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Como deixar de ser visto (pelos clientes) como mais um na multidão

Sabe o que está em alta nesse momento?

É um tipo de negócio que estourou em várias regiões.

Não sei se já chegou aí onde você mora.

Mas aqui está bombando.

E pela velocidade que isso cresceu eu penso que deve ser algo muito bom.

Melhor até que seguir carreira como copywriter??

Não sei.

Só sei que esse troço virou FEBRE.

Do que estou falando?

Do Carro Do Ovo

Caramba…

Toda vez que vou atravessar a rua e olho pros lados, 3 de cada 10 carros que passam são carro dos ovos.

Um dia desse pedi um Uber e quando entrei…

…era um carro do ovo.

Hoje eu tenho certeza que quem nasceu primeiro foi o OVO.

Enfim.

A verdade é que o carro do ovo se popularizou no Brasil (assim como copywriting) mas a maioria dos que fazem isso só ganha o suficiente pra sobreviver (assim como copywriting??).

Não por acaso.

Isso acontece principalmente por que ovo virou um commodity – um produto comum que se encontra em toda parte (assim como copywriting?!?).

Ok… mas como fugir disso?

Como deixar de ser visto (pelos clientes) como mais um na multidão?

A resposta é simples:

Se especializando

Ao se especializar em algo você se coloca “por cima da carne-seca”. Se destaca aos olhos dos clientes. E pode cobrar mais caro.

Isso não sou eu quem estou dizendo.

É o mundo.

Em toda parte especialistas são mais reconhecidos e mais bem pagos.

Clínico geral X Cardiologista.

Professor X Doutor

Restaurante Self Service X Restaurante Italiano

Dolly X Coca

Ao se especializar seu trabalho também se torna mais fácil.

Por que o cardiologista só vai resolver problemas do coração. Seu campo de atuação é limitado.

Mas um clínico geral vai pegar problemas de tudo quanto é tipo. Normalmente é um profissional que entende um pouco de tudo e muito de nada.

O mesmo acontece com copy

Você pode ser um copywriter genérico que trabalha com todo tipo de bucha– digo, de projeto… ou pode ser um copywriter especialista que só trabalha em sua área.

Se você pedir minha opinião sobre isso é óbvio que de todas as áreas de copy eu recomendo com todas as células de meu corpo que você se especialize em email.

Por que é um trabalho mais estratégico. Mais simples. Menos braçal. E mais valorizado.

Um copywriter genérico é como o soldado que está lá na frente da tropa no campo de batalha, lidando com todo tipo de coisa no meio da multidão enfurecida.

O copywriter de email é como um sniper que fica de longe, deitado, protegido, e só precisa dar alguns tiros específicos pra cumprir a missão.

Não quer dizer que você não trabalha e passa o dia coçando o saco.

Isso não existe.

Mas é uma área onde você consegue fazer mais… com menos (princípio de Pareto).

É por isso que em breve vou lançar um Workshop de Email Copywriter que vai ser uma verdadeira formação pra quem quer se especializar nessa área e seguir essa carreira.

Meu objetivo é lhe ensinar a pescar e lhe dar o peixe

Então além da teoria vai ter a prática com o tio Bruno passando dever de casa e analisando sua copy pessoalmente pra você saber onde melhorar…

E o peixe serão modelos de emails prontos, checklists, swipes, cheatsheet e outras coisinhas mais pra facilitar seu trabalho no dia a dia.

Vai ser bacana.

Se você se interessou e quer ser avisado antes de todo mundo quando as inscrições forem abertas, basta me enviar um email por aqui.

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Emails sensacionalistas valem a pena?

Um dia conheci uma loira linda…

…pela internet.

Isso foi há uns 20 anos.

Numa época onde a maioria das pessoas nem tinha a própria foto para compartilhar com seus pretendentes.

Mas eis que por sorte minha essa menina tinha fotos.

Fotos de cair o queixo – diga-se de passagem.

Olhos azuis como safiras. Cabelos lisos dourados que escorriam pelo rosto cuja pele parecia ser banhada com amaciante Fofo.

A memina parecia capa de revista.

Mas dava pra ver que eram fotos caseiras verdadeiras.

