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A chave pra escrever como um Deus da copy

Hoje liguei o notebook pra trabalhar e…

Deu merda.

Deu muuuita merda.

Quando olhei pro ícone do wifi… não tinha wifi.

O QUÊ??

Mas Alexa estava tocando, então eu tinha internet em casa… logo, o problema era… meu NOTEBOOK???

NÃÃÃÃÃÃoooo

Meu noteboook nãããããoÕõõõõoo

please…

Não vou mentir que já pensei no pior.

“No mínimo vou ter que levar num técnico enrolado, que vai passar 2 semanas com o computador pra me dizer que vai precisar de uma placa mãe nova… o que vai me fazer questionar se não é melhor comprar um notebook novo… e tudo isso vai levar pelo menos 2 semanas…. e merda, merda, merda.”

Mas aí respirei fundo. “Calma Bruno”.

Tentei mexer em algumas configurações do windows, mas NADA.

Peguei o celular, abri o youtube e comecei a pesquisar.

Achei um vídeo dum cara mostrando um notebook do meu com o mesmo problema. Ele foi na bios e mostrou que a placa de rede estava desabilitada, e era só habilitar.

Moleza 🙂

Reiniciei o note, entrei na bios mas… minha placa de rede já estava habilitada ¬¬

AAAAFFFFFFFF

Porém, como seu amigo aqui já sofreu muito com essas coisas, eu aprendi que muitos dos problemas de tecnologia são resolvidos com uma simples “reiniciada”.

Aí eu apenas desabilitei e habilitei a placa de rede de novo. Reiniciei o note e rezei.

Rezei, rezei e rezei…

Até quando ele ligou… sem internet 🙁

Mas alguns segundos depois, o wifi funcionou e um alívio tomou conta de meu coraçãozinho em choque.

Pois é.

Se tem uma coisa que aprendi com a vida, é que pra maioria dos problemas existem soluções simples. A gente é que complica.

Pior é que fazemos a mesma coisa quando se trata de copywriting e negócios.

Ninguém busca a solução simples.

Ninguém quer fazer o básico.

A maioria quer uma estratégia nova, algo revolucionário, a pílula mágica.

E segundo Gary Halbert, esse pensamento também é uma das coisas que separa os amadores dos GRANDES.

Alguns emails atrás eu falei sobre a importância de se tornar intimamente envolvido com as pessoas de seu mercado (seus clientes e público).

Mas quem de fato faz isso?

Ninguém.

O que a maioria faz?

  • Pesquisa sobre seu público… no chatgpt
  • Estuda as copys dos concorrentes
  • Faz uma pesquisa de 50 minutos pra chegar a conclusão que seu público são mulheres, de 30 a 50 anos, interessadas em cozinhar, que admiram Ana Maria Braga
  • E a pior de todas: Eles simplesmente assumem (de sua própria cabeça) que seu público são pessoas assim assim e assim, as quais eles já sabem tudo sobre e nem precisam de pesquisa.

Enfim.

Por essas e outras razões, que existem copywriters e experts que não sabem sobre o que escrever todos os dias. Não sabem o que dizer em sua página de vendas. Não sabem qual o apelo mais forte de seu marketcheng. Não sabem posicionar seus produtos nem a si mesmos no mercado. E não sabem escrever de uma maneira emocional que conecta profundamente seu público.

Sabe o que Gary dizia sobre isso?

Que se você quer se tornar um copywriter de verdade, um dos melhores que existem, o requisito número 1 não é saber fórmulas, nem gramática, nem estratégias, nem estruturas de vendas.

O requisito número 1 é conhecer seu público intimamente.

(isso também vale pra empreendedores)

E aqui está o que ele recomendava fazer:

Passo 1 – Imprima os nomes e endereços de seus clientes e melhores prospectos, e sente-se pra ler essa lista.

Leia os nomes um a um pra “sentir” seu mercado. A maioria é homem ou mulher? Em que regiões eles moram? Eles tem nomes comuns ou sobrenomes diferentes? Enfim, leia cada nome imaginando como seria o rosto daquela pessoa que você está servindo.

Passo 2 – Leia os emails, mensagens e todo tipo de contato que você recebe do seu público.

O que eles mais reclamam? O que elogiam? Quais histórias se repetem? Melhor ainda se você puder atender as pessoas no suporte ou no telefone por 2 ou 3 dias.
Faça perguntas: O que fez eles comprarem? O que os fez devolver? O que eles gostariam de ver no produto? O que você pode melhorar?

Passo 3 – Ligue e converse com seus clientes

O passo anterior era pra receber as ligações. Aqui é pra você ligar pra eles. Literalmente pegar o telefone e conversar. Melhor ainda se puder marcar pra tomar um café e ter uma conversa cara a cara.

ISSO é o que vai lhe tornar um copywriter e empreendedor imbatível – mesmo que você nem saiba escrever copy direito (pois não precisa, já que o próprio mercado vai lhe dar a copy praticamente pronta, se você souber ouvi-los).

Quer um belo exemplo disso na prática?

Aqui vai:

Muitos anos atrás uma empresa americana de comida lançou uma nova mistura pra bolo. Tudo que você tinha que fazer era adicionar leite ou água, mexer um pouquinho, e colocar na forma. O tema da copy era:

“Nós fazemos tudo por você”

A campanha deu muito ruim.

Consegue adivinhar por que? Duvido.

Pois a única maneira de saber essa resposta é se você souber o que se passa na cabeça das mulheres que gostam de fazer bolos.

Enfim.

O que a empresa fez nesse caso?

