Categorias
Artigos Copywriting

Ogilvy aprendeu copy com ELE

Se você ler as histórias de grandes nomes que se destacaram em sua área…

Vai ver que praticamente todos eles tiveram um grande mestre por trás.

Um mestre, ou mentor, ou guia, enfim. Alguém que os ajudou a se desenvolver de alguma forma.

Bruce Lee teve o Yip Man.

Mark Zuckerberg teve Sean Parker.

Michael Jordan teve Dean Smith, Howard H. White, Tim Groover e outros.

Neo teve Morpheus ;p

E David Ogilvy, um dos maiores publicitário de todos os tempos, dedica muito do que aprendeu sobre copywriting a ninguém menos que Gary Halbert – o Príncipe do impresso (como ele se entitulava).

Ogilvy era diferente da maioria dos publicitários – que só pensavam em criar campanhas que chamam atenção e ganham prêmios – mas não se importam com as conversões. Ogilvy queria sim que suas campanhas fossem admiradas e elogiadas – mas acima de tudo, que seus clientes tivessem grande retorno financeiro.

Pra isso, enquanto os publicitários comuns ficavam com a bunda na cadeira, tentando ser criativos, engraçados e inteligentes em suas campanhas – David fazia o oposto e seguia os princípios do marketcheng de resposta direta.

Graças a esses princípios (muitos dos quais ele aprendeu com Gary), Ogilvy foi capaz de criar alguns dos anúncios e cartas mais famosos da história – como a carta do Rolls Royce.

Que princípios são esses?

São templates matadores? Mecanismos únicos? Big Ideas? Sexy tangas? Fórmulas de 7 dígitos? Hein? Hein??

Não senhor.

Gary nem mesmo mencionava esse tipo de coisa.

De fato, quando se tratava de princípios para o sucesso, nosso mestre quase sempre seguia um caminho totalmente diferente do que pregam por aí.

Um belo exemplo disso foi mostrado no email de ontem.

Outro exemplo é o que Gary considerava o princípio número 1 pra escrever boa copy.

Segundo ele, a maioria dos copywriters agem como publicitários. Passam o dia inteiro tentando ser criativos, tentando ser inteligentes, lutando pra ter alguma inspiração divina que faça surgir a copy em suas cabeças.

Gary considerava essa uma maneira burra de tentar escrever copy.

Pra ele, o que realmente separa um copywriter de primeira classe de um copywalter qualquer não é nada misterioso.

De fato, é algo bem simples.

Tão simples que se resume a 1 único ingrediente.

Que ingrediente é esse?

A disposição de se tornar intimamente envolvido com as pessoas de seu mercado.

E isso, você jamais vai conseguir sentado o dia inteiro pensando no que escrever…

Nem usando chatGPT…

Muito menos copiando as copys de seus concorrentes…

Não mesmo.

A única maneira de descobrir o que realmente se passa nas mentes e corações das pessoas é vivendo com elas. Conversando com elas. Interagindo com elas. Aprendendo com elas. Ouvindo elas.

Por que é tão importante ser íntimo do seu mercado?

PORQUE TODAS AS RESPOSTAS DE SUA COPY ESTÃO NO SEU MERCADO

Não estão em sua cabeça.

Nem no chatgpt.

Nem no grupo de seus coleguinhas copywriters.

Todas as respostas estão no mercado. Nas pessoas.

Não por acaso esse é o princípio número 1 de Gary.

Quanto mais você se tornar íntimo de seu mercado, mais fácil será escrever suas copys – pois elas praticamente se escreverão sozinhas!

Sim, o próprio mercado (pessoas) vai lhe dar as melhores histórias, as melhores ideias, os melhores ângulos, e tudo que você precisa pra vender pra eles.

Ou seja: Se você olha pra tela e não sabe o que escrever, ou não consegue ter ideias, ou não faz ideia de que direção seguir com sua copys – você claramente não está seguindo esse princípio.

Agora, por que Gary dizia que fazer isso é o que separa grandes copywriters dos amadores??

Porque de fato, só os grandes fazem isso.

Eu sei porque é comum pegar copys, até mesmo de meus alunos, e ver que o texto está superficial, sem conhecimento profundo do que está sendo dito.

Mas enfim.

Será que vale a pena ter todo esse trabalho de se tornar íntimo do mercado?

Bem, David Ogilvy seguiu esse conselho antes de escrever sua famosa carta do Rolls Royce.

Depois disso?

Ele seguiu o processo de Gary pra escrever cartas de vendas, e escreveu a carta sobre o carro.

O mais interessante é que essa carta é literalmente o material resultante do processo de Gary. Chega a ser estúpido de tão simples, quando você vê a “mágica” sendo feita.

O resultado dessa carta?

Ela simplesmente vendeu TODOS os Rolls Royces que existiam no estoque de TODOS os Estados Unidos.

Pois é.

Acho que essa intimidade compensa um pouco.

E se você olhar pra carta, vai ver que apesar de brilhante, ela é extremamente simples.

Como disse, ela é literalmente o resultado do processo de escrita de cartas que Gary ensinava (e usava pra escrever suas próprias cartas).

Olhando pra trás, lembro que as melhores cartas que escrevi na vida foi , “coincidentemente”, as que eu segui esse processo.

E é por isso que decidi mostrar todo esse processo em detalhes em um dos Bônus do compliado de lições de Gary Halbert que estou criando 🙂

Categorias
Artigos Copywriting

Segredo #1 de Gary Halbert

Oh boy…

A julgar pela quantidade e intensidade das respostas do email de ontem, acredito que nossa jornada em busca dos tesouros perdidos de Gary Halbert vai prosseguir 🙂

Iupiiiiii

Então não vamos perder tempo, não é?

Pois bem.