Enfim.

Depois de algumas semanas conversando pelo velho MSN messenger algo inacreditável aconteceu.

Ela disse:

“Vamos nos conhecer pessoalmente?”

E eu:

0.0
O

Ok…

Porém, eu já tinha passado por uma experiência merda com uma menina que era bonita nas fotos… mas bem estranha pessoalmente.

Então dessa vez fui esperto.

“Uma menina linda como essa querendo me conhecer assim?? Com certeza tem alguma coisa errada aí.”

Então eu disse que queria vê-la pela webcam primeiro.

Foto dá pra enganar, certo?

Mas vídeo… vídeo ninguém engana.

He he.

(eu sou um gênio)

No dia da reveladora chamada de vídeo fui pra lan house de um amigo (eu não tinha webcam).

Mãos suadas. Coração a ponto de explodir. A barriga dando voltas de ansiedade.

E quando ela ligou a webcam…

Eu olhei… me aproximei da tela do computador… e não acreditei:

A menina era realmente linda como nas fotos.

Até chamei meu amigo pra ver e confirmar se não era mentira.

Era verdade.

Pra completar, ela também gostou de mim e marcamos pra nos conhecer pessoalmente.

Dá pra acreditar?

Um cara tímido, quebrado e magrela como eu… com uma gata daquelas???

Meu Deus… Obrigado Senhor!

No dia do encontro eu cheguei uns minutos antes e me sentei numa cadeira da lanchonete.

Mandei SMS e ela respondeu que estava quase chegando.

Adrenalina total.

Minha testa pulsava. E no peito um aperto tão forte que eu mal conseguia respirar.

De repente, eu estava com a cabeça baixa olhando pro celular quando ouvi alguém chamar meu nome:

“Bruno?”

Oh Meu Deeeeeeus…

É ela! É ELA!

Levantei os olhos lentamente e…

“Madimbu?!?”

(se você nunca assistiu Dragon Ball Z procure esse nome no google)

A menina era A CARA (e o copo) do Madimbu.

Completamente diferente das fotos… e do VÍDEO??

COMO ELA PODIA SER DIFERENTE DO VÍDEO?!?

Esse tipo de pergunta ficou pipocando em minha cabeça enquanto minhas pernas queriam dar uma voadora nela e sair correndo pra casa.

Sim… eu fui vítima de um catfish.

E não desejo isso pra ninguém.

Só pros gurus que ficam ensinando por aí a usar assuntos sensacionalistas nos emails.

Você já deve ter recebido algum email desses. O mais comum deles é:

Nota de falecimento

Inicialmente esses emails chamam atenção da pessoa (como a foto de uma loira de olhos azuis).

Mas depois de abrir e ver que a mensagem não tem nada a ver com o conteúdo e descobrir que foi só um artifício pra ganhar o clique…

A pessoa se decepciona.

E pode parar de abrir os próximos emails.

Quem sabe até… se descadastrar da lista?

Sei de histórias de influenciadores que se arrependem de ter enviado um email desse por causa do estrago feito na lista.

Geralmente emails sensacionalistas são enviados por pessoas com visão limitada que só pensam no agora.

São pessoas que querem salvar todo o lançamento com 1 email só.

Mas marketing não se faz com 1 email.

Se faz com relacionamento. A curto, médio e principalmente longo prazo.

Não existe grande sacada.

Existe Consistência. Existe Confiança. E guruzice.

Cabe a você escolher qual caminho seguir.

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3 pilares pra copy converter sempre

Priscilla não resistiu.

Depois de tantos dias me vendo jogar xbox… ela fez a GRANDE pergunta:

“Não tem nenhum joguinho pra 2 não?”

Desde então durante o dia somos um casal normal que trabalha e cumpre suas obrigações.

Mas quando cai a noite…

Enquanto você vai descansar, ver uma série ou continuar seu trabalho normal…

Nós vamos combater as terríveis ameaças maléficas pra garantir que o mundo seja um lugar seguro pra você e sua família.

Pois é.

Oi??

Nããão… Não precisa agradecer.

Ah! Imagina 🙂

Nós nos divertimos muito fazendo isso (nesse momento estamos enfrentando Diablo).

