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Pequenas promessas, Grandes resultados

Esses dias assisti o novo Batman.

Se você já me acompanha há um tempo sabe que eu sou chato pra filmes.

(e pra guruzices)

Pra mim, um bom filme tem que ter uma história envolvente e imprevisível, que prende do início ao fim.

Não ligo pra efeitos.

Acho legal sim. Mas o mundo está cheio de filmes caros, com efeitos especiais incríveis… e uma história de merda (como muitas campanhas que fazem por aí??).

Enfim.

Esse novo Batman foi bem controverso.

Mas eu…

…Gostei.

Muito 🙂

Foi o único filme da DC que eu realmente gostei e assisti com vontade.

Por que?

Desde pequeno eu nunca achei graça no Batman.

Sempre achei um personagem exagerado até pra um super heroi.

Era um humano, que fazia mais coisas que o Super-Homem e todos os herois juntos. Que tinha todas as respostas. Que sabia fazer tudo. Que era mais tecnológico que o Tony Stark atual.

Enfim.

Pra mim, Batman sempre foi um heroi fora do próprio contexto de seu mundo.

Por exemplo:

Eu odiei o novo matrix, por que o contexto de Neo é pra ser o fodão… mas colocaram ele como um zé ninguém.

Masssssssss

Acho que eles acertaram em cheio nesse novo filme do morcego.

Pra mim, eles fizeram o Batman como ele seria “de verdade”.

Um humano que precisa usar armadura pra não morrer de um tiro (num mundo onde todo bandido tem uma arma de fogo). Que apanha. Que não tem todas as respostas. Que erra. Que sofre com seus próprios demônios. Que é incompreendido pela sociedade.

E parece que uma das principais razões pra muita gente não ter gostado desse filme foi justamente essa:

A falta de exagero.

A maioria das pessoas AMA exageros e coisas absurdamente fora da realidade.

Elas vivem em busca de super poderes e fórmulas mágicas pra tudo.

“100 mil reais em 7 dias? Tô dentro!”

“100 reais pra retornar 1 milhão em 6 meses com Gurucoin? Tô dentro!”

“Milionário com minha escrita? Tô dentro!”

Enfim.

Por que estou dizendo isso?

Porque normalmente – e não estou dizendo que isso se aplica a todos os casos – mas normalmente, essas grandes promessas terminam em pequenos resultados.

(ou em resultados negativos – de quem pagou caro e não teve retorno nenhum)

E sim, eu sei que depende das pessoas implementarem e blá blá blá.

Mas em geral, são empurrados produtos ruins que nem quando implementados, os resultados prometidos são alcançados.

De qualquer forma, meu ponto aqui não é esse.

Meu ponto é:

Por ver tanta gente por aí fazendo “grandes” promessas, muitos copywriters e empreendedores acreditam que o único caminho é também fazer essas promessas fora da realidade.

Caso contrário, como eles vão competir contra as promessas dos concorrentes?

Mas não precisa ser assim.

Principalmente se seus concorrentes fazem grandes promessas e geram pequenos resultados. Isso vai frustrar os clientes deles de um jeito, que sua “pequena” promessa vai fazer total sentido na mente dessas pessoas.

Especialmente se você usar isso em seu marketching, desde o início, como vou ensinar em meu novo curso sobre Pré-venda e criação de demanda.

É uma estratégia simples que praticamente faz seus concorrentes trabalharem pra você, lhe ajudando a tornar sua copy mais atraente e confiável.

Mas deixo claro que será um curso avançado e pra quem tem mente aberta.

NÃO É pra quem ainda trabalha usando “o poder dos gatilhos dementais”, por exemplo.

É para pessoas que querem sair da matrix do marketing de instagram.

E também é pra pessoas que criam ou trabalham com bons produtos que geram grandes resultados para seus clientes.

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Você usa drogas?

Apesar do meu rosto angelical e jovial…

Eu já vi, ouvi e vivi muuuuuuita coisa nesse mundo de marketching.

Principalmente quando se trata de conselhos de “experts” sobre o que fazer quando a coisa não está convertendo.

Você ficaria impressionado, talvez até sem dormir à noite, se eu soltasse os nomes e os respectivos conselhos dados por esses gurus – para seus clientes que pagaram caro por isso.

