

Mas se quiser seguir esse caminho vem aí um novo treinamento que vai lhe ajudar com isso.

Categorias
Artigos Copywriting Email marketing

Os 3 níveis de maestria

Estou jogando um game chamado:

The division.

E olha que interessante:

No começo, toda vez que eu ia pra zona de guerra vinha algum outro jogador e me matava sem esforço nenhum.

Pesquisei e achei uma porrada de vídeos falando que eu precisava encontrar e montar melhores equipamentos.

Ok…

Passei semanas rodando como um louco em busca dos “equipamentos perfeitos”.

Quando finalmente montei minha build (como eles chamam) entrei com o peito estufado na zona de guerra…

…pra continuar morrendo como uma mosca.

Mas que p#@??

Na verdade eu até consegui matar uns carinhas e tirar dano de outros que antes eu nem arranhava.

Então eu até consigo uns resultados, mas em geral sou saco de porradas lá.

Foi aí que eu descobri “o segredo”.

É o seguinte:

O equipamento em si lhe dá uma certa vantagem.

Mas o que faz a grande e total diferença é outra coisa.

O interessante é que eu assisti dezenas e dezenas e dezenas de vídeos pra tentar melhorar meu jogo, mas todo mundo só falava a mesma coisa:

Equipamentos e builds.

Ok…

Então por que mesmo conseguindo os melhores equipamentos, meus resultados ainda eram medíocres??

Era óbvio que estava faltando algo.

Então comecei a observar players experientes lutando.

Foi aí que descobri o “grande segredo”.

Veja:

Eles até tem bons equipamentos, mas o que faz a grande diferença nos resultados, e permite um cara matar um batalhão inteiro sozinho não tem naaada a ver com equipamentos.

Então que segredo é esse?

É a habilidade de combate.

A maneira como eles se movimentavam, como usam os recursos, e suas estratégias de combate.

Algo que não vi ninguém falando nos milhares de vídeos que existem sobre o jogo.

Na verdade, só vi 1 cara falando sobre isso mas nem dei tanta atenção na época por que afinal, era só 1 cara falando sobre isso.

Se você ainda não pegou a grande lição, aqui vai ela:

Existem basicamente 3 níveis de especialidade em qualquer área:

1- O que você sabe

O conhecimento que você já tem sobre o assunto.

2- O que você sabe que NÃO sabe

O que você tem consciência que precisa aprender, mas ainda não aprendeu.

3- O que você NÃO sabe que NÃO sabe

Conhecimento de alto nível que você nem faz ideia que existe

Voltando pro jogo.

Eu comecei no nível 1, aprendo tudo sozinho.

Aí vi os caras falando que precisava de equipamentos melhores e fiquei no nível 2. Onde eu sabia que precisava mas ainda não tinha conseguido.

Mas somente depois que cheguei no nível 2 e quebrei muito a cara foi que, com muita insistência eu descobri o nível 3 (habilidade de combate) que eu nem sabia que existia e não via ninguém falando sobre.

Por que ninguém falava sobre?

Porque é um nível elevado que a maioria nem chega lá.

Enfim.

Percebeu como isso tem tudo a ver com email?

Até a mesma conversa de ferramentas??

Dito isso:

Se você quiser atingir o nível 3 em email, e gerar resultados expressivos de uma maneira que praticamente ninguém fala por aí…

Fique ligado que vem aí meu novo treinamento sobre monetização de listas de emails.

Categorias
Artigos Copywriting Email marketing

Fuja disso como Diabo foge da cruz

Estou ficando sem opções de séries 🙁

Terminei Peak Blinders (espetacular, por sinal).

The boys – que está indo maravilhosamente bem – só falta 1 episódio…

E BoJack horseman também vai muito bem. Mas basicamente é tudo que tenho agora.

O resto foi só decepção.

Principalmente as da Marvel.

Por causa dos filmes eu criei muita expectativa com as séries dos herois.

Mas as que comecei a ver foram tão ruins, mas tão ruins, que nem quis arriscar as mais novas.

