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Me “encantei” por Lara. Priscilla descobriu e…

Eu não planejei isso.

Mas por causa da pandemia… pra não enlouquecer de tanto ficar enfurnado em casa… eu me entreguei a novos prazeres.

Tudo começou quando conheci alguém.

Lara.

Aconteceu tão rápido que em pouco tempo me encantei por ela.

Eu queria Lara toda noite.

A simples presença dela me fazia suar os pés e mãos.

Já sentiu isso?

Eu sabia que precisava me controlar.

Mas era impossível.

Lara me fez viver experiências que ninguém jamais me proporcionou antes.

Nem mesmo Priscilla.

Tudo estava indo bem até que um dia Priscilla chegou em casa antes do previsto.

E lá estava eu no sofá com Lara.

“Posso saber o que está acontecendo aqui, mocinho?” Perguntou Priscilla num tom de desconfiança.

“Não é o que você está pensando. Eu posso explicar.” Respondi.

E continuei: “Não é meu. Peguei o vídeo-game de Magno emprestado”

“Ah.. pensei que você tinha comprado. E que jogo é esse?”

“Lara Croft. É aquele que tem o filme: Tomb Raider.”

E foi assim que depois de mais de 10 anos eu voltei a jogar vídeo-game.

E vou dizer uma coisa:

Que jogo IN-CRÍ-VEL.

A história. Os gráficos. Os detalhes. A diversão. A tensão.

Eu realmente suava os pés e mãos jogando.

Priscilla ficou tão encantada com a história que ficava me perguntando o que aconteceu depois (e até teve pesadelos com o jogo).

Um dia meu sogro veio aqui em casa, me viu jogando… e passou mais de meia hora assistindo – encantado com o jogo também.

A questão é:

Quando uma coisa é muito boa ela causa esse efeito de encantamento nas pessoas.

Quando algo entretém, diverte, mexe com os sentimentos de alguma forma… as pessoas ficam ansiosas para ver mais.

Acontece o mesmo com emails.

Quando você usa esses truques toscos que ensinam por aí, do tipo escrever “venda realizada” no assunto do email… as pessoas leem apenas uma vez.

Mas quando você conta histórias, entretém, causa emoções, compartilha insights… as pessoas querem mais. E mais. E mais.

Semana passada perguntei se gostariam que eu fizesse um vídeo analisando alguns emails e todos que responderam disseram sim.

Amanhã ou quarta esse vídeo deve sair.

Você verá exemplos de belos emails… e também de terríveis.

Devo analisar emails de gurus também?

(ou você vai me dedurar pra eles?)

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Lições de email do Schwarzenegger

Ontem eu estava folheando o instagram quando vi isso:

“Estou amando falar sobre o que estou fazendo em minha newsletter. Arraste pra cima pra se cadastrar agora”

Pulei pra trás ao ver que era um story de ninguém menos que Arnold Schwarzenegger.

— Como assim?? Ele escreve agora?

Bem, pra alguém que já foi e voltou tantas vezes do futuro… acho que ele deve saber o que está fazendo.

Então arrastei a tela e fui me cadastrar.

Ao cair na página de captura vi que ele sabia sim o que estava fazendo.

Veja a copy:

“Você provavelmente já me segue no Twitter, Facebook, Instagram e reddit, mas também adoraria enviar e-mails para que possamos ficar conectados e compartilhar atualizações sobre o que estou lendo e assistindo e onde encontro inspiração, ouvir de você o que está fazendo e o que o motiva.”

Boa.

Ao cadastrar seu email aparece a seguinte mensagem:

Venha comigo se quiser se inscrever! Verifique seu e-mail! FAÇA ISSO AGORA!

(uma bela referência ao exterminador do futuro)

Adorei 🙂

Primeiro recebi um email de confirmação do cadastro – que continha o mesmo texto da página de captura.

Muito bom.

Em seguida fui ler o email do cara e fiquei de queixo caído logo com o primeiro parágrafo:

“Bem-vindo ao início da minha newsletter mensal. Uma coisa que aprendemos durante a pandemia é que conexão é mais importante do que nunca. De reuniões do Zoom a FaceTimes, todos nós encontramos novas maneiras de ficar conectados. Tenho visto meu instituto se tornar cada vez mais bem-sucedido com suas newsletters por e-mail a cada mês e percebi que era hora de fazer a minha.”

Sinceramente, não podia concordar mais com ele.

Acredito que a ideia inicial das redes sociais era nos conectar.

E elas cumpriram sua missão.