Mas estou lhe dizendo isso por que Copy também é um jogo.

Só que mais difícil. E com recursos limitados.

Por isso você tem que fazer o melhor possível com o que você tem no momento.

Você tem que aumentar suas chances.

E qual a melhor maneira de aumentar suas chances de conversão?

Seguindo essas 3 pilares:
1- A mensagem certa
2- Pra pessoa certa
3- No momento certo

Esses 3 pilares sustentam as altas conversões.

A falta de apenas 1 deles já pode destruir uma campanha inteira.

Vemos isso claramente quando recebemos um anúncio de um completo desconhecido, falando sobre um produto que não fazemos ideia do que seja ou faça… onde o cara diz pra gente adquirir agora pois as inscrições estão encerrando.

Qual o grande problema aí?

Qual?

Não estou te ouvindo.

Sério. Talvez seja melhor comprar outro fone.

Enfim.

O problema é que o cara enviou a mensagem certa (1), para a pessoa certa (2)… mas no momento errado (3).

E esse momento (pilar 3) faz TODA a diferença.

Ainda sim, esse é um dos pilares mais ignorado pelas empresas.

Veja um exemplo oposto do anterior:

O que acontece quando você está pesquisando um produto o dia inteiro… mas não comprou ainda… e de repente você recebe um email com algum incentivo pra adquiri-lo??

As chances de você passar o cartão aumentam muito, concorda?

Porque você vai receber a mensagem certa, pra pessoa certa no momento certo.

Mas se você receber esse mesmo email em qualquer outro momento ele dificilmente vai funcionar.

Na verdade se você simplesmente falar com as pessoas certas no momento certo… você nem precisa de uma boa copy.

Pegue o exemplo acima.

Você passou o dia pesquisando o produto. Você está interessado. Não precisa ser convencido. Não precisa de uma big idea nem uma copy de gênio.

Só precisa de um incentivo.

Pode ser frete, bônus, preço, enfim…

Algo simples que não precisa de muita copy.

E essa é mais uma vantagem de trabalhar com emails.

Pois com emails você consegue falar com as pessoas certas no momento certo.

De fato, existem cerca de 13 momentos certos pra falar com as pessoas.

Se você criar uma campanha de email pra alguns deles você consegue aumentar pelo menos em 10% o faturamento de uma empresa.

Crie mais campanhas em outros momentos certos e você traz até 30% mais resultados pro cliente.

Vamos fazer as contas?

imagine que uma empresa faça 200k por mês.

Você chega e cria essas campanhas nos lugares certos e BOOM!

Aumenta em 10% os números dos caras.

Da noite pro dia eles passam de 200k pra 220k  no mês.

Em 1 ano isso vai trazer 240k A MAIS pra eles. Uma grana que eles não esperavam e que agora está entrando praticamente sem custo (a despesa é a ferramenta de email e seu serviço).

Logo… nada mais justo do que você ser bem remunerado por isso, concorda?

Por isso que como email copywriter você consegue cobrar 3k, 4k, 5k por mês tranquilamente de um cliente.

Quer uma notícia ainda melhor?

No Workshop de Email Copywriting que estou produzindo, uma das coisas que vou mostrar são esses 13 momentos onde você deve criar campanhas pra aumentar os resultados dos clientes.

Mais do que isso…

Eu vou DAR todos os modelos de sequências de emails pra você usar em cada um dos 13 momentos.

Sim. Esse workshop vai ser uma verdadeira formação.

Quer ser avisado quando as inscrições abrirem?

Envie um email pra mim através desta página.

(esconda o vídeo game de sua esposa)

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Storytelling > AuToRiDaDe

Já assistiu aquele programa de histórias?

Ééé… aquele do Fábio Porchat!

Se ainda não viu… ASSISTA.

Tem no Youtube.

(não deixe de ver a história do Padre Fábio de Melo sobre o que ele fez com o próprio cocô numa loja de móveis)

A questão é que dá pra aprender muito com aquele programa.

Especialmente se você assistir com o olhar astuto de copywriter.

Dá pra aprender COMO começar uma história boa.

