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Deu ruim pro Hotmart

Terminamos a 2ª temporada de Bárbaros.

E que temporada, hein?

Suuuuuuuper recomendo a série.

Porém,

Uma das coisas que ela me fez refletir foi sobre a maneira como vivemos hoje.

Às vezes esquecemos que até pouco tempo atrás as pessoas viviam em aldeias, tinham que caçar e cultivar a própria comida…

E a qualquer momento sua aldeia podia ser atacada por outros povos – que chegavam matando sua família, incendiando sua casa e destruindo sua vida de todas as maneiras possíveis.

Digo isso por que às vezes vejo gente reclamando que a vida tá difícil…

Que não tem oportunidades…

Que isso e aquilo…

Pelo amor de Deus.

Vivemos a melhor era da humanidade.

Não estou dizendo que não existem desafios hoje, ou que é fácil.

Mas nem se compara com antigamente.

Enfim.

Por falar em desafios modernos…

Parece que a desaceleração da economia já chegou com força.

A gigante Hotximart demitiu 227 pessoas (12% de seus funcionários).

E isso diz MUITO sobre o mercado digital.

Afinal, a hotximart vive dos resultados do mercado digital. E se ela deu uma encolhida é por que a crise chegou chegando.

E infelizmente, ainda vai piorar um pouquinho.

Porém,

Em momentos de economia em baixa, existe um tipo de profissional que consegue se destacar e até encher os bolsos – mesmo quando todos os outros estão em apertados.

Que profissional é esse?

Ahá! Não é uma profissão específica.

Não é “a melhor profissão do mundo” nem a nova onda do momento.

É simplesmente aquele profissional estrategista capaz de gerar caixa numa empresa – a custo zero.

Por exemplo:

Se você é aquele copywriter que só sabe fazer lançamentos, e precisa que o cliente desembolse dezenas de milhares de verdinhas pra você conseguir gerar resultados pra ele…

A coisa pode ficar feia pra você.

Por outro lado,

Se você consegue chegar numa empresa, pegar a lista de emails dela e começar a gerar múltiplos 5 ou 6 dígitos mensais sem o cliente desembolsar 1 centavo…

Você vai ser muito bem pago por isso.

(recebendo uma fatia dos resultados que gerou)

Enfim.

Se você ainda não é um profissional estratégico capaz de gerar resultados por conta própria…

Sugiro começar a se especializar nisso.

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The Walking Lead

Ai ai…

Não aguento mais ver tanto ouro nesse mercado de copy.

É por isso que hoje eu vim falar sobre zumbis 🙂

Mais especificamente sobre:

Como você pode ganhar a vida com zumbis.

Não, não é caçando zumbis.

Nem como figurante de série.

Nem comendo cérebros de gurus (que devem dar indigestão).

Mas sim, escrevendo para zumbis.

utilizando sua habilidade de copy (e algumas outras) pra transformar zumbis em…

La plata.

O melhor de tudo?

É mais simples do que você imagina.

Por que vou te dizer uma coisa:

Esse caminho tradicional do copywriter brasileiro, de só fazer lançamentos – isso pra mim é mais aterrorizante do que fugir de uma horda de mortos-vivos (como aconteceu comigo aqui)

Eu prefiro trabalhar de maneira mais inteligente.

Seguindo o princípio de 80/20 – onde 80% de meus resultados vem de 20% de meus esforços.

E foi assim que descobri esse negócio de escrever pra zumbis.

Como funciona?

Bem, a maioria das empresas e experts que constroem listas de emails, não as usam – ou não as usam como deveriam.

Quase sempre os contatos ficam lá parados, largados como se fossem zumbis.

O que eu chamo de:

The Walking Lead

E uma das coisas que eu faço é escrever pra esses zumbis.

Pois eu vejo as coisas de um jeito diferente.

Pra mim, ali não são zumbis. Nem é uma simples lista.

São pessoas com sonhos, desejos e problemas – que podem precisar de ajuda.

Então o que eu faço com elas?

Eu escrevo emails pra elas oferecendo soluções para seus problemas.

Assim, magicamente esses “zumbis” se transformam em clientes pagantes.

E a empresa ou expert começa a ver alguns dígitos extras entrando na conta.

10k, 20k, 30k, 40k… são números comuns nessas campanhas.