Gary não era apenas o melhor copywriter do mundo, ela também era provavelmente o melhor consultor de marketcheng do mundo, e praticamente todas as grandes empresas de mkt direto e infoprodutores (do mundo offline e os pioneiros da internet) da época pagaram enormes quantias pra ouvir os conselhos de Gary.

(inclusive, foi Gary quem inventou o hot seat – pra fazer consultorias em grupo)

Depois de desembolsar uma bolada, os clientes chegavam na consultoria esperando ouvir algumas táticas, estratégias e dicas super avançadas de Gary…

…mas não era isso que nosso mestre fazia.

Não mesmo.

Pois o foco dele não era impressionar o cliente, mas sim ajudá-lo de verdade.

Então o que Gary fazia?

Ele sempre começava usando seu segredo número 1.

Na maioria das vezes, esse simples (mas ignorado) segredo já era capaz de trazer um aumento significativo nas conversões da campanha.

Algumas vezes até… dobrar os números.

Veja: Na época, essas campanhas eram offline. Feitas com cartas de papel enviadas pelo correio. E a primeira coisa que Gary fazia, antes mesmo de olhar a copy do cliente, era pedir pra ver o material da campanha. Ou seja: as cartas, o envelope, o selo, e tudo mais que era enviado pelos correios.

Por que?

Pra ver se o cliente não estava cometendo um erro básico mas prejudicial às conversões (até hoje).

Que erro é esse?

É enviar uma campanha de marketcheng… que parece uma campanha de marketcheng.

É escrever copy… que parece copy.

É agir como um marketeiro tradicional, que tem a fama de enganar e manipular pra conseguir o sim.

Na época das cartas, eles enviavam envelopes repletos de imagens e textos grandes e coloridos. Dentro do envelope as cartas também eram repletas de imagens e textos que faziam tudo aquilo parecer um punhado de panfletos chatos.

Qual o problema disso?

Com o passar dos anos, o povo se acostumou com essa panfletagem. Então, quando chegavam em casa e pegavam a pilha de correspondência na caixa do correio, as pessoas automaticamente separavam o que era correspondencia de verdade e o que era panfletagem. A correspondência era colocada em cima da mesa e o que era considerado panfletagem ia direto pra lata do lixo.

Gary chamava isso de Pilha A vs. Pilha B (pilha de correspondências).

E o segredo número 1 do nosso mestre era simplesmente pegar as campanhas que era eram vistas como pilha B (panfletagem) e transforma-las em pilha A.

O que é pilha A?

É uma mensagem pessoal.

Logo, Gary mandava o cliente jogar tudo aquilo fora e, ao invés, usar um envelope branco normal, com selo normal, e preenchido de maneira pessoal (sem imagens e textos por fora). Por dentro, as cartas iam da mesma forma, em papel simples e em formatação pessoal, como se fossem enviadas por um amigo.

A questão é, ainda que as cartas não tivessem sido enviadas por um amigo, elas PARECIAM pessoais, e isso proporcionava uma abordagem diferente dos outros. Uma abordagem mais íntima, amigável, respeitável. Uma abordagem que valia a pena ser ouvida.

Por essa razão, essa simples mudança fazia as pessoas abrirem as cartas, lerem as cartas, e comprarem os produtos nelas anunciados.

Pergunta: Você acredita que esse conselho ainda é válido hoje em dia?

Eu diria que é ainda mais válido do que naquela época.

Olhe ao seu redor, veja as dezenas de anúncios que bombardeiam você todos os dias e me diga: Quantos deles parecem anúncios… e quantos parecem uma mensagem pessoal?

Pois é.

Olhe também pra sua própria copy. Ela parece com as copys dos outros? Contém expressões que os outros usam (como virada de chave, semana do sei lá o que, etc…)? Ela parece uma copy ou uma mensagem pessoal?

Enfim.

A realidade do mercado é que maioria é apenas mais do mesmo.

Copywriters literalmente copiando uns aos outros de maneira quase incestuosa. Enquanto produtores perdidos seguem os conselhos toscos de gurus e seus métodos mirabolantes.

Tudo isso cria um ambiente poluído com panfletagem digital.

O que é péssimo pras pessoas…

Mas excelente pra aqueles que se dedicarem a fazer diferente.

Gary sempre deixava claro que copy de alto nível nunca foi sobre empurrar produtos de goela abaixo usando gatilhos, loops e outras tosqueiras.

Pelo contrário.

Pra ele, copy de alto nível sempre foi escrever de uma maneira simples, amigável e calorosa, que GUIA as pessoas em direção à solução. Copy que ao invés de empurrar, atrai. Copy que transforma desconhecidos em clientes, e clientes em verdadeiros fãs.

Categorias
Artigos Copywriting

Curso de copy não autorizado de Gary Halbert

Finalmente assistimos o último episódio de:

The Last of us.

Não sei você, mas essa série entrou pra minha lista das melhores de todos os tempos (até aqui).

O que mais me impressiona (eu sei que já disse num email anterior mas tem uma lição aqui) é como a série é simples – em cenário e tecnologia – mas profunda nas histórias.

E é isso que prende as pessoas.

Histórias simples mas profundas, com as quais nos identificamos, nos conectamos, nos imaginamos naquela situação e nos comovemos.

Isso vale pro mundo das séries mas também pro mundo do copywriting.

Por acaso (ou não), essa semana voltei a estudar o material de Gary Halbert.

Gary, caso você não saiba, foi considerado por muitos o maior copywriter de todos os tempos.

As coys dele não são como essas tosqueiras que se vê hoje em dia. Não mesmo. As palavras de Gary soam como música em seus ouvidos. Cada carta é uma verdadeira obra prima da escrita.

Por exemplo:

Uma vez, depois de sofrer num relacionamento degradante, Gary separou. Como solteiro, ele saiu com várias mulheres diferentes, em busca de alguém que valesse a pena dividir a vida. Mas essa mulher nunca apareceu. Então o que Gary fez pra encontrar a esposa dos sonhos?

