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Como fisgar clientes dos sonhos

Sabe por que a maioria dos copywriters são quebrados…

E não chegam nem perto de fazer seus tão sonhados 10k por mês?

Vou lhe dizer:

Não é por não saber escrever bem. Existem vários copywriters excelentes… que vivem na quebradeira.

Não é por não ter portfolio. Existem copywriters com zilhões de dígitos nas costas mendigando projetos em grupos de copy.

Não é por causa do seu nível de habilidade (júnior, pleno e o escambal). De novo, tá cheio de seniors quebrados por aí.

Não é por falta de trabalho. Tá cheio de gente postando vagas e projetos de copy por toda a web.

Tudo isso influencia sim, mas como você pode ver, não é o que faz a GRANDE diferença nos resultados deles.

Quer saber o que faz a GRANDE diferença na vida (pessoal e financeira) de um copywriter?

São os clientes com os quais ele trabalha

Veja:

Você pode ser o melhor copywriter do Brasil, ter 20 dígitos no portfolio e saber todos os macetes do negócio…

Mas…

Tudo isso não vale nada…

Se você trabalhar com os clientes errados.

Tudo isso não vale nada se você trabalha numa empresa com salário fixo.

Não vale nada se você vive de projetinhos isolados aqui e ali.

Não vale nada se você trabalha com experts pequenos, com audiências minúsculas e 1 produto só.

Não vale nada se você trabalha pra grandes experts – mas por um valor fixo pra escrever os lançamentos dele, por exemplo.

A conta não fecha.

É quase impossível chegar nos 10k/mês (objetivo da maioria).

E a grande razão é uma só:

Os clientes com os quais o copywriter trabalha

Clientes que:

  • Pagam pouco
  • Não tem recursos (grana, lista, produtos, ativos, etc)
  • Não tem um modelo de negócio sólido
  • Não valorizam seu trabalho
  • Não entendem e ainda se metem em seu trabalho

Enfim.

O que estou tentando dizer é que:

A maioria dos copywriters se dedicam a estudar copy pra ficar “fodões”. Só que não adianta nada você ser fodão se você estiver com os clientes errados que não possuem os recursos pra seu trabalho dar frutos.

É como dar um fusquinha a Ayrton Senna e esperar que ele ganhe um grande prêmio de fórmula 1 com esse carro.

Não vai rolar.

Por mais que Senna fosse o melhor piloto do mundo, sem os recursos certos (no caso dele, o carro), ele jamais venceria.

O mesmo vale pro copywriter.

Imagine você escrever uma copy brilhante que começa a converter acima da média. Porém, seu cliente só tem uma audiência de 10.000 pessoas e sua copy maravilhosa não trouxe mais que 10k pro negócio.

Por que?

Por que a audiência e os recursos são limitados. E por conta desse “detalhe”, sua copy, por mais maravilhosa que seja, nunca vai fazer 7 dígitos.

É tudo uma questão de matemática.

E é tudo uma questão de trabalhar com os clientes certos.

E quem são os clientes certos?

Aqueles que já possuem sucesso, e que possuem recursos.

Veja: Com o cliente certo (com recursos), aquela mesma copy brilhante do exemplo acima (que nem precisava ser tão brilhante assim) poderia trazer, ao invés de apenas 10k, múltiplos 6 dígitos numa tacada só.

Veja: a mesma copy.

Mas pra um cliente ela fez 10k. Pra outro, ela faria 300k.

A mesma copy.

A única diferença? O cliente (e seus recursos).

Percebeu a importância de trabalhar com os clientes certos?

É por isso que 1 único bom cliente pode mudar sua vida (como já aconteceu com David Ogilvy, Gary Halbert, John Carlton e vários outros copywriters – incluindo eu).

Mas como fisgar esse tipo de cliente? Você pergunta.

Bem, existem váááárias maneiras por aí…

E a maioria é extremamente tosca.

É tipo: ir a eventos, fazer networking, produzir conteúdo, trabalhar de graça, chuva de mensagens no linkedin, e outras tosqueiras que os gurus ensinam.

Como disse, tudo tosqueira.

(se você já tentou isso, sabe do que estou falando)

Porém, existe uma maneira quase infalível de fisgar grandes clientes.

Maneira essa que era usada por ninguém menos que: Gary Halbert.

Pois é.

Quando aplicada corretamente, essa estratégia é praticamente infalível.

Não por mágica. Nem por usar uma copy matadora. Nem nada disso.

Mas sim por se tratar de uma abordagem tão impactante, que é impossível de ser ignorada.

E quando enviada para os clientes certos (pessoas de sucesso com visão de negócios), essa abordagem os deixam maravilhados, quase em êxtase com sua atitude audaciosa. E normalmente isso faz com que eles peguem o telefone e imediatamente entrem em contato com você.

Verdade.

Porémm cara pálida…

Essa estratégia obviamente não se trata de um simples template de copy pra copiar, colar e enviar pros clientes.

Não senhor.

Ela requer dedicação. Pesquisa e esforço de sua parte.

Não é nada de outro mundo. Na verdade é tudo muito simples.

Porém…

Parece que a maioria das pessoas são preguiçosas e não estão dispostas a lutar por seus sonhos. Até mesmo quando o mapa do tesouro é dado de bandeja, elas não tem coragem de cavar pra desenterrar o prêmio. E nesse caso, não há nada que possa ser feito por esses indivíduos.

Mas se você não é assim, e acredita que vale a pena se dedicar pra conseguir um grande cliente dos sonhos (ou vários deles)…

Então você vai adorar o compilado de lições de Gary Halbert que estou preparando, pois nele vou explicar essa estratégia em detalhes, dar exemplos e até dar modelos de copys fornecidas pelo próprio Gary.

Como disse, o verdadeiro mapa do tesouro para grandes clientes, perfeito para quem está disposto a cavar pra ter uma vida melhor.