Mas com a horda certa eles passam os 6 e até os 7 dígitos (como também já mostrei aqui)

Assim sendo, nada mais justo do que eu receber uma fatia desses resultados, não acha?

Pois é.

Esse é o trabalho de um Campowriter (como eu carinhosamente apelido minha tribo de email copywriters).

É o que nós fazemos.

E é sobre o que vou falar mais nos próximos dias.

(a menos que eu seja mordido por um zumbi guru)

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1 imagem = 1.000 copys

Eu nem ia escrever hoje.

Mas aí vi um comercial na tv…

E não resisti 🙂

Foi a propaganda do leite CCGL.

Pois é, eu também não conhecia.

Mas acho que já vi numa prateleira de supermercado (mas nem entendi direito o que era por que esse nome não ajuda).

A questão é:

É uma marca desconhecida querendo ganhar espaço numa indústria dominada por marcas gigantes mundiais.

Ok.

Não é impossível – mas é preciso agir de maneira inteligente.

Como a CCGL tentou fazer isso?

Bem, o comercial até começou bom.

Com um narrador fazendo uma pergunta:

“Será que leite é tudo igual?”

Legal – pensei. Eles querem se diferenciar pela qualidade do produto.

Aí o narrador continua:

“Pra falar a verdade, chamamos quem mais entende de leite no Brasil”

E aí que a coisa começa a ir ladeira abaixo.

Por que?

Porque o tal expert em leite que eles chamaram foi…

Cláudia… Leite??

Pois é.

A cantora. Que só tem leite no sobrenome.

Aí a câmera fixa nela, enquanto ela fala que leite tem que ter o gostinho da fazenda e sabor de verdade ela só conhece um, e mostra o produto.

Em seguida, continua dizendo que é leite de produção familiar, sustentável e feito com carinho e blá blá blá…

E termina.

Não tenho acesso aos números da campanha (e com certeza os publicitários também não), mas lhe digo uma coisa:

Eles gastaram uma baita grana… pra contratar uma celebridade… que não tem nada a ver com o produto… pra falar um monte de coisa sem prova nenhuma.

Pra mim isso é roleta russa.

Pode dar certo?

Pode.

Por conta da imagem da cantora.

Mas num mundo infestado de celebridades em toda esquina, as chances disso dar certo são minúsculas.

O que eles deveriam fazer na minha opinião era:

Depois da pergunta inicial, fazer as mesmas declarações seguinte…

MAS MOSTRANDO A PRODUÇÃO, A QUALIDADE E O LEITE DE VERDADE DA FAZENDO.

Ou seja: mostrando e comprovando tudo o que estão dizendo.

Pois essa é a grande arma deles que as marcas mundiais não possuem.

Existe um velho ditado oriental que ilustra isso:

“Uma imagem vale mais que mil palavras”

Isso se aplica a tudo.

Se você pode usar uma imagem provando os benefícios do seu produto, você pode economizar milhares de palavras de copy – e ainda ter resultados melhores.

No caso da CCGL, eles ainda economizariam o cachê da cantora e poderiam usar pra fazer mais anúncios.

Enfim.

De qualquer forma, o trabalho da copy é sempre CRIAR UMA IMAGEM NA MENTE DAS PESSOAS.

Foi por isso que no email de ontem eu falei do quanto é ineficaz usar uma pesquisa pra tentar conseguir clientes de copy.

Que tipo de imagem uma pesquisa cria na cabeça do cliente??

A imagem que vou ter que parar tudo pra ler um monte de dados e informação que não vão me ajudar a resolver os problemas de meu negócio.

Por outro lado, uma das razões que meu processo de aquisição de clientes funciona tão bem é por que:

Ao invés de chegar com copy, falando de copy, tentando empurrar copy…

Eu ensino você a criar uma imagem do negócio do cliente melhorado e uma imagem da vida dele melhorada – tudo através de sua solução.

Isso traz mais e melhores respostas – e mais e melhores clientes.

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4 maneiras de conseguir clientes – por grande guru

Tá rolando um anúncio de um guru ensinando:

4 maneiras de conseguir clientes de copy.

Ele diz que a primeira é você fazer uma pesquisa sobre o nicho do expert/empresa, entrar em contato com eles e dar essa pesquisa – como forma de gerar valor e assim esperar que o cliente queira saber mais sobre você e lhe contrate.

