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O review de produto mais engraçado que você já viu… de um Vibrador

O review abaixo fez tanto sucesso que viralizou e ajudou o produto a vender milhares e milhares de unidades.

E nada mais é do que uma boa história.

Por que estou trazendo isso?

Primeiro pra você dar boas risadas.

Segundo, e mais importante, pra mostrar um exemplo da melhor copy do mundo.

É quase impossível um copywriter escrever tão bem quanto um review 100% honesto e sincero como esse.

Então sim. A dica é você sempre dedicar um bom tempo pesquisando reviews de produtos.

Pois uma simples história como essa pode render milhões.

Sem mais. Aqui está o review do vibrador (traduzido):

Depois de ler as avaliações de todos, eu tinha grandes expectativas, mas com o preço sendo inferior a 50 dólares, eu não ficaria exatamente chocada se fosse medíocre.

Algumas amigas minhas compraram recentemente e me falaram de seu poder.

Fui avisada para tirar o dia de folga, hidratar e, acima de tudo, fazer alongamentos. Eu pensei que elas estavam sendo rainhas do drama.

Ele foi entregue em 2 dias após o pedido, então já começou bem. Abrindo a caixa muito discreta, as instruções dizem tempo de carregamento de 2,5 horas. Nada mal, coloco este menino mau na tomada.

Enquanto as crianças estão na escola esperando que carregue, matando o tempo lendo um pouco de erotismo de minha amiga e companheira queenie, recomendado porque eu não tenho tempo perder esperando para entrar no “clima”.

Tenho que pegar as crianças em algumas horas e preciso estar pronta para ir quando esta coisa terminar de carregar. Tik tok cachorra, tik tok bem-vinda à maternidade. Esperando pacientemente pra mim é verificar se a luz parou de piscar a cada 10 minutos, como um viciado em crack esperando por seu traficante.

Depois de apenas uma hora e meia, luz rosa sólida.

O Jogo começa.

Eu brinquei com as configurações na minha mão para testar essa bela máquina. A vibração para a parte do ponto g é bastante forte, fiquei impressionada com isso antes de usar.

O próximo foi a sucção. Em tantos níveis, foi interessante ver os diferentes padrões e força. Existem 10 níveis para o clitóris e 10 padrões para o ponto g.

Nunca usei um estimulador do tipo de sucção de clitóris, então não tenho nada para compará-lo, mas esperava por isso mesmo assim.

É hora da festa solo.

Achei o posicionamento do clitóris um pouco baixo para o formato do meu corpo, demorei alguns minutos para colocar tudo onde precisava estar. Isso foi um pouco demorado e um pouco frustrante.

Mas, como acontece com qualquer brinquedo novo, é tentativa e erro.

Comecei o clitóris baixo, que mal senti. Sem que eu soubesse, não estava 100% alinhado, então, sendo eu mesma, decidi ir de zero a 60 em 3,5.

Apertei a configuração do botão de sucção para o nível 5 ou 6 e apertei o botão ponto G também. E fiz um pequeno ajuste na colocação da sucção.

Pelo menos acho que foi isso que aconteceu, porque tenho quase certeza de que desmaiei, minhas pernas esticaram como aquelas cabras que desmaiam com medo.

Eu nunca gozei tão rápido e tão forte em minha vida. Eu esguichei, eu NUNCA FIZ ISSO. (Felizmente, coloquei uma toalha porque odeio manchas molhadas).

Eu tentei freneticamente desligá-la, mas acabei batendo nos botões como um maníaco, enviando uma sucção ainda mais forte e agora pulsos variantes do vibrador do ponto G.

E veio, novamente.

Tenho certeza que levitei. Foi um orgasmo sem fim. ‘Desta vez, minha alma me deixou, e o próprio Deus disse” filha, não é a sua hora, volte para a luz rosa lilás. ” (Veja bem, eu sou agnóstica.)

Sou trazida de volta ao meu corpo terreno depois de conseguir puxá-lo de cima de mim, jogando-o na minha cama, ele cai no chão, ainda zumbindo alegremente.