Ele escreveu uma carta de vendas… sobre ele mesmo 🙂

Verdade.

Ele escreveu a carta e rodou o anúncio num jornal de Los Angeles.

O resultado?

1- O anúncio foi tema de discussão na maior rádio de Los Angeles 5 vezes.
2- Gary recebeu 2 propostas pra escrever um livro sobre isso
3- Recebeu 2 propostas pra escrever um filme sobre o anúncio
4- Recebeu cartas e teve encontros com as mulheres mais lindas de LA
5- Depois de cansar de sair com as mulheres do número 4, Gary encontrou uma ruiva que se tornou o amor de sua vida
6- Foi chamado pra uma entrevista na televisão
7- E foi pago pr escrever um anúncio sobre o próprio anúncio

É mole ou quer mais?

Enfim. Gary era um gênio do marketcheng e do copywriting que contribuiu imensamente pra essa área, mas infelizmente (na minha opinião) seus filhos não estão sabendo cuidar do legado do pai da maneira devida.

A obra de Gary é um tesouro antigo. E assim como tal, merecia estar em exibição para apreciação das pessoas de todo o mundo.

Mas por que estou dizendo isso?

Por que ontem tive a ideia de fazer algo louco.

Algo como…

O curso de copywriting não autorizado por Gary Halbert??

A ideia seria compilar algumas das maiores lições, estratégias e ensinamentos de Gary sobre copy, mkt e negócios – pra você aprender com um copywriter de verdade, ao invés de com um trambiqueiro do instagram 🙂

Enfim.

Minha pergunta é:

É algo que lhe interessa?

Responda esse email me dizendo.

Categorias
Artigos Copywriting

“Vai acabar com sua saúde mental” Mas eu queeeeero.

Esse é um daqueles momentos pra refletir:

O que você realmente quer pra sua vida?

Sério.

Você.

.

Baseado no que você sente, no que você sonha. Não no que você vê nas redes fossiais nem no que os outros dizem que você precisa ter, fazer ou ser.

Pergunto isso por que acredito que esse mundo digital está acabando com a individualidade, enquanto espalha alienação como uma doença.

Veja:

Acabei de ver um print de alguém reclamando que participou de processos de seleção pra empresa X (uma conhecida no mercado), mas nunca foi aceito por não atender os requisitos.

Aí o candidato indignado foi reclamar com o CEO, que fez um post explicando.

Sabe o que o próprio CEO disse?

Que o cara devia agradecer por não ter sido aceito, pois se ele não bate com a cultura da empresa, entrar lá vai acabar com a saúde mental dele.

Pois é.

O cara está literalmente dizendo que é loucura e que vai acabar com a vida do sujeito.

Mas o tal candidato está tão alienado com o que vê nas redes fossiais, que quer entrar de qualquer jeito pra ter sua saúde mental destruída.

Porém…

Eu tenho CERTEZA que não é isso que ele quer.

E tenho certeza que ele não duraria nem 2 meses na empresa??

Porém, o cara deve estar tão alienado pelo que vê nas redes fossiais da empresa (onde eles são maravilhosos, incríveis, fodões e divinos) que ele mesmo criou uma realidade alternativa em sua cabeça, tão sólida e vívida que nem mesmo uma declaração direta do CEO foi capaz de destrui-la.

Alienação.

Tentar viver o sonho dos outros – ao invés de buscar o seu.

Eu trouxe esse caso específico mas isso acontece em toda parte.

Outros exemplos:

O cara vê um anúncio do cara que abriu uma loja e comercializa produtos da China fazendo dropshipping.

“É isso que eu quero pra mim 😍”

Aí vai lá, compra o curso, se lasca todo pra construir loja, bota uma grana em produtos, pra só depois de tudo isso (e alguns meses)… perceber que não era bem o que ele queria.

Ele não queria passar o dia lidando com produtos, com problemas de entrega, com reclamações de clientes, enfim. Ele não queria ter a vida de lojista.

No fundo no fundo, aquele cara tem um sonho. Talvez ser guitarrista? Talvez ser pintor?

Mas ele cresceu ouvindo que seu sonho não dá dinheiro, que ele precisava estudar e fazer algo pra se sustentar, e depois fazer o que ama, como hobbie.

E assim os anos vão passando.

O sonho vai se enterrando… enquanto o cara passa longos e valiosos anos de sua vida pulando de galho em galho atrás de novas oportunidades brlhantes que surgem na tela de seu celular a todo momento.

Esse mesmo cara vê um guru fazendo stories numa mansão com carros de luxo e acredita que aquelo é o sonho dele.

Mas se um dia conseguisse a mansão e os carros de luxo, depois de 2 meses ele provavelmente começaria a sentir que a mansão é grande demais pra morar. Que é difícil achar seus filhos e esposa no meio daquele labirinto de quartos. Que é caro pra cacete manter tudo aquilo, e que a mansão não traz a felicidade que esperava.

Quanto as carros?

A mesma coisa.

2 meses depois os carros não tem a mesma graça. Pior ainda se o cara sofreu um acidente por não conseguir controlar o supercarro. Além do prejuízo material, o sonho quase tirou sua preciosa vida. Ou então ele simplesmente olha pro custo e dor de cabeça pra manter os carros e não bate com a felicidade que eles proporcionam.

Nessas horas o cara se olha no espelho e começa a questionar tudo:

“Por que não sou feliz se eu tenho tudo?”

“O que mais me falta??”

“Que merda eu fiz de minha vida?”

E no fim, o grande problema foi buscar a felicidade ons lugares errados.

Foi tentar ser feliz vivendo os sonhos dos outros.

Foi acreditar que felicidade depende de grana.

