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Golpista cria demanda em mim??

Recebi um email estranho hoje…

De uma mulher chamada Calantta, dizendo apenas:

“Alooo”

Mas apesar de estranho, eu já recebi emails como esse antes de leitores me testando pra saber se eu responderia ou não.

E quando eu respondo normalmente eles me elogiam dizendo que sou diferente dos gurus e coisa e tal.

Mas com Calantta foi diferente.

Eu a respondi:

“Alô?”

E horas depois ele respondeu dizendo que era uma solteira de 23 anos, da Somália, que estava num campo de refugiados, tinha perdido os pais…

…e que o pai dela era empresário e político do governo de oposição, mas foi assassinado…

…e ela conseguiu fugir pra um campo de refugiados e precisava muito falar comigo, mas antes, precisava saber um pouco sobre mim e o que eu faço.

Por fim, ela mandou duas fotos dela (num local que não parecia um campo de refugiados)

Há!

Safadeeeeeeeenhos

Esses golpistas modernos não saem mais por aí fazendo a proposta irrecusável logo de cara.

Nope.

Eles aprenderam a despertar o interesse das vítimas primeiro.

A criar demanda.

Ou seja, meu novo curso de criação de demanda vai ensinar você a ser um golpista 🙂

Sacanagem.

A questão é: Mesmo com o email cheio de erros e contradições… e mesmo esse sendo um golpe aplicado literalmente há centenas de anos (quando ainda se usavam cartas)… eu aposto que ainda está funcionando.

Principalmente agora, que os golpistas estão agindo de maneira mais inteligente.

E a razão pra funcionar é por que eles aprenderam a canalizar os desejos das pessoas em demanda.

Pena que nesse caso acima é usado pro mal.

Porém, assim como nosso golpista africano, você também pode usar a habilidade de criar demanda pra construir seu negócio de qualquer lugar do mundo usando simples emails (ou qualquer outro canal).

Eu vou mostrar como fazer isso em meu novo curso sobre criação de demanda.

Ok.

Era pra sair essa semana.

Mas como sou bastante detalhista com o que produzo… e quero sempre que seja algo simples de entender, prático pra implementar e que gere um alto retorno pra quem comprou…

ainda estou terminando de produzir 🙂

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Steven Seagal ensina marketching

Não sei se é do seu tempo.

Mas eu cresci vendo aqueles filmes de luta do Steven Seagal.

Nunca fui fã dele, mas como não existia netflix…

Enfim.

A questão é que Seagal é um dos maiores artistas marciais do mundo atualmente.

De verdade.

O que ele luta?

Uma mistura de vários estilos que aprendeu com grandes mestres no Japão e outras partes do mundo.

Dentre eles: Aikido e a arte que os samurais usavam pra matar seus inimigos rápido – quando estavam desarmados.

Algumas pessoas nem acreditam que Steven Seagal é isso tudo.

Mas é quase impossível você não enxergar sua “monstruosidade” depois de assistir o último vídeo que ele fez.

Foi uma mistura de entrevista e aula.

Na aula, ele simplesmente destroça os adversários (de braços cruzados).

Na entrevista, ele fala sobre o problema das novas artes marciais (com luta no chão) e conta que já foi desafiado por alguns dos nomes mais conhecidos do mundo das artes marciais.

A resposta de Seagal era sempre a mesma:

“Vai ser uma luta sem plateia. Sem câmera. E sem regras. Você aceita?”

E ninguém nunca disse sim.

Por que todos temem ele?

A principal razão é por que ele não usa as técnicas “modernas” desenvolvidas em academias.

Não me entenda mal. Essas técnicas modernas também são incríveis.

Mas o que Steven Seagal usa são princípios criados na época das guerras sangrentas, onde o objetivo era matar – não apenas fazer o cara bater no tatame.

Percebe a diferença?

Percebe como os antigos lutadores precisavam ser eficientes e eficazes?

Eles lutavam por suas vidas. Sem juizes. Sem regras.

São esses princípios que Seagal usa até hoje pra ser um homem imbatível.

Mesmo com 70 anos de idade.

Pois é.

Sabe um outro lugar onde os princípios antigos superam os novos?

Claro que você sabe.

Exatamente: No marketching.