Dá pra entender O QUÊ faz você grudar na cadeira pra querer ouvir a história até o final.

Dá pra ver como criar tensão, humor, compaixão, ódio…

Mas de todas as coisas que já vi nesse programa, uma chamou mais minha atenção.

Que coisa foi essa?

Bem, nesse nosso meio digital muito se fala sobre AuToRiDaDe.

Na verdade, fala-se sobre isso de um jeito que muita gente acredita que sem AuToRiDaDe você não consegue vender nada no mundo.

Você pergunta pro cara:

“E aí, já lançou o curso?”

E ele: “Ainda não. Estou construindo autoridade primeiro…”

Sabe o que é mais engraçado nisso tudo?

É que ninguém sabe explicar o que é essa tal AuToRiDaDe que eles estão construindo.

Pergunte a uma pessoa que está construindo sua autoridade o seguinte:

“Quando você saberá que construiu autoridade?”

Provavelmente ela vai dizer alguma coisa estúpida do tipo…

“Quando tiver 10 mil seguidores.”

…como se alguém fosse comprar de você SÓ por que você tem 10 mil seguidores…

Enfim.

A questão é que existe todo esse mito sobre AuToRiDaDe rolando por aí (culpe os gurus por isso).

E se a gente seguir essa ideia de autoridade… você concorda comigo que os vídeos com “autoridades e celebridades” no programa do Porchat deveriam ser beeeeem mais assistidos que os vídeos de pessoas comuns sem AuToRiDaDe??

Por exemplo:

O vídeo da Xuxa deveria fazer muito, muito, MUITO mais sucesso que o vídeo da Hérica que ninguém sabe quem é. Concorda?

Mas aí o próprio Porchat falou que as histórias dos desconhecidos (sem autoridade) fazem mais sucesso que as histórias dos famosos.

De fato,

Segundo ele O PRÓPRIO PROGRAMA só existe por causa de uma história de um anônimo (sem autoridade).

Fábio contou que gravou o piloto do programa com os famosos mas que a GNT só topou fazer depois que viu a história da Hérica.

Ou seja:

Uma boa história é mais forte que toda AuToRiDaDe do mundo.

Na verdade boas histórias são a melhor forma de persuasão que existe.

É por isso que histórias são usadas na Bíblia, nas eleições, nas TV’s todos os dias… e nos emails.

A principal diferença entre emails que vendem… e emails chatos que não são abertos… são boas histórias.

Se você gosta dos meus emails é principalmente por que você (é louco??) gosta de minha histórias loucas.

É por isso que o Workshop de Email Copywriting que estou criando terá um módulo inteiro dedicado a como escrever e vender com histórias.

Algumas das coisas que você verá nesse módulo:

– Como dramatizar o problema do seu público de uma maneira que desperta compreensão e o desejo de comprar nas pessoas

– Onde encontrar temas e inspiração para criar histórias impactantes.

– Como usar humor mesmo que você não seja engraçado.

– Como criar bons ganchos que chamam e prendem a atenção do leitor até o fim

– Como transformar conteúdo desinteressante em uma história interessante e persuasiva.

– Como fazer a transição da história pra oferta de maneira natural (e que gera cliques)

E algumas coisitas mas.

Enfim. Se você não aguenta mais ler livros complicados sobre histórias, estudar a velha jornada do herói ou roteiros de filmes que ninguém consegue adaptar pra copy na vida real…

…então arrisco dizer que você vai adorar esse módulo do Workshop (e os outros também).

Se você quer ser avisado quando as inscrições do workshop de email copywriting abrirem, envie um email para mim por aqui.

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Você mede o sucesso em dígitos?

Eles fazem parecer que é  uma questão de dígitos.

Quanto mais dígitos você ganhar, mais feliz você será.

Por acreditar nisso as pessoas tomam decisões ruins em suas vidas, do tipo:

Ir morar numa cidadezinha no fim do mundo, longe de tudo e de todos que ama, só por que passou num concurso.

Abrir um negócio num ramo que não gosta simplesmente por que viu outra pessoa “se dando bem” naquilo.

Permanecer num emprego que odeia por que (teoricamente) paga melhor que o que ele realmente gostaria de fazer.

