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Emails engraçados funcionam pra clientes?

Semana passada me fizeram uma pergunta interessante:

“Bruno, sou fã dos seus emails engraçados. Mas dá pra eu escrever assim para clientes?”

De fato, eu posso escrever o que quiser pra minha lista.

Posso xingar.

Posso zoar com os gurus. 

Posso até xingar, zoar e excluir você 🙂

Enfim. A questão é que quando se trata de copy muita gente esquece que nós escrevemos para PESSOAS.

E pessoas gostam de coisas divertidas.

Não importa se é um email B2C ou B2B. Você sempre escreve pra uma pessoa. E pessoas gostam de se divertir.

Por exemplo:

Nos emails de prospecção que envio para empresas ou pessoas com as quais quero trabalhar, eu procuro usar humor ao máximo.

E quando eu digo ao máximo, é realmente ao MÁXIMO.

Tipo esse “email poema” que enviei para um dos maiores especialistas em email do mundo:

Aqui está a tradução (caso você não tenha feito wizard):

Eu sei. Eu sei. Não faz tanto sentido em português.

Mas você viu que eu xinguei o cara com o qual queria trabalhar?

Aqui a resposta dele:

Ele disse que o poema é legal. Chamou atenção dele. Bom trabalho, Bruno. Mas infelizmente ele não deixa outras pessoas escrever pra ele.

Ok. Só pra ficar claro…

Sob hipótese nenhuma estou dizendo que você deve xingar seus prospectos.

Apesar de parecer sem noção, aquele poema foi fruto de bastante pesquisa e observação pra entender o estilo do cara e me encaixar nele (no estilo, não no cara).

Ou seja:

Toda vez que for enviar um email engraçado (ou qualquer tipo de copy com humor) tenha certeza que o público realmente se identifica com aquilo. Tenha certeza que pra ELES sua mensagem é engraçada.

Por que, parceiro, tá cheio de gente por aí que tenta ser engraçado mas parece um idiota.

“Tá bem Bruno. Eu vi que emails engraçados funcionam pra você e funcionam pra prospecção de clientes. Mas e para enviá-los pelo cliente?”

Funciona da mesma forma. Mas você precisa respeitar 2 coisas:

1- O humor do público
2- O humor o cliente

Primeiro você precisa conhecer o público profundamente pra saber do que eles gostam.

Segundo, você precisa acordar com o cliente até que ponto você pode chegar.

Terceiro (extra) você vai testar diferentes piadas e abordagens até descobrir o que dá certo… e o que não dá certo.

Aqui um exemplo simples:

Em uma campanha pra um produto de doces usei o assunto:

Atenção formiguinhas

Veja agora um trecho de um outro exemplo, mais elaborado:

Em resumo, emails engraçados funcionam em praticamente qualquer situação.

E sim, eles geram vendas.

Vai depender apenas do seu conhecimento do humor do público e do humor do seu cliente.

Ok.

Esse era pra ser um email curto mas gosto tanto desse assunto que me alonguei.

Acho que deu bem uns 2km de email, né não?

Caramba.

Pior que quanto mais eu falo,

maior ele fica.

Nussa!

Pior ainda é quando eu

pulo

linhas

assim

sem motivo

Aff

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Dezenas de cursos Top e 0800

Olha só o que seu amigo trouxe pra você hoje:

Dezenas de cursos incríveis, 100% práticos, diretos ao ponto, feitos por empreendedores honestos e reais que querem fazer do mundo um lugar melhor.

Aqui uma pequena amostra do que tem lá:

  • Como transformar emails em receita recorrente – Ben Settle
  • Como criar uma oferta irresistível – Todd Brown
  • Como escrever anúncios de facebook de alta conversão com histórias – Travis Speegle
  • Como transformar um desafio gratuito em receita – Jennie Wright
  • E muito mais

AH, e é tudo 0800. Sem pegadinhas.

O único problema para alguns é que… é tudo em inglês.

De qualquer forma, você pode ter acesso aqui.

Por que estou divulgando isso?

