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Nº 1 em persuasão há 5.422 anos

Jesus. Hitler. Gandhi. Napoleão. Cleópatra. Gengis Khan. Madre Teresa. Rei Arthur. Joana D’arc…

Há 5.422 anos os maiores líderes da história da humanidade usam a mesma coisa pra comunicar, influenciar e induzir multidões de pessoas a agirem de acordo com seus interesses e ideais.

Seja pro bem ou pro mal, todos usam exatamente essa mesma coisa.

E adivinha só?

Não é gatilhos dementais.

Nem métodos revolucionários de copy.

Nem Sexycanvas, Fórmula de Lançamento, PNL ou PNC.

Ao invés disso, os mais influentes líderes até hoje usam a arma da persuasão nº 1 até hoje:

Pequenas Histórias

E eles não fazem isso por acaso.

Pequenas histórias, contadas todos os dias, podem fazer milagres.

Elas convencem pessoas a se voluntariar pra guerra.

Ou a amarrar uma bomba ao seu próprio corpo e se explodir por uma causa.

Elas inspiram crianças a querer ser alguém quando crescer.

Histórias ensinam.

Seduzem pessoas e constroem relacionamentos.

Mas também podem destruir pessoas e suas reputações.

E mais importante pra nós marketeiros:

Histórias vendem.

E fazem isso de uma maneira brilhante: com uma profundidade que consegue ser suave.

Muitas das maiores campanhas de vendas que o mundo já viu foram feitas com pequenas histórias.

Exemplos:

“Eles riram quando me sentei ao piano, mas quando comecei a tocar…”

(Carta que construiu um império de infoprodutos quando a internet nem sonhava em existir)

“A carta do Brasão da família – de Gary Halbert”

(Considerada a carta de vendas mais enviada no mundo)

“Sempre uma dama de honra mas nunca uma noiva”

(Campanha que explodiu o Listerine para o mundo)

“A carta de “2 jovens homens” do Wall Street Journal”

(Carta que levou o Wall Street Journal ao topo)

“O caminho do preguiçoso para a riqueza”

(Fez milhões com um simples livro de 10 dólares)

“O golfista de uma perna só”

(Construiu um império na indústria do golfe)

Enfim.

A lista é extensa.

Mas provavelmente você já sabia disso, não é?

E você provavelmente já deve ter estudado materiais e quem sabe até cursos sobre storytelling, não é?

Mas se você é como eu, deve ter encontrado um monte de teorias lindas e maravilhosas…

Mas nada simples e prático pra você usar todos os dias em nossas copys.

Sim, dá pra aprender umas coisinhas por aí mas…

Você se considera um bom contador de histórias?

E mais importante:

Um contador de histórias que fazem as pessoas comprar?

Se você respondeu não, então vou te dizer uma coisa.

Veja:

Eu não sou nenhum Stephen King ou Machado de Assis.

Mas por não gostar de mostrar minha cara, nem gerir tráfego, nem fazer lançamentos, nem lives, nem produzir conteúdo, nem passar o dia inteiro escrevendo copy de domingo a domingo…

Eu fui obrigado a escrever boas histórias pra ganhar a vida escrevendo emails.

Era isso ou viver fazendo o que eu odiava fazer.

E acredite, eu nunca nem gostei de escrever. Caí no mundo de copy pelo “lifestyle”.

Mas como a ocasião faz o ladrão, acabei desenvolvendo essa habilidade de contar histórias curtas pra vender.

Graças a ela eu sou capaz, muitas vezes, de usar apenas emails e gerar mais lucro (din din no bolso) que todo o lançamento do cliente, por exemplo.

Mas não é mágica.

É uma habilidade que precisa ser desenvolvida.

E é pra ajudar a desenvolver sua habilidade de escrever pequenas histórias que vendem que eu criei o Workshop Storytelling e Escrita Criativa.

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A escrita me salvou do pior

Hoje seu amigo aqui faz aniversário.