Por exemplo:

Em mastemind de um guruzão brasileiro, num hot seat, uma aluna perguntou o que fazer pois seu lançamento não converteu NADA.

O sábio apenas disse:

“O problema é seu mindset. Você precisa mudar suas crenças”

A aluna insistiu: “Mas você pode me dar alguma dica sobre o que fazer?”

O guru: “Já disse, o problema é seu mindset”

E essa discussão estúpida se estendeu ao ponto da aluna cair em prantos, desesperada com a situação, e o guru simplesmente mandar ela dar lugar ao próximo no hot seat.

Mas ei, ele sabe o que está fazendo, não é? Afinal, ele já vendeu quatrilhões.

Ok.

Tirando esse, que foi o mais estúpido de todos, os outros conselhos sobre o que fazer quando as conversões estão ruins são sempre parecidos.

“Precisa melhorar sua copy”

“Como é seu vídeo de vendas? É só texto ou imagem também?

“Você precisa produzir mais conteúdo!”

“É assim mesmo. Continue martelando até converter”

“Se quiser, eu e minha equipe podemos lhe ajudar com isso. É apenas 30k + porcentagem”

De novo, nenhum desses foram conselhos gratuitos dados em caixinhas do instagram.

Foram todos conselhos dados em masterminds e consultorias de dezenas de milhares de reais.

Enfim.

Aqui vai o meu conselho gratuito pra quando as conversões estiverem ruins:

“Se você estiver com dificuldade pra fechar a venda, trabalhe pra melhorar a abertura da venda.”

Ou seja, se lá no final não estiver convertendo, é por que as pessoas chegaram no fechamento cheias de dúvidas e inseguranças e não estão prontas pra comprar.

E aí você tem 2 opções:

1- Fazer como a maioria, e tentar combater todas essas crenças e inseguranças lá no final, quando elas estão maiores que nunca, escrevendo a melhor copy do mundo um único vídeo (e torcer pra que elas assistam) ou…

1- Fazer como a maioria, e tentar escrever a melhor copy do mundo pra mudar todas as crenças e inseguranças das pessoas lá no fechamento – quando elas estão maiores do que nunca – usando um único vídeo de vendas (e torcer pra que elas assistam).

Ou…

2- Trabalhar essas crenças e inseguranças logo no início, ANTES delas surgirem, usando uma comunicação simples que guia as pessoas através de uma experiência de alto valor e atiça seus desejos de compra.

Vou dar um exemplo prático.

Imagine que você teve uma péssima experiência no passado, com um parceiro amoroso que usava drogas.

Era uma pessoa tão incrível, que você jamais pensou que isso aconteceria. Mas aconteceu. E isso lhe traumatizou profundamente.

Aí você finalmente conheceu outra pessoa legal, e ela lhe pediu em namoro.

Massssss

Você ainda não sabe se ela usa drogas. Não teve coragem de perguntar sobre algo tão íntimo. E também não sabe se acreditaria na resposta, devido ao seu trauma.

E aí você diz NÃO… mesmo apaixonado pela pessoa.

Cenário número 2.

Logo no primeiro encontro, a pessoa chega com uma camisa escrita: “Diga não às drogas”.

Como se não bastasse, a própria pessoa faz questão de dizer que é contra drogas e até pergunta se você usa drogas e o que pensa sobre isso.

Percebe como isso vira o jogo completamente?

É o que eu chamo de pré-venda.

Ou seja: Nós trabalhamos na “abertura” pra tornar o fechamento da venda mais fácil.

E é isso que vou mostrar em meu novo curso que estou cuidadosamente produzindo 🙂

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Descarreguei a arma na cabeça dele…

Descobri um jogo novo semana passada.

Novo pra mim, pois foi lançado em 2016.

E já existe até o 2, lançado em 2019.

Mas eu ainda estou no 1.

Porque sou oldschool até nos games 😉

O jogo é Tom Clancy’s: The Division.

Pra alguns, começar a jogar 6 anos atrasado é algo totalmente sem graça e inimaginável.

Pra mim é fantástico, pois tenho um jogo inteiro praticamente só meu.

E como os jogadores são escassos, ninguém fica se matando em toda esquina.

Ao invés disso, as pessoas se ajudam.

Como aconteceu comigo ontem.