Contratou um dos maiores psicologistas de marketchen pra encontrar uma solução. E tudo que o expert caríssimo fez foi conversar com o público (coisa que a empresa sozinha poderia fazer muito melhor do que eles, mas como disse, ninguém faz isso).

O que o expert esperto descobriu?

Que quando uma mulher faz um bolo, aquilo pra ela é um ato de criação. É uma pequena experiência semelhante a dar a luz. E o produto que já vinha pronto passava a imagem de que elas não estariam mais envolvidas nesse processo. OU seja: destruiria a experiência delas.

Então o cara sugeriu apenas mudar o tema da copy para:

“Nós fazemos juntos”

E bingo. Centenas de milhões de em mistura para bolo.

Percebe a profundidade disso?

Nada no produto foi mudado. A única mudança foi na mensagem, que causava uma percepção diferente nas clientes.

Agora, você concorda comigo que qualquer outro marketeiro iria focar no benefício revolucinário do produto? Dizendo algo como: O bolo já vem pronto. Nunca foi tão fácil fazer bolo. É super rápido. Etc.

Se a empresa tivesse contratado o consultor errado, eles com certeza seriam aconselhados a criar novas campanhas com os apelos errados (mencionados acima). Seriam aconselhados a contratar uma celebridade pra endorsar o produto, a testar outras mídias, a dar cupons, a fazer degustações nos supermercados de todo o país…

E DEZENAS E DEZENAS DE OUTRAS SOLUCÕES DEMORADAS E CUSTOSAS QUE NÃO TRARIAM O RESULTADO DESEJADO.

Mas não se engane.

Isso não é caso apenas de empresa de bolo.

Situações como essa acontecem todos os dias, em todo tipo de negócio, simplesmente por que ninguém está disposto a se tornar íntimo de seu público.

Enfim.

Como Gary disse, é o que separa os amadores dos GRANDES.

No fim, ser um grande copywriter não depende tanto da escrita (como dizem por aí).

Conhecer seu público intimamente é a verdadeira chave pra escrever como um Deus da copy (para seu público específico).

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Análise: Maior carta de vendas da história

Hoje eu lhe trago um vídeo.

Pois é.

De vez em quando eu peço pras galinhas e os passarinhos aqui da roça se calarem por um momento, pra eu abrir o notebook e gravar um vídeo 🙂

E hoje eu resolvi fazer uma análise da maior carta de vendas de todos os tempos:

A coat of arms – de Gary Halbert.

Por que ela foi a maior de todos os tempos?

O que fez dessa carta tão especial??

Qual era o produto???

COMO ERA A COPY????

Veja tudo isso aqui nesse vídeo 🙂

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Gary Potter??

Eu não gosto de Harry Potter.

Não consegui nem assisti um único filme sequer.

Simplesmente não é o tipo de história que me atrai.

Mas apesar de não curtir Hogwarts, eu sempre tive inveja deles.

Por que?

Porque foi uma das sagas que mais teve livros e filmes da história… como eu queria que acontecesse com matrix 🙁

Mas enfim.

A questão é que ninguém vende tantos livros e filmes assim por acaso.

Então fui dar uma pesquisada na vida de J. K. Rowling (a escritora) pra ententer o que existe por trás do fenômeno.

O que descobri foi de arrepiar.

Em 1990, Joanne estava num trem quando teve a simples ideia de um garotinho que ia estudar numa escola pra magos. Ali mesmo, no trem, ela começou a escrever.

Desde então, ela passou os próximos 5 anos inteiros, escrevendo, pesquisando e até desenhando seu mundo de Harry Potter – todo os dias de sua vida.

Joanne construiu um novo mundo inteiro, sozinha.

Todos os nomes, lugares, feitiços, o esporte, as roupas, a linguagem, as histórias de cada personagem, enfim, TUDO foi meticulosamente pensado nos mínimos detalhes.

Só pra você ter uma ideia, ela reescreveu o primeiro capítulo do livro cerca de 112 vezes.

Em 1995, depois de ser recusada por mais de 14 editoras, seu livro finalmente foi aceito (e ela recebeu apenas um cheque de 4 mil por ele).

A essa altura Joannne já tinha caixas, e caixas e mais caixas de material escrito sobre Harry Potter…

E continuava escrevendo.

Quando o primeiro livro estourou, os próximos já exsistiam, só precisavam ser condensados e organizados.

Mas ainda assim, Joanne continuava escrevendo, expandindo e detelhando seu mundo encatado de Harry Potter.

Os livros se tornaram a série mais vendida da história, com +450M de cópias.

Os filmes fizeram mais de 10Bi.

Junte isso a brinquedos, roupas, parques da Disney e outros licenciamentos e não dá nem pra fazer as contas.

Joanne se tornou a primeira escritora bilionária da história.

E tudo isso foi fruto de sua dedicação a construir seu mundo.

Será que construção de mundo compensa?

Sabe que outro autor também dedicou longos anos à construção de seu mundo?

Tolkien.

E não por acaso, o Senhor dos anéis se tornou um fenômeno mundial.

Ok.

Mas por que estou lhe contando tudo isso, e o que diabos Harry Potter e Frodo tem a ver com Gary Halbert e copywriting?

Pensei que não ia perguntar.

Bem, Gary sem dúvida era excepcional no que fazia.

O melhor copywriter do mundo.

Mas como você já deve saber, apenas ser bom no que faz não é suficiente pra atingir o sucesso verdadeiro.

O mundo está cheio de excelentes escritores, atores e músicos incríveis… que mal conseguem sobreviver de sua profissão.

A questão é que (infelizmente) mais importante do que saber fazer, é saber se vender.

