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Minha decepção com guitarra e copy

Não ando por aí batendo cabeça mas…

Gosto muito de Rock 🙂

E apesar de sempre ter vontade de tocar as músicas que eu ouvia (e até mesmo de montar uma banda)…

…levou anos pra eu finalmente decidir pegar uma guitarra.

Por que demorou tanto?

Porque assim como todo ser humano eu adio meus objetivos e sonhos??

Enfim.

O fato é que já faz alguns meses desde que estou com uma guitarra e, apesar de já tocar o básico em violão – não estou tocando porra nenhuma na guitarra.

Primeiro porque não estou me dedicando a isso.

E segundo, talvez a principal razão, foi porque eu dei uma brochada depois que “entrei nesse mundo” e vi como era.

Vou explicar:

Meu conhecimento musical é extremamente limitado.

O pouco que sei de violão, eu aprendi sozinho. Só pra tocar as músicas que gostava (do jeito básico).

Com isso em mente, eu achei (estupidamente) que guitarra não seria tãããão diferente disso.

Achei que era iria ter a questão dos solos, efeitos e alguns riffs a mais e só??

Ha ha

A verdade é dolorosamente diferente.

E uma das coisas que mais me decepcionou foi quando descobri que existem dezenas e dezenas de afinações na guitarra – e que cada banda usa uma diferente – em músicas diferentes e, calma que agora vem a pior parte:

Você não pode ficar mudando a afinação da guitarra.

Não senhor… as cordas não aguentam isso.

O que você precisa fazer pra tocar todas as músicas que quiser??

VOCÊ PRECISA TER UMA GUITARRA DIFERENTE PRA CADA AFINAÇÃO

Que merda, hein?

Sim sim… dá pra tocar várias músicas com a afinação padrão.

Inclusive as músicas do Foo Fighters (minha banda favorita).

Mas aí…

Eu quero tocar System of a down – e preciso de outra afinação, digo, guitarra.

Aí eu quero tocar linkin park e preciso de outra guitarra.

Aí quero tocar Rage against the machine e adivinha?

Merda…

“Mas Bruno, por que você não para de chorar e simplesmente compra mais umas 6 guitarras e pendura tudo na parede?”

Várias razões.

Mas a principal delas é porque hoje sou uma pessoa minimalista e não tenho vontade de ter várias guitarras na parede empoeirando só pra quando eu quiser tocar uma música.

Tudo que eu queria era tocar–

Pára Tudo!

Enquanto escrevia eu pensei:

“E se existir um pedal que serve pra isso? Pra mudar a afinação?”

Larguei o email aqui e fui no google buscar.

Adivinha o que encontrei?

O diabo do pedal existe ha ha

Mas não é perfeito.

Ele só muda a afinação de todas as cordas ao mesmo tempo. Porém, algumas afinações são específicas pra uma corda.

Mas ainda assim, já dá pra tocar bem mais 🙂

Depois vou pesquisar mais.

Mas sabe o que essa experiência com a guitarra me lembra?

A experiência que eu tive com copy.

Conheci o copywriting com os gurus americanos dizendo:

“Basta escrever algumas horinhas por dia e receber os cheques gordos no fim de cada mês”

Mas obviamente a verdade era diferente.

Na prática, o trabalho que é gordo (e não para de crescer) enquanto os pagamentos passam fome de tão magros.

Poe isso e pela dificuldade de conseguir clientes, eu abandonei a carreira de copywriter por um tempo.

Desanimei mesmo.

Me aventurei por outros mundo e só voltei pro copy alguns anos depois.

O que me fez voltar?

Bem, digamos que eu encontrei um pedal que altera a afinação e simplifica minha vida.

Em outras palavras, encontrei o caminho do email.

Graças a ele eu consegui inverter as coisas.

Trabalhar menos e receber mais.

E a grande lição disso tudo é a seguinte:

Sempre existe uma maneira mais simples de fazer as coisas.

Se hoje você está quebrando a cabeça em alguma área de sua vida, pesquise incansavelmente sobre diferentes soluções.

Não se limite ao que você vê em sua frente. Nem ao que os outros dizem.

Use todo o maravilhoso poder da internet e você verá que sempre existe uma maneira mais simples de conseguir os mesmos resultados.

Sempre.

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O 1º cliente de copy a gente nunca esquece

Faz 7 anos mas lembro como se fosse ontem.

Na época eu trabalhava presencialmente em agência digital.

E devorava livros copy desde o café da manhã até a hora de dormir.

Minha maior motivação?

O estilo de vida pregado no famoso anúncio:

The lazy man’s way to riches

(O caminho do preguiçoso para a riqueza)

E se hoje não é fácil conseguir clientes de copy, imagine quase uma década atrás.

Mas eu estava encantado com o estilo de vida de Joe Karbo e fui em busca de maneiras de torná-lo uma realidade pra mim.

O que eu fiz?

A única coisa que sabia na época:

Fiz incontáveis posts em grupos de facebook que estavam em alta no momento.