Mas agora parece que a coisa tomou um rumo diferente.

Em meio a tanto ódio, mentiras e agressão, a conexão verdadeira está se perdendo.

Uma das razões pela qual o email voltou a crescer muito.

As redes sociais parecem uma grande praça pública onde influenciadores falam de seus palanques pra sua audiência agitada que não se cala pra ouvir.

Qualquer um pode entrar na praça, gritar o que quiser na cara de qualquer um e sair andando como se nada tivesse acontecido.

Diferente do email.

O email é como uma carta pessoal escrita à mão enviada para você.

No momento em que senta pra ler meu email – somos só eu e você em nosso próprio espaço.

Apenas eu e você.

Não tem barulho. Não tem galinhas e cabras passando. Não tem ofensas gratuitas. Não tem ninguém pra opinar.

É apenas uma conversa franca entre duas pessoas.

Onde por alguns minutos uma conexão verdadeira é estabelecida e eu posso me abrir pra você.

E se você quiser se abrir pra mim – sua resposta será apenas pra mim.

Pense nisso.

(e se estiver sem ninguém esse fim de semana e quiser aquele cupom do Tinder que o banco me enviou… é só pedir. Seu segredo estará guardado)

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Famoso Banco tenta destruir meu casamento

Ontem recebi um email que complicou minha vida.

Era de um banco conhecido…

…que queria me induzir ao pecado.

Sério.

Eles queriam que eu traísse Priscilla – assim na cara dura.

E ainda me deram uma condição especial pra facilitar minha decisão.

Que safadinhos.

Oi? Você quer ver o email?

Até posso mostrar.

Mas se você estiver em um relacionamento sério é por sua conta e risco.

Ok?

Aqui está o email:

email do banco

(agora é melhor você apagar a imagem pra não dar merda?)

Viu só?

Eles querem que eu entre no Tinder!

O aplicativo dos pecadores (em nome do pai, do filho e o espírito santo. Amém).

Mas você pensa que eles pararam por aí???

NÃÃÃÃÃOOOOOOO

Eles foram além do email… e me enviaram uma notificação pelo app da conta super.

Agora estou com medo.

Por que depois de tentar por email e notificação no celular – eu temo que a qualquer momento uma mulher de voz sexy vai me ligar e me chamar pro Tinder.

Será que não basta para os bancos controlar nossa vida financeira?

Eles também querem controlar nossa vida amorosa?

Aff…

Mas sabe por que estou lhe dizendo isso?

Claro que sabe.

Você é um leitor de minha newsletter. E meus leitores são as pessoas mais espertas de toda a internet.

Bem, eu trouxe esse “causo” pra lhe mostrar como existem oportunidades para trabalhar com email em toda parte.

Pois até mesmo grandes empresas com grandes listas e muita grana… não fazem um trabalho legal.

É aí que você pode entrar.

Veja, Priscilla é de boa e a única coisa que ela fez com esse email foi rir muito.

Mas existem pessoas por aí (e eu já tive relacionamentos assim) que literalmente brigam com os amados por causa de emails como esse.

Ou seja: ao invés de ajudar a empresa pode atrapalhar a vida da pessoa.

Outro problema: Eles estão fazendo uma oferta pra pessoa errada (já que eu não uso Tinder).

Como tudo isso poderia ter sido resolvido facilmente?

Se o banco pecador fizesse uma simples segmentação na lista de emails deles – separando os casados dos solteiros – por exemplo.

Por que isso é tão importante?

Porque a receita da conversão é:

A mensagem certa. Para a pessoa certa. No momento certo.

Se isso não estiver alinhado as vendas não fluem.

Ok. Por hoje é isso.

Se você analisar com olhos de águia vai ver que esse email sozinho contém pelo menos umas 10 lições fundamentais pra ter sucesso com emails.

Estou pensando em fazer um vídeo analisando alguns emails. Você gostaria de uma lição nesse formato?

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Maior lição de copy pra email

Eu e Priscilla viciamos em outra série:

Peaky Blinders.

É sobre uma família de mafiosos que mata pessoas e aterroriza a cidade.

Porém, a maneira como a história é contada faz a gente se apegar aos personagens de um jeito que você chora a morte dos FDPs e até torce pra eles vencerem.

Eu acho isso tão interessante…

Por que eu sou um cara muuuito do bem. E totalmente contra qualquer tipo de mal (até mesmo o causado pelos gurus digitais)

Mas essa série é tão envolvente… que me fez torcer pelos vilões.