(por isso o mundo está cheio de guru charlatão que não sabe fazer um O com um copo mas sabe convencer as pessoas a investirem nele)

No caso de nosso mestre, ele só se tornou o lendário Gary Halbert porque assim como Joanne, ele cuidadosamente construiu seu próprio mundo, seu próprio universo de marketcheng, para onde ele atraia as pessoas e as encantava.

É quase impossível você ser um amante de copy e marketcheng, e ler alguma coisa de Gary e não se encantar pelo que vê.

Como ele fazia isso?

De várias formas.

Através de seus feitos, de eventos, de networking… mas o verdadeiro mundo de Gary era sua newsletter.

De 1986 até os anos 2000 e pouco, Gary publicou uma newsletter impressa que todo mês era enviada para milhares de pessoas ao redor do mundo inteiro.

Newsletter essa que depois continuou na web.

(e newsletter essa que seu amigo aqui leu e estudou inteirinha do início ao fim).

O que estou tentando dizer aqui é que:

Construção de mundos é a mais poderosa magia de marketcheng que existe.

Quando bem feito, você consegue literalmente enfeitiçar seu público de uma maneira que os tornam clientes pra toda a vida.

Exemplos disso existem em toda parte:

Elvis presley, Steve Jobs, Red Bull, Coca-cola, Star wars, Silvio Santos, enfim.

Mas não, você não precisa ser grande como eles pra constrir seu mundo.

Com apenas papel e caneta (ou um teclado de computador) você consegue usar as palavras pra constuir seu mundo tijolo por tijolo – exatamente como Joanne, Tolkien e Gary Halbert fizeram, e como eu também faço aqui com minha newsletter.

É tudo uma questão de abandonar esse pensamento de táticas e guruzices, e focar em construir seu próprio universo de marketcheng, com suas histórias, seus personagens, sua filosofia, suas lições.

Algo que provavelmente eu vou explicar em detalhes no compilado de Gary Halbert que vem por aí 🙂

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Como se tornar o melhor copywriter do mundo

Essa obviamente não é a minha história.

Eu não sou o melhor coywriter do mundo.

Talvez o melhor email copywriter do Brasil??

Enfim.

Essa é a história de como Gary Halbert se tornou o melhor do mundo.

Você provavelmente vai se identificar com muitas coisas aqui… e mesmo que você não tenha a ambição de ser o melhor copywriter do mundo – com certeza dá pra aprender um bocado com a experiência do Príncipe do Impresso.

Gary conheceu o mundo da mala direta no meio dos anos 60.

Como?

Ele descobriu 2 caras que tinham muita grana, um estilo de vida excitante (um deles tinha uma geladeira só pra refrigerantes), reconhecimento de seus colegas, e tudo mais que um homem poderia querer.

E como o negócio desses caras era marketcheng direto… Gary resolveu se aventurar nessa jornada também.

Pra isso, ele começou a ler tudo que encontrava sobre o assunto. Passava literalmente o dia inteiro na biblioteca local lendo todos os livros sobre marketcheng direto. Se lá não tinha o livro que Gary queria, ele digiria centenas de quilômetros até outro estado, só pra conseguir o livro. Ele até pegou vôos pra grandes cidades como Nova York e Manhattan só pra ver o que conseguia encontrar em suas grandes bibliotecas.

Além disso, obviamente ele adquiriu todo tipo de curso e material que encontrava sobre o tema.

(parece familiar pra você?)

Aos poucos ele foi aprendendo que:

  • Era mais efetivo enviar cartas do tipo comerciais do que pessoais (de primeira classe)
  • Um CTA fora do envelope sempre aumentava resposta
  • Uma carta colorida era melhor que de uma cor só
  • A melhor campanha de mala direta devia conter, além do listado acima, um panfleto colorido, um envelope comercial de resposta, e outras peças “marketeriais”

Quando se sentiu pronto pra começar, nosso mestre (que era amador na época) tinha uma ideia de produto (livro, relatório ou semelhante) e criava toda a campanha pra vendê-lo. Aí, como essa estrutura sempre teve um custo alto e nosso mestre era quebrado, ele pedia emprestado, implorava e dava um jeito e levantar uns trocados suficientes pra rodar a campanha.

Então, ele e a esposa imprimiam todas as cartas e materiais, arrumavam todos pra criar o pacote promocional da campanha, e um a um os colocavam nos milhares de envelopes.

Por fim, eles levavam os quilos de cartas até o correio, despachavam, e esperavam.

Os dias seguintes eram de pura ansiedade, esperando os pedidos dos clientes… que nunca chegavam.

Na verdade, até chegavam alguns pedidos, mas nunca o suficiente pra seque cobrir os custos.

Aí nosso perseverante mestre começava tuuuudo de novo.

Tinha uma ideia de produto, levantava uma graninha, escrevia a copy, preparava os envelopes, enviava pelo correio e esperava dias com os dedos cruzados.

Nessa doce tortura, 3 longos anos se passaram.

Nancy, a esposa de Gary na época, não aguentava mais ter água e energia cortada por ele escolher enviar suas campanhas ao invés de pagar as contas… e se separou.

No fundo do poço, um dia nosso amigo desceu até o porão de casa e pensou consigo mesmo:

“Gary, o que você faria se tivesse que fazer sua próxima campanha funcionar? E se pudesse enviar apenas uma carta, mas se você não tivesse resposta, seria decapitado?”

É um mindset poderoso, que ele recomenda você se colocar de vez em quando.

Então ele se aprofundou naquele raciocínio:

Se eu tivesse que enviar uma carta pra um estranho, e ele precisasse comprar de mim ou eu seria morto, acho que eu não enviaria minha carta como comercial, mas sim como uma carta pessoal, particular.

Também não colocaria CTA`s, nem panfletos, nem todas aquelas cores.

