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Há 20 anos no digital fazendo a mesma coisa até hoje

Ontem levamos Isabella pra roça pela 1ª vez 🙂

Ela adorou descobrir todas aquelas novas cores, formas e sons que a natureza oferece.

Engraçado como morar na roça é uma das maneiras mais antigas de se viver no mundo mas, até hoje, mesmo com toda modernidade e tecnologia, continua sendo uma das que proporciona maior felicidade.

Isso me lembra o mundo digital, onde um antigo modelo de negócio continua sendo o melhor até hoje.

Imagine você…

Ter um negócio digital há 20 anos…

E há 20 anos fazer exatamente a mesma coisa…

Enquanto seu negócio continua crescendo ano após ano (e continua a todo vapor em pleno 2023).

Imaginou?

Agora lembre-se que:

Há 20 anos não existia youtube.

Nem Faceburguer.

Nem instagrando.

Nem whatsap (acho que todo mundo escreve esse nome errado).

Nem Tik Toko.

Nem lançamentos.

Enfim.

E no meio disso tudo, dá pra acreditar que tem 1 cara fazendo exatamente a mesma coisa… há 20 anos…com sucesso e clientes felizes?

Pois é.

Esse cara e esse modelo existem.

Seu nome é Ben Settle, e seu nomedo é todo baseado em emails.

Simples. Enxuto e lucrativo.

Há 20 anos.

É ou não é algo sólido – mesmo num mundo digital que muda a todo ano?

Fica ainda mais interessante quando eu disser que ele não é o mais antigo fazendo isso.

Nope.

Existe alguém que segue esse modelo há mais de 30 anos.

E continua até hoje.

Esse cara é ninguém menos que o mestre do Ben Settle (Matt Furey).

Ambos não estão nas redes fossiais, não são “influenciadores”, não produzem conteúdo, não fazem lançamentos, nem anúncios – mas têm um negócio enxuto de 7 dígitos.

Incrível, não é?

Não é por acaso que eu também larguei tudo pra seguir esse modelo de negócio.

E… se isso é algo que lhe interessa, nos próximos dias falaremos sobre como implementar esse modelo “desrevolucionário” mas altamente simples e rentável – em seu negócio.

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Simplicidade é a máxima conversão

O que eu faço e ensino…

Não é pra todos.

Definitivamente não é pra qualquer um.

Estou me referindo à conversão por email.

À colocar mais tutu no bolso com emails do que com lançamentos, ao longo dos meses e anos.

Mas a razão pra isso não ser pra todo mundo é bem diferente do que você imagina.

Não tem nada a ver com saber copy, marketcheng, ferramentas ou afins (como a maioria e talvez você pense).

Não.

A verdadeira razão que impede a maioria das pessoas de “ser feliz” com email é apenas uma:

A simplicidade.

Converter por email é simples.

Mas a maioria das pessoas parece que não consegue fazer o simples. Elas precisam complicar, complicar e complicar, pois na cabeça delas – o simples não funciona.

Por exemplo:

A regra número #1 pra escrita influenciadora por email é:

Escreva como você fala.

O que significa isso?

O que você ouviu: Escrever exatamente como você fala – ao invés de escrever como um professor, ou acadêmico, ou romancista, ou “profissional”.

É só isso: escreva como fala.

A coisa mais simples (e uma das mais poderosas) do mundo.

Mas ainda assim, quando vejo alguns emails de alunos e clientes… lá está a escrita difícil. A escrita de “escritor profissional”. A escrita “inteligente”.

Fica ainda pior quando vem com aqueles parágrafos de copy manjados que você encontra em qualquer email por aí.

Ou seja:

Ao invés de fazer o simples, de ser você mesmo e usar essa sua maior arma ao seu favor – as pessoas tendem a complicar, a dificultar a própria vida e seu próprio marketcheng (facilitando pra concorrência).

A coisa é tão séria, que conheço até um caso de uma pessoa que vivia à beira de um colapso fazendo lançamentos que mal se pagavam, mas um dia resolveu se dedicar ao email.

Ela fez uma primeira campanha e conseguiu um resultado melhor que seu último lançamento inteiro.

Mas adivinha?

Parece que enviar 1 email por dia era simples demais pra seguir em frente.

Então ela voltou pra complexidade e loucura dos lançamentos – MESMO DEPOIS DO EMAIL DAR MAIS CERTO PRA ELA.

Enfim.

Como disse, o grande problema não está na falta de habilidade, mas sim na falta de simplicidade.

O problema é complicar.

E eu entendo esse pensamento. Ele já de “de fábrica”. E pra piorar, os gurus exploram isso a máximo e usam contra você.

