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Artigos Copywriting Vendas

Você comete esses erros de negociação?

Inspirado na headline de Maxwell Sackheim…

Você sabia que:

A maioria dos copywriters (e profissionais de serviços) destroem a negociação antes mesmo de conversar com o cliente?

Sério.

Eles perdem a batalha antes mesmo de entrar em campo.

Como isso é possível?

É simples.

Eles geralmente cometem um (ou vários) dos erros abaixo.

Vejamos que erros são esses, e se você comete algum deles.

1- Você chega na conversa desesperado pra fechar o contrato?

O cliente sente isso do outro lado e automaticamente assume total controla da negociação – botando pra lascar com o “serviçal”.

2- Você se vê como um expert que decide aceitar ou não o cliente – ou se vê como um objeto que vai ser escolhido ou não pelo cliente?

Porque isso faz tooooooooooda a diferença em suas ações e seus resultados.

3- Você tenta “vendê” copy e escrita?

Pois na prática, NINGUÉM quer copy e escrita. E por isso o cliente só paga uma merreca.

4- Você faz de tudo pra agradar o cliente? Concorda com tudo que ele diz?

Isso sempre termina com você abrindo as pernas pros termos do cliente.

5- Você controla a conversa ou sente que a reunião só segue o rumo que o cliente determina?

Se você não controla, é controlado. E perde a negociação.

6- Você passa a reunião inteira respondendo perguntas?

Você perdeu.

7- Você fala seu preço com segurança e confiança?

Se não, eles vão sentir isso do outro lado e enfraquecer você.

8- Você deixa o cliente determinar como seu trabalho será feito?

Aí se lascou mesmo.

Enfim.

A lista é grande mas acho que já dá pra ter uma boa noção com isso.

E se você respondeu sim pra alguma das perguntas acima…

Eu recomendo entrar de cabeça em meu novo treinamento de negociação e fechamento de clientes que sai essa semana.

Nele você vai ver como virar esse jogo, cobrar mais caro e até entregar menos trabalho.

Tudo isso usando apenas negociação.

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Você comete esses erros de negociação?

Inspirado na headline de Maxwell Sackheim…

Você sabia que:

A maioria dos copywriters (e profissionais de serviços) destroem a negociação antes mesmo de conversar com o cliente?

Sério.

Eles perdem a batalha antes mesmo de entrar em campo.

Como isso é possível?

É simples.

Eles geralmente cometem um (ou vários) dos erros abaixo.

Vejamos que erros são esses, e se você comete algum deles.

1- Você chega na conversa desesperado pra fechar o contrato?

O cliente sente isso do outro lado e automaticamente assume total controla da negociação – botando pra lascar com o “serviçal”.

2- Você se vê como um expert que decide aceitar ou não o cliente – ou se vê como um objeto que vai ser escolhido ou não pelo cliente?

Porque isso faz tooooooooooda a diferença em suas ações e seus resultados.

3- Você tenta “vendê” copy e escrita?

Pois na prática, NINGUÉM quer copy e escrita. E por isso o cliente só paga uma merreca.

4- Você faz de tudo pra agradar o cliente? Concorda com tudo que ele diz?

Isso sempre termina com você abrindo as pernas pros termos do cliente.

5- Você controla a conversa ou sente que a reunião só segue o rumo que o cliente determina?

Se você não controla, é controlado. E perde a negociação.

6- Você passa a reunião inteira respondendo perguntas?

Você perdeu.

7- Você fala seu preço com segurança e confiança?

Se não, eles vão sentir isso do outro lado e enfraquecer você.

8- Você deixa o cliente determinar como seu trabalho será feito?

Aí se lascou mesmo.

Enfim.

A lista é grande mas acho que já dá pra ter uma boa noção com isso.

E se você respondeu sim pra alguma das perguntas acima…

Eu recomendo entrar de cabeça em meu novo treinamento de negociação e fechamento de clientes que sai essa semana.

Nele você vai ver como virar esse jogo, cobrar mais caro e até entregar menos trabalho.

Tudo isso usando apenas negociação.

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Eles dizem “tá caro” e você treme?

Eu tremia.

Os joelhos batiam.