Veja: Faz uma semana que estou jogando praticamente sozinho e só consegui chegar no nível 10.

E olha que, se você entende um pouco de games, sabe que os primeiros níveis são os mais rápidos e fáceis de evoluir.

Ok.

Aí ontem um carinha americano gente boa entrou no meu time e perguntou se eu queria ajuda.

Fiquei tão espantado com a generosidade que meu primeiro pensamento foi:

“É um hacker, quer me roubar tudo”

Mas aí eu lembrei que… eu era um mísero nível 10 que não tinha absolutamente nada…

Superada a humilhação, aceitei a ajuda.

O cara disse pra eu segui-lo e ficar me protegendo atrás dele, pois os inimigos eram muito fortes pra mim.

“Ok, vamos nessa!”

Mas como é um jogo de tiro “realista”, pensei:

Por mais que os inimigos sejam fortes, ninguém vai resistir a balas na cabeça, certo?

Então na primeira oportunidade que tive, descarreguei um cartucho inteiro do meu rifle bem no meio da fuça de um vilão, de perto.

Se matei o cara?

O dano que causei no “fortão” foi tão assustador… que o vilão simplesmente me ignorou.

Sério. Eu nem arranhei ele.

Foi tão ridículo que ele nem notou minha presença… quando até uma mosca consegue ser notada.

Mais uma humilhação pra conta.

Mas ok, vamos seguir o plano.

Vou me manter aqui atrás do meu amigo generoso e ficar só ganhando experiência e aprendendo o que puder.

E assim eu fiz por cerca de 2 horas.

Até que…

Lembra que joguei uma semana inteira sozinho e só fui do nível 0 pro 10?

Pois é.

Depois de apenas 2 horas andando com esse cara eu fui do 10 pro 28!

E ainda ganhei uma porrada de itens valiosos, e conquistas e afins… e… já estava conseguindo matar alguns dos terroristas fdp.

A lição aqui é clara:

Seja amigo desse cara você tamb… digo, tentar aprender e fazer tudo sozinho é demorado, custoso, e às vezes até nem vai funcionar.

Por outro lado, aprender com a experiência (verdadeira) dos outros é um atalho pro sucesso.

O grande problema…

é que o mundo está cheeeeio de falsos gurus ensinando porcarias por aí.

A cada rolagem na tela do celular surge um “novo método” de fazer algo… que já existia há 100 anos.

Eles mudam o nome pra santa-conteúdo, sexy-tangas, story-tédio e vendem como se fosse algo novo, criado por eles.

Mas não existe nada de novo no mundo do marketing e vendas.

Mudam os canais, as mídias, a tecnologia, mas é tudo a mesma coisa – com um nome mais bonito e vendável.

Por isso que eu não aprendo nada com essa guruzada de instragram.

(e de fato, nem uso instagram)

Na hora de aprender, eu vou atrás dos verdadeiros mestres.

Aqueles que realmente inventaram, décadas atrás, o que se usa hoje e vai ser usado pra todo sempre no mundo dos negócios.

É por isso que você não me vê gritando por aí que criei um novo método pra vender por email ou criar demanda.

Não mesmo.

Tudo que ensino é o que aprendi com os verdadeiros mestres do copywriting e apliquei na vida real com meus clientes ou negócios próprios.

E é esse conhecimento que vou compartilhar no novo curso que estou produzindo.

Como disse, sou old school.

Ah, e se você também joga (ou quer jogar) The division, me adicione lá: brunosam00

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A verdade sobre Tiradentes

Nunca gostei de estudar.

Na verdade, sempre odiei.

E nunca fui fã da história que ensinavam nas escolas.

Assim, eu cresci sem saber o que exatamente foi a tal da Inconfidência Mineira quem foi Tiradentes.

Mas na minha cabeça eu pensava que foi algum movimento importante no país.

E que houve até conflito armado e tal.

Era a imagem que eu tinha devido à minha ignorância sobre o assunto.

Mas aí hoje eu fui dar uma olhada pra saber o que realmente eram essas coisas.

Obviamente, eu não fiz um estudo profundo mas dei uma boa olhada e muitas histórias bateram.

Me corrija se eu estiver errado mas, pelo que entendi, a tal da Inconfidência Mineira… não foi absolutamente nada.