Foi deixar se alienar.

Enfim.

Apenas um lembrete importante pra você repensar o que realmente quer – e correr atrás de seus sonhos.

Tudo é possível para aqueles que não ouvem a voz da razão (nem as porcarias das redes fossiais).

Categorias
Artigos Copywriting Email marketing

Como sobreviver ao apocalipse IA

Ontem li algo interessante e aterrorizante ao mesmo tempo.

A NetDragon, uma empresa de Hong Kong que faz 2 Bi por ano, contratou uma nova CEO que em pouco tempo fez a empresa performar melhor que as outras empresas do mercado nacional deles.

O que tem de interessante e aterrorizante nisso?

A nova CEO era nada mais, nada menos que:

Uma Inteligência Artificial.

Pois é.

A IA não está roubando apenas o trabalho da base da pirâmide, mas também os cargos do topo.

Não por acaso.

Apesar de na teoria os CEOs serem pessoas inteligentes e capacitadas pra fazer as empresas progredirem, na prática a coisa é diferente.

Depois de trabalhar ou conhecer centenas e centenas e centenas de CEOs das mais diversas indústrias… eu garanto que a maioria deles são… digamos, incapazes de realizar o trabalho.

Alguns até começam bem, mas logo desviam totalmente do caminho inicial que fez a empresa crescer, e começam a buscar inovações e outras coisas estúpidas que fazem o barco afundar. Ou então, quando chega o momento em que inovar é obrigatório, os CEOs decidem continuar fazendo o mesmo feijão com arros até morrerem de fome.

E quase sempre essas decisões estúpidas são movidas por ego, política ou achismos.

Então é óbvio que uma IA focada em analisar fatos e tomar decisões baseadas em lógica vai gerar resultados melhores e mais rápidos do que CEOs estúpidos.

O mesmo está acontecendo com outros profissionais.

Tem uma galera grande de tecnologia sendo demitida toda semana – uma parte delas por causa de IA.

E obviamente chegamos ao nosso mercado de marketcheng onde as demissões por IA vão começar a acontecer em breve.

Quando ficar mais claro para empresas e experts que eles podem demitir seu designer demorado, seu copywriter de textinhos e scripts batidos de lançamento, e seu social midia de posts fru fru – e trocar todos esses por um único (e mais barato) operador de IA… essa galera já era.

É só uma questão de tempo.

Sério. Olhe pras redes fossiais. 90% do conteúdo ali é superficial, tosqueira ou baboseiras que podem ser facilmente criadas por IA (e ainda melhor do que o feito pelos humanos).

Afinal, tudo ali é descartável. É tudo feito apenas pra conseguir alguns cliques ou segundos de visualização.

Enfim.

Caso ainda não tenha ficado claro, aqui está o que fazer pra sobreviver ao apocalipse da Inteligência Artificial:

Não seja descartável.

Não seja criador de superficialidades.

Não faça o que todo mundo está fazendo.

Se você é copywriter, não seja o copy que escreve posts, textinho s de blog e copys que seguem os mesmos scripts batidos e superficiais que a maioria.

Tudo isso aí a IA vai tirar de letra.

Faça diferente.

Seja alguém o mais insubistituível possível.

Seja o profissional diferente, que cria coisas únicas.

Crie dependência de você.

Meu conselho?

Aprenda a cuidar de listas de email e a trazer grandes resultados pra seus clientes todo mês a custo zero.

Quando a foice da IA passar, você acha que qual cabeça tem mais chance de rolar:

A do copywriter que faz textinhos e copys scriptadas… ou o copywriter que faz 30k, 40k, 50k todo mês usando apenas emails?

“Ah Bruno, mas eu não faço isso, eu crio VSL matadoras de alta conversão.”

Ótimo. Mas eu garanto que em poucos meses a IA já será capaz de estudar todas as VSLs do mundo, aprender os padrões e criar VSLs completas, com texto, voz, leganda e imagens em questão de minutos. Você será capaz de competir contra isso?

“Ah Bruno, mas se a IA faz isso com vsl também vai conseguir fazer com emails”

Vai sim. Ela vai ser capaz de estudar zilhões de emails lixo de todo o mundo… e criar novos emails lixo que não vendem.

Pois é.

O trabalho de um email copywriter vai muito além da escrita. É algo estratégico, filosófico e totalmente humano que IA ainda não consegue reproduzir. E talvez nunca consiga, já que ela depende de prompts humanos e os humanos do marketcheng estão tomando um caminho totalmente diferente do que o que seguimos aqui na família do email.

Pense nisso.

E se quiser dar o primeiro passo no caminho de monetização de listas de emails, experimente isso:
https://web.brunosampaio.com/desafio-trabalhe-1-email-por-dia

Categorias
Artigos Copywriting Email marketing

Produtos High TChicken 🐔

A maneira mais fácil de fazer dígitos extras…

É criar um produto de alto ticket.

Por que?

Porque um negócio não é um jogo de copy, funil e anúncios…

É um jogo de matemática.

Você pode criar as melhores copys e funis do mundo, mas se no fim do mês as contas não fecharem positivas e você não tiver uma boa margem de sobra…

Todo seu trabalho foi praticamente em vão.

É aí que um produto de alto ticket pode fazer toda a diferença entre um negócio próspero e um que mal consegue sobreviver.

Pois ele possui margens altíssimas e o custo é praticamente zero.

Por exemplo:

Se o expert ou empresa só tem produtos de 20 a 1.000 reaus, quando a coisa começa a escalar as margens vão afinando, afinando e afinando até que começa a sobrar menos no bolso dele do que quando a operação era menor.

Mas se você pegar essa lista de clientes existentes e oferecer um produto de 3k, 5k ou 10k pra eles, é possível fazer 30k, 50k, +100k tran-qui-la-mente. (apenas com alguns emails).