Eles confirmam seu pensamento de que precisa ser complexo, então vendem algo complexo, e aí você não tem reusltados por que obviamente é complexo demais, mas aí eles fazem você acreditar que o problema que você precisa de mais complexidade, e lhe empurram outra coisa, enfim.

Mas eu estou aqui pra fazer o oposto.

Pra lhe ajudar a simplificar seu negócio, e maximizar seus resultados.

Mas só, e somente só, se você estiver aberto ao poder da simplicidade.

O que me diz?

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6+ Dígitos sem redes sociais

Sabe quando uma coisa divertida…

Se torna uma obrigação horrível?

Não, não estou falando de casamento (e não, meu amor, isso não é o nosso caso) [Priscilla está na minha lista de emails]…

Estou falando de fazer seu Marketcheng.

Seu ou do seu negócio.

No começo é sempre uma excitação.

Zas, Zas, Vou fazer meu logo, vou gravar vídeos, vou escrever belos textos, vou abrir caixinhas de perguntas, vou responder cada comentário 🙂

Mas em pouco tempo, a coisa começa a ficar chata…

Até o ponto em que se torna insuportável.

De repente fazer um post ou responder um simples comentário virou um pé no saco.

Uma tortura.

E o que era pra ser uma bela comunidade de pessoas juntas pelo mesmo propósito… se torna um bando de clientes chatos para os quais eu só quero vender meus produtos e dar o fora??

Não é uma posição boa pra se viver.

Na verdade, é uma espécie de prisão sem grades.

E um dos principais causadores dessa condição é seu próprio marketcheng.

A rotina exaustiva que experts precisam seguir pra se manterem relevante nas redes fossiais.

As coisas que eles precisam dizer e fazer – contra sua própria personalidade – pra convencer as pessoas a adquirirem seus produtos.

Os infinitos conteúdos gratuitos que são obrigados a produzir, mesmo quando não há mais nada pra ser dito.

E pra fechar com chave de ouro: Os lançamentos destruidores de almas.

Eu acho que a maioria das pessoas não nasceu pra essa vida.

Algumas sim.

Mas a maioria não.

Pra maioria, essa vida adoece.

Deprime.

Porque vai contra a natureza delas, contra suas crenças de como marketcheng deve ser feito, contra seus valores, e contra seu estilo de vida ideal.

A boa notícia é que essa não é a única maneira de conduzir um negócio.

Longe dessa bola de gurus digitais brasileiros existem pessoas que conduzem negócios 6 e 7 dígitos usando apenas ads + emails (e às vezes só emails).

Pessoas que não mostram a cara e nem estão nas redes fossiais.

Pessoas que sentem prazer e propósito no que fazem, e amam seus clientes.

Pessoas livres.

É o caminho que eu sigo.

É a maneira que eu vivo.

E é o caminho que vou ajudar um grupo de empreendedores rebeldes a seguirem também.

Mais sobre isso nos próximos emails.

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Escritores da Liberdade

Faz um tempo que não falamos sobre filmes e séries, né?

Talvez por que a bebê mudou um pouquinho nossa rotina??

Só um pouquinho 🙂

Mas já voltamos a assistir algumas coisas.

Uma delas foi o novo filme do Homem-Aranha (do Miles Morales).

Eu adorei o primeiro.

E se o primeiro foi uma bela surpresa – esse segundo foi, na minha opinião, uma horrível tragédia.

Tão ruim que não consegui passar da metade.

Enfim.

Terminei de ver a série Godless – que é um faroreste muitíssimo bem feito que eu super recomendo.

E graças a Deus saiu uma nova temporada de Warrior – uma das melhores séries de todos os tempos. Já falei sobre ela antes, é de ação, baseada no diário que Bruce Lee escreveu quando veio pros EUA.

As cenas de luta dessa estão entre as mais bem feitas da história. E como se isso não bastasse, a trama e os personagens são incríveis.

O que mais?

Ah, essa semana também assistimos um filme antigo (2007), mas muito bom:

Escritores da Liberdade.

É baseado na história real de uma professora que chega numa escola pública dominada por gangues sanguinárias, e usa a escrita pra transformar a vida dos jovens e causar uma pequena revolução no sistema educacional americano.

Veja:

Pode até parecer aqueles filmes clichês da sessão da tarde, mas não é.

É um filme impactante, que nos faz questionar a vida, compreender pessoas e, principalmente, ver como a escrita pode resgatar até as vidas mais perdidas.

Sem spoiler, mas tem uma cena que é descontraída, e de repente um aluno pede pra ler o que escreveu, e seu relato é tão intenso que leva você do riso ao choro em questão de segundos.

E sabe o que é mais interessante?

A maneira como a professora introduz e trabalha a escrita na vida dos alunos (violentos membros de gangues).

Ela usa nada mais, nada menos que:

Escrita diária.