Pouco a pouco ele começou a questionar as regras dos gurus da época, e apenas se colocou no lugar da pessoa do outro lado da carta.

No fim, Gary terminou com uma campanha que não parecia em nada com uma campanha dos experts (como expliquei no email do dia 22, antes de ontem).

O resultado?

A campanha deu tão certo que foi um sucesso da noite pro dia (que demorou 3 longos e sofridos anos pra acontecer).

Aquela carta foi o início do que viria a se tornar uma empresa de Gary, com 700 funcionários, 40 deles apenas pra fazer os depósitos dos mais de 20 mil cheques que chegavam pelo correio todo santo dia.

A partir daí também, Gary parou de seguir os experts da época e começou sua busca pra aprender com os verdadeiros mestres do copywriting.

Uma das lições que ele traz sobre isso é que:

“Não apenas é importante o que você aprende; É igualmente importante o que você NÃO aprende.”

Ele foi aprova viva disso, ao tentar fazer suas campanhas darem certo seguindo os princípios dos “experts”.

No nosso mundo atual, isso se traduz naqueles experts que você segue no instagram só por que eles dizem fazer 7 dígitos… e todos os dias postam “conteúdo matador” que faz você acreditar que está aprendendo algo – quando na verdade aquele conteúdo pode ser o caminho pra sua ruína, ou o que impede seu sucesso verdadeiro.

Além disso, no fim das contas, o simples fato de seguir o bom-sendo e se colocar no lugar do cliente vai lhe trazer resultados muito melhores do que seguir as regras dos gurus – como aconteceu com Gary e como eu vejo acontecer todos os dias.

Enfim.

Ainda sobre copy, pra se tornar o melhor do mundo Gary trabalhou duro noite e dia durante décadas. Muitas vezes ele passava semanas e até meses lapidando e refinando suas copys pra que chegassem ao mais próximo da perfeição.

Quando se travata de copy, ele não pensava apenas em copy. Pensava em pessoas, em relacionamento, em experiência, em soluções, em como simplificar e melhorar as vidas das pessoas com elegância.

Ele também reescrevia grandes copys à mão, usando caneta e papel. Eu fiz isso por alguns meses e recomendo muito. Isso funciona porque você está literalmente escrevendo boa copy, então essa reescrita ajuda você a sentir as palavras, o tempo, o ritmo, as ideias das boas copys – o que com o tempo vai enraizando em seu cérebro. (mas não vale digitar as copys, tem que escrever à mão).

Por fim, Gary recomendava os seguintes livros pra você ter em sua cabeceira e carregá-los pra todo lugar que for. Eles são a melhor base sobre copywriting que existe no mundo até hoje.

(melhor do que qualquer curso de guru brasileiro de 5k, 10k ou até mesmo os a maioria dos masterminds caríssimos)

Os livros são:

Scientific Advertising – Claude Hopkins
The Robert Collier Letter Book – Robert Collier
Tested Advertising Methods – John Caples
How To Write A Good Advertisement – Vic Schwab
The Lazy Man’s Way to Riches – Joe Karbo
7 Steps To Freedom – Ben Suarez
Breakthrough Advertising – Eugene Schwartz
The Boron Letters – Gary Halbert
E todas as newsletters do próprio Gary 🙂

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Ogilvy aprendeu copy com ELE

Se você ler as histórias de grandes nomes que se destacaram em sua área…

Vai ver que praticamente todos eles tiveram um grande mestre por trás.

Um mestre, ou mentor, ou guia, enfim. Alguém que os ajudou a se desenvolver de alguma forma.

Bruce Lee teve o Yip Man.

Mark Zuckerberg teve Sean Parker.

Michael Jordan teve Dean Smith, Howard H. White, Tim Groover e outros.

Neo teve Morpheus ;p

E David Ogilvy, um dos maiores publicitário de todos os tempos, dedica muito do que aprendeu sobre copywriting a ninguém menos que Gary Halbert – o Príncipe do impresso (como ele se entitulava).

Ogilvy era diferente da maioria dos publicitários – que só pensavam em criar campanhas que chamam atenção e ganham prêmios – mas não se importam com as conversões. Ogilvy queria sim que suas campanhas fossem admiradas e elogiadas – mas acima de tudo, que seus clientes tivessem grande retorno financeiro.

Pra isso, enquanto os publicitários comuns ficavam com a bunda na cadeira, tentando ser criativos, engraçados e inteligentes em suas campanhas – David fazia o oposto e seguia os princípios do marketcheng de resposta direta.

Graças a esses princípios (muitos dos quais ele aprendeu com Gary), Ogilvy foi capaz de criar alguns dos anúncios e cartas mais famosos da história – como a carta do Rolls Royce.

Que princípios são esses?

São templates matadores? Mecanismos únicos? Big Ideas? Sexy tangas? Fórmulas de 7 dígitos? Hein? Hein??

Não senhor.

Gary nem mesmo mencionava esse tipo de coisa.

De fato, quando se tratava de princípios para o sucesso, nosso mestre quase sempre seguia um caminho totalmente diferente do que pregam por aí.

Um belo exemplo disso foi mostrado no email de ontem.

Outro exemplo é o que Gary considerava o princípio número 1 pra escrever boa copy.

Segundo ele, a maioria dos copywriters agem como publicitários. Passam o dia inteiro tentando ser criativos, tentando ser inteligentes, lutando pra ter alguma inspiração divina que faça surgir a copy em suas cabeças.

Gary considerava essa uma maneira burra de tentar escrever copy.

Pra ele, o que realmente separa um copywriter de primeira classe de um copywalter qualquer não é nada misterioso.

De fato, é algo bem simples.