E como disse, é uma quantia que vai praticamente toda livre pro bolso do dono.

Até aí nenhuma novidade??

Pois é. Mas muitos são os que sabem disso, mas pouquíssimos são os que conseguem emplacar esse tipo de produto.

E a razão pra não conseguirem NÃO é:

  • O funil que usam
  • A copy
  • Falta de autoridade
  • Falta de conteúdo
  • A estratégia
  • O expert

Todos esses são fatores secundários. Alguns aí nem diferença fazem.

O grande problema é porque eles criam o que eu chamo de produtos “High Tchicken”.

Ou seja: Produtos desengonçados, nada atraentes, que mais assustam as pessoas do que encantam… como o próprio nome diz, como se fosse uma galinha gigante 🐔.

E quem em sã consciência vai dar 2k, 5k, 10k numa monstruosidade dessas?

Não importa qual boa seja sua copy, funil, autoridade ou sei lá o que.

Simplesmente não rola, pois as pessoas botam na balança o que você está oferecendo X o suado din din delas… e você sempre vai perder se vier com uma High Tchicken.

Por outro lado…

Quanto mais atraente, único e bom for o seu produto, mais fácil as pessoas dirão SIM.

Mesmo sem funil nenhum. Com copy ordinária. Sem autoridade nem conteúdo.

Em outras palavras, o que eu estou querendo dizer é:

O segredo pra produtos desse tipo é sempre a OOOOO…

…Ferta 🙂

Quanto melhor ela for, mais simples e fácil será o SIM.

É assim que eu converto tranquilamente produtos de 2k, 3k, 5k usando nada além de emails (e às vezes algumas linhas de chat).

Sem funil. Sem closer. Sem formulário. Sem autoridade. Sem live. Sem papagaiada.

Porém, com um produto altamente atraente pro público.

Isso tem a ver com o que falei no email de ontem.

No fim, é sempre uma questão de escolha:

Seguir o caminho mais difícil dos hacks, táticas, funis, copys e automações complicadas…

Ou a preocupação com a experiência e o melhor pra ajudar seus clientes a conseguirem o que querem.

Categorias
Artigos Copywriting

Larguei tudo pra ser gamer

Eu não esperava por isso.

Tudo começou quando fui convidado pra um campeonato de fifa com meus amigos.

Só tem 1 grande problema:

Eles jogam no playstation ou xbox mais novos que existem…

E minha experiência de futebol virtual ainda vem de um jogo do PS1 chamado:

Winning Eleven

É do seu tempo?

Foi lançado em 1995.

28 longos anos atrás.

Alguns de meus leitores ainda nem eram nascidos 🙂

Mas enfim.

Você acha que existe diferença entre o jogo de 1995 e o de 2023??

Pois é.

Mas mesmo com essa base pré-histórica, eu ainda consigo jogar de igual pra igual com meus amigos.

Até consigo ganhar deles ãs vezes.

E antes que você diga… não, meus amigos não são horríveis em fifa.

Eles obviamete não são campeões brasileiros mas jogam online contra uns muleques viciados e ganham também.

Então eu sempre fico me achando quando vou jogar contra eles 😉

Porém, dessa vez eu decidi dar uma treinada antes.

Então peguei um fifa dessa nova geração pra treinar secretamente aqui em casa.

Peguei o 2019, pois os outros parecem que não rodam no meu pc.

E embora exista uma boa diferença entre o 2019 e o 2023 (pois esses jogos estão avançando muito rápido), é uma base bem melhor do que o de 1995, né?

Meus treinos são contra a máquina.

Comecei jogando na dificuldade inicial.

Moleza. Dei goleada.

Aumentei a dificuldade pra profisisonal. Moleza também.

Aumentei pra internacional e…

Continuei vencendo com facilidade.

Sou foda, he he. (pensei)

Até que coloquei no nível máximo de dificuldade: Lendário.

Pra deixar ainda mais lendário, joguei contra o Real Madrid (time mais forte do jogo).

Aí o couro comeu.

No lendário a coisa mudou um pouquinho.

Ao invés de vencer por goleadas…

Em todos os jogos eu fui humilhado, cuspido e feito de gato e sapato (seja lá o que isso signifique).

Não sei se você já jogou nessa dificuldade mas ela se resume e uma palavra:

Roubo.

No lendário a máquina simplesmente quebra todas as regras do próprio jogo, desafia as leis da gravidade… e destroi todas as suas esperanças e sonhos.

A sensação é a de subir no ringue pra desafiar Bruce Lee – só que você está amarrado da cabeça aos pés, vendado e com plugues no ouvido – e a única coisa que pode fazer é rezar pra Bruce escorregar e de alguma forma se machucar mortalmente.

Pois se isso não acontecer, tudo que você consegue fazer é esperar a chuva de porradas de todos os lados.

Por várias vezes Priscilla me viu xingando alto sem entender nada.

“P#&*!”

“O que foi, amor?”

“ESSE BENZEMA DO CAPETA LADRÃO DEMAIS TEM CONDIÇÕES NÃO”

Mas mesmo com toda raiva e frustração, seu amigo seguiu em frente.

Melhorando minhas habilidades a cada partida.

Até que depois de alguns dias, consegui minha primeira vitória.

E até dedo eu dei pro computador. Com as DUAS mãos.

Depois disso joguei mais partidas e perdi praticamente todas.

Mas ontem, oh boy… Ontem foi um jogo histórico.

Peguei o Liverpool e fui contra meu grande rival, o Real Madrid.

No primeiro lance do jogo, o desgraçado do Benzema fez o primeiro gol mentiroso.

1 x 0 pra eles.

Fui lá e empatei.

“Isso!”

Próximo lance depois do meu gol?

Roubo.

2 x 1 pra eles.

Alguns minutos depois, empatei. 2 x 2.