Tipo, um grupo da elite se reuniu pra lutar contra os impostos abusivos e declarar a independência de Minas Gerais, ok.

Mas nada aconteceu.

Por que um dos caras entregou todos os outros e o movimento não chegou de fato a acontecer.

Mas aí eu descobri que “inconfidência” significa: Revelação de segredo.

Então um dos movimentos mais conhecidos do país… não passou do planejamento. E ficou famoso por isso.

Ok, e como Tiradentes ficou famoso e ganhou feriado?

Bem, de todos os envolvidos, ele foi o único que assumiu a intenção da revolta e foi morto por isso.

(os outros eram nobres da elite que foram perdoados e mandados pra outros países)

Aí, em 1889 quando houve a proclamação da república pelos militares, eles queriam alguém pra ser o “herói” do país.

Como Tiradentes foi um militar, e morreu por um ideal de liberdade, os caras meteram ele como heroi, deram feriado e o resto é história.

Confesso que fiquei decepcionado ao descobrir a verdade.

Não quero tirar o mérito de Tiradentes, eles estavam lutando pelo ideal e ele ainda teve a coragem de morrer por isso mas…

Eu tinha outra ideia formada em minha mente sobre esse movimento tão falado da nossa história.

Mas sabe de uma coisa?

Quando você se aprofunda num tema de “conhecimento popular”, quase sempre você vai ver que as coisas são distorcidas.

Aconteceu comigo também com vendas e marketching.

Quanto mais eu me aprofundei nesses temas, mais eu vi como os “experts” que gritam mais alto são os que mais distorcem as coisas.

E não significa que o que eles ensinem não funcione…

Mas geralmente é um caminho bastante tortuoso, que força você a sempre comprar o próximo curso deles até chegar na mintoria/mastermind.

Eles não querem que você seja livre, pensante, independente.

Mas enfim.

Uma das distorções que mais me impressionou nesse mundo foi sobre fechamento de vendas.

A maioria do que ensinam por aí é focado lá na ponta, no fechamento da venda.

São estratégias e táticas pra convencer a pessoa a dizer sim na hora da oferta.

No fechamento.

E ok, nada errado com isso.

Mas a maioria dos produtos e serviços não vão converter assim logo de cara.

E foi aí que eu aprendi sobre o poder da:

Abertura de vendas.

Ou seja, sobre fazer um trabalho de pré-venda… pra tornar a venda mais fácil.

Oh boy… E como fica mais fácil.

Fácil no sentido que você não precisa escrever a melhor copy do mundo, nem fazer promessas absurdas, nem perseguir as pessoas em todos os canais até ela comprar.

Como isso é possível?

Porque ao invés de agir como um marketeiro ou vendedor tradicional que tenta empurrar seus produtos pras pessoas, você age como um amigo que está ali pra ajudar a pessoa verdadeiramente desde o primeiro momento.

Isso cria um imenso sentimento de valor e desejo na mente das pessoas, e faz com que elas naturalmente queiram comprar de você.

Com isso você também cria não apenas simples clientes, mas verdadeiros fãs propagadores do seu trabalho.

Os efeitos positivos dessa abordagem são impressionantes.

E se tudo isso faz sentido pra você, então você vai adorar o novo curso que estou cuidadosamente produzindo inteiramente sobre Pré-venda.

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100 estratégias de copywriting

Qualquer pessoa consegue escrever.

O mundo está entupido de escritores, jornalistas, redatores, editores, poetas, roteiristas e copywriters.

E a maioria esmagadora desses profissionais precisam ter outro emprego, em outra área não relacionada, para serem capazes de pagar as contas todo mês.

Por que?

Porque escrever, por si só, não dá grana.

O verdadeiro “escritor milionário” que possui as “mãos de ouro” e o “melhor trabalho do mundo” são os gurus que empurram cursos de escrita para pessoas desinformadas.

“Mas Bruno, eu não sou um escritor qualquer. Eu escrevo copy”

Sim, claro.

De fato, saber escrever copy pode lhe colocar financeiramente num nível acima de quem apenas escreve textos comuns.

Mas como saber escrever copy está indo pra você?

Está lhe levando onde você quer chegar… ou você sente que está faltando alguma coisa?

Pois é.

Saber escrever copy é muito bom.

Mas também é extremamente limitante pra sua vida.

Por que?