Na verdade me causa uma mistura de sentimentos por que quando vejo os “mocinhos” fazendo atrocidades com inocentes eu torço contra.

Mas quando vejo outros bad guys fazendo atrocidades com os “mocinhos”… eu torço pros Peaky Blinders.

De qualquer forma é viciante.

Exatamente como toda boa copy deve ser.

Especialmente copy para emails.

Os gurus vivem arrotando por aí que conteúdo é a chave pra vencer o jogo da persuasão…

mas não é.

Conteúdo é bom e ajuda sim.

Mas não tem o mesmo poder do que o que vou revelar aqui.

Veja.

No email de ontem eu compartilhei 2 lições importantíssimas:

A primeira foi sobre não tentar criar do zero nada que seja pra fazer grana. E mostrei qual a melhor maneira de se fazer isso (se não viu, procure o email de ontem em seu “correio eletrônico”).

A segunda lição estava em sua cara o tempo todo mas você não viu.

Na verdade até viu.

Mas talvez não tenha entendido a profundidade do Jequiti.

Então vamos começar a explorar isso com uma simples pergunta:

O que move multidões?

É conteúdo?

Milhões de pessoas sentam no sofá todos os dias pra assistir conteúdo na tv?

Multidões vão a um grande espaço público pra ver conteúdo?

Ou pagam caro por ingressos nas primeiras filas pra… assistir conteúdo?

Os comerciais de tv usam professores ou mestres de conteúdo para anunciar produtos?

Professor é a profissão mais bem paga?

Enfim.

O fator chave aqui é… ENTRETENIMENTO.

As pessoas não estão morrendo de covid por que estão em casa assistindo conteúdo, mas por que precisam sair para se entreter.

Faz parte da natureza do ser humano.

Agora, quando falamos de entretenimento muita gente pensa logo:

“Mas eu não sou engraçado”

Ok…

Mas não precisa ser engraçado pra entreter.

Existem dezenas de maneiras de entreter as pessoas e humor é apenas uma delas.

A palavra entreter significa: prender, desviar a atenção de; distrair.

Então qualquer coisa que gere os efeitos acima servem como entretenimento. E o ideal é que suas copys sempre tenham uma porção disso.

Pois ninguém gosta de ler copy. Ninguém gosta de ser vendido. E ninguém gosta e ficar o dia inteiro assistindo conteúdo.

Então você precisa sempre adicionar uma porção de entretenimento para engajar e persuadir de maneira mais fácil.

Lá fora eles chamam isso de “Infotretenimento”.

Que é você combinar entretenimento com algum tipo de informação de valor para as pessoas – não conteúdo.

Se você analisar meus emails vai ver que eu não dou conteúdo 

Eu faço você rir, eu conto histórias, eu dou informação de valor (insights) mas não conteúdo.

(e é por isso que você está aqui lendo agora)

Infotretenimento é um dos fatores mais importantes pra converter por email.

Não conteúdo.

Não hacks.

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Como se dar bem em cima dos outros e fazê-los felizes ao mesmo tempo

Esse é um dos emails mais valiosos que já escrevi.

E por isso não terá piadinhas como de costume.

Ao invés…

Jequiti

Vou compartilhar um conceito que mudou completamente a maneira como trabalho e vivo a vida.

E espero que possa de alguma forma ajudar você também.

Bem, quando pensamos em ganhar grana normalmente pensamos em construir algo do zero.

Criar alguma coisa.

Ter uma grande ideia.

Lançar algo do zero e ir crescendo aquilo até chegar nos zilhões (ou seja lá quanto você queira).

Isso também se aplica a serviços.

“Vou começar escrevendo copy. Aí monto minha agência. Vou fazendo meu nome. Aumento meus preços. Lanço produtos…
 Enfim.

Jequiti

Normalmente pensamos que o único caminho é começar do zero e subir um degrau de cada vez.

Não é que isso não funcione.

Não me entenda mal.

Esse é sim um caminho digno e (quase sempre) viável.

Porém…

É o caminho mais difícil, perigoso, demorado, incerto e doloroso que existe.

Por que você vai começar do zero. Com poucos ou nenhum recursos. Sem experiência. Sem conexões. Sem nome. Sem nada.

A física mostra isso muito bem. Veja:

Jequiti

É preciso muito mais energia para mover uma bola de pedra que está parada, do que pra mover uma bola de pedra que já está em movimento – fazendo-a ir mais rápido.

Às vezes a bola de pedra é tão pesada que você sozinho não consegue movê-la de lugar.