(comentários no fim)

Segundo. Ele diz pra participar de eventos.

Terceiro. Ele diz pra pe pedir indicações de clientes antigos.

E por fim, ele diz pra participar de grupos onde postam vagas.

Ok.

Tudo isso funciona?

Pode funcionar.

Pode sim.

Porém, vejamos cada maneira em detalhes:

1- Fazer uma pesquisa do nicho do próprio cliente…?

Não vejo muito valor nisso, e até me admira um cara como esse guru (que é esperto) sugerir uma coisa dessa.

Por que, se coloque no lugar da empresa/expert.

Você está atolado de tarefas, correndo atrás da grana, e de repente chega um desconhecido com uma pilha de dados e informações pra você ler… que não vão dar em nada.

Não é atraente.

Pois não mostra diretamente como aquilo vai ajudá-lo a fazer mais dígitos.

Eu definitivamente não recomendo fazer isso.

2- Eventos

Eventos são ótimos…

Mas não tem evento todo dia.

Nem todo mês.

Se você mora longe dos grandes centros, é ainda pior (e mais caro).

E se você é tímido e anti-social como eu, fudeu.

Além disso, ir pra evento tem custo e não garante cliente.

3- Pedir indicações

É muito bom, se você já teve clientes, mas assim como eventos é algo limitado e sem garantia nenhuma.

Quantos ex-clientes você tem, e quantos vão lhe indicar trabalho?

E você vai ficar pedindo trabalho a eles todo mês?

Como vai se virar no mês seguinte?

Então é algo que dá pra fazer de vez em quando, mas não dá pra viver disso.

4- Participar de grupos

É legal, mas os problema que eu vejo são:

  • Você concorre com centenas de outros copywriters (e muitas vezes sua mensagem nem é lida)
  • Você depende da sorte de ter vagas disponíveis (e de llhe contrararem)
  • Você não escolhe com quem trabalha, tem que aceitar o que conseguir fechar
  • Assim como as outras maneiras, não tem previsibilidade

Enfim.

O grande problema de aprender a conseguir clientes com os gurus, é que a maioria deles (talvez todos) seguiu um caminho diferente do seu.

Geralmente eles participaram de eventos no início da explosão do mkt no Brasil, conheceram pessoas, e através do networking foram pegando trabalhos.

Ou seja, é um caminho que você não consegue reproduzir.

Também é um caminho sem previsibilidade.

Entende meu ponto?

Eu sei por que já fiz cursos e mais cursos (até internacionais) sobre como conseguir clientes e as coisas nunca funcionavam pra mim como funcionava para os gurus.

Assim, por não ter esse networking, nem participar de eventos, nem ser conhecido nem ter autoridade – e por extrema necessidade…

Fui obrigado a desenvolver meu próprio processo de aquisição de clientes.

Um processo simples, que funciona, que traz previsibilidade mensal, e que não depende de portfolio, autoridade, eventos ou networking.

Foi o que me salvou há alguns anos, quando atingi 6 dígitos… em dívidas.

É também o processo que vem ajudando alunos iniciantes a fechar clientes de 2k e 3k por mês (cada) – só pra escrever emails.

E é sobre ele que falaremos nos próximos dias 🙂

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Instragaram tudo

Chegou aquele dia do mês…

Em que deu problema com uma rede social…

E dezenas de gurus que NÃO usam email – vão tentar lhe empurrar cursos de como usar email para fazer negócios 🙂

Você já deve ter recebido algum, não foi? he he

Pois é.

Hoje o instagram deu um bug e bloqueou milhares de contas e deletando os seguidores dos influenciadores.

Imagine o inferno pra quem depende do insta pra negócios.

Mas fica o alerta pra algo que eu sempre digo por aqui:

“Nunca construa seu negócio no terreno dos outros”

Apesar de eu não gostar, eu acho válido sim você usar as redes fossiais pra fazer marketcheng…

O GRANDE problema é quando você usa a rede como base de seu negócio.

Poxa, hoje quase ninguém usa mais site, só mandam as pessoas por seus perfis sociais.

Aí é brincar com fogo.

Porque nenhuma rede social é sua. Seus seguidores não são seus. Você não pode nem exportá-los pra outro lugar.

