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Não converte. E não sabe o que fazer…

Vou tirar as sandálias da humildade pra dizer uma coisa:

O Workshop de Storytelling e Escrita Criativa está fabuloso.

(não confunda com cabuloso)

(se bem que na gíria, cabuloso é algo muito bom. Então pode ser cabuloso também)

Não apenas pelos elogios dos alunos…

Nem pelos comentários do tipo: “Foi barato demais”.

Mas está cabuloso ver a evolução dos participantes ao vivo – em minutos.

É incrível ver alguém escrever um texto bom… ouvir uma rápida lição… e imediatamente reescrever o texto de uma maneira mais envolvente e persuasiva que antes.

Melhor ainda é saber que eles não estão aprendendo hacks…

Mas sim fundamentos que melhoram toda sua escrita daqui pra frente.

Isso me deixa feliz 🙂

Porém,

Não basta saber escrever bem.

A escrita sozinha só consegue levar alguém até certo ponto.

É por isso que vejo uma porrada de copywriter por aí perguntando em grupos:

“Alguém pode me ajudar? Meu produto parou de converter. Já testei mudar o lead, já fui pelo medo, pela ganância, mas a copy não tá convertendo”

Muito comum, né?

Talvez até já aconteceu com você??

Enfim.

E quais são as respostas do grupo?

São todas do tipo:

“Você precisa melhorar seu mecanismo, bro”

“Teste outra Big Idea, mano”

“Véi, precisa construir autoridade”

“Tá usando whatsapp bot + funil de recuperação + super player de vídeo + plugin que persegue a pessoa nos sonhos?”

Enfim.

Várias sugestões que vão atrapalhar mais do que ajudar.

Por que?

Porque na maioria das vezes, a verdadeira solução pro problema não está na copy nem em ferramentas.

A coisa é sempre mais embaixo.

Fazendo uma comparação com o futebol:

Copy e ferramenta é tipo ter um craque no seu time que joga que uma chuteira tecnológica.

Ele pode até marcar alguns belos gols.

Mas sozinho ele não é capaz de fazer o time vencer o campeonato.

Pra vencer, é preciso um trabalho em conjunto.

Até mesmo pra um craque ser estrela, ele precisa ter um time que arme as jogadas pra ele.

Ou seja: Antes de tudo, vem a estratégia.

Sem estratégia seus resultados são limitados – enquanto seu trabalho não tem limites – pois você fica testando uma tática atrás da outra na esperança de encontrar a salvação.

Faz sentido?

Foi por essa razão que no meu Workshop de Storytelling e Escrita criativa eu não quis ensinar apenas a escrever melhor.

Também vou mostrar como ser um escritor estratégico.

O workshop termina hoje e ninguém mais pode entrar.

Mas o curso de escritor estratégico será feito ao vivo e se você quiser, terá a chance de participar com a gente 🙂

Mais detalhes nos próximos emails.

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Estrategista ganha mais e trabalha menos

Parei de jogar The division.

Depois de um tempo fica repetitivo.

E eu odeio rotina.

Além disso, talveeeezz eu tenha parado por que cansei de apanhar??

Sério.

Eu apanhava muito naquele jogo.

A razão era simples:

É um jogo de tiro, e eu sabia atirar bem.

Mas pra vencer os outros jogadores, não basta atirar bem.

É preciso jogar de maneira estratégica.

Por que a batalha vai muito além de atirar.

Tem movimentação, posicionamento, uso de recursos, trabalho em equipe, trabalho solo, equipamentos, enfim.

Se tudo isso não estiver alinhado, ser o melhor atirador do mundo não vai lhe levar muito longe.

Por outro lado,

Com a estratégia certa você não precisa ser o melhor atirador e, ainda sim, consegue vencer constantemente.

Por que?

Porque a estratégia lhe coloca numa posição mais favorável à vitória.

O mesmo vale pra copy e negócios.

O que mais tem por aí é gente estudando copy, copy e mais copy.

Veja:

Escrever bem é importante.