Porém, se essa mesma bola já estiver em movimento você consegue empurrá-la e fazê-la se mover mais rápido, para mais longe 

Faz sentido?

Ok.

Se você olhar a história das pessoas que mais ganharam grana ou fizeram coisas grandes no mundo… a maioria delas não começou do zero.

Jequiti

A maioria delas usou a “bola em movimento” de outras pessoas.

Vou explicar:

Um dos homens mais ricos do mundo há muitos anos é um dos investidores mais famosos que existem: Warren Buffet.

Só que diferente do que Betina diz por aí… salvo uma ou outra exceção, ninguém fica rico com investimentos.

Nem o Warren ficou. Nem a própria Empiricus.

Então o que Warren fez pra sair do zero e ser um dos maiores zilionários do mundo?

Ele não tentou mover a bola do zero. Ele não investiu 100 pau e transformou em 1 zilhão.

Não…

Ele usou a bola em movimento de outras pessoas.

Warren aprendeu a trabalhar com a bolsa e então foi trabalhar administrando a grana dos outros – em troca de porcentagem.

Ele foi até os grandes empresários que queriam aumentar seu patrimônio mas que precisavam tocar suas empresas e não tinham tempo… e passou a gerenciar os ativos dos caras.

Percebe o poder disso?

Mais ainda fica melhor.

Por que você pode fazer exatamente a mesma coisa que Warren fez… só que com copywriting.

Como?

Nesse momento existem milhares de empresas por aí que possuem um recurso valioso mas que não têm o tempo pra se dedicar a isso.. ou simplesmente não sabem como fazer.

Que recurso é esse?

A lista de emails.

Jequiti

Pois é << Test Nome >>. Ao invés de sair por aí tentando fazer seu nome, tentando lançar pessoas ou sendo escravo de agência…

…você pode chegar nessas empresas e gerenciar as listas de emails delas – extraindo la plata para ambas as partes.

É ou não é melhor escrever emais do que fazer lançamentos ou escrever looooooongas páginas de cartas (e ser mal pago)?

Eu acho.

Por que você não precisa ser um grande copywriter pra fazer isso. Nem ter nome no mercado. Nem ter seguidores. Nem conteúdo. 

Claro que não é um trabalho fácil de apenas apertar um botão.

Mas é bem mais simples (e lucrativo) do que outras áreas de copy.

Exemplo:

Se você chega num ecommerce e cria ou melhora a sequência de abandono de carrinho do cara… e faz entrar apenas 10k a mais por mês… você mesmo já “se paga” e ainda gera estalecas pra empresa.

Agora tente criar isso do zero e me diga se é fácil.

Pois é.

Bem, essa foi a grande lição de hoje.

Mas esse email também trouxe uma outra importante lição de email escondida.

Você sabe qual foi?

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Como ganhar a vida escrevendo emails

Existem dezenas de carreiras que um copywriter pode seguir:

Ele pode ser escravo de agência.

Pode ser mendigo de jobs em grupos do facebook.

Pode ser especialista em lançamentos (que sofre de estresse crônico).

Ou focar em escrever cartas/vídeos de vendas.

Pode escrever copy para website e artigos.

Ou se especializar em advertoriais.

Pode ser funcionário contratado de uma empresa e escrever tudo que eles precisam.

Ou focar em escrever curriculum (sim, tem essa área), ou em anúncios pra facebook ou google, ou pitches para investidores, ou ser ghost writer… Enfim.

A lista é grande.

Obviamente cada área tem seus prós e contras (e muitas tem mais contras do que prós).

Mas pra mim, de todas as opções trabalhar com email é indiscutivelmente a melhor.

Por que?

Porque emails são mais fáceis (e divertidos) de escrever. Geram excelentes resultados (para os clientes certos). Podem ser automatizados (e gerar mais resultado). São mais fáceis de mensurar. Tomam pouco tempo de sua vida e trabalham com clientes mensais que pagam muito bem.

É por essas e outras que trabalho com email.

Mas eu não entrei no mundo de copy louco pra escrever emails.

A verdade é que quando comecei (há 8 anos) eu nem acreditava nesse canal e precisei apanhar um bocado pra enxergar esse caminho.

Mas hoje acredito que trabalhar com email é a carreira mais tranquila e bem remunerada pra um copywriter seguir.

E é por isso (também) que vamos nos aprofundar mais nessa área daqui pra frente.

(a outra razão é por que vários leitores me perguntaram ou pediram por isso)

Então aqui estamos nós.