O queixo se mexia.

Meu corpo dava um espasmos como se estivesse com frio.

E minhas mãos suavam como uma nascente de rio.

Esses sintomas apareciam antes mesmo da ligação com o cliente começar.

E pioravam quando a conversa iniciava.

As reuniões corriam quase sempre da mesma forma.

(a mais errada que existe, por sinal)

O cliente fazendo perguntas e eu respondendo.

Ele duvidando, eu justificando.

Ele mandando, eu obedecendo.

Ele dizendo como eu deveria fazer meu trabalho, e eu fazendo.

Até quando falávamos sobre preço e ele:

“É mas tá muito caro pra mim.”

E eu:

“Sem problema, eu posso fazer por menos agora como parceria… blá blá blá”

(a pior resposta possível)

E assim eu fechava meus contratos sempre com muito trabalho e pouca remuneração.

Mas isso não é tudo.

Sabe o que acontece com uma relação que já começa ruim??

Ela piora com o tempo.

Ou seja:

Com o tempo esses clientes jogavam ainda mais trabalho pra mim, não me respeitavam, não me valorizavam e ainda queriam que eu fizesse outras tarefas fora da minha função (e claro que eu fazia).

Foda.

No fim, meu negócio de serviços dependia 100% da sorte.

Sorte de encontrar pessoas boas, que me respeitassem e não abusassem de mim.

Enfim.

Não é uma posição naaaaaada confortável pra estar.

Viver de sorte não é legal.

Principalmente pra quem vive de serviços.

Você precisa ter o controle do seu negócio.

E mais importante:

O controle dos seus clientes.

Anote isso. Foi algo que eu demorei anos pra aprender.

Mas a verdade é que se você não controlar seus clientes, eles vão controlar você.

E se eles lhe controlarem… aí já sabe, né?

Isso não quer dizer que você vai mandar neles ou manipulá-los.

Nada disso.

Mas você precisa se impor como profissional, como expert e jamais deixar que alguém lhe diga o que fazer ou quanto vale seu trabalho.

Enfim.

Esses são apenas alguns dos princípios que vou ensinar no meu novo trainamento sobre negociação e fechamento de clientes que sai do forno essa semana.

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O melhor funil de alto ticket

Meu cachorro é alérgico.

Super alérgico.

Qualquer coisinha ele começa a se coçar, coçar e coçar, até rasgar a pele e sangrar.

Uma vez ele teve uma crise forte e fomos num veterinário.

Aí o doutor começou:

“Vamos ter que fazer exame disso, exame daquilo, tirar sangue, raspadura de pele, use esse shampoo de 1k, dê esses suplementos + esse remédio + esse outro e não deixe ele nunca mais encostar na areia, mato ou chão.”

“Ok… Talvez seja melhor sacrificar o cachorro?? (e o senhor??)”

Enfim.

Obviamente não fomos extremistas mas fizemos os exames, compramos os remédios e shampoos que valem mais que barras de ouro e seguimos os conselhos.

No fim das contas?

Moose só se coçava mais.

Fomos pra outro veterinário.

A mesma conversa. A mesma lista de compras.

Mais um veterinário, só pra eu ter certeza de que não sou doido.

A mesma conversa que não resolvia nada.

“Quer saber? vou procurar outras soluções” E assim fui fuçar na internet.

Um dia encontrei um cara no Havaí que tinha um cachorro igualzinho ao meu, com os mesmos problemas, e que encontrou uma cura.

A cura dele?

Algo ultra simples (e que os veterinários proibiam).

Ele apenas passou a levar o cachorro pra praia todos os dias… e a água do mar matava a alergia.

Começamos a levar Moose pra praia todos os dias e, adivinha?

O cachorro ficou novo 🙂

Em poucos dias.

Quem diria, hein?

Mas com a experiência de meus cabelos brancos eu percebi que esse tipo de coisa acontece mais do que imaginamos em nossas vidas.

Muitas vezes a gente esquenta a cabeça e perde um baita tempo e grana com soluções complexas que não funcionam…

…quando a verdadeira solução é simples.

Sabe onde isso acontece todos os dias?

No mundo do marketcheng.