Depois de muitas orações e alguns longos meses eu finalmente consegui meu primeiro cliente de copy 🙂

Por ironia do destino, o cara me contratou pra escrever uma sequência de emails.

(pena que eu burramente não segui esse caminho e só fui me dedicar ao email anos depois)

Mas Oh boy…

Eu estava feliz como uma criança no parque de diversões.

Por que?

Porque, comparado ao que existe hoje no mercado (copywalters cobrando uma merreca pra escrever lançamentos completos), posso dizer que comecei com o pé direito:

Cobrei 1200 por uma sequência de emails.

Lembrei dessa história por que semana passada um aluno passou pela mesma felicidade de fechar seu primeiro cliente de copy.

Mas diferente de mim, ele já começou focado em copy pra email.

E diferente de mim, ele não precisou ficar postando em grupos. Apenas enviou emails Cavalo de Troia (como eu ensino).

E por fim, o primeiro contrato dele foi de 1.500 por mês – pra escrever alguns emails por semana.

Talvez esse valor não signifique muito pra você hoje.

Mas eu acredito que é uma bela maneira de começar como copywriter.

Principalmente pra esse aluno, que não possui experiência nenhuma em copy e ainda tem um trabalho tradicional de 8 horas por dia.

Também acredito que essa é uma excelente maneira de fazer a transição de um emprego pra freelancer.

Pois como email copywriter você consegue uma boa grana por cliente (de 1k a 5k por mês) escrevendo apenas alguns emails por semana.

Beeeeeem mais tranquilo do que escrevendo um lançamento inteiro do início ao fim… ou do que ser escravo de agência.

Pelo menos é o que eu penso 🙂

Se você também pensa assim, e gostaria de se tornar um email copywriter, acesse:
https://www.brunosampaio.com/formacao-email-copywriter/

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Homem-Aranha de volta pra roça

Viemos pra roça ontem.

Chegamos umas 19:30 (famintos) e fomos direto jantar.

(sim, sem tomar banho mesmo)

Estávamos no meio de uma boa risada quando minha mãe parou de repente e um semblante de preocupação caiu sobre ela:

— Bruno, ói o tamanho da aranha que está vindo ali.

— Aranha?? Onde?

E antes que minha mãe respondesse Priscilla já estava em pé em cima das cadeiras quase chorando de medo.

— Aqui do lado da mesa. Disse minha mãe apontando pra bicha.

Me virei pro lado e finalmente vi a aberração.

Uma peluda aranhazinha do tamanho de um PRATO… vindo em nossa direção.

— Mata, Bruno! Minha mãe pediu.

Eu realmente não gosto de matar nada. Então peguei uma vassoura pra empurrar o aracnídeo pra fora de casa.

Mas pra minha surpresa, a bicha era beeem mais ágil do que parecia.

Quando encostei a vassoura, ela saiu em disparada pra trás do antigo sofá de madeira que pesa 2 toneladas.

Droga…

Peguei a lanterna do celular e iluminei o canto.

Nada da aranha.

Como um bicho daquele tamanho se escondeu aqui??

Vou ter que puxar o sofá.

— Viu que era pra ter matado? Viu?? Gritavam minha mãe e Priscilla da cozinha.

— Deixe comigo. Disse o macho alfa aqui.

Apoiei o celular numa banquinha e segurei o sofá com as duas mãos.

Quando dei o primeiro puxão, imediatamente senti uma picada no braço.

Deu um pulo de susto…

E imediatamente veio à minha mente que essa aranha poderia ser mutante – por causa dos agrotóxicos e químicos que usam no solo – e que me daria poderes pra combater os gurus picaretas…

Foi quando eu percebi que a “picada” foi na verdade eu que encostei na planta que fica no jarro ao lado do sofá.

Frustrado sem super-poderes, tudo que me restou foi colocar a aranha pra fora de casa e torcer pra, quem sabe um dia, ela voltar mutante ou radioativa.

— Vai em paz, minha amiga. Contamos com você.

E voltei pra matar quem realmente estava me matando:

A fome.

Mas a vida é assim, não é?

Muitas vezes vão surgir grandes e assustadores problemas, e se você não tiver o conhecimento certo pra lidar com a situação, a coisa pode ficar complicada.

Um belo exemplo disso é crescimento de negócios.

É um problema grande e assustador.

E sem o conhecimento certo, você pode ficar preso em lançamentos, dancinhas, conteúdo infinito, cursos e masterminds de gurus, ferramentas e redes sociais – numa espiral infinita que não para de acrescentar coisas à sua lista de tarefas.

Uma história que NUNCA tem final feliz.

A verdade é que não precisa ser assim.

Crescimento de negócios nunca vai ser algo fácil. Mas pode ser simples.

Como enviar 1 email por dia, por exemplo.

Lembra que ontem falei de um dos alunos que estava no meio de uma campanha de emails pra um cliente, e já tinha feito 11k?

