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Seu trabalho suporta ou consome sua vida?

Estamos viajando.

Foi a primeira viagem mais longa de Isabella e nossa bebê se saiu muito bem no percurso…

Mas assim que chegamos, ela acordou… e só conseguimos fazê-la voltar a dormir quase 2h da manhã.

E 5:30 da manhã a bebê já estava de pé, com a energia de um reator nuclear 🙂

É cansativo, mas pelo menos ela nos força a sermos mais ativos e aproveitar mais a vida.

E por falar em vida, fomos com minha cunhada na clínica de fertilização e levamos Isabella com a gente.

Confesso que fiquei meio em dúvida de levar um bebê pra um lugar cheio de casais lutando sofridamente pra ter um bebê… mas no fim Isabella virou a atração do lugar.

Todo mundo que passava vinha mexer com a bebê (isso quando ela não mexia com as pessoas antes) – inclusive os casais que sonhavam em ter filhos. E foi muito legal ver nos olhos deles a admiração por uma criança e, sei lá, parecia que ver Isabella dava uma motivação maior pra eles seguirem em frente na batalha da fertilização.

Você provavelmente nunca foi numa clínica dessa, mas o clima lá é meio tenso.

Em geral são pessoas ansiosas por resultados positivos de exames… que quase sempre são negativos ou insatisfatórios.

E no meio de todo aquele silêncio fúnebre… chega Isabella com seus gritos safados e gargalhadas gostosas que ecoavam por toda a clínica, ao ponto de algumas enfermeiras saírem de suas salas pra ver o que estava acontecendo.

Foi divertido 🙂

E no tempo que passamos lá, não tive como não observar algumas pessoas que queriam ser pais/mães… mas não conseguiam descansar 1 minuto sequer do trabalho.

Tinha uma mulher lá que ficava com o celular grudado no ouvido, falando com várias pessoas, e pra lá e pra cá com um notebook no colo procurando uma tomada pra carregar a bateria.

Um outro pai lá estava simplesmente fazendo uma call em vídeo… dentro da clínica… enquanto sua mulher estava lá na sala da médica fazendo o que veio fazer.

Enfim.

Eu entendo que todo mundo tem que trabalhar, e eles poderiam estar passando por momentos específicos, mas… o que mais tenho visto ultimamente são pessoas escravas do próprio trabalho – que vivem pra trabalhar, ao invés de trabalhar pra viver.

Eu acredito que o trabalho deve ser algo que suporte nosso estilo de vida, e não que consome ele.

Veja:

Na época de meus avós, e até de meus pais, o mundo era outro. Era um mundo de escassez, de trabalho braçal, de empregos formais.

Não existiam muitas opções.

Mas o mundo mudou.

Há muito tempo.

Então a menos que você viva num país infeliz como Cuba, Coreia do Norte, Afeganistão ou outros lugares que ainda vivem sob condições restritas… você tem escolhas.

Especialmente você que está lendo isso, e conhece as maravilhas que a internet pode proporcionar.

Você pode escolher como quer viver.

É mais uma questão de acreditar, ter coragem e atitude, do que qualquer outra coisa.

Eu sei, eu sei. Você não pode jogar tudo pro alto.

Mas não precisa disso.

E eu também entendo que sua vida não é fácil, e você tem responsabilidades e tudo mais…

Mas ainda assim, você tem escolhas.

“Mas Bruno, eu não tenho tempo.”

Claro que tem, você está vivo.

Quem não tem tempo está morto.

Já colocou um app pra medir quanto tempo você passa no celular por dia? Garanto que você vai se impressionar… e descobrir que tem tempo sim.

1 hora por dia já dá pra fazer muita coisa.

Não dá pra fazer nada se você quiser seguir os modelos de escravidão digital que ensinam por aí, de fazer lançamentos, redes fossiais ou produzir conteúdo.

Mas se você pular fora dessa armadilha e basear seu negócio no bom e velho email, 1 hora por dia é suficiente pra você fazer a transição de vida.

Fica ainda mais fácil quando você aprender a converter produtos de baixo, médio e até alto ticket usando apenas emails e nada mais – como vou ensinar em meu novo treinamento.

Essa é uma habilidade siyajin que pode ser usada tanto pra vender seus próprios produtos e serviços (se você for um expert) quanto pra atuar nos negócios dos clientes em troca de uma gorda comissão pelos resultados (ou um valor fixo).

Mas é tudo uma questão de escolhas.

Há alguns anos eu escolhi segui esse caminho, e meu único arrependimento foi não ter feito isso antes.

Mas e você, tá feliz ou quer uma mudança?

E se quiser mudar, tá esperando o que pra começar?

Permissão de alguém pra viver sua vida?

Ou esperando a idade chegar e ser tarde demais?

Pense nisso e, principalmente, aja nisso.

Não desperdice sua vida num trabalho inútil, ou que não suporta seu estilo de vida.

Crie a vida que você quer viver, porque ninguém vai fazer isso por você.

A escolha é sua.

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Menos copy = Mais conversões?

É contraditório.

Mas a mais pura verdade.

Veja:

Conversão é sedução.

Quando você age como um típico copywriter e marketeiro, é como se estivesse agindo como aquele desesperado pra pegar alguém, que sai dando em cima de todo mundo, com aquelas cantadas manjadas (tipo gatilhos dementais) – e isso repele o público-alvo.

Porque ninguém gosta de se relacionar nem fazer negócios com pessoas desesperadas – que aparentemente só querem lhe usar (sexualmente ou comercialmente).

Por outro lado…

Quando você age como alguém interessante, que agrega valor, com personalidade e confiança, com uma boa conversa e talvez até com um pitada de bom humor – você naturalmente se torna uma pessoa atraente.

Ou seja:

Quanto mais você foge da verdade pra ser um copywriter marketeiro que usa táticas de manipulação pra vender – mais convencimento você precisa pra converter (por isso os gurus estão sempre fazendo mais e mais lives, mais conteúdo, mais stories, mais redes, mais salas secretas e outras bizarrices).