Especialmente quando se trata de alto ticket.

Oh boy…

É impressionante o número de pessoas e empresas por aí criando funis complexos, produzindo toneladas de conteúdo e negociando sua alma nas redes fossiais pra tentar fechar clientes de alto ticket…

…quando a solução mais simples e eficaz é uma boa e velha conversa.

Pois é.

O funil mais poderoso pra alto ticket é nada mais que uma boa conversa.

Veja:

Se todo aquele tempo, energia e recursos usados pra criar funis/conteúdo/complexidades fossem usados pra criar conversas, eu GARANTO que eles teriam pelo menos 10x mais resultados.

Especialmente se você é um pequeno ou médio empreendedor, que não tem milhares de novos leads por dia…

Se ao invés de passar 2 meses se lascando pra fazer um lançamento você focar em ter conversas com seu público – eu garanto que você vai ficar impressionado com os resultados. E… vai conhecer seu público mais a fundo. E… sentir mais prazer em seu trabalho.

Mas claro que quando falo de conversas eu não falo de uma conversa qualquer.

Mas sim, de uma conversa de vendas.

Por que conversar por si só não vai ajudar muito.

Mas se você souber como qualificar as pessoas, descobrir o que elas querem e posicionar sua solução como a melhor escolha…

Aí a mágica do fechamento de clientes acontece.

Porém, assim como toda mágica, não tem nada de magia por traz disso.

É tudo técnica. É tudo habilidade.

E são essas técnicas e habilidades de fechamento de clientes que vou ensinar em meu novo treinamento que sai da cartola nessa quinta-feira.

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Porquê ninguém lhe valoriza

Não sei se acontece com você…

Mas aconteceu comigo durante minha vida profissional inteira.

Até o dia que não aguentei mais e decidi fazer algo a respeito.

Mas até esse dia chegar, passei longos anos me sentindo ultra-desvalorizado.

Acho que um dos momentos que mais me senti um bosta foi quando o gerente da agência onde eu trabalhava pediu pra sair.

Veja:

Antes dele arregar, eu já estava à frente dos projetos – atuando como gerente na prática.

Enquanto ele chegava na empresa atrasado e passava o dia enrolando e navegando na infernet.

Pois é.

Eu estava contando os dias pra ele sair e eu ser promovido.

Quando o grande dia finalmente chegou, fui trabalhar com o peito estufado.

“É hoooje” eu repetia com um sorriso diabólico na cara, esfregando as mãos.

O gerente chegou e foi direto pra sala do RH.

1 hora depois ele saiu, se despediu de todos e foi embora.

“Agora é só esperar o chefe me chamar” pensei.

Alguns minutos se passaram e… nada.

Algumas horas se passaram e… nada.

Alguns DIAS se passaram… e nada.

Até que de repente, o chefe entra na sala com uma mulher desconhecida.

Olhei pra cara de satisfação dela e meu coração gelou.

“TÁ DE SACANAGEM COMIGO????” gritei (internamente em minha mente)

E meu chefe:

“Pessoal, parem um minutinho. Quero apresentar a vocês: a nova gerente”

Depois disso eu não ouvia mais nada. Apenas sons distorcidos ao fundo enquanto minha mente se afundava numa espiral de pensamentos negativos e auto depreciativos.

Mas essa não é a pior parte da história.

O pior foi quando a poeira baixou e a nova manda-chuva começou a “trabalhar”.

Como posso dizer isso?

É… Digamos que…

Bem, ela…

NÃO SABIA DE PORRA NENHUMA.

Nada.

Zero.

Nem do trabalho em si. Nem de liderar pessoas. Nem de gerenciar projetos.

Nada.

Mas só tinha uma coisa que ela sabia fazer muito bem – e que a fez conseguir aquela vaga (e todas as outras no belo curriculo que possuía):

A filha da mãe sabia se vender.

Ela sabia criar uma visão tão sólida na mente dos chefes que mesmo sem saber bosta nenhuma do trabalho – era contratada ganhando bem mais que o gerente anterior.

Enquanto isso…

Lá estava eu com domínio absoluto do trabalho, com histórico de comprometimento e garra na empresa, com histórico de crescimento e tudo que você possa imaginar…

Menos o fundamental pra ser valorizado:

Saber me vender.