Então, ele me atualizou dos números.

Já bateram 20k.

Sem lançamento. Sem grupo de zap. Sem conteúdo. Sem nada além de alguns bons emails e uma boa oferta.

É mágica?

Não mesmo.

Longe disso.

É marketing em sua forma mais pura. Sem guruzices. 100% focado nas pessoas.

Se você tem uma lista (ou acesso a lista de seus clientes), aqui está uma maneira simples de começar a vender por email por menos de 100 reais:

O desafio 1 email por dia

É praticamente impossível você seguir o passo a passo do desafio e não ter um alto retorno em seu investimento – como você pode ver nos depoimentos que estão na página.

(se você já adquiriu esse desafio e ainda não colocou em prática, fica aí o incentivo)

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Ele fez 10.9k com 293 zumbis e alguns emails

Segundo os gurus e experts:

O email está morto.

Pra eles, uma lista de emails não passa de uma horda de zumbis que só serve pra atirar owfertas e avisos de lives.

Tipo The Walking Lead.

Mas onde eles enxergam morte, nós emails copywriters enxergamos pessoas com interesses e desafios em busca de soluções.

Não temos nenhuma fórmula mágica pra transformar zumbis em clientes.

Nós temos princípios.

Nós tratamos as pessoas com respeito. Trazemos valor pra vida delas. E naturalmente elas começam a comprar da gente.

Simples assim.

Sem precisar trancar as pessoas em grupos de whatsapp, amordaçá-las, e vomitar nossa SuPeR OwFeRtA.

Sem usar gatilhos dementais.

E sem guruzice nenhuma.

Nós apenas agimos de maneira estratégica e enviamos alguns emails de alto valor.

É isso que ensino em minha Formação de Email Copywriter.

Os resultados?

Uma aluna gerou 25k com um produto de 190 pila e uma lista “morta”.

Outro aluno trouxe 22 clientes com um produto de 2.5k (total 55k em apenas 2 semanas).

Ontem outro aluno que está rodando uma campanha nesse exato momento, até aqui já conseguiu 10.967 reais de uma lista “morta” onde apenas 293 pessoas demonstraram interesse.

Em troca desses resultados, os clientes nos pagam por mês (de 1k a 5k) ou uma porcentagem dos ganhos.

Muito bom, não é?

Principalmente quando você coloca na balança o esforço de escrever alguns emails Vs. o retorno obtido.

Porém, como eu já disse, não é fórmula mágica.

Não é robozinho que trabalha por você.

Não é copiar e colar.

Existe um trabalho envolvido.

Agora, pra mim (e algumas dezenas de loucos que me acompanham nessa) é infinitamente melhor viver de email do que fazendo lançamentos e escrevendo todo tipo de copy de domingo a domingo.

De fato,

Éé um modelo de negócio tão simples que alguns alunos até possuem empregos tradicionais e nas horas vagas escrevem emails que trazem de 1k a 5k extras no bolso todo mês.

Pense nisso.

E se fizer sentido, e você também quiser se tornar um email copywriter (full time ou apenas nas horas vagas), aqui está o caminho:

https://www.brunosampaio.com/formacao-email-copywriter/

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1000 maneiras de vender

Esse email é inspirado num programa de TV chamado:

1000 Maneiras de Morrer

Lançada em 2008, essa série muito louca conta histórias reais de pessoas que morreram de maneiras, digamos… estúpidas.

Quer um exemplo?

Que tal um cabeleireiro que se drogou tanto, mas tanto, que teve uma overdose e caiu com a pranchinha quente (e ligada) sobre seu pescoço?

A pranchinha foi queimando a pele, os músculos e a carne do cara que estava em coma por causa das dorgas.

Como disse, é uma maneira mais louca que a outra de morrer.

E isso me lembra MUITO as maneiras que estão vendendo por aí.

Tipo:

  • Fazer dancinhas nas redes sociais
  • Fazer conteúdo E dancinhas num mix mirabolante
  • Fazer conteúdo. Conteúdo e mais conteúdo. Só pelo fato de fazer conteúdo por que todo mundo diz que TEM que fazer conteúdo
  • Fazer SÓ lançamentos
  • Fazer anúncios direto pra um produto e não ter order bum nem upsell
  • Jogar as pessoas num grupo de chat… e não deixar ninguém falar.
  • Mentir. Fazer falsas promessas e inventar qualquer coisa pra conseguir o sim
  • Inventar que você tem uma vida de sucesso pra impressionar as pessoas
  • Ensinar TUDO de graça e torcer para que as pessoas se interessem por seu produto
  • Criar métodos revolucionários

Enfim.

A verdade é que existem milhares de maneiras diferentes de vender seus produtos e serviços.

E NÃO, NÃO EXISTE NENHUMA MANEIRA SUPREMA MELHOR QUE AS OUTRAS.

Porém, você não precisa se deixar levar pelas bizarrices, palhaçadas e loucuras dos gurus.