E quando dá merda como hoje – e está dando muita merda ultimamente – aqueles que dependem das redes se ferram feio.

Sem contar que o alcance e engajamento está cada vez pior, e pior…

Enfim.

Se você quer fugir dessa armadilha das redes fossiais e usar email pra construir uma base sólida em seu negócio (ou de seus clientes)…

Uma base que permite gerar múltiplis 5 ou 6 dígitos por mês (a depender de sua lsita e produtos)

E quer aprender a fazer isso com alguém que vende por email todos os dias há anos…

Comece por aqui:
https://www.brunosampaio.com/1emailpordia

(se quiser algo mais avançado, é só pedir)

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A falsa sofisticação do mercado

Uma dia desses me deu insônia.

Levantei e fui pro sofá assistir alguma coisa.

Comecei a ver uma série sobre os esportes e sua história na humanidade.

Bem interessante.

Por que uma das histórias foi sobre uma tribo primitiva da Etiópia.

Tão primitiva, que eles ainda andam nus e seguem as tradições milenares de suas tribos.

Zero tecnologia e costumes da “vida moderna”.

Porém, aqui que a coisa fica interessante. Adivinha o que esses seres humanos primitivos estavam fazendo??

Bem, as mulheres eram vaidosas, se maquiavam e se enfeitavam para se sentirem mais bonitas – e conquistarem os homens.

Os homens lutavam por poder, status na tribo, e pra conquistar as mulheres.

As tribos faziam comércio entre si.

Todos procuravam cuidar de sua saúde, comer, morar bem e se entreter.

Todos tinham o sonhos e ambições de uma vida melhor do que aquela.

Pois é.

Consegue ver qual a diferença desses humanos primitivos pra nós humanos modernos?

Está bem ali diante de seus olhos.

A grande diferença é:

…?

…?

Exatamente

NENHUMA.

Milênios passaram, as pessoas mudaram a maneira como vivem e o ambiente ao seu redor…

Mas os desejos e necessidades que movem o ser humano continuam os mesmos.

(e sempre vão continuar)

Por que estou lhe dizendo isso?

Porque tem guru por aí dizendo que o mercado sofisticou, o mundo mudou e as pessoas mudaram, e que você não deve estudar copys com mais de 2 anos por que tudo mudou, e blá blá blá..

Como se você precisasse aprender “a nova maneira” de fazer marketcheng (que obviamente termina num novo curso/objeto brilhante deles que não passa de uma velha estratégia com uma nova e bela embalagem).

Mas não caia nessa.

As pessoas mudaram sim – mas apenas superficialmente.

Apenas a maneira como vivem e seu ambiente.

Mas por dentro é tudo igual.

As emoções que movem o ser humano continuam as mesmas:

Certeza/conforto
Incerteza/variedade
Status/importância
Amor/conexão
Crescimento/desenvolvimento
Contribuição/propósito

E é pra elas que você deve direcionar suas copys.

E quanto à sofisticação do mercado, ela também não é sobre as motivações das pessoas – mas sobre as copys repetidas que fazem por aí.

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Ela fez 18k com 22 emails 😍

E nem era copywriter.

Pois é.

Eu estava aqui escrevendo sobre Bárbaros, quando chegou ess mensagem de uma aluna:

Oi Bruno, tudo bem? Passo aqui pra te dar um retorno: 10 vendas. Assim que tivemos esse resultado, a sócia resolveu inscrever 600 nomes de alunos atuais que ela tinha no cadastro… Devemos trabalhar essa lista em separado (após confirmar inscriçoes na lista) para vender o mesmo produto depois da eleição/feriado, vamos ver.

Só pra você entender melhor:

Ela fez 10 conversões de 1.800 cada.

O que dá aproximadamente 18 mil reaus.

Nada mal, hein?

Especialmente quando você ouvir o resto dessa história incrível 🙂

(lembra que eu sempre falo que contexto é tudo?)

1- Essa foi a PRIMEIRA campanha de emails que ela escreveu na vida.

Antes disso, ela nunca escreveu uma campanha de vendas por email na vida.

Sabe por que?

Porque…

2- Ela não era copywriter

Ela vem do mundo das artes e praticamente começou nesse mundo de copy através de meu curso de email copy.