Enfim.

O email de hoje é apenas pra você fugir das séries da Marvel por q–

Sacanagem 🙂

Na verdade é pra você fugir do trabalho de email.

“Hã?!?”

É que ás vezes quando falo sobre email aqui as pessoas vão pesquisar vagas de email, e o mercado de email e o que elas encontram?

Uma complexidade de termos e atribuições que parece loucura.

Veja abaixo o exemplo de uma vaga que encontrei.

Vou listar os requisitos e, abaixo deles, meu comentário sobre (em parênteses).

Analista de CRM – Email Marketing

(repare que a vaga já tem o foco em ferramenta)

Principais responsabilidades

Responsável pelo canal de e-mail;

(dã)

Criação de HTML para implementação de E-mail responsivos;

(mais foco em ferramenta e más práticas?? – dica: quanto mais HTML, pior a entrega dos emails)

Mensurar resultados e otimizar o caminho do fluxo de nutrição para que os leads se tornem clientes;

(Mensurar ok. Mas tem que dar comida aos leads pra eles comprar da gente??)

Realizar ações para aumentar o engajamento e as interações;

(Claro. E que banco aceita esse engajamento e interação?)

Acompanhamento frequente de KPIs e análise de performance;

(justo)

Criar réguas de relacionamento e campanhas promocionais;

(Agora lascou. Durante toda minha vida eu nunca usei régua nos relacionamentos com meus amigos, nem família, nem mesmo desconhecidos. Relacionamento se mede em centímetros?? Oh… isso tem duplo sentido???)

Automatização de regras, segmentações;

(Segmentação ok. Mas regras? Que regras??)

Viabilizar integrações com sistemas terceiros e internos;

(ferramenta. ferramenta. ferramenta…)

Criar estratégias de aquisição, retenção, reativação e churn;

(Aí sim)

Envios comportamentais e testes A/B de todos os tipos;

(Sério… o que é envio comportamental? E acredite, o objetivo desses testes A/B é sempre focado em abertura – que também não paga contas)

Segmentação e personalização das bases de clientes;

(Certo. Mas já falou isso lá em cima)

Propor ações ad-hocs e relacionadas ao calendário/campanhas vigentes;

(ad o que?? Ok pras datas específicas)

Manutenção, acompanhamento e higienização da base de dados.

(Certo. Mas falando assim parece que vou ter que dar banho nos leads)

eeeeeeeeeee FIM.

Sim, é só isso.

Não sei você, mas eu senti falta de algumas palavras importante aí como: Vendas, receita, conversão…

Esse é o resumo do mercado de email atual.

Todo o foco vai pra ferramentas, tecnologia, automações. É tudo muito complicado e técnico. Design em alta. E pessoas e relacionamento medidos em réguas.

Tudo isso = muito trabalho chato e pouco resultado.

(sem falar que é uma vaga, onde você é funcionário deles)

Então, a menos que isso lhe excite:

Fuja disso como o Diabo foge da cruz.

E só pra deixar claro:

ESSA PRA MIM É A PIOR MANEIRA DE TRABALHAR COM EMAIL QUE EXISTE.

Não é isso que eu e meus alunos fazemos.

De fato, eu praticamente nem mexo em ferramentas. E recomendo o mesmo pra meus alunos.

Por que?

Porque nosso foco é em vendas.

E toda essa tecnologia e complicação, quando traz algum resultado, é apenas cerca de 20% do faturamento atual da empresa.

O que não é ruim…

Mas entenda:

Ela não CRIA resultados. Ela RECUPERA resultados “deixados na mesa”.

Abandono de carrinho, reativação, essas coisas.

De novo, isso não é ruim. Todo negócio tem que ter isso.

Mas pra de fato CRIAR resultados e trazer os múltiplos dígitos A MAIS todo mês, você precisa jogar um jogo diferente.

Um jogo mais estratégico do que “ferramenteiro”.

