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Clientes de Alto Ticket com 1 email de 9 palavras?

Se você já estudou um pouquinho sobre HighTicket…

Ou como eu gosto de chamar o que fazem por aí:

High-Chicken (a 🐔 drogada)

Já deve ter visto que eles ensinam a fazer um verdadeiro circo pra convencer as pessoas a comprarem produtos de ticket alto.

  • Você precisa vender sua imagem de sucesso, tirar fotos com roupas chiques, em carros chique (de preferência num jatinho alugado), numa mansão.
  • Você precisa criar um perfil de sucesso nas redes fossiais. Precisa ter muitos seguidores pra ter autoridade. Precisa postar fotos de como você tem uma vida maravilhosa, e fotos em algum palco dando palestras.
  • Precisa também ter muito conteúdo. Em todas as redes. Pra mostrar que você é autoridade no nicho.
  • Precisa fazer eles assistirem seu longo video e fazer uma aplicação num formulário
  • Precisa marcar uma ligação, porque alto ticket só fecha em ligação
  • Pra ligação você precisa de um closer (ou ser o closer e passar o dia em ligações).
  • Precisa usar o script de 7 dígitos, empurrar o dedo na ferida deles, fazer pressão e deixar claro que é agora ou nunca.

Enfim.

Precisa de muita coisa, segundo os eggsperts em HighChicken.

E ok.

Eu também já fui um desses, que fazia esse espetáculo e vivia com ansiedade por conta das ligações e do meu dia-a-dia estressante.

Veja: eu já trabalhei num dos maiores times de fechamento de produtos de alto ticket do mundo – e eles usavam ligações e um grande espetáculo pra fechar clientes.

Nós éramos tão bons, que treinavamos times de alguns dos maiores experts do mundo (sim, do mundo. Eles eram americanos).

O grande problema, na minha opinião, é que a coisa era muito complexa e estressante e envolvia muita gente.

Como se não bastesse, a margem de lucro era por volta de 50%.

Ou seja: Toda aquela operação funcionava sim, porém…

Consumia metade de tudo que eles ganhavam.

Tudo aquilo sempre me fez questionar:

“Será que não existe uma maneira melhor e mais simples?”

E a verdade era que sim, existia uma maneira melhor e mais simples de fechar clientes premium.

Uma maneira enxuta, com margens de praticamente 100%, que não precisa de um time, e cujo processo não precisa de ligação nem todo aquele circo.

Não…

Do jeito que eu faço, tudo começa com um simples email de 9 palavras.

Dá pra acreditar?

Provavelmente não, porque eu mesmo demorei pra acreditar. Iss porque na época eu não entendia esse conceito que mostrei ontem – de que a mensagem é mais importante que o meio.

Mas uma vez que você entende isso, e foca em criar a mensagem certa ao invés da estrutura técnica certa – milagres financeiros acontecem em sua vida.

Sim, eu chamo de milagre porque se você falar por aí que consegue enviar alguns emails e fechar clientes premium – todo mundo vai dizer que você é louco.

Mas pra mim, loucura é viver pendurado em ligações, fazendo lançamentos e produzindo conteúdo pra redes fossiais.

Se você concorda comigo, e gostaria de aprender essa habilidade de fechar alto ticket apenas com emails e um google docs…

Não perca meus próximos emails 🙂

Essa habilidade de fechar alto ticket com email foi um divisor de águas em minha carreira de copywriter – pois eu conseguia ganhar muito mais por cada cliente, ao fechar os clientes premium pra eles em troca de comissão…

E até hoje é um dos maiores trunfos em meu próprio negócio.

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A maior lição de copy da história

Essa é uma sabedoria antiga…

Que é ainda mais valiosa nos dias de hoje.

De que lição estou falando?

Eu ouvi de Gary Halbert, mas ela era compartilhada por todos os antigos (e verdadeiros) mestres do copywriting.

A lição é a seguinte:

“O que você diz é mais importante do que como você diz.”

Em outras palavras:

Sua mensagem é mais importante do que o canal ou a embalagem.

Por que?

Porque o que realmente faz as pessoas comprarem é a mensagem, o que é ouvido e entendido, e não o canal em que a mensagem é passada.

Esse é um dos principais motivos pelos quais existem tantos experts e influenciadores com uma bela aparência financeira no mundo digital, mas com a conta vazia no mundo real.

É também um dos maiores motivos pra lançamentos e outras estratégias fracassarem.

Hoje em dia estão dando mais valor à embalagem do que ao conteúdo – ao meio ao invés da mensagem.

A prova disso são vídeos, páginas, lives e postagens com qualidade visual de Hollywood… que quando você para pra ouvir é uma bosta, sem substância nenhuma.

Recentemente eu deixei de trabalhar com um cliente porque ele se recusava a vender um antigo (e eexcelente) treinamento dele… porque os vídeos não eram num estúdio nem em qualidade 4k.

A propósito… o negócio dele estava no vermelho.

Outro caso recente:

Uma empresa foi pioneira em lançar produtos digitais no nicho dela.

E enquanto só existia ela no mercado, os lançamentos e anúncios funcionavam, e mesmo apenas com um produto – eles conseguiam mandar muito bem todo mês, e chegaram a ter dezenas de funcionários pra rodar a operação.

Mas aí… outras empresas e experts começaram a aparecer… e com a concorrência, os números começaram a despencar.

E quando as contas ficaram insustentáveis, o dono decidiu tomar a grande decisão… que viria a afundar a empresa completamente na lama.

O que o dono fez?

Ele…desembolsou mais de 300k… para…

Preparado pra ouvir essa??

Lá vai.

300k…

para…

REGRAVAR O CURSO ATUAL DELE.

isso mesmo.