1 texto por dia.

Como se fosse um diário.

Todos os dias você coloca pra fora o que está sentindo, pensando, desejando, temendo. E se quiser, pode compartilhar com os outros.

O que?? Isso parece familiar pra você?

Mas é.

Quando digo que enviar 1 email por dia – além de lucrativo – é terapêutico, não estou brincando.

É um sentimento diferente de ter que gravar vídeos apulso ou fazer stories e postagens em redes fossiais todos os dias. Essas coisas podem até ser excitantes no começo, mas com o tempo se tornam um fardo pesado demais pra carregar.

Emails diários são o oposto.

A cada dia você se sente melhor, mais leve, e nos dias que não escreve, você sente falta. Fica ainda melhor quando você junta essa sensação + as respostas de agradecimento de seu público + as vendas que você gera fazendo isso.

Engraçado é que eu nunca gostei de escrever, na verdade odiava (por causa da escola).

Mas hoje não tem nada melhor do que conduzir um negócio inteiro usando apenas a escrita.

Simples. Terapêutico. E bota tutu no bolso.

Por isso que no próximo mês vem algo incrível pra os loucos que também querem viver assim 🙂

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Por que estudar copy é inútil

Está pronto pra uma polêmica?

…Ou pra abrir os olhos pra maior barreira do sucesso de um copywriter?

Como diria Antônio Fagundes:

“No final… você decide”

(novinhos não entenderão)

Bem, eu abordei um pouco disso no email de ontem e hoje quero me aprofundar.

O fato é que tanto os gurus arrotam por aí, quanto os próprios copywriters acreditam que:

Pra crescer na carreira, conseguir clientes melhores e ser mais bem pago… você precisa desenvolver sua habilidade MeLiOnÀrIa e saber mais sobre copywriting do que os outros.

O pensamento é que:

Se você não está ganhando o suficiente, é por que precisa aprender mais e mais sobre copy e táticas digitais.

O grande problema… é que isso é uma grande mentira.

Se fosse verdade, casos como esse não aconteceriam jamais.

Porém, é comum na família do email ter iniciantes fechando seu primeiro cliente de 2k a 3k por mês (no mínimo) – sem portfolio, sem certificado de copy AAA, sem nunca ter escrito copy às vezes.

Como isso é possível?

É possível porque sua habilidade de copy não determina seu sucesso.

Veja:

A verdade é que, preste bastante atenção: Não existe uma habilidade única pro sucesso.

Sim, eu sei que os gurus dizem que copywriting é a habilidade melionária, mas eles dizem isso apenas pra lhe empurrar seus cursos e formações incompletos que ajudam mais eles mesmos do que a você.

A verdade é que pra crescer e triunfar, você precisa de um conjunto de habilidades e, de todas elas, copywriting é a menos importante.

Por que copy é o menos importante?

Porque não adianta saber tudo sobre copywriting… se você não souber, por exemplo, como se vender como copywriter e fechar clientes melhores a preços maiores.

Ou algum cliente já chegou pra você e disse:

“Ei , vou lhe pagar 20k por esse projeto só por que você tem esse certificado aí na parede”

Isso não existe.

Os clientes malas podem até exigir certificado, portfolio e afins… mas eles são mala e NUNCA vão lhe pagar valores decentes, que lhe permitam ter uma vida decente.

Continuando:

Pra crescer como copywriter, é preciso desenvolver um conjunto de outras habilidades que, até onde sei, guru nenhum ensina por aí.

É preciso aprender a:

  • Identificar quem são bons clientes
  • Prospectar esses bons clientes
  • Fechar esses clientes maiores e melhores (sim, são 3 coisas diferentes)
  • Precificar seu trabalho corretamente
  • Conduzir reuniões e negociar os melhores termos a seu favor
  • Gerar grandes resultados com pequenos esforços
  • Gerar resultados rápidos, sem depender de nada nem ninguém além de você
  • Ter um modelo de negócio recorrente e sustentável como copywriter
  • Ser mais estratégico e menos tático
  • Não depender de lançamentos, conteúdo e redes sociais pra gerar resultados
  • Ajudar a melhorar e criar super ofertas
  • Ter auto confiança e internalizar seu valor
  • Saber se posicionar com clientes, pra evitar ser explorado
  • Deixar de ser um copywriter-faz-tudo e se tornar especialista mais bem pago

Enfim.

Percebe a quantidade de habilidades que não tem nada a ver com copy, mas tudo a ver com crescimento e sua conta bancária?

Pois é.

E todas elas (e algumas outras) eu ensino em minha Formação Email Copywriter.

Não só ensino, como também ajudo de perto a colocá-las em prática e fazer acontecer.

É por isso que esse programa já subiu de preço 5 vezes em apenas 2 anos e vai subir de novo. Não tem comparação com o que oferecem por aí.