Mais voltado pra pessoas do que tecnologia.

Com emails bem escritos – que as pessoas anseiam pra ler.

Enfim.

Tudo que vou mostrar em detalhes no meu novo treinamento sobre Monetização de listas de emails que está por vir.

Categorias
Artigos Copywriting Email marketing

6 em 7 Vs 5 em 30

Se você já está comigo há um tempo…

Sabe o quanto eu bato na tecla do contexto.

Contexto é tudo.

Oi?

Quer que eu refresque sua memória?

Ok.

Contexto é você olhar não só o que está na embalagem, mas também ler as letras miúdas da bula.

Ou seja: Sempre olhar as coisas como um todo – e não somente como ela é vendida.

Uma coisa que eu acho bizarro, por exemplo, é a maneira como o tal do 6 em 7 é evangelizado por aí.

Fica parecendo que o 6 em 7 é o grande objetivo final.

O Nirvana.

E que quando você finalmente atingi-lo, vai acabar todos os seus problemas e zerar sua vida.

Isso é o que está escrito na caixa.

Mas quando você lê as letras miúdas a coisa é diferente.

Por trás do 6 em 7 existe tanto sacrifício, stress, noites em claro, investimentos, custos e trabalho duro…

Que quando a coisa termina dá até um frio na espinha saber que no dia seguinte tem que começar tudo de novo, senão a coisa desmorona.

Sem falar que o 6 em 7 na verdade é 6 em 60, ou 6 em 90.

Sim, porque não demora 7 dias pra fazer os 6 dígitos.

Leva 2 ou 3 meses em média.

E você não fica com os 100k.

Você fica com 30k a 40k em média.

O que no fim dá cerca de 10-20k no mês.

Em troca de todo aquele trabalho, stress, correria e risco de ter um AVC.

Ok…

Tem trabalhos piores que pagam menos.

Mas também tem maneiras melhores de ganhar mais, fazendo menos.

Uma delas é com uma lista de emails.

Com uma boa lista de emails você consegue fazer múltiplos 5 dígitos por mês tranquilamente.

De uma maneira oposta àquela loucura de lançamentos.

“Mas Bruno, como isso é possível? Só com email??? Ninguém nem lê mais email!!??? Blá blá blá…”

Se esse tipo de pergunta passa em sua cabeça é por que você ainda não entendeu o que realmente é marketing.

Marketing em sua forma mais pura é apenas se comunicar com as pessoas e fazer ofertas.

E pra isso acontecer você só precisa de 1 canal de comunicação.

Se hoje pra vender você precisa de incontáveis ferramentas, hacks, dancinhas, toneladas de conteúdo, lives, espremer pessoas em grupos, falsa escassez e outras guruzices…

Ou você tem um problema de mkt, ou como disse, ainda não entendeu o verdadeiro espírito da coisa.

Não é sobre ferramentas e hacks.

É sobre pessoas.

É sobre mostrar que você as entende e pode ajudá-las a resolver os problemas delas com sua soluções.

A grande vantagem de usar o email é porque ele é simples, barato, íntimo, pode ser automatizado e possui inúmeras estratégias pra potencializar seus resultados.

Não é à toa que email ainda é o principal canal usado pelos grandes monstros do mkt direto americano.

Enfim.

Se quiser aprender a trazer múltiplos 5 dígitos por mês usando apenas email (no contexto certo) vem aí meu workshop sobre isso.

Categorias
Artigos Copywriting Email marketing

O escritor milhãonada

Acho interessante a quantidade de pessoas que já nasce amando escrever.

O problema é que pra cada 1 autor bem-sucedido…

Existem literalmente millhões de escritores quebrados.

Por que?

Porque infelizmente escrever não dá grana.

Pra ser capaz de viver da escrita você precisa encontrar formas de monetizar essa habilidade.

Pensando assim, tem gente que vai pro jornalismo.

Mas jornalismo hoje em dia é nada mais que tragédia, lacração e política.

Aí tem gente que tenta ser autor… e a maioria vira estatística.