Caramba, uma vez vi um cara dizendo que passou 481 dias postando 3x por dia pra conseguir fazer a primeira venda.

Sério.

1.442 postagens… pra conseguir 1 sim.

É ÓBVIO que esse não é o modelo mais eficaz que existe.

Mas mesmo sem funcionar, o cara continuou insistindo e insistindo e insistindo…

Por que??

Por que ele acreditou nos gurus.

Acreditou que aquele era o único caminho. Que precisava ser autoridade. Que precisava postar conteúdo e mais conteúdo. E que precisava de um monte de coisa que, na verdade, ele não precisava.

Eu aposto uma coisa com você.

Aposto que se esse cara simplificasse tudo ao máximo e simplesmente agisse como um mero vendedor de sinal de trânsito…

…ele teria feito a primeira venda no máximo, estourando, em 7 dias.

Não em 481 dias (como aconteceu).

481 dias é 1 ano e 3 meses, .

É tempo DEMAIS.

Outra coisa:

Se seguisse esse conselho (de simplificar), ele também saberia rapidamente o que deu certo e o que não deu.

E Saberia qual caminho seguir para conseguir a segunda conversão.

E a terceira…

Porque veja:

Depois de 481 dias e 1.442 posts é impossível saber o que realmente deu certo.

Ou seja: O que fazer pra conseguir a segunda conversão? E a terceira?

Percebe quanto sua vida pode ser mais fácil quando você simplifica as coisas?

É por essas e por outras que adoro essa frase:

“A simplicidade é a máxima sofisticação”

Ela é ainda mais valiosa no mundo atual onde estão complicando TUDO.

De repente, os gurus transformaram marketing e vendas num grande show, onde você precisa ser um palhaço acrobata manipulador dançarino – se quiser ter resultados.

Não.

Não caia nessa.

Não é sobre método. Nem estratégia. Nem gatilho. Nem hack. Nem sobre o melhor canal.

É sobre relacionamentos.

É sobre ajudar pessoas.

É sobre criar uma experiência positiva pro cliente.

E é possível fazer tudo isso sem dancinhas, lives, redes fossiais e toneladas de conteúdo.

É possível fazer tudo isso usando apenas email, por exemplo.

Não, não estou dizendo pra você parar tudo que está fazendo e a partir de agora só enviar emails.

Estou dizendo pra você analisar se TUDO que você está fazendo realmente está valendo a pena e trazendo resultados…

…Ou se é melhor largar algumas coisas pra focar em outas que estão funcionando melhor.

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Com 196kg e Personal trainer

Não é regra…

Mas eu acho que você ou sua empresa deve ser sua maior vitrine.

Por exemplo:

Se você é cabeleireiro, não é legal sair por aí com o cabelo todo desgraçado.

Acho que nem com o cabelo “normal” é legal nesse caso.

Você tem que ser sua maior vitrine e andar com o cabelo sempre estiloso.

Imagine você, , ser personal trainer… e pesar 196kg.

Complicado.

Como disse, não é regra.

Mas acho que ser o exemplo vivo de seu trabalho facilita muuuuuuuito sua venda, concorda?

Pois é.

Mas por que estou lhe dizendo isso?

Porque ontem eu recebi um anúncio dizendo pra você bater recorde de faturamento usando uma VSL persuasiva.

Ok.

O anúncio era uma imagem.

Mas ok.

Eu cliquei pra ir mais à fundo na toca do coelho e cheguei numa página da empresa.

Pelo que vi, é uma agência de copywriting que estava vendendo serviços de criação de VSL (vídeo de vendas).

Ok.

A página falava sobre triplicar os resultados com uma VSL. Que VSL era melhor. Que VSL era isso e aquilo e tal…

Mas adivinha?

A própria página deles não tinha uma VSL.

Nem ao menos VSL’s de exemplos do trabalho deles.

Nem ao menos uma carta de vendas (já que é uma agência de copywriting).

A única coisa que vem à minha mente quando vejo esse tipo de coisa é:

“Faça o que eu digo mas não o que eu faço?”

EU, Bruno, acho que a melhor maneira de liderar e provar algo é sendo o exemplo.

É por isso que eu não saio por aí DIZENDO que escrevo bons emails e email é o canal digital com maior ROI e blá blá blá.

Eu escrevo bons emails.

Eu me relaciono por emails.

Eu vendo por email.

Eu praticamente VIVO de email.

Claro que ninguém precisa ser extremo como eu mas…

Me tira do sério ver gurus de copy… que não conseguem escrever nem uma copy decente.

Ou ferramentas de email… que fazem um evento SÓ sobre email… mas usam o Telegram como principal canal de comunicação.

Ou até mesmo gurus de email… que só usam o email pra lembrete de live.

Mas enfim.

Como disse, não é regra.

Mas acredito que ser o exemplo facilita muito sua vida em todos os sentidos.

É como dizia Gandhi:

“Seja a mudança que você quer ver no mundo”

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Melhor forma de conseguir clientes de Copywriting?