Eu tremo por uns bons 5 minutos, não conseguia me levantar da cama nem mesmo queria. Olhei para o meu teto atordoada tentando lembrar quem eu sou e em que ano é este.

Eu me levanto para me limpar e percebo que, na minha convulsão com orgasmos, machuquei o quadril e as costas.

Ainda estou mancando 4 horas depois, não me alonguei o suficiente.

Concluindo, isso atendeu e superou as expectativas. Hidrate-se, certifique-se de não ter que fazer nada que envolva decisões ou inteligência pelo resto do dia.

E pelo amor de Deus, alongue-se como se estivesse prestes a correr os 500 metros rasos.

Gostou?

Imagine se a empresa contratasse essa mulher pra dar esse depoimento em vídeo??

Noooossa!

O melhor é que dá pra fazer isso com qualquer negócio.

Desde que você seja um detetive para boas histórias de clientes.

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Grandes erros ao lutar por vagas de copy em grupos

Apesar de não recomendar lutar por vagas em grupos…

…de vez em quando aparece uma vaguinha que vale a pena tentar.

Mas nessas horas vejo muitos profissionais perderem uma boa chance por fazer a coisa errada.

Por exemplo:

Ontem vi um post interessante num grupo de tráfego.

Um cara em busca de um gestor de tráfego. Ele disse que a verba mensal começava em 20k com possibilidade de crescimento ilimitado (contanto que tivesse retorno).

Ele disse ainda que a remuneração era fixa + variável e que o início era imediato.

Não conheço o cara mas aparentava ser um bom cliente.

Pelo menos era gato (sacanagem).

Ok. Agora vem a parte boa da coisa:

Os comentários dos “pretendentes” à vaga (e os erros que você deve evitar ao lutar por um cliente nessa situação).

Erro 1: Mandar inbox

Ainda é muito cedo pra mandar inbox. Parece desespero. E é o que a maioria faz.

É preciso agir diferente.

O ideal é você fazer um bom comentário que incentive o cara a mandar inbox pra você.

Erro 2: Falar os cursos que fez

Amadorismo.

Ninguém quer saber os cursos ou certificações que você fez. Eles querem apenas resultados. E normalmente uma pessoa que se apega a cursos e certificações passa a ideia que não tem resultados.

Não tem problema ter cursos e certificados. O problema é focar nisso.

Erro 3: Perfil amador

Lá no meio dos comentários você um “profissional” com uma foto de tinder no perfil. Sem camisa, olhar sedutor…

Você entra no perfil do cara (coisa que um prospecto faz) e encontra mais fotos sem camisa se contraindo em frente ao espelho. Postagens de futebol. Política. Memes… e absolutamente nada sobre o trabalho dele.

Não tem problema postar coisas pessoas. O problema é focar nisso.

Erro 4: Estou disponível

Nós vemos ainda vários comentários dizendo: “Estou disponível”.

Ok… qual a percepção do cara ao ler isso?

Ele lembra que os melhores profissionais nunca estão disponíveis… mas você reforçou que está… então você perdeu.

Não tem problema estar disponível, o problema é focar nisso.

Erro 5: Se gabar da pouca experiência

Um dos caras se gabou que trabalhava há mais de 7 meses com tráfego.

Uau… será que devo confiar minha verba de 20k a ele? Não mesmo.

De novo. Não tem problema ter pouca experiência. O problema é focar nisso.

Erro 6: Ser canivete suíço

“Eu faço tráfego (em todas as redes). E ainda faço edição de vídeos, escrevo as copys, limpo o chão e passo suas roupas.”

Não… eles querem um especialista.

Em resumo

É tudo uma questão de foco e percepção.

É preciso focar no que realmente importa pro cliente. E fazer ele perceber isso.

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Emails engraçados funcionam pra clientes?

Semana passada me fizeram uma pergunta interessante:

“Bruno, sou fã dos seus emails engraçados. Mas dá pra eu escrever assim para clientes?”

De fato, eu posso escrever o que quiser pra minha lista.