Tem gente que veio pro digital e sobrevive escrevendo posts e artigos em ritmo de produção industrial.

E agora tem gente vindo pro mundo de copy acreditando que vai fazer melhões – mas acaba escravo de agências e clientes arrombados.

Enfim.

A questão é que na maioria esmagadora dos casos, a escrita que era pra ser sua paixão – acaba se tornando sua própria prisão.

O que não é nada legal.

Veja:

Eu não nasci com essa vontade natural de escrever.

Meu desejo despertou quando conheci esse mundo de copy e principalmente por causa da escrita de Gary Halbert e seu estilo de vida.

Me deu vontade de fazer aquilo e me joguei de cabeça.

Só que… quando comecei a pegar trabalhos e a escrever o dia inteiro de domingo a domingo, sob pressão (e edições ridículas sugeridas por que não entende de copy), a escrita começou a perder a graça pra mim.

Ficou mecânico.

Ficou forçado.

Ficou chaaaaaato.

E por causa também disso, decidi largar o copywriting.

Segui outros caminhos por alguns anos.

Até que um dia descobri algo que fez reacender aquela chama da escrita e me trouxe de volta pro copy.

Poro que de repente eu podia escrever menos (entenda escrever como trabalhar), usar minha criatividade (sem ser mecânico) e ainda ser muito bem pago por isso.

Como você deve imaginar, o que mudou tudo pra mim foi seguir o caminho do email.

Só que, apenas escrever emails também não dá grana.

É preciso saber como monetizá-los.

E é aí que está a diferença entre um escritor bem-sucedido e um milhão-nada.

A boa notícia é que monetizar listas de emails é algo mais simples do que parece.

Acredite, os experts por aí é que distorcem e complicam tudo.

Eles falam sobre aberturas, lead score, régua e ferramentas… quando nada disso traz os grandes dígitos.

Tudo isso é secundário.

O que faz a grande diferença e vem antes de tudo isso é:

Estratégia e Escrita.

Qualquer estagiário consegue mexer em ferramentas, configurar automações, fazer lead score…

Mas sem uma boa estratégia e uma boa escrita por trás – nada disso serve pra nada (a não ser dar muito trabalho e nenhum resultado).

É com estratégia e escrita que eu e meus alunos geramos múltiplos 5 dígitos por mês para nossos clientes e parceiros.

E se você também quer aprender a ser um “escritor estratégico” que faz chover vendas por email…

Esse mês vou lançar um workshop sobre isso.

Categorias
Artigos Copywriting Email marketing

Viver de lançamentos é futuro?

Ontem fomos dançar forró na orla.

Demos um show, como se fôssemos 2 velhos de 80 anos 🙂

Mas foi divertido.

Só não foi divertido na volta, quando entramos no carro e eu comecei a sentir um cheiro estranho.

“Você pisou em alguma coisa?” Perguntei a Priscilla.

Ela olhou as solas e: “Não. Ou foi você ou é a rua”.

Ok.

Continuei dirigindo até sair daquela rua.

Mas depois de passar por algumas ruas e 1 avenida, o cheiro continuava.

Quando paramos no sinal, acendi a lanterna do celular e olhei meu sapato.

“È… fui eu mesmo”.

Como já tinha sujado o tapete e o carpete, e não tinha absolutamente nada no carro pra limpar ou dar uma enganada – tive que dirigir com o pé de merda atééééé em casa.

Êhh…

Mas além disso, também fiz uma reflexão lá:

Temos que fazer banheiros públicos para cachorros.

Ok.

Mas também teve outra reflexão que talvez faça mais sentido pra você:

Embora Sergipe seja o país do forró… aqui só tem forró mesmo no mês de junho – época que comemoramos o São João.

Então as bandas de forró passam o ano todo paradas (ou tocando outras coisas) e quando chegam em junho elas tocam pelo ano inteiro.

Mas basicamente, eles só fazem uma graninha com forró 1 mês por ano.