Oh… Mas agora com qualidade cinematográfica dos estúdios GLOBO.

Pois é.

E depois dessa decisão… ele foi obrigado a demitir todos os funcionários, pois não podeia mais bancar a folha… e empresa afundou.

Mais cases?

Bem, em todos os meus clientes de email, e em clientes de meus alunos – toda vez que nós testamos nossos emails “feios” de texto puro (como esse) contra os emails “profissionais” feitos por designers… nossos emails deram uma surra nos outros.

Mais um case pra finalizar?

Uma vez trabalhei com um cliente com uma lista de quase 10 mil pessoas.. que vieram de anúncios… que ele já tinha feito vários webnários pra elas, lives e até um lançamento… mas não tinha convertido praticamente nada.

Então eu escrevi uma campanha de emails rainmaker, e enviei apenas 10 emails e nada mais. Zero lives, zero conteúdo, nada além de emails… e nós extraímos 34k de uma lista “morta”.

E todos esses cases diferentes diferam resultados ruins pela mesma razão:

“O que você diz é mais importante do que como voc6e diz.”

Todos eles se preocuparam mais com o visual, as ferramentas, a proópria aparência, a qualidade do vídeo e outras coisas secundárias… e não se preocuparam com a coisa mais importantes para seus resultados:

A mensagem.

Ou seja: O que você diz.

Por outro lado, quando você se preocupa em dizer as coisas certas (e isso não significa seguir scripts nem estrutura “matadoras” de copy, pelo contrário) você é capaz de vender até produtos ou serviços de alto ticket usando apenas simples emails e um google docs.

Você simplesmente não precisa de todo o resto.

Imagine que você está na praia e encontra uma garrafa de vidro com um papel dentro. Você pega, abre a rolha e quando desenrola o papel descobre que é uma antiga carta contando a história de um navio pirata que também dizia onde eles esconderam um tesouro.

Você gostou da história e viu que o tesouro está ali perto , então eu lhe pergunto:

Você iria deixar de pegar o tesouro só porque a localização está num papel velho dentro de uma garrafa… ao invés de numa embalagem de luxo??

Tenho certeza que não.

Porque o que realmente importa é a mensagem.

(de fato, a garrafa com a carta até seria mais intrigante pra você do que a embalagem de luxo)

Acontece exatamente a mesma coisa com meu processo de vendas por email.

Nosso objetivo é fazer com que a mensagem seja uma história interessante, nosso produto seja um tesouro pro cliente, e nossos emails intrigantes.

E é assim que fechamos clientes de 3k, 5k, 10k, 25k+ usando apenas emails, um google docs e nada mais.

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Simplicidade é a máxima conversão

Quando se trata de converter alto ticket…

A maioria das pessoas foca na parte menos importante da conversão…

E por isso, fechar clientes premium acaba sendo algo tão difícil.

Veja:

Eu já estou há cerca de 8 anos lidando com big ticket, e até hoje vejo as pessoas cometendo os mesmos erros que eu cometia no passado.

Por exemplo:

  • Tentar fazer clientes premium assistirem um longo webinar ou vídeo.
  • Tentar fazer eles participarem de uma call com um desconhecido, que não revelou preço nem nada sobre o produto/serviço.
  • Quando conseguem colocá-los numa call, vir com aquela conversinha de vendedor que todo mundo já conhece e pressioná-los de todas as formas pra comprarem hoje
  • Explicar em detalhes tudo sobre o produto/serviço, de maneira técnica
  • Esconder o preço até o último minuto da ligação, e se recusar a dizer até que tenha passado por todo o script robotizado
  • Criar um produto com dezenas de bônus e treinamentos extras
  • Tentar fechar os clientes usando promessas cada vez maiores
  • Fazer ancoragens de preço sem sentido
  • Dar descontos sem sentido
  • Ignorar os leads que não marcaram ligação
  • Abandonar os que marcaram ligação e não compraram
  • Começar a baixar o preço mais e mais quando a coisa não converte

(sem contar a que descobri recentemente, de usar armadilhas)

Enfim.

Essa é a maneira como ensinam por aí, eu sei.

Mas já viu como é um inferno conduzir um negócio assim??

Fica ainda pior quando você entende… que tudo isso mais atrapalha do que ajuda.

Sim, acredite.

Todas essas “estratégias matadoras” atrapalham mais do que ajudam.

Por que?

Porque elas complicam, tanto pro negócio quanto pro cliente.

Pro negócio, criar e manter uma estrutura dessa é demorado, é doloroso, é difícil, é lento e, principalmente, é caro.

Do outro lado, clientes premium odeiam complicação.

Eles não tem tempo a perder.

Eles não querem assistir um longo webinar. Nem fazer uma ligação com um desconhecido. Nem adquirir mais cursos. Nem serem pressionados pra isso. Nem serem tratados como idiotas e muito menos caírem em armadilhas.

Quando junta tudo, a “estratégia matadora” tem mais chances de morrer do que de dar certo.

Por outro lado…

Quanto mais você simplifica esse processo, e proporciona aos clientes premium a experiência certa pra eles…

Mais fácil eles dirão sim pra você.

E como simplificar o processo e proporcionar a experiência certa? Você pergunta.

Bem, basta remover tudo aquilo acima e usar apenas emails e um google docs.

Porque o que eles realmente querem é alguém que os entenda, que seja simples, transparente, rápido e que se adeque à rotina deles (coisa que um webinar e ligação não fazem, por exemplo).

Olhando de fora pode até parecer que agir assim é amadorismo… mas na verdade é o oposto.

Amadorismo é complicar o processo de vendas (a menos que você seja uma marca de luxo).