Enfim.

Qualquer tipo de decisão guiada por dinheiro, na minha opinião, não é uma decisão certa a tomar.

Porque o dinheiro por si só faz mais pessoas infelizes do que felizes.

Não me entenda mal.

Eu AMO grana. Ela permite ter uma vida mais confortável e segura.

Mas não passa disso (e eu falo com a experiência de quem nasceu muito pobre morando na roça).

Por essa razão sucesso não deve ser medido em dígitos. Mas em prazer.

O verdadeiro sucesso é ser feliz todos os dias.

E as coisas que o dinheiro provê (conforto e segurança) não são suficientes pra fazer alguém feliz.

A felicidade vem de outros lugares.

Do amor e conexão com outras pessoas.

Do crescimento e desenvolvimento pessoal.

Da auto-expressão.

Da paz mental e de espírito.

Da contribuição para ajudar os outros.

O mais interessante é que quando você foca nessas coisas… o dinheiro vem como consequência.

Ele flui de uma forma natural e prazerosa… Por que você vai estar nadando à favor da maré e não contra ela.

Perdi a conta da quantidade de pessoas que conheço que possuem algum dom ou habilidade incrível, AMAM isso, mas não se dedicam por que acreditam que não dá pra ganhar a vida com isso.

São músicos, cozinheiros, escritores, artistas, tatuadores, atletas… todos me dizendo que não dá pra viver daquilo… quando existem milhares de pessoas vivendo muito bem (e felizes) fazendo aquilo.

120 anos atrás você contava nos dedos quantas opções existiam pra ganhar grana.

Mas hoje… com a internet… dá pra monetizar praticamente qualquer coisa.

Principalmente se você souber como escrever bons emails.

Pois essa é uma habilidade 2 em 1:

Você pode usar emails pra promover seu próprio negócio… ou prestar esse serviço pra outras empresas (e ganhar bem trabalhando menos que o normal – e assim poder fazer outras coisas).

Se você, assim como eu, gostar de escrever emails… melhor ainda!

Mas a moral da história é:

Não seja movido pelo dinero.

E se por acaso tiver que fazer coisas por causa dele, faça algo que não consuma todo seu tempo e energia – e assim você possa continuar se dedicando ao que mais importa pra você.

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5 em 30 todo mês? Só com emails?

Dificilmente você consegue fazer um “6 em 7” só com emails…

…mas fazer “5 em 30” todo mês é algo absolutamente normal.

Vou explicar.

A maioria das pessoas subestima (ou não sabe mesmo) o poder de uma boa lista de emails.

Houve uma época em que fui sócio de um negócio de infoprodutos num nicho beeeeeem específico:

Alimentação crudívora.

Conhece? Sabe o que é isso?

Pois é.

É bem específico.

Além disso, é um nicho onde as pessoas tem uma pegada hippie.

Ou seja, não é uma galera com muita grana. E não é uma galera que gosta de gastar.

Mas ainda assim, nós tínhamos meses de 5 dígitos usando apenas email.

E olha que na época eu não sabia nem metade do que sei hoje e nem escrevia emails diários como esse.

Tudo que eu fazia era pensar numa oferta e escrever uma campanha de emails para promovê-la.

Funcionava como mágica.

Mas é claro que não é mágica. 

É uma habilidade… que eu levei anos pra aprender.

Por que demorou tanto?

Primeiro porque eu NUNCA gostei de escrever… mesmo já sendo copywriter (depois eu descobri que não gostava daqueles formatos de lançamento ou carta de vendas. Mas escrever emails é algo que eu amo e me divirto fazendo)

Segundo por que nunca encontrei material bom sobre email copywriting no Brasil. Então eu só me desenvolvi de verdade quando aprendi inglês pra estudar com os gringos.

Ok.

Mas por que estou lhe dizendo isso?

Pra mostrar que essa não é uma habilidade que você usa só para os clientes.

Você pode sim oferecer esse serviço (que na minha opinião é o melhor caminho para um copywriter).

Mas você também pode usar sua habilidade de email copy pra criar sua própria lista e vender seus próprios produtos ou os de outras pessoas.