Você acha que existe diferença entre os gurus que aprenderam a vender pelo Instagram… e os mestres que vendiam produtos usando cartas enviadas pelo correio?

Imagine você escrever uma carta, fazer milhares de cópias, envia-las pelo correio e torcer para as pessoas acreditarem, se interessarem e enviarem cheques de volta pelos correios para comprar seus produtos.

Sem arraste aqui. Nem clique. Nem edição.

Pois é.

Eles tinham que ser bons.

Muito bons.

E pra isso eles passaram décadas e investiram zilhões pra aprender o que funcionava e o que não funcionava.

Dessa forma eles desenvolveram princípios.

E eram esses princípios que norteavam todas as campanhas dos mestres do copywriting.

São esses princípios que eu estudo e uso há anos.

E são alguns desses princípios que vou ensinar em meu novo curso sobre como criar Demanda (sem guruzisse).

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Gurus Vs. Nubank

Sábado foi dia de rever os amigos.

A ideia é jogar conversa fora, comer, comer, comer (fizemos uma reflexão e constatamos que nós comemos pra cacete em reuniões assim) e jogar.

Normalmente eu me saio bem nos jogos…

Mas ontem tomei uma surra.

Uma não. Várias.

Perdi. Perdi. Perdi.

Minha sorte é que não sou uma daquelas pessoas competitivas.

Se fosse, ontem seria um dia pra pensar no suicídio.

Mas enfim.

Estou lhe escrevendo pra falar sobre coisas boas (e não é Tekpix).

Sobre uma habilidade que pode ajudar você a ter dias diferentes do meu de ontem.

A ganhar. Ganhar. Ganhar.

E a ganhar com facilidade.

Obviamente, não com a facilidade de fazer um “treide” e cair 100k na conta…

Mas com a facilidade de não precisar fazer dancinhas, nem produzir toneladas de conteúdo e nem mesmo destruir sua alma fazendo lançamentos tradicionais.

Estou falando do assunto do momento (pelo menos aqui em Brunolândia) que é:

Criar Demanda.

Como já disse, existem dezenas de maneiras de criar demanda pro seu produto ou serviço.

Não necessariamente uma é melhor que outra.

É mais uma questão de que modelo se aplica melhor a você e seu negócio (ou de seus clientes).

Vejamos, por exemplo, a maneira que os gurus costumam usar pra criar demanda pros seus produtos “maravilhosos”.

Quase todo guru segue os mesmos princípios:

“Veja quanto eu ganhei. Veja como é fácil…”

“Aqui está o print de meus resultados. Se também quiser resultados como esses, entre na minha mintoria

“Prestou atenção que estou gravando esse vídeo dentro de uma BMW?”

“Olha bem pros meus carros, minha mansão, e as viagens que faço. Minha vida é maravilhosa e tudo isso eu conquistei com esse método”

Enfim.

São maneiras de criar demanda também.

Funcionam?

Funciona no sentido de que alguns gurus conseguem sim fazer vendas com isso…

Mas…

O preço a pagar por criar esse tipo de demanda normalmente é:

  • Eles trabalham 24h por dia (pra manter a máquina girando)
  • Vivem na pele do personagem que criaram (ao invés de ser eles mesmos)
  • Estão a 1 ou 2 lançamentos de “quebrar” (se não converter)
  • Odeiam sua equipe e seus clientes (pois atraem pessoas oportunistas como eles)
  • Karma

Isso não tem cara de sucesso pra mim.

Por outro lado, vejamos um outro exemplo de como criar demanda – e suas consequências.

O Nubank surgiu do nada, sem recursos, apenas com uma ideia louca de revolucionar um dos mercados mais sanguinários e poderosos de todo o mundo.

O princípio deles?

Criar demanda.

Não vamos cobrar taxas. Vamos oferecer um serviço premium. Fuja de filas e burocracia, venha pro Nubank e seja feliz.

Seguindo essa filosofia, em menos de 10 anos eles se tornaram uma empresa mais valiosa que todos os outros bancos que geram múltiplos bilhões por ano.

Por que?

Porque o Nubank criou demanda, e hoje tem uma legião de fãs e clientes que vão passar o resto da vida usando seus serviços, indicando pra outras pessoas e pagando de diversas formas.