Infelizmente essa história se repetiu em outra empresa, e foi ainda pior.

Pois lá fui obrigado a ensinar a nova gerente fodona a fazer o próprio trabalho dela.

Depois disso, essa situação tamém se repetiu várias vezes no início de minha carreira como freelancer.

Mas na minha cabeça, o problema era:

Meu chefe da agência.

Meus chefes das outras empresas.

Meus clientes de freelancers.

Enfim.

Na minha cabeça, o problema era com eles. Eles eram egoístas mesquinhos que não valorizavam meu trabalho e esforço por eles.

Só que essa não era a verdadeira verdade.

A verdade é que o problema era comigo.

Eu era o ignorante que não sabia mostrar meu valor.

Na época eu não sabia que não basta ser bom no que faz – é preciso saber se vender.

Pois ninguém (além de sua mãe) vai lhe valorizar como você merece.

Ninguém.

Nem mesmo aqueles clientes para os quais você trouxe 5, 6 ou 7 dígitos.

Eles podem até cobrir você de elogios, palavras bonitas e promessas…

Mas na hora dos dígitos, ninguém vai jogar o valor lá pra cima por que você “merece” ou é excelente no que faz.

Ninguém.

Infelizmente não existe isso de “vou fazer meu melhor e o reconhecimento virá com o tempo”.

Isso não funciona na vida real.

Com esse pensamento o tempo só trará mais carga trabalho e mais frustração profissional e financeira.

Veha:

O mundo está cheio de profissionais excelentes e quebrados… e profisisonais de merda com os bolsos cheios.

A grande diferença entre eles?

A habilidade de negociar e vender.

Enfim.

Se você sofre desses sintomas e quer reverter essa situação, então eu recomendo uma dose cavalar do meu novo treinamento que vai ao ar nesta quinta-feira (dia 20).

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Não basta ser copywriter. Tem que…

Às vezes a vida parece uma montanha-russa desgovernada.

Essa semana eu vivi o dia mais lindo de minha vida… mas também recebi uma das notícias mais tristes de todas.

Sem falar nos cacohrrinhos que deram um baita susto na gente.

Mas falaremos em detalhes sobre tudo isso mais tarde.

Pois enquanto esse turbilhão de emoções acontecia, recebi um email que talvez seja de grande valor pra você (especialmente se quiser ganhar mais como copywriter ou prestador de serviços).

Aqui está o email:


Oi, Bruno. Espero que você esteja bem.

Michelle aqui.

Cara, queria te falar o quanto os seus e-mails e podcast tem me ajudado.

Sei que este não é o primeiro relato que você recebe desse tipo, mas não poderia deixar de registrar aqui.

Atualmente, eu trabalho como copy, mas não estava mais sabendo como lucrar mais com meu trabalho, ganhar melhor.

Tudo isso porque eu aprendi muito sobre copywriter e pouco (ou quase nada) sobre vendas.

Ouvindo e lendo você, percebi que ser só copywriter não me levará a lugar algum.

Aquela velha história de sempre, paguei milhares de reais (quase 10k – eu fui idiota, eu sei! Mas antes tarde do que nunca.) para fazer cursos de copy que nunca me trouxeram retorno, porque são cursos focados somente na escrita (e em encher o bolso dos “gurus”).

Zero vendas.

E olha que eu estava prestes a contratar uma mentoria caríssima (15k) – iria ser idiota de novo. Affs…

Enfim, só queria te agradecer. De verdade
Você abriu meus olhos.

Sei que você não curte esse termo, mas você é o verdadeiro guru. Hahahaha (Estou brincando)

Um abraço
Até logo.


Infelizmente histórias como essa são mais comuns do que deveriam.

Mas como legalmente não posso fazer com esses gurus o que eu gostaria…

Então crio curas pro mal que muitos deles causam.

Uma delas é o novo trainamento de negociação e fechamento de vendas que será lançado na próxima semana.

Perfeito pra quem já percebeu que desenvolver só a habilidade de copy não é o suficiente ganhar bem nesse mercado.