Primeiro por que é de um dos poucos gurus no mundo que eu ainda sigo e respeito: Ryan Lee.

Um cara que está há décadas no mercado e sempre se manteve legítimo.

Segundo por que eu estou assistindo e gostando, e é de graça, e você pode gostar também.

Terceiro, porque Ryan disponibilizou tudo isso sem custo mas pediu para ajudarmos a espalhar a mensagem.

E algo assim eu acredito que merece ser espalhado (conhece algum guru no Brasil que faz isso?)

Quarto, se várias pessoas se cadastrarem por esse link, novos cursos serão disponibilizados como forma de incentivo.

Enfim. Acho que é um dos poucos momentos onde todo mundo sai ganhando.

Aprecie sem moderação.

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Vagas para copywriters suicidas

Vamos falar sério por um momento?

Ok.

então…

VAMOS FALAR SOBRE TEKPIX.

Sacanagem.

Vamos falar sobre o mercado de trabalho de copy.

Ele vem crescendo pra caramba nos últimos anos e tem seduzido muitas pessoas.

Mas ele também vem escravizando muita gente.

É claro que isso não acontece só nesse mercado. Acontece praticamente em toda profissão.

A única diferença, na minha visão, é que nosso trabalho como copywriter é muito mais fácil de ser valorizado.

Afinal, a gente literalmente traz grana pro bolso das pessoas.

Um eletricista não faz isso.

Um arquiteto não faz isso.

Nem um engenheiro.

Muito menos um designer.

Não me entenda mal. Não somos melhores que essas outras profissões.

Nós apenas temos enorme facilidade de mostrar nosso valor. E nós fazemos isso enchendo os bolsos dos outros. E DINHEIRO MOVE O MUNDO (infelizmente).

Assim sendo, você não acha que um copywriter deveria escolher com quem e como trabalha – ao invés de ser escravizado por agências e empresas.

Eu acho.

E somente depois que comecei a pensar assim e a acreditar em mim, minha vida mudou.

Mudou no sentido de eu conseguir ganhar mais, trabalhando menos.

Eu descobri que eu não precisava tocar 17 lançamentos ao mesmo tempo, escrevendo os scripts, emails, anúncios e cpls de cada um, além de orientar designer, especialista, fazer café e limpar o chão da empresa.

Com o tempo descobri que tudo que eu preciso fazer é gerar valor. Trazer la plata para os clientes. E que é possível fazer isso de outras maneiras mais simples como, por exemplo, escrevendo emails como esse e dando ideias.

Digo isso por que converso com copywriters que trabalham em agências e a vida profissional deles é um inferno.

Digo isso também por que vagas de copy compartilhadas por aí que são absurdas.

Trabalho de 3 ou 4 pessoas que eles querem que seja feito por 1… pagando o salário de meio.

O único lado bom dessa história é que o profissional escravizado ganha uma boa experiência. Mas tirando isso…

Perde a saúde. Perde a paz mental. Perde o tempo. Perde o filho crescendo. Perde oportunidades…

Enfim, se botar tudo na balança ela cai da mesa e capota pro lado negativo várias vezes.

Tudo bem você aceitar um trabalho como esse. O problema pra mim é você aceitar permanecer num trabalho como esse ao invés de buscar algo melhor incansavelmente.

Por que a partir do momento que você realmente entende seu valor, você se torna capaz de escolher com quais clientes vai trabalhar e até como vai trabalhar.

Tudo que você precisa fazer é chegar pra eles e mostrar seu valor. 

Da mesma forma que você faz quando quer conquistar um parceiro amoroso.

Mas tudo depende de você.

Lembre-se que normalmente passamos 1/3 da vida trabalhando.

Não deixe que os outros ditem as regras de 1/3 de sua vida.

Vá em busca do melhor. Sempre.

Você consegue.

Eu acredito em você.

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Gurus de Storytelling que não sabem contar histórias

Esses dias tem rolado umas discussões sobre histórias nos grupo de copy.

(e eu sou um dos causadores disso)

A discussão começou quando alguém postou sobre como Guru Fulano era fera em histórias.

