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É fácil vender um Palio com foto de Porsche

Como. Sou. Idiota.

Meu Deus…

Veja: Toda vez que vou escrever um email pra você eu uso um modelo que criei. E esse modelo já vem com texto.

Então eu sempre seleciono o texto que já vem e apago tudo pra começar um novo email.

E foi exatamente o que fiz…

Selecionei o texto inteiro. Apaguei tudo. E comecei a escrever o email.

O único problema é que eu não estava na aba da ferramente de email. Por alguma estupidez eu estava na aba do Evernote.

E você sabe o que tem no meu Evernote << Test Nome >>?

Todas as minhas ideias. Meus projetos. Meus objetivos. Minhas notas de livros… Uma boa parte de minha vida.

O que eu jumentamente fiz foi apagar PRA SEMPRE uma das notas que mais usava.

* aplausos *

(não dá pra recuperar por que não tenho a versão premium. E não sou mão de vaca. Apenas nunca precisei das funcionalidades premium… até agora.)

Mas vida que segue.

[lágrima escorrendo pelo rosto]

Mas ainda assim eu tenho uma importante reflexão pra você.

Aqui está ela:

Em sua opinião, qual o limite da copy?

Até onde pode ir uma promessa?

Vele tudo pela venda?

Pra mim não.

Meu limite é a verdade.

Eu acredito que se o produto proporciona X eu não posso prometer X Y e Z na copy.

Porém não é assim que a maioria dos copywriters pensam e agem.

Existem caras que distorcem completamente a realidade e dizem o que for preciso pra convencer as pessoas a passarem o cartão.

São anúncios que dizem que beber água faz mal a saúde. Que fazer o exame de próstata causa câncer lá. E que dá pra ficar zilionário investindo menos de 10 conto por dia.

Sim. Todas as acima são promessas “reais” usadas em copys reais. Copys essas que são expostas em grupos e eventos de marketing como se fossem uma obra prima da conversão.

Mas pra mim não passa de um grande saco de esterco.

Como um cara pode se dizer um grande copywriter se ele escreve o que quiser pra vender o produto – independente de ser verdade ou não?

Pense comigo: Você concorda que é muito mais fácil vender um palio se você usar a foto e a descrição de um Porshe??

É isso que muitos fazem.

Não é à toa que 99% dos “copywriters” que vendem milhões nessas empresas não conseguem converter nada quando saem de lá pra criar seus próprios negócios ou trabalhar com outros clientes (se duvida pesquise).

Por que estou dizendo isso?

Apenas pra você ter claro em sua mente qual o seu limite.

Por que é ele que determina quem você deve seguir e de quem você deve aprender.

E é ele que determina se você terá uma relação de amor ou ódio com seus clientes.

(e se você acredita em karma, é ele quem vai lhe f%*#)

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Como NÃO fazer conteúdo para obter clientes

Já escovou os dentes com a escova de outra pessoa?

Urgh!

É repulsivo.

Fica pior quando a escova acabou de ser usada e ainda está molhada e fria.

É como colocar uma colher de saliva grudenta de outra pessoa em sua boca.

Uma repulsão semelhante a essa acontece quando possíveis clientes vêm certos conteúdos de copywriters.

Vou explicar.

Os gurus vivem dizendo que produção de conteúdo é a peça chave de todo negócio (o que não é).

Por acreditar nisso, alguns copywriters produzem conteúdo na tentativa de atrair pessoas para contratá-los.

Veja, o problema não é produzir conteúdo. Isso até funciona (apesar de que toda essa energia poderia ser direcionada a uma outra abordagem mais eficaz).

O verdadeiro problema nesse caso é produzir conteúdo errado.

Pense comigo:

Por que uma empresa contrata um copywriter?

Pra ter uma pessoa pra cuidar da copy dela. Pra ela não ter que se preocupar com copy. E pra ela não ter que fazer copy.

Mas adivinha que tipo de conteúdo os copywriters mais produzem pra tentar atrair essas empresas?

Conteúdos que ensinam as empresas como escrever copy.

Ou seja, conteúdo que as empresas NÃO querem.

Entende meu ponto?

Outro exemplo:

Quando meu encanamento entope eu não quero um tutorial me dizendo como entrar no esgoto pra desentupir sozinho.

Eu quero alguém pra fazer isso pra mim.

