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1000 maneiras de vender

Esse email é inspirado num programa de TV chamado:

1000 Maneiras de Morrer

Lançada em 2008, essa série muito louca conta histórias reais de pessoas que morreram de maneiras, digamos… estúpidas.

Quer um exemplo?

Que tal um cabeleireiro que se drogou tanto, mas tanto, que teve uma overdose e caiu com a pranchinha quente (e ligada) sobre seu pescoço?

A pranchinha foi queimando a pele, os músculos e a carne do cara que estava em coma por causa das dorgas.

Como disse, é uma maneira mais louca que a outra de morrer.

E isso me lembra MUITO as maneiras que estão vendendo por aí.

Tipo:

  • Fazer dancinhas nas redes sociais
  • Fazer conteúdo E dancinhas num mix mirabolante
  • Fazer conteúdo. Conteúdo e mais conteúdo. Só pelo fato de fazer conteúdo por que todo mundo diz que TEM que fazer conteúdo
  • Fazer SÓ lançamentos
  • Fazer anúncios direto pra um produto e não ter order bum nem upsell
  • Jogar as pessoas num grupo de chat… e não deixar ninguém falar.
  • Mentir. Fazer falsas promessas e inventar qualquer coisa pra conseguir o sim
  • Inventar que você tem uma vida de sucesso pra impressionar as pessoas
  • Ensinar TUDO de graça e torcer para que as pessoas se interessem por seu produto
  • Criar métodos revolucionários

Enfim.

A verdade é que existem milhares de maneiras diferentes de vender seus produtos e serviços.

E NÃO, NÃO EXISTE NENHUMA MANEIRA SUPREMA MELHOR QUE AS OUTRAS.

Porém, você não precisa se deixar levar pelas bizarrices, palhaçadas e loucuras dos gurus.

Caramba, uma vez vi um cara dizendo que passou 481 dias postando 3x por dia pra conseguir fazer a primeira venda.

Sério.

1.442 postagens… pra conseguir 1 sim.

É ÓBVIO que esse não é o modelo mais eficaz que existe.

Mas mesmo sem funcionar, o cara continuou insistindo e insistindo e insistindo…

Por que??

Por que ele acreditou nos gurus.

Acreditou que aquele era o único caminho. Que precisava ser autoridade. Que precisava postar conteúdo e mais conteúdo. E que precisava de um monte de coisa que, na verdade, ele não precisava.

Eu aposto uma coisa com você.

Aposto que se esse cara simplificasse tudo ao máximo e simplesmente agisse como um mero vendedor de sinal de trânsito…

…ele teria feito a primeira venda no máximo, estourando, em 7 dias.

Não em 481 dias (como aconteceu).

481 dias é 1 ano e 3 meses, .

É tempo DEMAIS.

Outra coisa:

Se seguisse esse conselho (de simplificar), ele também saberia rapidamente o que deu certo e o que não deu.

E Saberia qual caminho seguir para conseguir a segunda conversão.

E a terceira…

Porque veja:

Depois de 481 dias e 1.442 posts é impossível saber o que realmente deu certo.

Ou seja: O que fazer pra conseguir a segunda conversão? E a terceira?

Percebe quanto sua vida pode ser mais fácil quando você simplifica as coisas?

É por essas e por outras que adoro essa frase:

“A simplicidade é a máxima sofisticação”

Ela é ainda mais valiosa no mundo atual onde estão complicando TUDO.

De repente, os gurus transformaram marketing e vendas num grande show, onde você precisa ser um palhaço acrobata manipulador dançarino – se quiser ter resultados.

Não.

Não caia nessa.

Não é sobre método. Nem estratégia. Nem gatilho. Nem hack. Nem sobre o melhor canal.

É sobre relacionamentos.

É sobre ajudar pessoas.

É sobre criar uma experiência positiva pro cliente.

E é possível fazer tudo isso sem dancinhas, lives, redes fossiais e toneladas de conteúdo.

É possível fazer tudo isso usando apenas email, por exemplo.

Não, não estou dizendo pra você parar tudo que está fazendo e a partir de agora só enviar emails.

Estou dizendo pra você analisar se TUDO que você está fazendo realmente está valendo a pena e trazendo resultados…

…Ou se é melhor largar algumas coisas pra focar em outas que estão funcionando melhor.

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Com 196kg e Personal trainer

Não é regra…

Mas eu acho que você ou sua empresa deve ser sua maior vitrine.