36?

86… pra 2022…

É. 36.

Mas com carinha de 20 😎.

Se bem que o exterior não importa.

O que realmente importa é como nos sentimos por dentro.

Veja:

Hoje eu sou feliz.

Mas durante muitos anos o meu aniversário sempre foi um dia triste pra mim.

Diria até… depressivo.

Por fora era legal. Sempre passei com amigos ou família e era divertido.

Mas por dentro eu era consumido por pensamentos sombrios.

“O tempo está passando e ainda não me encontrei na vida. Vou morrer assim?”

“Meus amigos me acham um bobão com essas conversas de internet.”

“Qual meu propósito?”

“Não quero seguir os passos de meu pai. Mas sou tão parecido com ele…”

“Tô cansado dessa merda. Não sei o que fazer. Me ajude…”

Enfim.

Eu vivia pulando de uma oportunidade pra outra em busca da felicidade (não apenas da grana).

No fundo eu só queria alguma coisa que gostasse de fazer, que pagasse bem, e não consumisse minha vida pessoal e paz de espírito.

Foi esse desejo que me trouxe pro mundo digital.

Mas a realidade do mundo digital é bem diferente do que é mostrado por aí.

Sim, eu tive meus “sucessos” nessa jornada.

Consegui os tão sonhados dígitos.

Mas eram sempre de uma maneira que eu não seria capaz de sustentar por anos sem cair nos remédios de tarja preta ou álcool.

Não tinha como isso terminar bem.

E toda essa negatividade (e algumas decisões estúpidas) me levaram pro fundo do poço.

6 dígitos em dívidas.

Perdi literalmente tudo.

Quebrado por fora, financeiramente.

E quebrado por dentro, emocionalmente.

Foi foda…

Mas parece que foi necessário pra mim.

Pois pra encontrar nosso caminho, às vezes a vida precisa tirar tudo que a gente tem, dar uns socos em nosso estômago, um chute no saco, cuspir em nossa cara e jogar você num lugar esquisito pra lhe obrigar a encontrar uma saída (ou se perder de vez).

Foi nesse momento que voltei pro copywriting.

Que voltei a escrever.

E foi nesse momento que encontrei o caminho do email e de minha felicidade.

Veja:

Essa minha maneira esquisita de escrever emails me fez conseguir bons clientes, e assim começar a reestruturar minha vida.

Me fez conseguir parcerias lucrativas.

Me trouxe amigos por todo o Brasil.

Me deu propósito.

Me deu paz de espírito.

E acabou sendo o caminho que busquei incansavelmente por longos anos.

Pra mim, hoje esse é o melhor modelo de negócio que existe.

Pois diferente da maioria dos copywriters, eu não escrevo pra sobreviver. Eu vivo pra escrever.

E não se engane pensando que a escrita está em baixa por causa desse mundo de vídeos 4k e tik toks.

As newsletters, por exemplo, estão mais em alta do que nunca.

Glenn Greenwald, um jornalista que foi “expulso” do seu próprio site de notícias, resolveu criar uma newsletter que dizem bater os 7 dígitos por ano.

Os top 10 autores do Substack (plataforma exclusiva de newsletters) fizeram juntos 20 milhões de dólares no último ano.

Novas newsletters estão surgindo no Brasil e recentemente a The news (que você deve conhecer) divulgou um estudo de caso de uma marca de roupas que vendeu 100k através de seus emails.

Essa minha simples newsletter que você está lendo e que começou como um hobbie pra mim, já bateu os 6 dígitos no ano.

Enfim.

Não é a próxima grande oportunidade.

Mas escrever bem e ter um pensamento estratégico pode fazer maravilhas por sua vida.

E é pra lhe ajudar com isso que amanhã vou abrir as inscrições pro meu novo Workshop de storytelling e escrita criativa.

Devido ao formato – interativo e prático – serão apenas 10 vagas (obviamente de quem se inscrever primeiro).