Vamos começar entendendo como é o trabalho diário de um email copywriter?

Vamos.

O trabalho é bem simples (mas não necessariamente fácil). O profissional normalmente escreve sequências de emails automatizadas, envia broadcasts e faz campanhas.

As sequências automatizadas são aquelas do tipo: Boas vindas, abandono de carrinho, recuperação de boleto, onboarding, funil, etc. (que sempre se repetem e você só precisa adaptar pra cada cliente)

Os broadcasts são emails em “tempo real” não automatizados. São aqueles em datas especiais, ou em promoções, ou de conteúdo, ou até diários (como esse que você está lendo).

As campanhas são um conjunto de emails com um objetivo. Também podem ser usadas em datas comemorativas, em lançamento de algo novo (não estou falando da fórmula de lançamento) ou com objetivos específicos como reativar clientes inativos.

Então o trabalho é criar e otimizar as sequências (fazendo testes) até encontrar o melhor resultado.

Enviar boradcasts pra manter o relacionamento e gerar la plata.

E fazer campanhas que na maioria das vezes também visam colocar la plata no bolso do cliente.

Ficou claro?

E por falar em plata… quanto um email copywriter pode ganhar?

Boa pergunta.

A média de um contrato mensal varia entre 2 e 6 mil platas (às vezes + comissão).

E como o trabalho é mais tranquilo que em outras áreas, você consegue atender de 2 a 5 clientes sem ter que vender sua alma.

Por aí dá pra fazer as contas.

Ok. E quanto à tecnologia? Preciso ser fera em todas aquelas ferramentas?

Ouço sempre essa pergunta.

Nem sempre você precisa mexer nas ferramentas do cliente. Muitas vezes eles têm alguém que já faz isso e sua função será apenas passar os textos e dizer como ele deve configurar.

Mas claro que é bom que você pelo menos entenda como funciona as ferramentas de envio. E a verdade é que todas fazem a mesma coisa mas de maneiras levemente diferentes.

Então se você entender a lógica fica fácil entender o resto.

Acho que é isso.

Nos próximos dias vamos ver esses pontos mais em detalhes, aprender como escrever emails melhores, analisar exemplos, enfim.

Temos muito chão pra percorrer.

Mas por hoje, faltei falar sobre alguma coisa?

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5 Tipos de gurus e como identificá-los

Nessa brincadeira estou há quase 10 anos nessa indústria digital.

E depois de algum tempo percebi que existem certos tipos de gurus.

Ou seja, existem várias maneiras diferentes de você ser enganado.

“Mas Bruno, TODOS os gurus são malas?”

Não.

Somente os que estão vivos.

Sacanagem. Existem alguns poucos gurus bons sim. 

Mas a maioria (infelizmente) é mala.

E depois de quase 10 anos eu sou ainda mais chato com essas coisas.

Por exemplo:

Um dos poucos gurus brasileiro que ainda sigo deu uma vacilada esses dias (na minha opinião).

Em novembro do ano passado ele fez um pacote dizendo que era a última vez que ia vender cursos sobre mkt, e fez toda aquela escassez de última chance da vida (literalmente) e aí…

3 meses depois (em fevereiro)… ele promove um novo curso de mkt…

E nem sequer pediu desculpas ou se deu ao trabalho de dar uma boa razão pra ter feito aquilo.

Pode ser uma besteira pra alguns.

Não pra mim.

Eu já fiquei com o pé atrás com esse cara a partir de agora.

(por favor, não me enviem email perguntando quem ele é)

Veja.

Eu não sou perfeito. Ninguém é.

Meu principal ponto contra esses caras é por que eles prometem coisas que não são cumpridas. É por que eles enganam as pessoas para lucrar em cima delas. É por que ele mentem e mentem e mentem mais um pouco descaradamente. E por que eles não estão nem aí para as pessoas.

Enfim.

Se você também não curte esse tipo de coisa, aqui está uma lista com alguns tipos de gurus malas e como identificá-los.

Começando pelo:

1- Guru Tatu

Ele passa o ano inteiro escondido. Não posta nada de valor – apenas stories bestas se auto promovendo ou dicas supérfluas – mas quando a grana dele acaba…

…o guru tatu sai da toca cheio de conteúdo e valor pra dar.

Ou seja, pra fazer um lançamento.

E durante as semanas de lançamento ele é amistoso como um político pedindo votos.

Mas quando acaba o evento ele volta a se esconder em sua toca.

