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Instragaram tudo

Chegou aquele dia do mês…

Em que deu problema com uma rede social…

E dezenas de gurus que NÃO usam email – vão tentar lhe empurrar cursos de como usar email para fazer negócios 🙂

Você já deve ter recebido algum, não foi? he he

Pois é.

Hoje o instagram deu um bug e bloqueou milhares de contas e deletando os seguidores dos influenciadores.

Imagine o inferno pra quem depende do insta pra negócios.

Mas fica o alerta pra algo que eu sempre digo por aqui:

“Nunca construa seu negócio no terreno dos outros”

Apesar de eu não gostar, eu acho válido sim você usar as redes fossiais pra fazer marketcheng…

O GRANDE problema é quando você usa a rede como base de seu negócio.

Poxa, hoje quase ninguém usa mais site, só mandam as pessoas por seus perfis sociais.

Aí é brincar com fogo.

Porque nenhuma rede social é sua. Seus seguidores não são seus. Você não pode nem exportá-los pra outro lugar.

E quando dá merda como hoje – e está dando muita merda ultimamente – aqueles que dependem das redes se ferram feio.

Sem contar que o alcance e engajamento está cada vez pior, e pior…

Enfim.

Se você quer fugir dessa armadilha das redes fossiais e usar email pra construir uma base sólida em seu negócio (ou de seus clientes)…

Uma base que permite gerar múltiplis 5 ou 6 dígitos por mês (a depender de sua lsita e produtos)

E quer aprender a fazer isso com alguém que vende por email todos os dias há anos…

Comece por aqui:
https://www.brunosampaio.com/1emailpordia

(se quiser algo mais avançado, é só pedir)

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A falsa sofisticação do mercado

Uma dia desses me deu insônia.

Levantei e fui pro sofá assistir alguma coisa.

Comecei a ver uma série sobre os esportes e sua história na humanidade.

Bem interessante.

Por que uma das histórias foi sobre uma tribo primitiva da Etiópia.

Tão primitiva, que eles ainda andam nus e seguem as tradições milenares de suas tribos.

Zero tecnologia e costumes da “vida moderna”.

Porém, aqui que a coisa fica interessante. Adivinha o que esses seres humanos primitivos estavam fazendo??

Bem, as mulheres eram vaidosas, se maquiavam e se enfeitavam para se sentirem mais bonitas – e conquistarem os homens.

Os homens lutavam por poder, status na tribo, e pra conquistar as mulheres.

As tribos faziam comércio entre si.

Todos procuravam cuidar de sua saúde, comer, morar bem e se entreter.

Todos tinham o sonhos e ambições de uma vida melhor do que aquela.

Pois é.

Consegue ver qual a diferença desses humanos primitivos pra nós humanos modernos?

Está bem ali diante de seus olhos.

A grande diferença é:

…?

…?

Exatamente

NENHUMA.

Milênios passaram, as pessoas mudaram a maneira como vivem e o ambiente ao seu redor…

Mas os desejos e necessidades que movem o ser humano continuam os mesmos.

(e sempre vão continuar)

Por que estou lhe dizendo isso?

Porque tem guru por aí dizendo que o mercado sofisticou, o mundo mudou e as pessoas mudaram, e que você não deve estudar copys com mais de 2 anos por que tudo mudou, e blá blá blá..

Como se você precisasse aprender “a nova maneira” de fazer marketcheng (que obviamente termina num novo curso/objeto brilhante deles que não passa de uma velha estratégia com uma nova e bela embalagem).

Mas não caia nessa.

As pessoas mudaram sim – mas apenas superficialmente.

Apenas a maneira como vivem e seu ambiente.

Mas por dentro é tudo igual.

As emoções que movem o ser humano continuam as mesmas:

Certeza/conforto
Incerteza/variedade
Status/importância
Amor/conexão
Crescimento/desenvolvimento
Contribuição/propósito

E é pra elas que você deve direcionar suas copys.

