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Eu juro: Copywriter recebeu 6 mil por emails que nem escreveu nem enviou

E o cliente pagou sorrindo 🙂

Pois é.

Aconteceu com um aluno da Família do email.

Aqui nós temos todo tipo de alunos.

Temos o Eros Rocha, que adoooooora aparecer em meus emails (beijo).

E temos também alguns mais espertinhos como nosso outro amigo (que não sei se quer ser identificado, então vou chamá-lo de Ronaldo, por que brilha muito no curintias).

Bem, Ronaldo é mais saidinho que os outros alunos.

Recentemente ele usou minha campanha rainmaker 3 vezes pro mesmo cliente, resultando em quase 50k dentro de 7 meses.

Mas esses 50k foram pro bolso do cliente, é claro.

Porém, Ronaldo foi além e fez algo mais incrível.

Mês passado ele fechou um novo cliente de email.

Cliente grande.

Mas a negociação que ele fez me deixou de queixo caído:

Primeiro Ronaldo recebeu 2.5k adiantado, pra rodar uma campanha de teste.

2.5k assim, na lata. Logo na primeira reunião.

Não satisfeito, Ronaldo acordou que além dos 2.5k, ele receberia 10% das vendas, se o resultado fosse acima de 30k… e o cliente aceitou.

Ronaldo ainda fechou de uma maneira que o próprio cliente enviaria os emails (ou seja, faria esse trabalho por ele).

E por fim, nosso amigo esperto como é, usou de novo minha campanha rainmaker, preencheu os espaços em branco e mandou pro cliente se virar.

O cliente enviou e…. 41 conversões a 997.

No total, com a comissão e o adiantamento, Ronaldo recebeu cerca de 6.5k… por emails que ele nem escreveu, nem enviou 🙂

Putz… vejo copywriters recebendo 3k pra escrever um lançamento inteiro, do zero, com todas as peças de copys pra todos os canais… e nosso amigo recebeu mais que o dobro disso por 1% do esforço.

(o que me faz pensar que meus produtos são uma pechicha??)

Enfim.

Se você também é espertinho e quer brilhar como o Ronaldo, minha campanha Rainmaker 2 talvez possa lhe jaudar com isso 😉

A rainmaker ainda está sendo lapidada e não sairá do forno amanhã, mas no início da próxima semana com certeza.

Anote aí.

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37.2k de outra lista morta da silva

Que feriado que nada…

Nosso membro da família do email queria era “maney in the conta”.

E aqui está o contexto do que ele fez.

Por que?

Porque contexto é tudo.

Nunca vou parar de repetir isso e você nunca deve esquecer isso, especialmente quando ver experts compartilhando seus maravilhosos resultados por aí, pois:

Tudo Depende Do Contexto

Por exemplo:

Se você ler que Neymar fez 32 gols no último jogo e bate novo recorde mundial, qual será sua reação?

“Caramba… agora o cara cravou o nome na história do futebol”

Mas aí, quando você vê o contexto e descobre que:

Neymar marcou 32 gols em seu último jogo… beneficente, contra um time de crianças… e esse foi o maior número de gols que um jogador fez num jogo da Unicef no mundo…

De repente aquele resultado histórico não passa de um resultado que qualquer um conseguiria – naquele contexto.

Por isso contexto é tudo.

Dito isso…

Aqui está o contexto
do email de hoje:

Esse resultado foi obtido por um aluno meu, que rodou uma campanha pra um grande cliente que ele acabou de fechar.

Essa foi a primeira campanha dele…

Pra uma lista gigante…

Mas que estava totalmente morta.

Pra piorar, o expert usava uma ferramenta de fundo de quintal no próprio servidor dele, cujas aberturas não passavam de 7%.

Oh, e era feriadão (a campanha finalizou ontem, meia-noite).

Mas ainda assim, ele conseguiu fazer 31 conversões a 1.200, totalizando:

37.200 Reaus No Bolso

A custo zero (pois foi 100% por email).

Sem conteúdo.

Sem lives.

Sem webinario.

Sem lançamento.

Enfim.

Mas calma que ainda fica melhor.

Sabe o que nosso amigo usou pra conseguir esses números?

A-ham… Ele usou:

  • tambores rufando *

A Campanha Rainmaker

O que??

Você não sabe ou não lembra o que é a campanha rainmaker?

Bem, é uma campanha de vendas por email escrita por mim, toda planejada pra você apenas preencher as informações de seu negócio/produto e adaptar pra sua realidade (e com instruções do que inserir em cada parte do email).

Pois é.