Tão simples que se resume a 1 único ingrediente.

Que ingrediente é esse?

A disposição de se tornar intimamente envolvido com as pessoas de seu mercado.

E isso, você jamais vai conseguir sentado o dia inteiro pensando no que escrever…

Nem usando chatGPT…

Muito menos copiando as copys de seus concorrentes…

Não mesmo.

A única maneira de descobrir o que realmente se passa nas mentes e corações das pessoas é vivendo com elas. Conversando com elas. Interagindo com elas. Aprendendo com elas. Ouvindo elas.

Por que é tão importante ser íntimo do seu mercado?

PORQUE TODAS AS RESPOSTAS DE SUA COPY ESTÃO NO SEU MERCADO

Não estão em sua cabeça.

Nem no chatgpt.

Nem no grupo de seus coleguinhas copywriters.

Todas as respostas estão no mercado. Nas pessoas.

Não por acaso esse é o princípio número 1 de Gary.

Quanto mais você se tornar íntimo de seu mercado, mais fácil será escrever suas copys – pois elas praticamente se escreverão sozinhas!

Sim, o próprio mercado (pessoas) vai lhe dar as melhores histórias, as melhores ideias, os melhores ângulos, e tudo que você precisa pra vender pra eles.

Ou seja: Se você olha pra tela e não sabe o que escrever, ou não consegue ter ideias, ou não faz ideia de que direção seguir com sua copys – você claramente não está seguindo esse princípio.

Agora, por que Gary dizia que fazer isso é o que separa grandes copywriters dos amadores??

Porque de fato, só os grandes fazem isso.

Eu sei porque é comum pegar copys, até mesmo de meus alunos, e ver que o texto está superficial, sem conhecimento profundo do que está sendo dito.

Mas enfim.

Será que vale a pena ter todo esse trabalho de se tornar íntimo do mercado?

Bem, David Ogilvy seguiu esse conselho antes de escrever sua famosa carta do Rolls Royce.

Depois disso?

Ele seguiu o processo de Gary pra escrever cartas de vendas, e escreveu a carta sobre o carro.

O mais interessante é que essa carta é literalmente o material resultante do processo de Gary. Chega a ser estúpido de tão simples, quando você vê a “mágica” sendo feita.

O resultado dessa carta?

Ela simplesmente vendeu TODOS os Rolls Royces que existiam no estoque de TODOS os Estados Unidos.

Pois é.

Acho que essa intimidade compensa um pouco.

E se você olhar pra carta, vai ver que apesar de brilhante, ela é extremamente simples.

Como disse, ela é literalmente o resultado do processo de escrita de cartas que Gary ensinava (e usava pra escrever suas próprias cartas).

Olhando pra trás, lembro que as melhores cartas que escrevi na vida foi , “coincidentemente”, as que eu segui esse processo.

E é por isso que decidi mostrar todo esse processo em detalhes em um dos Bônus do compliado de lições de Gary Halbert que estou criando 🙂

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Segredo #1 de Gary Halbert

Oh boy…

A julgar pela quantidade e intensidade das respostas do email de ontem, acredito que nossa jornada em busca dos tesouros perdidos de Gary Halbert vai prosseguir 🙂

Iupiiiiii

Então não vamos perder tempo, não é?

Pois bem.

Gary não era apenas o melhor copywriter do mundo, ela também era provavelmente o melhor consultor de marketcheng do mundo, e praticamente todas as grandes empresas de mkt direto e infoprodutores (do mundo offline e os pioneiros da internet) da época pagaram enormes quantias pra ouvir os conselhos de Gary.

(inclusive, foi Gary quem inventou o hot seat – pra fazer consultorias em grupo)

Depois de desembolsar uma bolada, os clientes chegavam na consultoria esperando ouvir algumas táticas, estratégias e dicas super avançadas de Gary…

…mas não era isso que nosso mestre fazia.

Não mesmo.

Pois o foco dele não era impressionar o cliente, mas sim ajudá-lo de verdade.

Então o que Gary fazia?

Ele sempre começava usando seu segredo número 1.

Na maioria das vezes, esse simples (mas ignorado) segredo já era capaz de trazer um aumento significativo nas conversões da campanha.

Algumas vezes até… dobrar os números.

Veja: Na época, essas campanhas eram offline. Feitas com cartas de papel enviadas pelo correio. E a primeira coisa que Gary fazia, antes mesmo de olhar a copy do cliente, era pedir pra ver o material da campanha. Ou seja: as cartas, o envelope, o selo, e tudo mais que era enviado pelos correios.

Por que?

Pra ver se o cliente não estava cometendo um erro básico mas prejudicial às conversões (até hoje).

Que erro é esse?

É enviar uma campanha de marketcheng… que parece uma campanha de marketcheng.

É escrever copy… que parece copy.

É agir como um marketeiro tradicional, que tem a fama de enganar e manipular pra conseguir o sim.

Na época das cartas, eles enviavam envelopes repletos de imagens e textos grandes e coloridos. Dentro do envelope as cartas também eram repletas de imagens e textos que faziam tudo aquilo parecer um punhado de panfletos chatos.

Qual o problema disso?

Com o passar dos anos, o povo se acostumou com essa panfletagem. Então, quando chegavam em casa e pegavam a pilha de correspondência na caixa do correio, as pessoas automaticamente separavam o que era correspondencia de verdade e o que era panfletagem. A correspondência era colocada em cima da mesa e o que era considerado panfletagem ia direto pra lata do lixo.

Gary chamava isso de Pilha A vs. Pilha B (pilha de correspondências).

E o segredo número 1 do nosso mestre era simplesmente pegar as campanhas que era eram vistas como pilha B (panfletagem) e transforma-las em pilha A.