“TOMAAAAA”

Terminou o primeiro tempo.

No segundo tempo eles aumentaram o nível já absurdo de roubo.

3 x 2 pra eles.

Eu fiquei puto, mas ao invés de xingar foquei em correr atrás do placar.

Mas o tempo passava, e nada de eu conseguir empatar.

Aos 30 minutos finalmente consegui. 3 x 3.

E quando chegou nos 40 muinutos… eles estavam putos. Eu estava puto. Tiago Leifer estava puto narrando…

Mas eu aprendi a roubar também, fui lá e fiz outro gol.

4 x 3 pra mim 🙂

“CHUPA REAL MADRID LeNdÁrIooooooOOOO”

Mas o jogo só acaba quando termina, né?

Pressão total dos caras. Até substituição fizeram. E eu lá segurando firme, mas ainda atacando, não fiquei enrolando não.

Aí, aos 45 minutos do segundo tempo…

Já nos acréscimos…

Nos últimos segundos de jogo…

Não sei ao certo o que aconteceu, foi tudo muito rápido…

E eu fiz mais um gol… e o juiz encerrou a partida 🙂

“WOOOOOOOWWWWW… 5 X 3 SEUS MISÉÉÉÉÉÉRIA.”

O que dizer? Me sinto um novo homem.

Depois desse feito não faz mais sentido pra mim continuar essa carreira como consultor e copywriter, concorda comigo?

É por isso que vou largar tudo pra seguir a carreira de gamer profissional.

Priscilla não ficou muito feliz, mas acho que é só cisma de grávida.

De qualquer jeito, pra tranquilizar ela eu disse que só vou ser gamer se ganhar o campeonato com meus amigos… o que não parece ter sido suficiente pra ela largar meus pescoço.

Então aqui estou eu, ainda como copywriter, escrevendo esse email pra você.

E aqui vai a grande lição nisso tudo:

Todo começo é difícil.

É difícil até mesmo quando você encontra um caminho mais fácil, como o de email (que eu aconselho seguir).

Mas se mantiver o foco, e se dedicar a desenvolver as habilidades certas, você vai chegar lá. É só uma questão de tempo.

Porradas e derrotas fazem parte da jornada. Mas você precisa aprender a transformá-las em combustível pra seguir em frente.

Se desistir, e ficar pulando pra outros caminhos, você vai recomeçar tudo do zero de novo. E jamais chegará algum lugar.

Mas se seguir em frente, e se dedicar a desenvolver as habilidades certas todo santo dia, o sucesso é inevitável.

Categorias
Artigos Copywriting

O hack # 1 dos hacks

Tem um guru americano…

(o qual eu não sei nada relevante sobre seu passado ou história)

Que criou um grupo onde ele posta os hacks mais incríveis do momento.

O grupo até atraiu alguns nomes conhecidos do marketcheng digital mundial.

Toda semana ele posta algum truque mágico pra ter um resultado “incrível”.

E basta uma rápida olhada nos comentários pra ver como as pessoas vão ao delírio com os novos segredos revelados.

Uau!

Só existe 1 grande problema em tudo isso:

Hacks são extremamente prejudiciais à saúde de todo e qualquer negócio.

Por que?

Porque eles sempre levam o negócio pra uma direção errada, diferente da qual eles deveriam seguir.

Além disso, quando funcionam, só funcionam a curto prazo – e prejudicam o médio e longo prazo.

Vou explicar:

Nesse grupo, por exemplo, o guru compartilhou um funil pra reduzir 50% dos reembolsos (segundo ele). E a ideia é basicamente quando a pessoa pedir reembolso você mandar ele pra uma página dizendo que sente muito… e fazendo 2 upsells pra ele.

E ok. Pode funcionar.

Mas qual o perigo disso?

Essa tática vai levar o negócio pra direção errada.

Pois agora o cara vai passar semanas e semanas tentando cirar o funil (que o próprio guru disse ser algo complexo que precisa de infusionsoft e um bom programador), tentando acertar a copy da primeira página, tentando acertar a copy da VSL 1, depois da VSL 2, talvez até criando esses upsells que ainda não existem – e tudo isso é caro e demorado.

PORÉM…

Na prática, todo esse esforço é praticamente em vão a médio e longo prazo.

Pois essa não é nem de longe a melhor e mais simples maneira de reduzir reembolsos e ganhar mais e mais.

Pelo contrário.

A melhor solução pra esse problema está na outra ponta.

Não é tentar recuperar o cliente depois que ele pede o reembolso…

É criar a melhor experiência possível desde o primeiro contato com o cliente, em seguida oferecer as melhores soluções possíveis pra que ele continue gostando e comprando de você por anos e anos.

Percebe a diferença?

É como água e vinho.

E enquanto o negócio não se preocupar em criar essa experiência e os melhores produtos, os reembolsos só vão aumentar e aumentar independente do funil mágico que ele criar lá no fim.

Ficou claro os perigos desses truques?

Esse é basicamente o hack #1 de Dan Kennedy:

Criar uma experiência e produtos incríveis que transformam pessoas em “lifers” (clientes pra vida toda).

E ele fala isso com a experiência de quem possui clientes que estão com ele há mais de 30 anos.

Pense nisso.

E pense também se é melhor dar ouvidos aos truques de gurus digitais que acabaram de pipocar por aí… ou a verdadeiros mestres do marketing que fazem isso (de verdade) há décadas.

Categorias
Artigos Copywriting Email marketing

O mercado de copy em 2023

Estamos amando assistir:

The last of us.

Nossa… que série bem feita do cacete.

É impressionante como eles conseguem nos prender com pequenas histórias e dramas do dia a dia de um mundo pós apocalíptico.

Me lembra um pouco do trabalho que fazemos com email 🙂

Enfim.