Coisa que nenhum outro banco jamais vai conseguir criar usando aquelas táticas terroristas de banco.

Enfim.

O Nubank é um exemplo de criação de demanda em sua mais larga escala.

Mas você não precisa ser o roxinho nem esperar 10 anos pra se dar bem.

Os mesmos princípios de criação de demanda podem ser usado em qualquer negócio pra trazer resultados a curto, médio e longo prazo.

E não tem nada de método mágico.

São princípios e estratégias pra operar de maneira diferente do que ensinam por aí.

São eles que vou mostrar em meu novo curso sobre Criação de Demanda que será lançado nessa próxima semana.

Mais detalhes nos próximos emails.

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Pré-suasão

Na maioria das vezes…

Quanto mais você estuda e se aprofunda num assunto…

Mais conexões seu cérebro cria e mais sábio você se torna.

(eu disse na maioria das vezes por que tem gente que fica louco de tanto estudar)

É por isso que grandes estudiosos como Einstein, Da Vinci, e grandes copywriters como Gary Halbert e John Carlton – ficaram mais e mais “mestres” com o passar do tempo.

O mesmo aconteceu com Robert Cialdini.

Você deve conhecê-lo por seu famoso livro:

As armas da Persuasão.

O que talvez você não saiba é que…

Esse livro foi publicado em 1984.

E ainda é um belo livro sobre influência e persuasão.

Porém, assim como os estudiosos do passado, Cialdini continuou se aprofundando na ciência de influenciar pessoas…

E 32 anos depois (em 2016) ele lançou um novo livro baseado na evolução de suas pesquisas.

Esse novo livro se chama:

Pré-suasão – Uma maneira revolucionária de influenciar e persuadir.

Por que esse nome?

Porque depois de anos e anos estudando os top marketeiros, vendedores, negociadores e palestrantes do mundo, Cialdini descobriu que todos eles tinham uma coisa em comum.

Uma coisa intrigante.

Que provavelmente 99% dos “experts” não ensinam por aí??

Enfim.

Cialdini constatou que todos esses top performers que atingem os melhores resultados fazem isso:

Eles trabalham mais na pré-venda e menos na venda em si.

Ou seja:

Ao invés de dedicar a maior parte do tempo e energia lá no fim do processo, pra reverter objeções, negociar preço e convencer as pessoas no momento da compra…

Esses verdadeiros experts se dedicam ao início do processo. À preparação. A tudo que acontece ANTES da venda.

(daí o nome do livro: Pré-suasão)

Porque a maneira (quadro mental) que as pessoas recebem sua mensagem de vendas importa mais do que imaginamos.

Ou você acha é que por acaso que grandes negócios são fechados em grandes jantares?

Por isso que os top performers se dedicam a plantar as sementes da conversão antes mesmo do primeiro contato com o cliente.

Eles preparam a pessoa para a venda.

Eles criam Demanda.

Pra quando chegar a hora de passar o cartão, a pessoa estar mais aberta a dizer SIM.

É o mesmo princípio de sedução.

Se um cara sair pela rua pedindo um beijo a desconhecidas, vai receber muito mais NÃOS (e tapas) do que sim.

Mas se ele conversar com as pretendentes antes e tentar conquistá-las, suas chances aumentam incrivelmente.

E se ele chegar com flores ou chocolates em mãos?

E se ele estiver bem vestido?

São pequenos detalhes que criam demanda, intensificam o desejo das pessoas e fazem grande diferença nos resultados.

Tanto na sedução quanto nas vendas.

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Alto engajamento. Baixas conversões

Se tem uma coisa que move nosso mundo “moderno”…

É a frenética busca por engajamento.

Tenho certeza que se um cara passasse 10 anos em coma e acordasse em 2022, ele diria que a humanidade endoidou de vez.

Ele iria olhar as redes fossiais e ver médicos e advogados fazendo dancinhas divertidas pra atrair pacientes com problemas sérios.

Ia ver mendigo tarado virando heroi, político e investidor.

Ia ver muitos corpos mais nus do que vestidos.

E ia ver pessoas fazendo todo tipo de coisa pra conseguir alguns migalhas de engajamento.

Tudo por que elas acreditam que engajamento = vendas.

O que é uma grande mentira.

Engajamento é apenas interação das pessoas com sua publicação.