Leonardo DaVinci já dizia:

“A simplicidade é a máxima sofisticação”

O mesmo se aplica aos negócios.

Esse processo de vendas de alto ticket, com emails e um google docs, é a máxima sofisticação do marketcheng.

É também a maneira mais simples de conduzir um negócio enxuto e altamente lucrativo…

Como veremos nos próximos emails 🙂

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Como fechar alto ticket sem ligação, lançamentos nem redes fossiais

Nas últimas semanas falamos sobre:

Criação de listas de emails…

Que é o primeiro passo pra um ter negócio sólido, sem estress e altamente lucratxivo…

E a partir de hoje vamos falar sobre o próximo passo, que é:

Conversão de listas de emails.

Ou seja: Como transformar aquelas pessoas de sua lista em compradores famintos que, de quebra, espalham sua mensagem pelo mundo.

E vamos começar pelo topo, por Alto ticket.

Você sabia que é possível vender produtos e serviços de alto ticket sem ligação, sem lançamentos e sem redes fossiais? Usando apenas emails e, talvez, chat??

Pois é.

É possível para mim e meus clientes.

Mas pergunte a qualquer um de seus gurus favoritos e eles dirão que é impossível.

Porque eles simplesmente não sabem como fazer isso.

Tudo que eles sabem fazer é:

  • Ostentar em redes fossiais
  • Fazer lançamentos
  • Fazer ligações com pressão abissal onde eles prometem até a própria mãe pra fechar o cliente

Esses dias, por exemplo, recebi um anúncio de um guru que dizia mais ou menos assim (com uma voz tão mansa que parecia que ele queria me seduzir):

“Se o ano tem 365 dias… por que você só recebe 12 vezes por ano e não todos os dias?”

Wow… É uma bela reflexão, não é? Se não fosse pelo fato de que ele mesmo está vendendo por lançamento, ou seja, sem receber todos os dias, e nem mesmo 12 vezes por ano, já que é lançamento.

Enfim.

Quando entramos no assunto de alto ticket fica ainda mais confuso pros gurus.

Uma cliente minha que faz parte de uma mentoria de um guruzão aí que ensina a fechar alto ticket, me disse que ele ensina você a usar uma narrativa diferente, com armadilhas, passos, e outras coisas mais.

Armadilhas?? Sério???

É assim que você trata seus clientes??

(bem, é assim que ele e seus aprendizes tratam os deles, porque eu mesmo já recebi vários clientes deles que me relataram isso, mas enfim)

Eu nunca gostei dessa linha de você ter que mentir, enganar ou pressionar pra converter, assim como nunca gostei dessa ideia de que você precisa ser quem você não é, falar diferente, ostentar ou fazer outras coisas que não estão alinhadas com sua verdade.

Há muitos anos, quando aprendi que essa era a única maneira, eu segui essa lilnha… e meus dias eram um inferno. Eu acordava de manhã pra ir trabalhar como se estivesse indo ser pregado na cruz.

Levou anos pra eu finalmente descobrir que tudo isso é guruzice, e que existe uma maneira simples de fechar alto ticket sem todo esse circo.

A verdade é que você não precisa de lançamento, nem se vestir como se fosse pro oscar e postar fotos assim, e muito menos criar armadilhas.

Não.

Existe um processo validado pra converter alto ticket.

E tudo que você precisa pra implementá-lo é:

  • Uma boa isca (como eu ensino no treinamento de criação de listas)
  • Emails estratégicos
  • E um google docs

Além disso, talvez você precise falar com a pessoa pelo whatsapp.

Mas é simples assim.

Não precisa nem mostrar a cara. Nem mentir. Nem criar armadilhas. Nem mesmo fazer ligações.

Esse simples processo é o que eu e algumas pessoas usamos pra fechar clientes de 3k, 6k, 10k, 25k e até 100k.

Como isso é possível? Você pergunta.

E eu lhe respondo.

Se você acha isso absurdo, é por que infelimente, seu cérebro fo ium pouco bitolado pelas redes fossiais e os gurus.

Veja:

Vendas é sobre relacionamento e conversas entre pessoas, todo o resto é secundário.

No mundo real (longe dos gurus), todos os dias são fechadas vendas de 4, 5, 6 e múltiplos 7 dígitos, de carros, imóveis, iates, obras, máquinas, serviços, joias, roupas, bolsas e milhares de outros produtos e serviços – e tudo isso acontece com simples conversas e relacionamento – sem dancinhas, lançamentos e afins.

Por que?

Porque vendas não é sobre dar um show, nem ensinar conteúdo, nem postar fotos de ostentação, nem fazer semana disso ou daquilo.

Tudo isso pode sim funcionar, mas não precisa. É secundário.

O que realmente precisa é conversar com as pessoas e construir relacionamento.

E isso pode ser feito apenas com emails e um simples processo validado.

É assim que fechamos alto ticket aqui na terra do email.

E é sobre isso que vamos mais à fundo falar nos próximos dias.

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Como fugir da Corrida do ouro digital

Em 1979 o agricultor Genésio Ferreira da Silva descobriu uma pepita de 13 quilos em suas terras.

A notícia se espalhou como pólvora.

Da noite pro dia, milhares de garimpeiros de todo o país correram pra lá, e assim surgiu Serra Pelada – o maior garimpo do Brasil.

Estima-se que foram extraídos cerca de 45 toneladas de ouro lá.

Ou seja: Deu muita grana sim.

Mas das +100 mil pessoas que passaram por lá…

Você conta nos dedos as que realmente ficaram ricas.

A maioria saiu com uma mão na frente e a outra atrás… ou numa situação pior do que quando chegou (quebrado e endividado).