Mas essa foi a campanha Rainmaker 1 – que eu lancei meses atrás…

E nesse momento, o que eu estou fazendo é:

  • tambores rufando de novo *

A Campanha Rainmaker 2 😎

Ohhh yea baby

Cuidadosamente criada como a primeira campanha.

Então se você tem uma lista de emails…

Ou cuida da lista de algum cliente…

Essa é uma bela oportunidade de fazer uma boa grana com o mínimo esforço (apenas preencher os campos nos emails e enviar).

A rainmaker 2 sai nos próximos dias.

Fique ligado nos emails 😉

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O dia das crianças é fake

Nada é o que parece.

E isso não vale apenas pro que você vê no instagram 🙂

Isso também vale pro dia das crianças, pro dia dos pais, das mães…

Você já deve imaginar do que estou falando:

Que essa e outras datas são apenas criações inteligentes do mundo capitalista – mas eu quero que você entenda a preciosa lição que essas datas ensinam para quem quer monetizar sua lista de emails.

Veja:

O dia das crianças foi instituído em 1924, como uma simples data.

E ninguém dava a mínima pro 12 de outubro.

Mas aí, por volta dos anos 60, a Estrela (fábrica de brinquedos) e a Johnson & Johnson se uniram e começaram campanhas pe$adas de marketcheng que valorizavam esse dia tão especial para seu filho, e incentivavam os pais a abrirem a carteira pros brinquedos das quiancinhas.

O que, por mim tudo bem.

De fato, pra muitas pessoas essas datas são o único dia no ano em que o pai passa um dia de verdade com o filho… ou o filho vai pelo menos almoçar na casa da mãe… enfim.

Mas enfim.

A questão aqui é a inteligência comercial por trás dessas datas.

Páscoa, dia das crianças, dia das mães, dos namorados, dos pais… cada diazinho desse movimenta dezenas de melhões na economia do país e às vezes até salva muitos empreendedores da quebradeira.

O mais interessante é que:

Se ninguém dissesse que é dia das crianças e que você tem que dar brinquedos pros seus filhos…

Ou que é dia dos namoradas e você tem que dar flores, jantar fora…

Enfim, se ninguém dissesse isso, todos esses melhões jamais entrariam na economia.

Por outro lado:

Quando você dá uma simples razão para as pessoas comprarem (uma data “especial”), e oferece coisas pra elas… a grana entra. E entra muito.

Sem lançamentos.

Sem conteúdo.

Sem naaaaaaaaaada demais.

Apenas uma simples razão, e oferecer coisas na cara das pessoas.

Tão simples…. e funciona tão bem… mas é impressionante como no mundo digital ninguém faz isso com suas listas de emails.

Ninguém dá razões… ninguém oferece nada.

Apenas deixam as listas lá paradas, apodrecendo.

Ou usam emails apenas pra enviar lembretes de lives, de lançamentos, conteúdos, ou praseguir em outas redes… e depois não entendem por que o email não funciona pra eles.

Dã.

A grande lição aqui?

Muitas vezes nós complicamos demais as coisas.

Caímos na besteira de acreditar que as pessoas só comprarão se você fizer um espetáculo, se fizer lives, se disser as palavras do script… quando muitas vezes tudo que elas precisam pra passar o cartão é de uma simples razão e uma boa 0ferta na cara.

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O email de 9 palavras que fez 100 milhões

Conforme prometido no email de ontem…

Vem aí o quase-mágico-absurdamente-simples-e-poderoso:

Email De 9 Palavras

(que em muitos casos nem tem 9 palavras, mas você já vai entender)

E a primeira coisa que você precisa saber sobre esse email é que:

Espere…

Quer saber? Na verdade tem muuuuita coisa que você precisa saber sobre esse email.

Tantas coisas… que não cabem num único email como esse 🙁

E foi por isso que resolvi gravar um áudio explicando em detalhes, tudo sobre o email de 9 palavras 🙂

Áudio esse que virou um novo podcast…

E que você pode ouvi-lo aqui:
https://podcasters.spotify.com/pod/show/1-email-por-dia

Se gostou, mande pra seus amiguinhEs 🙂

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Como converter quem disse “Não”

Seu amigo aqui esteve adoentado esses dias.

De que?

Só Jesus sabe.

Só sei que ficar doente é um grande problema pra mim… que sou alérgico a todo tipo de remédio (incluindo anti-alérgicos).

Mas aí recentemente eu fui num alergologista (médico de alergias) pra descobrir exatamente a que eu tenho alergias, e principalmente, pra saber que remédio eu poderia tomar e quais devo evitar se não quiser morrer de choque anafilático.