Mas só por que elas interagiram e engajaram… não significa que elas vão comprar de você.

É por isso que existem campanhas e lançamentos onde as pessoas estão interagindo, elogiando, participando das lives, respondendo questionários e emails…

Mas quando abre o carrinho…

cri… cri… cri…

Nada.

“Não acredito. Mas e todas aquelas pessoas tão engajadas??”

Pois é.

Isso acontece quando o foco da campanha é dado ao engajamento.

Os experts usam hacks e táticas de engajamento… que só servem pra conseguir engajamento (interação)…

Mas não servem pra preparar o público pra comprar.

Veja:

Engajamento é um combustível muito mais pro ego dos criadores do que pro bolso deles.

Por que, como disse, engajamento é apenas interação. São comentários, curtidas, elogios, tapinhas nas costas – que muitas vezes foram conseguidos apenas pelas táticas do tipo: “comente se quiser receber” ou “se tiver X compartilhamentos eu libero a aula”.

Enfim.

Se isso funciona pra você, ótimo.

Eu prefiro focar em outra coisa.

Prefiro criar demanda pro que vou vender.

Prefiro preparar as pessoas pra comprarem de mim – ao invés de me bajular.

Por que?

Porque quando você depende de táticas, hacks e todo aquele show pra conseguir converter… toda campanha de venda é dolorosa como um parto. E isso desgasta a alma.

Mas quando trabalha de maneira estratégica e foca em criar demanda, você não precisa ficar reinventando a roda, pois sua comunicação vai durar por meses ou anos e as conversões fluem de maneira suave.

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A arte da Guerra dos Negócios

Há cerca de 2.500 anos…

O general chinês Sun Tzu escreveu um pequeno livro cuja sabedoria é imensamente valiosa nos dias de hoje.

A arte da guerra é (duh)… um livro sobre guerra.

Só que não é um livro tático sobre como atirar melhor, quais armas usar, como matar de maneira mais eficiente e outras coisas que se espera ver numa obra sobre guerra.

Ele até fala um pouco sobre isso.

Mas esse é um livro essencialmente estratégico que ensina como vencer batalhas sem nem mesmo lutá-las.

Como ele diz no capítulo III, por exemplo:

“A habilidade suprema não consiste em ganhar cem batalhas, mas sim em vencer o inimigo sem combater.”

Essa é uma filosofia que eu levo pros negócios.

Ao invés de lutar pra escrever a melhor copy do mundo…

Ao invés de lutar pra convencer as pessoas no telefone ou chat…

Ao invés de dar 7 dias de acesso a todo meu programa que custa 5k…

Enfim.

Ao invés de concentrar meus esforços lá no fim do processo e lutar pra fechar a venda a todo custo…

Eu prefiro agir de maneira estratégica e conquistar o cliente no início de tudo – evitando a sangrenta batalha pela conversão.

Como eu faço isso?

Criando Demanda.

Exatamente como Sun Tzu disse no capítulo IV da arte da guerra:

“Um exército vitorioso ganha primeiro e luta depois. Um perdedor luta primeiro e tenta obter a vitória depois.”

No marketchin: Você cria a demanda primeiro, conquista o coração dos clientes – e depois fecha a venda com facilidade.

Você faz o oposto do que fazem por aí.

Assim, ao invés de disputar com todo mundo pelas frutas maduras, você cultiva e amadurece as suas próprias (enquanto assiste os concorrentes se estapeando).

Porém,

Não é mágica.

Nem é um novo método infalível que permite vender qualquer coisa pra qualquer pessoa.

Mas saber criar demanda é uma das maneiras mais simples de explodir seus resultados – sem precisar lutar pra criar copys ou anúncios matadores, nem usar a maioria das armas que ensinam por aí.

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O feitiço que os gurus usam em você

Nesse momento dezenas de gurus estão vomitando por aí que copywriting é a habilidade #1 dos melionários

…mas quando olhamos para as pessoas mais ricas (de verdade) do mundo, vemos que nenhuma delas é copywriter.

E que elas nem mesmo falam sobre copy

Estranho, não?

Como esses ricus conseguiram ir tão longe sem saber copywriting???

Será que… não… ai meu Deus.

Será que– copywriting não dá essa grana toda??

Nãããããããão

Não é possível.