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Sem Isso, Sem Venda

Com certeza ele não é do seu tempo…

Mas você já deve ter ouvido falar de Clark Gable??

Bem, ele foi um dos maiores galãs de Hollywood de todos os tempos.

O simples ouvir do nome do sujeito já causava um calorzinho nas mulheres da época.

Mas parece que não em todas.

Pois uma em especial, Carol Lombard – também atriz em alta de Hollywood, parecia não se sentir tão atraída assim pelo galã.

Mas um dia, Carol foi convidada pra uma festa. No caminho, um grupo de caras nojentos surgiu e tentou abusar da musa. Por sorte, Clark Gable estava passando na hora e pulou no meio da confusão, surrou os malfeitores e salvou Carol do pior.

Wow… pareceu até uma cena de filme, não foi?

O alívio dela foi profundo. Carol teve um pico de endorfina, o que significa a criação da química cerebral do prazer que inundou o sistema nervoso dela. Essa explosão de endorfina quase sempre ocorre quando alguém sente um grande alívio pós stress.

De fato, Carol ficou tão maravilhada em ser salva pelo galã, que passou a enxergá-lo com outros olhos.

Pouco tempo depois, os pombinhos acabaram se casando, e permaneceram juntos até quando a morte os separou.

Que sortudo esse Clark, não é? Passar no lugar certo, na hora certa??

Bem… na verdade, não.

“O quêêê??””

Pois é. Não teve nada de sorte nesse acontecido.

A verdade é que os tais bandidos eram apenas dublês contratados por Clark e todo o acontecido não passou de uma encenação pra conquistar Carol.

“Que absurdo!” Você pensa.

Que absurdo, eu penso também.

Mas não estamos aqui pra julgar o sr. Gable, estamos?

Não mesmo.

Estamos aqui pra aprender sobre copywriting e negócios, e mais especificamente, sobre uma importante lição ilustrada muito bem nesse acontecimento.

A lição é a resposta pro título desse email.

É também a solução para quase todos os seus problemas de conversões. Pois sem essa “coisa”, a venda não acontece.

Do que estou falando?

Estou falando da…

Mudança de Paradigma

E pra você entender melhor esse conceito, primeiro precisamos deixar claro o que é paradigma (aquela palavrinha que ouvimos muito mais sabemos pouco sobre).

Bem, quando se trata de marketcheng e psicologia (nosso ramo), paradigma é um quadro mental em que a pessoa se encontra.

E esse quadro é formado pelo conjunto de crenças, sentimentos e experiências que a pessoa carrega naquele momento.

Ok até aqui?

A questão é que todo mundo que chegar até você (ou sua empresa) vai estar num determinado paradigma. Paradigma esse que normalmente não é favorável ao seu produto.

Por exemplo: Os copywriters e empreendedores que chegam até mim não estão favoráveis a trabalhar com email. De fato, a maioria deles nem acredita que email funciona mais. Isso significa que pra eu convencê-los a trilhar o caminho do email comigo, eu preciso causar uma mudança de paradigma neles.

Faz sentido?

Na prática, a maioria dos negócios precisam causar alguma mudança de paradigma pra ouvir o sim de seus clientes.

Alguns paradigmas são menores, outros maiores e mais difíceis de serem mudados.

Porém, essa mudança de paradigma não precisa levar semanas nem dias pra acontecer. Quando bem engenhada, ela pode ocorrer de maneira instantânea.

De fato, essa era uma das maiores armas de Gary Halbert.

Todas as copys e estratégias que criava, ele fazia pensando em como causar essa mudança de paradigma nas pessoas, pra que elas comprem seus produtos.

Oh boy.. e Gary fazia isso com uma incrível maestria.

A boa notícia é que você não precisa fazer como Clark Gable e forjar uma tentativa de sequestro contra seus clientes pra fazê-los lhe ver com outros olhos.

Não, não…

Você pode ser mais elegante, fazer como Gary Halbert e causar mudanças de paradigmas instantâneas apenas dizendo certas coisas em sua copy, ou se comportanto de uma certa maneira, ou ainda proporcionando uma certa experiência pra seus clientes…

Algo que veremos como fazer em detalhes, no compilado de lições de Gary Halbert que estou produzindo 🙂

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Leads qualificados de alto ticket?

Hoje meu dia inteiro foi dedicado a ela:

Isabella 🙂

(nossa filhinha que nasce em poucos meses)

Graças a Deus os exames mostraram que está tudo bem com ela, com o coraçãozinho dela, e com a placenta, e com um monte de coisa abstrata que passava na tela e o médico jurava que era algo importante dentro de minha filha.

Oh boy… não tem como não ter uma sensação de alívio ao ouvir isso.

No fim das contas, saúde é sim o que mais importa. E se você perguntar isso a qualquer milionário com câncer (ou outra doença que interrompa sua vida), todos vão concordar comigo.

Mas enfim.

Sabe o que tem tirado a saúde de muitos prestadores de serviços, mentores e qualquer um que vende serviços de alto ticket??

Leads desqualificados.

Sério.

Não tem nada pior do que montar uma estratégia, criar um funil, botar uma grana em anúncios e começar a fazer reuniões o dia inteiro com as pessoas erradas – que jamais contratarão seus serviços e estão na call apenas pra tentar sugar algo de você.

Pois é.

Eu já passei por isso também.

Comigo mesmo e com clientes.

E vou te dizer: Nessas horas é muito fácil culpar os prospectos, o facebook, o copywriter ou qualquer outra coisa.

O difícil mesmo é abandonar tudo isso e se dedicar a fazer o funil funcionar direito, pra só trazer pessoas qualificadas.

Bem, talvez isso fosse difícil para nós meros mortais, mas não pra Sir Gary Halbert.

Uma vez Jay Abraham (uma das maiores mentes de marketcheng do mundo, o cara pra quem Gary ligava quando tinha um problema) contratou o Príncipe do Impresso pra escrever um anúncio pra Jay conseguir novos clientes de consultoria.