Muitos desses nem dão o devido suporte aos alunos que pagaram caro pelo programa dele. 

2- Guru Múmia

É o tipo de guru que parece ter vindo do Egito pois só vende esquema de pirâmide.

É o tipo de esquema onde ele vende algo mágico mas quando você entra descobre que precisa de alguma forma usar os produtos que o guru recomenda ou você precisa recrutar pessoas pro seu próprio esquema.

3- Guru Binário

É aquele cara que só fala de números.

Você não consegue entender direito o que ele faz ou como os alunos deles tiveram sucesso por que todo mundo só fala que faturou x em x tempo.

Eles não falam de criar bons produtos. Eles não falam de pessoas que foram ajudadas.

Não.

Tudo que eles falam 24h por dia são dígitos.

Talvez eles ensinem a ser operador da Matrix??

4- Guru Incesto

Esse é aquele que ensina um método maravilhoso que ele mesmo só usou pra vender o próprio método.

Ele nunca aplicou aquilo (de verdade) em outros negócios ou pessoas.

Ele apenas copiou o método de algum lugar e o usa para vender o próprio método.

5- Guru Ostentação

A vida dele é exibir suas coisas e seus números nas redes sociais.

Eles também não falam de produtos, de pessoas nem nada.

Apenas falam de números, de como é fácil, e como a vida deles é maravilhosa.

Bônus – Guru faça o que digo mas não faça o que faço

É o cara que tinha uma empresa de investimentos que estava falindo… mas aí passou a ensinar os outros como investir e finalmente o guru alcançou o sucesso (não com investimentos – apesar de ele ensinar isso)

É cara que tinha uma empresa física e quebrou… mas hoje ajuda empresários a terem sucesso com o método dele de fazer empresas terem sucesso.

É a mulher que ensina um método de emagrecer – que na verdade é 100% baseado em produtos de pirâmide (que sozinhos dão o resultado – sem nada do que ela ensina)

É o cara que ensina a vender por email – mas não usa email pra fazer suas próprias vendas.

É o cara que ensina a criar produtos de assinatura (por serem o melhor modelo – segundo ele) – mas ele não vende uma assinatura.

É o cara que ensina a contar histórias mas em todo seu marketing não conta uma história sequer… e quando conta começa com “Era uma vez…” (como os amadores fazem)

É a empresa que ensina growth hacking – mas que cresceu à base de aportes milionários.

A lista é extensa.

Eles estão em toda parte. Em todos os nichos.

Às vezes dá pra aprender algumas coisas com eles.

Mas às vezes você aprende coisas muito erradas (que são piores do que não aprender nada).

De qualquer maneira, basta ficar atento aos detalhes e aos comportamentos listados acima.

Tenha uma boa sexta-feira 🙂

(deixei algum tipo de guru de fora?)

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Faz múltiplos 7 dígitos… e vive quebrado

Ontem lutei MMA com minha cachorra.

De um lado eu, com 1,81m, 71kg, faixa frouxa em Kai Kon Dô.

Do outro, Branca, 23cm, 9,8kg, movida pelo instinto de sobrevivência.

Era pra ser uma luta simples.

Eu só precisava imobilizá-la pra Priscilla colocar remédio numa ferida que abriu no pescoço da danada.

Mas Branca é uma lutadora nata (não foi por acaso que viveu na rua sozinha antes de a adotarmos).

Eu agarrava as patas da frente. Ele me empurrava com as traseiras. Eu derrubava ela de lado e montava por cima. Ela dava um giro mortal de crocodilo e escapava.

Levei 5 rounds (e algumas mordidas) até consegui imobilizá-la e mantê-la na posição pra Priscilla fazer a “enfermagem”.

Em momentos assim sou grato por não ter um pitbull.

Enfim. Hoje quero falar sobre as piores respostas que recebi nos emails da semana passada.

Por que piores?

Porque foram as que mais mexeram comigo. E que provavelmente vão mexer com você também.

Veja:

Imagine iniciar sua carreira como copywriter. Investir em cursos. Lutar pra conseguir vaga numa agência. Dar o sangue pra dar conta da infinita carga de trabalho. Fazer múltiplos lançamentos de 7 dígitos para clientes renomados a nível nacional….

…e no fim…

…você estar quebrado?!?

E sem nem pode dizer que trabalhou nesses lançamentos por que a agência não deixa.

Putz… é uma merda.

Já passei por algo assim. Com um projeto GRANDE. com GRANDES nomes (até internacionais).