Ajuda.

Faz diferença.

MAS…

Sem uma boa estratégia por trás, a melhor copy do universo não vai levar você muito longe.

Até mesmo Gary Halbert já se deu mal nesse jogo quando competiu com sua “copy matadora” vs. um copywriter estratégico mas não tão bom em copy, como mostrei aqui.

Por outro lado, estrategistas conseguem gerar mais resultados com menos esforço.

Foi por essa razão que no meu Workshop de Storytelling e Escrita criativa eu não quis ensinar apenas a escrever melhor.

Também vou mostrar como ser um escritor estratégico.

O workshop já está rolando e ninguém mais pode participar.

Mas o curso de escritor estratégico será feito ao vivo e se você quiser, terá a chance de participar com a gente 🙂

Mais detalhes nos próximos emails.

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1 história vale mais que 1.000 conteúdos

Olhe ao seu redor.

Onde circula mais grana no mundo?

No mundo do entretenimento ou da educação?

Compare shows, lutas, eventos – com palestras, seminários e aulas.

Quem é mais bem pago?

Um jogador de futebol ou um professor?

Tem mais.

O que as pessoas buscam o dia inteiro?

Se divertir ou estudar?

Mais:

O que bomba na internet?

Vídeos que entretêm de alguma forma ou aulas?

“Já entendi Bruno. Mas então você quer dizer que marketchen de conteúdo não funciona?”

Na verdade…

Funciona sim.

Mas produzir um conteúdo por dia durante 365 dias é como tirar leite de pedra.

É um trabalho dos infernos, que destroi sua vida pessoal e lhe torna escravo do próprio negócio.

Legal, né?

Como se não bastasse…

Conteúdo não é a forma mais fácil de influenciar e persuadir pessoas.

Pra entender isso precisamos sair um pouco dessa bolha digital e observar os maiores líderes e influenciadores da humanidade.

Gandhi não fazia conteúdo.

Jesus não fazia conteúdo.

Luther King não fazia conteúdo.

Abraham Lincoln não fazia conteúdo.

Mandela não fazia conteúdo.

Hitler não fazia conteúdo.

Ainda assim, todos eles influenciaram milhões de pessoas a fazerem coisas mais difíceis do que comprar um infoproduto, concorda?

Ok.

E como eles fizeram isso?

Usando, entre outras coisas, histórias.

Histórias de conquistas, derrotas e principalmente, de um futuro melhor.

O passado inteiro da humanidade prova que uma boa história vale mais que 1.000 conteúdos.

Enfim.

Se você acredita que o mundo mudou, que o ser humano mudou, e que hoje conteúdo vale mais que tudo…

Boa sorte com seu trabalho de conteúdo.

Mas se você já cansou desse circo de horrores, quer sair da bolha dos gurus e seus conteúdos, e ter melhores resultados com menos esforço de marketchen…

Eu sugiro você aprender a contar boas histórias e usar entretenimento em sua copy.

Exatamente como vou ensinar aos participantes do meu Workshop de Storytelling e Escrita Criativa que acontece hoje.

Mas se você não é um desses 10 sortudos e quer aprender a vender com histórias…

Saiba que estou preparando alguns combos de produtos pra lhe ajudar com isso.

Aguarde alguns dias.

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Fui seduzido pelo Conde Drácula

Reze pra eu não me transformar numa criatura da noite.

Ou você receberá emails na madrugada 🙂

Veja:

Assim como eu nunca gostei de escrever…

Nunca gostei de ler.

Na verdade…

Sempre ODIEI ler.

Por que?

Porque fui apresentado à leitura na escola.

E que leitura eles empurram pra crianças viciadas em Samurai X e video-game como eu??

O cortiço…

Grande sertão…

Memórias Póstumas de Brás Cubas…

Vidas Secas…

Sério?

Empurrar pra criança livro que nem adulto entende??

Enfim.

Toda essa “motivação” me fez começar a ler só depois de adulto.

Mas ainda assim, nunca gostei de romances, histórias ou qualquer tipo de ficção.