Gary seguiu seu processo de escria de cartas (o que você verá em meu compilado de maneira detalhada 🥰) e criou um anúncio magistral.

Então o texto pra Jay e disse: Rode-o em página inteira na capa do jornal LA Times.

Ok, disse Jay.

Mas Jay o rodou apenas como meia página dentro de uma seção do jornal local…

Porém, a copy era tão boa, e estava sendo exibida relativamente para as pessoas certas, que mais ou menos 600 pessoas ligaram querendo contratar Jay.

Mas você pensa que Jay ficou feliz??

Nãããããooo.

Ele ligou pra Gary e disse:

“Ei Gary, sabe aquele anúncio que você escreveu? Então, ele não deu muito bom. Ele trouxe muita gente desqualificada”

E putz… se você ler o anúncio vai ver que é totalmente focado em qualificação de pessoas.

Gary não ficou feliz, mas ao mesmo tempo sabia que, como todo gênio, Jay era um pouco… digamos… louco?? Excêntrico?? Enfim. Alguns anos depois, Gary estava conversando com um dos funcionários de Jay, e este revelou a Gary o seguinte:

“Sabe por que aquela copy que você escreveu não deu bons reusltados? Porque todas as 600 pessoas que ligaram tentando falar com Jay, não conseguiam falar com ele (a chamada da copy era pra uma call com Jay). Então elas ligavam de novo, e de novo… mas ninguém foi capaz de continuar tentando por mais de 6 vezes. Aí Jay considerou essas pessoas desqualificadas pra trabalhar pra ele”

Wow…

Dá pra acreditar nisso??

Esse é o nível de loucura que opera um gênio do marketcheng.

Mas enfim.

Anos depois Jay voltou pra Gary e pediu pra ele reescrever aquela copy, pois ele queria fazer outro teste.

Gary, agora sabendo da história toda, fez apenas algumas mudanças estéticas no texto e manteve a copy.

Mas dessa vez, pra qualificar ainda mais as pessoas interessadas em trabalhar com Jay, ele bolou uma simples estratégia de enviar uma carta especial para quem respondesse o anúncio.

Essa carta explicava como tudo funcionava, como Jay trabalhava, e fazia uma pequena oferta especial, a qual qualificaria os interessados de 2 maneiras diferentes.

É extremamente simples, e extremamente brilhante ao mesmo tempo.

Jay pediu pra vê-la imediatamente.

Gary enviou por fax , esperou algumas horas… e nada de resposta.

Aí ele pegou o teleofne e ligou pra Jay.

“Oi Jay, conseguiu ler a carta? O que achou da estratégia?”

E Jay: “Gary, Gary, eu preciso te mostrar isso, eu tenho um cliente que desenvolveu esse novo produto e ela é fantástico, e blá blá blá”

“Mas e a carta, você viu?”

“Sim sim, mas veja, esse produto é simplesmente incrível e eu quero muito que você escreva uma carta pra ele pra nós começarmos a rodá-la imediatamente…”

E assim, segundo Gary, sua brilhante estratégia para clientes qualificados de alto ticket nunca foi colocada em prática por Jay…

Porém,

Por ser tão simples e brilhante, o próprio Gary começou a usá-la para si mesmo e outros clientes depois e, adivinhe só? Foi um sucesso.

Pois é.

E adivinha onde você poderá encontrar essas cartas + a estratégia de clientes de alto ticket explicada em detalhes??

Isso mesmo, no trabalhoso compilado de lições de Gary Halbert que estou produzindo e será lançado ainda essa semana (provavelmente na quinta-feira) 😊

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Menos reembolso e Mais consumo

Sabe qual a grande diferença entre:

Um copywalter e um copywriter?

O copywalter não consegue enxergar mais de um passo à frente.

Tudo que ele vê é o agora, o hoje, o que está diante de seu nariz.

Ele acredita, por exemplo, que se criar um plr, jogar tráfego e converter… ele tem um negócio.

Além disso, pra conseguir o sim, ele promete muito mais do que consegue entregar… E depois do sim… o copywalter desaparece e abandona o cliente pra ir em busca de outro otário.

O copywalter não enxerga pessoas, com sentimentos e problemas.

Ele enxerga gado. Que só serve pra extrair o que ele quer e jogar fora.

Burrice. Burrice. Burrice.

(além de ser um caminho certo pro inferno??)

Por outro lado, o verdadeiro copywriter pensa diferente.

Ele consegue enxergar o negócio como o todo.

E quando pensa em vender algo, ele nunca pensa só naquele produto que vai ser promovido.

Ele pensa em:

  • Como aquele produto se encaixa na grande esteira de produtos do negócio
  • Quais upsells podem ser feito a partir dele
  • Como aquele produto vai impactar na vida da pessoa e ajudá-la a conseguir o que quer
  • Como o produto vai doutrinar a pessoa para comprar os próximos produtos
  • Qual o preço ideal não apenas para a conversão inicial, mas para atrair o maior número de pessoas qualificadas possível para os produtos do back-end
  • Qual a experiência proporcionada ao cliente

Entre outras coisas.

Você acredita que essa diferença de pensamento faz diferença nos resultados?

Pode apostar que sim.

E por que estou lhe dizendo isso?

Por que essa semana vai sair do forno meu novo (e trabalhoso) produto:

Um compilado de lições de Gary Halbert.

E as lições desse compilado NÃO SÃO para copywalters com pensamento imediatista.

NÃO SÃO táticas ninjas de gurus de instagram.

São o oposto.

São estratégias para quem enxerga (ou quer aprender a enxergar) o negócio como um todo.

E embora algumas dessas estratégias tragam resultados imediatos – ainda assim, elas necessitam pensar de maneira estratégica (ou você vai cagar tudo e culpar Gary).

Por exemplo:

Uma das lições que você vai encontrar nesse compilado é uma simples carta para reduzir reembolso e aumentar o consumo dos clientes.