A sensação é a de que… você foi abusado. Que saiu dessa pior do que quando entrou.

Não recomendo pra ninguém (só pros gurus escrotos).

Por isso ver tantas mensagens assim mexeu comigo.

Eu não fazia ideia da quantidade de pessoas que passa por isso atualmente.

Mas tudo isso (infelizmente) só serve pra reforçar meu ponto de que portfolio é quase inútil.

Sabe o que realmente importa nesse ramo?

Não é seu portfolio.

Não é sua experiência.

Não é sua habilidade de copy.

Não é o que os gurus dizem.

O mais importante pro sucesso de um copywriter é sua ATITUDE.

Sua atitude de correr atrás do que você quer… ao invés de dar desculpas.

Sua atitude de não aceitar as coisas como elas são.

Sua atitude de criar oportunidades… ao invés de esperar que elas apareçam.

Entende?

É como o William que leu meu livro e tomou a atitude de enviar um email pro Marcelo Braggion. Hoje ele trabalha com o cara.

É como o Luiz que enviou um email pra uma empresa com a qual ele queria trabalhar e os caras disseram sim (e ele fechou um belo contrato mensal).

É como a Marcia que me enviou um email hoje dizendo que quer começar nesse mundo de copy… aos 57 anos.

Ou como a Karla que teve seu negócio fechado pela pandemia, entrou nesse mundo de copy e está lendo os livros em inglês que eu indiquei (mesmo sem saber inglês) pra aprender copy de verdade.

Eu posso listar dezenas e dezenas de pessoas que me mandaram mensagens esse ano contando sobres simples atitudes que estão mudando suas vidas.

A questão é:

Se você foi abusado por agências, vá atrás dos clientes com os quais você quer trabalhar (e se não assinou cláusula de confidencialidade você pode sim dizer que trabalhou nos lançamentos dos clientes a agência).

Se você está começando agora, vá atrás dos clientes com os quais você quer trabalhar.

Você não precisa ter todas as respostas. Apenas a atitude.

Por que acredite ou não, quando você se compromete de verdade com uma coisa, o universo conspira a seu favor.

Sim, você vai ter problemas. Mas se mantiver a atitude, você sempre vai encontrar soluções.

Digo mais. Às vezes até milagres acontecem.

Mas não por acaso.

E sim, pela sua atitude.

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Como fechar cliente de copywriting de 5k/mês sem portfolio

Semana passada recebi muitas perguntas como essa:

“Como consigo meu primeiro cliente se não tenho portfolio? E como construo portfolio sem ter clientes?

Esse é um erro comum entre copywriters:

Pensar que ter um portfolio significa muita coisa.

Ou pior:

Pensar que um portfolio fecha clientes.

Não rola.

É como tentar conquistar uma mulher que você está afim, mostrando fotos de suas ex.

A verdade é que tanto nos relacionamentos quanto no mundo de serviços – é preciso seduzir o outro.

E em ambos os casos o portfolio não é tão importante.

Por que?

Porque portfolio é sobre SEU PASSADO.

E os clientes não estão nem aí pro SEU PASSADO.

Tudo que eles realmente se importam é com o FUTURO DELES.

Consegue entender meu ponto?

É por isso que você não precisa de portfolio pra conseguir clientes. Nem mesmo para os grandes.

Tudo que você precisa fazer é enviar 1 email falando sobre como você pode ajudar aquele cliente a construir um futuro melhor.

“Mas eles não vão querer ver seu trabalho?” Você pergunta.

Não…

Eles não querem ver uma pasta do google docs com dezenas de textos de copy DOS OUTROS. Eles não tem tempo pra isso. Especialmente se forem pessoas de sucesso (o tipo de cliente com o qual você deve sempre trabalhar).

Tudo que eles querem ver é uma AMOSTRA do seu trabalho.

E qual a maneira mais simples de criar uma amostra de eu trabalho?

Com um email.

Melhor ainda se for um email sobre ELES.

Ao fazer isso você elimina a necessidade de portfolio e aumenta as chances com o cliente (ao enviar uma amostra personalizada).

Vamos recapitular?

Tudo que você precisa é enviar um email com ideias sobre o futuro do cliente. Ideias de como você pode ajudá-lo a gerar mais resultados.

E junto com esse email você envia um ou mais emails que escreveu pro negócio do cliente.

E é assim que você fecha clientes de 2k, 5k, até +10k mesmo sem portfolio 🙂

Faz sentido?