Porque se tudo que alguém sabe é escrever copy… esse alguém vai passar todos os seus dias de sua vida escrevendo copy o dia inteiro. De domingo a domingo. Mesmo que suas mãos não aguentem mais. Mesmo que seus olhos queimem e seu cérebro não consiga racionar direito. Mesmo que esteja doente.

Mas não é só isso.

Saber apenas escrever copy também é limitante pros resultados.

Isso por que copy só é responsável por 10% a 30% dos resultados obtidos.

O que??

Seu guru de estimação nunca lhe disse isso??

Ou… ele disse que copy é tudo?!?

Sem problemas.

Você pode acreditar no guru do instagram… ou no que Gary Halbert, John Carlton, Jay Abraham, Dan Kennedy e outros dos maiores nomes do copywriting disseram.

Ainda comigo?

Ótimo 🙂

Como dizia, apenas 30% (no máximo) dos resultados são provenientes diretamente da copy.

É também a parte mais cansativa, já que envolve o trabalho manual de escrever.

Ok. E onde se esconde os outros 70% dos resultados??

Em tudo que vem antes e depois da copy.

Ou seja: Na estratégia.

Por exemplo:

Você pode perder os cabelos tentando incansavelmente escrever as melhores copys de anúncios do mundo pra tentar baixar o custo do lead…

Ou agir estrategicamente e criar uma (ou mais) simples oferta para os leads – que reduz o custo ou até traz lucro.

Você pode passar noites em claro tentando escrever a copy mais matadora do mundo na página de venda do seu produto pra tentar aumentar a conversão…

Ou agir estrategicamente e criar demanda antes de enviar as pessoas para a página do produto.

Enfim.

Se tudo que você tem é um martelo, você vai tratar tudo com um prego.

O mesmo vale pra copy.

Se tudo que você sabe é copy, você está trabalhando apenas com a ponta do iceberg, e deixando de ter mais resultados com menos esforço.

O problema é que quase ninguém ensina estratégia por aí, não é?

Você paga 3k, 5k, 10k num curso de guru pra aprender basicamente a escrever copy e, no máximo, a fazer lançamentos.

Enfim.

É por essa razão que ontem decidi fazer algo pra ajudar.

Você deve saber que estou criando um novo curso sobre Criação de Demanda, não é?

Ele por si só, já é estratégia pura.

Mas eu resolvi ir além, e estou criando um bônus chamado: 100 estratégias de copywriting.

O objetivo desse bônus é mostrar 100 maneiras diferentes de aumentar os resultados com menos esforço – de maneira mais inteligente e menos braçal.

São estratégias ensinadas pelos grandes (e verdadeiros) mestres do copywriting que podem transformar todo e qualquer negócio – seu ou de seus clientes.

Aguarde…

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A arma do maior copywriter do mundo

Semana passada recebi um email engraçado.

Foi do Stefan Georgi, falando sobre sua crise de identidade.

(se você não o conhece, ele é um copywriter americano badalado no momento)

No email ele fala que não quer mais ser conhecido como:

  • aham aham *

“O melhor copywriter do mundo”

Ok…

Só que existem alguns pequenos probleminhas nessa declaração.

Primeiro:

Esse título foi dado por ele mesmo e pelos membros de seu próprio grupo.

Segundo:

Ele se gaba de ter vendido centenas de melhões para seus clientes – mas ele mesmo assumiu ano passado que sua “maravilhosa” copy era baseada em falsas promessas e mentiras que os produtos não realizavam.

Terceiro e mais importante:

O maior copywriter vivo do mundo hoje é Gary Bencivenga.

Quem diz isso não é ele mesmo e seus seguidores.

Mas todos os outros grandes copywriters do mundo e seu histórico de copys que mais venceram e se tornaram controles.

(controle é uma copy que vence as outras testadas contra ela)

Ah, e Gary não é um guru de internet que chegou agora e já quer sentar na janela.

Ele tem na casa dos 70 anos (ou mais) e é copywriter há décadas e décadas, desde quando tudo era feito com cartas e pelo correio.

(fica a dica aí: 99,9% das vezes, aquele que se auto-proclama o melhor em algo, nunca é o melhor de verdade)

Enfim.

Sabe qual era a principal arma que Gary Bencivenga usa pra vencer outros copywriters e criar controles?