Mas quanto mais você seguir sua verdade, sua personalidade, e sua maneira única de fazer as coisas – menos convencimento você precisa, porque o relacionamento acontece de maneira natural, e a conversão vem como consequência.

Essa é a essência do marketcheng que a maioria não entende.

É pela falta disso que tem grande guru por aí sorteando iphone (e anunciando isso) como uma medida desesperada pra que as pessoas assistam seus vídeos.

Pra quem não entende, pode até parecer uma ideia genial…

Mas na verdade é jeguial, porque como disse, venda é sedução – e se você precisa dar um presente caro pra conseguir a atenção do outro… seja nos negócios ou num relacionamento… se você chegou a esse ponto – a pessoa claramente não tem interesse em você e só está ali pelo presente.

E que tipo de cliente/parceiro essa pessoa vai ser?

Se torna um relacionamento tóxico onde um só quer sugar o outro (mas não no bom sentido).

Enquanto isso, eu estou prestes a lançar um novo produto no mercado… e envio um email sobre Palmirinha e culinária… depois outro sobre samurai e espada de madeira… e por fim um sobre os 9 meses de minha bebê??

Cadê a copy dos melhões?

Cadê os gatilhos dementais??

Cadê a antecipação???

Ficou tudo no meu passado, onde eu suava pra convencer as pessoas a comprarem de mim (e de meus clientes).

E veja bem…

Não é que hoje eu seja o fodão e que todas as minhas campanhas são um sucesso.

Isso não existe. Ninguém é assim (nem Gary Halbert era).

Mas hoje, depois de muito suar, apanhar e até literalmente chorar… eu aprendi que a conversão pode ser algo simples e até divertido.

E é essa habilidade que me permite fechar até ofertas de alto ticket usando apenas emails (enquanto tem grande guru por aí dizendo que alto ticket não funciona mais, já que as conversões dele estão lá embaixo – mas isso é assunto pra outro email).

Dito isso…

Se você também quer ter essa habilidade de converter desconhecidos em clientes, usando 100% emails – e zero táticas guruzísticas…

Então não perca meus próximos emails 🙂

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O seu fim

Ontem Isabella fez 9 meses.

E como a bebê está evoluindo rápido…. meu Deus.

Desde a maneira como ela pega as coisas (com coordenação e controlando os dedinhos), se movimenta (engatinhando, ficando em pé, se virando e mamando de cabeça pra baixo), “fala”, interage com a gente e aprende coisas novas.

Pior que eu preciso muito me preparar…

Porque a menina adora adrenalina.

A gente empurra ela na motinha, e ela não quer simplesmente ser empurrada… ela quer CORRER.

“Vai papai, vai papai!” ela demonstra com os bracinhos e pernas agitados e a cara de emoção.

Se eu coloco na rede… ela quer ficar em pé surfando – ou que eu balance tão rápido que ela sinta a força G.

Se eu balanço ela no colo, não é pra balançar… é pra fazer o barco viking do parque de diversões.

Se vê uma moto passando na rua… a menina acompanha com o olhar e faz o barulho de motor acelerando: “Brumm brum brum brum”

Enfim.

Grandes chances da adolescente Isabella fazer o papai infartar porque estava saltando de moto sobre um helicóptero em funcionamento em cima de um prédio.

Mas enquanto esse dia não chega, eu procuro ao máximo viver cada minuto com ela.

E que bom que eu posso fazer isso.

Eu não… Nós.

Pois Priscilla não precisa trabalhar, e escolheu viver ao máximo de Isabella – e eu trabalho umas 4 horas por dia, e vivo o máximo que posso com ela.

Veja:

Nós nunca tivemos o grande sonho de ter filhos.

A gente queria, mas não era o grande sonho.

Mas agora que ela nasceu, nada nos faz mais feliz do que ser uma família.

(e sim, nós queremos mais bebês)

Porém…

Nada disso está acontecendo por acaso.

Nós não somos sortudos por poder criar nossa filha e vê-la crescer de perto todos os dias.

Priscilla não é sortuda por não precisar trabalhar.

E eu não trabalho 4 horas por dia porque sou sortudo.

(eu eu também não estou dizendo nada disso pra me gabar – você já vai entender)

Não mesmo.

Tudo isso aconteceu porque eu sempre sonhei em ser livre.

Desde o primeiro dia que pisei numa empresa tradicional pra trabalhar de carteira assinada, eu senti que aquilo não era pra mim e eu não ia passar o resto de minha vida daquele jeito, cumprindo horário dos outros, recebendo o que os outros querem me pagar, e engolindo sapo de funcionário e chefe mala.

Toda essa insatisfação me fez criar uma visão de como eu queria viver.

Ou seja: Eu comecei minha jornada com um fim em mente.

Sabendo onde eu queria chegar.

Porém, se traçar num mapa o caminho que percorri, você ia ver que não foi uma linha reta (de onde eu estava e onde queria chegar).

A linha ia dar várias e várias voltas, seguir pra várias direções erradas e até voltar algumas vezes até finalmente chegar no destino.

E todas as vezes que a linha seguiu pra direções erradas, a razão sempre foi a mesma:

Porque eu perdia minha visão, me deixava ser guiado pelas visões dos outros e seguia pelos caminhos deles – que não levavam onde eu queria chegar.

Por exemplo:

Eu comecei como agência digital.

Você conhece alguém que tem agência e não trabalha 10 horas por dia??

Aí pulei pra lançamentos, no primeiro Fórmula, e logo de cara sabia que aquilo era loucura.

Aí passei um tempo como co-produtor, trabalhando como louco e lidando com sócios loucos.

Vim pro copywriting – onde precisava escrever 12 horas por dia de domingo a domingo.

Caí fora do copywriting (e só voltei anos depois, focado em email).

Tentei ser closer – 10 horas por dia ao telefone??

Enfim.

Apenas alguns dos vários caminhos que tentei seguir.