E quanto à sofisticação do mercado, ela também não é sobre as motivações das pessoas – mas sobre as copys repetidas que fazem por aí.

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Ela fez 18k com 22 emails 😍

E nem era copywriter.

Pois é.

Eu estava aqui escrevendo sobre Bárbaros, quando chegou ess mensagem de uma aluna:

Oi Bruno, tudo bem? Passo aqui pra te dar um retorno: 10 vendas. Assim que tivemos esse resultado, a sócia resolveu inscrever 600 nomes de alunos atuais que ela tinha no cadastro… Devemos trabalhar essa lista em separado (após confirmar inscriçoes na lista) para vender o mesmo produto depois da eleição/feriado, vamos ver.

Só pra você entender melhor:

Ela fez 10 conversões de 1.800 cada.

O que dá aproximadamente 18 mil reaus.

Nada mal, hein?

Especialmente quando você ouvir o resto dessa história incrível 🙂

(lembra que eu sempre falo que contexto é tudo?)

1- Essa foi a PRIMEIRA campanha de emails que ela escreveu na vida.

Antes disso, ela nunca escreveu uma campanha de vendas por email na vida.

Sabe por que?

Porque…

2- Ela não era copywriter

Ela vem do mundo das artes e praticamente começou nesse mundo de copy através de meu curso de email copy.

3- Nada estava a seu favor

A lista estava zoada. Teve migração de plataforma. O cliente tinha nem presença digital (nem a mentalidade certa). O que dificultou MUITO.

4- Até eu duvidava

Devido ao tamanho das dificuldades e da quantidade de coisas contra ela (sou sempre sincero com meus alunos).

Mas ainda assim…

5- Ela fez os 18k apenas com 22 emails… e nada mais. A custo zero.

Sem conteúdo.

Sem super conteúdo.

Sem vídeo.

Sem lançamento.

Sem live.

Sem nada além de 22 emails (alguns deles de “lembrete”) e a página do curso (que por sinal estava básica) pra converter um ticket médio/alto de 1.8k

Isso é copy raiz e estratégia.

Baseada em princípios – não em guruzices.

Enfim.

Se você tem uma lista (ou audiência) e gostaria de ter minha ajuda pra conseguir resultados como esse nos próximos 30 dias…

Ou…

Se você é copywriter e quer aprender a trazer resultados como esse para seus clientes em 30 dias…

Me envie um email e vamos conversar 🙂

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Pequenas audiências Grandes negócios

Hoje demorei por que estava na oficina.

No início era um barulhinho quando passava no quebra-mola.

Mas eu sabia que era mais sério.

Sò que na minha cabeça, era sério so tipo, 600… 800 platas??

O mecânico pegou o carro, saiu pra dar uma volta. Voltou, chamou um ajudante pra olhar. Chamou outro ajudante pra confirmar…

E de repente, lá vem ele com uma lista de peças no valor de:

1200 conto.

Wow.

Ok… estourou um pouquinho. Mas ok.

“Vamos fazer”

Mas quando o cara mandou levarem o carro, um dos mecânicos voltou dizendo que não dava pra fazer o serviço.

??

“A roda tá travando.” Ele disse.

“Travando?? Eu vim digirindo o carro de casa, meu senhor.”

Aí ele levantou o carro no elevador e mandou eu girar a roda.

A miserável estava travando mesmo.

O problema beeeeeemmm maior do que pensei.

E lá fui eu (com o cú na mão pra roda não travar de vez) pro cara que conserta direção.

Chegando lá?

Outra lista.

E outro valor:

3.100,00

Engoli a saliva à seco.

“É… vamos fazer.”

E nessa brincadeira passaram 5 dias pras peças chegarem e…

Uma nova listinha de peças que subiu a conta pra:

4.000 platas.

E não, não fui tapeado.