Sempre achei tão chato quanto ir pra missa.

A vida inteira só li livros de não-ficção sobre empreendedorismo, marketcheng, desenvolvimento gurucional e afins.

Espere.

Pausa por 1 minuto.

Quero reforçar que mesmo sem nunca gostar de escrever, nem ler, hoje eu vivo de minha escrita.

O que mostra que ninguém precisa de dom ou talento pra fazer o que quiser na vida.

Só precisa de desejo e determinação.

Continuando…

Mas agora, no auge dos meus 36 anos, eu finalmente me interessei por ficção.

Engraçado que meu interesse surgiu por causa de filmes, séries e video-game.

(ou seja, se tivessem me mostrado esses tipos de livro na infância eu poderia ter desenvolvido esse hábito desde pequeno)

Eu assistia algo e pensava:

“Caramba, o que passou na cabeça do cara pra escrever isso?”

Uma coisa levou a outra e fui parar em Clube da Luta.

Adorei o ritmo louco da escrita do Chuck.

Aí descobri que meu jogo favorito tinha livros.

Fui ler e gostei também (série Tom Clancy – The division)

Aí pensei:

“Sempre tive atração por vampiros. Deve ter alguns livros bons sobre eles”

Pesquisei e encontrei dezenas.

Mas todos vampiros fofinhos, feitos pra mulheres fofinhas.

Nah…

Nada contra. Mas não gosto.

Priscilla adora Crepúsculo, tem todos os livros e eu já comecei a ler um pra testar.

Mas foi só decepção.

Aí descobri que Stephen King escreveu um livro sobre vampiro.

Hum…

Adorei o livro Sobre a escrita dele.

Mas fui ler A torre negra e odiei, ha ha.

Mesmo assim, fui ler o tal vampiro do Stephen e…

É…

Eu…

…não consegui passar da segunda página.

Nem me critique. Gosto não se discute.

Não sou obrigado a ler o que não gosto (já basta aquele vestibular maldito).

Nem vou ler uma história chata esperando que ele melhore no capítulo 5.

Enfim.

Continuei minha pesquisa e todo mundo falava do Drácula.

Eu adoro a história.

Porém:

Eu já conhecia de cabo a rabo de tanto assistir filme e série de drácula.

Além disso, eu pensava:

“O livro foi escrito em 1897. Por um irlandês. Deve ser uma leitura fácil como a bíblia.”

Mas por falta de opção, dei uma chance ao vampirão.

Peguei a versão em português.

Não sei o quanto ela é fiel à original mas uma coisa eu lhe digo:

O Conde Drácula me seduziu.

A escrita do cara é macia de ler e atiça sua curiosidade – mesmo você já conhecendo TODA a história.

Isso me fascina.

Também me fascina ver uma história escrita há 125 anos, sendo lida, relida, filmada e refilmada até hoje.

Arrisco a dizer que Drácula é uma obra imortal.

Isso é algo que só a escrita faz.

Porém…

Uma coisa me desanimou em Drácula:

Descobri que quando Abraham escreveu o livro (1897), todo mundo caiu de pau no cara.

Foi criticado, cancelado, xingado e o escambal.

E o livro só fez sucesso décadas depois da morte do autor.

Que merda, hein?

Mas acontece.

Viver da escrita tradicional é dureza.

De fato, sabia que você tem mais chance de ser atingido por um raio, duas vezes, do que ganhar a vida como um escritor tradicional?

Triste verdade.

A boa notícia é que existem outras formas de viver da nossa escrita.

Uma delas é escrevendo 1 email por dia.

Pra ajudar pessoas que querem seguir esse caminho, estou terminando de gravar meu novo curso chamado:

Newsletter de 6 dígitos.

Nele vou mostrar como fazer de 1k a 8k por mês com uma estupidamente simples newsletter.

Mas NÃO É nenhum método-sexy-10x-planetórico-secreto pra fazer 100k copiando e colando meus templates melionários.

Isso não existe.