Nos outros 11 meses eles precisam se virar de outro jeito.

(e quando chega junho eles sempre tocam as mesmas músicas – já que ninguém cria nada novo que preste)

Acho um jeito arriscado de viver.

Sabe o que isso me lembra?

Copywriters que vivem de lançamentos.

Fazer lançamento dá trabalho.

E cada vez dá mais trabalho – já que a fórmula mágica está convertendo menos e anúncios estão mais caros.

No começo era só roteiro dos vídeos e emails.

Hoje é vídeos, emails, whatsapp, páginas, telegram, lives, conteúdo, anúncios e sei lá mais o que.

Acho um investimento muito alto de trabalho duro, tempo e energia pra algo que demora pra trazer resultado e é bem imprevisível.

Quem já se enfiou nessa lama sabe o quanto é duro.

Mas tem gente que gosta.

Eu não.

Não gosto dessa carga de trabalho.

Nem da demora pra receber.

Nem da sazonalidade pra receber.

Nem dos riscos pra receber.

E muito menos de ficar escrevendo sempre a mesma coisa, seguindo o mesmo roteiro.

Enfim.

Se você também não enxerga lançamentos como algo pro seu futuro e está em busca de uma alternativa, aqui vai a melhor que encontrei:

Monetizar listas de emails.

Pegar aqueles emails que “ninguém usa mais” e começar a trazer 4 ou 5 dígitos todo mês pros clientes – em troca de uma porcentagem disso (ou valor fixo, você decide).

Sair dessa loucura de algoritmo, lives, conteúdo, gatilhos dementais, hacks e lançamentos…

E trabalhar com a forma mais pura de escrita, humana, de relacionamento, de alto valor, que converte as pessoas com a verdade.

Reduzir toda sua carga de trabalho a basicamente escrever emails, olhar relatórios e dar ideias.

E em troca receber de 2k a 10k em média – por cliente.

Não é método mágico nem nada disso.

É apenas a habilidade de monetizar listas como praticamente ninguém aqui no Brasil sabe fazer.

E agora em julho vou fazer um workshop só sobre isso.

Você está dentro?

Categorias
Artigos Copywriting Email marketing

Email é Pop. Email é Tech. Email é Tudo

Mas só pra aqueles que sabem usá-lo.

Por que vou te dizer uma coisa:

A indústria do email tá muuuuito esquisita.

Sério.

Se você pesquisar sobre email por aí vai encontrar grandes “experts” falando sempre as mesmas coisas:

  • Taxa de aberturas (inclusive por indústria)
  • Cliques
  • Réguas
  • Sequências
  • Modelos
  • Conteúdo
  • Hacks
  • Relatórios
  • CRM
  • Ferramentaa
  • Melhores dias e horários

Enfim,

Um monnnte de coisa que dá trabalho pra cacete…

…mas que nenhum banco aceita na hora de pegar um boleto.

Ou você já conseguiu comprar alguma coisa usando sua tAxA dE aBeRtUrA???

Tenha dó.

Eu jamais vou esquecer o grande evento sobre email, feito por uma grande empresa “expert”, que tem a própria ferramenta de email…

MAS QUE USOU O TELEGRAM PRA SE COMUNICAR COM O PÚBLICO.

🤦‍♂️

Em resumo:

Esses experts falam todas essas coisas sobre emails mas não falam sobre o mais importante de tudo:

Vendas.

Din din.

Tutu.

Cascalho.

La plata.

Por outro lado:

Seu amigo da roça aqui não faz absolutamente naaaaaada desses oba-obas dos experts e gera em média múltiplos 5 dígitos por mês pra seus clientes – apenas com 1 email por dia.

Meu “grande” segredo?

Ao invés de focar nessas coisas superficiais, na tecnologia e nos hacks…

Eu foco nas pessoas.

Em criar um relacionamento com elas.

E fazer boas ofertas.

É tão simples que chega a ser ridículo.

Continuando sobre o mercado de email em 2022:

Você já leu os emails desses experts em email??