Uma carta que pode ser estrategicamente adaptada para um email, ou até mesmo whatsapp, e que pode ser usada tanto para produtos físicos quanto digitais.

Essa carta era um dos pilares do sucesso das campanhas de Gary Halbert.

Não por acaso, mas porque ele enxergava o negócio como um todo.

Essa carta tem 4 objetivos:

1- Reforçar a compra na mente da pessoa e mostrar por que ela tomou a decisão certa – e assim reduzir o número de arrependimentos

2- Mostrar que ele se preocupava com o cliente e era diferente das outras empresas

3- Induzir a pessoa a consumir o produto adquirido

4- Proporcionar uma experiência incrível – e assim fazer a pessoa desejar consumir novos produtos dele

E essa carta faz tudo isso maravilhosamente bem.

mas enfim.

Cartas e estratégias como essa são apenas algumas das coisas que estou garimpando na floresta de conhecimento de Gary Halbert, e vou trazer tudo num compilado de lições práticas (que sai essa semana) perfeito para quem leva copywriting e seus clientes a sério.

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GaryGPT – Inteligência Natural

Tem um copywriter americano que me inspirou no início.

Acompanho ele há muitos anos.

Mas apesar disso, nunca cheguei nem a ser fã dele.

Apenas acompanhava. Aprendia umas coisas aqui e ali, mas só.

E ultimamente eu nem lembrava que ele existia.

Mas essa semana resolvi abrir um email dele, e foi aí que entendi porque mesmo achando o cara legal, eu nunca me tornei um fã, nem ao menos um bom cliente dele.

Veja, no email ele explicou seu processo de escrita de emails.

Funciona assim:

Primeiro ele escreve o email à mão. Com papel e caneta.

Segundo, ele digita o texto no computador.

Depois ele abre o ChatGPT, cola o email e diz pro robô estudar o texto e sugerir 5 títulos pro mesmo.

Então ele pega 1 ou 2 que gostou, edita um pouco e joga de novo no chat e pede pra reescrever a ideia do título na primeira pessoa.

Aí ele pega as novas ideias do chat, volta pro papel e caneta e quebra a cabeça até ter boas ideias pro título.

Quando chega num resultado que gosta, ele envia o email com 2 variações de título fazendo o teste AB.

Aí ele descobre quem foi o vencedor e dispara o email pro resto da lista.

Por fim, ele diz que não se dedica muito a isso porque ele é o tipo de pessoa que escreve baseado em relacionamento com a lista.

Ok…

Não sei você, mas eu não vi absolutamente NADA de relacionamento nesse processo.

Tudo que eu ouvi foi sobre tecnologia. ZERO sobre pessoas.

Foi aí que ficou claro pra mim, porque eu nunca me tornei um fã, muito menos um grande cliente dele.

O mais interessante é que Gary Halbert já falava sobre isso em 1993, quando a internet explodiu e estava revolucionando o mundo do marketcheng.

Todo mundo corria até Gary perguntando coisas do tipo:

“Gary, qual o melhor computador pra usar?”

“Gary, qual o melhor curso de informática pra fazer?”

“Gary, qual o melhor sistema pra criar meu site?”

“Gary, como eu formato minha carta no processador de texto?”

Todo mundo preocupado com ferramentas e tecnologia.

E gary dizia:

Marketing é uma mistura de tecnologia e psicologia, mas no que diz respeito a lucrar… Entender a psicologia é 1.000 vezes mais importante do que entender a tecnologia.

E ele não dizia isso da boca pra fora.

Apesar de não saber nem como ligar um computador, até os dias de sua morte (em 2007) Gary era uma das pessoas mais procuradas do mundo pelos grandes nomes do digital da época, pra prestar consultoria.

Pois é.

E se esse conselho era válido em 1993, quando a infernet ainda engatinhava, hoje essas palavras valem ainda mais:

Entender a psicologia é 1.000 vezes mais importante do que entender a tecnologia .

É por ignorar isso que o copywriter no início desse email nunca conseguiu estabelecer um relacionamento comigo – e provavelmente nem com sua própria lista.

É também por ignorar isso, que o mundo digital tá cheio de copywriters e empreendedores que não conseguem prosperar por que passam o dia mexendo em ferramentas e buscando as soluções na tecnologia.

Não seja um desses.

E se quiser se aprofundar na psicologia de copy e marketcheng, meu compilado de lições de Gary Halbert vai ser um prato cheio pra isso, um verdadeiro GaryGPT de Inteligência Natural.

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Swipes são pros fracos. Use ISSO

Quanto mais eu me aprofundo nesse projeto…

(o compilado de lições de Gary Halbert)

Mais me arrependo dessa ideia?? 🙃

Oh boy…

Eu sabia que ia me dar trabalho, mas não imaginei que seria TANTO trabalho assim.

Mas ei, alguém precisa manter vivo os velhos ensinamentos do copywriting, caso contrário, só vai restar guruzisse no mundo.

Já imaginou, um mundo só de guruzices, táticas toscas, fugazi (como diria Matthew McConaughey no Lobo de WallStreet) e copywalters por toda parte??

🤮

Não podemos deixar isso acontecer, né?

Então seguimos com o projeto.

E aqui vão algumas atualizações sobre ele:

1- Será lançado na próxima semana (provavelmente segunda ou terça-feira)

2- Não está todo pronto e será totalmente entregue ao longo das próximas semanas (o que sempre vai lhe causar um orgasmo cerebral quando receber um email meu com aviso de novo material disponível)

3- Por causa do item 2, e do propósito por trás disso, será lançado a um preço ridiculamente baixo (na minha opinião, considerando que uma única lição como, por exemplo, a de alianças estratégicas, pode lhe trazer O cliente dos sonhos, ou O sócio dos sonhos – que pode mudar sua vida da escassez pra abundância num piscar de olhos)

Enfim.