Não é gatilhos dementais.

Não é uma estrutura mágica de conversão.

Não é nenhum hack.

Não é o design das páginas.

Não é o player de vídeo.

E Não é fazer promessas maiores (e mais mentirosas) que as anteriores.

De fato, a arma que ele usa funciona ainda melhor contra copys com grandes e absurdas promessas.

Que arma é essa?

Além de tornar seu anúncio valioso (mais sobre isso num outro email), Gary focava em usar maiores e mais dramáticos elementos de PROVA.

Por que qualquer jumento consegue fazer grandes promessas.

Mas provar que é verdade… aí é outra história.

E quando falamos de prova, não se trata de contratar redatores no workana pra escrever depoimentos falsos pro seu PLR…

Nem de meter uns prints adulterados de sua conta do Hotmartchi…

Estou falando de DEMONSTRAR que sua solução funciona.

Pois ao demonstrar que seu produto ou serviço funciona, você cria demanda.

E ao criar demanda, você faz as vendas acontecerem.

Prova e Demonstração são apenas algumas das estratégias que falarei em detalhes em meu novo curso de Criação de Demanda que está no forno.

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Como criar demanda num piscar de olhos

Esse fim de semana meu pai veio nos visitar.

O coroa mora em Salvador (a 325km) e por conta disso não nos vemos muito.

Por isso passei o máximo de tempo com ele.

Enfim.

Sábado levamos ele num barzinho/steak house (também conhecido como churrascaria) novo na cidade.

Oh boy…

Como foi maravilhoso encontrar um lugar que toca as músicas que eu ouço no meio de uma cidade onde só toca arrocha, sertanejo e afins.

Ficamos fãs da banda.

Mas antes disso, aconteceu algo interessante em nossa mesa.

O que?

Eu vi demanda sendo criada num piscar de olhos.

Veja:

Éramos 4 casais.

Eu e Priscilla estávamos decidindo o que pedir pra beber, enquanto as outras mulheres começaram a tomar cerveja com seus parceiros.

Priscilla decidiu pedir um drink (Gin Morango) enquanto eu, macho-alfa-supremo-líder-do-bando-100%-testosterona… pedi um suco de morango. SEM. AÇÚCAR.

Meu suco chegou primeiro e ninguém deu atenção.

Mas quando chegou o drink de Priscilla… a mesa toda parou pra admirar a obra de arte alcóolica servida numa taça maior que as mãos dela.

“Uauuuuu! Pri, deixa eu experimentar??” Pediu Janice, nossa amiga.

“Tome” Priscilla esticou o braço levando a pesada taça pra ela.

Janice levou o canudo até a boca… e foi amor à primeira golada.

“Gente… é bom demais! Experimentem” Ela disse pras outras meninas.

A outras experimentaram. E pediram drinks imediatamente.

Como disse, foi criação de demanda num piscar de olhos.

Elas não queriam um drink.

Mas assim que viram o drink de Priscilla, o desejo foi atiçado, e a compra foi feita.

O mesmo poderia acontecer com centenas de outros clientes… se o dono do bar colocasse uma simples foto do drink no cardápio.

E como drinks são mais caros, e têm uma margem maior… o dono faria alguns dígitos a mais no fim do mês por causa de uma simples foto.

Às vezes, criar demanda (e alguns dígitos a mais) pode ser simples assim.

É isso que vou mostrar em meu novo curso sobre Criação de Demanda que será lançado essa semana 🤞

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7 dígitos com pedras da praia

Nos anos 70, Gary Dahl fez milhões com:

Pedras.

Mas não eram pedras preciosas (eram pedras comuns).

E ele não tinha uma pedreira.

O que ele criou foi isso:

Ele basicamente vendia uma pedra como bichinho de estimação.

Bem, eu já falei sobre isso há algum tempo, e na época não fui a favor da “ideia brilhante” do cara.

Por que?

Porque eu não tinha pesquisado a coisa mais à fundo.

Mas recentemente pesquisei melhor sobre essa loucura e mudei minha opinião.

Seu criador, Gary Dahl era um copywriter quebrado que teve essa ideia maluca durante uma conversa de bar.

Agora, como ele conseguiu vender milhões de pedras a 3,95 cada – durante os anos 70?