Mas essa é última vez que ele é oferecido com minha mentoria ilimitada. Amanhã as coisas vão mudar.

Então se fizer sentido, leia a página e faça sua aplicação aqui:
https://docs.google.com/document/d/1gfzcsRJCe4xW-WX2R-ehrJdXsdHzNrJ9u8p3hbQ1YQA/edit?usp=sharing

Hoje é o último dia.

Oh, e eu tinha deixado de fora nessa página 2 bônus incríveis (que valem mais que formações dos gurus??).

Enfim.

Vou almoçar com meu bebê 🙂

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Esse tipo nem Jesus salva

Uma pessoa próxima a mim…

A qual eu gosto muito…

Recentemente começou a ouvir cultos/orações de um pastor na internet.

Essa pessoa não é religiosa.

Mas por alguma razão, agora ela ouve o tal pastor digital 3 vezes por dia (de manhã, meio-dia e à noite) pelo celular.

Oh boy… e ouvir é pouco. Ela até fecha os olhinhos e coloca as mãos pra cima quando o pastor pede.

Enfim.

Como disse, essa pessoa é próxima, então de vez em quando eu acabo ouvindo sem querer o tal culto.

E sabe qual é o tipo de mensagem que o pastor prega?

Que se as coisas estão ruins em sua vida, em seu relacionamento, em seu trabalho… a culpa é do inimigo (mais conhecido como Capeta). E a solução pra você salvar seu casamento, sair das dívidas, conseguir um trabalho melhor, ou superar qualquer dificuldade – segundo o pastor digital, é…

  • tambores rufando *

A solução é fazer orações.

Orar, orar e orar até seu casamento se salvar sozinho, suas contas serem pagas e sua vida milagrosamente melhorar da noite pro dia 🙂

A pessoa já está nessa vibe há alguns meses. Todos os dias ela assiste os conselhos do pastor, faz as orações dela, e depois passa o dia reclamando do casamento e do trabalho.

Mas o que ela faz pra melhorar o casamento e o trabalho?

NADA.

Ela assiste os vídeos, e ora com o pastor.

Assiste os vídeos. Ora com o pastor.

Assistir. Orar. Na esperança que Jesus desça dos céus e resolva seus problemas aqui na terra.

Exatamente como fazem muitos copywriters por aí.

Eles passam os dias assistindo vídeos e stories de seus “pastores digitais”, estudando mais e mais copywriting… na esperança que algum milagre aconteça e comecem a cair bons clientes em seu colo e sua carreira decole??

Não… não é assim que funciona.

A fé é fundamental. Mas não basta apenas ter fé.

É preciso ter ação.

É preciso arregaçar as mangas e correr atrás.

É preciso sair desse ciclo vicioso e adotar uma nova postura.

É preciso sair desse conhecimento limitado de copy de guru e crescer e evoluir profissionalmente.

E, na minha opinião, é preciso sair desse mercado de lançamentos e vagas arrombadas e trabalhar com um modelo de negócio sustentável e recorrente.

Se fizer sentido pra você, eu lhe apresento um caminho diferente do que pregam por aí:

O caminho do Email Copywrtier.

Tudo sobre ele aqui:
https://docs.google.com/document/d/1gfzcsRJCe4xW-WX2R-ehrJdXsdHzNrJ9u8p3hbQ1YQA/edit?usp=sharing

Somente até amanhã (domingo, 06/08).

Até amanhã é também a última chance de entrar no programa e receber mentoria ilimitada minha (eu odeio essa palavra mentoria, mas muitos leitores insistem, enfim, é meu acompanhamento 1 a 1 pra lhe ajudar a colocar os ensinamentos em práticas e fechar seu primeiro cliente de email dentro de 14 a 42 dias).

Depois disso o acompanhamento será limitado a 3 meses.

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Onde estão os melhores clientes de copy

Eu tinha uma amiga…

Que vivia dizendo que queria encontrar um homem sério, responsável, pra casar, ter filhos e construir família.

Porém…

Essa minha amiga só vivia em baladas de curtição, aplicativos de curtição , e outros lugares 100% de curtição e 0% de compromisso ou seriedade.

Então eu lhe pergunto:

Quais são as chances dela encontrar um homem sério pra casar, se os lugares onde ela procura são frequentados apenas por homens que não querem compromisso, apenas curtição??

Pois é.

Mas parece que esse é um fenômeno bem comum, pois também acontece no mundo do copywriting.

O que mais tem por aí são copywriters buscando bons clientes – em lugares frequentados por clientes malas.

De que lugares estou falando?