Por exemplo:

Se você é cabeleireiro, não é legal sair por aí com o cabelo todo desgraçado.

Acho que nem com o cabelo “normal” é legal nesse caso.

Você tem que ser sua maior vitrine e andar com o cabelo sempre estiloso.

Imagine você, , ser personal trainer… e pesar 196kg.

Complicado.

Como disse, não é regra.

Mas acho que ser o exemplo vivo de seu trabalho facilita muuuuuuuito sua venda, concorda?

Pois é.

Mas por que estou lhe dizendo isso?

Porque ontem eu recebi um anúncio dizendo pra você bater recorde de faturamento usando uma VSL persuasiva.

Ok.

O anúncio era uma imagem.

Mas ok.

Eu cliquei pra ir mais à fundo na toca do coelho e cheguei numa página da empresa.

Pelo que vi, é uma agência de copywriting que estava vendendo serviços de criação de VSL (vídeo de vendas).

Ok.

A página falava sobre triplicar os resultados com uma VSL. Que VSL era melhor. Que VSL era isso e aquilo e tal…

Mas adivinha?

A própria página deles não tinha uma VSL.

Nem ao menos VSL’s de exemplos do trabalho deles.

Nem ao menos uma carta de vendas (já que é uma agência de copywriting).

A única coisa que vem à minha mente quando vejo esse tipo de coisa é:

“Faça o que eu digo mas não o que eu faço?”

EU, Bruno, acho que a melhor maneira de liderar e provar algo é sendo o exemplo.

É por isso que eu não saio por aí DIZENDO que escrevo bons emails e email é o canal digital com maior ROI e blá blá blá.

Eu escrevo bons emails.

Eu me relaciono por emails.

Eu vendo por email.

Eu praticamente VIVO de email.

Claro que ninguém precisa ser extremo como eu mas…

Me tira do sério ver gurus de copy… que não conseguem escrever nem uma copy decente.

Ou ferramentas de email… que fazem um evento SÓ sobre email… mas usam o Telegram como principal canal de comunicação.

Ou até mesmo gurus de email… que só usam o email pra lembrete de live.

Mas enfim.

Como disse, não é regra.

Mas acredito que ser o exemplo facilita muito sua vida em todos os sentidos.

É como dizia Gandhi:

“Seja a mudança que você quer ver no mundo”

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Maneiras bizarras de fazer marketing

Enquanto eu escrevia o email de ontem…

Um carro do churros passou aqui na rua tocando seu jingle numa caixa de som.

Eu olhei pra Priscilla e disse:

– Já reparou na letra da música deles?

– Não… o que tem demais?

– Ouça com atenção.

E aqui vai a música pra você:

🎵
Diz que tá uma delícia,
É um churros recheado
Tem sabor de chocolate
E de leite condensado
Avisa a mamãe,
Avisa o papai,
Chegou o carro do churros,
Churros entra churros sai
🎵

Isso mesmo:

“Avisa a mamãe que o churros entra e o churros sai”

Pqp…

É assim que você vende??

Pra crianças???

Mas aí, nesse exato momento em que escrevo esse email, resolvi jogar essa letra no google.

O que saiu?

Uma música de verdade lançada em 2012 por Cacio e Marcos que, de fato, é focada na sacanagem.

Eu não sei por que razão exatamente o carinha do churros aqui da rua escolheu essa música…

Mas sei que o marketxing no mundo inteiro está distorcido.

Caramba, basta entrar em qualquer rede fossial pra você ver médicos, advogados, dentistas e várias outras profissões sérias…

…fazendo dancinhas de conteúdo.

Meo Deos…

Eu não tenho nada contra alguém fazer dancinha… se isso é uma coisa natural sua e de sua vida e você está apenas expressando sua verdadeira personalidade.

Mas fazer dancinha e ir contra seu verdadeiro eu APENAS pra tentar ter visualizações e curtidas… não.

É bizarro.

É distorcer completamente os princípios de negócios, marketing, experiência do usuário e afins.

O mesmo vale pra quem vive postando carros, comidas, lugares e momentos coreografados de sua vida.

Tudo isso pode parecer besteira. Mas não é.

É mais sério do que parece.

No caso de uma pessoa que age assim, com o tempo ela acaba criando um outro “eu” e uma outra vida nas redes fossiais – que entra em conflito com a vida real e o verdadeiro “eu”.

O que resulta em ansiedade. Infelicidade. Vazio na alma e até depressão.