Msa percebe como nenhum deles me levaria onde eu queria chegar?

O pior é que é algo lógico.

Não precisa ser nenhum gênio pra ver.

Só precisa ser ingênuo pra acreditar.

Acreditar que você vai começar trabalhando 12 horas por dia, e um dia vai ser tão bem pago naquilo que você conseguirá trabalhar apenas 4 horas por dia.

O que é lindo na teoria… mas na prática isso não acontece.

Não acontece nem mesmo com cantores, que vivem isso (de fato), e começam cantando em troca da refeição até um dia em que cobram 500 mil de cachê – mas ainda assim não trabalham 4 horas por dia.

O show business não funciona assim.

Da mesma forma que a maioria dos modelos de negócios.

Mas não me entenda errado.

Não estou dizendo que você não deve trablhar duro, e até 10 ou 12 horas por dia.

Todo começo é difícil e costuma ser assim.

Mas o que estou querendo dizer é:

Comece pelo fim.

Pergunte a você mesmo:

“Onde eu quero chegar?”

“Exatamente como eu quero que seja o meu dia normal?”

E com isso em mente, toda vez que for fazer algo ou seguir um caminho, você se pergunta:

“Isso aqui vai me levar pra onde eu quero chegar… ou vai me afastar disso?”

Porque em tudo que fazemos nós começamos pelo fim.

Se vamos construir uma casa, começamos pelo projeto que mostra o resultado final – e então vamos construindo até chegar no resultado desejado.

Se vamos montar um guarda-roupa, a mesma coisa.

Se vamos aprender uma música nova na guitarra, a mesma coisa.

Se vamos viajar pra um lugar novo, a mesma coisa.

Mas quando se trata de nossas próprias vidas, a gente esquece disso e vai deixando a vida nos levar.

Não pode.

Se você não segurar as rédeas e controlar a direção de sua própria vida, outras pessoas farão isso por você.

Seu chefe, sua esposa, seu bofe, seu guru, sua família, seu amigo do Porshe, sua sobrinha que cuida de você, enfim.

E nesse caso só um fim é certo:

O amorgo e doloroso Arrependimento.

Porque é só quando envelhece que a gente olha pra trás e vê como a vida é simples… e como você fez de tudo pra complicar, ou perdeu tanto tempo seguindo por caminhos errados.

Não caia nessa armadilha.

Comece pelo fim.

Se você está vivo e lendo esse email, ainda dá tempo de chegar lá.

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Como atingir maestria em conversão

Quando era adolescente…

Todos os dias eu estava na quadra pra jogar futebol.

Todo dia, eu chegava da escola umas 11:40, almoçava correndo e ia pra quadra.

Passei alguns anos nesse ritmo… mas nunca aprendi a jogar bem 🙂

(o que prova que nem sempre a prática traz a perfeição)

Mas isso foi no passado

Quando passei dos 30, e voltei a jogar futebol depois de muitos anos parado… me machuquei.

Não quebrei o braço mas torci o pé e passei 3 semanas sem pisar direito.

E desde então, já faz quase 8 anos que toda vez que vou jogar bola… eu me machuco (na maioria das vezes, de um jeito ridículo como… tropeçando sozinho).

Aí eu decidi nunca mais jogar futebol.

Mas lembrei que nos meus 20`s eu jogava muito vôley, adorava… e era bom nisso.

Aí consegui juntar o pessoal pra voltar a jogar vôley e…

Foi um desastre.

Parecia que eu nunca tinha jogado na vida.

Meo Dels…

Eu simplesmente perdi o jeito completamente, e mesmo depois de jogar algumas vezes, não consegui avançar muito.

Se isso me frustrou?

Pode apostar que sim.

No fim eu fiquei sem praticar esporte nenhum…

Até que semana passada, um amigo me chamou pra jogar Beach Tênis – um esporte que já é gay até no nome.

Eu já tinha tentado jogar tênis antes, e gostei, mas era difícil e precisava praticar muito.

Mas o beach tênis parecia ser mais simples… e eu aceitei testar.

Chamamos outros amigos que nunca tinham jogado e todo mundo topou também.

Quarta-feira foi a prova de fogo.

Jogamos por uma hora apenas… mas eu adorei 🙂

Todo mundo adorou.

É o esporte perfeito pra quem está beirando os 40, não pode se machucar, e quer se divertir muito sem ter que fazer aulas pra aprender (como tênis).

Suuuuuuper recomendo.

De qualquer forma, toda essa experiência me fez admirar ainda mais atletas que chegaram numa certa idade e continuam performando bem, como Cristiano Ronaldo, Messi, Popó, Oscar Schmit – que foi até os 45, e agora Mike Tyson que tá com 57 anos parecendo que tem 27.

Mas nem tudo é trágico com a idade

Enquanto minha performance esportiva caiu drasticamente… minha performance marketeira, de negócios e copywritística envelheceu como um vinho – que só melhora com o tempo.

Claro que não é por acaso.

Isso é fruto da experiência e da constante busca por aperfeiçoar minhas habilidades.

E quanto mais experiência e habilidade você adquire, mais você consegue simplificar as coisas e… ao mesmo tempo… performar melhor.

Por exemplo:

Miyamoto Musashi viveu nos anos de 1600 mas até hoje é considerado o maior samurai de todos os tempos.

Aos 13 anos ele venceu seu primeiro combate mortal, derrotando um grande mestre espadachim da época.

Aos 16 derrotou outro grande mestre militar.

Aos 21 foi pra metrópole Kyoto onde derrotou alguns dos maiores mestres de esgrima do país.

Depois vagou pelo Japão desafiando os maiores espadachins que encontrava pelo caminho.

Ao todo ele venceu
61 lutas mortais de espada

O objetivo de Musashi era desenvolver sua habilidade ao máximo, e ele chegou a um nível tão alto – que no fim ele lutava contra os mestres samurais usando apenas uma bokken.

O que é uma bokken?