De fato, saiu até bom o valor – comparado ao que foi feito.

Mas que desanima passar o cartão pra isso, ah desanima.

Porém, existe uma lição nisso.

Qual?

Que aquele seu cliente de 600 platas… é a pessoa que pode se tornar o cliente de 4k. E depois de mais 200 pratas pra alinhar, balancear e afins. E depois de mais 1.6k de pneu. Enfim.

Tudo isso num curto intervalo de dias.

Digo isso por que muita gente no mercado brasileiro foca a maior parte de seus esforços em trazer novos clientes…

…Quando a verdadeira grana está em vender pra que já é cliente.

Sem contar que é absurdamente mais fácil converter que já disse sim pra você antes.

E essa é a chave pra fazer grandes negócios com pequenas audiências:

Criar vários produtos pro mesmo grupo de clientes.

Foi assim que essa lista bateu os 6 dígitos com apenas centenas de pessoas.

E quando olho no histórico de meus clientes, vejo que alguns adquiriram 3, 4, 5, 6, até 7 produtos diferentes – de diferentes tickets – ao longo de 8 meses em média.

Pois é.

Tudo isso usando apenas 1 email por dia e…

Criando minha teia de ofertas.

Exatamente como ensino nesse treinamento aqui:
https://www.brunosampaio.com/criacao-de-ofrts

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Artigos Copywriting

O copy pôney de 1 truque só

Sábado faremos uma festa de Halloween com os amigos.

No passado, eu nunca curti festas.

Pelo contrário.

Barulho. Bagunça. Eca…

Só queria ficar no meu sofá assinstindo Jaspion 😉

Mas com o passar dos anos, aprendi que o melhor da vida são os momentos felizes que passamos com quem amamos.

E hoje eu vejo uma festa como um desses momentos.

Porém, também aprendi que não precisa ter uma ocasião especial pra aproveitar o tempo com quem se ama.

Todo momento deve ser um momento especial.

Desde um café da manhã em família, a um simples jogo de baralho com os amigos.

A vida passa rápido demais.

E me corta o coração ver tanta gente desperdiçando seu tempo grudadas num telefone.

Mas enfim.

Se você também é do tipo que quer passar mais tempo vivendo do que preso no computador escrevendo copy…

Aqui vai um conselho:

Não seja um copy pôney de um truque só.

O que é isso?

É aquele copywriter que só sabe fazer 1 coisa.

Na maioria das vezes, lançamentos.

E quando o cliente pede pra esse copywriter fazer qualquer outra coisa, como uma recuperação de clientes ou campanha de email, por exemplo… ele trava.

E corre pros grupos pra pedir templates.

Isso acontece por 2 razões.

Primeiro por que, pelo feedback que tive de dezenas de alunos das formações de copy brasileiras… parece que as formações não formam de verdade.

Parece que ao invés de ensinar copywriting, seus princípios e como aplicá-los a qualquer situação – os gurus ensinam o básico de copy e… lançamento.

Como se lançamento fosse tudo.

Então os copywriters saem com um certificado debaixo do braço, achando que estão arrasando, mas quando chegam no mundo real descobrem que não sabem porra nenhuma.

A segunda razão pra isso acontecer, é por que muitos copywriters passam o dia aprendendo truquezinhos de copy no instagram… ao invés de aprender os fundamentos de copy e marketing e como aplicá-los no mundo real.

E isso basicamente é o que cria os copy pôneys de um truque só.

O problema de ser um copy pôney?

Você não consegue crescer na carreira, nem na conta bancária.

Pois como disse num email anterior, o caminho pro crescimento de um copywriter costuma ser:

Criar o próprio negócio – ou se tornar sócio de algum(s) negócio(s).

E é impossível chegar nesse ponto sendo um copy pôney de 1 truque só.

Mais impossível ainda quando seu único truque é lançamento… e lançamentos estão morrendo.