E, mais importante, por que ninguém nunca fez isso antes???

E olha só que interessante…

Ele fez tudo isso:

  • Sem autoridade
  • Sem lançamento
  • Sem gatilhos dementais
  • Sem promessas absurdas e mentirosas
  • Sem redes fossiais
  • Sem produzir conteúdo
  • Sem mintoria
  • Sem absolutamente NADA do que os gurus dizem que você precisa

O que Gary fez foi conseguir a façanha de usar não apenas 1, mas 6 princípios de criação de demanda nesse simples produtinho.

Ou seja, ao invés de tentar empurrar…

Ele fez as pessoas quererem sua solução.

A verdade é que o Pet Rock não foi um sucesso por acaso.

Nem porque eram outros tempos e as pessoas nos anos 70 pensavam diferente.

A prova disso é que nos dias de hoje nós vemos produtos com a mesma simplicidade (mas menos genialidade) dando certo, como o slime e o fidget spinner, por exemplo.

Por que?

Porque não se trata dos pensamentos das pessoas, mas dos sentimentos.

E os sentimentos das pessoas são os mesmos desde os tempos das cavernas.

As pessoas querem segurança, diversão, relacionamentos, importância, enfim.

E esses sentimentos são as chaves pra criar demanda por seu produto ou serviço.

O Pet Rock deu certo porque foi cuidadosamente criado pra dar certo.

Como disse, Gary utilizou 6 princípios de criação de demanda num único produto.

Que princípios foram esses e como ele os utilizou sabiamente?

Eu vou falar sobre o Pet Rock e vários outros cases de sucesso baseados em criação de demanda no novo curso que estou preparando e pretendo lançar na próxima semana.

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Não olhe pra cima

Finalmente assisti esse filme.

(Não olhe para cima)

Demorei por que tinha tanta gente falando todo tipo de coisa sobre ele, que preferi esperar a poeira baixar.

Você sabe, eu não gosto de seguir as multidões.

Mas enfim.

Eu adorei o filme.

É um dos filmes mais realistas que já vi em minha vida.

É o reflexo perfeito do nosso mundo hoje.

“Sério Bruno? Não acha que exageraram um pouco não??”

Não.

Ou você esqueceu que há 2 anos um virus mortal e extremamente contagioso surgiu em Wuhan e nenhum país do mundo (exceto a Nova Zelândia), NENHUM… fechou as fronteiras pra evitar que se espalhasse e matasse milhões de pessoas.

Um meteoro, uma pandemia… é risco de fim do mundo do mesmo jeito.

Por falar nisso, o risco ainda existe.

O covid ainda está sofrendo mutações e existem países com menos de 10% da população vacinada.

Mas enfim.

O filme mostra como a humanidade está deixando de lado assuntos importantes e focando apenas em coisas superficiais.

Na prática: Temos pessoas literalmente morrendo de fome enquanto supermercados e restaurantes jogam toneladas de comida fora todos os dias… mas a pauta é o mendigo, os áudios vazados, a lacração do momento.

Mas não para por aí 🙂

Esse fenômeno do superficialismo também atingiu o mundo dos negócios.

Pra todo lado você vê empreendedores com as vendas lá embaixo mas preocupados com:

  • O design da landing page.
  • Os stories e fotos de comida que precisam publicar
  • A dancinha de hoje
  • A nova logo e identidade visual
  • As mentorias gratuitas que ele faz (sem vender nada)
  • A série de lives com 100% conteúdo
  • A qualidade e edição dos seus vídeos de conteúdo
  • O design de sua próxima publicação no insta
  • Escrever uma copy “matadora”

Enfim.

Coisas superficiais. Que geram resultados superficiais.

“Copy matadora gera resultado superficial Bruno???”

Sim, se tudo que você tiver for essa “copy matadora” e nenhuma estratégia por trás.

Até mesmo Gary Halbert já se deu mal nesse jogo quando competiu com uma copy matadora vs. um negócio estratégico de outro copywriter não tão bom quanto ele.

Gary colocou 30k pra rodar uma campanha e teve 6k de retorno. Mas achou pouco e abandonou o projeto.

O outro copywriter, botou 30k no mesmo produto, mas obviamente escreveu uma copy inferior à de Gary, e teve um prejuízo inicial de -2k.