Aqui vai outra coisa interessante em que estou trabalhando:

Gary fala muito sobre a importância de ter BONS swipes files.

Não swipes de gurus trambiqueiros.

Mas swipes de boas copys.

Obviamente eu vou disponibilizar vários swipes de copys de Gary.

Não apenas de cartas, mas também de elementos de copy como:

  • Títulos
  • Bullets
  • Leads
  • Histórias
  • Ofertas

Mas aí eu resolvi ir além e fazer uma coisinha especial 🤩

(hoje eu estou emojitivo)

Que coisinha é essa?

Bem, eu percebo que às vezes um simples swipe, por mais valioso que seja, não é capaz de ajudar o cidadão a comunicar sua mensagem de vendas do jeito que ele gostaria.

Às vezes o copywriter simplesmente não consegue encaixar suas ideias do diabo do swipe.

Eu sei… porque eu já sofri muito com isso.

Então tive essa ideia de pegar algumas das melhores cartas de Gary… explicar em que situações elas se encaixam melhor… e mostrar como fazer isso.

Vai ser mais ou menos assim:

Essa carta é pra quem oferece serviços de alto ticket, é baseada em cases.

Essa aqui é simples e efetiva, e pode ser usada pra qualquer tipo de produto, é baseada em bullets.

Já essa outra aqui é quem ofereceu um produto de baixo ticket e quer fazer upsell de um evento ao vivo de alto ticket.

Tudo com a devida explicação.

Acho que será de grande ajuda pra você.

Continuando…

Lembra do meu email de quarta-feira?

(esse aqui sobre como “Henrique ser” com 1 cliente?)

Não sei o quanto aquilo mexeu com você, mas vou lhe dizer uma coisa:

Aquela estratégia mudou minha vida.

Várias vezes.

Veja, apesar de nem saber da existência de Gary na época, eu instintivamente já pensava em gerar valor pro outro e fazer diferente.

Então, usando minhas ideias loucas eu acabei (sem saber direito) seguindo aquele mesmo princípio (de alianças estratégicas).

Usei isso pra ser contratado pela maior agência digital do meu estado – quando eu estava começando, não tinha experiência nenhuma e literalmente nada de portfolio pra mostrar.

Usei pra ser contratado por um dos maiores nomes do desenvolvimento pessoal dos Estados Unidos.

Udei pra me aproximar de grantes mentores internacionais reclusos (que não se expões como os gurus)

Usei pra me tornar sócio de um conhecido empresário aqui da região.

E nesse momento estou secretamente usando pra um novo projeto que estou trabalhando.

Enfim.

Recomendo muito muito muito.

E pra lhe ajudar a usar essa estratégia em sua vida, estou separando alguns exemplos e vou mostrar como usá-los na prática (com cada carta usada).

Vai ter modelo pra pitch de seu projeto, modelo pra quando você tem um projeto mas nem sabe como a outra pessoa pode lhe ajudar, modelo pra serviços, modelo até pra você se convidar (ou seu expert) pra palestrar no grande evento de alguém.

Como disse, está dando um trabalhão 😖 mas acho que o resultado vai ser incrível 😍

Veremos…

A partir da semana que vem ⏳

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Como persuadi-los “na bala”

Embora na ficção eu seja fã de armas de fogo…

Na vida real sou um cagão pra isso.

Mas enfim.

Não estou aqui pra falar sobre balas de revolver, mas sim sobre balas de copy…

Também chamadas de Bullets.

Bullets são aquelas listas de tópicos onde cada item funciona como uma mini-copy.

Aqui estão alguns exemplos de bullets do meu novo livro sobre clientes de copy que sai na semana que vem (spoiler):

  • Como parar de cobrar por projeto ou por hora, e passar a fechar contratos fixos de 2k a 5k por mês
  • O melhor tipo de serviço de copy para oferecer inicialmente – também o mais fácil de fechar (não é lançamento)
  • Os 3 pilares fundamentais pro sucesso de todo copywriter freelancer
  • O que enviar se o cliente pedir amostras do seu trabalho e você não tiver portfolio – e como transformar essa desvantagem em sua maior arma (e se destacar mais do que quem envia portfolio)
  • Onde encontrar os melhores clientes de copywriting, que pagam bem e podem alavancar sua carreira – e como evitar os clientes infernais que podem levar você à loucura
  • Como parar de mendigar projetos e começar a escolher com quem você vai trabalhar – podendo até mesmo ser contratado por um de seus ídolos

Sentiu o gositnho?

Ficou curioso?

Deu vontade de possuir esse conhecimento??

Bem, esses são alguns dos objetivos dos bullets.

De fato, os bullets funcionam tão bem pra convencer as pessoas, que algumas das maiores cartas de vendas do mundo foram feitas usando apenas bullets – como, por exemplo, a famosa carta do Rolls Royce escrita por Ogilvy.

Mas bullets não servem apenas para cartas.

Não senhor.

Eles também funcionam maravilhosamente bem em anúncios, emails, landing pages, whatsapp, conteúdo e em qualquer tipo de copy que tenha espaço suficiente pra acomodá-los.

“Mas Bruno, se bullets são tão incríveis assim, por que não tem mais gente usando?” Fico feliz que perguntou. E a resposta é simples:

Quase ninguém sabe como escrever bons bullets.

E sim, isso inclui os tais experts em copy.

Mas voltando pro que interessa, bullets são tão eficazes que às vezes um único bullet sozinho pode carregar a maior parte da conversão.

Aqui está um exemplo extremo mas que ilustra bem isso.

Gary Halbert contou que quando estava trabalhando pra Entrepreneur Magazine, uma vez escreveu uma carta repleta de bullets, mas um em específico fez os telefones da empresa tocarem por meses (mesmo depois da carta ter parado de circular).

O que estava escrito nesse bullet?

(vou reproduzi-lo com alterações pro active não encrencar com as palavras, ok?)