Ou é panfletagem digital.

Ou são lembretes de lives e lançamento.

Ou é levando pra algum outro canal.

E 99% é algo chato que faz você se arrepender de ter aberto o email.

Mas veja: Não estou dizendo isso pra me gabar.

Muito menos pra mostrar superioridade.

Não.

Meu objetivo aqui é continuar nossa conversa dos últimos dias sobre trabalhar de maneira mais inteligente e focar no que gera mais resultados – com menos esforço.

É mostrar que nem sempre a maneira que a maioria está falando por aí é a mais eficiente de fazer as coisas.

E que se suas estratégias de email não estão dando os resultados que você gostaria, provavelmente é por que você está focando nessas coisas secundárias.

Ok.

Por que estou dizendo isso?

Porque agora em julho estou com vontade de fazer um workshop ao vivo e interativo, sobre como fazer múltiplos 5 dígitos por mês com listas de emails.

Teoria. Prática. E até reviews de seus emails.

(por falar em reviews, se ainda não viu os que fiz de alguns gurus assista aqui)

Eu fiz um workshop desse há 1 ano e até hoje os alunos usam o que foi ensinado lá pra gerar resultados pra seus clientes.

Enfim.

Esse workshop de monetização de emails lhe interessa?

Categorias
Artigos Copywriting Email marketing

Trabalho duro = Vida dura

Essa não é uma conversa sobre fórmulas mágicas.

Mas sim, é sobre tornar sua vida mais fácil, prazerosa e lucrativa.

É sobre um conceito que mudou minha vida.

Veja:

Uma das razões que me fez abandonar a carreira de copywriter há alguns anos foi o trabalho duro.

Não me entenda mal, eu trabalhava de domingo a domingo e até virava noites pra entregar copys de clientes.

Mas quando eu olhava pra frente, aquela não era a vida que eu queria pra mim.

Escrever no mínimo 8-10 horas por dia, todo santo dia, chova ou faça sol.

Aff…

Todo dia eu tinha que espremer meu cérebro mais e mais pra conseguir colocar palavras no papel (eu escrevia no papel primeiro).

Era uma tortura.

Quando você termina o dia não tem cabeça pra fazer muita coisa a não ser descansar.

Então minha vida era basicamente só trabalho duro.

A recompensa?

Não era nada parecida com que os gurus americanos diziam.

Esse foi o início do meu aprendizado sobre:

Trabalho duro = vida dura.

Foi quando me dei conta que as pessoas que mais trabalhavam duro no mundo… eram as que menos recebiam.

E não é que os melionários não trabalhem duro.

É que, antes de trabalhar duro – eles aprendem a trabalhar de maneira inteligente.

Se você estudar grandes nomes da história que saíram do zero vai ver que a maioria deles fez a mesma coisa:

Eles usaram Alavancagem.

Ao invés de trabalhar duro pra tentar criar tudo do zero…

Eles usaram os recursos de outras pessoas pra alavancar o próprio sucesso.

Quer exemplos?

Steve Jobs tinha a visão, tinha o programador, e nada mais.

Ambos eram quebrados.

E ninguém constroi uma empresa de computadores sem um tostão no bolso.

O que eles fizeram?

Foram em busca de pessoas que tinham o recurso que eles precisavam, e eles se tornavam sócios.

Outro exemplo:

Coronel Sanders – o fundador da rede KFC – tinha a receita de frango frito e nada mais. Estava quebrado.

O que ele fez?

Negociou a receita com um restaurante. E com outro. E outro. Até virar franquia.

Mais exemplos:

Nikola Tesla era um gênio mas um gênio quebrado. O que ele fez? Se associou com o cara que botia bancar seus experimentos e invenções.

Napoleon Hill? Se associou a Dale Carnegie.

Bruce Lee não tentou fazer seus próprios filmes. Ele foi pra Hollywood convencê-los.

Entendeu a jogada?

Ok.