Essa é uma dúvida eterna entre copywriters de todo o mundo.

(até mesmo no evoluído mercado norte-americano)

Por isso, hoje quero debater com você sobre as principais maneiras que existem por aí e qual a melhor pra você (se você está em busca de clientes de copy).

Ok.

Vamos começar pelo que dizem os copywriters mais badalados do mundo nesse momento.

Stefan Georgi e Justin Goff.

Pra eles, a melhor maneira de pegar jobs é:

Frequentando eventos ou fazendo parte de grupos/masterminds com empresários.

“Coincidentemente” eles vendem um evento e um mastermind sobre copy.

Mas enfim.

Outros gurus de copy também recomendam essa estratégia.

Minha opinião sobre ela?

Funciona.

Porém, existem sérios problemas:

1- Você não tem controle nenhum.

Ou seja, já que não existem eventos todo mês, de quanto em quanto tempo você vai ter a chance de trazer novos clientes?

Sim, a chance.

Porque 2 – não tem garantia nenhuma que só por que foi no evento você vai conseguir contratos.

Como se não bastasse, ainda tem o 3 – custo alto de participar de eventos assim.

Pra ir num evento ou mastermind desses você precisa desembolsar uma nota só pra participar. Some ainda custos de passagem aérea, hospedagem e alimentação.

Ah, eu já ia me esquecendo do problema 4 – você precisa ser um bom vendedor pra saber chegar nos empresários no meio do evento e conseguir fechá-los.

Enfim.

Por essas e outras eu não curto muito essa maneira.

Vamos à próxima.

Essa maneira de conseguir clientes me deixou impressionado.

Pois é.

E acredite ou não, ela é ensinada por um guru de copy brasileiro que cobra 2k em sua “formação de copywriter”.

O que me impressionou na estratégia ensinada pelo guru?

A cara de pau que a pessoa tem de cobrar 2k aos alunos… para… ahan ahan aqui vai:

A pessoa cobra 2k pra ensinar os alunos a:

Fazer posts em grupos do facebook oferecendo seus serviços

😵

Caramba….

Realmente é uma estratégia SUPER inovadora que NINGUÉM, nem mesmo quem está iniciando e não sabe P nenhuma – pensaria e faria.

Mas ok. ok.

Ainda pode ficar pior.

Porque existe um guruzão ainda maior que cobra 6k ou 7k em sua formação pra ensinar seus alunos a:

Mendigar em grupos pra trabalhar de graça em troca de alguém pagar a formação do guru pra você

Quando reflito sobre isso, eu penso no que vai ser a próxima formação dele.

A promessa?

Você vai viver no paraíso, com toda a riqueza que quiser e 70 virgens pra lhe acalentar.

O Método pra chegar lá?

Você amarra uma bomba ao seu corpo e pula dentro de um carro de luxo parado no sinal com os vidros abertos. Aí você levanta a camisa, mostra a bomba e obriga o cara a fazer um pix de 10k pro guru (pra pagar a formação).

Assim que ele fizer, você aperta o detonador e vai imediatamente pro seu paraíso privado.

Você acha que estou exagerando?

E o que você me diz de um guru que leva um grupo de pessoas a subirem uma montanha num período em que a defesa civil proibiu a escalada devido ao elevado risco de morte?

Enfim.

Vamos voltar ao assunto principal.

Próxima estratégia que ensinam por aí.

Se candidatar em vagas de redes fossiais e sites de freela.

Eu realmente não vejo nenhum ponto positivo nisso.

Acho que o único aprendizado nisso é… aprender que isso não funciona.

Porque 99,99999999999999999999999999999999999999999999% das vezes que você se candidatar a essas vagas…

Eles vão pedir pra você preencher um looongo formulário…

Vão pedir pra você enviar amostras de seu trabalho…

Vão pedir pra você fazer um teste, e escrever algumas copys pra eles…

E depois de tudo isso, 2 coisas podem acontecer.

1- Eles vão lhe deixar totalmente no vácuo sem resposta nenhuma com cara de idiota.

2- Eles vão lhe fazer uma proposta cara-cu onde você se arromba em troca de merrecas pra que eles tenham belos resultados e fiquem bem na fita.

Mas o terror não acaba aí.

Esse tipo de cliente ainda gera um outro problema horrível.

Eles consomem tanto seu tempo, energia e alma… que acabam impedindo você de ir em busca de clientes melhores.

Próxima.

Produzir conteúdo em redes sociais

Fazer textos, vídeos e conteúdos mostrando que você entende do assunto. Que é “autoridade”. Que é um expert. Que blá blá blá.

Minha opinião:

Funciona.

Conheço copywriters que vivem dessa forma.

Porém, pra cada copywriter que conheço que se dá bem com conteúdo… eu conheço centenas que não conseguem resultado nenhum.

Então sim, funciona.

Mas 1 – você também não tem controle.

Você não sabe quem vai ver seu conteúdo nem quando o próximo cliente virá.