Alguns até ganharam alguma coisa, mas logo perderam tudo.

Por que isso aconteceu?

Porque Aquele Não Era
Um Modelo De Negócio Sustentável

Garimpar num buraco no meio do nada?

Com milhares de outras pessoas, sem proteção, e cheio de ladrão?

Era imprevisível.

Altamente arriscado.

Prejudicial a saúde.

E sem controle nenhum.

Ou seja:

A receita certa pro fracasso.

Porém…

No meio de toda aquela loucura, existiram alguns poucos que encheram os bolsos sem nem mesmo entrar no garimpo.

Eles foram os únicos que saíram de lá com muitos dígitos nas contas.

Quem foram esses??

Os Fornecedores

Os que forneciam suprimentos, equipamentos, diversão e tudo mais que pudesse ser vendido pros garimpeiros.

Estou falando dos donos de lojas de ferramentas, de restaurantes, de bordel, de bares.

Ou seja:

Quem realmente lucrou na corrida do ouro não foram os que corriam atrás do metal dourado, mas sim os que incentivavam os garimpeiros a isso.

Percebe A Semelhança
Com O Mercado Digital?

A maioria dos que correm atrás do 6em7 e de outras promessas terminam como os garimpeiros de Serra Pelada.

E quem realmente coloca os grandes dígitos no bolso são os fornecedores – os gurus.

Por que isso acontece?

Pela mesma razão que o garimpo:

O Modelo De Negócio
Não É Sustentável

Viver de lançamentos?

Ser escravo de redes fossiais pra agradar o algoritmo?

Produzir conteúdo a nível industrial?

É Imprevisível.

Arriscado.

Prejudicial a saúde.

E sem controle nenhum.

E em 2024… as margens de lucro são cada vez menores.

Fato: Esse modelo criou muito mais burnouts do que milionários.

E se você também acredita que um negócio online não precisa ser esse circo de horrores, nem de todo esse sacrifício… mas sim que pode ser algo divertido, com propósito e liberdade verdadeira…

Então eu aconselho você a criar e crescer uma lista de emails.

Simplesmente não existe nada mais simples e lucrativo que isso

Com uma boa lista, 1 email por dia e bons produtos, você pode fazer 5, 6 e até 7 dígitos – e não tem nenhuma fórmula mágica nisso.

Mas Existe Uma Fórmula
Sim Pro Sucesso:

1- Trazer pessoas pra sua lista
2- Convertê-las em clientes (usando emails)
3- Vender mais e mais pra elas ao longo dos anos (também usando emails)
4- Repetir os passos anteriores

Esse é um modelo de negócio comprovado que funciona há mais de 100 anos.

Sim, há mais de um século grandes empresas americanas já faziam exatamente isso, mas ao invés de emails usavam cartas de papel.

É um modelo sólido, com previsibilidade, terapêutico que você tem controle total.

Algo totalmente diferente dessa corrida do ouro digital que empurram por aí.

Dito isso…

Se você quiser seguir esse caminho da simplicidade, o primeiro passo é construir sua lista.

E pra lhe ajudar com isso eu criei um treinamento sobre criação de listas de emails lucratxivas.

Mas hoje é o último dia pra adquiri-lo por um preço ridículo.

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O caminho preguiçoso pros 6 dígitos

Eu sou preguiçoso.

Pelo menos aos olhos da maioria das pessoas.

Eu detesto ficar o dia inteiro trabalhando.

Principalmente se for fazendo algo que odeio.

Essa “preguiça” (que na minha cabeça é apenas prioridades diferentes) me fez largar 3 faculdades e os empregos tradicionais pra me aventurar pela web.

Mas isso foi há 12 anos.

Desde então eu já fiz de tudo que você possa imaginar nesse mundo digital:

Blog, youtube, agência, closer, lançamento (sim, eu já fiz), redes fossiais, produção de conteúdo, enfim. Qualquer objeto brilhante que aparecia em minha frente, eu estava dentro.

Meu objetivo era viver como o cara do anúncio que mudou minha vida – Joe Karbo, em The lazy man`s way to riches (a maneira do preguiçoso de enriquecer).

Na carta, ele contava como tinha uma vida boa, e que trabalhava pouco e curtia mais a vida.

Desde que li aquela carta, aquele se tornou meu objetivo de vida:

Ser preguiçoso.

Ou… como eu vejo: Trabalhar menos e viver mais.

Porém, nenhum desses modelos de negócios que tentei, conseguia me proporcionar isso.

Alguns eu nunca fui muito longe.

Mas em outros eu cheguei a ganhar bem, mas não tinha uma vida livre.

Então eu caia fora.

De novo.

E de novo.

E de novo.

Chegou um tempo que eu pensava que não ia conseguir trabalhar em nada, porque eu não gostava de nada e, sei lá, ia virar hippie ou andarilho pelo mundo.

Mas quando eu já estava quase desistindo de tudo… fui apresentado ao mundo do email.

Uma coisa “ultrapassada” que “ninguém usava mais”… mas que eu via um cara (Ben Settle) usar pra viver o estilo de vida preguiçoso que eu sempre sonhei.

Isso me fez mergulhar de cabeça nesse universo, e depois de muitos anos focado nisso eu posso dizer com certeza:

Esse é o melhor trabalho do mundo.

Pelo menos pra mim, que sou preguiçoso.

Meu trabalho se resume a enviar 1 email por dia.

Nada de lançamentos.

Nada de redes fossiais.

Nada do que ensinam por aí.

E sabe o que me proporciona viver assim?

Minha lista de emails.

Ela é o alicerce de meu mini-império digital.