O que ele me disse foi pavoroso

Veja: Não é novidade que a maioria dos médicos (e de todos os profissionais de todas as áreas) não estão nem aí pro paciente (ou cliente).

Mas esse alergologista parecia se importar. A consulta levou um tempo, ele me fez várias perguntas e meio que deu um pré-diagnóstico, e uma lista do que evitar e o que eu teoricamente poderia tomar.

Aí veio a parte assustadora:

Eu disse: “Doutor, meu medo é sofrer um acidente e quando chegar na mesa de cirurgia eu tomar uma droga proibida pra mim e morrer por causa do remédio – ao invés do acidente. Não dá pra passar um exame pra fazer testes de medicamentos?”

E ele respondeu seguro:

“Não existe esses testes. Pra medicamentos, a única maneira de saber se você tem alergia ou não.. é tomando”

Depois disso só me restou ficar olhando nos olhos dele com cara de mosca morta.

Putz… sério??

A única maneira de saber se uma medicação vai me matar… é tentar me matar com ela??

Não me parece naaaada inteligente.

E assim eu sigo minha saga da cura através dos chás, da fé e outras coisas “alternativas”.

Mas enfim.

Por falar em práticas nada inteligentes, existe uma muito comum entre empreendedores e marketeiros, que é a de conduzir negócios como se fosse um jogo de poker… onde eles só realizam uma única e perigosa jogada que se chama:

ALL IN

Em outras palavras, eles jogam no tudo ou nada.

É assim que eles tratam seus leads, ou tudo ou nada.

Ou seja:

Ou aquela pessoa compra agora… ou ela não presta e vou jogá-la fora pra ir em busca de quem presta.

Quem é craque nisso é os lançadores.

Eles botam uma grana em tráfego, constroem lista, aí quem converteu fica… mas quem disse “não” cai fora.

E no próximo lançamento começa tudo de novo… do zero.

Como disse, não é algo inteligente de se fazer.

Especialmente num momento em que o alcance das redes fossiais é quase zero, e o custo dos anúncios é o mais alto da história.

Em momentos assim, mais do que nunca, é fundamental aprender a converter quem disse não.

Ok, e como converter quem disse não? Que bom que perguntou 🙂 Mas antes de lhe dizer, eu preciso que você entenda algumas coisas:

Marketcheng não é preto e branco

Não é 0 e 1.

Não é sim ou não.

Na prática, isso significa que se alguém disse não agora… não quer dizer que ela não está interessada ou que não é seu cliente ideal.

Na verdade, esse não pode significar… dezenas e dezenas de coisas.

Por exemplo…

Pode significar:

  • Que as pessoas tem uma vida corrida e a maioria nem conseguiu ver sua campanha de vendas (e logo é impossível dizer “sim” ao que ela nem sabe que existe)
  • Que algumas pessoas vão se interessar mas não vão dizer sim por que têm outras coisas acontecendo no momento (mas nada impede que elas digam sim num outro momento, se você fizer isso acontecer)
  • Que algumas vão se interessar mas… a sua mensagem daquela campanha não foi suficiente pra convencê-las naquele momento (mas nada impede que elas sejam convencidas depois)
  • Que algumas vão se interessar… mas… sua mensagem simplesmente não foi clara o suficiente pra elas entenderem o que exatamente era sua solução
  • Que algumas vão se interessar… mas não vão achar aquela sua 0ferta atraente pra elas (mas nada impede que você reformula sua proposta de uma maneira mais atraente pra esse público)
  • Que algumas vão se interessar… mas esquecer de você… e perder o prazo.

Enfim. Enfim. Enfim.

Apenas alguns exemplos das dezenas de coisas que acontecem no dia a dia de todo público – e que jamais pode ser ignorado em seu negócio.

“Ok… mas e como converter quem disse não?” Você pergunta (de novo).

Bem, existem várias maneiras… e eu já dei algumas acima (nos parênteses).

Mas a mais simples de todas é:

Com 1 email de 9 palavras (ou menos)

É tão simples, mas tão simples…

…mas TÃO SIMPLES…

Que a maioria das pessoas simplesmente não acredita que esse email funcione… e por isso não o envia… e por isso não converte uma fatia de pessoas que poderiam ter sido convertidas com esse email.

Digo isso por experiência própria.

Quando aprendi sobre esse email, eu achei ridículo.

“Não tem como isso funcionar” eu repetia pra mim mesmo.

E aí, adivinha?

Nunca usei.

E sabe quanto tempo eu levei pra entender a profundidade da sofisticação desse email e finalmente usá-lo?

Anos e anos e anos.

Sério.