C0ca lna falsa: um substituo legal que engana quase todo mundo

Ele diz não lembrar exatamente porque escreveu aquilo, só lembra que era pra um relatório para empresas (a revista é pra empreendedores).

Mas pense nisso:

No meio de dezenas e dezenas de bullets relacionados a negócios… 1 em especial fez os telefones tocarem.

É isso que eu quero que você entenda:

A razão pela qual bullets funcionam tão bem, é por que eles são dezenas e dezenas de mini-copys que metralham o leitor com dezenas e dezenas de diferentes razões pra adquirir o produto. E às vezes eles só precisam de UMA boa razão pra dizer SIM pra você. Outras vezes eles precisam de VÁRIAS boas razões e, nesse caso, os bullets também dão conta disso.

Porém, pra que os bullets funcionem tão bem, eles obviamente… precisam ser bem escritos.

E se tem uma pessoa que escrevia bullets incríveis, essa pessoa era Gary Halbert.

De fato, ele gostava tanto de bullets, que os usava em TODAS as suas cartas e copy – salvo algumas raras exceções.

O que?

Você gostaria de aprender a escrever bullets como Sir Gary Halbert e adoraria que eu trouxesse as preciosas lições do mestre no compilado de lições que estou criando sobre ele??

Seu desejo é uma ordem 🙂

Eu não apenas tratei lições práticas de como escrever, mas também centenas de exemplos pra você modelar ou usar como swipes em suas copys.

Nesse compilado de lições sobre bullets você vai ver:

  • Como usar bullets pra transformar produtos tediosos em objetos de desejo de seu público
  • Qual a quantidade ideal de bullets você deve usar em suas copys
  • O que você nunca deve escrever num bullet para não destruir seu poder de persuação
  • O processo infalível de Gary Halbert pra escrever bullets excitantes pra qualquer produto
  • Como escrever copys inteiras usando apenas bullets e nada mais
  • E outras coisinhas mais 🙂
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Como enriquecer com 1 cliente

Quando se trata de fazer din din, não existe nada fácil nessa vida.

NADA.

Porém…

Existem o que podemos chamar de:

Atalhos.

Sim, atalhos, pois eles servem pra encurtar o caminho.

E ao longo da história da humanidade, existe uma estratégia específica que talvez tenha sido o atalho que mais criou melionários em todo o mundo.

Alguns dos nomes que usaram isso pra construir seus impérios são:

Steve Jobs
Mark Zuckerberg
David Ogilvy
Henry Ford
Sylvester Stallone
Ricardo Bellino
Gary Halbert
Entre outros

A lista é extensa.

Pois essa estratégia funciona desde o início dos tempos, e continua funcionando maravilhosamente bem até hoje.

Por exemplo, nos anos 1900, quando Ford sonhava em criar sua montadora de carros… o que ele fez?

Nos anos 40, quando Ogilvy sonhava em criar a maior agência do mundo, mas era um zé-ninguém quebrado… o que ele fez?

Nos anos 70, quando Jobs sonhava em criar a Apple mas não tinha um tostão no bolso… o que ele fez?

Ainda nos anos 70, quando Stallone sonhou com o filme Rocky mas nunca tinha feito ou escrito um filme na vida e não tinha nem o que comer em casa… o que ele fez?

Nos 80, quando Ricardo Bellino era um garoto de 21 anos quebrado que nem falava inglês – sonhou em se tornar sócio da maior empresa de modelos dos EUA… o que ele fez? (ah, e depois ele usou isso de novo pra se tornar sócio de Donald Trump)

Nos anos 2000 quando Zuckerberg sonhou em construir sua rede social, mas também não tinha nem 1 tostão no bolso… o que ele fez?

Resposta: Todos usaram a mesma estratégia.

Preste bastante atenção ao que vou dizer agora:

Todos eles não tinham os recursos necessários pra realizar seus sonhos, e todos fizeram a mesma coisa pra tornar seus sonhos realidade.

O que fizeram?

Eles usaram os recursos de outras pessoas.

E com isso, criaram um atalho pro próprio sucesso.

Eu sei, eu sei: Tãããããããooo simples, não é?

Mas não se engane com a simplicidade dessa estratégia, ela criou e continua criando mais impérios do que você pode imaginar.

E a razão pra isso também é simples:

É um atalho.

Você mesmo usa esse princípio todos os dias e nem se dá conta, quer ver?

Quando você abre a torneira de sua casa…

Quando acende a luz…

Quando faz um cafezinho…

Quando usa o celular…

O tempo todo você está usando recursos de outras pessoas (empresas) pra tornar sua vida muito mais fácil.

Como seria se toda vez que quisesse água, você precisasse caminhar até a fonte mais próxima e voltar carregando um balde cheio na cabeça?

Pois é.

Atalhos com recursos dos outros.

Mas quando se trata de negócios, a maioria faz o contrário.

Ao invés de buscar um atalho (verdadeiro, não as guruzices), a maioria segue pelo caminho maaaaaais longo, que sempre costuma ser:

Tentar criar tudo do zero sozinho.

É por isso também, que a maioria dos copywriters vivem quebrados ou mendingando projetos em grupinhos de copy.

(E os que conseguem trabalho, ralam feito condenados pra receber em média 3k por mês)

Por que?

Porque seguem o caminho mais difícil.

Alguns seguem até o caminho impossível.

O caminho mais difícil é quando, por exemplo, eles tentam fazer parcerias com experts pequenos ou iniciantes, pra tentar crescer o negócio fazendo lançamentos.

Extremamente difícil.

Já o caminho impossível, é trabalhar fixo numa empresa dos outos.

Você jamais vai ganhar o que gostaria sendo empregado dos outros.

Mas tudo isso poderia ser diferente se o copywriter seguisse essa estratégia de usar os recursos dos outros para crescer.

Pois com um único cliente certo, e o modelo certo de negócio, um copywriter pode literalmente enriquecer.