Ou então pode se associar a alguma empresa ou influencer que tenha uma lista… para a qual você cria campanhas e recebe uma porcentagem dos resultados.

Existem inúmeras opções.

E é por isso que estou criando um workshop pra ensinar essa habilidade (email copywriting) para quem estiver disposto a aprendê-la.

Principalmente devido ao momento conturbado que estamos vivendo em nosso país.

Pra mim não é hora de arrancar 10k das pessoas em troca de um produto complexo e cheio de variáveis (na verdade acho que nunca é hora de fazer isso, mas agora é ainda pior).

Pra mim é hora de mostrar um caminho simples, rápido e mais acessível.

Esse será meu objetivo com esse workshop de email copywriting.

Inclusive por isso ele terá esse formato.

Pra que seja teórico e prático.

Pra que você domine essa habilidade o mais rápido possível e aumente suas chances de sucesso lá fora.

Se faz sentido pra você… e se você quer ser avisado antecipadamente quando abrirem as inscrições:

Envie um email para mim aqui

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O fim da fartura e escassez de clientes

Semana passada fiz uma merda.

Daquelas que poderiam gerar uma grande merda para milhares de pessoas.

E quem sabe até… perder um cliente??

Não sei.

Só sei que terminei de fazer uma sequência de emails de abandono de carrinho mas antes de enviá-la pro cliente me veio aquela voz na cabeça:

“Bruuuunoo… dê mais uma revisada nos emaaails”

— Pra quê…? Já reviseeeei. – Argumentei com a voz.

“Bruuuuno… revise mais uma veeeez”

— Não preciiiisaa.

“BRUUUUNOOO!”

— oi?

“Ou você revisa os emaaails ou enviarei pra sua lista as fotos do carvanal de 2008 onde “alguém” saiu de dançarinA de hula-hulaaa”

— Talvez seja melhor revisar mais uma vez, né?

“:-)”

Abri o arquivo com os emails novamente e logo de cara estava lá, em negrito…

O que deveria ser Finalize seu PEDIDO…

Estava escrito: Finalize seu PEIDO.

Imagina só. Uma empresa pedindo pra todos os seus futuros clientes… finalizar seus peidos???

Não ia ser bom.

E o cliente não ia ficar feliz 🙂

Mas graças à convincente voz em minha cabeça o problema foi identificado e resolvido à tempo.

Enfim.

Ontem vi um vídeo de desabafo que postaram num grupo de copy.

Dentre as diversas coisas interessantes que o cara falou, uma me chamou mais atenção.

Ele disse que vivia de copy, e vivia bem, mas que era muito imprevisível.

Que em alguns meses ele tinha muito serviço e entrava uma boa grana… mas em outros meses ele não tinha clientes e a coisa apertava.

Ou seja, ele vivia uma constante fartura e escassez de clientes.

E vou te dizer uma coisa:

Essa é uma das piores maneiras de viver como freelancer.

Por que?

Você trabalha com um grande número de clientes diferentes num curto espaço de tempo. E a cada novo cliente você precisa fazer todo o processo de pesquisa e entendimento do negócio e do cliente.

E toda semana você entrega projeto. E começa outros projetos do zero novamente. E é uma correria dos infernos.

Até quando, de repente, acaba o período de fartura e os projetos começam a “secar” e o desespero bater.

(é nessas horas de escassez que muitos copywriters fecham com clientes horríveis que pagam uma mixaria só pra ter uma grana entrando)

E tem como ser diferente? Você pergunta.

Claro!

E a solução é bem simples:

Basta mudar seu modelo de negócio.

Ao invés de trabalhar com projetos isolados você passa a trabalhar com clientes fixos, entregando algum tipo de serviço que eles precisem todo mês.

Dessa forma você tem uma segurança e estabilidade em sua vida financeira de prestador de serviços.

E qual o melhor serviços pra oferecer mensalmente?

Email copywriting (dããã).

Sério. Email é o melhor dos dois mundos para um copywriter.

Pois é um serviço que leva pouco tempo pra executar e traz grande retorno. Além de ser um serviço “infinito” que pode ser feito por anos e anos para o mesmo cliente.

Enfim.