Quando finalmente entendi, percebi que o ridículo não era aquele email tão simples… mas sim minha maneira de pensar sobre ele (e nem mesmo testar antes de falar).

Dito isso…

Se você quer saber que email é esse e, mais importante, como entendê-lo e usá-lo pra converter quem disse não…

Meu email de amanhã será inteirinho sobre ele 🙂

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 Como dobrar resultados de lançamentos

Eu odeio lançamentos.

E a verdade é que eles estão criando muito mais pessoas depressivas do que melionárias (além de também criar melionárias depressivas).

Mas enfim.

Como dizia Napoleon Hill – em toda adversidade existe uma semente de oportunidade (ou algo do tipo), e essa semente também existe nos lançamentos.

E é impressionante como a maioria dos “experts” em copy e marketcheng ignoram isso.

Ou talvez…

…eles não sejam tão experts assim??

Não sei.

Mas aqui está um simples conceito e uma simples estratégia que pode dobrar ou triplicar a receita de qualquer negócio digital (especialmente os que ainda fazem lançamentos).

Veja:

Várias e várias pesquisas feitas por renomados institutos americanos ao longo de décadas comprovaram que:

Em todo mercado (ou nicho), em média, somente 1% a 3% das pessoas estão comprando agora.

Achou esses números familiares?

Sim, é a conversão média de um lançamento ou página de vendas.

1% a 3%.

O grande problema…

É que por ser a fatia do mercado que está “pronta” hoje – todo mundo tenta vender pra eles, ao mesmo tempo, em todo lugar.

O resultado?

Custo de aquisição nas alturas, conversões baixas, margens tão pequenas que causam desespero no fim do mês .

Mas ainda assim, por causa do pensamento imediatista – os experts e empresas continuam mirando somente nessa pequena fatia do público mais difícil e mais cara de converter.

E é aqui onde você pode fazer a grande diferença (e os grandes dígitos com grandes margens).

Você nunca se perguntou se todo o resto das pessoas da lista que disseram não (os 97% a 99%) também não poderiam dizer sim?

Será que é inteligente jogar fora 99% daquela lista tão suada de conseguir… pra começar do zero em toda campanha, toda vez??

Bem, a verdade é que – sem ofensa – mas jogar a lista fora é uma grande burrice.

Veja por que:

Como disse, somente 1% a 3% das pessoas de todo nicho estão passando o cartão hoje, certo?

Mas e o restante?

Bem, aquelas mesmos institutos de pesquisas também descobriram coisas interessantes sobre essas pessoas que disseram não no primeiro momento.

Eles descobriram que:

Em média, 60% dos leads são apenas curiosos e nunca vão comprar nada.

Oh, sério? Nada bom, hein? 60%??

Ok.

E o restante?

Bem, eles também descobriram que:

Em média, 30% das pessoas vão botar a mão na carteira em algum momento dentro dos próximos 18 meses.

Um pouquinho melhor, né? Pelo menos vão dizer sim algum dia.

Mas putz… um ano e meio? Quem pode esperar isso tudo por um cliente??

Ok.

O que mais foi descoberto?

Por que até agora você não viu nada excitante, não é?

Calma que agora vem a melhor parte… o crème de la crème… a resposta para suas preces noturnas… o multiverso onde se escondem a grande fatia de clientes ocultos em todo nicho… que é:

Eles descobriram que, em média, 6% a 7% das pessoas de todo nicho… não estão prontas pra dizer sim hoje… porém… estão abertas a dizer sim (e passar o cartão) em algum momento dentro dos próximos 90 dias 🙂

Isso significa que:

Digamos que você fez uma campanha e conseguem uma lista de 10 mil pessoas.

Aí converteu 1% = 100 pessoas

(eu sei que o 1% que eles levam em conta é apenas das pessoas que chegam na página do produto, mas vamos manter as coisas simples pois os números são em porcentagem então se aplicam a qualquer cenário)

Mas esse resultado foi o conseguido com a campanha hoje.

E se você, ao invés de jogar a lista fora, continuar enviando alguns bons emails pra ela – daqui a 90 dias você tem a possibilidade de converter, em média, 600 a 700 pessoas (6% a 7%).

Mesmo considerando um cenário pessimista, onde você não conseguisse o sim de 6% das pessoas, mas apenas conseguisse o sim de outros 1% – isso já traria o dobro das vendas (e dessa vez a custo zero, pois você usou a lista que já tem).

Percebe o potencial que se esconde numa lista de emails?

Pois é.

E saber trabalhar e converter essa fatia do público – é que separa os homens dos meninos no mundo dos negócios.