3- Nada estava a seu favor

A lista estava zoada. Teve migração de plataforma. O cliente tinha nem presença digital (nem a mentalidade certa). O que dificultou MUITO.

4- Até eu duvidava

Devido ao tamanho das dificuldades e da quantidade de coisas contra ela (sou sempre sincero com meus alunos).

Mas ainda assim…

5- Ela fez os 18k apenas com 22 emails… e nada mais. A custo zero.

Sem conteúdo.

Sem super conteúdo.

Sem vídeo.

Sem lançamento.

Sem live.

Sem nada além de 22 emails (alguns deles de “lembrete”) e a página do curso (que por sinal estava básica) pra converter um ticket médio/alto de 1.8k

Isso é copy raiz e estratégia.

Baseada em princípios – não em guruzices.

Enfim.

Se você tem uma lista (ou audiência) e gostaria de ter minha ajuda pra conseguir resultados como esse nos próximos 30 dias…

Ou…

Se você é copywriter e quer aprender a trazer resultados como esse para seus clientes em 30 dias…

Me envie um email e vamos conversar 🙂

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Pequenas audiências Grandes negócios

Hoje demorei por que estava na oficina.

No início era um barulhinho quando passava no quebra-mola.

Mas eu sabia que era mais sério.

Sò que na minha cabeça, era sério so tipo, 600… 800 platas??

O mecânico pegou o carro, saiu pra dar uma volta. Voltou, chamou um ajudante pra olhar. Chamou outro ajudante pra confirmar…

E de repente, lá vem ele com uma lista de peças no valor de:

1200 conto.

Wow.

Ok… estourou um pouquinho. Mas ok.

“Vamos fazer”

Mas quando o cara mandou levarem o carro, um dos mecânicos voltou dizendo que não dava pra fazer o serviço.

??

“A roda tá travando.” Ele disse.

“Travando?? Eu vim digirindo o carro de casa, meu senhor.”

Aí ele levantou o carro no elevador e mandou eu girar a roda.

A miserável estava travando mesmo.

O problema beeeeeemmm maior do que pensei.

E lá fui eu (com o cú na mão pra roda não travar de vez) pro cara que conserta direção.

Chegando lá?

Outra lista.

E outro valor:

3.100,00

Engoli a saliva à seco.

“É… vamos fazer.”

E nessa brincadeira passaram 5 dias pras peças chegarem e…

Uma nova listinha de peças que subiu a conta pra:

4.000 platas.

E não, não fui tapeado.

De fato, saiu até bom o valor – comparado ao que foi feito.

Mas que desanima passar o cartão pra isso, ah desanima.

Porém, existe uma lição nisso.

Qual?

Que aquele seu cliente de 600 platas… é a pessoa que pode se tornar o cliente de 4k. E depois de mais 200 pratas pra alinhar, balancear e afins. E depois de mais 1.6k de pneu. Enfim.

Tudo isso num curto intervalo de dias.

Digo isso por que muita gente no mercado brasileiro foca a maior parte de seus esforços em trazer novos clientes…

…Quando a verdadeira grana está em vender pra que já é cliente.

Sem contar que é absurdamente mais fácil converter que já disse sim pra você antes.

E essa é a chave pra fazer grandes negócios com pequenas audiências:

Criar vários produtos pro mesmo grupo de clientes.

Foi assim que essa lista bateu os 6 dígitos com apenas centenas de pessoas.

E quando olho no histórico de meus clientes, vejo que alguns adquiriram 3, 4, 5, 6, até 7 produtos diferentes – de diferentes tickets – ao longo de 8 meses em média.

Pois é.

Tudo isso usando apenas 1 email por dia e…

Criando minha teia de ofertas.

Exatamente como ensino nesse treinamento aqui:
https://www.brunosampaio.com/criacao-de-ofrts

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O copy pôney de 1 truque só

Sábado faremos uma festa de Halloween com os amigos.

No passado, eu nunca curti festas.

Pelo contrário.

Barulho. Bagunça. Eca…

Só queria ficar no meu sofá assinstindo Jaspion 😉

Mas com o passar dos anos, aprendi que o melhor da vida são os momentos felizes que passamos com quem amamos.

E hoje eu vejo uma festa como um desses momentos.

Porém, também aprendi que não precisa ter uma ocasião especial pra aproveitar o tempo com quem se ama.