Posso xingar.

Posso zoar com os gurus. 

Posso até xingar, zoar e excluir você 🙂

Enfim. A questão é que quando se trata de copy muita gente esquece que nós escrevemos para PESSOAS.

E pessoas gostam de coisas divertidas.

Não importa se é um email B2C ou B2B. Você sempre escreve pra uma pessoa. E pessoas gostam de se divertir.

Por exemplo:

Nos emails de prospecção que envio para empresas ou pessoas com as quais quero trabalhar, eu procuro usar humor ao máximo.

E quando eu digo ao máximo, é realmente ao MÁXIMO.

Tipo esse “email poema” que enviei para um dos maiores especialistas em email do mundo:

Aqui está a tradução (caso você não tenha feito wizard):

Eu sei. Eu sei. Não faz tanto sentido em português.

Mas você viu que eu xinguei o cara com o qual queria trabalhar?

Aqui a resposta dele:

Ele disse que o poema é legal. Chamou atenção dele. Bom trabalho, Bruno. Mas infelizmente ele não deixa outras pessoas escrever pra ele.

Ok. Só pra ficar claro…

Sob hipótese nenhuma estou dizendo que você deve xingar seus prospectos.

Apesar de parecer sem noção, aquele poema foi fruto de bastante pesquisa e observação pra entender o estilo do cara e me encaixar nele (no estilo, não no cara).

Ou seja:

Toda vez que for enviar um email engraçado (ou qualquer tipo de copy com humor) tenha certeza que o público realmente se identifica com aquilo. Tenha certeza que pra ELES sua mensagem é engraçada.

Por que, parceiro, tá cheio de gente por aí que tenta ser engraçado mas parece um idiota.

“Tá bem Bruno. Eu vi que emails engraçados funcionam pra você e funcionam pra prospecção de clientes. Mas e para enviá-los pelo cliente?”

Funciona da mesma forma. Mas você precisa respeitar 2 coisas:

1- O humor do público
2- O humor o cliente

Primeiro você precisa conhecer o público profundamente pra saber do que eles gostam.

Segundo, você precisa acordar com o cliente até que ponto você pode chegar.

Terceiro (extra) você vai testar diferentes piadas e abordagens até descobrir o que dá certo… e o que não dá certo.

Aqui um exemplo simples:

Em uma campanha pra um produto de doces usei o assunto:

Atenção formiguinhas

Veja agora um trecho de um outro exemplo, mais elaborado:

Em resumo, emails engraçados funcionam em praticamente qualquer situação.

E sim, eles geram vendas.

Vai depender apenas do seu conhecimento do humor do público e do humor do seu cliente.

Ok.

Esse era pra ser um email curto mas gosto tanto desse assunto que me alonguei.

Acho que deu bem uns 2km de email, né não?

Caramba.

Pior que quanto mais eu falo,

maior ele fica.

Nussa!

Pior ainda é quando eu

pulo

linhas

assim

sem motivo

Aff

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Dezenas de cursos Top e 0800

Olha só o que seu amigo trouxe pra você hoje:

Dezenas de cursos incríveis, 100% práticos, diretos ao ponto, feitos por empreendedores honestos e reais que querem fazer do mundo um lugar melhor.

Aqui uma pequena amostra do que tem lá:

  • Como transformar emails em receita recorrente – Ben Settle
  • Como criar uma oferta irresistível – Todd Brown
  • Como escrever anúncios de facebook de alta conversão com histórias – Travis Speegle
  • Como transformar um desafio gratuito em receita – Jennie Wright
  • E muito mais

AH, e é tudo 0800. Sem pegadinhas.

O único problema para alguns é que… é tudo em inglês.

De qualquer forma, você pode ter acesso aqui.

Por que estou divulgando isso?

Primeiro por que é de um dos poucos gurus no mundo que eu ainda sigo e respeito: Ryan Lee.

Um cara que está há décadas no mercado e sempre se manteve legítimo.

Segundo por que eu estou assistindo e gostando, e é de graça, e você pode gostar também.