Agora você deve estar se perguntando:

“Como eu uso minhas habilidades pra conseguir alavancagem?”

Bem, o mais comum por aí é correr atrás de co-produção.

Mas você já trabalhou como co-produtor??

É trabalho duro do mesmo jeito e nenhuma garantia de retorno. Apenas de mais trabalho.

Na minha época de co-produtor até tive uma alavancagem mas eu continuava trabalhando de domingo a domingo sem parar.

Claro que era melhor do que ser apenas um copywriter que escreve até os dedos caírem mas…

Não era a vida que eu queria pra mim.

A coisa só foi melhorar de verdade em todos os sentidos pra mim quando eu descobri a alavancagem do email.

Quando eu aprendi a pegar as listas de emails dos outros, que estavam lá paradas ou sub-utilizadas, e gerar múltiplos dígitos por mês com elas.

Aí sim o jogo mudou.

Pois eu deixei de ser um copywriter que faz tudo e não recebe nada, pra me tornar um parceiro estratégico que envia alguns emails e faz chover vendas – em troca de uma porcentagem disso.

Alavancagem é tudo.

Pense nisso.

Categorias
Artigos Copywriting

O Copywriter de Alto Valor II

Como eu disse ontem, se você quer ser um copywriter muito bem pago, tudo começa com um trabalho interno.

Isso vale pra copy e pra qualquer outra área profissional.

E sim, esse é o fator mais importante sempre.

A prova disso é que existem diversos “experts” muito bem pagos por aí mas que não sabem fazer um O com um copo – mas como são muito bons no que falei ontem – eles conseguem se manter no mercado e ganhar muito bem.

E se você levantou a sobrancelha pensando que ninguém consegue se manter no mercado muito tempo fazendo um trabalho bosta…

…você é ingênuo demais pra entender essa conversa.

Continuando.

Assumindo que você não é nem quer se tornar um desses fake experts, o próximo passo pra se tornar um Copywriter de Alto Valor é…

Entrar numa banheira de gelo toda manhã

Ser um True Expert.

Ou seja: Ser um verdadeiro especialista em alguma área.

Esse também é um princípio que se aplica a todas as áreas profissionais.

Quem ganha mais? Um clínico geral ou um especialista em coração?

Pois é.

Os especialistas sempre se dão melhor.

E quando se trata de copy a coisa fica ainda melhor, pois o trabalho de um especialista costuma ser bem mais simples do que o de um generalista.

Enquanto um copywriter-faz-tudo precisa escrever os anúncios, scripts dos CPLS, landing pages, página de vendas, emails, mensagens de whatsapp, roteiro de lives, posts e tudo mais que precisar…

O copywriter especialista em emails, por exemplo, só precisa escrever os emails… e ainda ganha mais por isso.

Como isso é possível?

Eu já expliquei isso nesse email mas basicamente é porque um email copywriter consegue trazer mais resultados, em menos tempo, com menos esforço, a custo zero.

As vantagens de ser especialista são inúmeras:

  • Seu trabalho é mais fácil (já que é sempre o mesmo)
  • Você cobra mais caro
  • Você se destaca da multidão
  • A concorrência é menor
  • Você desenvolve suas habilidades ao extremo

Enfim.

Quero que você lembre-se disso principalmente naqueles momentos em que descobrir que você “precisa aprender” aquele nova coisa brilhante que algum guru está falando.

Nessas horas pense:

“Eu realmente preciso aprender isso? Por que?”

“Mais vale esse conhecimento raso… ou continuar me aprofundando em minha especialidade?”

Esse é um daqueles momentos pra ser 100% lógico e ZERO emocional.

Veja: como você vai se tornar mestre em kung fu se toda semana você quer aprender um golpe novo de outra arte marcial?

Que tipo de lutador você vai se tornar?

Bruce Lee tinha uma bela frase sobre isso:

“Eu não tenho medo do homem que praticou 10.000 chutes diferentes, mas sim do homem que praticou o mesmo chute 10.000 vezes.”