2- Consome bastante tempo e energia.

Pra ser visto nas redes fossiais você precisa estar ali todo dia criando, postando e interagindo. E isso não é fácil

3- É de médio a longo prazo

É algo que você tem que plantar, plantar e plantar sem saber quando vai colher.

Ah, e você também não sabe O QUÊ vai colher. Ou seja, quem vai aparecer pra lhe contratar.

Próxima

Networking

Para as pessoas certas, essa é sem dúvida a melhor estratégia.

Não só para conseguir clientes de copy, mas pra tudo na vida.

Por que tudo na vida depende de pessoas, e se você tiver acesso ás pessoas certas, você consegue qualquer coisa.

Mas como eu disse, somente para as pessoas certas.

Só funciona pra quem tem facilidade com pessoas. Pra quem sabe jogar o jogo do networking.

O que definitivamente não é o meu caso.

Eu sou o oposto disso.

Sou tímido. Introvertido. Que mal sabe conversar, muito menos articular parcerias.

Mas se você é uma pessoa articulada, que conhece muita gente, eu super recomendo que você foque nos relacionamentos.

Por fim temos a

Prospecção fria ou cold pitch

É algo também ensinado por alguns poucos gurus aí.

Basicamente é você entrar em contato com um desconhecido vendendo seus serviços.

É algo que pode funcionar incrivelmente bem… mas só se você fizer do jeito certo.

Semana passada mesmo conversei com um aluno de um dos maiores gurus dessa estratégia e o cara me contou como foi:

Ele me disse que seguiu tudo que foi ensinado. Mandou emails pra literalmente milhares e milhares de prospectos… mas ZERO resultados.

De uma lista de 2 mil e poucas pessoas, por exemplo, ele disse que teve 11 respostas apenas e nenhuma delas fechou contrato.

Como eu disse, é algo que pode funcionar.

Mas não como ensinam por aí.

Por que?

Porque eles basicamente ensinam a vender serviços de alto ticket como se fossem laranjas.

É tipo:

“Ei, meu serviço é o mais doce, bora marcar uma reunião e comprar uma dúzia?”

Putz… basta se colocar no lugar da outra pessoa e você vai ver que tem alguma coisa que não pega bem aí.

Então o que eu faço, Bruno??

O que eu recomendo, faço até hoje e ensino a meus alunos é:

Prospecção de alto valor

É um processo diferente do que ensinam por aí.

É você primeiro identificar quem são seus clientes ideais. Em seguida chegar até eles gerando valor (não vendendo laranjas) através de um email Cavalo de Troia.

Como os clientes reagem a isso?

As respostas são sempre calorosas. Muitas vezes até com elogios à própria abordagem.

E aí, como eu não gosto nem tenho facilidade em fechar vendas, eu envio a próxima peça da estratégia, que pode ser um vídeo ou PDF.

O que essa peça faz?

Ela faz toda a venda por mim e fala até sobre preço. Dessa forma, quando alguém decide vir conversar comigo, a pessoa já está “vendida” e a reunião é basicamente pra nos conhecermos e acertamos tudo.

Não é fórmula mágica.

Nem todos os emails vão ter respostas.

E nem todas as respostas terminam em contrato.

Mas é algo simples, que você tem total controle, que não precisa de portfolio, e que lhe permite escolher com quem quer trabalhar.

Ontem mesmo um aluno me falou que começou a trabalhar (período de teste) com um expert do qual ele foi aluno e se tornou fã.

Enfim.

De tudo que já vi por aí ao longo de cerca de 10 anos nesse mundo digital e do marketching.. essa foi a estratégia que sempre me ajudou a conseguir grandes clientes e contratos.

E eu ensino tudo sobre ela em detalhes na minha formação de email copywriter:
https://www.brunosampaio.com/formacao-email-copywriter/

Ah, tem ainda a estratégia do topless, mas essa fica pra um outro email.

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Como pegar clientes de quatro

Se tem uma coisa que aprendi nesses 35 aninhos de vida é:

O sucesso é contra-intuitivo.

Ou seja, ele funciona de maneira oposta à forma como pensamos naturalmente.

Por exemplo:

Qual o pensamento natural do copywriter que busca clientes?

“Vou em busca dos menores ou dos que estão começando agora, pois eles são mais fáceis de fechar”

Na teoria parece ser uma boa ideia.

Mas na prática não é.

Na vida real, é ridiculamente mais fácil fechar um cliente de 4k do que um de 1k.

Por que?

Porque o cara o que só pode pagar 1k precisa dessa grana como precisa de sangue. Então ele vai pensar, escolher e adiar o máximo possível pra tomar a decisão de lhe contratar.

E se o fizer, ele vai querer que você resolva todos os problemas e seja o salvador do negócio dele… porque ele PRECISA. Porque os recursos dele são limitados. Porque ele está a 1 mês de falir.

Por outro lado, o cliente de 4k é o oposto.