Mas calma que isso não é tudo.

Ainda fica melhor.

Levando em conta que você (ou seus experts) fizeram lançamentos há alguns meses… e essa lista está lá parada… sabe o que isso significa, segundo as pesquisas?

Exatamente:

Que aqueles 90 dias provavelmente já passaram… e aquela fatia “oculta” de sua lista que disse não da primeira vez… está pronta pra dizer sim agora.

Oh yeah

E tudo que você precisa fazer pra converter essas pessoas é enviar 2 simples campanhas de emails… e então sentar e assistir as notificações pipocarem no celular (como naqueles vídeos dos gurus, só que aqui é de verdade).

E é assim que você dobra ou triplica os resultados de suas campanhas – a custo zero – e com um esforço mínimo (mas altamente estratégico).

Mais sobre isso nos próximos emails.

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Nem lógica nem emoção. Eles compram por outra razão

Esses dias eu tive uma excelente sensação.

Aquela quando você vai assistir um filmezinho sem pretensão nenhuma, achando que vai ser só uma históriazinha pra passar o tempo enquanto você se recupera da doença…

Mas aí o filmezinho lhe surpreende, começa a abordar uns temas profundos…

E de repente… você está chorando??

E refletindo sobre sua vida??

Pois é.

Foi o que aconteceu com a gente (eu e Priscilla) com o filme:

Eu só posso imaginar.

É baseado na história real de um dos maiores cantores gospel do mundo.

Não sou crente, nem tenho religião, e o filme não “bate” nesses temas, pelo contrário, ele é todo focado na relação do cara com seu pai, com a mãe e com ele mesmo.

É espantoso ver como certas frases ditas a uma criança num certo momento, podem se tornar um grande fardo na vida da pessoa.

Mas não estou falando do nutelismo que está rolando hoje em dia, que “não pode falar alto com o filho que vai traumatizá-lo”… não. Essa falta de imposição como pais é o que está causando os verdadeiros traumas nas “crianças-amigas”.

Mas enfim.

No caso do filme, o pai era um montro. Que espancava o próprio filho fisicamente, psicologicamente e emocionalmente, e isso foi tão marcante que (sem spoiler) quando o garoto tentou seguir seu sonho de ser músico, o trauma o impediu, e ele nem fazia ideia do que estava acontecendo.

Na verdade, o ambiente sombrio em que ele cresceu (com o pai), afetou diretamente em todas as áreas de sua vida, pois, na grande maioria das vezes, o ser humano é o fruto do ambiente em que vive.

Por isso uma criança que nasce e cresce numa favela dominada pelo tráfico, tem muito mais chances de entrar pro crime.

Assim como um filho dum ricasso, que é mimado e tem tudo na mão, tem mais chances de fazer muita merda e ser um bosta na vida.

Somos fruto do ambiente.

O ambiente influencia diretamente em nosso comportamento.

Insluvise, no comportamento de compra.

Ouvimos muito por aí que as pessoas compram com a emoção e justificam com a lógica.

Mas antes de chegar nesse ponto, de se emocionar e justificar, existe uma coisa mais importante que precisa cuidadosamente planejado e executado se você quiser ter as maiores conversões possíveis.

Esse coisa é o:

Ambiente.

Como mostrei acima, o ambiente influencia diretamente nosso comportamento.

Você jamais daria 40 conto num saco de pipocas, não é?

Mas no cinema você dá.

Por que?

O ambiente certo pra empurrar pipoca de 40 conto nas pessoas.

Por que grandes negócios são fechados em restaurantes chiques?

O ambiente (e a experiência) que deixa a pessoa mais aberta a dizer sim.

A questão é que tanto offline quanto online, precisamos criar o ambiente certo para atrair, acomodar e converter pessoas – pois o ambiente é a primeira coisa que a pessoa vê e sente sobre nós e nosso negócio.

É o que acontece quando você está com fome, procurando um lugar pra comer, mas não tem coragem de entrar num restaurante por que você “não foi com a cara do lugar”.

Aquele ambiente não lhe atraiu.

O mesmo acontece também no digital.

Quando estamos com os olhos enfiados numa página, num vídeo ou num email, pra nosso cérebro aquele é o ambiente em que estamos – e se ele não for confiável, atraente e confortável, a gente cai fora.

Ou seja:

Se não existir o ambiente certo pra atair, acomodar e converter as pessoas de visitantes pra clientes – elas vão embora sem nem mesmo chegar a sentir emoções e justificar com lógica.

E o que seria esse ambiente no mundo digital?

É ter uma página linda e cinematográfica?

Não.