Ela me fornece clientes, vendas, amigos, sabedoria, crescimento, terapia, satisfação profissional, propósito e liberdade.

Sem a lista, todos os meus produtos e expertises não servem de nada.

Com a lista, basta eu enviar um simples email com uma 0ferta e as vendas começam a fluir.

“Coincidentemente”, Joe Karbo – o cara da carta que me inspirou, também tinha uma lista como base de seu negócio, mas no caso dele era de endereços de mala direta (ao invés de email).

Ou seja: Esse é um modelo de negócio antigo, que continua funcionando hoje, e vai continuar funcinando no futuro – para aqueles “preguiçosos” que seguirem esse caminho.

Se você é um desses, e quer aprender a construir sua própria lista de emails do zero, então você vai adorar meu novo treinamento sobre isso.

Porém…

Eu ainda não consegui terminar a página dele, então ou você espera até amanhã, ou simplesmente se joga aqui:

Algumas coisas que preciso deixar claro:

Esse treinamento é sobre criação de listas de email.

Eu NÃO ensino a escrever emails, nem fazer funil, nem a converter clientes…

Eu tenho outros treinamentos sobre tudo isso.

Mas esse é especificamente sobre como construir sua lista – a base de tudo.

Eu compartilho todos os princípios, o que fazer, o que não fazer, e mostro o melhor caminho pra constuir uma lista altamente lucrativa.

Porém, eu não entreo na parte técnica de nada, como por exemplo: como fazer uma página no wordpress. Isso você encontra no youtube de graça e não vou eprder tempo ensinando isso.

O que eu mostro é o que você não vai encontrar em nenhum outro lugar:

Como construir uma BOA lista de emails que lhe dá frutos por anos e anos e anos.

Dito isso, aqui está o link novamente:

Qualquer dúvida, responda esse email.

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Como obrigar tráfego pago a funcionar

Depois de quase 2 semanas de tempestade…

Parece que o mar está começando a se acalmar aqui na família Sampaio.

Priscilla hoje acordou melhor e Isabella continua ligada no 220v… Não, no 330v. Não não… acho que ela tem sua própria usininha nuclear de energia infinita dentro daquele corpinho 🙂

Ontem, por exemplo, levamos ela no pediatra… e a bebê quase nocauteou a doutora.

Sério.

A médica colocou Isabella deitada na maca pra examiná-la. E quando aproximou o rosto, a bebê agarrou o estetoscópio e puxou a doutora pra perto, enforcando-a. E aproveitando que a doutora não conseguia respirar direito, a bebê deu uma sequência de chutes ferozes na barriga da coitada da senhorinha, parecendo a bicicleta voadora de Liu Kang.

Quase que a médica precisa de um médico.

Mas no final deu tudo certo 🙂

Diferente do que acontece com muitas campanhas de tráfego pago que fazem por aí.. que não acabam bem.

Pois é, sempre tem gente me pedindo ajuda com suas campanhas, dizendo que não estão funcionando, e quando vou ver os problemas são quase sempre os mesmos:

1- Medo de investir

A pessoa morre de medo de colocar uma graninha pra crescer seu próprio negócio, aí vai lá e impulsiona um post… ou coloca 50, 100 reaisinhos… o que nos leva pro próximo problema:

2- Expectativas surreais

Elas colocam 100 conto e esperam conseguir um cliente de 5 mil, por exemplo. Ou querem colocar 100 hoje e fazer 200, 300 hoje mesmo – o que é extremamente difícil – especialmente por causa do terceiro problema:

3- 0ferta merda

Seja uma recompoensa digital ou produtos de baixo ticket – eles fazem uma coisa nas pressas, com a primeira ideia que veio à cabeça, que resulta numa 0ferta fraca que não tem chance na selva dos anúncios. Como se isso não bastasse, temos a:

4- Falta de estratégia

Geralmente os anúncios não fazem parte de uma campanha pensada. São só anúncios pra uma página… e nada mais. Se deu bom deu, se não f#deu. Porém, sem uma estratégia, mesmo que os anúncios funcionem bem, você ainda pode acabar no prejuízo por que não tem mais nada pra oferecer a aquelas pessoas.

E por fim o mais simples, e mais importante, que somente uma minúscula minoria faz:

5- Follow-up implacável

Eles fazem anúncios que geram alguns leads ou clientes… e depois simplesmente abandonam aquelas pessoas lá e nunca mais entram em contato. Pessoas que demonstraram interesse, mas só por que disseram NÃO inicialmente, foram taxadas como desqualificadas.

O grande problema… é que é normal dizer “não” a um estranho desconhecido tentando lhe empurrar alguma coisa na internet, concorda?

Então não necessariamente significa que não querem comprar nada de você… mas provavelmente eles ainda não confiam o suficiente pra passar o cartão.

Não confiam em você.

Não confiam nas promessas.

Não confiam no produto.

Não confiam que funciona pra eles.

Não confiam que vão receber o produto.

Não confiam que vão ter reembolso se não gostarem.

Enfim.

São muitas barreiras a serem superadas até que eles finalmente passem o cartão… e a maneira mais simples de superá-las e praticamente obrigar o tráfego pago a funcionar pra você é com:

Follow-up implacável.

O que exatamente é isso? Você pergunta.

É simplesmente continuar enviando emails pra sua lista.

Emails que aos poucos vão derrubando aquelas barreiras de confiança e mudando a mente das pessoas em relação a você, seu produto e seu negócio… até o momento em que eles se sentirão seguros pra se tornarem clientes.

Por que fazer isso?

Porque pesquisas mostram que somente 1-3% das pessoas de todo nicho estão abertas a comprar agora.

E o restante? Os outros 97-99%? Será que nunca serão clientes?