O que ofereço é um caminho sólido e simples, pra quem tem fé em si mesmo e consistência pra dar 1 passo por dia.

Se você é aluno do Workshop de Storytelling, em breve vai estar disponível como bônus pra você (enviarei email com detalhes).

E se você não está no workshop mas se interessou, em breve você poderá adquiri-lo.

Mas somente enquanto durar o estoque digital 😉

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A magnífica vida de influencer

É isso que você quer pra sua vida?

  • Acordar com xícara de café, 2 boquinhas e colocar horário
  • Story de 15 segundos dando bom dia e falando algo motivacional
  • Repostar story de frase
  • Mostrar algo fofo do neném em 3 stories
  • Se maquiar nos stories
  • Boomerang de make
  • Repostar o que vale a pena
  • Foto estilo pinterest com hora e localização
  • Repostar 1 análise de mkt
  • Boa noite com frase de pensamento
  • Stories orgânicos do dia
  • Tema do dia

Veja bem:

Esse é somente o “script básico” do dia a dia de uma influenciadora do instagram – que vazou recentemente.

Script. Básico. De stories.

Ali não está tudo que entra além do básico (publis e afins), outros formatos do insta, o que ela faz em todas as outras redes sociais, e o que ela faz no dia a dia (ensaios, entrevistas, presença vip, aparições e afins).

Enquanto a vida comercial desses grandes influenciadores é lotada…

A vida pessoal é cada vez mais vazia.

Não sou só eu dizendo isso.

Um evento que ocorreu em junho nos EUA (Vidcon2022) disse que cerca de 90% dos criadores de conteúdo lidam com burnout.

(burnout – síndrome do esgotamento)

Olhando aqui de fora, é de dar inveja conhecer aqueles lugares paradisíacos, andar nos carrões esportivos, jatinho, comidas de alta gastronomia, WOW!

Tudo isso em troca de umas postagenzinhas.

Parece a vida dos sonhos.

Mas pra maioria, é o oposto.

Por trás de todo aquele glamour se escondem pessoas infelizes que não aguentam mais aquela vida.

Loucura, não é?

Mas se você assistir entrevistas sinceras de influenciadores que tiveram coragem de se abrir, vai ver que eles dizem a mesma coisa:

“Chega uma hora que tudo fica automático. A gente sai do ar e vai apenas seguindo o fluxo da agenda, sem se dar conta que a vida está passando por nós”

Ok .

Mas por que estou lhe dizendo isso?

Veja, é bem provável que você não queira ser influenciador.

Mas talvez você ainda acredite que a única maneira de se dar bem na internet é produzindo conteúdo e se expondo nas redes sociais.

O problema disso?

Foi assim que todos esses influenciadores começaram.

Produzindo um conteúdo aqui, outro ali. Um storie aqui, outro ali.

Aí a coisa foi crescendo, crescendo, crescendo… até quando a própria vida se tornou o negócio deles.

Quer ver uma coisa?

O que acontece com a maioria desses gurus e influenciadores se eles pararem de postar e produzir pras redes sociais??

Acabou o negócio.

Quer dizer, a gente veio pra internet em busca da liberdade…

Aaí a gente constrói um negócio inteiro que depende 100% de nossa vida??

Que merda é essa?!?

Enfim.

Se essa vida te faz feliz, siga em frente.

Mas se você está em busca de outro caminho, experimente o modelo de newsletter.

É tão simples e poderoso que parece até conversa de guru trambiqueiro ;p

Eu digo isso por que eu mesmo demorei pra acreditar e seguir esse caminho do email.

Por que é tão simples que parece que não funciona.

Mas como já disse Da Vinci:

“A simplicidade é a máxima sofisticação”

É a mais pura verdade.

Pois esse modelo de negócio não é nenhum método que eu criei.

É algo usado e aperfeiçoado por Ben Settle há cerca de 14 anos.

O qual ele aprendeu com seu mentor, que vendia por email desde o início dos anos 2000.

Pense nisso.