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Como NÃO ser feliz na profissão de Copywriter

Depois de uma majestosa noite no trono…

(devido a um pedido infeliz no ifood)

…venho aqui para lhe mostrar como não fazer merda com sua carreira de copywriter.

Mas primeiro preciso colocar esse ferro de marcar pra esquentar na brasa, só 1 minuto.

Ok…

Agora preciso que você confie em mim, tá bem?

Vire as costas e levante a camisa.

Vai… Não tenho o dia todo.

Só vai doer um pouquinho.

Mas talvez essa seja a única maneira de fazer você nunca mais esquecer a coisa mais importante pro seu sucesso como copywriter.

O ferro já está quente.

Morda essa toalha e pode se virar. Vai ser rápido. Eu prometo.

1….

2…

TIISSSSSSHHH!

Nem piscou, hein?

Você tem coragem.

Agora olhe no espelho e veja o que está marcado em suas costas:

“Meu sucesso como copywriter depende dos clientes com os quais eu trabalho”

Em outras palavras…

Os clientes errados não entendem o que você faz. Não pagam o que você merece. E não dão condições de trabalho pra você gerar resultados.

Os clientes bons são o oposto.

Veja o exemplo abaixo.

Em um grupo o facebook um possível cliente postou:

Não estou aqui pra dizer o que é certo nem errado. Nem pra julgar ninguém.

Meu objetivo é ajudar você sair dessa matrix.

Olhou bem pra imagem acima?

Agora vamos analisá-la por partes.

Primeiro ponto: A pessoa ofereceu 600 reais para que algum copywriter faça TODO o lançamento pra ela.

Anúncios, emails, pesquisa, vídeos, landing pages, e tudo mais que for necessário.

Quantos lançamentos completos como esse você consegue escrever por mês?

Digamos… 2? 3? 4?

Isso significa que nessas condições você só conseguiria no máximo 2.400 por um mês duro de trabalho (se conseguir fazer 1 por semana).

Segundo ponto: A pessoa vai lançar algo de “Dei treidi” – ou seja – vai ensinar outros a ganhar grana – mas ela mesma só tem 600 conto pro lançamento.

Por que ela não pega esses 600, faz a mágica dela e volta com mais grana pro próprio negócio?

Não parece que tem algo errado aí?

Pra mim parece.

Terceiro ponto: Veja quantos comentários a publicação teve até o momento que lhe escrevo.

46 comentários.

E praticamente todos eles são sérios. Como esses que printei:

Ou seja, as pessoas estão literalmente lutando pra conseguir esse job…

..que vai dar trabalho pra cacete.

…que não vai ter visualização nenhuma (a julgar pelo baixo orçamento dele).

…que ninguém sabe se o especialista é verdadeiro (a julgar pelo orçamento e especialidade dele).

…que ninguém conhece a pessoa e não sabe se vai receber de verdade (clientes assim só pagam depois da entrega – quando a obrigação acabou)

…que se receber vai ser uma merreca (em comparação com o trabalho).

…e que no mês seguinte não vai estar lá (o que vai obrigar o copywriter a ir à caça de novos clientes).

Quando você bota tudo isso na balança, parece bom ou ruim?

Bem, sei que ao ler isso alguns vão pensar:

“Mas eu estou começando agora. Não tenho experiência. Não tenho portfolio. Não tenho autoridade”

E eu vou responder:

NADA DISSO IMPORTA.

Copy é uma só.

A mesma copy que você escreveria pra um cliente como esse de 600 conto, você escreveria pra um cliente de 6.000.

E está cheio de influencers e empresas andando por aí com uma copy horrível e que você provavelmente é capaz de fazer melhor.

E se você pensa que influencers e grandes empresas tem profissionais altamente qualificados pra cuidar da copy deles…

Não. A maioria deles não tem.

É aí que você entra.

A questão é que clientes bons normalmente não vivem postando em grupos.

Você precisa ir atrás deles.

É como num relacionamento.

Imagine um cara que quer casar com uma mulher séria, que pensa no futuro, que cuida de sua saúde… e ele vai em busca dela numa festa organizada por traficantes onde as drogas são servidas em bandejas.

Não dá.

Você precisa lutar pelo que você quer.

Ir em busca dos clientes que você quer.

E tudo bem se você não se sente confiante. Apenas ignore e vá assim mesmo.

Eu acredito em você.

Você não precisa ter todas as respostas. Se a coisa apertar você é capaz de encontrar as soluções.

O que eu não aceito é que você viva sua vida nos termos dos outros.

Estamos juntos nessa.