O que é pilha A?

É uma mensagem pessoal.

Logo, Gary mandava o cliente jogar tudo aquilo fora e, ao invés, usar um envelope branco normal, com selo normal, e preenchido de maneira pessoal (sem imagens e textos por fora). Por dentro, as cartas iam da mesma forma, em papel simples e em formatação pessoal, como se fossem enviadas por um amigo.

A questão é, ainda que as cartas não tivessem sido enviadas por um amigo, elas PARECIAM pessoais, e isso proporcionava uma abordagem diferente dos outros. Uma abordagem mais íntima, amigável, respeitável. Uma abordagem que valia a pena ser ouvida.

Por essa razão, essa simples mudança fazia as pessoas abrirem as cartas, lerem as cartas, e comprarem os produtos nelas anunciados.

Pergunta: Você acredita que esse conselho ainda é válido hoje em dia?

Eu diria que é ainda mais válido do que naquela época.

Olhe ao seu redor, veja as dezenas de anúncios que bombardeiam você todos os dias e me diga: Quantos deles parecem anúncios… e quantos parecem uma mensagem pessoal?

Pois é.

Olhe também pra sua própria copy. Ela parece com as copys dos outros? Contém expressões que os outros usam (como virada de chave, semana do sei lá o que, etc…)? Ela parece uma copy ou uma mensagem pessoal?

Enfim.

A realidade do mercado é que maioria é apenas mais do mesmo.

Copywriters literalmente copiando uns aos outros de maneira quase incestuosa. Enquanto produtores perdidos seguem os conselhos toscos de gurus e seus métodos mirabolantes.

Tudo isso cria um ambiente poluído com panfletagem digital.

O que é péssimo pras pessoas…

Mas excelente pra aqueles que se dedicarem a fazer diferente.

Gary sempre deixava claro que copy de alto nível nunca foi sobre empurrar produtos de goela abaixo usando gatilhos, loops e outras tosqueiras.

Pelo contrário.

Pra ele, copy de alto nível sempre foi escrever de uma maneira simples, amigável e calorosa, que GUIA as pessoas em direção à solução. Copy que ao invés de empurrar, atrai. Copy que transforma desconhecidos em clientes, e clientes em verdadeiros fãs.

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Curso de copy não autorizado de Gary Halbert

Finalmente assistimos o último episódio de:

The Last of us.

Não sei você, mas essa série entrou pra minha lista das melhores de todos os tempos (até aqui).

O que mais me impressiona (eu sei que já disse num email anterior mas tem uma lição aqui) é como a série é simples – em cenário e tecnologia – mas profunda nas histórias.

E é isso que prende as pessoas.

Histórias simples mas profundas, com as quais nos identificamos, nos conectamos, nos imaginamos naquela situação e nos comovemos.

Isso vale pro mundo das séries mas também pro mundo do copywriting.

Por acaso (ou não), essa semana voltei a estudar o material de Gary Halbert.

Gary, caso você não saiba, foi considerado por muitos o maior copywriter de todos os tempos.

As coys dele não são como essas tosqueiras que se vê hoje em dia. Não mesmo. As palavras de Gary soam como música em seus ouvidos. Cada carta é uma verdadeira obra prima da escrita.

Por exemplo:

Uma vez, depois de sofrer num relacionamento degradante, Gary separou. Como solteiro, ele saiu com várias mulheres diferentes, em busca de alguém que valesse a pena dividir a vida. Mas essa mulher nunca apareceu. Então o que Gary fez pra encontrar a esposa dos sonhos?

Ele escreveu uma carta de vendas… sobre ele mesmo 🙂

Verdade.

Ele escreveu a carta e rodou o anúncio num jornal de Los Angeles.

O resultado?

1- O anúncio foi tema de discussão na maior rádio de Los Angeles 5 vezes.
2- Gary recebeu 2 propostas pra escrever um livro sobre isso
3- Recebeu 2 propostas pra escrever um filme sobre o anúncio
4- Recebeu cartas e teve encontros com as mulheres mais lindas de LA
5- Depois de cansar de sair com as mulheres do número 4, Gary encontrou uma ruiva que se tornou o amor de sua vida
6- Foi chamado pra uma entrevista na televisão
7- E foi pago pr escrever um anúncio sobre o próprio anúncio

É mole ou quer mais?

Enfim. Gary era um gênio do marketcheng e do copywriting que contribuiu imensamente pra essa área, mas infelizmente (na minha opinião) seus filhos não estão sabendo cuidar do legado do pai da maneira devida.

A obra de Gary é um tesouro antigo. E assim como tal, merecia estar em exibição para apreciação das pessoas de todo o mundo.

Mas por que estou dizendo isso?

Por que ontem tive a ideia de fazer algo louco.

Algo como…

O curso de copywriting não autorizado por Gary Halbert??

A ideia seria compilar algumas das maiores lições, estratégias e ensinamentos de Gary sobre copy, mkt e negócios – pra você aprender com um copywriter de verdade, ao invés de com um trambiqueiro do instagram 🙂

Enfim.

Minha pergunta é:

É algo que lhe interessa?

Responda esse email me dizendo.

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“Vai acabar com sua saúde mental” Mas eu queeeeero.

Esse é um daqueles momentos pra refletir:

O que você realmente quer pra sua vida?

Sério.

Você.

.

Baseado no que você sente, no que você sonha. Não no que você vê nas redes fossiais nem no que os outros dizem que você precisa ter, fazer ou ser.

Pergunto isso por que acredito que esse mundo digital está acabando com a individualidade, enquanto espalha alienação como uma doença.