Mais detalhes sobre isso na chuva de emails que está por vir 🙂

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O problema nunca é preço

Uma mentira dita mil vezes torna-se verdade.

Quem disse isso?

O ministro da propaganda nazista que espalhou o caos pela europa baseado em mentiras.

E ele estava certo.

Esse fenômeno também acontece no mundo dos prestadores de serviço (copywriters, consultores, coaches…).

Depois de ouvir dezenas de vezes que “está caro”… eles acabam acreditando nisso.

Aí o que eles fazem?

Eles acreditam. E baixam o preço pensando que agora vão fechar mais clientes.

Mas vem a próxima reunião e…

“Adorei suas ideias, mas não posso pagar isso tudo”

O problema continua.

E o profissional acredita que não baixou o suficiente… e baixa ainda mais. E mais. Até o ponto em que fica mais fácil receber o sim, porém, mais difícil de pagar as contas no fim do mês.

Por que?

Porque de repente a semana toda está lotada de trabalho pra clientes que pagam uma miséria, e exigem o mundo.

E não, isso não acontece só com iniciantes.

Existem milhares de excelentes profissionais metidos nessa situação.

A razão pra isso acontecer é uma só:

Não saber negociar e fechar vendas.

Pois no fundo, o problema quase nunca é preço.

Aquele mesmo cliente que diz que não tem condições de lhe pagar… vai comprar uma tv de última geração na semana seguinte… ou trocar de carro… ou desembolsar 5k ou 10k pra um guru trambiqueiro.

Tudo isso por que o verdadeiro problema não é quanto você cobra – mas sim como você venda.

Quem não sabe negociar, deixa que os outros negociem por você.

E quem não sabe fechar contratos, deixa que os outros ditem os termos pra você.

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A diferença do cliente de 2k e 10k por mês

Tão inútil quanto acreditar que a terra é plana…

É acreditar que seus preços são determinados por:

  • Portfolio
  • Experiência
  • Dígitos que fez
  • Nível de Habilidade da profissão
  • Ou outras coisas que dizem por aí

Nenhum, eu repito, NENHUM cliente jamais vai olhar pra seu trabalho – por mais impressionante que seja – e dizer:

“Caramba … Eu gostei tanto do que vi aqui que vou lhe pagar o triplo pelo projeto.”

Assim como no fundo, ninguém quer saber de sua experiência.

O fator crucial pra fechar contratos melhores e mais gordos não tem nada a ver com essas coisas.

A prova disso?

O mundo está cheio de profissionais (de todas as áreas) que fazem um serviço de merda… mas estão entre os mais caro em seu mercado.

Se você nunca viu isso é por que sua experiência de vida é limitada.

Agora, se você já trabalhou ou viu profissionais de renome que são caríssimos e entregam uma bosta de trabalho… deve estar se pergutando como eles continuam fazendo isso sem se queimar no mercado.

Bem, a primeira razão é por que eles (infelizmente) usam e abusam do fator crucial pra cobrar mais caro.

Que é…

Saber negociar e fechar contratos.

A segunda razão é por que as pessas por alguma razão têm vergonha de falar mal do trabalho dos outros – mesmo quando custou um rim pra elas. Os gurus também se aproveitam disso.

Mas efim.

Hoje, a maior parte das dúvidas que recebo são problemas de negociação.

Muitas vezes são copywriters excelentes no que fazem, com portfolio, dígitos e toda uma bagagem nas costas… mas que não sabem cobrar e negociar.

Qual o perigo disso?

Eles fecham contratos de merda, onde trabalham muito e são pagos 3… 5… 10 vezes menos do que deveriam.

Você já deve ter passado por isso??

Fechou um contrato, e pouco tempo depois ficou com a sensação que está recebendo uma mixaria pelo trabalho?

Quem nunca.

O problema é que a maioria dos copywriters (e prestadores de serviço) nunca saem dessa.

Vivem pulando de um contrato ruim pra outro.

E ao invés de aprender a negociar e fechar melhores contratos – eles perdem tempo aprendendo instagram, funil, hacks, produzindo conteúdo e outras coisas que não vão fazê-los ganhar mais imediatamente.