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Artigos Copywriting Vendas

Onde copywriter chora e mamãe não vê

Apesar de alguns gurus arrotarem por aí que:

“Copywriting é a habilidade dos melionários”

Na mundo real, 99,9999999999999999% dos melionários de verdade não sabem copywriting.

Pois é.

Mas não me entenda mal.

Não estou dizendo que copy não tem seu valor.

Só quero abrir seus olhos pro mundo real, fora dessa bolha dos gurus digitais.

Por exemplo:

Sabe qual é a habilidade que os 99,9999999999999999% ricos tem em comum?

O oposto de copywriting.

Sim.

Qual o oposto de copy?

Negociação e fechamento de clientes.

Por que isso é o oposto de copy?

Porque copy funciona da seguinte forma, como descrito pelo grande David Ogilvy:

The more you tell, the more you sell.

Ou seja: Quanto mais você fala, mais você vende.

E é dessa forma porque copy é um canal de comunicação de via única. Onde só um dos lados fala (você).

Sendo assim, você precisa falar tuuuuuuudo que tem pra falar em uma tacada só pra tentar fechar o cliente.

Só que a vida não é feita só de textos e vídeos, não é?

Na hora de fechar contratos de serviços, parcerias, investidores, sociedades ou patrocínios, por exemplo, você precisa falar com as pessoas.

É aí onde o copywriter chora e a mamãe não vê.

Pois nesse momento sua habilidade de copy mais atrapalha do que ajuda.

Mesmo que a conversa seja por texto… sua habilidade de copy é inútil. Experimente mandar um textão numa reunião e veja o que acontece.

No mundo das negociações, a coisa funciona ao contrário.

Aqui, quanto menos você fala – mais você vende.

Um bom negociador/fechador fala apenas 20% do tempo.

Ele apenas faz as perguntas certas, na hora certa, e induz o próprio prospecto a querer comprar.

Ele controla a conversa do início ao fim, e demonstra seu valor de uma maneira que lhe permite cobrar mais, e entregar menos.

Negociação é a habilidade que faz isso.

Um copywriter que não sabe negociar e fechar clientes, vive 100% do que os outros estão dispostos a oferecer por seu trabalho.

Que normalmente é: Muito trabalho e pouco pagamento.

E não se engane.

Isso não vai mudar com um portfolio de 7 dígitos.

Só vai mudar quando o copywriter aprender a se impor e demonstrar seu valor.

Palavra de quem viveu de migalhas por anos – por não saber negociar e fechar clientes.

Se quiser aprender a habilidade dos melionários de verdade, hoje a noite (20h) sai meu novo treinamento sobre negociação e fechamento de clientes.

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Artigos Copywriting Vendas

Como cobrar mais e entregar menos

Pouca gente sabe mas…

Aprender a negociar e fechar clientes vai muito além de uma habilidade.

Quando você entende a coisa de verdade, percebe que é uma filosofia.

Ou seja:

É literalmente uma maneira de viver.

Você passa a ver o mundo de um jeito diferente.

Como Neo quando enxergou a matrix pela primeira vez, você começa a ver que TUDO depende de negociações entre pessoas e empresas…

E sente na pele o quanto saber negociar e fechar vendas lhe torna uma pessoa melhor, mais confiante e forte pra enfrentar o mundo lá fora.

Por exemplo:

Um dos erros mais comuns de copywriters e prestadores de serviços é…

Cobrar pouco e entregar muito pro cliente.

Até mesmo profissionais experientes – com anos de estrada – ainda fazem isso.

Por que?

Internamente – por falta de confiança em si mesmo. Medo de perder o contrato. Pela síndrome do impostor. Por auto-depreciação. Comparação com o mercado.

Externamente – por falta de habilidade em negociar e fechar clientes.

Tudo isso junto faz o profissional se atolar em trabalho em troca de uma quantia injusta.

Essa situação é ótima pro cliente final… mas pro profissinal? É o inferno.