Num mundo destruído como aquele, totalmente escasso de recursos, commodities como pilhas, remédios, livros, água e comida – são as coisas mais valiosas que existem.

Um simples pirulito que você encontra em qualquer esquina hoje, é o grande sonho das crianças daquele mundo.

É interessante como o cenário determina os valores das coisas, não é?

Isso acontece com tudo.

Até mesmo com copywriting, é claro.

Assim que copy estourou no Brasil, tudo era novidade e o mercado estava mais favorável.

Mas hoje o cenário é diferente.

Copy virou commodity.

Pra toda esquina digital que você olha, tem um grupo de copywriters desesperados por emprego e projetos.

E as vagas?

Há 3 anos as vagas pagavam mais e exigiam menos.

Mas hoje, com copywriters mendingando trablaho, qualquer post de vaga arrombada (que trabalha muito e ganha quase nada) chove de pretendentes que estão dispostos a tudo pra serem aceitos.

Além disso, copywriter não é mais copywriter.

Hoje ele é mais designer, editor de vídeo, webdesiger, produtor de conteúdo e social media – do que copywriter em si.

As funções aumentam, mas a recompensa qu é bom…

Outro ponto:

Olhe pros próprios gurus que fizeram copy explodir aqui no Brasil.

Pelo pouco que vejo, parece que:

O Evaldo surgiu como um fenômeno, criou cursos e tal… e agora sumiu.

Albertoni pulou fora de sua própria sociedade brasileira de copy.

Roberta vende cursos de copy como Bizopp. E parece que baixou os preços.

O “pai” parece ter enterrado sua formação de copy bem “deep”.

Roberto da Empiricus vem baixando o preço de seu curso ano após ano.

Acho que só o Paulo Macedo continua aí?? Não sei pois não acompanho, mas parece que sim.

Enfim.

Quando você olha pra essa galera, o grande foco deles sempre foi lançamentos.

Mas hoje lançamentos estão mais difíceis que nunca de funcionar (coincidentemente o próprio Érico baixou drasticamente o preço).

E parece que na prática, salvo algumas exceções, os únicos que fazem alguma grana com copy são os que trabalham em mercados duvidosos como PLR, suplementos, investimentos e guruzices.

Tirando esses, os copywriters hoje vivem basicamente de 3 maneiras:

  • Ou trabalham muito e ganham pouco, pra agências e clientes arrombados
  • Ou vivem da sorte de conseguir projetinhos isolados
  • Ou vivem só estudando, sonhando em um dia entrar no mercado

Por que isso acontece?

Eu acredito que existe uma grande razão pra isso.

Assim como a maioria das faculdades não preparam seus alunos pra ter sucesso no mundo lá fora, o mesmo parece acontecer com os cursos e formações de copy.

No fim das contas, eles só ensinam copy, copy e mais copy.

Porém, uma coisa é saber escrever copy…

Outra coisa completamente diferente é saber ganhar dinheiro escrevendo copy.

Entende a diferença?

Saber copy não tem valor nenhum.

A prova disso são as vagas e oportunidades arrombadas que o mercado oferece pra quem sabe copy.

Como se não bastasse, o chatGPT chegou como uma tempestade – escrevendo copy melhor que muitos copywriters, em questão de segundos.

Enfim.

Copy virou commodity.

E se você quer de fato, ganhar bem e viver de copy, eu sugiro encontrar maneiras de aumentar seu valor no mercado.

O primeiro passo é se especiar em alguma área.

Em todo mercado, os especialistas sempre recebem mais que generalistas.

Por exemplo: Clínico geral X Cardiologista.

O segundo passo, é se especializar em algo que gere mais retorno, com menos trabalho. (afinal, copywriter vende seu tempo, e o tempo é limitado).

Terceiro passo: Aprenda a ser independente.

Na prática isso significa não depender do mercado, nem de vagas, nem da sorte pra conseguir projetos e clientes.

Um profissional de sucesso precisa ser capaz conseguir bons clientes a qualquer momento (sem depender de sorte, indicações ou networking).

Quarto passo: Saiba se vender

50% do seu sucesso depende de trabalhar com os clientes certos e fechar bons contratos com eles (caso contrário você vai se matar de trabalhar em troca de uns trocados).

Quinto passo: Tenha um modelo de negócio recorrente

Não dá pra construir uma vida e família se você não sabe de onde virá o próximo pagamento.

Ou seja: não dá pra crescer fazendo projetinhos isolados ou lançamentos.

É preciso ter um modelo onde você receba todo mês de maneira previsível.

Por último mas não menos importante: É preciso gostar do que faz.

Trabalhar só pela grana cria pessoas infelizes e frustradas. Por outro lado, quanto mais você gosta do que faz, mais você quer fazer aquilo ainda melhor – o que aumenta seu valor. E isso cria um clico de positividade incrível.

Enfim.

É isso.

Obviamente, minha opinião sobre o que fazer quanto a tudo isso é seguir o caminho do email.

Pois eu meu programa de Email copywriter você vai passar por todos os passos acima:

1- Vai se espacializar em uma área (email)
2- Área essa que gera muito retorno com pouco trabalho
3- Vai ser independente e conseguir clientes rápido
4- Vai saber como fechar clientes e bons contratos
5- Vai ter um modelo de recebimento recorrente
6- Vai se divertir muito escrevendo emails com infotretenimento

É por essas e outras que, diferente das formações dos gurus, o preço do meu programa só aumenta e aumenta.

Porém, o preço aumenta por que o valor aumenta.

Eu estou sempre melhorando-o e desenvolvendo novas maneiras dos alunos terem melhores resultados mais rápido.

Para mais detalhes sobre o programa, me envie um email 🙂

Categorias
Artigos Copywriting Email marketing

Hora de se encarar no espelho

Amanhã a família do email vai estar aberta pra novos membros.