Por fim, veja abaixo o email que recebi ontem, de um dos alunos.

E se você quiser um passo a passo pra como criar e crescer sua newsletter de 6 dígitos – sem fórmulas mágicas – na próxima semana vem aí meu curso sobre isso.

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O mundo foi tik-tokzado e você pode ser a salvação

Eu não tenho redes fossiais no celular.

(só o youtube, onde vejo stand-up, entrevistas e tutoriais para meus problemas do dia-a-dia)

No computador eu acesso facebook 1 vez por dia e linkedin menos que isso.

E até esses dias eu nunca tinha acessado o tik tok.

Na verdade, eu já fiquei enojado de tik tok logo no início, quando eles anunciavam suas besteiras no youtube.

Mas enfim.

Semana passada eu finalmente vi o tik tok por dentro.

Mel Dels…

É muito idiota.

Fale sério.

Só tem:

Danças loucas.

Mulheres sensualizando.

Babaquices sem sentido que não consigo classificar como nada além de merda.

E pessoas falando com voz de gás hélio.

Ainda assim, é a rede que mais cresce no mundo.

Já passou de 1 bilhão de usuários e logo deve ficar maior que o insta, com 1.4 bi.

E por isso eu lhe escrevo pra dizer que estou oficialmente abrindo meu canal no Tik Tok 🙂

Ha ha

NÃO!

A questão é: muita gente entra nessa bolha e começa a acreditar que o mundo é isso agora.

Que tudo é vídeo e que se você não seguir a tendência, está fora.

Mas que bom que não é verdade.

Pois o tik tok é apenas uma bolha.

Um movimento.

E como todo grande movimento, da mesma forma que tem gente aderindo e gostando do tik tok, tem gente virando a cara e seguindo outra direção.

Por exemplo:

Você sabia que o Brasil acabou de bater recorde em vendas de livros?

Pois é.

Em plena era do vídeo.

Veja:

O tik tok e redes sociais em geral são feitas apenas pra distrair, com conteúdo superficial.

Mas ainda existe uma multidão que busca conexão e ideias mais profundas.

E elas encontram isso na leitura.

Não é por acaso que o movimento de newsletters está crescendo em todo o mundo e também no Brasil.

Porém, isso NÃO É a próxima onda.

Newsletters jamais vão ultrapassar redes sociais e afins em número de usuários.

O público mais leitor e pensante sempre será menor.

Mas acredite, é melhor assim.

Por que?

Porque o público leitor é mais qualificado e valioso.

Na prática, isso significa que pra ter um negócio lucrativo de escrita você não precisa de milhões de seguidores.

Caramba, minha newsletter bateu 6 dígitos com apenas centenas de leitores.

Ou seja:

Um negócio baseado em escrita consegue literalmente lucrar mais, com um público bem menor.

Pra mim, é um dos melhores modelos de negócio que existem.

Também é uma excelente maneira de simplificar seu marketcheng ou transformar seu hobbie numa fonte de receita.

Sério.

Veja os temas de algumas das maiores newsletters do subtack, por exemplo:

  • História e política dos EUA
  • Jornalismo investigativo
  • Economia e cultura
  • Esportes e negócios
  • China
  • Estratégia e produtividade
  • Gravidez e Parentalidade (ser pai/mãe)
  • Escrita e escritores
  • Ciência médica
  • Filmes
  • Feminismo e comédia
  • Crypto
  • Basquete feminino
  • Lei

E praticamente todas elas são negócios de 1 pessoa só, construído e mantido apenas pelas ideias e opiniões do escritor.

Isso me fascina.

Se também lhe fascina, então você vai adorar meu curso detalhado sobre isso que está saindo do forno nos próximos dias chamado:

Newsletter de 6 dígitos.

Não é nenhum método mágico pra fazer 100 mil em 7 dias…

Mas um caminho sólido pra criar sua newsletter de até 6 dígitos no ano – com apenas 1 email por dia.

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Viver da escrita ou escrever pra sobreviver?

Nunca gostei de ler.