Todo momento deve ser um momento especial.

Desde um café da manhã em família, a um simples jogo de baralho com os amigos.

A vida passa rápido demais.

E me corta o coração ver tanta gente desperdiçando seu tempo grudadas num telefone.

Mas enfim.

Se você também é do tipo que quer passar mais tempo vivendo do que preso no computador escrevendo copy…

Aqui vai um conselho:

Não seja um copy pôney de um truque só.

O que é isso?

É aquele copywriter que só sabe fazer 1 coisa.

Na maioria das vezes, lançamentos.

E quando o cliente pede pra esse copywriter fazer qualquer outra coisa, como uma recuperação de clientes ou campanha de email, por exemplo… ele trava.

E corre pros grupos pra pedir templates.

Isso acontece por 2 razões.

Primeiro por que, pelo feedback que tive de dezenas de alunos das formações de copy brasileiras… parece que as formações não formam de verdade.

Parece que ao invés de ensinar copywriting, seus princípios e como aplicá-los a qualquer situação – os gurus ensinam o básico de copy e… lançamento.

Como se lançamento fosse tudo.

Então os copywriters saem com um certificado debaixo do braço, achando que estão arrasando, mas quando chegam no mundo real descobrem que não sabem porra nenhuma.

A segunda razão pra isso acontecer, é por que muitos copywriters passam o dia aprendendo truquezinhos de copy no instagram… ao invés de aprender os fundamentos de copy e marketing e como aplicá-los no mundo real.

E isso basicamente é o que cria os copy pôneys de um truque só.

O problema de ser um copy pôney?

Você não consegue crescer na carreira, nem na conta bancária.

Pois como disse num email anterior, o caminho pro crescimento de um copywriter costuma ser:

Criar o próprio negócio – ou se tornar sócio de algum(s) negócio(s).

E é impossível chegar nesse ponto sendo um copy pôney de 1 truque só.

Mais impossível ainda quando seu único truque é lançamento… e lançamentos estão morrendo.

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A evolução do copywriter

Estou jogando Sifu.

Um jogo de kung-fu sobre vingança…

Ou redenção.

Você é quem decide.

Assim como Sekiro (um de meus queridinhos), Sifu tem um combate realista e intimidador pra maioria dos jogadores.

No início, você apanha tanto… que só quer sair por aí dando porrada em todo mundo.

Mas aqueles que passam desse período e desenvolvem sua habilidade, percebem que pra vencer não basta saber lutar kung-fu.

Pra vencer é preciso desenvolver outras habilidades.

É preciso conhecer os inimigos. Se posicionar corretamente. Gerenciar recursos e pensar e agir de maneira estratégica.

Aqueles que não conseguem desenvolver essas novas habilidades, não vão muito longe.

O mesmo acontece onde?

No mundo do copywriting.

No começo você descobre a melhor profissão do mundo – só escrever pra ficar ricão.

Aí você se aprofunda e descobre: SQN.

Quando percebe que saber só copy não é suficiente, o copywriter vai aprender a parte estratégica e de negócios.

O próximo nível de evolução é parar de pensar como um serviçal e começar a pensar em seu próprio negócio de copy.

Aí o copywriter quer aprender a conseguir clientes melhores e cobrar mais caro.

A maioria nem chega nessa fase.

Mas os poucos que chegam e evoluem, percebem que o melhor caminho é criar seu próprio negócio de produtos.

Então eles fazem sociedades com experts ou empresas, ou lançam seus próprios produtos.

Depois, eles se reproduzem e morrem.

The end.

Sacanagem 😉

Mas se você quer começar a elevar seu negócio como copywriter, fechar os melhores clientes e cobrar preços maiores…

Então você vai adorar meu novo treinamento sobre fechamento de clientes de alto valor.

Nele você vai ver:

  • Como se posicionar como um copywriter de alto valor (mesmo que esteja iniciando na carreira)
  • Como impor respeito no cliente (e não deixar que ele determine quando e como você trabalha)
  • Como empacotar seus serviços e vendê-los a preços premium e de maneira recorrente (pra fugir dos ciclos de fartura e escassez)
  • Como fechar contratos melhores com segurança (mesmo que você seja tímido e anti-social como eu)

E algumas coisinhas mais.