No caso de empresas que agem assim, isso pode afundar a marca, atrair os clientes errados e consequentemente afundar a empresa.

Tudo isso por que ao invés de ler um bom livro, eles optaram por aprender com os falsos gurus.

Pense nisso.

E tome cuidado.

Se quiser se inspirar com uma incrível história real de como construir uma empresa e comunicação de sucesso, assista a entrevista que Cristina Junqueira – uma das fundadoras do Nubank – deu em um podcast.

E sim, eu sei que você não quer construir seu próprio banco.

Mas todos os princípios que ela fala lá podem (e devem) ser aplicado em todo e qualquer negócio.

Ainda não vi a entrevista toda mas o pouco que vi já vale mais que a maioria dos cursos de gurus por aí.

Aqui o vídeo: https://youtu.be/smXwK1Ctpw4

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Melhor forma de conseguir clientes de Copywriting?

Essa é uma dúvida eterna entre copywriters de todo o mundo.

(até mesmo no evoluído mercado norte-americano)

Por isso, hoje quero debater com você sobre as principais maneiras que existem por aí e qual a melhor pra você (se você está em busca de clientes de copy).

Ok.

Vamos começar pelo que dizem os copywriters mais badalados do mundo nesse momento.

Stefan Georgi e Justin Goff.

Pra eles, a melhor maneira de pegar jobs é:

Frequentando eventos ou fazendo parte de grupos/masterminds com empresários.

“Coincidentemente” eles vendem um evento e um mastermind sobre copy.

Mas enfim.

Outros gurus de copy também recomendam essa estratégia.

Minha opinião sobre ela?

Funciona.

Porém, existem sérios problemas:

1- Você não tem controle nenhum.

Ou seja, já que não existem eventos todo mês, de quanto em quanto tempo você vai ter a chance de trazer novos clientes?

Sim, a chance.

Porque 2 – não tem garantia nenhuma que só por que foi no evento você vai conseguir contratos.

Como se não bastasse, ainda tem o 3 – custo alto de participar de eventos assim.

Pra ir num evento ou mastermind desses você precisa desembolsar uma nota só pra participar. Some ainda custos de passagem aérea, hospedagem e alimentação.

Ah, eu já ia me esquecendo do problema 4 – você precisa ser um bom vendedor pra saber chegar nos empresários no meio do evento e conseguir fechá-los.

Enfim.

Por essas e outras eu não curto muito essa maneira.

Vamos à próxima.

Essa maneira de conseguir clientes me deixou impressionado.

Pois é.

E acredite ou não, ela é ensinada por um guru de copy brasileiro que cobra 2k em sua “formação de copywriter”.

O que me impressionou na estratégia ensinada pelo guru?

A cara de pau que a pessoa tem de cobrar 2k aos alunos… para… ahan ahan aqui vai:

A pessoa cobra 2k pra ensinar os alunos a:

Fazer posts em grupos do facebook oferecendo seus serviços

😵

Caramba….

Realmente é uma estratégia SUPER inovadora que NINGUÉM, nem mesmo quem está iniciando e não sabe P nenhuma – pensaria e faria.

Mas ok. ok.

Ainda pode ficar pior.

Porque existe um guruzão ainda maior que cobra 6k ou 7k em sua formação pra ensinar seus alunos a:

Mendigar em grupos pra trabalhar de graça em troca de alguém pagar a formação do guru pra você

Quando reflito sobre isso, eu penso no que vai ser a próxima formação dele.

A promessa?

Você vai viver no paraíso, com toda a riqueza que quiser e 70 virgens pra lhe acalentar.

O Método pra chegar lá?

Você amarra uma bomba ao seu corpo e pula dentro de um carro de luxo parado no sinal com os vidros abertos. Aí você levanta a camisa, mostra a bomba e obriga o cara a fazer um pix de 10k pro guru (pra pagar a formação).

Assim que ele fizer, você aperta o detonador e vai imediatamente pro seu paraíso privado.

Você acha que estou exagerando?

E o que você me diz de um guru que leva um grupo de pessoas a subirem uma montanha num período em que a defesa civil proibiu a escalada devido ao elevado risco de morte?

Enfim.

Vamos voltar ao assunto principal.

Próxima estratégia que ensinam por aí.

Se candidatar em vagas de redes fossiais e sites de freela.

Eu realmente não vejo nenhum ponto positivo nisso.

Acho que o único aprendizado nisso é… aprender que isso não funciona.