  • Sites de freelancers (workana e afins)
  • Grupos de copy (face, whats, telegram, etc)
  • Vagas de trabalho compartilhadas online
  • E suas próprias redes, através da produção de conteúdo

Esses são os ambientes ideais para os clientes infernais.

Eles adooooooram perder tempo postando vagas, criando longos e inúteis formúlários de candidatura, fazendo testes e mais testes de copy, analisando portfolio, fazendo reuniões demoradas (que parecem um interrogatório do FBI).

Enfim.

Tudo isso são comportamentos típicos de clientes malas.

Aqueles que exigem sangue, suor e lágrimas de você – mas só querem pagar merrecas.

Esse é o tipo de cliente que só serve pra “curtição”.

Só dá pra fazer um projetinho aqui e outro ali, mas qualquer coisa além disso vai custar caro pra você e causar arrependimento.

E assim como acontecia com minha amiga, você jamais vai conseguir algo sério, estável e sólido com esse tipo de clientes. Os anos vão passar e sua carreira e vida financeira vão ficar estagnadas, vivendo de projetinhos de pegação sem futuro.

Pra crescer como copywriter (honesto, que não trabalha com PLR, nem suplementos de farinha nem outros produtos mentirosos) você precisa de clientes bons e sólidos. Precisa de uma relação duradoura, de confiança, onde ambos crescem e se desenvolvem juntos.

Você precisa trabalhar com alguém que entenda, respeite e valorize seu trabalho. Alguém que dê as condições pra você evoluir (ao invés de tentar lhe engessar e limitar).

E esse tipo de cliente, meu amigo, não frequenta locais de curtição. Ele está ocupado demais tocando seu negócio pra perder tempo vendo portfolio, fazendo entrevistas e qualquer outra atividade que desvie o foco dele.

Repito: Os bons clientes não perdem tempo com portfolio, entrevista, experiência, formulários, testes e nada disso.

O que eles realmente buscam nos outros é uma coisa só.

A mesma coisa que existe dentro deles, e é a responsável por seu sucesso.

Que coisa é essa?

Atitude.

Se você chegar num cliente ideal com a atitude certa, ela vai identificar isso num piscar de olhos e contratar você sem buracracia ou processo nenhum. Pois ele sabe o valor da atitude e o quanto ela é escassa no mercado.

Ou seja:

Os bons clientes não estão por aí perdendo tempo nesses locais públicos. Eles estão trancados em suas empresas trabalhando.

E se você quiser trabalhar com eles, não dá pra ficar rezando pra eles postarem uma vaga, muito menos que vejam seus conteúdos no insta.

Não mesmo.

Você precisa ir até eles, e abordá-los com atitude.

E lhe digo mais, 1 único bom cliente pode literalmente mudar sua vida.

Pelo menos foi o que aconteceu comigo há alguns anos, quando eu estava num momento difícil financeiro e de repente (com atitude e abordagem certa) conquistei um cliente fixo de email de 5k/mês. Ele me deu fôlego e tempo pra buscar minha saída daquela situação.

Enfim.

Mirar nos bons clientes foi a única maneira que encontrei pra sair daquela vida de projetinhos de curtição e viver relacionamentos sérios e prósperos com bons clientes.

Fois assim que eu cresci.

E é assim que eu ajudo outros a crescererem como copywriter: através de minha formação + programa de acompanhamento.

Se é um caminho que você gostaria de seguir, e ainda ter minha ajuda de perto nessa jornada, amanhã é o dia.

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Por que Copywriters desistem

Lembra do que falei sobre o parto de Isabella?

Bem, durante esses 9 meses de gestação nós conversamos e vimos muitas mães em diferentes fases do parto durante nossas idas à urgência.

E foi interessante pois quando perguntavam a Priscilla se o parto dela seria normal ou cesária e ela dizia “vai ser normal”, muita gente se assustava (pois parece que o normal deixou de ser normal).

A razão pra maioria se assustar é por que as maternidades estão cheias de mães que querem ter um parto normal… mas não fazem ideia que na vida real um parto normal é totalmente diferente daquela fantasia que compartilham no instagram, o que faz essas mães se arrependerem no meio do parto, quando as dores intensificam e elas percebem que aquele sofrimento vai se estender por longas horas.

Aí você ouve mãe pedindo socorro… pedindo anestesia… pedindo pelo amor de Deus me tire daqui… e até dizendo que não quer mais aquilo alguém faça parar (como se pudesse dar um control Z no bebê).

Veja, ter um filho é uma das maiores dores que existem no mundo.

Não é fácil.

Não é glamuroso.

Não é fofinho.

É selvagem!

Fica ainda pior quando as mães chegam com “a cara pra cima” pra ter o bebê, guiadas apenas pelos stories fofinhos dos instas de maternidade.

Mas Priscilla não caiu nessa.

Não mesmo.