Sabe quem fazia isso com maestria?

Ele mesmo, Sir Gary Halbert.

Muitos dos melhões que Gary fez foi assim, usando os recursos dos outros…

Ou o que eu também gosto de chamar de: Alianças estratégicas.

Talvez você deva saber que algumas das cartas mais famosas de Gary foram sobre os produtos da Tova Borgnine (uma empresa de cosméticos que levava o nome de sua fundadora).

O que talvez você não saiba, é a história de COMO Gary conseguiu esse cliente que mudou sua vida.

Foi mais ou menos assim:

Um dia Gary estava caminhando pela cidade quando viu um quiosque cheio de frasquinhos de vidros, e algumas mulheres comprando.

Ele se aproximou da atendente e perguntou:

“O que é isso?”

“São óleos essenciais.” Ela respondeu.

“Hum… interessante. Dessas centenas de óleos, existe algum que as mulheres mais procuram?”

“Ah sim, existe um chamado China Musk que é o que as mulheres mais gostam”

Gary continuou: “E por que até hoje ninguém pegou esse óleo, colocou num frasco com álcool e transformou num perfume?”

“Não faço ideia. Talvez ninguém tenha pensado nisso antes.”

Então nosso mestre levou um frasquinho do óleo pra casa e criou uma campanha pro novo produto imaginado – o perfume.

Aí ele lembrou dessa empresa de cosméticos grande, a Tova. E o que ele fez?

Foi num joalheiro, mandou o cara fazer um frasco de luxo pro perfume, e colocar o nome Tova.

Aí ele enviou pelo correio o frasco (com o óleo misturado com álcool e água) e uma carta com as ideias para a Tova.

O resultado foi uma das alianças mais lucrativas da vida de Gary.

1 cliente. Melhões no bolso.

Pois é.

E sabe por que isso funciona tão bem?

Por que pessoas e empresas com recursos (de sucesso), entendem o valor de boas ideias e boa atitude. Além disso eles sempre estão em busca de fazer mais dígitos com menos esforço – e se você mostrar isso pra eles, você consegue sua aliança dos sonhos.

A boa notícia é que você não precisa ser Gary Halbert nem criar um perfume pra fazer uma aliança estratégica como essa.

Você só precisa de uma ideia e um plano que beneficia muito a outra parte da aliança.

A notícia ainda melhor é que Gary ensinou essa estratégia há alguns anos, e eu vou trazê-la pra você no compilado de lições que estou preparando 🙂

E a notícia ultra hiper mega boa é que…

Essa estratégia já funcionava antes, quando tudo era enviado pelo correio e você competia com centenas de outras empresas todos os dias. Mas hoje, num mundo totalmente digital, adivinha quem tem a chance de chegar sozinho e com toda a atenção pelos correios?

Sim, você mesmo.

E não, não estou falando isso com base em achismos, mas com base em um de meus mentores que USA cartas até hoje pra fazer campanhas que convertem incrivelmente mais do que as digitais.

Enfim.

Se tudo isso faz sentido, e você está disposto a fazer o que é preciso pra conseguir um grande cliente que pode transformar sua vida…

Então você vai adorar essa lição que estará no compilado 🙂

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Como converter menos e lucrar mais

Em uma de nossas aventuras semana passada…

Conhecemos uma galera nova.

Uma galera “bem-suscedida”, a qual fomos na casa deles, num condomínio de luxo, onde estava uma boa parte da família.

E enquanto eu e Priscilla conversávamos com algumas pessoas na mesa, não pude deixar de notar 2 meninas que estavam fazendo dancinhas na piscina.

Quando chegamos na casa por volta das 11h, elas já estavam fazendo vídeos.

Mas deu 12h… 13h… 14h.. 15h e elas continuavam gravando vídeos estúpidos e artificiais – sem em momento algum aproveitar a piscina, e sem nem sequer parar 1 minuto pra interagir com as outras pessoas da família.

Foi o dia inteiro: Elas duas, os celulares e os apetrechos de iluminação que carregavam de um lado pro outro.

E a única razão pela qual elas pararam foi pra se arrumarem pra ir numa festa, encher a cara e fazer sabe-se lá o que mais.

Mas isso não é tudo.

Essas “meninas” tinham na faixa de 40 anos de idade.

Pois é.

Mas veja, eu acho que cada um é livre pra viver a vida como bem quiser (desde que não atrapalhe a felicidade dos outros).

Porém, essa sem dúvida é uma das maneiras mais vazias de se viver que existe, e eu vou lutar com todas as minhas forças pra Isabella (minha filha que está prestes a nascer) não seguir esse caminho.

De fato, eu não apenas não quero uma filha assim… como também não quero nem mesmo clientes assim (mesmo elas sendo concursadas e com uma vida estabilizada).

Por que?

Porque elas não estão alinhados com meus valores. E embora no curto prazo pudessem até me dar algum retorno, a longo prazo elas me dariam muito mais dor de cabeça e problemas do que receita.

E apesar de não parecer, , esse pequeno detalhe é o que faz a GRANDE diferença entre ter um negócio que você AMA e um negócio que você ODEIA (mas mantém só por causa da grana).

A verdade é que um negócio sólido é baseado em relacionamento.

E assim como em num relacionamento amoroso, se envolver com a pessoa errada pode tornar sua vida um inferno.

O grande David Ogilvy tinha uma excelente frase sobre isso:

“O cliente não é um idiota, ele é sua esposa.”

Mas veja:

Trabalhar com os clientes certos não influencia apenas no seu relacionamento com eles e em sua satisfação pessoal.

Não mesmo.

Isso também influencia diretamente em seus números.

Por isso, na hora de escrever copys, o objetivo número #1 de Gary Halbert não era ter a máxima conversão inicial.

Sabe por que?

Porque ele sabia que esses maiores números iniciais possíveis não trazem as melhores pessoas possíveis.