Mas não se inscreva por hype, FOMO ou pressão.

Só se inscreva se realmente fizer sentido pra você.

Pois não tem reembolso e eu só gosto de trabalhar com pessoas que sabem o que querem.

Todos os detalhes amanhã.

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Copy incestuosa

O elenco de The Boys estava no Brasil.

Por que?

Porque a série conquistou milhões de fãs por todo mundo.

O que acho mais interessante é:

Tudo começou com um cara sozinho, sentado numa sala, escrevendo em seu notebook.

Suas palavras ganharam vida com os atores.

E a série ganhou o mundo.

Isso me fascina.

Também me intrigou ver o autor da série com vergonha de falar sobre as próprias cenas que escreveu.

Se você não conhece, The Boys é uma série politicamente incorretíssima que mostra violência, putaria, drogas, ganância, traição, morte, jogos de poder, etc.

E essa é a postura de um GRANDE escritor.

Ter coragem de expressar toda a sua verdade – sem se importar com a opinião dos outros e nem como você vai explicar aquilo depois.

É essa atitude que cria obras originais que mexem com as pessoas.

Bem diferente do que acontece do mundo do copywriting.

Muitas copys de hoje são incestuosas.

Funciona assim:

Ao invés de fazer a pesquisa correta e seguir uma linha de escrita criativa, o que muitos copywriters fazem é:

Uma pesquisa superficial nas redes sociais. E uma pesquisa mais demorada por outras copys daquele mesmo nicho.

Então eles usam essas copys dos outros como tooooooda base para sua própria copy.

Ou seja:

Não é copy criada a partir do mercado e das pessoas que o representa.

É copy criada de outras copys.

Copy incestuosa (como carinhosamente apelidei).

O problema disso?

Sua copy não se diferencia no mercado.

E quando você é só mais um na multidão, suas conversões são baixas (ou nenhuma).

O que não é nada legal.

O lado bom é que quando todo mundo está falando a mesma coisa, você não precisa ser a pessoa mais criativa do mundo pra se destacar.

Só precisa fazer diferente.

E se você quer aprender a criar abordagens diferentes pra suas copys e seu márketchen…

Então você vai adorar meu Workshop de Storytelling e Escrita criativa.

Nele você verá como conseguir melhores conversões de um jeito mais simples. Com uma escrita mais leve e divertida de fazer (exatamente como faço aqui nesses emails diários)

As vagas vão abrir nesta quinta-feira.

E serão poucas (como expliquei no email de ontem)

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Prints + PNL + vídeos + lives + hacks Vs. Simples palavras

Esses dias abri a Netflix e tive uma surpresa:

A série de Resident Evil??

Wow

Esse jogo fez parte de minha adolescência e até hoje tem uma história que eu curto.

(mas só gosto dos primeiros pois depois eles esculhambaram tudo)

Mesmo decepcionado com todos os toscos filmes que saíram, pensei:

“Na série eles podem acertar, né?”

Né???

porra nenhuma…

Foi tão bosta que só consegui assisti a primeira cena.

Sério.

Só vi até a parte que a mulher mata os zumbis queimados.

Por que não dei uma chance e fui adiante?

Porque eu já conheço essas coisas.

É um fenômeno que está acontecendo em toda parte.

Com séries, filmes e principalmente com o marketing.

Que fenômeno é esse?

Da superficialidade.

Nos filmes e séries você vê toda atenção sendo dada aos efeitos especiais, ao visual, à lacração…

Mas com o principal – a história – eles não dão a mínima.

O mesmo acontece com márketchen.

Você vê uma preocupação absurda em:

  • Fazer vídeos de alta qualidade
  • Aparecer bem nas fotos e nas lives
  • Design inovador das páginas
  • Técnicas de PNL
  • Hacks de engajamento
  • Produção de conteúdo a nível industrial
  • Ferramentas
  • Construir autoridade

Mas veja:

Não estou dizendo que essas coisas são besteira.