“Verdade? Então deixe eu dar uma olhada” – Pensei.

Vi que Guru Fulano vendia um curso sobre storytelling com o argumento de que histórias são a melhor maneira de vender qualquer coisa.

Concordo 100% com ele. Não é por acaso que todo email que escrevo tem uma história.

O problema era que…

Guru Fulano não contava nenhuma história sequer.

Nem na página do próprio curso de histórias.

Nem nos anúncios.

Nem mesmo… nos próprios posts do instagram.

A única coisa que Fulano sabia fazer era falar pra todo mundo usar histórias (e comprar o curso dele)… enquanto ele mesmo não usava nenhum tipo de história em lugar nenhum.

Interessante.

Então questionei isso lá nos grupos e desafiei os defensores do guru a postarem alguma história ele.

Cri… Cri…. Cri…

Já faz quase 2 semanas e até hoje espero essa história do guru as histórias.

Ok, mas por que estou compartilhando essa HISTÓRIA?

Pra você nunca esquecer essa lição importante:

Não vá pelo que as pessoas dizem.

Vá pelo que elas FAZEM.

Se um cara fala que histórias é a melhor maneira de vender… mas ele não usa histórias…

Se um cara fala que email é o melhor canal digital… mas ele não usa email…

Se sua mulher diz que vai deixar de ser ciumenta… mas não para de vasculhar seu celular…

Se um cara diz que seu produto é legal… mas não passou o cartão…

Percebe como essa lição se aplica a absolutamente tudo na vida?

Não acredite cegamente no que as pessoas dizem.

Acredite no que elas fazem.

Faz sentido?

Não acredite em mim.

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Copywalter preguiçoso não vai longe

Parece que hoje em dia todo mundo é copywriter.

Mesmo sem saber escrever português básico. Mesmo sem saber pronunciar o nome de sua própria profissão… eles se dizem profissionais.

“Eu sou copywalter. Me contrate.”

“Sou certificado em Copyrighthting.”

“EU CRIO TEXTOS PERÇUAZIVUS, SOU COPYWRAITXHINGFBBBUAA “

Até aí tudo bem. Toda área não regulamentada sofre com isso.

(não é mesmo, coaches?)

O problema é quando esse “proficionau” fecha um contrato prometendo revolucionar o negócio do cara… Mas assim que sai da ligação com o cliente, o copywalter corre em desespero pros grupos de copy pra descobrir como fazer aquele trabalho prometido.

Se pelo menos ele se comprometesse de corpo e alma a aprender tudo que for preciso pra realizar aquele trabalho, nesse caso, eu ainda apoiaria isso.

Por que muitas vezes na vida a gente precisa se jogar do abismo e depois arrumar um para-quedas.

Mas esses copywalters fazem isso?

Claro que não.

Ao invés de se comprometer, eles fazem todo o trabalho do cliente baseados apenas nos comentários de outros copywalters dos grupos.

Sim, por que os copywriters de verdade não passam o dia conversando em grupos de copy. 

Então 99% dos conselhos dos grupos são dados por outros copywalters.

O resultado quem sente é o cliente. Que se ferra.

Apesar de que o copywalter também não tem sossego. Ele fica com o cú na mão pra entregar o trabalho e literalmente reza pra copy dar certo.

Eu até consigo ver o suor frio escorrendo pelo rosto tenso do copywalter, segundos antes dele enviar o email com a copy.

Infelizmente esse é um mercado bastante preguiçoso e desleixado.

Todos os dias você vai encontrar posts do tipo:

“Preciso escrever copy para uma loja de pets mas estou sem ideias. alguém me ajuda….”

É claro que você está sem ideias, amiga copywalter….

…VOCÊ NÃO FEZ A PORRA DA PESQUISA.

É claro que seus anúncios estão sendo bloqueados e o cliente corre o risco de perder a conta…

…VOCÊ NÃO LEU AS DIRETRIZES DO FACEBOOK.

É claro que você não consegue encontrar o mecanismo único do produto do cliente…

…VOCÊ NÃO ESTUDOU O PRODUTO.