Estou dizendo isso por 2 razões:

1- Pra abrir sua mente (caso ainda não tenha caído essa ficha pra você).

2- Pra dizer que no meu curso de email copywriting (sim, ele está vindo) eu vou mostrar exatamente o que você deve oferecer aos clientes e como fazer isso de uma forma que eles queiram pagar bem e trabalhar com você por um longo período de tempo (gerando estabilidade e segurança).

É algo que lhe interessa?

Se sim, envie um email pra mim aqui

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A melhor copy não é a que convence

Tem uma geração nova de copywalters vindo por aí que está dando o que falar.

Eles foram “formados” por gurus que trabalham com extração de dinheiro das pessoas.

Não sabe o que é isso?

São profissionais que escrevem copy com o único objetivo de fazer a pessoa comprar…

…mesmo que a copy seja uma grande mentira.

…mesmo que ele tenha inventado toda a história e os depoimentos.

…mesmo que o produto seja um lixo e não cumpra o que foi prometido.

…mesmo que os compradores sejam pessoas em situação difícil desesperadas por ajuda.

Enfim.

Acho que deu pra entender.

Pra esses caras copy é isso.

É pura manipulação mental e sentimental com o único objetivo de extrair tudo que as pessoas tem nos bolsos.

Obviamente pra conseguir isso eles precisam inventar técnicas cada vez mais absurdas e sombrias.

O problema é que é exatamente isso que esses gurus estão ensinando para milhares de pessoas que estão em busca de uma vida melhor e são fisgadas pelos anúncios.

Os gurus empurram os cursos alegando que “esse é o melhor trabalho do mundo e eu vou lhe ensinar tudo que você precisa pra ter sucesso”…

Mas na prática o que a gente mais vê são alunos desesperados…

…tentando recuperar o alto valor que pagou no curso do guru…

…perdendo diversas vagas de trabalho apenas por usar o estilo copy que aprendeu no curso caro.

E quando esse carinha finalmente consegue uma vaga sabe o que acontece?

A copy dele não converte.

E ele não entende por quê:

“Como assim não converteu se eu usei todos os gatilhos?!? Se eu usei uma BiG IdEa??”

O que o carinha não sabe é que grande parte do que ele aprendeu só funciona pro próprio guru que ensinou (por causa dos esquemas que ele usa e do mercado que ele está). 

De qualquer forma, se você for um desses carinhas…

ou se você ainda não sabe qual a melhor maneira e jogar esse jogo de copywriting…

…eu vou lhe dizer (sem cobrar 5 mil pra isso).

Não escreva copy pra convencer pessoas.

Escreva copy pra ajudar.

Crie copys que guiam as pessoas de onde elas estão para um lugar melhor.

Não é sobre gatilhos dementais.

É sobre pessoas.

Pessoas que tem problemas e querem uma BOA solução.

Não é medo e ganância e manipulação.

É problema e solução.

Não é ficar 30 minutos enrolando num vídeo, fazendo promessas, se gabando dos seus resultados e dizendo pra eles continuarem assistindo.

Esse é o caminho chato e mais difícil.

É bem mais fácil quando você explica o verdadeiro problema da pessoa, mostra por que aquilo é causado e diz o que ela precisa fazer pra solucionar.

Se ela quiser saber o como, basta comprar seu excelente produto.

É realmente simples assim.

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Eles pagam 25k pra serem afogados, torturados e trucidados

O ser humano é insano.

É preciso ter isso claro em mente para ser um bom copywriter.

Não dá pra pensar de maneira lógica ou tentar entender certos comportamentos.

É preciso aceitar como as pessoas funcionam e se adaptar a isso.

Por exemplo:

Acabei de receber um email de um cara que sigo.

Um americano.

Que pagou 25 mil dólares pra participar de um evento chamado A ponta da lança.

Como funciona esse evento?

São 4 dias intensos de meditação, respiração, mindset e desafios físicos.

Que tipo de desafios físicos?

Passar um tempo amarrado em grupo deitado na praia, na parte rasa da água, enquanto a maré sobe (sim, aquele exercício da marinha americana)…

Fazer 16 quilômetros de trilha com 10kg na mochila…

Fazer prancha (o exercício) por 1 hora…

25 mil dólares pra arriscar sua vida e ser tratado como lixo.