EU VI NO INSTAGRAM COM MEUS PRÓPRIOS OLHOS O GURU NO SEU PORSHE NA BEIRA DE SUA MANSÃO DIZENDO QUE CONSEGUIU TUDO AQUILO GRAÇAS AO COPYWRITING E É POR ISSO QUE ELE COBRA 5K 7K E ATÉ 10K EM SEUS TREINAMENTOS E EVENTOS DE COPY PORQUE COM ESSA HABILIDADE EU VOU CONSEGUIR TUDO NA VIDA…

Não é???

Heinn Brunoooo???

Respire.

Pois se é isso que você pensa, eu sinto lhe decepcionar.

Mas a resposta esteve o tempo todo em sua cara.

É só olhar para as copys dos próprios gurus.

São quase sempre muito ruins ou fraquíssimas.

Por que?

Porque nem mesmo os próprio gurus usam copy pra vender.

O verdadeiro feitiço que eles usam pra seduzir as pessoas é outro.

É algo tão impactante que dispensa até uma boa copy.

De fato, quanto mais você usar esse feitiço, menos “artifícios” você precisa pra fazer as pessoas comprarem de você.

É uma pena que alguns gurus se aproveitam disso pra empurrar produtos bosta para as pessoas.

A boa notícia é que você não é um guru inescrupuloso e pode muito bem aprender esse feitiço e usá-lo apenas para o bem 🙂

Que feitiço é esse?

Eu o chamo de Demanda.

Demanda é a manifestação do desejo.

No nosso caso, criar demanda é canalizar os desejos das pessoas para seu produto (ou serviço).

Uma habilidade que os verdadeiros melionários possuem e usam em seus negócios.

Ok. Mas por que a demanda é mais importante que a copy e facilita as conversões?

Porque ela vem antes de tudo isso.

A demanda na teoria é o pensamento estratégico que direciona toda a comunicação (incluindo a copy) e as ações.

A demanda na prática é tudo o que a pessoa vê, ouve e sente ANTES de entrar na parte da venda.

Ou seja:

Quanto mais demanda você criar, mais “vendidas” as pessoas vão chegar até você e mais fácil será a conversão.

Por outro lado:

Quanto menos demanda existir por seu produto ou serviço, maior é o seu esforço pra tentar convencer as pessoas.

Enfim.

Se você quer aprender a atuar de maneira mais estratégica e conseguir maiores resultados com menos esforço braçal, então você vai adorar o novo treinamento que estou produzindo sobre criação de demanda.

Mas aviso logo:

O que vou mostrar lá não são “métodos revolucionários” criados em 2021 usados apenas por mim mesmo para lhe empurrar produtos.

Pelo contrário.

O que vou ensinar são estratégias validadas há décadas, criadas por grandes nomes do marketing direto do passado – que podem revolucionar seu negócio ou os de seus clientes.

Ou seja:

Se você está em busca de métodos inovadores, hacks e “o que está funcionando hoje”, então vá aprender com os guruzões do instagrando.

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Por que lançamentos fracassam

Esse fim de semana foi de festa na roça 🙂

Comemoramos o aniversário de Priscilla aqui.

Fazer uma festa é sempre cansativo, dá um trabalho do cacete (e eu odeio organizar essas coisas) mas no fim, quando dá tudo certo, quando todo mundo vai pra casa com gostinho de quero mais…

A sensação é incrível e recompensadora.

É um processo parecido com o que acontece com lançamentos.

Só que com lançamentos, o final da história é quase sempre diferente.

Pra cada história linda de depoimento de 6 em 7… existem centenas e centenas e centenas de lançamentos que terminaram no prejuízo.

Por que isso acontece?

Várias razões.

O público errado… A oferta errada… A copy errada…

E muitas vezes… A falta de demanda.

Por que se ninguém quiser o que você está vendendo, adivinha?

Ninguém vai comprar.

Mesmo que você tenha uma copy “matadora”.

Mesmo que você tenha uma “big idea”.

Mesmo até que você tenha uma celebridade como Whindersson Nunes.

Se não existir o desejo. Se não existir a Demanda do mercado…

Não vai dar certo.

Por que as pessoas só compram o que elas QUEREM.

A questão é:

Às vezes você tem o privilégio de poder criar – ou participar da criação de um produto do zero.