Muito trabalho e pouca grana é o caminho certo pro burnout, desgosto com a carreira, síndrome do impostor e outros males.

A única maneira de combater isso?

Não é melhorando sua habilidade de copy.

Nem sua habilidade de qualquer que seja sua área de atuação.

A solução é aprender a negociar e fechar clientes.

Mas não aprender técnicazinhas de gurus do linkedin ou youtube.

Estou falando de aprender uma filosofia de vendas que primeiro prepara você (a pessoa), pra depois torná-lo um bom fechador de negócios.

Que ao invés de decorar falas e scripts, prepara você pra lidar com qualquer tipo de cliente em qualquer tipo de situação (pessoalmente, whatsapp, telefone, zoom, etc.)

É assim que você cresce internamente e se torna capaz de cobrar mais – e entregar menos trabalho.

É assim que você sai da briga por horas ou quantidade de trabalho, e entra no mundo do valor.

Enfim.

Graças a essa filosofia é que enquanto muitos copywriters precisam escrever um lançamento inteiro (emails, landing page, vídeos cpl, VSL, ads, whatsapp e posts) por 3k a 5k, por exemplo, eu recebo os mesmos 5k pra escrever apenas emails e nada mais.

Isso só é possível por que eu sei o meu valor e sei como convencer os outros disso.

Se você também quer aprender a aumentar seus preços e trabalhar menos, não perca meu novo treinamento que sai amanhã.

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Artigos Copywriting Vendas

O script perfeito

Meu cachorrinho estava mal.

Com as plaquetas tão baixas que não faltava muito pra ter hemorragia interna e partir pro céu dos cachorros.

Mas apesar da correria do casamento (mais sobre isso em emails futuros), conseguimos cuidar dele.

A questão é que, quando tem um problemão pra resolver, você quer logo uma solução suprema.

1 único remédio pra curar tudo.

1 estratégia definitiva.

1 script perfeito.

O problema é que… isso não existe.

Quando se trata de doença de cachorro, por exemplo, você precisa examinar os sintomas, levantar hipóteses e fazer uma bateria de exames e testes pra sair eliminando o que não é até descobrir o verdadeiro problema.

E quando se trata de scripts de negociação e fechamento… aí é que não existe script perfeito mesmo.

Por que?

Porque cada venda é única.

Cada pessoa com quem você conversa, é única.

Além disso, existem 4 tipos básicos de personalidades… E cada um é único.

Na prática, isso significa que se usar um script focados em resultados, por exemplo, você vai agradar o tipo de personalidade 1… mas repelir totalmente o tipo 4.

Sem contar que usar um script deixa você robotizado. Falso. E muitas vezes torna a conversa tão estranha que o prospecto não vai querer fechar com você.

De novo, tudo isso acontece por que cada conversa é única.

Cada pessoa é única.

“Ah Bruno, então quer dizer que eu preciso ser um gênio e criar um script diferente pra cada situação possível”

Claaaaaaaaaro que NÃO.

Não é sobre scripts.

É sobre pessoas.

O que você precisa fazer é entender como cada personalidade age, e falar a língua dela.

E quanto menos script você usar, mais natural você será e mais fácil você vai conduzir a conversa.

Mas não me entenda mal.

Scripts não são ruins.

Porém, eles devem ser usados apenas como guia geral pra conduzir a conversa. Não como mapa do tesouro.

Pois o mais importante não são os scripts.

Nem mesmo seu serviço ou produto (outro grande erro de principiante).

É sempre sobre PESSOAS.

E sobre ouvir, entender e guiar as pessoas de uma maneira que faça sentido pra ELAS.

Seu produto ou serviço é apenas um caminho, não um fim (outro grande erro).

Enfim.

Se quiser aprender sobre os diferentes tipos de personalidades, como identificá-las e mais importante – como vender pra cada um deles sem scripts engessados…

Então você vai adorar meu novo treinamento que sai amanhã 🙂

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Como fazer o cliente implorar por você

Taí algo que não se vê todo dia, né?