Não dá pra mim.

Talvez não dê pra você também.

Mas tem muita gente que paga e sai de lá completamente radiante de alegria.

Insano não?

Algum copywriter iria imaginar criar uma oferta desse tipo?

“Eh… vamos amarrar os caras na praia pra eles se afogarem. Depois a gente joga eles na floresta com umas mochilas pesadas…”

“E quando eles voltarem? O que a gente faz com eles?” Perguntou o guru.

“Ah, a gente manda eles fazerem 1 hora de prancha.” Respondeu o copywriter.

“E quanto a gente cobra por tudo isso?” Quis saber o excitado guru.

“25k?”

Enfim.

A principal razão pra eu não curtir esse tipo de coisa é por que eu não acredito que 4 dias vão gerar uma verdadeira mudança na vida das pessoas.

Pra mim, é mais Ôba Ôba pra extrair dinheiro de quem não sabe mais o que fazer com ele (não é um evento para pobres).

Por que o cara passa por uma experiência dessa, sai cheio de ideias, mas volta pra mesma rotina de vida de antes.

Dificilmente ele vai manter o que aprendeu ali.

É como o ser humano funciona.

(e estou falando baseado na minha experiência de quem já vendeu programas de coaching + evento de 3 dias que custava 25 mil dólares – de uma grande guru americana. Eu conversava com os clientes depois e a maioria não via mudança permanente. Muitos se arrependiam).

O sucesso em tudo na vida vem do trabalho CONSTANTE.

Não é um evento.

A constância (essa palavra horrível) é o que faz as coisas darem certo.

É assim com a saúde. Com negócios. Com marketing. E com emails…

Por isso muita gente tenta uma coisa e não dá certo. Aí pula pra outra coisa. Aí não deu certo. Aí pula pra outra…

Ao invés de tentar a primeira coisa constantemente até fazer ela dar certo (ou ter certeza que realmente não dá).

Enfim.

Amanhã sai o vídeo de análise de emails dos gurus he he.

Você assistiu o primeiro vídeo de análise?

O que achou?

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Eu acredito em você

Semana passada fiquei triste.

Vi uma pessoa que tinha meu livro sobre Como conseguir clientes de copy… mendigando jobs num grupo e pedindo dicas de CoMo CoNsEgUiR CliEnTes.

Sério???

Poxa… eu dei o mapa do tesouro ao cara. Ele só precisava seguir os passos.

O que aconteceu?

Por que ele nem sequer veio falar comigo??

Logo cheguei à conclusão de que o problema era que ele não acreditava naquele caminho.

Não vou mentir.

Aquilo me deixou pra baixo.

Porque escrevi aquele livro pra ajudar as pessoas.

Eu paguei uma nota preta pra ter acesso ao que está escrito naquelas 30 páginas.

Mas eu entendo que faz parte do jogo.

Meu papel é como o de Morpheus em Matrix:

“Eu só posso mostrar o caminho. É você quem deve segui-lo”.

Engraçado foi que algumas horas depois eu recebi essa mensagem no Facebook (de outra pessoa):

“Cara, vim te agradecer pelo e-book. Graças a você, essa semana fechei meu primeiro cliente de email marketing. 
Uma empresa de Dropshiping, pequena. Irei fazer os e-mails de abandono de carrinho, boleto, ltv, tudo mais. Agora vou estudar sobre e-mail marketing de e-commerce pra me aprofundar mais”

Aí meus olhos voltaram a brilhar novamente 🙂

Fui olhar o histórico e esse cara tinha recebido o livro há 23 dias.

23 dias e já conseguiu um cliente.

Enquanto o outro cara continua lá segurando o mapa nas mãos e perguntando a desconhecidos que caminho seguir.

Isso mostra o quanto suas crenças determinam seus resultados.

Não adianta nada eu lhe ensinar como ganhar a vida escrevendo emails… se você não acredita que é possível.

É por essa falta de crença que o mundo está cheio de pessoas incríveis… vivendo uma vida medíocre.

Não seja mais um na multidão.

Seja incrível.

Eu acredito em você