É uma espada de madeira que os espadachins usam para TREINO.

Pois é.

Musashi usou uma espada de madeira de treino para lutar e derrotar grandes samurais usando katanas afiadas.

Esse era o nível de habilidade de Musashi.

E pra atingir esse nível, Musashi fez o oposto da maioria

Veja:

Para os samurais, a katana era a coisa mais importante de sua vida. Era literalmente a filosofia de vida deles.

Samurais tinham mais respeito e zelo pela katana do que pelos próprios filhos.

Os caras viajavam semanas e gastavam uma fortuna pra contratar os melhores ferreiros pra terem em suas mãos as melhores espadas do mundo.

E obviamente, todo o treino era baseado no uso da katana, novos estilos, novas maneiras de cortar o adversário.

Porém…

Pra ser o maior samurai do mundo
Musashi abandonou a Katana

Contraditório, não é?

Mas quanto mais sábio e habilidoso Musashi se tornava, mais ele aprendia que não era sobre encontrar a arma perfeita, nem aprender novos estilos de luta, muito menos aprender um novo “golpe” de espada todo dia.

Não.

Na verdade Musashi defendia a arte da não-espada – onde o samurai se tornava o todo através do vazio.

Ele entendeu que não era sobre a espada, mas sim sobre os outros elementos que influenciavam o resultado final da espada mas não eram visíveis a “olho nu”.

É uma fiosofia um tanto complexa mas é basicamente você aprender a usar a espada, mas desenvolver seu conhecimento ao ponto em que você se torna a espada (mais ou menos isso).

Por causa dessa estratégia diferente da maioria, Musashi era capaz de derrotar grandes mestres usando uma espada de treino de madeira.

No fim, por pensar e agir de uma forma que ninguém pensava e agia, Musashi conseguiu realizar o que ninguém conseguia.

E sabe o que é mais interessante?

Tudo isso se aplica ao Marketcheng

Muita gente me acha louco (e talvez até mentiroso??) quando falo de alguns números que eu e meus clientes conseguimos com email.

“Ninguém abre email. Email morreu”

“Copywriter especialista em email? É burrice”

“7 dígitos só com email?? Impossível”

Enfim.

Assim como a maioria dos samurais pensava que era sobre a katana, essas pessoas ainda pensam que é sobre email (ou instagram, ou lançamento, ou ChatGPT, ou sei lá o que).

Mas não é.

Tudo isso são apenas ferramentas e artifícios – como a katana e as “sacadas” que alguns samurais ensinavam.

O que faz a grande diferença – a essência da conversão – é:

Ajudar as pessoas a
conseguir o que elas querem

Não é dizer um certo script numa certa ordem.

Não é jogar as pessoas num grupo de whatsapp e empurrar descontos absurdos.

Nem ficar posando de pessoa de sucesso nas redes fossiais.

A essência da conversão é ajudar as pessoas a conseguirem o que elas querem

Quando entende isso, você é capaz de converter produtos de baixo, médio e até alt ticket… usando apenas simples emails como esse.

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Minha receita pra emails e ads de alta conversão

Bom diaaaaaaaaaaa 🙂

No nosso programa culinário de hoje você vai ver:

Uma deliciosa receita de emails e anúncios de alta conversão.

Siiiimmm

Ideal pra servir pra seus produtos ou pra seus clientes.

Sabe , depois de 12 anos fazendo isso eu percebi que Marketcheng tem muito a ver com Culinária.

Hoje em dia o que mais vemos por aí são pessoas fazendo copy que mais parecem comidas artificiais e instanâneas que até enganam o estômago… mas não satisfazem a fome, nem proporcionam uma autêntica experiência gastronômica a seus clientes.

É muito marketcheng enlatado.

Mas é pra isso que estamos aqui hoje, pra aprender como servir seus clientes de uma maneira autêntica, com seu tempero único que os deixa com água na boca por seus próximos pratos.

Pois é.

Eu vou lhe passar a receita secreta que está na minha família há muitas gerações.

Uma receita que meus antepassados usavam pra vender usando sabe o que?

Uma carta de papel… enviada pelo correio… pra milhares de desconhecidos que nunca ouviram falar de você.

Consegue imaginar o quanto precisava ser bom, pra convencer alguém a comprar um produto que ele nunca viu e nem sabe se existe, oferecido por uma pessoa que ele nunca viu de uma empresa que ele nem sabe se existe?

Pois bem.

É essa receita que vou lhe ensinar hoje.

Papel e caneta na mão?

Vamos começar 🙂

A primeira coisa que precisamos é dos ingredientes certos pra sua copy.

Eles precisam ser novos, frescos e de qualidade.

Não pode usar enlatados nem idustrializados baratos que tá todo mundo usando por aí.

Você precisa ter seu tempero único. Aquele que só de sentir o cheirinho as pessoas já identifiquem que aquela copy é sua.

A segunda coisa, é seguir uma receita comprovada.

E aqui vai a minha pra fazer emails e anúncios de alta conversão.

Mas antes, deixe eu lhe dizer uma coisinha:

Eu amo emails S2… Mas não sou gestor de tráfego… e odeio mexer com anúncios.

Mesmo assim, eu ainda consigo fazer meus anúncios performarem melhor do que muitos gestores de tráfego experts por aí, e você sabe por que?

Eu já lhe disse:

  • tapa na sua nunca *

“Porque eu uso a receita antiga da família.”

Veja, toda semana eu analiso campanhas de clientes. E sempre quando me apresentam, eles falam de como estão usando a melhor panela do polishop, o fogão top de indução, as espátulas de silicone de última geração, enfim…

Mas a comida deles nunca supera a que eu faço com minha panela velha e a colher de pau.

Por que?

Isso, muito bem 🙂

Porque eles se preocupam mais com as ferramentas, o visual do prato e outras coisas… mas esquecem de seguir a receita.

E afinal, que receita é essa??

Bem, a receita que meus antepassados usavam era:

Uma simples e deliciosa 0ferta.