Nesse caso, dá pra entender a demanda do mercado e já criar o produto, a copy e toda a comunicação em cima dela.

Mas às vezes você já tem um excelente produto pronto e precisa dar um jeito de fazê-lo converter.

E aí, o que fazer nesse caso?

O mais comum é ter um pensamento tático. Superficial.

É ficar testando anúncios e copys diferentes, na esperança de dar certo.

É acreditar que a solução está na tecnologia. Então coloca players de vídeo com dezenas de funcionalidades. Criar páginas com plugins de chamar atenção. Joga as pessoas pro whatsapp e instala um robozinho…

É pedir conselho de gente mais experiente e ouvir as mesmas coisas ditas acima.

Enfim.

Tudo isso dá trabalho. Consome tempo. Tira seu sossego. E é caro.

E tudo isso pode ser mais simples se for feito de maneira estratégica.

Se ao invés de combater os sintomas, você for direto na causa.

Se ao invés de tentar empurrar seu produto e convencer as pessoas a compra-lo, você criar demanda que atrai compradores.

Em resumo:

Saber criar demanda é uma habilidade que permite você trabalhar num nível que 99% dos copywriters e “experts” jamais entenderão o que você está fazendo.

E fará você ter melhores resultados com menor esforço.

Enfim.

É essa habilidade de criar demanda que vou ensinar em meu novo (que deve ser lançado ainda essa semana.

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“Me venda essa caneta”

Adoro esse filme.

O lobo de Wall Street.

(na verdade é um de meus preferidos)

Dá pra aprender MUITO com ele.

Sobre o que fazer…

E sobre o que NÃO fazer.

Por exemplo: A maneira que ele trata as pessoas e as aterroriza pra fechar a venda é ridículo.

Pior ainda é saber que ele fez aquilo na vida real.

Mas enfim.

Tem uma cena famosa que traz uma grande lição.

É quando Jordan reuniu alguns caras numa lanchonete pra recrutá-los como seus corretores.

Ele diz que se eles quiserem ficar ricos, precisam aprender a vender (mais uma bela lição).

Aí um dos caras diz que consegue vender qualquer coisa, até drogas pra freiras.

Jordan diz que essa é a atitude. Então puxa uma caneta do bolso, entrega pro cara e o desafia:

“Você consegue vender qualquer coisa? Então me venda essa merda de caneta”

É uma simples caneta bic.

O cara olha pra Jordan e “dá um migué” dizendo que está com a boca cheia de comida.

Jordan então entrega a caneta pro único experiente do grupo. “Brad, mostra pra eles como se faz.”

Brad pega a bic, olha pra Jordan e fala:

“Quer que eu venda essa merda de caneta? Tá… me faz um favor, escreve seu nome naquele guardanapo pra mim”

“Eu não tenho uma caneta” Responde Jordan.

“É isso aí, oferta e demanda, amigão” diz Brad devolvendo a caneta.

Pura sabedoria.

E um dos mais importantes conhecimentos sobre negócios que existem.

Por que?

Porque é a demanda que gera verdadeira grana.

Não são os hacks.

Não é o template de anúncio.

Não é o design de sua página.

Não é a tecnologia com inteligência artificial.

Não é o funil (nem o software que o cria).

Tudo isso não vai servir pra nada se não houver demanda por seu produto ou serviço.

Mas se houver demanda, você é capaz de vender sem nada disso. Com simplicidade. Apenas usando emails, por exemplo.

Claro que você sempre terá a opção de criar copys com promessas mentirosas, distorcer as coisas de um jeito que as pessoas acreditem e depois sair se gabando que fez muitos dígitos.

É um caminho que muitos seguem.

Mas eu não.

Não consigo dormir à noite fazendo isso.

Eu acredito em criar excelentes produtos que ajudam as pessoas, e comunicar isso com a verdade.

E pra vender com a verdade, você precisa de demanda verdadeira.

A boa notícia é que existem dezenas de maneiras de criar demanda verdadeira.

E eu vou mostrar cada uma delas em detalhes no novo curso que estou produzindo e sairá do forno na próxima semana.

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Como converter quem disse Não

Estava tudo tão perfeito…

Uma copy maravilhosamente estruturada.