Mas como era estratégico, ele continuou enviando cartas para o público e seus clientes e 15 meses depois ele tinha feito 15 milhões.

Ser estratégico sempre compensa.

Por isso é preciso tomar cuidado pra não surfar essa onda de superficialismo em que vivemos.

Está cheio de gente por aí vendendo “templates de 90% de conversão”, “meus modelos que fizeram múltiplos 7 dígitos”, “meu método pra fazer 10k todo mês”…

O problema é que nada disso funciona de maneira isolada.

E se funcionar, tem uma validade curta.

É como quem vive de lançamentos, por exemplo.

O cara acha que tem um negócio.

Mas não tem.

Ele não constroi ativos pro seu negócio, não constroi nada sustentável, não cultiva seus clientes, não tem recorrência e muitas vezes está a 1 lançamento errado de quebrar.

A vida de uma pessoa dessa é pura pressão, stress e trabalho 24h por dia.

Se ele tivesse um pensamento um pouco menos raso e pensasse no negócio como um todo, de maneira estratégica, ele teria uma esteira de produtos complementares, cuidaria de seus clientes, de sua lista de emails, teria recorrências e faria lançamentos apenas pra gerar picos de caixa (ao invés de ser todo o caixa da empresa).

Enfim.

É por essas e outras que vou criar algumas coisas voltadas mais pra esse pensamento estratégico.

Pra ajudar empreendedores e profissionais a trabalharem menos de maneira braçal e mais de maneira intelectual – enquanto assistem os resultados crescerem como nunca.

Sem mágica. Sem guruzices.

Apenas com planejamento inteligente (que na verdade não tem nada de inteligente, é apenas o básico de negócios que NINGUÉM faz [o básico como fechar fronteiras numa pandemia que ninguém faz])

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Copy oportunista = Clientes oportunistas

Começamos a ver uma nova série essa semana.

Se chama WeCrached.

É baseada na história real da ascensão e queda da empresa WeWork.

Até o 3º episódio, está sendo incrível.

E se você observar com atenção o personagem principal (Adam), vai ver como o cara é um mestre em criar demanda.

E como ele vendia algo que nem existe ainda, pra pessoas que nem queriam aquilo.

De fato, foi assim que ele saiu do negativo e construiu uma empresa multibilionária em tempo recorde.

O único problema, na minha opinião, é que nem sempre ele foi ético em suas ações.

De qualquer forma, você pode aprender muito observando (e não precisa repetir as coisas ruins).

Outra grande lição da série é sobre tomar cuidado com sua mensagem.

Eles falam isso de um ponto mais politicamente correto (o que eu discordo).

O meu ponto em relação a isso é diferente.

Eu aconselho ter cuidado com sua mensagem e comunicação como um todo por uma simples e importante razão:

Sua mensagem (copy) define o tipo de clientes que você atrai.

Ou seja:

Quando você faz aquelas copys “oportunistas”, baseadas em promessas absurdas, escassez absurda, facilidade absurda e coisas do tipo…

Você atrai um público oportunista.

Pessoas que querem tirar vantagem em tudo, que querem facilidade em tudo, e querem ter grandes resultados num apertar de botão.

São clientes que mais consomem suporte, mais pedem reembolso e menos geram depoimentos.

E também são clientes descartáveis.

Não espere que eles fiquem com você por muito tempo.

Basta outra oportunidade pipocar na tela do celular e eles pedirão reembolso de você pra comprar do outro.

Por outro lado,

Quando você tem uma comunicação (copy e tudo mais) baseada em valor, você atrai os clientes certos, eles se tornam fãs, e comprarão de você por um loooongo período de tempo (às vezes durante toda a vida).

Qual a diferença que isso faz na prática?

Na prática: uma empresa como a Empiricus, que arrota fazer infinitos milhões e ter uma base gigante de leads e clientes…

Foi vendida por 690 milhões – sendo 440 em grana e o restante em ações da empresa que os adquiriu.

Enquanto o Nubank, que lucrou apenas 33M no ano passado inteiro – mas tem uma base de clientes e fãs que não para de crescer – está avaliado em 31 bilhões.

Parece que tratar bem seus clientes, falar a verdade e criar demanda, compensa mais (em todos os sentidos) do que escrever a “melhor copy do mundo”.

Pense nisso.