Sem ela, você pode usar as panelas e utensílios mais caros do mundo… mas seus pratos serão sempre um desastre. No máximo, uma gororoba que só serve pra matar a fome.

Por outro lado…

Quando você segue a receita e usa uma boa oferta… você consegue pratos incríveis com uma simples panela velha e uma colher de pau roída do tempo.

Preste bastante atenção no que vou dizer agora:

“Uma simples e deliciosa oferta é mais atraente do que mil argumentos”

Quando entender isso, você se tornará um chef da alta gastronomia marketeira – capaz de convencer pessoas a comprar até produtos de alto ticket usando apenas emails e um google docs.

Agora, se você quiser ser um cozinheiro de enlatados e artificiais… aí você vai precisar fazer um verdadeiro espetáculo em todas as redes e mídias pra convencer as pessoas dizerem sim.

Não existe certo nem errado.

É apenas uma escolha gastronômica.

Mas toda essa conversa abriu ainda mais meu apetite e eu preciso ir almoçar.

Não perca nosso próximo programa, neste mesmo horário, neste mesmo canal 🙂

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Como converter quem disse Não

Sabe como eu pensava antes?

Em minha cabecinha ingênua, eu acreditava que se tentasse vender pra alguém…

E a pessoa dissesse NÃO…

Game Over.

Nunca mais eu fecharia aquele cliente.

E aquele contato não tinha mais valor nenhum.

Essa é uma prática muito comum entre empreendedores e marketeiros:

Conduzir seu negócio como se fosse um jogo de poker – onde eles só realizam uma única e perigosa jogada que se chama:

ALL IN

Em outras palavras, eles jogam no tudo ou nada.

É assim que tratam seus leads: ou tudo ou nada.

Agora ou nunca.

Ou seja:

Ou aquela pessoa converte agora… ou ela não presta e vou jogá-la fora pra ir em busca de quem presta.

Os “lançadores” são craque nisso.

Eles botam uma grana em tráfego, constroem lista, aí quem converteu fica… mas quem disse “não”, cai fora.

E no próximo lançamento começa tudo de novo… do zero.

Não é algo inteligente de se fazer.

Especialmente num momento em que o alcance das redes fossiais é quase zero, o o custo dos anúncios é o mais alto da história, a as guruzices estão funcionando cada vez menos (tipo a tal sala secreta, que mal surgiu e já morreu).

Em momentos assim, mais do que nunca, é fundamental aprender a converter quem disse não.

Ok, e como converter quem disse não? Que bom que perguntou 🙂

Mas antes de lhe dizer, eu preciso que você entenda algumas coisas:

Marketcheng Não É Preto E Branco

Não é 0 e 1.

Não é sim ou não.

Na prática, isso significa que se alguém disse não agora… não quer dizer que ela não está interessada ou que não é seu cliente ideal.

Na verdade, esse não pode significar… dezenas e dezenas de coisas.

Pode significar por exemplo::

  • Que as pessoas tem uma vida corrida e a maioria nem conseguiu ver sua campanha de vendas (e logo é impossível dizer “sim” ao que ela nem sabe que existe)
  • Que algumas pessoas vão se interessar mas não vão dizer sim por que têm outras coisas acontecendo no momento (mas nada impede que elas digam sim num outro momento, se você fizer isso acontecer)
  • Que algumas vão se interessar mas… a sua mensagem daquela campanha não foi suficiente pra convencê-las naquele momento (mas nada impede que elas sejam convencidas depois)
  • Que algumas vão se interessar… mas… sua mensagem simplesmente não foi clara o suficiente pra elas entenderem o que exatamente era sua solução
  • Que algumas vão se interessar… mas não vão achar aquela sua 0ferta atraente pra elas (mas nada impede que você reformula sua proposta de uma maneira mais atraente pra esse público)
  • Que algumas vão se interessar… mas esquecer de você… e perder o prazo.

Enfim. Enfim. Enfim.

Apenas alguns exemplos das dezenas de coisas que acontecem no dia a dia de todo público – e que jamais pode ser ignorado em seu negócio.

“Ok… mas e como converter quem disse não?” Você pergunta (de novo).

Bem, existem várias maneiras… e eu já dei algumas acima (nos parênteses).

Mas a mais simples de todas é:

Com 1 email de 9 palavras (ou menos)

É tão simples, mas tão simples…

…mas TÃO SIMPLES…

Que a maioria das pessoas simplesmente não acredita que esse email funcione… e por isso não o envia… e por isso não converte uma fatia de pessoas que poderiam ter sido convertidas com esse email.

Digo isso por experiência própria.

Quando aprendi sobre esse email, eu achei ridículo.

“Não tem como isso funcionar” eu repetia pra mim mesmo.

E aí, adivinha?

Nunca usei.

E sabe quanto tempo eu levei pra entender a profundidade da sofisticação desse email e finalmente usá-lo?

Anos e anos e anos e anos E ANOS.

Sério.

Quando finalmente entendi, percebi que o ridículo não era aquele email tão simples… mas sim minha maneira de pensar sobre ele (e nem mesmo testar antes de falar).

Dito isso…

Se você quer saber que email é esse e, mais importante, como entendê-lo e usá-lo pra converter quem disse não…

Eu gravei um podcast inteirinho sobre ele 🙂

Você pode ouvir aqui:
https://podcasters.spotify.com/pod/show/1-email-por-dia/episodes/01–O-email-de-9-palavras-que-fez-100-milhes-e2a3ual

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Confissões de uma expert milionária

Por muito tempo eu quis ser como eles.

Eu seguia todos os gurus e eggsperts que você possa imaginar, do Brasil e do mundo – relacionados a marketcheng, copy e afins.

Eu queria palestrar pra multidões.

Queria ter incontáveis seguidores.

Queria ser famoso e conhecido e compartilhar minha vida maravilhosa nas redes fossiais.

Por muitos anos, eu sonhava com isso noite e dia.