Então se o encanador fizer conteúdo ensinando a desentupir eu não vou consumir.

Talvez você pense:

“Ah Bruno, mas com esse conteúdo o cara vai mostrar que entende do assunto. Vai criar autoridade em sua cabeça e fazer você contratá-lo.”

E eu respondo: Talvez. Mas não por encantamento mas por falta de opções melhores.

Por que de novo: Eu não quero aprender a desentupir. Eu só quero alguém que faça pra mim.

Então que tipo de conteúdo realmente seria eficaz nesse caso?

E aqui está a resposta de 1 milhão: Conteúdo que fala sobre os problemas do cliente.

Como seria se ao invés de um tutorial de desentupimento eu caísse num vídeo assim?

“Assista isso antes de contratar um encanador – O guia pra não ser enganado e não estragar sua tubulação.”

E nesse vídeo o cara falaria sobre os métodos errados que existem no mercado que destroem a tubulação e podem piorar meu problema. Sobre média de preços. Sobre causas de entupimento. Como prevenir. E faria uma boa oferta no final.

Bem melhor, não?

Compare o meu sentimento ao assistir esse vídeo versus ao assistir o tutorial.

Essa é a diferença entre encantamento e convencimento.

Agora, você acha que esse tipo de conteúdo funciona só pra encanadores?

É claro que não.

Isso funciona pra tudo.

Principalmente para quem vende serviços.

Então não tente ensinar a seus clientes o que eles não querem aprender.

Ao invés, ajude-os a conseguir o que eles querem.

Encante-os.

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3 Pilares pro sucesso como Copywriter freelancer

Ok Classe. Na aula de anatomia de hoje falaremos sobre:

O coração do negócio de um profissional de serviços.

Algo fundamental pra todo freelancer que quer aumentar seus preços e trabalhar com clientes melhores.

Mas antes de entrarmos nesse assunto delicado me diga uma coisa:

Quem aqui gosta de correr?

* Meia dúzia de gato pingado levantam a mão *

Ok. Pra você que não é sedentário aqui vai uma experiência diferente:

Primeiro assista esse maravilhoso trailer do jogo Dead Island:

Agora, da próxima vez que for correr toque essa música: The Bomb – Pigeon John.

Depois me conte como foi.

Agora vamos a nossa aula de hoje.

— CALADOS!

(aprendi com Kobra Kai)

Bem, na teoria um negócio de serviços é bem simples.

Você só precisa de um serviço pra oferecer e de pessoas interessadas em pagar por ele.

Mas na prática a coisa é diferente.

Na prática existem milhares e milhares de freelancers que não conseguem fechar negócio com as pessoas interessadas em seu serviços.

Isso acontece por várias razões mas a principal delas é–

* você levanta a mão com euforia *

Oi…? Você sabe?

Então diga.

— Ser muito bom no que faz?

— Não…

— Autoridade? Networking? Ter resultados?

— Olha só, não é algo externo. É interno.

Tá ok. Volte pro seu lugar e deixe eu terminar.

O maior desafio de todo freelancer é sua auto-confiança.

É aquela maldita voz que fica martelando o dia inteiro na cabeça do cara dizendo:

“Eu não sou bom o suficiente”

“Nunca fiz isso antes”

“Tá cheio de gente por aí melhor que eu”

“Eu não consigo. Eu sou um fracasso.”

É isso que destrói a carreira da maioria dos freelancers antes mesmo deles começarem.

O mundo está cheio de pessoas com grande conhecimento em uma área mas se cagando de medo de oferecer seus serviços… por falta de auto-confiança

O pequeno grupo de profissionais que vence esse primeiro medo fica preso no segundo – onde eles têm medo de aumentar seus preços e trabalhar com clientes melhores… por falta de auto-confiança.

Somente um punhado de freelancers consegue vencer essas barreiras e ter sucesso em sua área. E eles são movidos por sua auto-confiança.

Eu acredito que existem 3 pilares que sustentam sua auto-confiança:

O primeiro pilar é estar preparado.

Por exemplo: Se você fez um bom curso de como trocar pneu de carro com teoria e prática, quando chegar a hora de trocar um pneu de verdade você vai estar preparado e vai se sentir preparado.

O problema é que não existem muitos cursos bons por aí que preparam as pessoas pra exercer seus serviços.

Então sem o devido preparo o cara já começa com a auto-confiança faltando uma perna.