É uma empresa bem sucedida, que possui recursos, que vai exigir menos de você e dar melhores condições de você gerar maiores resultados.

O cliente de 1k tem uma lista com 2.000 pessoas e quer que você encontre um jeito dele fazer 6 dígitos no fim do mês.

Enquanto o de 4k tem uma lista com dezenas de milhares de pessoas e com alguns emails você consegue gerar dezenas de milhares de reais – que ele nem esperava.

O de 1k quer ver portfolio, entrevistar você 2 vezes, fazer testes e ainda quer editar toda sua copy no dia a adia.

O de 4k não tem tempo a perder. Decide quase sempre na primeira conversa e deixa você livre – pois ele também quer ser livre.

Enfim.

A lista é extensa.

E se você quiser saber como pegar clientes de quatro… bem, baixa mostrar algo que os deixe excitados.

Tipo… ideias concretas de como você pode gerar mais resultados pra ele.

Eles adoram isso.

Como eu disse, é contra-intuitivo.

A boa notícia é que, se quiser clientes melhores você não precisa mais quebrar a cabeça pensando em como consegui-los.

Basta seguir o simples processo que ensino aqui:
https://www.brunosampaio.com/formacao-email-copywriter/

Eu também dou os emails pra enviar, o script da conversa, tudo mastigadinho e pronto pra você usar imediatamente.

Assim você nunca mais terá que se humilhar em grupos, nem concorrer a vagas arrombadas.

Se funciona?

Veja o que os 2 alunos abaixo dizem:

depoimento bruno sampaio

depoimento bruno sampaio
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Morrer de Copy

Diferente do que os gurus arrotam por aí…

Existe muito mais gente morrendo de copy do que vivendo disso.

Como assim morrendo?

Imagine você passar dia e noite, de domingo a domingo, caçando jobs em grupos e plataformas freelas.

No meio disso, você preenche uma porrada de formulários inúteis de aplicações e escreve centenas e centenas de copys de “teste”… pra nem seque receber uma resposta.

Tudo isso pra quando finalmente conseguir um cliente arrombado, você passar dia e noite, de domingo a domingo, escrevendo e reescrevendo toneladas de copy num ritmo frenético em troca de uma merreca no fim do mês.

Isso é viver?

Ou morrer?

Eu até hoje nunca recebi um email ou mensagem de ninguém (além de meus alunos) dizendo que hoje vive bem de copy.

Pelo contrário.

O que recebo são mensagens de copywriters (alguns até conhecidos de nível B – subgurus) me dizendo que estão sofrendo de burnout.

Burnout é o esgotamento físico, mental e espiritual.

É o oposto de viver.

É algo tão sério, e os casos estão aumentando tanto no mundo que esse ano a comunidade científica classificou essa síndrome oficialmente como uma doença.

A principal causa do burnout é o trabalho.

E olha só que dado alarmante:

Segundo pesquisa realizada entre 2018 e 2019 pela International Stress Management Association (Isma-BR), 72% dos brasileiros sofrem alguma sequela de estresse em diferentes níveis, sendo que, desses, 32% apresentam sintomas da síndrome de burnout.

É algo muito sério que quase ninguém dá a devida atenção.

Por que?

Porque todo mundo diz que:

“A vida é assim mesmo”

“Tem que dar o sangue”

“Quer vida boa, é?? Vai trabalhar rapá!”

E assim as pessoas seguem com a cabeça baixa, sofrendo por acreditar que esse é o único caminho.

Falo por experiência própria.

Já sofri desse burnout quando nem falavam disso por aqui direito.

Foi na época que trabalhei presencialmente numa agência… e vivia literalmente me arrastando pelos cantos como um zumbi.

A diferença entre mim e a grande parte da população que sofre disso é que eu sempre acreditei que existia uma maneira melhor de trabalhar e nunca parei de procurar.

O que eu procurava?

Bem, sempre acreditei no princípio 80/20 – que diz que em geral, 80% dos resultados/consequências são produzidos por 20% das ações/causas.

Então eu vivia procurando o 80/20 do trabalho.

Acabei caindo no mundo digital.

Que é encantador no começo mas logo lhe afoga num oceano de informações e possibilidades.

Então fui em busca do 80/20 do digital e caí no copywriting.

Mas de novo, me vi num oceano de possibilidades e caminhos diferentes.

Então fui atrás do 80/20 de copy e finalmente encontrei algo que mudou minha vida em todos os sentidos e me trouxe equilíbrio e grana:

Vender por email.

Apesar de me encantar por esse modelo logo de cara, eu demorei pra segui-lo.

Por que?

Porque email estava “morrendo”. Novas tecnologias e formas de comunicação estavam surgindo e eu nunca vi ninguém “viver de email” aqui no Brasil.

Ou seja: eu estava mais uma vez, seguindo a multidão.

A mesma multidão que sofre de burnout.

Mas um dia eu cansei de clientes arrombados e me joguei de cabeça no mundo do email.