Muito menos de escrever.

Mas ainda assim, vivo da minha escrita.

Estranho, não é?

Mais estranho ainda é saber que existe uma porrada de pessoas por aí que literalmente AMAM escrever…

…mas não conseguem viver de sua escrita.

No máximo elas trabalham feito condenadas pra conseguir apenas sobreviver de sua escrita.

A diferença entre viver e sobreviver da escrita?

Pra mim, sobreviver é:

Trabalhar muito e ganhar pouco.

Viver é o oposto.

Mas viver da escrita não é fácil.

Esses dias descobri que a maioria dos grandes autores não conseguem viver apenas de sua escrita.

Eles possuem empregos ou outros trabalhos.

Estranho, né?

O que um sergipaninho desconhecido como eu tem que grandes autores não tem?

A grande diferença é que eu trato a escrita como um negócio.

Eles tratam como arte.

Eu procuro formas de monetizar minha escrita por conta própria.

Eles esperam que os outros vendam sua escrita por eles.

Eu vendo 5 dígitos extras por mês pra meus clientes.

Eles vendem artigos, posts, roteiros…

Percebe a diferença?

E no meio de tudo isso existe uma maneira ainda mais simples de viver bem através de sua escrita:

Com uma newsletter.

Nesse ponto o sergipaninho aqui não está sozinho.

Grandes autores estão usando newsletters pra não depender de livros e viver de sua escrita.

É o caso de Chuck Palahniuk – autor de Clube da Luta – que possui uma newsletter sobre escrita com milhares de assinantes pagantes.

Também de Ryan Holiday – autor de Acredite em mim, estou mentindo – que possui uma newsletter gigante sobre estoicismo.

Grandes Jornalistas também possuem algumas das maiores newsltters do substack (plataforma de newsletter).

Enfim.

Se viver da escrita com uma simples newsletter é um caminho que lhe interessa…

Nos próximos dias vou vender separadamente o curso Newsletter de 6 dígitos (que será entregue como bônus para os participantes do workshop de Storytelling e Escrita Criativa).

Fique de olho nos próximos emails.

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Como escrever gostoso e sem pressão

Semana passada assistimos Top Gun.

Que bost–

Sacanagem 😉

O filme é fantástico.

Mesmo com uma história ultra mega simples, o filme prende a gente do início ao fim.

E as cenas de ação??

Oh boy…

Inclusive eu recomendo que você assista no cinema enquanto ainda não saiu.

Por que ver e ouvir aqueles caças se explodindo num telão com o som estourando os tímpanos é o melhor pro nosso coração.

Também dá pra aprender algumas coisinhas com Tom Cruise (aquele gato).

Uma das maiores lições que ele passa pra sua equipe é também válida pra ajudar copywriters e experts na hora de escrever, pra eliminar a pressão.

Você sabe, aquela tensão que vai subindo em nosso corpo pra nos forçar a escrever algo incrível.

Você digita as primeiras palavras, acha uma merda. Apaga. Tenta de novo. Bela bosta. Apaga.

A pressão aumenta.

Aí a gente nem digita mais.

Apenas escreve mentalmente e já apaga nos próprios pensamentos.

Mais pressão.

“Preciso de inspiração” Dizemos a nós mesmos enquanto começamos a rolar pela internet em busca de respostas.

Tic tac. Tic tac.

Os minutos passam mas a maldita boa ideia pro texto não aparece.

“AHHHHHHH que MERDA”

E quando não dá mais tempo, a gente se entrega à pressão e acaba escrevendo uma das primeiras ideias do jeito que dá.

No final, não gostamos do resultado mas é o que tem pra hoje.

Funciona.

Mas você concorda que não é a maneira mais prazerosa de escrever?

É aí que entra a lição de Maverick (Tom Cruise em Top Gun):

“Não pense. Faça”

Ficar escrevendo mentalmente e buscando ideias na internet quase sempre só leva a frustração.

A gente fica pensando, pensando pensando…

E aquela chuva de pensamentos inunda a mente e afoga nossa criatividade.