Ela fez algo bem diferente da maioria das mães. Algo que nos ajudou incrivelmente a passarmos por toda a gestação e pelo parto em si com a cabeça no lugar e uma certa tranquilidade, apesar de tudo.

Algo que a fez ser elogiada pelas enfermeiras e médicos.

E algo que está nos ajudando a enfrentar os desafios do pós-parto e da criação do bebê em si.

O que Priscilla fez foi…
Ela se preparou

Ela não caiu na conversinha dos posts fofinhos sobre parto (escritos por mulheres que nunca tiveram filho). Ela tinha desprezo por isso.

Ao invés, ela se preparou. Nesse caso, foi pesquisar e estudar com médicos, enfermeiros e com outras pessoas que já viveram essa experiência.

Toda essa preparação a fez seguir firme até o fim, e está fazendo ela seguir firme mesmo diante dos novos desafios do nascimento.

Sabe por que?

Porque tanto num parto quanto em qualquer outra área da vida:

Preparação é tudo

E quando eu olho pro mercado de copywriting e converso com pessoas e clientes sobre os profissionais da área, uma coisa fica clara como ovo de galinha:

Não existe preparação nenhuma.

Os gurus prometem “a formação completa de copywriting”… que na prática só ensina a fazer lançamentos… e de uma maneira superficial e babaca.

Outros prometem “os segredos das copys perfeitas”… mas na prática ensinam a escrever textos que forçam a barra e tratam o leitor como um idiota.

Enfim.

A questão é que eles pessimamente ensinam copy… como se apenas saber copy fosse o suficiente pra ter sucesso como copywriter.

É por isso que
copywriters desistem

Eles fazem uma mentoria ou “formação completa” do guru, acreditando que ali terão tudo que precisam pra seguir nessa carreira… mas quando saem com o caro certificado debaixo do braço e tentam entrar em campo no mercado, percebem que a coisa é diferente do que foi mostrado pelo guru.

De repente, aquele certificado de peso reconhecido pelo MEC não significa porra nenhuma pros clientes…

Nem aquele portfolio bonito que ele montou no curso (com copys falsas de teste).

E aquelas estratégias pra conseguir clientes que aprenderam? Só trouxeram raiva, frustração e até prejuízo (pois alguns ensinam o copywriter a fazer anúncios pagos).

Em resumo:

Os copywriters só sabem
escrever copy (e olhe lá)

Não sabem como conseguir clientes.

Não sabem quanto nem como cobrar.

Não enxergam sua carreira como um negócio.

Não sabem como lidar com clientes.

Não sabem fazer outra coisa além de lançamentos.

Não sabem nem pensar direito, pois tudo que aprenderam foi a escrever usando modelos e hacks.

E por causa da falta de preparação pro mercado e pra vida real…

Muitos desistem dessa carreira.

Outros vão apenas empurrando com a barriga, pegando um projeitnho aqui outro ali, mas não saem disso. Não conseguem crescer, muito menos ter uma renda mensal digna.

Pois é.

Foi por revolta a essa situação que eu decidi parar de apenas escrever sobre isso, e fazer alguma coisa.

Foi então que lancei um workshop sobre como ser um email copywriter…

Que evoluiu pra um curso…

E hoje se tornou um treinamento robusto + um programa de acompanhamento.

Algo que traz um conhecimento profundo e avançado sobre copy, marketing e sobre como conduzir seu negócio de copywriting da forma mais tranquila que existe (na minha opinião): Escrevendo apenas emails, em troca de porcentagem dos resultados ou de valores fixos mensais de 3k a 6k.

E nesta quinta-feira vem aí mais uma nova evolução desse treinamento, e mais uma oportunidade pra aqueles que querem dar adeus a lançamentos e vagas arrombadas e fazer parte de um pequeno grupo de copywriters rebeldes que desafiam as leis do mercado e vivem nos seus próprios termos.

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Estrategistas Degetais

Esses dias um anúncio me impressinou.

Era de uma profissional que se dizia estrategista digital, copywriter e mais alguns outros títulos importantes.

O que mais me impressinou no anúncio foi a estratégia usada pela “estrategista”.

Veja:

Era um anúncio no linkedin…

E foi enviado como mensagem pra mim.

A copy era mais sem graça que assistir Zorra total. E a única promessa era a de “potencializar minha carreira digital”. E pra isso ela me convidava pra seguir a página dela no instagram… e qualquer coisa chama-la no direct??

Nossa…

Que estragégia matadora…

Matadora de orçamento – pois ela vai queimar grana, pra no máximo conseguir alguns seguidores, e 90% desses poucos seguidores vão pro lixo, já que o insta só entrega as postagens pra uma minoria.

E que tal chamar no direct?