Bem, a mesma pesquisa mostrou que 60% das pessoas são curiosas que nunca vão dizer sim…

Porém…

30% estão abertos a comprar em algum momento dentro dos próximos 12 a 18 meses (não depois de 12-18 meses, dentro).

E… 6-7% estão muito abertos a passar o cartão dentro dos próximos 15 a 90 dias.

Percebe o potencial que existe em toda lista… que praticamente ninguém explora?

Pois é.

Na prática, se você tiver uma lista de 1.000 pessoas e somente 1% disse sim agora (10 pessoas), você ainda pode converter de 6% a 7% da lista nos próximos 15 a 90 dias – o que pode chegar até a 70 pessoas (700% de aumento dos resultados).

E tudo isso você consegue apenas com simples follow-up.

Ou seja: Com emails ao longo do tempo.

Porém…

Não com emails quaisquer.

Não com emails como enviam por aí, com gatilhos dementais, ou escritos por Chatgpt, ou que tratam o leitor como um idiota, enfim.

Não esse tipo de coisa.

Mas sim emails de valor, que contam histórias que conectam e ao mesmo tempo convertem desconhecidos em clientes.

Emails como os que eu escrevo pra você todos os dias 🙂

Os mesmos emails que eu uso pra vender 0fertas de baixo, médio e até alto ticket.

Dito tudo isso…

Enquanto meu treinamento de construção de lista não sai…

Talvez você queira aprender a escrever emails como eu??

Emails com simples histórias do seu dia a dia que transformam desconhecidos em clientes, e clientes em fãs que compram várias e várias vezes por anos?

Se sim, até amanhã você pode adquirir meu Workshop de Email Storytellling pela metade do preço.

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Como ter Super ROI infinito (sem exagero)

Meu objetivo hoje é fazer você enxergar marketcheng de uma maneira diferente da que mostram por aí…

E como ter um ROI inifnito (de verdade).

Bem, na prática, a maioria trata marketcheng como eventos isolados. Como iniciativas independentes umas das outras.

Por exemplo:

“Agora eu vou rodar essa campanha pra esse produto.”

“Oh, esse mês vamos fazer lançamento pra aquele produto”

“Agora estamos fazendo essa campanha pra aumentar audiência”

E o grande problema aqui é que a cada iniciativa dessa eles praticamente começam tudo do zero (ou quase do zero).

Ou seja:

  • Começam novos aúncios, pra novas audiências
  • Deixam suas listas de emails no canto… pra criar novas
  • Criam novas páginas de tudo
  • Criam novas promessas, ângulos e abordagens
  • Até mesmo os clientes eles abandonam pra buscar novos

E no fim, o marketcheng se torna uma série de eventos isolados e inconsistentes.

O problema disso?

Com todo respeito mas… como diria Caetano Veloso em seu famoso meme:

“Isso é burrice, cara”

Burrice porque essa é a pior maneira de conduzir um negócio que existe.

É como viajar de carro e ao invés de manter o pé no acelerador e manter uma velocidade constante… você acelera um pouco… aí tira o pé do acelerador e vai parando… aí acelera um pouco… paaaraaaaa…

Você perde momentum.

Além disso, você precisa ser criativo, ficar sempre se reinventando, sempre inovando, e vive sempre com a corda no pescoço.

É como se todo mês você começasse tudo de novo, do zero.

E é horrível viver assim.

Ok… e qual a melhor maneira então? Você pergunta.

Bem, primeiro é preciso uma mudança radical de pensamento e atitude.

É preciso excluir esse comportamento imediatista, do agora, da campanha do momento – e pensar em marketcheng como algo contínuo e infinito.

Ao invés de episódios isolados e independentes – uma grande novela infinita.

Ao invés de buscar a nova “socada”digital – identificar o que melhor funcinou pra você, e continuar fazendo isso todos os dias até não funcionar mais.

Ao invés de táticas – estratégia.

Ao invés de novas promessas, novas “big ideas” e tudo novo – manter um posicionamento sólido ao longo dos anos.

Ao invés de buscar novos leads e novos clientes – buscar maneiras de vender mais e mais pra eles ao longo do tempo.

E ao invés de qual o ROI de hoje, ou dessa campanha – Qual o LTV (valor de vida) do meu cliente. Quanto esse lead que consegui hoje vai me retornar hoje, amanhã, daqui a 30 dias, daqui a um ano.

Parece complicado ou difícil?

É o oposto disso.

De fato, existe uma maneira absurdamente simples de fazer tudo isso ao mesmo tempo com apenas 1 email por dia e nada mais.

Mas pra isso, você precisa construir uma boa lista de emails.

Uma boa lista de emails é a base de um negócio digital enxuto e altamente lucrativo.

Mas pra entender esse coneito é preciso parar de enxergar uma lista de emails como uma simples lista de nomes e emails numa planilha do excel – e enxerga-la como uma coisa viva, uma comunidade de pessoas que querem ser lideradas por você.

E que quanto mais você cuidar de sua lista, quanto mais interagir, quanto mais liderar, quanto mais ajudar – mais você aumenta o valor dela.

Como assim?

Vou explicar:

Uma de minhas campanhas traz leads a uma média de 38 reais cada.

Qualquer empreendedor ou gestor de tráfego “normal” arrancaria os cabelos com isso.

“Desliga isso! Esse valor é absurdo, é insustentável” Gritariam eles.

A grande diferença aqui é que eu não busco quantidade, mas sim qualidade.

Assim, no meu caso, cada pessoa que hoje me custou 38 mangos pra entrar em minha lista me traz em média 260 mangos dentro de 21 dias.