Até quando…

Comecei a trabalhar de perto com muitos desses gurus e eggsperts que eu admirava… e descobri que a realidade deles era bem diferente da que mostravam nas redes.

E você sabe por que?

Uma das grandes razões é porque esse “estilo de vida” é uma maldição disfarçada de benção.

Uma prisão disfarçada de liberdade.

A verdadeira pobreza vestida de riqueza.

Veja:

Ontem eu vi o desabafo de uma das maiores guruas/eggsperts do Brasil e do mundo… e me deu até calafrios.

Foi da Nathalia Arcuri.

Eu não sou fã dela, mas esse desabafo contém lições preciosas pra aqueles que ainda não entenderam como funciona esse modelo de negócio digital que tanto pregam por aí.

Nathalia fez vários vídeos sobre o desabafo mas eu quero trazer apenas a carta que ela escreveu pra si mesma ano passado mas só compartilhou publicamente agora.

No final tem umas guruzices (óbvio), mas como disse, é de arrepiar.

Veja com seus próprios olhos:

=====

É como se eu tivesse saído de um transe. Como se o espírito que se apossou de mim tivesse se cansado da hospedeira e partiu pra oprimir outra vítima ou simplesmente se deu por vencido pela resistência e temosia que habita dentro de mim.

Se você não é da religião, pense em uma sanguessuga que ficou tão gorda de puxar sangue que explodiu.

Eu cansei de tentar ser perfeira, de seguir os meus próprios padrões, de cumprir as minhas próprias metas.

Essa roupa me vestiu da infância aos 38. Flagelou meu corpo, minha alma e definiu os caminhos da minha mente.

Sem que eu percebesse o que era o meu sonho, virou o pesadelo. O que era leve e mágico, virou um peso, um fardo pesado demais pra carregar.

Eu já não aguentava carregar, mas continuava carregando. “Continue, Nath” as pessoas diziam. “Não para nunca” eu ouvia de outros.

Como em um reality de resistência, onde a torcida grita para que o participante não desista de seu prêmio, lá estava eu. Sendo aplaudida por uns e vaiada por outros.

O show acabava e o peso não saia das minas costas. A torcida dispersava, a vaia calava e lá estava eu, carregando minha mochila de castigo.

Mas assim como os meus sonhos falaram alto demais ao meu ouvido 7 anos atrás, o meu cansaço falou mais alto dessa vez.

Não é bonito nem admirvel seguir o grito do cansaço. O mundo pede que você continue, que não se canse, que vá à exaustão. Cansar é para os fracos.

Essa era a visão que eu tinha também. Até entender que a voz que pedia pausa da luta infinita queria o meu bem.

Essa é a batalha mais difícil que eu já enfrentei e me fez abrir mão de certezas, engolir o desespero e seguir na arena até que não houvesse mais inimigo nenhum a ser vencido. É uma batalha interna que já comemora seus 4 anos.

E o que fazer quando os inimigos terminam mas a batalha não?

Bom, dignifica que a guerra está dentro de você, não fora.

A heroína que habitava em im se viu armada até os dentes para uma guerra sem exército inimigo.

Em nome da missão de libertar os que estão acorrentados à lógica do sistema, fui cruel comigo e com pessoas ao meu redor.

Cobrei perfeição, superação, resistência, compaixão, entrega de alma e corpo.

Em nome da liberdade, me aprisionei na missão.

Criei um filme baseado em fatos que ainda não tinha acontecido (alô Hollywood, isso é novo) e boteio próprio personagem principal pra viver o filme. “Ela que lute.” Ela, no caso, eu.

Não tinha tempo de descanso. Não podia criar laços de amizade com os outros personagens. Vai que você gosta deles e depois precisa partir em outra missão e deixá-los pra trás. Aliás, pra estar naquele filme todos precisariam abdicar um pouco (não, muito) de si.

O filme como planejado, cumpriu sua razão de existir: deixou uma marca de transformação positiva no interlocutor.

Quantas e quantas vidas foram transformadas pela mensagem daquele personagem da vida real.

Mas eis que Truman se rebela, decide por conta que não vai mais seguir roteiro nenhum e que a partir daquele ponto vai explorar um caminho sem roteiros.

Vai sair do reality scripted para a vida real.

Se sete anos atrás os meus sonhos falaram mais alto, agora quem grita é minha realidade.

O braço que me açoitava a cada pensamento de desistência, a cada fraqueza, a cada erro, cansou de punir e de bater e só então eu pude ver que quem pedia o açoite era eu mesma. Eu estava em um looping de tortura que me alimentava e me lembrava quem eu era. Eu não sabia quem eu seria sem a cobrança extrema.

Viver sem o controle rígido dos meus próprios padrões será algo novo pra mim. Eu não sei como é a vida sem metas quase impossíveis, sem plano diário, sem haters pra combater, sem a cobrança por ser a melhor esposa, filha, amiga, chefe, CEO. Eu estou ao mesmo tempo maravilhada e apavorada com a ideia de não ter obrigação.

Meu abadá sempre foi o do bloco dos “tem que”.

Tem que ser uma pessoa gentil. Tem que pensar primeiro nos outros. Tem que ficar calma. Tem que ser bonita. Tem que ser inteligente. Tem que ser boa filha, boa irmã. Tem que pensar antes de falar. Tem que dar conta. Tem que fazer sucesso. Tem que ser boa de cama e ainda ler todos os jornais. Tem que provar que estão errados a seu respeito. Tem que dar lucro. Tem que mudar o mundo. Tem que salvar o planeta.

Eu não desisti de mudar o mundo. Eu entendi apenas que eu não mudo nada.

Existe uma diferença entre provocar a mudança, ser a mudança e fazer a mudança. Eu posso provocar mudanças, posso ser a mudança na minha própria vida mas jamais serei capaz de fazer pelos outros aquilo que só eles podem fazer.