O que estou dizendo é:

Tudo isso é secundário.

E não vale de muito se você não tiver o primário.

É como você ter um carro de fórmula 1 e fazer uma linda pintura nele, encher de acessórios visuais, luzes de led e o escambal… mas não ter um motor potente debaixo do capô.

O resultado é:

Você conseguirá holofotes, curtidas e engajamento. Mas não vai vencer corridas.

“Ok Bruno, então o que é primário (e mais importante)?”

Que bom que perguntou 🙂

Aqui está a resposta:

Se conectar profundamente com as pessoas e fazer boas ofertas pra elas.

Simples assim.

(a gente é que complica demais…)

Se você dedicar mais energia a isso, é im-pos-sível não ter melhores resultados.

Esse é o “motor” que me permite, apenas com emails, ter conversões mais altas do que o expert que faz vídeos, redes fossiais e tudo mais.

É método mágico??

Não mesmo.

É só que quando eu escrevo emails que tocam profundamente nas pessoas, minhas simples palavras valem mais que uma centena de vídeos, lives e conteúdos superficiais.

Esse é o poder da boa escrita.

E é isso que vou ensinar em meu novo Workshop de Storytelling e Escrita criativa que, olha só…

VAI SAIR ESSA SEMANA 🙂

Provavelmente na quinta-feira vou abrir as inscrições.

E… como será prático e interativo, a turma será pequena. Provavelmente 10 pessoas no máximo.

Por que?

Porque é um workshop de escrita feito pra que os participantes saiam de lá escrevendo melhor, na minha opinião, do que esse bando de copywriters e marketeiros que existem por aí.

(o que é super simples se você seguir os princípios que eu sigo)

E para garantir isso, eu não vou pEgAr Em SuA mÃo como os gurus dizem por aí. Mas fazer exercícios práticos e dar feedback pessoal em sua escrita.

Mais detalhes nos próximos emails.

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Escrita boa X Escrita 💩

Esses dias não estive muito bem.

Nada grave (eu acho).

Só não estava muito bem.

Hoje ainda estou com a cabeça pesada e acordei com a coluna doendo como se eu tivesse batido laje a noite toda.

Mas não sou Dráuzio Varella e não estou aqui pra falar sobre saúde.

Então vamos falar sobre escrita.

Sobre boa escrita.

Aquilo que, na minha opinião, a maioria dos gurus (incluindo os de copy) não sabe fazer.

Claro que “escrever bem” é algo relativo.

Mas eu tenho uma simples condição que uso pra considerar se uma escrita é boa ou não.

Pra mim, a boa escrita é a que faz você esquecer que está lendo um texto.

É a que desconecta sua mente do espaço-tempo e a leva pra uma viagem de descobertas.

Algo que não acontece quando você usa gatilhos dementais…

Nem quando quer parecer inteligente…

Nem quando quer manipular as pessoas…

E nem quando você escreve por aplausos e curtidas.

A escrita ruim é quando alguém olha pra suas palavras e enxerga apenas um texto.

A boa é quando você consegue transformar seu texto em uma conversa vívida com o leitor.

É isso que cria conexão com o público.

É isso que faz as vendas acontecerem – mesmo sem mostrar a cara em vídeos, lives e lançamentos.

E é isso que vou ensinar em meu novíssimo Workshop de Storyteling e Escrita criativa que está por vir.

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O que separa os homens dos meninos na escrita

Todo dia eu recebo copys.

De alunos. De anunciantes. De leitores. Enfim.

E de um jeito ou de outro, eu sempre gosto de analisá-las.

Principalmente do ponto de vista de quem está recebendo a mensagem.

Por exemplo:

Se eu sou dono de uma barbearia e de repente recebo esse texto (sobre um produto pra barbeiros), que reação eu teria?

Ou…

Se eu sou designer e recebo esse email, que reação eu teria?

Por que antes de pensar como copywriter é preciso pensar como consumidor.