Belas páginas estilizadas com nossa identidade visual.

Anúncios convertendo incrivelmente bem.

Um produto fora de série (comparado ao que existia no mercado)

E quando chegou a hora H…

Não converteu praticamente nada.

O tão aguardado webinário de lançamento foi um grande fracasso.

Decepção de todos os lados.

Minha. Da equipe. Do produtor. Do público.

E claro… prejuízo.

E agora, o que fazer?

O que você faz quando a coisa não converte?

São tantas opções que fica até difícil saber por onde começar.

O que a maioria faz é mudar a copy.

De tanto ouvir o que os gurus falam eles acreditam que o problema sempre é copy.

Mas na grande maioria das vezes não é.

Copy pode até ter a ver.

Mas geralmente o problema é “mais embaixo”.

Então você muda a copy… e nada.

Testa outra copy… e nada.

“Nós temos que mudar é a estratégia”

Então você muda a estratégia.

Muda de webinar pra lançamento. Ou de funil de ligação pra funil de vídeo. Ou seja lá qual for a nova estratégia.

Mas não funciona também…

Putz, pior que teve que investir uma grana em curso novo, e perdeu um tempão implementando, né?

E mesmo assim… nada.

“Deve ser o tráfego”

Muda de face pra google. De google pra Youtube. De youtube pra Linkedin…

… e nada.

“Preciso da ajuda de um expert”

Aí paga uma nota preta numa “mintoria” ou mastermerda de algum guru… pra ter as dúvidas respondidas pela equipe dele… e ouvir alguns conselhos que mais atrapalham do que ajudam.

“Que merda… Olha, um anúncio de um método novo!”

E o ciclo se repete.

Eu passei anos preso nesse multiverso da loucura dos gurus.

O motivo?

A falta de um conhecimento avançado sobre marketing e conversão.

Você concorda comigo que a maioria do que ensinam por aí é raso?

É mais do mesmo – só que com um nome diferente?

O problema disso é que:

Se sua única ferramenta é um martelo, você vai tratar tudo como um prego.

Só que… um martelo não conserta tudo.

Muitas vezes você vai precisar de outras ferramentas.

E quando se trata de marketching… essas outras ferramentas são difíceis de achar.

Afinal, todo mundo só fala de martelo por aí.

A solução deles é sempre lançamento, ou copy ou tráfego.

E ok. Se isso sempre funciona pra você, ótimo.

Mas se não…

Aqui vai algo pra pensar:

A verdadeira razão para as pessoas não comprarem não é a estratégia que você usa. Nem a copy. Nem o tráfego.

Às vezes é.

Mas quase sempre não é.

Por que?

Porque a verdadeira razão (quase sempre) é que as pessoas não QUEREM o que você tem.

Ou seja, não existe DEMANDA pelo que você vende.

É por isso que as pessoas dizem “Não”.

Não importa se você usa lançamento. Não importa se as pessoas precisam de sua solução. Não importa se seu produto é o melhor que existe. E não importa se você produz uma tonelada de conteúdo.

Se as pessoas não QUEREM, se não DESEJAM o que você tem, ninguém vai comprar.

Por isso, quase sempre o verdadeiro desafio é:

Canalizar os desejos do público pro nosso produto (ou serviço).

Ou seja: Criar demanda.

Esse é o caminho mais seguro para transformar “Nãos” em “Sins”.

Pra fazer as pessoas enxergarem sua solução com novos olhos, e passarem o cartão.

Mas geralmente isso não é algo tático que se resolve com copy, por exemplo.

É algo estratégico.

Algo mais profundo, que vem antes da copy.

(como mostrei nos últimos emails)

De fato, nesse momento estou rabiscando um novo curso inteiramente focado em criação de demanda.

E das dezenas de maneiras de criar demanda que listei até agora, somente 1 tem a ver com copy.

Enfim.

Meu objetivo é fornecer um arsenal de ferramentas práticas pra você não depender só do martelo sempre que quiser aumentar as conversões ou salvar bons produtos do prejuízo.

É um curso com diferentes maneiras de fazer as pessoas quererem sua solução.

E sobre como fazer isso de maneira estratégica – sem manipulação, terror psicológico nem gatilhos dementais.

Mais sobre isso nos próximos episódios dessa newsletter.