O segundo pilar que sustenta a auto-confiança é Atitude.

Mais especificamente a atitude de agir mesmo sem ter todas as respostas. A atitude de “Sei que vou ter problemas mas EU vou fazer dar certo”.

Por que mesmo tendo a preparação certa (primeiro pilar) ninguém está 100% preparado para os desafios da vida real. A todo momento novos desafios surgem. 

A preparação certa vai sim dar a base que você precisa pra superar esses novos desafios… mas só se você tiver a atitude certa (segundo pilar).

Tudo ok até aqui?

* você levanta a mão de novo *

— Posso ir no banheiro?

Já estou finalizando. Só mais 1 minuto, ok?

Por fim, o terceiro pilar que sustenta a auto-confiança são os resultados.

Quando você tem preparação e a atitude certas, os resultados virão.

Resultados positivos e principalmente os negativos.

Use os resultados negativos como fonte de aprendizado. E os positivos como combustível da auto-confiança.

Olhar pra trás e relembrar do que você já fez ajuda a seguir em frente.

Esses 3 pilares precisam ser trabalhados constantemente ou a auto-confiança desmorona–

unf unf… Que cheiro podre é esse?

* você levanta a mão de novo – com as pernas contorcendo e olhar de desespero *

Já entendi. Já entendi.

— Turma dispensada. Parece que nosso leitor está com a auto-confiança baixa nesse momento.

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O tipo de lead que mais converte

Um dia estávamos assistindo Lucifer quando a TV ficou sem som.

“Você sentou no controle de novo, Priscilla?”

— Nem me mexi.

Então peguei o controle e fiz o que todo homem com suprema e superior inteligência faria:

Dei porrada enquanto apertava os botões murmurando: “Vai cacete…”

Nada.

O som tinha mesmo morrido.

Isso foi no natal.

Pra ser sincero eu nem gostava do som daquela tv. Mas também não estava afim de dar 3 mil numa televisão nova agora.

Então ontem decidi (fingir) fazer meu papel de homem e levar a tv pra consertar.

Mas não foi fácil.

Era num bairro movimentado. Tive que estacionar longe e caminhar 5 quadras com a tv nos braços – o suficiente pro sol escaldante da tarde fazer meu suor escorrer pela tela de LCD.

Cheguei na eletrônica. Mas antes de apoiar a tv em algo pra descansar o braço o cara foi falando:

— A gente não conserta tv’s não. Acho que Jamisson ali embaixo conserta. Se quiser levar lá…

Como não ia ter vaga lá, segui a pé por mais 4 quadras até a segunda eletrônica. Eu suava tanto que a tv escorregava de minhas mãos e toda hora eu precisava me ajeitar pra não derrubá-la e aumentar o prejuízo.

Entrei na segunda eletrônica só pra descobrir que ali também não consertavam tv… e pra receber outra indicação… de outra eletrônica… mais longe.

Segui a pé novamente.

Derretendo de calor. Xingando eletrônicas que não consertam tv’s, Com medo de transformar a televisão num aquário de suor. E com medo de andar tanto até chegar em casa… sem carro.

Depois de longo minutos eu avistei a placa da terceira eletrônica.

O calor era tanto que eu tinha dúvida se não era uma miragem. Mas era real. E eles até consertavam tv’s ali, quem diria.

Por sorte o problema era só no alto-falante (e não na placa cara). E o técnico ainda trocou por um da sony bem mais potente.

No caminho de volta só precisei espantar um cachorro que queria agarrar o fio da tomada. E desviar de um senhor desatento que usava a mangueira pra regar a calçada – ao invés do jardim.

No fim deu tudo certo (e não custou um braço).

Qual a moral da história?

Pra ser sincero, eu não sei. Mas deve ter uma.

Ah sim. Acho que descobri.

Toda pessoa que chega até sua mensagem de vendas tem uma história. Tem um caminho percorrido. Com problemas e muito suor ou sangue.

E todo negócio tem histórias que se repetem.

Basta ouvir os clientes pra perceber que existe padrões. Que muitos passaram pela mesma coisa até chegar ali.

E se você entender essa história e conseguir dramatiza-la em sua escrita… ela se torna o melhor lead do mundo pra uma mensagem de vendas.