Veja:

Acabei de ver um print de alguém reclamando que participou de processos de seleção pra empresa X (uma conhecida no mercado), mas nunca foi aceito por não atender os requisitos.

Aí o candidato indignado foi reclamar com o CEO, que fez um post explicando.

Sabe o que o próprio CEO disse?

Que o cara devia agradecer por não ter sido aceito, pois se ele não bate com a cultura da empresa, entrar lá vai acabar com a saúde mental dele.

Pois é.

O cara está literalmente dizendo que é loucura e que vai acabar com a vida do sujeito.

Mas o tal candidato está tão alienado com o que vê nas redes fossiais, que quer entrar de qualquer jeito pra ter sua saúde mental destruída.

Porém…

Eu tenho CERTEZA que não é isso que ele quer.

E tenho certeza que ele não duraria nem 2 meses na empresa??

Porém, o cara deve estar tão alienado pelo que vê nas redes fossiais da empresa (onde eles são maravilhosos, incríveis, fodões e divinos) que ele mesmo criou uma realidade alternativa em sua cabeça, tão sólida e vívida que nem mesmo uma declaração direta do CEO foi capaz de destrui-la.

Alienação.

Tentar viver o sonho dos outros – ao invés de buscar o seu.

Eu trouxe esse caso específico mas isso acontece em toda parte.

Outros exemplos:

O cara vê um anúncio do cara que abriu uma loja e comercializa produtos da China fazendo dropshipping.

“É isso que eu quero pra mim 😍”

Aí vai lá, compra o curso, se lasca todo pra construir loja, bota uma grana em produtos, pra só depois de tudo isso (e alguns meses)… perceber que não era bem o que ele queria.

Ele não queria passar o dia lidando com produtos, com problemas de entrega, com reclamações de clientes, enfim. Ele não queria ter a vida de lojista.

No fundo no fundo, aquele cara tem um sonho. Talvez ser guitarrista? Talvez ser pintor?

Mas ele cresceu ouvindo que seu sonho não dá dinheiro, que ele precisava estudar e fazer algo pra se sustentar, e depois fazer o que ama, como hobbie.

E assim os anos vão passando.

O sonho vai se enterrando… enquanto o cara passa longos e valiosos anos de sua vida pulando de galho em galho atrás de novas oportunidades brlhantes que surgem na tela de seu celular a todo momento.

Esse mesmo cara vê um guru fazendo stories numa mansão com carros de luxo e acredita que aquelo é o sonho dele.

Mas se um dia conseguisse a mansão e os carros de luxo, depois de 2 meses ele provavelmente começaria a sentir que a mansão é grande demais pra morar. Que é difícil achar seus filhos e esposa no meio daquele labirinto de quartos. Que é caro pra cacete manter tudo aquilo, e que a mansão não traz a felicidade que esperava.

Quanto as carros?

A mesma coisa.

2 meses depois os carros não tem a mesma graça. Pior ainda se o cara sofreu um acidente por não conseguir controlar o supercarro. Além do prejuízo material, o sonho quase tirou sua preciosa vida. Ou então ele simplesmente olha pro custo e dor de cabeça pra manter os carros e não bate com a felicidade que eles proporcionam.

Nessas horas o cara se olha no espelho e começa a questionar tudo:

“Por que não sou feliz se eu tenho tudo?”

“O que mais me falta??”

“Que merda eu fiz de minha vida?”

E no fim, o grande problema foi buscar a felicidade ons lugares errados.

Foi tentar ser feliz vivendo os sonhos dos outros.

Foi acreditar que felicidade depende de grana.

Foi deixar se alienar.

Enfim.

Apenas um lembrete importante pra você repensar o que realmente quer – e correr atrás de seus sonhos.

Tudo é possível para aqueles que não ouvem a voz da razão (nem as porcarias das redes fossiais).

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Como sobreviver ao apocalipse IA

Ontem li algo interessante e aterrorizante ao mesmo tempo.

A NetDragon, uma empresa de Hong Kong que faz 2 Bi por ano, contratou uma nova CEO que em pouco tempo fez a empresa performar melhor que as outras empresas do mercado nacional deles.

O que tem de interessante e aterrorizante nisso?

A nova CEO era nada mais, nada menos que:

Uma Inteligência Artificial.

Pois é.

A IA não está roubando apenas o trabalho da base da pirâmide, mas também os cargos do topo.

Não por acaso.

Apesar de na teoria os CEOs serem pessoas inteligentes e capacitadas pra fazer as empresas progredirem, na prática a coisa é diferente.

Depois de trabalhar ou conhecer centenas e centenas e centenas de CEOs das mais diversas indústrias… eu garanto que a maioria deles são… digamos, incapazes de realizar o trabalho.

Alguns até começam bem, mas logo desviam totalmente do caminho inicial que fez a empresa crescer, e começam a buscar inovações e outras coisas estúpidas que fazem o barco afundar. Ou então, quando chega o momento em que inovar é obrigatório, os CEOs decidem continuar fazendo o mesmo feijão com arros até morrerem de fome.

E quase sempre essas decisões estúpidas são movidas por ego, política ou achismos.

Então é óbvio que uma IA focada em analisar fatos e tomar decisões baseadas em lógica vai gerar resultados melhores e mais rápidos do que CEOs estúpidos.

O mesmo está acontecendo com outros profissionais.

Tem uma galera grande de tecnologia sendo demitida toda semana – uma parte delas por causa de IA.

E obviamente chegamos ao nosso mercado de marketcheng onde as demissões por IA vão começar a acontecer em breve.

Quando ficar mais claro para empresas e experts que eles podem demitir seu designer demorado, seu copywriter de textinhos e scripts batidos de lançamento, e seu social midia de posts fru fru – e trocar todos esses por um único (e mais barato) operador de IA… essa galera já era.