Porque 99,99999999999999999999999999999999999999999999% das vezes que você se candidatar a essas vagas…

Eles vão pedir pra você preencher um looongo formulário…

Vão pedir pra você enviar amostras de seu trabalho…

Vão pedir pra você fazer um teste, e escrever algumas copys pra eles…

E depois de tudo isso, 2 coisas podem acontecer.

1- Eles vão lhe deixar totalmente no vácuo sem resposta nenhuma com cara de idiota.

2- Eles vão lhe fazer uma proposta cara-cu onde você se arromba em troca de merrecas pra que eles tenham belos resultados e fiquem bem na fita.

Mas o terror não acaba aí.

Esse tipo de cliente ainda gera um outro problema horrível.

Eles consomem tanto seu tempo, energia e alma… que acabam impedindo você de ir em busca de clientes melhores.

Próxima.

Produzir conteúdo em redes sociais

Fazer textos, vídeos e conteúdos mostrando que você entende do assunto. Que é “autoridade”. Que é um expert. Que blá blá blá.

Minha opinião:

Funciona.

Conheço copywriters que vivem dessa forma.

Porém, pra cada copywriter que conheço que se dá bem com conteúdo… eu conheço centenas que não conseguem resultado nenhum.

Então sim, funciona.

Mas 1 – você também não tem controle.

Você não sabe quem vai ver seu conteúdo nem quando o próximo cliente virá.

2- Consome bastante tempo e energia.

Pra ser visto nas redes fossiais você precisa estar ali todo dia criando, postando e interagindo. E isso não é fácil

3- É de médio a longo prazo

É algo que você tem que plantar, plantar e plantar sem saber quando vai colher.

Ah, e você também não sabe O QUÊ vai colher. Ou seja, quem vai aparecer pra lhe contratar.

Próxima

Networking

Para as pessoas certas, essa é sem dúvida a melhor estratégia.

Não só para conseguir clientes de copy, mas pra tudo na vida.

Por que tudo na vida depende de pessoas, e se você tiver acesso ás pessoas certas, você consegue qualquer coisa.

Mas como eu disse, somente para as pessoas certas.

Só funciona pra quem tem facilidade com pessoas. Pra quem sabe jogar o jogo do networking.

O que definitivamente não é o meu caso.

Eu sou o oposto disso.

Sou tímido. Introvertido. Que mal sabe conversar, muito menos articular parcerias.

Mas se você é uma pessoa articulada, que conhece muita gente, eu super recomendo que você foque nos relacionamentos.

Por fim temos a

Prospecção fria ou cold pitch

É algo também ensinado por alguns poucos gurus aí.

Basicamente é você entrar em contato com um desconhecido vendendo seus serviços.

É algo que pode funcionar incrivelmente bem… mas só se você fizer do jeito certo.

Semana passada mesmo conversei com um aluno de um dos maiores gurus dessa estratégia e o cara me contou como foi:

Ele me disse que seguiu tudo que foi ensinado. Mandou emails pra literalmente milhares e milhares de prospectos… mas ZERO resultados.

De uma lista de 2 mil e poucas pessoas, por exemplo, ele disse que teve 11 respostas apenas e nenhuma delas fechou contrato.

Como eu disse, é algo que pode funcionar.

Mas não como ensinam por aí.

Por que?

Porque eles basicamente ensinam a vender serviços de alto ticket como se fossem laranjas.

É tipo:

“Ei, meu serviço é o mais doce, bora marcar uma reunião e comprar uma dúzia?”

Putz… basta se colocar no lugar da outra pessoa e você vai ver que tem alguma coisa que não pega bem aí.

Então o que eu faço, Bruno??

O que eu recomendo, faço até hoje e ensino a meus alunos é:

Prospecção de alto valor

É um processo diferente do que ensinam por aí.

É você primeiro identificar quem são seus clientes ideais. Em seguida chegar até eles gerando valor (não vendendo laranjas) através de um email Cavalo de Troia.

Como os clientes reagem a isso?

As respostas são sempre calorosas. Muitas vezes até com elogios à própria abordagem.

E aí, como eu não gosto nem tenho facilidade em fechar vendas, eu envio a próxima peça da estratégia, que pode ser um vídeo ou PDF.

O que essa peça faz?

Ela faz toda a venda por mim e fala até sobre preço. Dessa forma, quando alguém decide vir conversar comigo, a pessoa já está “vendida” e a reunião é basicamente pra nos conhecermos e acertamos tudo.

Não é fórmula mágica.