Na prática, ele sabia que as maiores conversões iniciais iriam trazer mais clientes sim, porém, mais clientes errados do que certos.

Ou seja: Pessoas chatas, oportunistas, que reclamam de tudo, qua não estão alinhadas com os valores dele, e que não iriam continuar com ele a médio e longo prazo.

É aquele tipo de de situação que à primeira vista parece um paraíso… mas com o passar do tempo se torna um inferno.

Então pra evitar esse tipo de armadilha, Gary era extremamente cuidadoso com o que escrevia em suas copys.

O objetivo dele era sim ter a máxima conversão, porém, das pessoas certas. Das pessoas que estavam alinhadas com os valores dele e que permaneceriam como clientes por anos e anos.

O tipo de pessoa que Gary tratava mais como amigo do que como cliente.

Foi seguindo essa filosofia que ele construiu um dos maiores ecossistemas de copywriting e marketcheng do mundo através de sua newsletter impressa.

Seus milhares de assinantes, espalhados por todo os EUA e pelos 4 cantos do mundo, eram uma verdadeira família que ajudavam uns aos outros pra todos crescerem juntos.

(é também a filosofia que eu sigo com minha lista e principalmente com meu grupo fechado da família do email)

Mas enfim.

Tudo isso é muito bonito na teoria, não é?

MAS COMO FAZER ISSO NA PRÁTICA??

Como escrever copy de uma maneira que atrai as pessoas certas e repele as pessoas erradas??

Como?? Hein, hein? Como, Bruno??

Bem, algumas lições práticas de como fazer isso estão contidas nesse email.

Mas no compilado de lições de Gary Halbert que estou preparando, vou trazer vários exemplos detalhados de como Gary fazia isso – pra você aplicar em suas copys e trazer os melhores clientes possíveis pra seu negócio.

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A raiz de toda copy

Estou assistindo uma série antiga…

Mas excelente.

É de 2015 e se chama Fauda.

O mais interessante é que… é uma série policial. E eu ODEIO séries policiais.

Por que gostei dessa então?

Primeiro porque é voltada pra operações especiais… em Israel… contra terroristas.

Segundo porque o roteiro e a trama são muito bem feitos, e bem diferente dos tradicionais criados pelos americanos.

Pois é, esse série não apenas se passe em Israel, como também é feita por israelenses.

A coisa é tão bem feita que fui dar uma pesquisada e descobri uma das razões:

Um dos criadores é jornalista que acompanha o terrorismo há décadas.

Outra coisa que me impressionou é que um dos autores (o escritor) é também o ator principal e protagonista da série (e o cara manda muito bem).

Enfim, fica aí a dica de uma belíssima obra de arte de ação.

(ah, outra coisa legal é ver as diferenças de cultura, religião e comportamento entre nós brasileiros e eles. É quase um multiverso.)

Agora vamos tratar de negócios.

Você sabe qual a raiz de toda copy?

Oi? O que eu quero dizer com raiz??

Eu me refiro a por onde você deve começar sua copy. A base de tudo. A estrela-guia de todo seu marketcheng e copys.

Bem, muitos gurus e experts dirão que a raiz é a tal da big idea.

Que tudo tem que começar com o diabo de uma grande ideia que magicamente surge em sua mente super criativa.

Nah…

Não é o caminho que eu sigo. (nem o que Gary Halbert seguia)

Ok. Qual seria a raiz de toda copy então?

Hein? O produto?

Boa.

Afinal, toda copy é feita pra vender alguma coisa pra alguém, não é mesmo?

Porém…

Apesar desse ser um caminho bem melhor pra começar, não é por onde o maior copywriter do mundo usava como raiz de suas copys.

Vamos lá. Último palpite .

O público?

Muito bom 🙂

Parece que alguém aqui andou prestando atenção nos últimos emails, hein?

Bem, o público é na verdade o grande guia do negócio. Afinal, todo negócio só existe se existirem pessoas dispostas a comprar as soluções por ele oferecidas.

Mas meu ponto aqui é a copy em si. Que é um passo depois dessa questão do público.

Ou seja, você tem um profundo conhecimento do público, e agora vai escrever copys pra algum produto, por onde começar?

Qual a raiz, que dará origem a todo o restante da copy (e marketcheng)?

Pra Gary Halbert, a raiz de toda copy era a oferta.

Ele disse uma vez:

“Isso é supremamente importante. É a pedra de fundação de tudo. Todas as celebridades do mundo, todos os truques, macetes e estratégias, todas as fortes garantias, nada disso tem valor algum sem uma oferta comprovada.”

Ele também adorava dizer que:

“Você não consegue multiplicar zeros”

Pior que vemos muito disso por aí….

Por exemplo: Pessoas ralando duro todos os dias pra produzir conteúdo de alta qualidade, pra alimentar um canal com centenas de milhares de inscritos… mas sem uma única ofertinha decente.

É por essas e outras que minha pequena lista de emails dá um retorno muito maior que muitos canais e perfis gigantes em audiência.

Eles só se preocupam em aumentar a audiência, ter curtidas, criar bons conteúdos e aparecer bem na fita… enquanto meu foco nº1 é criar boas ofertas.

Gary ia além e usava esse critério não apenas como raiz de toda copy, mas também pra escolher com que clientes ia trabalhar.

Pois é.

Quando um novo cliente chegava pra tentar contratar Gary (pois ele recusava a maioria), o mestre não tava nem aí se o cliente era uma celebridade, tinha melhões no banco ou uma lista gigante.

Tudo isso era secundário pra ele.

A primeira coisa que Gary queria saber era: Qual sua oferta?

E a depender da resposta é que a conversa continuava, ou não.

Pois sem uma raiz forte pra sustentar a copy, Gary sabia que não valia a pena perder seu tempo.

Por outro lado, com uma 0ferta sólida suas copys fluem mais facilmente, suas promessas serão maiores (e verdadeiras), e seus resultados serão melhores – com menos esforço.

Pense nisso.