É a experiência como um todo da pessoa, desde o primeiro contato até o pós-venda.

É tudo que ele vê, ouve, sente, clica, não clica, recebe, não recebe.

É como ele é tratada. É o que você diz. Como você diz.

O bom é que quanto mais você criar um ambiente favorável, mais fácil é a venda.

Ninguém precisa lhe convencer a dar 40 conto na pipoca do cinema. Filme pede pipoca, você está passando pelo local, o cheirinho do milho estourando entra em suas narinas… naturalmente você vai lá e passa o cartão.

Oh, e o mesmo pode ser feito no mundo online.

E não, você não precisa de fotos e vídeos de ostentação pra convencer as pessoas.

De fato, quanto mais você sair desse mundo de gatilhos dementais e estruturas de copys de gurus, e mais você pensar em criar uma experiência e um ambiente convidativoo pra seu público, mais fáceis serão suas conversões.

Essa construção de ambientes é um dos “segredos” que me permitem converter produtos até de alto ticket usando apenas emails e algo que eu recomendo você se dedicar mais nas próximas campanhas.

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51mil reais… com 13 emails… repetidos??

Há alguns meses eu criei um produto:

Campanha Rainmaker

Provavelmente foi a solução que proporciona o maior ROI, no menor tempo, com a maior facilidade de todas.

Por que?

Porque esse produto era nada mais nada menos que:

Uma campanha de emails completa, escrita por mim, e cuidadosamente planejada pra você adaptar pro seu negócio.

Seu único trabalho era preencher os espaços dos emails (com as informações específicas de sua solução) e enviar os emails pra sua lista.

Porém, a campanha não era mágica.

Você obviamente precisava ter uma boa e interessante solução pro seu público.

Mas tendo isso, os resultados são praticamente garantidos.

De novo, não é mágica, mas as chances são muito altas.

Aqui está um exemplo:

Essa semana uma das pessoas que adquiriram essa campanha (e colocou em prática) me informou dos resultados.

Ele rodou a campanha a primeira vez e conseguiu 41 conversões a 497.

Total 20.377

Aí, alguns meses depois, ele rodou a mesma campanha, pra mesma lista, vendendo o mesmo produto e… não é que funcinou de novo??

Dessa vez ele consegui mais 30 clientes a 497.

Total 14.910.

Aí… não satisfeito, alguns meses depois adivinha o que ele resolveu fazer de novo??

Ele rodou a campanha rainmaker pela terceira vez. Pra mesma lista. Pro mesmo produto.

Que cara louco…

Mas dessa vez essa loucura trouxe 31 novas conversões a 497.

Total 15.407.

É tão simples que chega a ser difícil de acreditar, eu sei.

Mas é essa ideia de que tudo tem que ser complicado que atrapalha a maioria das pessoas de conseguir excelentes resultados como esse.

Pois dentro de 7 meses, com uma simples campanha de 13 emails… enviada 3 vezes pra mesma lista, pro mesmo produto… nosso amigo conseguiu ao todo incríveis:

+50 mil reais.

Oh, e como se não bastasse o baita “esforço” que ele teve, tudo isso ainda foi a custo zero, pois ele enviou pra lista que ele já tinha.

Sabe o quanto as pessoas precisam ralar e investir pra fazer 50k com lançamentos?? Sem contar que elas não ficam com 50k no bolso. Normalmente só de 5k a 20k no máximo.

Como já disse antes, não existe nada mais valioso do que uma lista de emails bem trabalhada.

E se você gostaria de ter minha ajuda de perto pra monetizar sua lista de emails todos os meses (ou a lista de seus clietnes) – com simples campanhas e estratégias como a mostrada acima…

Então responda esse email dizendo “estou interessado” e eu lhe enviarei os detalhes sobre o novo grupo que estou criando, focado em monetização de listas.

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Estratégia de 300k vai pelo ralo… juntos com os 300k

Não sei nem por onde começar.

Depois do meu email sobre a grande cagada digital, recebi várias respostas de “cases” semelhantes.

E um deles me chamou tanto atenção, que preciso compartilhar com você.

Pois ele mostra nitidamente como uma simples decisão errada de marketcheng pode afundar uma empresa na lama.

Veja:

Essa empresa foi pioneira em lançar produtos digitais no nicho dela.

E enquanto só existia ela no mercado, os lançamentos e anúncios funcionavam, e mesmo apenas com um produto – eles conseguiam mandar muito bem todo mês, e chegaram a ter dezenas de funcionários pra rodar a operação.

Mas aí… outras empresas e experts começaram a aparecer… e com a concorrência, de repente os números começaram a despencar.