Como você faz um anúncio genérico, sem nenhum tipo de venda, pra público 100% frio, e vai conversar com essas pessoas por mensagem (1 a 1)? Quem tem tempo pra passar o dia falando com curiosos que não vão comprar de você?

Percebe como a estratégia é complexa e ao mesmo tempo… destinada ao fracasso?

Pois é.

Assim como esse exemplo, nosso mercado está cheio de estrategistas degetais – ou seja: degenerando o digital.

São pessoas que fizeram um curso de guru e agora se acham estrategistas. Mas uma rápida conversa com eles mostra que seu arsenal de estratégias se resume a:

1- Fazer Lançamentos
2- Produzir conteúdo
3- Alguma ideia bizarra como o exemplo acima

Só isso e nada mais.

Aí o cliente chega com um problema de conversões e o sr. estrategista recomenda:

“Eh… aí precisamos produzir mais conteúdo e fazer um lançamento”

O cliente está com as margens baixa?

“Tem que produzir conteúdos melhores… e melhorar a copy dos lançamentos”

Os anúncios não estão performando bem?

“Precisa entregar mais conteúdo, fazer lives, jogar pro whatsapp… e fazer um lançamento”

Quer escalar seu negócio?

“Precisa produzir mais conteúdo… e fazer lançamentos maiores”

Seja qual for o problema, a “solução” é sempre a mesma.

Por que se tudo que você tem é um martelo… você vai tratar tudo como um prego.

Mas isso não é tudo.

Existem outros problemas na vida dos estrategistas degetais:

  • Lançamentos estão funcionando cada vez menos (e dando mais trabalho)
  • É mais difícil competir num mercado quando todo mundo está fazendo a mesma coisa que você (conteúdo e lançamentos) e dispostos a cobrar muito menos
  • Lançamentos são demorados, caros e trabalhosos pra fazer – e por conta disso seu trabalho é mais difícil e depende 100% do expert, da boa vontade e cooperação dele
  • Paga mal. Sério, quanto lhe pagam por um lançamento inteiro?

Enfim.

Foi por essas e outras que pulei fora desse inferno de conteúdo e lançamentos anos atrás e me encantei pelo mundo do email.

Trabalhar com emails é o oposto de lançamentos:

  • Está funcionando cada vez mais (já que os marketeiros não usam, ou usam só pra enviar lembretes)
  • Não existe competição – pois ninguém mais no Brasil faz isso
  • Criar campanhas de email é rápido, sem custo e simples de fazer, e você é 100% independente pois não depende em nada do expert nem de ninguém
  • Paga muito bem. Você pode cobrar inicialmente de 3k a 6k por mês, por cliente, apenas pra escrever 1 email por dia. Se não tiver medo, você pode cobrar porcentagem dos resultados (30% a 50%) e fazer bons 5 dígitos por mês com um único cliente e 1 email por dia.

É exatamente isso que eu ensino em meu programa de formação e acompanhamento que vai ao ar nessa semana.

Oh, e se você cansou de ser estrategista degetal, além de aprender a enxermar copy e marketing de uma forma totalmente diferente da que os gurus ensinam por aí, você também vai aprender estratégias únicas, e um dos bônus que eu entrego é um guia rápido com 100 estratégias de copywriting e marketing direto pra ajudar a gerar mais resultados pros clientes, com menos esforço (e sem lançamento e conteúdo).

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Por que americanos não fazem lançamentos?

Depois de 2 dias no hospital…

Estamos de volta em casa (com toooodo o sono do mundo).

Aparentemente, são apenas algumas “sequelas” do pós-parto, mas só o tempo (e mais exames) dirá.

Enfim.

O nascimento de Isabella, o sufoco que passamos, e essas idas a urgências me fizeram pensar bastante.

A cada dia eu quero passar mais tempo com minha família (e amigos), e menos tempo trabalhando.

Não me entenda mal, eu adoro o que faço, e hoje só trabalho algumas horas por dia… mas eu quero levar isso ao limite máximo – que até onde sei é na casa dos 2M a 3M por ano – trabalhando de 2 a 4 horas por dia, com paz e prazer.

Esse é o objetivo:

Simplificar e crescer. Ao máximo.

E por falar em simplificar e crescer…

Você já parou pra pensar:

Por que os Estados Unidos – que são pioneiros em tudo no mundo, que literalmente inventaram o copywriting, a propaganda como conhecemos e praticamente tudo sobre marketcheng que existe…

Por que num país tão avançado assim… seus copywriters não fazem lançamentos?

Será por que os americanos pararam no tempo, e foram superados pelos gurus brasileiros??

Será que os copywriters gringos não gostam de “6 em 7”?

Ou será que…

Ah meu Deus…

Ou será por que… lançamentos… essa paixão nacional do brasileiro… não é um modelo de negócio sustentável??