Veja:

A grande diferença entre um contrato de 2k pra um de 10k por mês não é a entrega (o que você faz pro cliente).

É a negociação.

Eu garanto que se colocar lado a lado meus clientes de 5k ou 10k e comparar com clientes de 2k de meus leitores… eles trabalham 10 vezes mais que eu.

Claro que outros fatores entram aí como, por exemplo, o tipo de serviço que você faz.

Mas antes de tudo isso, vem a negociação.

A vida não é justa.

A vida só dá o que você negocia.

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O copywriter que sabia demais

Essa é uma das histórias que não param de chegar por aqui.

A do copywriter que sabe demais… mas não sabe o que fazer com isso.

Vou explicar:

Estou falando daquele copywriter que sabe muito sobre copy… mas não sabe usar esse conhecimento para subir na vida.

É aquele cara que estudou como um viciado por anos. Trabalhou em incontáveis projetos. Ajudou muitas empresas a fazer bons dígitos…

Mas não sabe o que fazer com a própria carreira ou negócio.

Ele sente que tem algo faltando.

E de fato, ele está certo.

Ser fera em copywriting (diferente do que os gurus dizem) não vai levar você muito longe.

Aí, na busca por descobrir essa peça que falta, o copywriter vai pedir conselhos a pessoas que ele acredita ser mais experientes.

O que ele ouve?

Um pouco de tudo.

Um diz que precisa fazer tráfego. Outro diz que o caminho é PLR. Outro fala pra ser copy chief. Outro pra buscar lançamentos maiores…

E no fim?

Os conselhos mais atrapalham do que ajudam.

Por que?

Porque a verdade é que a maioria das pessoas estão perdidas na vida. Apenas seguindo cegamente o que dizem dentro da bolha em que estão.

Então muitas vezes esses “conselheiros” só regurgitam o que vomitam neles.

(nojento, eu sei. Mas é a verdade)

Como eu sei de tudo isso?

Ora, eu já passei por tudo isso.

Eu já ouvi conselhos de pessoas que admirava… pra depois descobrir que elas não seguiam os próprios conselhos que me deram.

Enfim.

Levei anos pra descobrir quais as peças que faltavam, e pra aprender a juntar todas e criar algo especial pra mim.

Então vamos falar sobre isso?

Ok.

Vamos por partes.

1- Comece de trás pra frente

Eu buscava o que poderia fazer no presente, pra construir um futuro melhor.

Pensava: Preciso saber face ads? Ou webinario? Ou lançar um produto? Enfim.

Mas esse pensamento é extremamente perigoso.

Por que?

Porque na maioria das vezes ele fará você seguir por caminhos que não levarão onde você quer chegar.

Por exemplo: Lançamentos.

Muita gente entra nessa buscando a tranquilidade de um negócio digital, mas acaba encontrando o inferno na terra.

Então o melhor é: Começar pelo fim.

Começar por como você quer que seja sua vida ideal.

Onde quer morar? Como é seu dia normal? Quantas horas trabalha? O que faz? Enfim.

A partir daí você faz engenharia reversa e se pergunta:

Que caminhos vão me levar a isso?

O que preciso saber pra chegar nessa vida?

Lançamento (ou qualquer que seja a ideia que venha à mente) vão me levar a isso? Como é a vida da pessoa avançada em lançamento? É como eu quero que seja a minha? (e não procure essa resposta na falsidade do instagram, procure no mundo real)

Ok.

O segundo ponto é:

2- Pare de ser apenas um copywriter e seja uma pessoa de negócios

No fim, um copywriter vai ser sempre alguém que trabalha pros outros.

E é muito muito muito difícil escalar dessa forma.

Pois pra ganhar mais, você sempre terá que fazer mais, e dedicar mais tempo ao trabalho.

O que não é nada legal (e não deve fazer parte de sua ideal, creio eu).

Fica ainda pior com o passar dos anos.

Por isso, na minha opinião, o ideal é usar sua habilidade de copy e marketchen pra se tornar sócio ou parceiro estratégico de outros negócios.

Dessa forma você consegue escalar os resultados com menos esforço.

Esse é o caminho que praticamente todo copywriter de sucesso seguiu ao longo da história.