Eu me inspirei num americano chamado Ben Settle, que na época tinha um negócio 100% baseado em email, trabalhava 1 hora por dia e fazia múltiplos 6 dígitos por ano.

“Se ele consegue, eu também consigo” pensei.

Por que a verdade é que se você seguir um caminho COMPROVADO e se COMPROMETER com aquilo até dar certo, você vai chegar lá e conseguir RESULTADOS semelhantes.

Foi o que eu fiz.

E embora hoje eu não seja um Ben Settle, graças ao email eu escapei do oceano sangrento do digital e passei a viver do jeito que eu QUERO viver.

Email me dá dezenas de opções e grandes resultados com menos esforço que os meios tradicionais.

Mas não é fórmula mágica.

Tudo isso só é possível com CRENÇA e COMPROMETIMENTO.

Por que estou dizendo isso?

Porque se você também se sente sobrecarregado ou infeliz com o rumo que sua carreira está seguindo, saiba que esse NÃO É o único caminho.

E saiba que ninguém é obrigado a viver sob estresse e à beira do esgotamento.

Pelo contrário.

Você pode e DEVE ir em busca da melhor maneira de VIVER sua vida.

E se o caminho do email lhe interessou, saiba como segui-lo com minha ajuda aqui:
https://www.brunosampaio.com/formacao-email-copywriter/

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Emails que curam??

Você viu a luta de Whindersson e Popó?

Eu vi.

E gostei muito.

Gostei por que desde o início ambos deixaram 100% claro que não seria uma luta.

Seria uma exibição.

E pra mim o evento como um todo foi um sucesso.

Só que tem um monte de gente criticando dizendo que a luta foi ruim. Que Popó segurou a mão. Que Whindersson só apanhou…

Sério??

Não… tipo… sério???

Você realmente esperava que um guri que só lutou 1 vez na vida, amadoramente, iria lutar de igual pra igual contra um multicampeão mundial com décadas e décadas de vitórias, treino e experiência???

VOCÊ ACHOU MESMO QUE SERIA UMA LUTA DE VERDADE???

Me poupe.

Vou te dizer o que foi tudo aquilo.

Foi uma história de superação.

Foi um excelente exemplo de como transformar limões em limonada e ainda fazer uma boa grana.

Whindersson começou a lutar boxe, não pra desafiar ninguém.

Mas pra desafiar sua depressão e seus problemas.

“Mas Bruno, como um cara que tem “tudo”, entra em depressão?”

Em resumo: No mundo atual, o sucesso e a fama causam mais depressão do que felicidade.

Mas ok.

Ele estava numa pior e precisava se agarrar em alguma coisa pra sair do fundo do poço.

A maioria dos famosos se agarram ao álcool e às drogas.

Alguns se agarram a família.

Outros a religião.

Whindersson se agarrou ao boxe.

Ele se dedicou de corpo e alma e as mudanças foram visíveis.

E conforme foi saindo da crise, ele começou a enxergar oportunidades.

Whindersson viu que nos EUA um youtuber havia desafiado um ex-campeão e o evento foi um sucesso.

Se deu certo lá fora, pode dar certo aqui também.

O moleque meteu as caras, juntou uma galera de peso e fez a coisa acontecer.

Realizou um sonho, superou seus problemas e ainda levou pra casa mais alguns milhões.

Isso é uma das formas mais puras de empreendedorismo:

Encontrar cura para seus problemas > Transformar sua cura em oportunidade > Ajudar outros e ganhar com isso.

3 passos que literalmente mudam vidas.

Bem, talvez você não curta muito boxe.

Mas sabia que existem centenas de outras maneiras de encontrar sua cura e transformar em limonada?

Uma das mais simples é através da escrita.

Mais especificamente, o que os americanos chamam de Journaling.

Que não existe uma tradução literal mas consiste em escrever todos os dias, como se fosse um jornal de sua vida.

“Só escrever todo dia sobre minha vida?”

Sim. Só isso.

Parece simples. Talvez até inútil.

Mas o fato é que existem centenas de livros só sobre isso, e milhares e milhares de relatos de pessoas que usaram a escrita diária pra ajudar a vencer sérios problemas físicos (câncer, enxaqueca, fibromialgia), problemas mentais e emocionais 9depressão, ansiedade, stress, fobias) e até espirituais.

Não. Não tem comprovação científica.

É algo que nem a ciência explica. E que você só será capaz de sentir ao fazer.

Experimente.

Esse é o primeiro passo.

Aqui estão os outros 2 passos pra transformar seus problemas em oportunidades de negócio:

Faça de sua escrita diária, seus emails diários (como esses que escrevo).

Você vai sentir os mesmos efeitos dos exemplos acima, e ainda pode usar os emails pra vender seus produtos ou os de outras pessoas e fazer um extra ou até viver disso.

Como eu já disse em emails anteriores e repito:

1 Email por dia pode fazer milagres.

É a maneira mais simples que já vi de transformar limões em limonada e ainda ganhar bem com isso.