Isso funciona desde o início dos tempos. Um belo exemplo é a famosa carta: “Eles riram quando sentei no piano, mas quando comecei a tocar…” Ela começa com uma cena dramatizada que o público se identificava profundamente.

Pra mim, esse lead funciona incrivelmente bem. Mesmo em mercados onde eles dizem que “histórias não vendem aqui”.

Na verdade, apenas com uma história como essa e uma boa oferta é possível fazer pequenos milagres.

E antes que você pergunte:

Sim.

Além de cartas isso também funciona em anúncios do face, emails, vídeos e até em ligações.

Pense nisso em sua próxima copy.

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5 Maiores erros ao vender serviços de copy e consultoria

Jamais vou esquecer a pior reunião da minha vida.

Na época eu já tinha habilidade em copy. Mas nenhuma em vendas.

Fui tentar vender meus serviços de tráfego (como todo freelancer inexperiente que pensa que tem que fazer tudo pro cliente).

A conversa foi presencial. Olho no olho. Minhas mãos e pés suavam como se estivesse numa sauna. A boca não parava de salivar – e pra piorar minha ex trabalhava lá.

Fui pra reunião acreditando que ia fechar. E que seria fácil.

O cara me disse por telefone que estava pagando 3.500 pra uma agência do sul que prometeu o mundo mas só deu prejuízo.

Eu ia pedir apenas 1.500. E confiava que traria resultados.

Ia ser moleza. Eu pensava.

“É só chegar lá e explicar como eu trabalho. Depois ofereço pra fazermos um teste, pra ele ficar seguro quanto à grana. O oposto do que os caras fizeram. Vai ser moleza”

Só que não.

Durante a reunião o cara não parava de fazer perguntas. Uma atrás da outra. Às vezes uma dentro da outra.

“Já trabalhou com clientes nessa área? Tem os macetes de lidar com isso? Qual o custo do lead que você gera? Você pode me garantir esse resultado? No céu tem pão?

E a cada pergunta eu ia afundando na cadeira junto com minha confiança.

Depois de alguns minutos tudo que conseguia pensar era: “Quero ir pra casa. Já deu. Não vai rolar. Eu sou um bosta.”

Mas será que foi tão ruim assim?

Digamos apenas que no fim, minha proposta de teste sem custo não conseguiu tirar os caras que davam prejuízo.

Por semanas me senti mais incapaz que um espermatozoide (pelo menos os carinhas sabiam o que tinham que fazer).

Foram precisos anos, uma grana preta em treinamentos e muita porrada na cara pra eu finalmente aprender a jogar o jogo de serviços no time que vence.

E aqui estão alguns insights que me ajudaram (e ajudam) ainda hoje:

Os 5 maiores erros ao vender serviços (em áudio)

Aprecie sem moderação.

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Como vender seus serviços a preços premium

Eles dizem que copywriter é o melhor trabalho do mundo.

Querem até que você venda um rim só pra fazer um curso de copy… que nem é lá essas coca-cola toda.

Aí o cara termina o cursinho. Recebe o certificado. E sai no mundo acreditando que vai ganhar aqueles rios de dinheiro que prometeram na ligação inicial.

É nesse momento que vem um “cavalo selado passando” e atropela o jovem copywriter sem piedade.

Mas esse cavalo não é uma oportunidade. 

É a dura vida de freelancer em busca de clientes.

Por que clientes que pagam 300 conto por um lançamento completo todo mundo consegue.

Mas como ter aquela vida maravilhosa prometida no curso, trabalhando com clientes assim?

Onde está o melhor trabalho do mundo agora?

E onde está o guru nesse momento pra ajudar seu aluno?

Oh, deixe que eu respondo essa: Ele provavelmente está passeando de barco com sua grana.

Enfim. Por sorte ainda existem pessoas boas nesse mundo.

Pessoas como o Marcus e o Felipe que mantêm a melhor comunidade de copywriting do Brasil.

Pessoas como o Gabriel Constantino – que traduz e resume os melhores livros de copy do mundo (melhores que os cursos caros dos gurus).

E pessoas como eu, que compartilho um pouco da minha experiência nesses emails (inclusive você pode ler os emails anteriores em meu site).

Dito isso, aqui vão 5 princípios de ouro de como efetivamente vender seus serviços de copy a preços premium.

#1 Nunca venda seu serviço em si

Talvez você já deva ter ouvido falar sobre isso mas é importante você VIVER isso.