Eu decidi ser a mudança que eu precisava pra mim e cuidar do meu jardim, meu pequeno pedacinho nesse planeta. O coitado estava abandonado desde que eu nasci. Vai dar um putra trabalho cuidar dele. Não faço ideia do tipo de bicho que vai sair de lá, do tipo de terra e adubo que precisa… eu nem sei se quero plantar ou construir alguma coisa.

Espero que ele tenha salvação e que me perdoe por tamanho abandono.

Mas se tem algo que eu aprendi a fazer até aqui é trabalhar com amor e dedicação. E esse jardim merece todo o meu esforço.

=====

Depois de ler isso… você ainda quer ter uma vida de expert?

Talvez você pense que só aconteceu porque ela cresceu demais, mas você não quer ir tão longe assim… mas não é verdade. Eu conheço experts pequenos, que nem conseguem passar dos 10k por mês – que já sofrem com tudo isso.

Porque não é sobre o tamanho, é sobre o modelo de negócio – que determina seu modelo de vida.

É por isso que mesmo experts pequenos e sem sucesso, mas que seguem esse modelo de negócio – já estão doentes.

A verdade é que a busca pelo 6em7 criou mais depressivos do que milionários.

E também é verdade que você não precisa transformar sua vida num grande espetáculo pra atingir 6 ou 7 dígitos em seu negócio.

Porque o crescimento de um negócio não depende das pessoas verem sua cara e seu conteúdo. Tudo isso é apenas um meio para um fim.

E qual o fim?

Vender seus produtos e serviços.

Pois um negócio só precisa disso pra crescer, e nada mais.

E pra conseguir isso você só precisa:

1- Atrair pessoas
2- Converter essas pessoas em clientes

Dois passos pro paraíso.

Mas pra coisa ficar melhor e mais sólida, eu recomendo um terceiro:

3- Fazer os clientes comprarem mais vezes ao longo dos anos

E tudo isso pode ser feito usando apenas o email como base.

Porque marketcheng não é um circo. Nem um reality show. Nem um evento. Tudo isso funciona sim… mas não precisa. Muitas vezes até, atrapalha.

Mas a essência do marketcheng é apenas:

Se comunicar com as pessoas e fazer 0fertas pra elas.

Seguindo o princípio de Pareto, esse é o 80/20 dos negócios.

E o 80/20 do markt digital é o email – mas só para aqueles que sabem como usá-lo pra transformar desconhecidos em clientes, e clientes em fãs.

E é isso que vou ensinar em meu novo treinamento que está vindo por aí.

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28k com apenas 59 leads?

Quer mais um case de reviravolta com emails?

Então aqui vai.

Recentemente um cliente lançou um workshop.

A ideia era gerar uma injeção de caixa na empresa.

E um workshop, caso você não saiba, é uma das melhores, mais simples e mais rápidas maneiras de levantar grana rápido pra qualquer negócio.

(por isso criei esse treinamento sobre workshops, caso seja de seu interesse)

Porém, quando se trata de marketcheng, nada é 100% garantido.

E eis que o workshop teve apenas 59 pessoas… e como era de baixo ticket, trouxe apenas 3.253 estalecas pro bolso deles.

Não foi assim um FLUUUUUxo de respeito, mas foi melhor do que ter prejuízo, concorda?

Mas lembra o que falei ontem sobre eliminar esse pensamento de tudo ou nada, e cultivar o pensamento de que marketcheng é algo contínuo e infinito? (na verdade não usei essas palavras mas essa foi a lição)

E é nessas horas que saber converter por email separa os homens dos minines.

Pois enquanto a maioria das pessoas veria essa campanha como um fracasso e ficaria reclamando…

Nós vimos como uma campanha que gerou 3k… e 59 pessoas interessadas num workshop sobre um determinado tema.

Oh, e eu já disse como workshops são excelentes maneiras de converter pessoas?

Pois é. Eles são.

E mesmo que no workshop em si não tenha sido vendido nada (foi só de conteúdo)… o workshop é uma excelente maneira de fazer as pessoas avançarem no processo de conversão.

Ou seja: Ele “prepara” as pessoas pra o próximo passo.

(por essas e outras que tenho esse treinamento só sobre workshops 🙂

Sabendo disso, nós enviamos uma simples campanha de emails de upsell, apenas pra aqueles 59 indivíduos que se inscreveram no workshop.

E 2 dias depois…

Aquela campanha “ruim” de 3k… gerou mais 24.844 reals.

Nada mal, hein?

Claro que isso não é regra.

Nem toda campanha ruim pode ser salva e transformada num sucesso.

Mas muitas podem.

Às vezes em dias, às vezes em semanas.

O fato é que todos os dias muita grana deixa de ser ganha porque empreendedores e copywriters não sabem como converter leads por email.

E é essa habilidade incrível (de conversão por email) que vou ensinar nos próximos dias.

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Como salvar campanhas desastrosas

O mercado digital está pegando fogo pros gurus.

Mas não no bom sentido.

A coisa tá feia pra eles.

O que funcionava antes… não está funcionando mais.

Com isso, os gurus estão sendo obrigados a:

  • Dar iPhones pra quem assistir seus CPLs??
  • Dar certificado pra empreendedores??
  • Dar descontos de até 90% em seus super cursos de alto ticket??
  • Dar acesso vitalício a TODOS os seus produtos e cursos que existem, e a TODOS os seus produtos e cursos que ainda serão produzidos??
  • Tem até um guru dos melhões que tentou me imitar (de novo), lançando a versão dele do meu produto de 395 reais… por apenas 17.

Essas são apenas algumas das bizarrices acontecendo no mercado digital nesse momento em que falamos.

Veja:

Warren Buffet, um dos (verdadeiros) homens mais ricos do planeta, tem uma frase sobre esse fenômeno:

“Quando a maré baixa é que você descobre quem está nadando pelado”

O que ele quer dizer com isso?

Que na maré alta do mercado, todo mundo surfa no momento e se gaba do sucesso… mas quando a maré baixa e a coisa fica difícil, aí você descobre quem é bom de verdade.