Mas enfim.

Ao longo dos anos, e das literalmente milhares de copys (boas e ruins) que analisei, acredito que existe um erro número #1 que a maioria comete.

E não é um erro simples que pode ser deixado passar.

Pelo contrário.

É um erro que literalmente separa os homens dos meninos na escrita.

(e pelo amor de Deus, não me venha com feminismo sobre uma expressão da nossa língua)

Pois é algo que afeta diretamente o resultado da copy e de qualquer texto escrito.

Vou logo avisando que não tem a ver com a maioria das coisas que falam por aí.

Não é gramática (apesar de muita gente ainda não saber escrever direito hoje em dia).

Nem gatilhos dementais. Nem AIDA, PAS, USP, nem outra sigla qualquer.

Também não é big idea (ah, como os gurus me fizeram odiar essa palavra), nem mecanismos, nem estrutura.

Enfim.

Acho que deu pra entender que a coisa é mais embaixo.

Ou melhor, mais profunda.

Bem, o erro #1 que vejo na maioria das copys e textos é:

Falta de IMPACTO.

Alguns sintomas da falta de impacto são:

  • Textos feijão com arroz que não despertam emoção nenhuma
  • Parágrafos que falam muito mas não dizem nada
  • Palavras que não criam imagens mentais
  • Copy genérica. Mais do mesmo
  • Previsibilidade
  • Chaaaaaaaaaaaato

É também por não saber causar impacto com sua escrita (de maneira ética) que muitos gurus e experts precisam apelar pra ostentação, carros de luxo e prints de supostos ganhos.

Mas que bom que essa não é a única maneira de criar impacto, não é?

Fica ainda melhor quando você descobre que existem diversas maneiras de criar mais impacto com sua escrita – do que com a ostentação dos outros.

E todas elas serão mostradas em meu workshop de storytelling e escrita criativa que está por vir 🙂

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Oficina de storytelling e escrita criativa?

Mesmo estando fora das redes fossiais…

Eu acabo vendo algumas coisas.

E não sei se o problema é comigo mas…

Eu juro que tenho a sensação que estou sempre vendo a mesma coisa:

“Quero te convidar pra um evento 100% online e gratuito nos dias blá blá blá…”

“Você está cansado de bla blá blá?”

“ÚLTIMA CHANCE”

“A culpa não é sua”

“Conheça o novo método pra blá blá blá”

Enfim.

Pra todo lado vejo as mesmas copys.

Vejo textos tão previsíveis que dá até pra saber qual modelo a pessoa está usando.

Vejo marketing chato. Vazio. Sem personalidade.

(e muitas vezes, sem verdade. Mas isso é assunto pra outro email)

A questão é:

Precisa mesmo ser assim?

Será que só converte se for chato e artificial??

Será que todo copywriter precisa escrever de uma maneira que ninguém se comunicaria pessoalmente???

E a resposta obviamente é:

Claro que não.

Escrever assim é apenas uma opção.

E não uma das melhores.

Quem diz isso não sou apenas eu.

Mas todos os verdadeiros mestres do copywriting com Gary Halbert, John Carlton, Eugene Schwartz, Dan Kennedy, Robert Collier, David Ogilvy e outros.

De fato, se você olhar pros anúncios e cartas escritos por eles – copys essas que estão entre as que mais venderam – vai ver o quanto sua escrita é simples e pessoal.

Não parecem um anúncio tradicional.

Parecem uma mensagem de um amigo. Ou uma mensagem informativa. Ou uma notícia interessante.

Parecem tudo – menos um vendedor chato tentando empurrar um produto de qualquer jeito.

Desde o início de minha carreira, essa sempre foi a linha que segui (até porque aqueles caras ali em cima são meus ídolos).

E quanto mais simples e diferente do tradicional eu escrevia, melhores eram os resultados de minhas copys.

Não por que eu usava gatilhos dementais e fórmulas…

Mas porque eu falava para as pessoas, como uma pessoa interessante.