Ninguém compra serviço. Ninguém compra copy. As pessoas compram 2 coisas:

Confiança e Resultados.

A sua confiança em si mesmo, em seu trabalho, e em ajudá-las a obterem os resultados que elas querem.

É com confiança que você deve agir. E é resultados que você deve vender.

Nunca copy. Nunca o serviço.

Então não envie emails de prospecção dizendo que quer escrever copy pro cliente. Envie emails falando sobre uma visão do que sua copy pode gerar de resultados concretos.

Próximo ponto.

#2 Nunca se venda

Nunca tente convencer o possível cliente a contratar você.

Sempre haja de uma maneira onde é você quem deve aceitar ele como seu cliente.

Ou seja: É o cliente que deve se vender para você, não o contrário.

Sempre.

Como fazer isso? Como se colocar nessa posição? Você pergunta.

É simples.

E é também o próximo ponto.

#3 A chave pra fechar serviços premium

Diagnóstico.

Essa é talvez a habilidade mais importante que um profissional deve ter.

Diagnosticar o cliente.

A melhor maneira de mostrar a importância disso é usando o exemplo de um (bom) médico.

Um médico não se vende. Não tenta convencer você a pagar 15 mil na cirurgia, ou 600 reais num comprimido.

Não mesmo.

Ele simplesmente diagnostica você, expõe seu problema e mostra quais as consequências e o custo de você não resolvê-lo o mais rápido possível (ou seja, agora).

E é assim que todo prestador de serviços deve agir na hora da venda para obter clientes melhores e a preços mais altos.

O diagnóstico é tão importante que o próximo ponto também é sobre ele.

#4 Nunca deixe o cliente no comando

Continuando com o exemplo do médico, você não vai ao médico e entra na sala dele dizendo: “Doutor, estou com o problema x, e quero o remédio y. Quanto custa?”

Isso não existe.

E nem poderia, afinal o médico precisa diagnosticar o paciente para identificar o verdadeiro problema e assim prescrever a melhor solução.

Da mesma forma deve acontecer com você.

Jamais deixe o cliente comandar a venda dizendo o que quer.

Sempre diagnostique (que palavra estranha, hein? Dia-gnos-tique– arg).

Na maioria das vezes o problema é sempre diferente do que o cliente fala. É maior do que ele imagina. E também requer uma solução maior (e mai cara).

#5 Seu sucesso depende de sua escolha de clientes

Se você é coach de relacionamentos, você pode ajudar donas de casa com problemas no casamento, que compartilham suas histórias em grupos no Facebook…

OU

Você pode atender executivos com mais de 40 anos que alcançaram sucesso financeiro mas possuem dificuldades para constituir uma família.

Em ambos os casos você vai ter o mesmo trabalho dentro do seu escopo, mas o resultados final será completamente diferente.

Os executivos pagarão mais, serão mais comprometidos, terão melhores resultados e não consumirão você.

Da mesma forma, como copywriter você pode escolher trabalhar com quem está começando agora e nem tem orçamento pra lhe pagar… OU trabalhar com empresas já estabelecidas, que entendem e valorizam seu trabalho, e podem lhe pagar mensalmente por isso.

Escolher trabalhar com os clientes certos é 50% do sucesso de um freelancer.

Ok amigos.

Esses 5 pontos são de extrema importância e devem estar enraizados em sua mente se você quer ser feliz e ganhar grana como copywriter freelancer.

Se quiser ouvir mais insights como esse, sugiro que ouça meu podcast: https://anchor.fm/vendasdealtovalor

Ouça principalmente os episódios antigos onde falo mais sobre princípios e estratégias.

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O contrato ridículo que fechei com vergonha

Hoje de tarde levamos os cachorrinhos à praia.

Uma coisa tão simples, mas que era um dos meus sonhos quando eu trabalhava numa agência.

Eu odiava tanto ter que trabalhar em horário comercial, que chegou um tempo que eu parecia um zumbi na empresa.

Eu não chegava atrasado. Eu chegava quase de tarde mesmo.

Eu não enrolava na frente do computador. Eu passava o dia me arrastando pelos corredores ou tomando café (que na época eu nem gostava).

Cheguei até a ir trabalhar com umas roupas ridículas só pro dono se sentir mal quando estivéssemos em reunião com clientes.

Mas mesmo assim, Bira (o dono) não queria que eu saísse.