E ao longo dos próximos meses esse valor continua aumentando e aumentando.

E ao longo dos anos? Também.

O que me proporciona um ROI infinito – desde que eu continue cuidando de minha lista, interagindo, ajudando.

Porque eu pago uma vez pra ter aquela pessoa – que vai comprar de mim várias vezes nos próximos dias, semanas, meses ou anos.

O que nos leva ao próximo ponto:

O sucesso não depende de ter grandes audiências, nem as novas socadas, nem copys matadora, nem as melhores ferramentas, nem fazer vídeos, nem estar nas redes fossiais, nem ter autoridade, nem nada disso.

Tudo isso pode ajudar…

Mas a verdadeira (e mais fácil) grana está em trabalhar da melhor maneira possível com os ativos e recursos que você já tem – especialmente se você usar uma lista de emails como base do negócio – que não depende de algoritmos nem de nada além de você mesmo.

Mas pra tudo isso se tornar realidade, é preciso abandonar essas guruzices e crenças erradas que empurram por aí – e focar em construir e cuidar de sua lista de emails.

E se você quiser ajuda pra construir a sua, nos próximos dias sai meu treinamento sobre isso.

(dessa semana não passa)

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A 3 passos do paraíso digital

Por que você veio pro mundo digital?

Porque queria liberdade, não é?

Queria largar aquele trabalha chato tradicional e limitado pra trabalhar de casa, no seu tempo, perto de sua família, ganhando super bem sendo feliz como num comercial de margarina.

Isso é o que os gurus pregam por aí na hora de empurrar seus cursos e masterminds…

Mas na prática, a maioria esmagadora das pessoas que vivem do gigital, vivem numa situação pior do que antes do digital.

Como, por exemplo, esse relato que eu vi hoje:

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“Ao longo dos anos, me esforcei para conquistar mais de 600 alunos e clientes, um blog com mais de 12 milhões de visualizações, uma lista de e-mails com 45.000 contatos e um total de seguidores nas redes sociais de cerca de 80.000 pessoas. Parece ótimo, não é?

Bem, durante todo esse esforço, meu marido faleceu, e eu fiquei como mãe solteira de uma criança de 3 anos (ela tem 8 anos agora), nos mudamos várias vezes pelo país, eu sofri várias crises de esgotamento e lutei para me dedicar completamente aos meus negócios nos últimos anos.

Deixei as coisas escaparem do controle e percebi a verdade de que eu tinha muitos empregos – não um negócio. Quando não conseguia me dedicar e me esforçar constantemente, as coisas não iam bem. E mesmo quando me esforçava, era demais para uma pessoa só.

A receita foi de 250-350 mil por ano para um pouco mais de 100 mil rapidamente. Tive que dispensar minha pequena equipe e administrar vários negócios apenas comigo mesma, meu parceiro de ensino e uma pessoa de suporte ao cliente.

Esses contratempos me obrigaram a dar um grande passo atrás no ano passado para curar, lamentar e fazer as mudanças em minha vida e negócios que eram necessárias.”

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Ou seja: Se ela tivesse ficado num trabalho comum ou concurso, ela teria até ganhado mais (por que aqueles números dela foi de faturamento, antes de pagar tudo e todos e ficar apenas com o que sobra), e ficado mais tranquila e feliz.

Entende meu ponto?

Mas não, não quero lhe encorajar a desistir dessa vida digital…

O que eu quero é abrir seus olhos pra grande armadilha que esse mundo digital acaba se tornando pra maioria das pessoas.

Dito isso, a próxima pergunta é:

Por que isso acontece?

Porque tanta gente vem pro online em busca de liberdade mas acaba um verdadeiro escravo do próprio negócio, vivendo uma vida completamente diferente do que sonhou?

E a resposta é:

Porque os modelos de negócios que ensinam por aí são falhos.

Eles não atendem aos requisitos que expliquei nesse email de ontem.

Por exemplo:

Tudo aqui no Brasil é lançamentos.

Mas lançamento por si só já é uma coisa fadada ao fracasso.

Ter um produto só, que só aceita clientes de 3 em 3 meses (ou 2 em 2, que seja), e toooooooodo o resto do tempo o negócio fica sem vender nada??

Nenhum, repito, nenhum outro negócio no mundo funciona assim??

Porque será?

Será porque os gurus online são os mais espertos do planeta e todo o resto dos empreendedores do mundo são incompetentes??

Ou será que os gurus lhe empurram coisas falhas… pra você precisar de um mastermind… e precisar mais e mais deles e da próxima nova sacada porque a coisa não funciona??

Decida por você.

Pois eu já decidi por mim há muito tempo.

Eu não quero ficar naquela loucura de lançamentos.

Nem ser escravo de redes fossiais.

Muito menos ter uma equipe grande de pessoas pra gerenciar e pagar.

PORQUE NÃO PRECISA DE NADA DISSO PRA TER UM NEGÓCIO LUCRATIVO.

De fato, você só precisa de 3 coisas:

1- Ter novos leads entrando
2- Converter esses leads em clientes
3- Converter esses clientes em super clientes

Só isso. Todos os dias.

3 passos pro paraíso digital.

E como eu já tenho vários treinamentos sobre os passos 2 e 3, nesse momento estou fazendo um novo pra lhe ajudar com o passo 1: Construir sua lista de emails.

Mas não qualquer lista.

Uma lista responsiva e compradora, que lhe proporcione a verdadeira liberdade de poder viver apenas enviando um email por dia e fazendo seus 6 dígitos ou mais.

Se tudo isso faz sentido, não perca meus próximos emails.

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O que separa você dos 6 dígitos?

Faz tempo que não falo sobre séries ou filmes, né?