E como sempre, vai ter pessoas respondendo meu email dizendo:

“Bruno, eu queria muito entrar no seu programa mas agora não dá.”

E eu sempre digo:

“Ok fulano. Sem problemas.”

Veja: Eu não estou aqui pra convencer ninguém a vender suas coisas, pegar empréstimo ou usar auxílio pra entrar em meu programa.

Não mesmo.

Se você está numa situação difícil, se apertar ainda mais não costuma ser a melhor solução.

Porém, chega uma hora em que você precisa se encarar no espelho e decidir tomar uma atitude pra sair dessa e mudar de vida.

Digo isso porque normalmente são as mesmas pessoas que sempre me respondem dizendo “agora não dá”.

E 2 meses depois…

“Agora não dá”

6 meses depois…

“Agora não dá”

1 ano depois??

“Agora não dá”

E ok. Não tenho problema nenhum quanto a isso.

O problema que eu vejo é essa pessoa não enxergar que um ano se passou e ela continua no mesmo lugar.

Sem poder comprar as coisas que ela quer.

Veja: Não tem nada de errado em estar numa situação difícil.

Todo mundo já entrou e/ou vai entrar numa fria algum dia.

Faz parte da vida.

A questão é:

O que você vai fazer pra sair dela?

Qual sua atitude?

Porque ATITUDE é o que faz toda a diferença.

Falo isso com experiência de quem já passou por sérias dificuldades.

Há muitos anos eu era sócio de um belo negócio que estava crescendo ano após ano.

Tudo estava indo bem… e eu estava 100% focado nisso.

Porém, a sociedade começou a ruir.

E você sabe. Apesar dos sintomas, a gente nunca acha que as coisas vão piorar. Somos sempre otimistas nessas horas. Nos forçamos a ver somente o lado bom.

Até que um “belo” dia, a coisa estourou.

Num dia eu era sócio, no outro eu não tinha nada.

Zero negócio.

E obviamente, zero grana entrando.

Pra piorar, essas coisas só acontecem quando você já está num momento difícil.

Então o que eu tinha no banco só dava pra me manter por 2 meses.

Nessa hora, nenhum hack nem fórmula é capaz de lhe salvar.

A única coisa capaz de lhe salvar é sua atitude.

No meu caso, meu pensamento foi o seguinte:

Eu precisava fazer alguma coisa pra entrar grana rápido.

Então pensei em oferecer algum serviço. Mas tinha que ser algo que desse um grande retorno rápido pro cliente e pra mim.

Então pensei em vendas de alto ticket, pois era algo que estava bombando nos EUA.

O grande problema… é que eu sabia ler em inglês (pois tinha aprendido sozinho) mas nunca tinha falado inglês com ninguém. Como se não bastasse, eu nunca fui vendedor de nada em minha vida.

Mas coincidentemente(?) eu já estava estudando sobre isso e começando a criar produtos de alto ticket no meu antigo negócio.

Foi nesse momento que, mesmo com a corda no pescoço e com grana pra 2 meses de sobrevivência, eu resolvi investir não 2k nem 4k… mas 12k num curso em inglês sobre alto ticket (passei em 3 cartões e rezando).

Meu plano?

Assistir as aulas o mais rápido possível, e desenvolver minha habilidade todos os dias ao mesmo tempo em que buscava clientes (pra esse serviço).

Deu certo?

Bem, exatamente 32 dias de angústia depois que iniciei meu plano, consegui um grande cliente… que mudou minha vida naquele momento.

Sim, foi loucura.

Muita loucura.

E não, eu não recomendo que você nem ninguém faça isso.

Mas existem momentos na vida em que precisamos dar um passo maior que nossa perna pra conseguir pular um abismo.

É preciso fazer o que os americanos chamam de “salto de fé”.

Um salto de fé é acreditar 100% em você e se comprometer a fazer dar certo.

O combustível disso?

ATITUDE.

Veja: no meu caso, o curso caríssimo apenas me ensinou a habilidade de vender… e nada mais.

EU tive a atitude de me dedicar a aprender. De assistir e reassistir as aulas todos os dias, o dia inteiro, de domingo a domingo.

A atitude de PRATICAR todos os dias pra desenvolver essa habilidade.

A atitude de ir em busca dos clientes todos os dias durante 32 dias (e o curso nem ensinava a fazer isso).

A atitude de me manter firme, focado em meu objetivo mesmo depois de cada NÃO que recebia de prospectos (e foram dezenas de NÃOs) .

E no fim, foi essa atitude que me trouxe o sucesso.

Coincidentemente (só que não), o cliente que fechei me disse que eu o conquistei por causa de minha atitude.

Enfim.

Quando criei o programa de formação de email copywriter, criei pensando em ajudar aquele Bruno que estava na situação mais difícil de sua vida.

Se eu estivesse numa situação daquela de novo, o que eu precisaria saber, ter, ver e fazer pra conseguir meu primeiro cliente de alto valor o mais rápido possível?

Que serviço eu ofereceria? O que eu diria? Como abordaria? Como fecharia o cliente? Como traria os resultados? E como seria bem pago por isso?

Então fiz tudo planejado, mapeado, “templatizado” e simplificado pra qualquer pessoa seguir o plano e fazer acontecer.

Como se não bastasse o conhecimento e estratégia, ainda ajudo pessoalmente 1 a 1 de maneira que meu professor de 12k jamais me ajudou.

Mas ainda que tudo isso seja maravilhoso…

Sem a atitude certa não vai servir de nada pra você.

É por isso que eu não deixo qualquer pessoa entrar nesse programa.

Você não ver link de inscrição abertas amanhã.

Não.

Pra entrar pra minha família do email é preciso ser aceito.

É preciso mostrar atitude.

Enfim.

É isso por hoje.

Todos os detalhes amanhã.