Terceiro, porque Ryan disponibilizou tudo isso sem custo mas pediu para ajudarmos a espalhar a mensagem.

E algo assim eu acredito que merece ser espalhado (conhece algum guru no Brasil que faz isso?)

Quarto, se várias pessoas se cadastrarem por esse link, novos cursos serão disponibilizados como forma de incentivo.

Enfim. Acho que é um dos poucos momentos onde todo mundo sai ganhando.

Aprecie sem moderação.

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Vagas para copywriters suicidas

Vamos falar sério por um momento?

Ok.

então…

VAMOS FALAR SOBRE TEKPIX.

Sacanagem.

Vamos falar sobre o mercado de trabalho de copy.

Ele vem crescendo pra caramba nos últimos anos e tem seduzido muitas pessoas.

Mas ele também vem escravizando muita gente.

É claro que isso não acontece só nesse mercado. Acontece praticamente em toda profissão.

A única diferença, na minha visão, é que nosso trabalho como copywriter é muito mais fácil de ser valorizado.

Afinal, a gente literalmente traz grana pro bolso das pessoas.

Um eletricista não faz isso.

Um arquiteto não faz isso.

Nem um engenheiro.

Muito menos um designer.

Não me entenda mal. Não somos melhores que essas outras profissões.

Nós apenas temos enorme facilidade de mostrar nosso valor. E nós fazemos isso enchendo os bolsos dos outros. E DINHEIRO MOVE O MUNDO (infelizmente).

Assim sendo, você não acha que um copywriter deveria escolher com quem e como trabalha – ao invés de ser escravizado por agências e empresas.

Eu acho.

E somente depois que comecei a pensar assim e a acreditar em mim, minha vida mudou.

Mudou no sentido de eu conseguir ganhar mais, trabalhando menos.

Eu descobri que eu não precisava tocar 17 lançamentos ao mesmo tempo, escrevendo os scripts, emails, anúncios e cpls de cada um, além de orientar designer, especialista, fazer café e limpar o chão da empresa.

Com o tempo descobri que tudo que eu preciso fazer é gerar valor. Trazer la plata para os clientes. E que é possível fazer isso de outras maneiras mais simples como, por exemplo, escrevendo emails como esse e dando ideias.

Digo isso por que converso com copywriters que trabalham em agências e a vida profissional deles é um inferno.

Digo isso também por que vagas de copy compartilhadas por aí que são absurdas.

Trabalho de 3 ou 4 pessoas que eles querem que seja feito por 1… pagando o salário de meio.

O único lado bom dessa história é que o profissional escravizado ganha uma boa experiência. Mas tirando isso…

Perde a saúde. Perde a paz mental. Perde o tempo. Perde o filho crescendo. Perde oportunidades…

Enfim, se botar tudo na balança ela cai da mesa e capota pro lado negativo várias vezes.

Tudo bem você aceitar um trabalho como esse. O problema pra mim é você aceitar permanecer num trabalho como esse ao invés de buscar algo melhor incansavelmente.

Por que a partir do momento que você realmente entende seu valor, você se torna capaz de escolher com quais clientes vai trabalhar e até como vai trabalhar.

Tudo que você precisa fazer é chegar pra eles e mostrar seu valor. 

Da mesma forma que você faz quando quer conquistar um parceiro amoroso.

Mas tudo depende de você.

Lembre-se que normalmente passamos 1/3 da vida trabalhando.

Não deixe que os outros ditem as regras de 1/3 de sua vida.

Vá em busca do melhor. Sempre.

Você consegue.

Eu acredito em você.

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Gurus de Storytelling que não sabem contar histórias

Esses dias tem rolado umas discussões sobre histórias nos grupo de copy.

(e eu sou um dos causadores disso)

A discussão começou quando alguém postou sobre como Guru Fulano era fera em histórias.

“Verdade? Então deixe eu dar uma olhada” – Pensei.

Vi que Guru Fulano vendia um curso sobre storytelling com o argumento de que histórias são a melhor maneira de vender qualquer coisa.