Nada bom.

Pra mim, a solução é pensar menos e escrever mais.

Sem se preocupar se está bom, se faz sentido, se as pessoas vão gostar.

Por que quando está escrevendo, você elimina a pressão (pois já está escrevendo) e ainda estimula o cérebro a escrever – não a pensar.

E assim a gente produz um texto muito melhor do que aquele resultante da chuva de pensamentos aflitos.

E pra deixar a escrita ainda mais leve, gostosa e divertida, eu sempre uso infotretenimento.

(se ainda não sabe o que é, eu expliquei aqui)

Pois ao invés de ficar pensando em big idea, estruturas e outras complicações, eu apenas começo pela parte divertida do entretenimento e naturalmente a parte “séria” da copy vai surgindo em minha mente e no meu texto.

É um processo gostoso de escrever, que produz textos que as pessoas adoram ler, e ainda gera vendas.

O melhor dos 3 mundos.

É esse processo que vou mostrar em detalhes e praticar junto com os participantes do workshop de storytelling na próxima semana.

Mas as vagas já foram preenchidas e eu só comentei isso pra fazer invejinha em quem ficou de fora 🙂

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Gangue nojenta invadiu minha festa de aniversário

Estou lhe escrevendo mais tarde que o normal.

Ainda estou cansado.

Ontem comemoramos meu aniversário lá na roça.

A festa teve:

  • Meu irmão gordinho, anti-social e recluso, que nunca vai pra nada da família – dançando até o chão e roubando a cena e os olhares de todos
  • Crianças nuas brincando na lama provocada pelo esguicho de água de um cano furado
  • Minha cachorra de pelos brancos e lisos como uma pelúcia, aparecendo toda coberta de azeite de dendê que achou nos restos do almoço de algum convidado (o almoço foi com vatapá e caruru)
  • Eu vencendo a disputa de passar por baixo da cordinha dançando É o tchan
  • Meu primo chegando 12:30 e ficando bêbado de cambalear à 13:00, depois de apenas 4 latinhas de cerveja (que ele nem tomou sozinho).
  • Meu amigo Magno tendo que ir embora logo no início da festa por que a vizinha ligou avisando que ele deixou o portão da garagem aberto
  • E uma gangue de sapos que queria arruinar minha festa.

Pois é.

Eles chegaram no sábado à noite na casa.

Primeiro um deles invadiu o banheiro e assustou Priscilla.

Botei pra fora.

Outros 2 invadiram a sala e a cozinha e foram postos pra fora.

Até aí pareciam sapos comuns.

Mas um deles invadiu o quarto e fez 3 pessoas de idiotas (incluindo eu).

Corri atrás do sapo com uma vassoura mas o safado foi pra baixo da cama… e desapareceu.

Meu amigo (Everaldo) se abaixou ora olhar, mas nada do sapo.

“Amor, ele deve estar dentro da cama box” Disse a mulher de Everaldo.

Ele levantou a cama e lá estava o bicho, agarrado num canto como o homem-aranha.

“Bruno, ele tá aqui! Êta, ele saiu e tá indo praí. Peeega”

Preparei a vassoura e fiquei esperando o bicho chegar.

Mas o sapo ninja se esquivou de mim, pulou por cima da vassoura e foi pra debaixo do guarda-roupa.

“Pegou ele?” Perguntou o casal.

“Não… Não acredito que estamos sendo feito de idiotas por um SAPO” desabafei com vergonha enquanto meus pais mangavam da gente lá da cozinha.

Elisângela pegou uma vassoura e foi fazer o que 2 homens crescidos não conseguiram: Botar um sapo pra fora de casa.

Ela se abaixou, passou vassoura de um lado pro outro, batia na parede, batia no guarda-roupa, mas nem mesmo uma mulher arretada foi párea pro sapo (ele devia ser o cabeça da gangue).