Ou eles se tornaram parceiros de negócios dos outros, ou criaram seu próprio negócio (o que eu também recomendo).

É também o que faço hoje.

E uma das coisas que me ajudou muito com isso foi:

3- A habilidade de negociar e fechar vendas

Por que na hora de conversar cara a cara com um possível parceiro/sócio, minha habilidade de copy nunca serviu pra nada.

O cara queria me ouvir.

E eu tinha que me vender.

Não tinha como eu mandar uma “headline matadora” pra convencê-lo a dizer sim pra mim.

Nope.

É preciso uma outra habilidade pra conseguir isso:

A de negociação e fechamento.

Uma arma que toda pessoa de negócios vai usar durante toda a vida.

E uma habilidade que (não por acaso) vou ensinar em meu próximo treinamento que deve sair do forno na próxima semana.

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Como fechar alto ticket sem esforço

O perigo de seguir sempre as mesmas pessoas…

Ou colher suas informações sempre dos mesmos lugares…

É que isso limita seu pensamento.

Com o tempo, as mesmas afirmações (ou achismos) se repetem tantas vezes que se tornam uma verdade absoluta em nossas mentes.

Quando muitas vezes, não são tão verdades assim.

Por exemplo:

Em 1912 foi registrado o primeiro recorde do homem mais rápido do mundo a correr 100 metros.

Seu tempo?

100m em 10.6 segundos.

Mas anos passaram e ninguém batia esse tempo.

Décadas se passaram, e ninguém batia esse tempo.

Chegou ao ponto de que todo mundo do meio acreditava ser impossível correr 100m em menos de 10 segundos.

Até que em 1968 (56 anos depois), Jim Hines fez o “impossível” e completou os 100m em incríveis 9.95s.

O mais interessante vem agora.

Ninguém conseguiu correr 100 metros em menos de 10s durante 56 anos…

Era impossível, eles diziam.

Mas assim que o primeiro homem conseguiu… dezenas de outros atletas “milagrosamente” começaram a bater essa marca também.

E não, não teve nenhum avanço tecnológico nem mudança séria que gerou isso.

O principal motivo foi a crença de que era possível.

“Poxa, se ele consegue eu consigo também”

E assim, vários outros corredores conseguiram correr 100m em menos de 10s.

Esse comportamente acontece em outras áreas da vida também.

E claro, também aconteceu comigo.

Por muitos anos eu acreditava que ninguém lia mais email e blá blá blá…

Hoje eu vivo do email.

E há anos eu acreditava que a única maneira de fechar alto ticket era por telefone – com autoridade, dígitos, muita pressão e toda aquele espetáculo guruzístico.

Hoje eu fecho alto ticket usando apenas emails e… chat (normalmente whatsapp).

O que mudou?

Primeiro minha crença de que é possível – já que por anos os experts me disseram que a única maneira era do jeito deles.

Segundo, eu busquei um conhecimento diferente.

Aprendi que todo aquelae espetáluco manipulador só existe por que falta a verdade ou a habilidade de fechamento por trás.

É como naqueles filmes de luta antigos. Quando o vilão percebe que não tem habilidade pra derrotar o heroi, ele passa a usar todos os artifícios que encontra pela frente (armas, droga no olho (lembra dessa cena??), lâminas escondidas, etc.)

Quando nada disso seria necessário que ele apenas tivesse desenvolvido mais sua habilidade.

É como acontece no mundo das vendas hoje.

Por falta da habilidade de fechamento, os vendedô buscam scripts mágicos, emails mágicos, softwares mágicos, automações mágicas e tudo que é artifício que faça o trabalho por eles.

Mas na prática, esse tipo de coisa só complica a vida do profissional, aumenta suas horas de trabalho, e confundem os prospectos.

(muitas vezes até dificultam o fechamento, pois as pessoas se sentem tratadas como idiotas)

Enfim.

Se você quer aprender a fechar alto ticket sem artifícios, de uma maneira tão simples que pode ser realizada até por chat…

Então você vai adorar meu novo treinamento 🙂

Você pode ouvir uma amostra aqui em meu podcast

Ou continuar usando as técnicas secretas matadoras que ensinam por aí.