E a lista é extensa.

Tudo isso me deixa triste por conta dos clientes que pagam por esses proficionaus… mas ao mesmo tempo me deixa muito feliz por você << Test Nome >>.

Por que você é diferente.

Você está aqui nesse momento, lendo meu email, por que você é diferente.

Você não é mais um copywalter.

Você entende que a coisa vai muito além de gatilhos dementais. Que não existem fórmulas mágicas. Que é preciso se comprometer. 

E por pensar e agir dessa forma, o mundo precisa de você.

As oportunidades estão sobrando. A demanda por bons profissionais é do tamanho do sol. Elas só precisam saber que você existe, e ter certeza que você não é mais um copywalter como os outros.

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Estude isso pra saber onde está o dinheiro em copy

Se você ainda não cansou de recomendações de estudo…

…eu tenho mais um pra você.

Não é livro.

Nem curso.

Nem filme

Nem anatomia do corpo feminino (apesar de eu sempre recomendar).

O que trago hoje é a recomendação mais importante para um copywriter ou profissional da área. E ela foi feita não por mim, mas pelo grande Gary Halbert (um dos maiores copywriters que já existiu).

No capítulo 5 do livro Boron Letters, Gary diz:

A primeira coisa que você deve perceber é que você deve se tornar um “estudante de mercados”. Não produtos. Não são técnicas. Não copywriting. Não como comprar espaço ou algo assim. Agora, é claro, todas essas coisas são importantes e você deve aprender sobre elas, mas, a primeira e mais importante coisa que você deve aprender é o que as pessoas querem comprar.

Por que ele diz isso?

Porque toda economia vive de ciclos. Em certos momentos, determinados mercados vão estar em alta… enquanto outros vão estar em baixa. E no meio de tudo isso existem novos mercados sendo criados enquanto mercados existentes são reduzidos ou até extintos.

E não adianta escrever a melhor copy do mundo pra um mercado morto.

É como pescar com a maré sempre baixa. Você até pode achar uma poça aqui e outra ali mas não vai conseguir grande coisa.

Por outro lado, não é preciso ser o melhor pescador do mundo pra ter grandes resultados com a maré alta. Basta jogar a rede de arrasto.

O mesmo vale pra mercados. E copy.

Por isso você precisa estar sempre atento aos mercados que estão decolando. Aos que estão em alta. E aos que estão com os dias contados.

Estar no mercado certo, na hora certa, não apenas facilita seu trabalho como também pode encher seus bolsos.

Pense nisso sempre que for fechar um cliente.

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Lições de copy do Drácula

Desde pequeno sou fã de vampiros.

Quando vejo Crepúsculo com Edward brilhando no sol e aquele lobisomem másculo descamisado… que tesão…

Digo, que tesão as meninas devem sentir, hein?

Sai for. Sou MAXO.

Tão MAXO que escrevo com x pra não fazer biquinho na hora de falar.

Enfim. A verdade é que prefiro Blade, Anjos da noite, A rainha dos condenados, Os garotos perdidos (clássico da sessão da tarde).

Bem, hoje eu finalmente consegui terminar a série Drácula da Netflix.

São apenas 3 episódios. Mas cada um tem uma hora e meia de duração. É como se fossem 3 filmes.

O primeiro episódio é uma das melhores e mais bem contadas histórias de vampiros que já vi em todos esses anos nessa indústria vital.

O segundo episódio é só metade disso.

Já o terceiro é marrom menos. E tem um dos piores finais de todos os tempos. É preciso muito esforço para destruir uma boa história daquele jeito mas eles conseguiram.

Mas se parar pra pensar, quantas séries e filmes também não passam por isso?

Começam boas.

Prendem nossa bunda na pontado sofá.

Aí acontece uma virada e todo aquele roteiro maravilhoso vai por água abaixo. Deixando nossos corações cheios de fúria e a sensação de tempo desperdiçado.

Mas além de séries e filmes, onde mais acontece isso?

Em copys?