Holy Shit 😱

Bem, você pode engolir e acreditar no que quiser dos gurus de instagram… mas a verdade é que os americanos abandonaram esse modelo de negócio há muitos e muitos anos.

Veja:

Essa estratégia de “lançamentis” foi criada em 2005, e na época virou febre. Frank Kern, Brendon Burchard, Todd Brown, John Carlton, John Reese e vários outros grandes nomes entraram nessa com tudo. Mas em poucos anos todos eles abandoram lançamentos sem jamais olhar pra trás.

Por que será?

Bem, Frank Kern disse que não aguentava mais viver naquela pressão, sem tempo pra família e vendo sua saúde desmoronar.

John Reese, por razões semelhantes. Mas ele nunca mais quis saber de internet e se aposentou.

Todd Brown? Ele não decidiu parar com essa vida… ele foi obrigado a parar, depois de sofrer um infarto aos 40 anos de idade.

Assim com eles, centenas (ou milhares?) de experts brasileiros desistem dessa vida ou apenas sobrevivem no limite, como uma bomba relógio prestes a sofrer um ataque (muitos sofrem ataques e ainda voltam pra esa vida).

E tudo isso acontece porque lançamento não é um modelo de negócio sustentável.

Não é sustentável pro produtos/expert.

E não é sustentável pro copywriter.

E sempre quando abordo esse tema eu falo mais sobre o produtor, mas hoje vou explorar a vida do copywriter de lançamentos.

Veja:

Como você sabe, os americanos são a nação que mais entende de copy, marketcheng e de ganhar grana no mundo. Não sou eu que estou dizendo. É a história, os fatos e os números.

Sendo assim, por que os copywriters de lá (tanto os grandes quanto os pequenos) não fazem lançamentos?

Será que é por que os caras que estão no topo do mundo são mais burros que nós brasileiros?

Eu diria que não.

A verdade é que assim como os experts, os copywriters americanos também sofreram com a loucura dos lançamentos, mas diferente dos brasileiros, eles mudaram pra maneiras mais inteligentes e sustentáveis de fazer la plata.

E o que os copywriters gringos fazem?

Bem, os que mais ganham lá fazem exatamente a mesma coisa que faziam os antigos mestres do copywriting como Gary Halbert, Claude Hopkins e Eugene Schwartz:

Eles escrevem cartas de vendas, anúncios, newsletters e malas diretas (tanto digitais quanto impressas – pois ainda convertem muito bem).

Eles não escrevem conteúdos de instagram, nem meteóricos, nem CPLS, nem naaaaada disso.

Nope.

Eles fazem as mesmas coisas que os maiores copywriters faziam há muitas décadas.

E por que você acha que eles ainda fazem esse tipo de trabalho “antigo”?

Simplicidade e crescimento.

Eles escolheram focar no 80/20.

No menor trabalho que gera os maiores resultados possíveis.

E de todos os canais que os gringos trabalham, existe um especial que é o responsável por gerar a maior receita de todas.

Que canal é esse?

O bom e velho email.

É por isso que diferente dos brasileiros, você não vê as empresas de marketing direto americanas usando redes fossiais. A maioria delas nem tem perfil.

Por que?

Simplicidade e crescimento.

Por que perder tempo, energia e recursos produzindo conteúdo e palhaçadas nas redes fossiais se com simples emails rápidos eles conseguem gerar 10x ou 20x mais receita em menos tempo?

Não faz sentido.

Quer dizer, até faz… mas só pros brasileiros masoquistas.

Por que estou lhe dizendo isso? Você pergunta.

Porque enquanto essa febre de lançamentos está acabando com o sossego dos experts… também está criando oportunidades incríveis pra copywriters atentos às mudanças do mercado.

Nesse momento existe um pequeno grupo de copywriters que cansaram dessa tortura brasileira e decidiram seguir os americanos, se especializando em gerar receita por email.

O resultado?

Eles estão conseguindo gerar múltilos 5, 6, até 7 dígitos por campanhas entre lançamentos – usando apenas email e nada mais.

Em troca disso, alguns recebem uma porcentagem dos ganhos. Outros mais conservadores preferem receber um valor fixo que varia de 3k a 6k por mês – só pra escrever emails.

De qualquer forma, foi o melhor caminho que encontrei pra fugir de lançamentos e de agências e vagas arrombadas, e finalmente ter aquele estilo de vida de copywriter que sonhamos quando entramos nesse ramo (e acreditamos nas promessas dos gurus).

Dito isso:

Se você quiser ser um desses copywriters rebeldes e entrar pra esse pequeno grupo que desafia o status quo do mercado brasileiro, nos próximos você terá a oportunidade de ter minha ajuda de perto pra isso.