Talvez por causa das boas ideias e soluções que eu sempre encontrava.

Ou talvez ele estivesse afim de mim??

Enfim.

Mas um dia fizemos um acordo e consegui sair da agência… pra me tornar freelancer (na época, como webdesigner).

Eu era bom no que fazia, tinha alguns contatos, e finalmente estava livre!

Só que não.

Por que não adiantava nada ser muito bom em alguma coisa, se eu não sabia como me vender.

Putz, fechei uns contratos tão ridículos que chega dá vergonha de dizer.

Ridículos do tipo:

“Por 300 reais eu vou fazer seu site novo, seu marketing, seu design gráfico e cuidar de todas as suas redes sociais.”

Passei a trabalhar 10 vezes mais que na agência… ganhando 10 vezes menos.

Mesmo assim, nunca nem sequer pensei em voltar pra Bira.

Só pra não perder minha falsa liberdade.

Só consegui quebrar esse ciclo infernal quando aprendi a vender.

Pra mim foi difícil pra caramba por que sempre fui tímido como um ratinho assustado.

Mas eu sabia que aquilo era necessário pro meu sucesso profissional.

Então me joguei de cabeça.

E digo uma coisa: valeu muito a pena.

Aprender a vender mudou minha vida profissional e também a pessoal. Afinal, praticamente tudo que fazemos na vida depende de convencer outra pessoa a fazer algo.

Mas por que estou lhe dizendo tudo isso?

Porque eu sei que, mesmo com a carreira dependendo disso, muitos profissionais ainda não sabem se vender direito. E pra tentar ajudar um pouco essa galera, eu criei um podcast.

São 93 episódios diretos ao ponto – que eu garanto mudar a maneira como você enxerga vendas.

Ouça aqui: https://anchor.fm/vendasdealtovalor

Pode ser que também lhe ajude de alguma forma.

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Copy longa ainda converte?

Afinal, elas preferem longa ou pequena?

Essa é a pergunta que não sai da cabeça dos copywriters quando pensam nas pessoas.

Levante esse assunto em qualquer grupo de copywriters e vai chover comentários do tipo:

“Hoje em dia ninguém lê mais texto grande”

“Copy longa é coisa do passado”

“As pessoas não tem tempo a perder”

Ou o pior comentário de todos:

“Eu não tenho paciência pra ler isso. Muito menos as pessoas”

(por que esse é o pior comentário? Porque você não é seus clientes. Nunca julgue nada pelos seus gostos)

Se você já leu algum dos livros clássicos de copy escritos no século passado, vai ver que essa discussão já existe desde aquela época.

Mas hoje eu vou desmistifica-la pra você.

A verdade é que você não depende do tamanho, mas sim da força de sedução.

Lembra que costumo dizer que toda venda é uma sedução?

Então, tudo depende do quão rápido você consegue atiçar o desejo das pessoas e superar todas as barreiras de desconfiança delas.

Por exemplo: o Dolar shave club carregou sua empresa pra casa dos 8 dígitos com UM vídeo… de 1 minuto e 34 segundos.

Dá pra acreditar?

Mas não foi sorte. 

O vídeo é bem feito pra caramba.

Porém, eles fizeram dezenas de outros vídeos depois e não conseguiram nem uma fração do resultado do anterior.

O que leva a meu ponto.

Tudo depende de sua velocidade de sedução.

Você consegue seduzir as pessoas com um videozinho de 1:34?

Se não, talvez você tenha que falar um pouco mais.

Quando as pessoas chegam em sua página de vendas, elas já viram muito sobre você e seu produto?

Se não, talvez você tenha que falar um pouco mais.

Existe vários concorrentes em seu nicho falando muita coisa parecida com as suas?

Então talvez você tenha que falar um pouco mais.

Recentemente escrevi uma carta de 8 páginas pra um cliente que não tinha o hábito de fazer carta de vendas.

Pra surpresa de todos (menos minha), deu bom.

Aí escrevi outra carta maior, com 14 páginas e…

Deu melhor que a primeira.

Aí escrevi uma terceira carta com 19 páginas e…

Deu ainda melhor que a segunda.

Isso num nicho onde ninguém nem usa cartas de vendas (já pensou se eu seguisse a boiada?).

Sim, eu sou um adepto da copy longa pois sempre funcionou e funciona muito bem pra mim e meus clientes.