Sim. Em copys. Em emails, anúncios e páginas de vendas.

Você já deve ter visto algo assim:

A mensagem começa bem. É diferente. Tem uma ideia intrigante. Mas logo a conversa começa a broxar. As ideias param de fazer sentido. Fica confuso… e você cai fora.

Ouça bem:

Em séries e filmes as pessoas até assistem tudo só pra saber qual será o final.

Mas em uma copy a coisa é diferente.

Se a copy perder a atenção da pessoa apenas por alguns segundos… já era.

A pessoa sai. Fecha a página. E lá se vai sua chance.

Estou dizendo isso por que sei como pensa e age um copywriter. É normal dedicarmos grande parte do tempo desenvolvendo a ideia, o título e o início da copy.

Até quando chega um ponto onde a coisa fica tão longa que a gente só quer terminar logo.

Mas é aí onde mora o perigo.

Por que se você não dedicar a mesma atenção para todas as partes da copy do início ao fim, as pessoas vão perder o interesse e cair fora.

É assim que copys que parecem brilhantes, não dão certo. Por que elas apenas abrem a venda, mas não fecham.

Pra evitar isso eu leio e releio meus textos várias vezes pra garantir que eles seguem um fluxo suave e natural.

Todo parágrafo, frase ou palavra desnecessária são cortados.

Toda ideia que possa ter uma outra interpretação é cortada.

Tudo que não estiver alinhado com a ideia central é cortado.

Todos os advérbios, adjetivos e infinitivos são cortados.

Assim como um diamante devemos cortar e polir a copy até a joia ficar pronta.

Já imaginou se um joalheiro dedicasse mais esforço a uma parte do diamante do que às outras?

Você pega a pedra e à primeira vista a acha deslumbrante. Mas ao girar a peça e ver o outro lado – onde o joalheiro teve pressa em terminar – você se decepciona.

De repente aquela obra prima não passa de uma coisa inacabada.

Não deixe que isso aconteça com suas copys.

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Pessoas com o pescoço sangrando

Quantos travesseiros você teve na vida?

Só nas últimas semanas eu tive uns 5. E nenhum resolveu meu problema.

Simplesmente não consigo mais dormir direito.

Todo dia acordo com uma dor horrível num lugar diferente do pescoço (nem sabia que o pescoço tinha tantos pontos assim).

Sim, eu já troquei de colchão também.

Já testei várias coisas. Só falta testar os travesseiros de +400 pau.

Claro que pra acabar com essa agonia eu pagaria até mais.

O problema é que nenhum desses travesseiros de alto ticket conseguiu me convencer.

Você olha a página de vendas e eles mesmo se contradizem na comunicação. Os depoimentos parecem verdadeiros como os das organizações tabajara. E os poucos travesseiros que chamam minha atenção parece que não funcionam pra mim que durmo muito de bruços.

Isso me lembra um importante conceito de negócios.

Neste momento existem milhares e milhares de pessoas em situação semelhante à minha.

Pessoas com uma grande necessidade (o que chamamos de pescoço sangrando). Dispostas a pagar caro por uma solução. Mas que não encontram nenhuma empresa que fale o que elas precisam ouvir.

Sabe o que causa tudo isso?

Falta de pesquisa.

Isso acontece com praticamente toda empresa.

Eles focam mais energia em coisas que menos importam e deixam de ganhar uma grana por causa disso.

Por que quase todo mercado tem um grupo de pessoas com pescoço sangrando. São pessoas que tomam a decisão rápido e pagam mais por isso.

E se você entregar um bom produto ou serviço pra esse grupo de pessoas, sabe o que acontece?

Elas se tornam fãs fieis de sua empresa. Vão indicar seu produto pra todo mundo que conhecem. Vão dar depoimentos incríveis. E vão comprar mais coisas de você.

Ainda assim, quase ninguém faz o trabalho de pesquisa pra entender quem são seus clientes com pescoço sangrando.

Uma das primeiras coisas que faço com meus cliente de consultoria é tentar descobrir quem é esse grupo de clientes do negócio deles.