É só uma questão de tempo.

Sério. Olhe pras redes fossiais. 90% do conteúdo ali é superficial, tosqueira ou baboseiras que podem ser facilmente criadas por IA (e ainda melhor do que o feito pelos humanos).

Afinal, tudo ali é descartável. É tudo feito apenas pra conseguir alguns cliques ou segundos de visualização.

Enfim.

Caso ainda não tenha ficado claro, aqui está o que fazer pra sobreviver ao apocalipse da Inteligência Artificial:

Não seja descartável.

Não seja criador de superficialidades.

Não faça o que todo mundo está fazendo.

Se você é copywriter, não seja o copy que escreve posts, textinho s de blog e copys que seguem os mesmos scripts batidos e superficiais que a maioria.

Tudo isso aí a IA vai tirar de letra.

Faça diferente.

Seja alguém o mais insubistituível possível.

Seja o profissional diferente, que cria coisas únicas.

Crie dependência de você.

Meu conselho?

Aprenda a cuidar de listas de email e a trazer grandes resultados pra seus clientes todo mês a custo zero.

Quando a foice da IA passar, você acha que qual cabeça tem mais chance de rolar:

A do copywriter que faz textinhos e copys scriptadas… ou o copywriter que faz 30k, 40k, 50k todo mês usando apenas emails?

“Ah Bruno, mas eu não faço isso, eu crio VSL matadoras de alta conversão.”

Ótimo. Mas eu garanto que em poucos meses a IA já será capaz de estudar todas as VSLs do mundo, aprender os padrões e criar VSLs completas, com texto, voz, leganda e imagens em questão de minutos. Você será capaz de competir contra isso?

“Ah Bruno, mas se a IA faz isso com vsl também vai conseguir fazer com emails”

Vai sim. Ela vai ser capaz de estudar zilhões de emails lixo de todo o mundo… e criar novos emails lixo que não vendem.

Pois é.

O trabalho de um email copywriter vai muito além da escrita. É algo estratégico, filosófico e totalmente humano que IA ainda não consegue reproduzir. E talvez nunca consiga, já que ela depende de prompts humanos e os humanos do marketcheng estão tomando um caminho totalmente diferente do que o que seguimos aqui na família do email.

Pense nisso.

E se quiser dar o primeiro passo no caminho de monetização de listas de emails, experimente isso:
https://web.brunosampaio.com/desafio-trabalhe-1-email-por-dia

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Produtos High TChicken 🐔

A maneira mais fácil de fazer dígitos extras…

É criar um produto de alto ticket.

Por que?

Porque um negócio não é um jogo de copy, funil e anúncios…

É um jogo de matemática.

Você pode criar as melhores copys e funis do mundo, mas se no fim do mês as contas não fecharem positivas e você não tiver uma boa margem de sobra…

Todo seu trabalho foi praticamente em vão.

É aí que um produto de alto ticket pode fazer toda a diferença entre um negócio próspero e um que mal consegue sobreviver.

Pois ele possui margens altíssimas e o custo é praticamente zero.

Por exemplo:

Se o expert ou empresa só tem produtos de 20 a 1.000 reaus, quando a coisa começa a escalar as margens vão afinando, afinando e afinando até que começa a sobrar menos no bolso dele do que quando a operação era menor.

Mas se você pegar essa lista de clientes existentes e oferecer um produto de 3k, 5k ou 10k pra eles, é possível fazer 30k, 50k, +100k tran-qui-la-mente. (apenas com alguns emails).

E como disse, é uma quantia que vai praticamente toda livre pro bolso do dono.

Até aí nenhuma novidade??

Pois é. Mas muitos são os que sabem disso, mas pouquíssimos são os que conseguem emplacar esse tipo de produto.

E a razão pra não conseguirem NÃO é:

  • O funil que usam
  • A copy
  • Falta de autoridade
  • Falta de conteúdo
  • A estratégia
  • O expert

Todos esses são fatores secundários. Alguns aí nem diferença fazem.

O grande problema é porque eles criam o que eu chamo de produtos “High Tchicken”.

Ou seja: Produtos desengonçados, nada atraentes, que mais assustam as pessoas do que encantam… como o próprio nome diz, como se fosse uma galinha gigante 🐔.

E quem em sã consciência vai dar 2k, 5k, 10k numa monstruosidade dessas?

Não importa qual boa seja sua copy, funil, autoridade ou sei lá o que.

Simplesmente não rola, pois as pessoas botam na balança o que você está oferecendo X o suado din din delas… e você sempre vai perder se vier com uma High Tchicken.

Por outro lado…

Quanto mais atraente, único e bom for o seu produto, mais fácil as pessoas dirão SIM.

Mesmo sem funil nenhum. Com copy ordinária. Sem autoridade nem conteúdo.

Em outras palavras, o que eu estou querendo dizer é:

O segredo pra produtos desse tipo é sempre a OOOOO…

…Ferta 🙂

Quanto melhor ela for, mais simples e fácil será o SIM.

É assim que eu converto tranquilamente produtos de 2k, 3k, 5k usando nada além de emails (e às vezes algumas linhas de chat).

Sem funil. Sem closer. Sem formulário. Sem autoridade. Sem live. Sem papagaiada.

Porém, com um produto altamente atraente pro público.

Isso tem a ver com o que falei no email de ontem.

No fim, é sempre uma questão de escolha:

Seguir o caminho mais difícil dos hacks, táticas, funis, copys e automações complicadas…

Ou a preocupação com a experiência e o melhor pra ajudar seus clientes a conseguirem o que querem.