Mas é porque eu não assisti quase nada esse ano mesmo.

Ou eu estou na rua fazendo alguma coisa, ou trabalhando, ou com Isabella (que quase sempre está na rua com a gente).

E aí a TV ficou de canto.

Mas ainda assim, eu cheguei a ver a segunda temporada de Machos Alfa – que está ainda melhor e mais engraçada que a primeira. Os caras acertaram ainda mais a mão.

E também vi o primeiro episódio da série Shogun, que é na era dos samurais no Japão (algo que eu adoro). E embora não tenha tido a ação que eu busco, a história é boa.

Fora isso, filme nada.

Até porque só tá saindo coisa ruim no cinema desde o ano passado.

Minha esperança esse ano é Deadpool 3. Esse eu vou ver no cinema.

Mas enfim.

Hoje vamos falar o que separa você dos 6 dígitos (se é que você não está fazendo ainda).

Bem, existem alguns “requisitos”, por assim dizer, que impedem a maioria das pessoas de fazer os tão sonhados 6 dígitos.

O mais interessante é que esses requisitos provavelmente não são o que você (e a maioria) pensa que são.

Por exemplo:

O primeiro requisito é Foco.

Muita gente ainda acha que o que os impede é falta de conhecimento. Que eles precisam fazer todos os cursos, saber todas as ferramentas, todas as estratégias, enfim…

Quando na verdade, o problema é o oposto, é o excesso de informações. As pessoas ficam tão inundadas nesse mar de conhecimento que se afogam e não conseguem colocar nada sólido e consistente em prática.

E a solução é Foco.

É preciso focar em uma coisa, e fazer aquilo até dar certo. Porque nada acontece da noite pro dia, e ficar pulando de galho em galho só adia o sucesso.

O segundo requisito é Matemática.

Se você quer fazer 100 mil… com um ebook de 20 reais… você precisa de 5.000 vendas.

E pra isso, no mínimo você vai ter que atingir 500 mil pessoas – ou nada feito.

Não é mágica, é lógica.

Então se é difícil atingir 500 mil pessoas e conseguir 5.000 conversões, como eu posso melhorar essa matemática?

Com um produto de 500 reaus?

Agora, ao invés de 5.000 clientes você só precisa de 200.

Beeeem melhor, não é?

O que?? Você Tá gostando da brincadeira?

Oh, e se você oferecer um produto de 5 mil?

Você só precisa de 20 clientes pra fazer 100 mil.

E acredite, é muito mais fácil (e lucrativo) conseguir 20 pessoas que lhe paguem 5 mil, do que 5.000 que pagem 20 reais.

Porque um produto de 5 mil resolve algum grande problema, que vale a pena o valor. Enuanto um ebookzinho de 20 conto não é visto como algo de grande valor.

Enfim, esse é um assunto mais profundo pra outro email, vamos nos ater à matemática.

Outras contas que precisam ser feitas são:

  • Quanto lhe custa pra adquirir um cliente (CAC)?
  • E quanto um cliente valhe pra você ao longo da vida (LTV)?

Por exemplo:

Se você desembolsa 1.000 estalecas pra conseguir um cliente que vale 5.000 ao longo de 3 meses, vale a pena?

Matemática.

Negócios são, antes de tudo, um jogo de números – e não de conteúdo ou engajamento ou outras guruzices.

Ok.

O próximo requisito é o Modelo de negócio.

Ou seja: a maneira como você opera pra conseguir suas verdinhas.

Por exemplo: Se você é um copywriter tradicional, que escreve lançamentos e todas as copys do cliente e cobra 5 mil por isso… quantos clientes você consegue atender por mês?

Pois é. É limitado.

Se você faz lançamentos, quais os seus números?

Quanto você precisa desembolsar pra conseguir 100 mil livre no bolso (não faturado, no bolso)? E quanto isso consome seu tempo, sua saúde e sua vida pessoal?

Em outras palavras, pra escalar (e ir além dos 100 mil) você precisa ter um modelo que escale – sem você infartar, e sem depender 24h de você – caso contrário você pode até fazer grana, mas não vai ter tempo nenhum de aproveitá-la, e não é exagero, é a realidade de muitas pessoas que eu conheço.

Por fim, o último requisito é ter uma base de fãs.

E uma base de fãs é muito diferente de ter uma audiência, ou seguidores ou uma simples lista.

Uma base de fãs é um grupo de pessoas que lhe admira, lhe acompanha, lhe indica, e compra de você várias e várias vezes.

Se você tiver uma base de fãs, mesmo com a “matemática” errada você consegue fazer uma excelente grana, pois eles vão comprar tudo que você oferecer (desde claro, que seja de valor pra eles e você acredite nisso).

Com uma base de fãs, você nem precisa de modelo de negócio, pois seu modelo de negócio é monetizar sua base de fãs – o que pode ser feito apenas com 1 email por dia.

Com uma base de fãs você escala aos 7 ou 8 dígitos apenas com 1 email por dia – a única dificuldade é ter mais pessoas em sua lista.

Por isso uma base de fãs é o ativo mais valioso de todo e qualquer negócio.

O Nubank é o melhor exemplo disso.

Mesmo quando fava prejuízo financeiro, ele já valia bilhões no mercado, mais até que outros bancos que davam muita grana.

Por que?

Porque o Nubank construiu uma base de fãs – enquanto os outros bancos só tinham usuários que estavam ali por causa de taxas ou falta de opção melhor, mas que a qualquer momento podiam pular fora.

Enfim.

Se você quiser aprender a como criar sua base de fãs, usando uma lista de emails, é isso que você vai ver em meu novo treinamento que está, modéstia à parte, imperdível.