Por que se eles tiverem, e nós conseguirmos chegar nessas pessoas, nós geramos uma boa entrada de caixa com pouco esforço.

Lembre-se disso.

Agora preciso ir. Tenho uma hemorragia pra estancar.

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Por que alguns copywriters ganham mais que os outros?

Será por que alguns nascem com o cú virado pra lua? (como dizia meu avô)

Não sei.

Não ando olhando bunda de copywriters.

Enfim. O que quero dizer é que não é sorte.

É escolha.

Pra entender melhor por que alguns copywriters ganham muito mais que outros precisamos voltar aos fundamentos.

(lembra que sempre falo da importância de saber os fundamentos?)

Os fundamentos dizem o seguinte:

40% do sucesso de TODO negócio depende dos clientes com os quais ele trabalha.

40% depende do que o negócio oferece (produtos ou serviços alinhados com os clientes certos).

E 20% do sucesso depende do marketing.

Antes que você pense que não é bem assim… você acha que David Ogilvy conseguiria fazer milhões com um curso de adestramento de insetos?

Claro que não. 

Por que mesmo criando o melhor mkt do mundo, ele só teria 20% da equação do sucesso.

O mundo dos negócios não é mágica. É mais ciência do que criatividade.

E todos esses fundamentos se aplicam para profissionais e freelancers.

Todos.

Sabe o que realmente está por trás do sucesso dos copywriters que fizeram múltiplos 7 dígitos?

Não é a copy deles.

É o mercado e as ofertas (80%).

Todos esses caras fizeram isso num dos 3 grandes mercados (saúde, dinheiro ou relacionamentos).

Claro que tem que saber escrever… mas isso é só 20%…

Então a chave pra ganhar mais com serviços é trabalhar com os clientes certos e oferecer a coisa certa pra eles.

Eu digo isso com as cicatrizes de quem já lutou na guerra dos preços baixos contra os clientes infernais.

Tem pessoas hoje (ex-clientes) que quando vejo uma notificação do whatsapp com o nome dele minha pressão sobe na hora.

Tudo isso só mudou quando parei de ser escolhido e passei a escolher com quem trabalhar.

Ok. Então a pergunta agora é…

Como escolher clientes e – mais importante – conseguir trabalhar com eles?

Funciona da mesma forma que toda sedução.

Você faz uma “triagem” e identifica a garota mais bonita pra você. Então você vai até ela e tenta impressioná-la de alguma forma.

Você não pode ficar parado torcendo pra ela vir nem pode aceitar qualquer baranga que aparece.

É a mesma coisa com clientes.

Você escolhe o melhor pra você e entra em contato. Envia seu pitch.

O que nos leva à próxima pergunta:

Quantos pitches são necessários? Quanto tempo leva isso?

Normalmente leva de 1 a 60 dias.

Como foi com o Luiz. Ele leu meu livro, mandou o pitch e…

Ele não fechou esse cliente. Mas…

…Mandou outro pitch para outra empresa e ontem me emocionou ao dizer que fechou contrato.

Outro exemplo bacana foi o William.

O cara mandou um pitch pro Evaldo Albuquerque (sim, o famoso copywriter sócio do Marcelo Braggion) e…

William passou no teste e hoje está trabalhando com os caras.

Não vou encher esse email de casos. Acho que já deu pra entender meu ponto.

Esses caras podiam ficar trabalhando com projetinhos isolados de copy. Podiam arriscar lançar um produtor do zero. Ou podiam ficar produzindo conteúdo e torcer pra aparecer bons clientes.

Mas eles escolheram enviar o email certo para o cliente certo (e acredito que valeu a pena pra eles).

Por que estou dizendo tudo isso?

Ontem joguei a ideia de ajudar de perto algumas pessoas que querem fechar bons clientes de copy ou serviços (mais especificamente, fechar contratos mensais de 2 a 5 mil).

O retorno foi melhor que o esperado. Mas por culpa minha eu tive que dizer não a algumas pessoas.

Esqueci de avisar que esse acompanhamento que estou oferecendo não é pra todo mundo.