Concordo 100% com ele. Não é por acaso que todo email que escrevo tem uma história.

O problema era que…

Guru Fulano não contava nenhuma história sequer.

Nem na página do próprio curso de histórias.

Nem nos anúncios.

Nem mesmo… nos próprios posts do instagram.

A única coisa que Fulano sabia fazer era falar pra todo mundo usar histórias (e comprar o curso dele)… enquanto ele mesmo não usava nenhum tipo de história em lugar nenhum.

Interessante.

Então questionei isso lá nos grupos e desafiei os defensores do guru a postarem alguma história ele.

Cri… Cri…. Cri…

Já faz quase 2 semanas e até hoje espero essa história do guru as histórias.

Ok, mas por que estou compartilhando essa HISTÓRIA?

Pra você nunca esquecer essa lição importante:

Não vá pelo que as pessoas dizem.

Vá pelo que elas FAZEM.

Se um cara fala que histórias é a melhor maneira de vender… mas ele não usa histórias…

Se um cara fala que email é o melhor canal digital… mas ele não usa email…

Se sua mulher diz que vai deixar de ser ciumenta… mas não para de vasculhar seu celular…

Se um cara diz que seu produto é legal… mas não passou o cartão…

Percebe como essa lição se aplica a absolutamente tudo na vida?

Não acredite cegamente no que as pessoas dizem.

Acredite no que elas fazem.

Faz sentido?

Não acredite em mim.

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Copywalter preguiçoso não vai longe

Parece que hoje em dia todo mundo é copywriter.

Mesmo sem saber escrever português básico. Mesmo sem saber pronunciar o nome de sua própria profissão… eles se dizem profissionais.

“Eu sou copywalter. Me contrate.”

“Sou certificado em Copyrighthting.”

“EU CRIO TEXTOS PERÇUAZIVUS, SOU COPYWRAITXHINGFBBBUAA “

Até aí tudo bem. Toda área não regulamentada sofre com isso.

(não é mesmo, coaches?)

O problema é quando esse “proficionau” fecha um contrato prometendo revolucionar o negócio do cara… Mas assim que sai da ligação com o cliente, o copywalter corre em desespero pros grupos de copy pra descobrir como fazer aquele trabalho prometido.

Se pelo menos ele se comprometesse de corpo e alma a aprender tudo que for preciso pra realizar aquele trabalho, nesse caso, eu ainda apoiaria isso.

Por que muitas vezes na vida a gente precisa se jogar do abismo e depois arrumar um para-quedas.

Mas esses copywalters fazem isso?

Claro que não.

Ao invés de se comprometer, eles fazem todo o trabalho do cliente baseados apenas nos comentários de outros copywalters dos grupos.

Sim, por que os copywriters de verdade não passam o dia conversando em grupos de copy. 

Então 99% dos conselhos dos grupos são dados por outros copywalters.

O resultado quem sente é o cliente. Que se ferra.

Apesar de que o copywalter também não tem sossego. Ele fica com o cú na mão pra entregar o trabalho e literalmente reza pra copy dar certo.

Eu até consigo ver o suor frio escorrendo pelo rosto tenso do copywalter, segundos antes dele enviar o email com a copy.

Infelizmente esse é um mercado bastante preguiçoso e desleixado.

Todos os dias você vai encontrar posts do tipo:

“Preciso escrever copy para uma loja de pets mas estou sem ideias. alguém me ajuda….”

É claro que você está sem ideias, amiga copywalter….

…VOCÊ NÃO FEZ A PORRA DA PESQUISA.

É claro que seus anúncios estão sendo bloqueados e o cliente corre o risco de perder a conta…

…VOCÊ NÃO LEU AS DIRETRIZES DO FACEBOOK.

É claro que você não consegue encontrar o mecanismo único do produto do cliente…

…VOCÊ NÃO ESTUDOU O PRODUTO.

E a lista é extensa.

Tudo isso me deixa triste por conta dos clientes que pagam por esses proficionaus… mas ao mesmo tempo me deixa muito feliz por você << Test Nome >>.