No auge digital na pandemia, os gurus fizeram a festa.

Mas agora que a maré baixou, pra todo lado você vê desespero.

Os que enxergaram isso antes, conseguiram pular do barco antes dele afundar, como um grande guru de copy que literalmente… vendeu sua empresa de copy.

Dito isso…

Se você sempre quis adquirir algum produto desses gurus… esse é o melhor momento.

Boa sorte. Você vai precisar.

Agora…

Se você quer sair dessa matrix e aprender com alguém cujos preços só AUMENTAM… e que continua crescendo suas vendas e de seus clientes usando apenas emails – sem redes fossiais e lançamentos… então continue lendo, pois você está prestes a ver como construir o verdadeiro negócio digital dos sonhos – onde você não precisa de redes fossiais nem lançamentos – e faz seus 6 ou 7 dígitos apenas escrevendo emails como esse.

Muito bem.

Começando pela base de tudo, o modelo de negócio.

E aqui nós usamos o modelo de negócio mais simples do mundo que consiste em 3 passos:

1- Construir lista de emails
2- Converter os leads em clientes
3- Converter os clientes em fãs que compram várias vezes

Nas últimas semanas eu falei exaustivamente sobre o passo 1 e até lancei um treinamento sobre isso.

E agora estamos falando sobre o passo 2:

Conversão por email.

E aqui é onde a mágica acontece.

É onde guru chora e mamãe não vê.

Sim, por que na cabeça dos gurus (e de muitos por aí) é tudo ou nada.

Ou a pessoa converte hoje, agora… ou não presta. Cai fora.

Quem pensa e age assim pode até ter sucesso, mas também tem um negócio frágil que pode entrar no vermelho com uma simples campanha que deu errado.

Mas quando você pensa e age diferente, você não apenas constroi um negócio sólido e fácil de conduzir… como é capaz até de transformar campanhas desastrosas num sucesso.

Veja:

No mês passado eu mostrei uma campanha minha que começou com números excelentes (aqui o email completo):

55% de conversão na página de captura.

Lead a 1,57.

Ou seja, o primeiro passo do nosso modelo de negócio estava indo a todo vapor…

Mas o segundo estava um desastre.

Porém, depois que escrevi sobre isso eu fiz 2 coisas:

1- Continuei enviando emails para aquelas pessoas “ruins” que entraram na lista
2- Dei uma boa olhada pra ver se conseguia melhorar aquela campanha

O resultado?

1- Menos de 1 mês depois, aquelas pessoas “ruins”, que continuaram recebendo meus emails… começaram a converter – E só isso já transformou minha campanha negativa em um ROI de quase 300% em menos de 1 mês (28 dias).

2- Paralelo a isso eu fiz alguns ajustes na campanha e botei ela pra rodar de novo.

O resultado?

A campanha desastrosa virou uma campeã.

Agora ela está traz leads todos os dias, a 1,67… e ao mesmo tempo traz clientes no dia 1.

Isso é a magia da conversão por email.

Uma habilidade que pouquíssimas pessoas tem no Brasil, capaz de transformar não apenas campanhas, mas negócios inteiros.

Algo que vou lhe mostrar como fazer nos próximos dias.

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Mentorados do guru à beira do AVC

A coisa não tá fácil pro guru supremo.

Primeiro teve que baixar o preço de seu super produto em 80%…

Aí veio a primeira grande “revolução”…

Que foi tão fraca que ele resolveu fazer uma nova grande revolução…

Que deve ter sido tão fraca que ele nem fala mais nisso.

E agora até certificado ele promete pra quem assistir seus vídeos.

Mas isso é só o que está acontecendo aqui fora.

Porque lá dentro, em sua bat-caverna, seus mentorados estão à beira de ter um AVC.

Por que?

Porque deu merda.

Deu muita merda.

Eles foram instruídos a construir no terreno dos outros… e o dono do terreno chegou com um trator e derrubou tudo.

Não ficou pedra sobre pedra.

Do que estou falando exatamente?

Do Whatsapp.

Virou uma prática comun na batcaverna usar o whatsapp como principal canal de marketcheng e vendas.

O grande problema?

O whatsapp sempre deixou claro que a plataforma NÃO era pra ser usada daquela forma, e sempre derrubava experts.

Mas parece que dessa vez eles chegaram com uma frota de tratores e derrubaram TODOS os mentorados que usavam whastapp (além de muitos outros por aí).

E agora os mentorados estão desesperados, sem saber o que fazer pra receita volta a fluir em suas contas.

Mas não precisava ser assim.

Nada disso precisava ter acontecido.

SE…

Eles respeitassem as regras do whatsapp…

E…

Usassem a única plataforma que você tem controle total, não depende de algoritmo e pode fazer o que quiser, quando quiser, com quem quiser.

Claro que estou falando do email.

O que me deixa mais inconformado é que…

OS DESGRAÇADOS TÊM LISTAS DE EMAILS… E NÃO USAM!

Todo lançamento eles captam uma porrada de leads…. pra na semana seguinte jogar tudo fora e captar novos. Ou então usam a lista só pra mandar os emails mais toscos do mundo… de lembrete de lives e afins.

Veja:

Nunca na história da internet foi tão importante construir uma boa lista e saber vender por email.

Hoje, ter um grande canal ou perfil numa rede fossial é o mesmo que andar por aí com um alvo nas costas. Pois lacradores e haters estão se multiplicando aos montes, e ganhando mais poder e capacidade de derrubar quem bem entenderem da noite pro dia.

Imagine você dedicar anos construindo um canal no youtube, ou crescendo seu instagram, pra acordar amanhã e não ter mais conta.

Infelizmente isso já está acontecendo todos os dias.

Junte tudo isso ao fato do governo estar prestes a votar um projeto de censura da internet, e você tem o ambiente perfeito pra seu negócio digital morrer.

Enfim.

Faça o que bem entender com essa informação.

Só não diga que eu não avisei.