Com os números caindo, o dono começou a buscar cursos de gurus… mas nada da coisa melhorar. Tentou consultorias de gurus… mas nada da coisa melhorar.

E quando os números ficaram insustentáveis, o dono decidiu tomar a grande decisão… que viria a afundar a empresa na lama.

O que o dono fez?

Ele teve uma ideia pra se destacar da concorrência e ao mesmo tempo alavancar as vendas de seu produto.

Que ideia incrível foi essa? Você pergunta.

Bem, eu duvido que você adivinhe.

Tente aí. Vou dar uma dica: Ele colocou mais de 300k nessa ideia.

E então, o que você acha que ele fez?

Colocou os 300k em anúncios??

Não…

Colocou 300k num mastermind de algum super guru??

Não…

Deu numa Lamborghini pra fazer vídeos e convencer os trouxas??

Não também.

Eu disse que você não adivinharia.

Vou dizer o que ele fez com mais de 300k, na tentativa de superar a concorrência e conquistrar mais clientes.

Ele…

desembolsou mais de 300k…

para…

Preparado pra ouvir essa??

Lá vai.

300k…

para…

REGRAVAR O CURSO ATUAL DELE.

isso mesmo.

Oh… Mas agora com qualidade cinematográfica dos estúdios GLOBO.

Pois é.

E depois dessa decisão… ele foi obrigado a demitir todos os funcionários, pois não podeia mais bancar a folha.

Sinceramente,

Eu não sei se essa decisão foi motivada por ego, se foi conselho de guru, desespero, ou apenas ignorância em negócios e marketcheng…

Só sei que foi um grande passo em direção ao abismo.

Por que:

A qualidade dos vídeos do seu curso não significam absolutamente NADA.

Ninguém vai se apaixonar por sua empresa, nem por seu produto – só por que seus vídeos são lindos e bem feitos.

Bem, até poderia – se o curso fosse na área de edição e produção de vídeos 🙂

Mas não é ¬¬

Da mesma forma, a qualidade dos seus vídeos não vai afetar em NADA a vida dos concorrentes.

De fato, o único que foi afetado pelos novos vídeoscinematográficos, foi a própria empresa, que afundou.

Como disse, não sei qual foi o motivo dessa decisão…

Mas o que eu sei é o seguinte:

Eles tinham um recurso valiossíssmo em mãos. Que provavelmente nenhum dos outros concorrentes tinham e que vale muito mais do que os 300k (torrados em vídeos).

Porém, o valor desse recurso só existe para aqueles que sabem disso, e sabem como explorá-lo.

É como encontrar diamantes em seu quintal. Se você não souber reconhecer diamantes brutos, ou como explorá-los, todas aquelas pedras preciosas não valem de nada pra você.

Ok, mas no naso desse negócio digital, que recurso tão valioso é esse?

É uma lista gigante de clientes.

Veja:

Se ao invés de tomar essa decisão “jenial” de regravar os vídeos do mesmo produto… eles fizessem um simples workshop pelo zoom… e enviassem alguns emails o vendendo – eles teriam convertido dezenas ou até centenas de milhares de reais em poucos dias.

Percebe como uma simples decisão e simples emails podem literamente mudar tudo?

Pois é.

E se eles fossem mais espertos, continuariam enviando novas campanhas de emails, criando novas ofertas e aumentando a receita mensal mês após mês e aí sim, com o relacionamento (gerado pelos emails), a comunicação constante (emails) e boas 0fertas… aí sim eles conquistariam novos clientes e deixariam os concorrentes comendo poeira.

E ao invés de queimar 300k… eles estariam embolsando 300k… talvez até todo mês.

Enfim.

Fica aí uma importante lição (às custas dos outros).

E se você tem um negócio, ou cuida da lista de emails de um bom cliente – saiba que estou criando um pequeno grupo focado em monetização de emails.

A ideia é aplicar estratégias simples (como a mostrada acima), visando alto impacto ficanceiro mês após mês.

Se quiser mais detalhes, responda esse email dizendo “estou interessado”.

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Mastermind sem igual no Brasil (e no mundo??)

Eu já tinha me aposentado…

…do futebol 🙂

Por que depois que passei dos 30, toda vez… sério, toda vez que eu jogava futebol… eu me machucava.

Aí prometi pra mim mesmo que ia parar.

Mas aí… ontem meu amigo Léo veio com uma conversinha que tava rolando um baba tranquilo, só gente como a gente (contundida), que era muito legal, que eu ia adorar e coisa e tal…

E eu quebrei minha promessa, e fui jogar futebol mais uma vez.