Por que você é diferente.

Você está aqui nesse momento, lendo meu email, por que você é diferente.

Você não é mais um copywalter.

Você entende que a coisa vai muito além de gatilhos dementais. Que não existem fórmulas mágicas. Que é preciso se comprometer. 

E por pensar e agir dessa forma, o mundo precisa de você.

As oportunidades estão sobrando. A demanda por bons profissionais é do tamanho do sol. Elas só precisam saber que você existe, e ter certeza que você não é mais um copywalter como os outros.

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Estude isso pra saber onde está o dinheiro em copy

Se você ainda não cansou de recomendações de estudo…

…eu tenho mais um pra você.

Não é livro.

Nem curso.

Nem filme

Nem anatomia do corpo feminino (apesar de eu sempre recomendar).

O que trago hoje é a recomendação mais importante para um copywriter ou profissional da área. E ela foi feita não por mim, mas pelo grande Gary Halbert (um dos maiores copywriters que já existiu).

No capítulo 5 do livro Boron Letters, Gary diz:

A primeira coisa que você deve perceber é que você deve se tornar um “estudante de mercados”. Não produtos. Não são técnicas. Não copywriting. Não como comprar espaço ou algo assim. Agora, é claro, todas essas coisas são importantes e você deve aprender sobre elas, mas, a primeira e mais importante coisa que você deve aprender é o que as pessoas querem comprar.

Por que ele diz isso?

Porque toda economia vive de ciclos. Em certos momentos, determinados mercados vão estar em alta… enquanto outros vão estar em baixa. E no meio de tudo isso existem novos mercados sendo criados enquanto mercados existentes são reduzidos ou até extintos.

E não adianta escrever a melhor copy do mundo pra um mercado morto.

É como pescar com a maré sempre baixa. Você até pode achar uma poça aqui e outra ali mas não vai conseguir grande coisa.

Por outro lado, não é preciso ser o melhor pescador do mundo pra ter grandes resultados com a maré alta. Basta jogar a rede de arrasto.

O mesmo vale pra mercados. E copy.

Por isso você precisa estar sempre atento aos mercados que estão decolando. Aos que estão em alta. E aos que estão com os dias contados.

Estar no mercado certo, na hora certa, não apenas facilita seu trabalho como também pode encher seus bolsos.

Pense nisso sempre que for fechar um cliente.

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Lições de copy do Drácula

Desde pequeno sou fã de vampiros.

Quando vejo Crepúsculo com Edward brilhando no sol e aquele lobisomem másculo descamisado… que tesão…

Digo, que tesão as meninas devem sentir, hein?

Sai for. Sou MAXO.

Tão MAXO que escrevo com x pra não fazer biquinho na hora de falar.

Enfim. A verdade é que prefiro Blade, Anjos da noite, A rainha dos condenados, Os garotos perdidos (clássico da sessão da tarde).

Bem, hoje eu finalmente consegui terminar a série Drácula da Netflix.

São apenas 3 episódios. Mas cada um tem uma hora e meia de duração. É como se fossem 3 filmes.

O primeiro episódio é uma das melhores e mais bem contadas histórias de vampiros que já vi em todos esses anos nessa indústria vital.

O segundo episódio é só metade disso.

Já o terceiro é marrom menos. E tem um dos piores finais de todos os tempos. É preciso muito esforço para destruir uma boa história daquele jeito mas eles conseguiram.

Mas se parar pra pensar, quantas séries e filmes também não passam por isso?

Começam boas.

Prendem nossa bunda na pontado sofá.

Aí acontece uma virada e todo aquele roteiro maravilhoso vai por água abaixo. Deixando nossos corações cheios de fúria e a sensação de tempo desperdiçado.

Mas além de séries e filmes, onde mais acontece isso?

Em copys?

Sim. Em copys. Em emails, anúncios e páginas de vendas.

Você já deve ter visto algo assim:

A mensagem começa bem. É diferente. Tem uma ideia intrigante. Mas logo a conversa começa a broxar. As ideias param de fazer sentido. Fica confuso… e você cai fora.