Então nós 3 juntamos forças (e vassouras) e conseguimos espantar o sapo de debaixo do móvel…

Mas ele saiu pulando como Daiane dos Santos e se escondeu debaixo de um caixote de madeira.

“QUE PORRA É ESSA?!?” Gritei puto.

“Levante o caixote que vou pegar ele com a mão” Disse Everaldo desesperado.

“Se você pegar nesse sapo não vai mais encostar em mim, viu??” Ameaçou a esposa de Everaldo.

Mas naquele momento o amor de meus amigos não me importava, eu só queria tirar aquele sapo dali pra calar a boca de toda a plateia que se formou na casa.

Levantei o caixote e Everaldo, com medo de dormir no sofá, usou uma pá e uma vassoura e finalmente conseguiu pegar o sapo acrobata.

“Aeeeeeeeeeee” Celebramos quase nos abraçando.

Mas você pensa que o sapo deixou ser levado assim sem lutar??

Ha-ha.

O mestre anfíbio usou sua agilidade e conseguiu se livrar das garras de Everaldo mais uma vez.

(ouvindo a história assim me fez pensar se Everaldo não foi comprado pelo sapo)

Mas aí Elisângela conseguiu segurar o bicho com a vassoura e gritou:

“Pega ele Everaldo!” Mas foi um grito seguido por aquele olhar ameaçador que só uma esposa braba sabe fazer.

(sabe qual é, né?)

Esse pequeno incentivo foi suficiente pra Everaldo dar um jeito de pegar o sapo e levá-lo pra fora de uma vez por todas.

“Caramba…” comemoramos aliviados.

E enquanto todo mundo ficava zoando a gente sem acreditar…

Eu só pensava que isso daria um belo email he he.

Mas enfim.

Existe uma lição nisso tudo:

Sempre feche as portas antes de escurecer??

Também.

Além disso:

Nunca subestime a simplicidade.

Ninguém imaginou que um sapo que mal se locomove direito na terra seria capaz de driblar 3 adultos dentro de um quarto…

Mas acontece.

Da mesma forma, algumas pessoas subestimam a simplicidade do email e não acreditam que é capaz de gerar múltiplos dígitos por mês com ele.

Mas acontece.

Pra isso você só precisa usar o email de uma maneira diferente da que fazem por aí.

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+100k com 1 email por dia

Imagine você:

Escrever apenas 1 email por dia, livremente, sobre um assunto que você AMA…

E ainda receber mais de 6 dígitos por ano pra fazer isso?

Bão demais, né?

Mas ainda fica melhor.

Imagine conseguir isso:

Começando do nada.

Sem autoridade.

Sem seguidores ou audiência.

Sem mostrar a cara em redes sociais.

Sem fazer lives.

Sem produzir conteúdo.

Sem fazer tráfego pago.

Sem fazer lançamentos.

Sem naaaaada do que os gurus dizem por aí…

E usando apenas 1 email por dia, trazer os 6 dígitos pra casa?

Esse é um poder de uma newsletter bem escrita.

Na minha opinião, é uma das melhores maneiras pra fazer uma grana extra como copywriter ou pra transformar uma paixão ou hobbie numa bela fonte de receita mensal.

É também uma excelente alternativa pra quem quer viver de sua escrita sem depender de clientes, nem da sorte de seus livros virarem bestsellter.

Criar uma newsletter de 6 dígitos é também o que vou ensinar em um dos bônus do meu Workshop de Storytelling e Escrita Criativa.

Saiba mais aqui:

Eu sei que só escrever bem não leva ninguém a lugar nenhum.

Por isso, nesse workshop eu não apenas vou lhe ajudar a escrever melhor NA PRÁTICA, escrevendo e tendo meu feedback…

Como também vou lhe mostrar como ser um escritor estratégico (que entende do negócio) e ainda como monetizar sua escrita das melhores maneiras.

É como ensinar a pescar, sair pra pescar com você, e ainda mostrar como transformar seu peixe num negócio simples e lucrativo.

MASSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS

Só resta 1 vaga pra participar do workshop.

Quando acabar, acabou.