Clientes implorando pra trabalhar com alguém??

Na prática, o que mais se vê é o contrário:

Profissionais perseguindo clientes e abrindo mão de sua dignidade (e lucro) pra conseguir um mísero sim.

Mas sabe por que isso acontece tanto?

Por causa do que ensinam por aí sobre \/endas.

Eles ensinam:

Que o cliente tem sempre razão.

A agradar a todo custo.

A decorar um script e fazer uma apresentação maçante.

A combater objeções com frases estúpidas.

A enrolar na hora de dizer o preço.

A insistir e ser chato.

A mentir e manipular.

A falar mais e ouvir menos.

Enfim.

É por causa desse comportamento que os prospectos fogem dos profissionais.

Por outro lado…

Quando o profissional aprende a negociar de maneira diferente…

A ouvir mais do que falar.

A fazer as perguntas certas na hora certa.

A se posicionar como um expert que escolhe com quem trabalha.

A usar a verdade.

E a cobrar mais caro com confiança…

O jogo se inverte.

E de repente, o cliente começa a perseguir o profissional pra trabalhar com ele.

Exatamente como acontece no mundo amoroso.

Ninguém gosta daquelas pessoas fáceis que ficam em cima pressionando pra sair com você.

Mas todos correm atrás dos pretendentes difíceis que ignoram você.

Negociação é sedução.

Mas ao invés de flores e chocolates, nós usamos perguntas pra seduzir os clientes e fazê-los se vender pra nós.

Fazer as perguntas certas é a chave pra fechar clientes.

Fazer as perguntas erradas é cavar a própria cova profissional.

Se quiser aprender a fazer as perguntas certas – que fazem os clientes se venderem pra você – então não perca meu novo treinamento que vai ao ar nessa quinta-feira.

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Mais copy = Menos dinheiro

Ontem comecei a ver a série sobre o Spotify.

Só assisti o episódio 1 mas já recomendo sem pensar.

Por que?

Porque nessa série eles estão contando toda a história.

Se você pesquisar sobre o criador do spotify, vai encontrar que ele é um gênio programador que criou um app de música e revolucionou o mundo.

Ok…

O grande problema é que existe uma infinidade de acontecimentos no meio de tudo isso.

E eu gostei da maneira como eles mostram isso.

E uma das coisas que fica claro desde o início, foi que:

O Daniel Ek era um gênio da informática a frente do seu tempo.

Mas somente essa habilidade em programação não foi suficiente pra levar ele muito longe.

No fim das contas, o que mais pesou na vida dele foi a habilidade de negociar.

Por que não basta programar…

Nem escrever copy…

Nem compor uma música…

Nem pintar uma obra de arte…

Qualquer pessoa com dedicação consegue fazer isso.

A verdadeira riqueza não está em produzir o trabalho – mas sim em vendê-lo.

Ou seja:

Escrever copy não vai lhe levar a lugar nenhum – se você não souber como fazer as pessoas pagarem bem por seu trabalho.

(e pelo amor de Deus, não pense que você vai esfregar um portfolio na cara dos clientes e convencê-los a lhe pagar bem só por causa disso)

É por isso que me frustra ver tantos copywriters trabalhando em projetos ruins – que passam o dia estudando mais copy.

Tudo por acreditar que pra ganhar mais, eles precisam aprender mais segredos de copy.

Isso os leva a desembolsar grandes quantias em cursos, mentorias e eventos – que no fim só os deixam mais pobres.

Enfim.

Aprender mais copy quase sempre NÃO É a solução.

Mas aprender a vender sua copy a preços mais altos é a maneira mais rápida e garantida de escalar seu negócio e ganhar muito bem.

Tudo isso será ensinado em meu novo treinamento que sai em alguns dias.