Tão simples.

E ao mesmo tempo tão poderoso.

O melhor de tudo é que é bem mais divertido (e lucrativo) escrever assim do que do jeito quadradão que fazem por aí.

Estou dizendo isso por que…

Ontem escrevi perguntando o que meus leitores pensavam sobre fazermos um workshop de storytelling e escrita criativa.

E a julgar pela quantidade e positividade das respostas…

Vai rolar. E vai ser incrível 🙂

Todos os detalhes serão dados nos próximos emails.

MAS AS VAGAS SERÃO EXTREMANENTE LIMITADAS E EU NÃO SEI QUANDO VOU FAZER OUTRO WORKSHOP COMO ESSE NOVAMENTE REVELANDO MEU MÉTODO EXCLUSIVO DE HISTÓRIAS DE 7 DÍGITOS…

Tô de brinks 🙃

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Como escalar serviços de copy

Se tem uma coisa difícil de encontrar,

É alguém 100% satisfeito com quanto ganha.

Todo mundo sempre quer MAIS.

Especialmente quando você sabe que ainda ganha bem menos do que poderia.

Só que o verdadeiro problema não é ganhar pouco.

É não ter um plano sólido pra ganhar mais.

Por exemplo:

Existem milhares de copywriters por aí trabalhando duro, de domingo a domingo, pra fazer uma média de 2-3k por mês.

Copy é serviços, certo?

E quando pensamos em escalar serviços, o caminho tradicional a seguir é:

Fazer mais e mais.

Mas como um copywriter vai escalar seu negócio de copy quando ele já está atolado de trabalho?

Ou como vai escalar trabalhando em agência?

Ou como vai escalar fazendo lançamentos?

É até possível, mas o custo é alto pra saúde, família, vida pessoal e paz de espírito.

Então muitos copywriters pensam em:

  • Melhorar suas habilidades de copy e esperar que o mercado pague melhor
  • Lançar um PLR algum dia
  • Virar co-produtor de algum expert que eles não fazem ideia de quem seja nem como conseguir
  • Lançar o próprio produto de copy

Mas quantos de fato conseguem colocar isso em prática?

Pois é.

Resumindo:

A maioria não tem um plano sólido pra melhorar de vida usando sua (segundo os gurus) hABiLiDaDe MiLhOnÁrIa.

Caso você esteja preso nesse ciclo, aqui está um caminho pra sair dessa e escalar seus ganhos:

1- Se especialize.
2- Se especialize em algo que você consiga gerar mais resultados – com menos esforço
3- Seja pago por resultados

Porém, receber pelos resultados que gera é um assunto que assusta muitos copywriters.

E eu entendo pensar assim.

Afinal, não é nada fácil gerar grandes resultados com um lançamento, ou vídeo ou página de vendas.

Além disso, existem outras variáveis que influenciam nesse tipo de resultado, o dificulta o cliente querer dar uma fatia dos ganhos já que você não fez aquilo sozinho.

Teve tráfego. Teve ele fazendo live e conteúdo. Teve whatsapp. Não é?

Junta tudo isso e é bastante complicado.

Mas sabe o que é simples?

E permite você gerar resultados incríveis sozinho?

Tudo isso de uma maneira absurdamente mais fácil do que fazer um lançamento ou um VSL?

Monetizar listas de emails.

Pegar aquela lista do expert (ou empresa) que está lá parada, só servindo pra enviar avisos e lembretes, e usá-la pra gerar pelo menos 30k, 40k ou 50k todo mês – extra a custo zero – enviando apenas 1 email por dia.

Isso sim é uma maneira sólida de escalar seus ganhos, na minha opinião.

E é isso que vou ensinar no novo treinamento que sairá em alguns dias.

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Copy pode ser sua destruição

Tem gente que começa a estudar copy…

E estudar copy…

E estudar mais copy…

E estudar mais e mais copy…

Até o ponto em que, sem perceber, a pessoa se torna psicópytica.