Ouça bem:

Em séries e filmes as pessoas até assistem tudo só pra saber qual será o final.

Mas em uma copy a coisa é diferente.

Se a copy perder a atenção da pessoa apenas por alguns segundos… já era.

A pessoa sai. Fecha a página. E lá se vai sua chance.

Estou dizendo isso por que sei como pensa e age um copywriter. É normal dedicarmos grande parte do tempo desenvolvendo a ideia, o título e o início da copy.

Até quando chega um ponto onde a coisa fica tão longa que a gente só quer terminar logo.

Mas é aí onde mora o perigo.

Por que se você não dedicar a mesma atenção para todas as partes da copy do início ao fim, as pessoas vão perder o interesse e cair fora.

É assim que copys que parecem brilhantes, não dão certo. Por que elas apenas abrem a venda, mas não fecham.

Pra evitar isso eu leio e releio meus textos várias vezes pra garantir que eles seguem um fluxo suave e natural.

Todo parágrafo, frase ou palavra desnecessária são cortados.

Toda ideia que possa ter uma outra interpretação é cortada.

Tudo que não estiver alinhado com a ideia central é cortado.

Todos os advérbios, adjetivos e infinitivos são cortados.

Assim como um diamante devemos cortar e polir a copy até a joia ficar pronta.

Já imaginou se um joalheiro dedicasse mais esforço a uma parte do diamante do que às outras?

Você pega a pedra e à primeira vista a acha deslumbrante. Mas ao girar a peça e ver o outro lado – onde o joalheiro teve pressa em terminar – você se decepciona.

De repente aquela obra prima não passa de uma coisa inacabada.

Não deixe que isso aconteça com suas copys.

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Pessoas com o pescoço sangrando

Quantos travesseiros você teve na vida?

Só nas últimas semanas eu tive uns 5. E nenhum resolveu meu problema.

Simplesmente não consigo mais dormir direito.

Todo dia acordo com uma dor horrível num lugar diferente do pescoço (nem sabia que o pescoço tinha tantos pontos assim).

Sim, eu já troquei de colchão também.

Já testei várias coisas. Só falta testar os travesseiros de +400 pau.

Claro que pra acabar com essa agonia eu pagaria até mais.

O problema é que nenhum desses travesseiros de alto ticket conseguiu me convencer.

Você olha a página de vendas e eles mesmo se contradizem na comunicação. Os depoimentos parecem verdadeiros como os das organizações tabajara. E os poucos travesseiros que chamam minha atenção parece que não funcionam pra mim que durmo muito de bruços.

Isso me lembra um importante conceito de negócios.

Neste momento existem milhares e milhares de pessoas em situação semelhante à minha.

Pessoas com uma grande necessidade (o que chamamos de pescoço sangrando). Dispostas a pagar caro por uma solução. Mas que não encontram nenhuma empresa que fale o que elas precisam ouvir.

Sabe o que causa tudo isso?

Falta de pesquisa.

Isso acontece com praticamente toda empresa.

Eles focam mais energia em coisas que menos importam e deixam de ganhar uma grana por causa disso.

Por que quase todo mercado tem um grupo de pessoas com pescoço sangrando. São pessoas que tomam a decisão rápido e pagam mais por isso.

E se você entregar um bom produto ou serviço pra esse grupo de pessoas, sabe o que acontece?

Elas se tornam fãs fieis de sua empresa. Vão indicar seu produto pra todo mundo que conhecem. Vão dar depoimentos incríveis. E vão comprar mais coisas de você.

Ainda assim, quase ninguém faz o trabalho de pesquisa pra entender quem são seus clientes com pescoço sangrando.

Uma das primeiras coisas que faço com meus cliente de consultoria é tentar descobrir quem é esse grupo de clientes do negócio deles.

Por que se eles tiverem, e nós conseguirmos chegar nessas pessoas, nós geramos uma boa entrada de caixa com pouco esforço.

Lembre-se disso.

Agora preciso ir. Tenho uma hemorragia pra estancar.