Se ainda não faz sentido pra você, então olhe ao seu redor.

Você concorda que lançamento é uma estratégia que funciona (mesmo com dezenas sendo realizados toda semana)?

Mas o que é um lançamento?

Nada mais que uma copy longa dividida em 4 partes.

Por fim, aqui vai mais uma coisa que vale a pena sempre ter em mente:

A maioria das pessoas não vão ler a copy longa… e nem a curta.

Não por causa do tamanho, mas por que elas não estão interessadas mesmo.

Em média só 3% das pessoas compram.

Os outros 97% são apenas curiosos que não lêem nem assistem nada.

Mas sabe aquelas 3%?

Aquelas são pessoas que querem saber absolutamente tudo sobre seu produto ou serviço pra ter certeza que estão tomando a decisão certa…

Por que são elas que passam o cartão.

Então é pra elas que eu sempre escrevo.

Pense nisso.

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283 vagas de Copywriter

Tudo tem 2 lados.

As grandes guerras mataram milhões de pessoas…

Mas também criaram o computador e centenas de outras tecnologias que tornam nossas vidas mais fáceis hoje.

Os gurus enganam milhares de pessoas…

Mas também fizeram explodir o mercado de copywriting no Brasil.

Quando comecei a estudar copy, há 6 anos, não existiam empresas buscando copywriters.

Hoje fiz uma rápida pesquisa e logo de cara vi 283 vagas para copywriter só no linkedin.

Inclusive, se estiver em busca de trabalho na área vale a pena dar uma olhada (se é que ainda não viu):

https://br.linkedin.com/jobs/copywriter-vagas

Enfim.

Estou dizendo tudo isso pra manter seu pensamento de abundância.

O mercado está em expansão.

As empresas precisam e estão buscando copywriters mais do que nunca.

Não tem por que ficar cobrando mixaria por seu trabalho.

Muito menos aceitar ser um faz tudo (aquele que escreve copy, roda anúncios, faz design, edita vídeos, joga o lixo, pinta as paredes…)

Outra coisa, essas vagas também mostram que existem dezenas de outras possibilidades como copywriter – além de fazer LaNçAmEnToS.

Por fim, se for concorrer a alguma vaga, lembre-se do meu email de ontem.

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Maiores medos de clientes ao contratar copywriters

Eu costumo dizer que venda é sedução.

Muitos caras perdem a chance de sair com uma garota legal por que focam em tentar impressioná-la e esquecem de confortá-la.

Vou explicar:

Às vezes a garota até gosta do cara, mas ela tem medos.

Medo de que ele seja um louco. Que tente abusá-la. Sequestrá-la. Esse tipo de coisa que estranhos fazem.

E vencer esses medos faz parte do processo de sedução.

Assim como faz parte do processo de contratação de copywriters.

Os cliente têm medo de serem estuprados por você (sacanagem).

Mas pense comigo.

O que os copywriters fazem quando entram em contato com possíveis clientes ou concorrem a uma vaga?

Eles tentam impressionar falando sobre conversão, sobre como ele é o cara e vai gerar resultados, e todo aquele papo manjado.

Mas isso o contratante já espera deles.

Porém, as coisas que os caras mais têm medo não são nem abordadas pelos copywriters.

Que coisas são essas?

Cumprir os prazos. Não tentar cobrar mais depois que os valores foram acertados. Não passar dias sem dar notícias ou responder mensagens. Não roubar informações ou recursos do cliente. E o pior de todos: Não desaparecer do mapa sem deixar vestígios (e sem entregar o projeto).

O fato é que a maioria das empresas já tiveram esses problemas com freelancers antes.

Freelancers que chegaram com uma conversa bonita prometendo o mundo, mas acabaram ferrando a empresa.

E aí chega você, mais um freelancer desconhecido se oferecendo pra trabalhar e falando a mesma coisa que os freelancers anteriores disseram e…

Percebe o que passa na cabeça do cliente?

Não é fácil pra eles.

Por outro lado, quando você chega se apresentando de maneira diferente, você passa batido pelas defesas do cliente e acerta direto no coração dele.

Não, não vai ser amor à primeira vista.

Porém, você será capaz de fazer os olhos dele brilharem novamente e vai conseguir sua chance.

Mas pra isso é preciso seguir o lema que carrego abaixo de minha assinatura.

(Venda Diferente)