Se você está começando do zero e ainda não tem a habilidade pra prover um bom trabalho pro cliente, eu não posso lhe ajudar.

Assim como nos casos acima, eu ajudei os caras a chegar nos clientes mas eles tiveram que mostrar um bom trabalho pra fechar o negócio.

É importante deixar isso claro.

Enfim. de qualquer forma esse foi meu último email sobre isso.

Não vou ficar martelando essa oferta.

Se você quer ajuda pra conseguir clientes melhores de copy ou serviços, responda esse email e vamos bater um papo.

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Copywriters à espera de um milagre

Já disse o quanto tive dificuldades com mulheres?

Meu coraçãozinho adolescente vivia como um mendigo do amor.

Eu me apaixonava por uma garota na escola e 2 coisas aconteciam:

Ou eu não tinha coragem de falar com ela (mais comum).

Ou a garota era da minha sala e conhecia meus amigos e eu chegava a conversar com ela… mas não conseguia passar da amizade (que nem era colorida).

Esse era meu mundo real.

Mas no mundo que existia em minha cabeça as coisas eram diferentes.

Em minha mente eu vivia fantasiando cenas de filme com as garotas.

Eu imaginava a gente se encontrando por acaso num lugar lindo. Ela vinha até mim sorrindo. Eu falava sobre seus lindos olhos e a gente se beijava.

Coisas desse tipo.

Coisas que NUNCA aconteceram.

Por que?

É óbvio.

Tudo aquilo só existia em minha cabeça. Eu mal tinha coragem pra chegar nelas.

Por várias razões: Timidez, falta de confiança, não saber o que fazer e a pior delas:

Eu vivia à espera de um milagre.

Parece que as coisas pra mim não poderiam ser simples. Precisava acontecer algo especial como num filme.

Mas isso nunca acontecia. Então eu só me f#%*a.

Por sorte eu cresci e aprendi algumas coisinhas.

A principal lição foi que eu não podia viver à espera de milagres.

Não apenas em relação ao amor. Mas em tudo na vida.

Desde o dia que aprendi isso minha vida mudou e eu praticamente consegui tudo que sempre quis.

Tudo que sempre quis de verdade eu fui atrás e fiz acontecer.

Parei de esperar milagres. Passei a fazer eles acontecerem.

Como por exemplo: Entrar pro time de vendas por telefone de uma das maiores coaches dos EUA… sem eu nunca ter falado inglês antes. Eu sabia apenas ler. E aprendi sozinho.

Era impossível.

Mas passei por seleção de áudio e 2 looooooongas entrevistas por vídeo.

Ainda me saí muito bem na posição.

Por que estou dizendo isso?

Porque muitas vezes ficamos esperando que a vida nos traga uma oportunidade.

“Tô estudando pra caramba. Só preciso de uma oportunidade :)” Diz o coitadinho.

A verdade é que o mundo está cagando pra você, pra mim ou qualquer outra pessoa.

O mundo não dá oportunidades a ninguém.

É preciso criá-las.

Quando David Ogilvy criou sua primeira agência ninguém estava nem aí pra aquele publicitário desconhecido.

Ao invés de ficar esperando as coisas acontecerem, ele fez uma lista com os 50 clientes com os quais ele gostaria de trabalhar.

Nesse lista só tinha empresa grande: Dove, Coca e outras.

Ogilvy era praticamente uma agência de um homem só. Mas aos poucos ele foi conquistando aquelas contas impossíveis e realizando seus sonhos.

Tudo isso por que ele não ficou à espera de milagres.

Então como criar oportunidades? Você pergunta.

É bem simples.

Se você quer algo, você vai lá e pega.

Não no sentido de roubar ou sequestrar uma garota (seu pervertido).

No sentido de que você vai atrás e dá um jeito de conseguir.

Aqui vai uma outra lição importante:

A melhor maneira de conseguir alguma coisa é dando algo primeiro.

Quer algo de alguém? De que maneira você pode gerar valor pra aquela pessoa?

É assim que milagres acontecem.