O que é um psicópytico?

É alguém que se afundou tanto em copy que começa a fugir da realidade.

De repente tudo pra pessoa é uma fórmula, estrutura, AIDA, mecanismo, PUV, gatilho demental, enfim….

E enquanto ela acha que está arrasando como copywriter, na verdade ela está escrevendo de uma maneira cada vez menos natural e mais distante de como as pessoas se comunicam.

Sendo que “falar a língua deles” é um dos maiores e mais importantes princípios de copywriting que existe.

Às vezes eu até dou puxão de orelha em alunos que me mandam uma resposta que tiveram de um prospecto e me perguntam:

“O que eu escrevo agora pra argumentar com ele?”

E eles perguntam isso esperando que eu responda com alguma copy de alto nível.

Mas ao invés, eu falo:

“O que você diria se estivesse conversando cara a cara com essa pessoa?”

Aí eles mesmos encontram a resposta.

Meu ponto aqui é:

Tem muita gente complicando demais o copywriting – quando toda copy deve ser o mais simples possível.

E toda essa complicação atrapalha mais do que ajuda.

O mesmo acontece com email.

Uma das razões que quase ninguém consegue bons resultados com email hoje em dia é por que estão usando modelos e gatilhos e copy demais.

Estão complicando o que era pra ser simples.

Estão falando esquisito ao invés de conversar com as pessoas.

A boa notícia é que se você quer ser alguém que faz chover vendas por email, você não precisa ser um cOpYwRiTeR dE 7 DíGiToS.

Você só precisa escrever de forma natural, como numa conversa.

Mas ainda fica melhor.

Quando você aprende a escrever emails conversacionais, não apenas seus resultados por email vão melhorar – mas todas as suas copys também.

Você já leu algumas das maiores cartas de vendas do mundo?

Elas não parecem nada com esses textos estruturados, engatilhados e manipuladores que estão escrevendo por aí.

Ao invés, é uma copy suave e fluida como uma conversa.

Por que?

Porque os maiores vendedores do mundo não falam e agem como vendedores.

Eles agem e falam como um amigo seu.

Pois sabem que a melhor forma de influenciar pessoas que existe é aquela feita de maneira subconsciente.

E escrever assim é apenas uma das dezenas de habilidades que vou ensinar em meu novo workshop que está por vir.

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Como lucrar entre um lançamento e outro

Eu odeeeeeio lançamentos.

Pra cacete.

Mas parece que muitos “experts” brasileiros ainda adoooooram.

(na verdade, muitos estão à beira do burnout mas como esse é o único jeito que eles conhecem…)

Uma das coisas que acho mais nada a ver em lançamentos é o fato de a grana só entrar de 2 em 2 meses.

As vezes até mais.

Mas como onde existem problemas existem oportunidades…

Aqui vai uma pra quem é copywriter e tem clientes de lançamento:

No intervalo entre um lançamento e outro a gana não entra pro seu cliente, certo?

Porém, as despesas (do negócio e pessoais) não param de vir.

Uma maneira super simples de você ganhar um super extra é assumir a lista de emails do cliente e enviar 1 email por dia promovendo outros produtos (do expert ou de terceiros) em troca de porcentagem.

É um verdadeiro ganha-ganha:

Você vai trazer alguns múltiplos dígitos extras (a custo zero)…

Vai manter a lista aquecida pro próximo lançamento…

E ainda ganhar uma bela fatia das vendas (que você gerou sozinho, sem custo, sem trabalho do cliente)

Você fica feliz.

O cliente fica feliz.

Os clientes do cliente ficam felizes.

O que?

Você não sabe como enviar emails que trazem la plata todo mês??

Então você vai adorar meu novo treinamento de monetização de listas de emails que está no forno.

Será mais um daqueles programas que, para as pessoas certas, vai “se pagar” logo no primeiro mês.