Entrei em campo com todo o cuidado do mundo. Sem correr muito. Sem dividir bola nenhuma. Sem me arriscar em nada. Só na manha.

Perdi a primeira partida.

Mas não por que eu estava jogando na manha, mas sim por que eu joguei com uns caras desconhecidos e nós não conseguimos nos “entrosar” pro jogo fluir. Já o time adversário era o oposto. Os caras se conheciam e sabiam jogar juntos. Assim eles venceram meu time, e outro, e outro e outro, de maneira consecutiva.

Foi aí que decidi ficar de fora algumas partidas pra poder montar um time com meus amigos (incluindo o safado do Léo).

Assim, eu continuei jogando na manha, sem me esforçar ao máximo, mas dessa vez nosso time estava entrosado, e aí a coisa fluiu muito fácil.

Nós vencemos o primeiro jogo. O segundo. O terceiro. E só perdemos o quarto por que nosso time de coroas trintões estava botando o coração pela boca de tão exautos.

Aí mosso time saiu… e quando voltamos a jogar, eu fui tomar uma bola… pisei errado… e torci o pé esquerdo.

MALDIÇÃO.

Mas deixando as contusões de lado…

O que quero frisar aqui é o poder de fazer parte de um grupo incrível.

Isso funciona não apenas no futebol, mas ainda melhor nos negócios.

Napoleon Hill falava muito sobre isso. Ele dizia que um mastermind de 10 mentes unidas tinha um poder de pensamento multiplicado dezenas e dezenas de vezes.

A união faz a força.

Porém, o mastermind que Napoleon Hill favala era criado de uma maneira totalmente diferente da que os gurus criam masterminds hoje. Era um grupo de pessoas escolhidas a dedo, que compartilhavam os mesmos princípios, ideias e valores, e umas ajudavam as outras a atingirem seus objetivos.

E como funciona os masterminds que existem por aí?

Zero seleção. Zero preocupação com quem tá dentro ou fora. Se você puder pagar, você está dentro e pronto.

Oh, e não é barato.

Em média eles cobram 30k, 40k por ano… pra lhe entupir de conteúdo (que mais confunde do que ajuda) e pra você ser ajudado de perto… por um estagiário.

Uma vez, um cliente de um aluno meu estava no mastermind supremo do guru supremo do 6 em 7.

40k por ano…

Pra ensinar a fazer lançamentos.

Ok.

Mas os lançamentos do cliente não estavam funcionando. De fato, eles estavam convertendo menos do que investiram, e ficando no negativo.

Foi assim com o primeiro lançamento deles… com o segundo… com o terceiro… e quando finalmente chegou o dia do encontro do mastermind, o sábio estagiário deu o seguinte conselho:

“É assim mesmo. Você tem que continuar martelando até converter.”

👏👏👏👏👏👏👏👏

Bem…

Se eu pagasse 40k pro cara me dizer isso eu voava no pescoço dele.

Outro causo.

Num outro mastermind de um guru de altotxiquetxi… minha amiga não estava conseguindo converter seu programa.

Seguiu a estratégia do guru e tentou uma vez… tentou duas… tentou três… e nada.

Quando chegou o encontro do maxtermind, ela foi atendida pelo próprio guru (ao invés do estagiário). E o guru deu o seguinte conselho:

“Seu problema é emocional. É você que está bloqueando suas conversões com essa energia negativa”.

É ou não é o tipo de conselho que merece um chute no saco? E outro, e outro, e outro…

Enfim.

Esse é o nível dos masterminds por aí.

E isso não acontece só aqui no Brasil. Lá fora a coisa não é diferente.

Por isso eu nunca fiz parte dessas tosqueiras.

Não tem NADA a ver com um mastermind de verdade. No fim é apenas mais um esquema pra extrair grana dos que não acordaram pra isso.

E essa foi uma das razões pra pensar em criar a Sociedade do Email.

Esse grupo vai funcionar como um mastermind de verdade – como Napoleon Hill ensinava – composto por pessoas escolhidas a dedo, com os mesmos valores, e com o objetivo de se ajudar uns aos outros pra que todos cresçam juntos.

O objetivo é criar um mastermind sem igual no Brasil (e no mundo?).

Uma mente superior focada em negócios – usando estratégias de email como base.

Então além de oferecer minha ajuda pessoal, meu conhecimento, e minhas estratégias de monetização, você ainda fará parte de um grupo incrível, um mastermind de verdade.

Percebe o poder disso?

Se sim, e se quiser mais detalhes sobre a Sociedade do Email, responda esse email dizendo “estou interessado”, e vamos conversar.