Nem todos os emails vão ter respostas.

E nem todas as respostas terminam em contrato.

Mas é algo simples, que você tem total controle, que não precisa de portfolio, e que lhe permite escolher com quem quer trabalhar.

Ontem mesmo um aluno me falou que começou a trabalhar (período de teste) com um expert do qual ele foi aluno e se tornou fã.

Enfim.

De tudo que já vi por aí ao longo de cerca de 10 anos nesse mundo digital e do marketching.. essa foi a estratégia que sempre me ajudou a conseguir grandes clientes e contratos.

E eu ensino tudo sobre ela em detalhes na minha formação de email copywriter:
https://www.brunosampaio.com/formacao-email-copywriter/

Ah, tem ainda a estratégia do topless, mas essa fica pra um outro email.

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50% do sucesso depende disso

A torcida por mim foi grande.

Recebi vários emails de leitores me incentivando a arrasar no rock and roça de sábado 🤘

Mas será que eu consegui?

Será que cheguei na festa com minha guitarra e fiz todo mundo bater nas mesas e cantar “we will rock you” como um vibrante coral??

Há Há

não…

Por que?

A galera toda falava outras línguas que eu não entendia:

Arrocha. Brega. E outros ritmos que nem sei do que chamar.

Eu obviamente respeitei isso e nem peguei a guitarra.

No fim fiquei só no violão, tocando apenas pra um grupo de pessoas que falava a mesma língua que eu.

Mas ainda assim, a festa foi incrível e demos bastante risadas das palhaçadas que rolou.

O que me lembra um importante fator de negócios onde muita gente vacila feio.

Que fator é esse?

Sua tribo.

Mais especificamente:

De encontrar sua tribo e se manter fiel a ela – ao invés de querer agradar todas as tribos.

Por que isso é tão importante?

SÓ PORQUE, em média, 50% do sucesso de todo negócio depende de encontrar a tibo certa.

(sim, isso também vale pra você que trabalha com serviços)

Veja:

As pessoas que você serve determina tudo sobre seu negócio:

Sua copy.

Seu posicionamento.

Sua estrutura.

Seu design.

Seus produtos.

Seus preços.

Por isso trabalhar com a tribo certo é tão crucial.

Por exemplo:

Tinha um restaurantezinho perto de onde eu morava que só vivia cheio.

Cheio não.

LOTADO.

Era um restaurante popular. Que ficava no canteiro central de uma rua. Porém, era tudo de mármore bonitinho e o banheiro era mais limpo e cheiroso que o do chopis centis.

O dono era nosso vizinho e nós vimos o cara sair da quebradeira pra ficar, como dizem aqui, podre de rico.

Mas aí… veio a decisão de mudar de tribo.

Ele resolveu abrir um novo restaurante, numa área nobre da cidade, pra atender um público totalmente diferente, de uma maneira também diferente.

Resultado?

O novo restaurante só se manteve por que o antigo (popular) pagava as contas.

Mas ainda assim, acabou falindo do mesmo jeito.

Enquanto o antigo continua lá firme.

Pois é.

Mas não me entenda mal.

Não sou contra uma empresa inovar, evoluir e buscar novas tribos.

O grande problema, é que essa não pode ser uma decisão tomada com base em achismos.

Deve ser tomada baseada em Demanda ou uma oportunidade do mercado.

Como aconteceu, por exemplo, com a Chili Beans.

Segundo Caito, na pandemia eles quase quebraram .

O que salvou a empresa foi começar a vender também óculos de grau.

Ele disse que no fim das contas, a saída dos óculos de grau foi até maior do que dos óculos escuros.

Diferente do restaurante acima, essa foi uma decisão inteligente.

Enfim.

São exemplos que mostram o quanto é crucial escolher com qual tribo você vai trabalhar.

Obviamente isso também vale para os copywriters.

É quase impossível ser bem pago, respeitado e valorizado – trabalhando pra tribo das agências.

Ou pra tribo dos experts iniciantes.

Mas basta trabalhar com a tribo certa (clientes de sucesso) que tudo muda da água pro vinho.

Pense nisso.

Mude sua tribo. Mude seus resultados.

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Lições de copy do Neymar

Essa semana estou em modo zumbi.

Parece que essa gripe/covid/pragadodemônio continua indo e vindo e detonando comigo de vez em sempre.

Tem coisa pior que ficar doente?

Só morrer mesmo.

Por isso eu tento aproveitar o tempo doente pra aprender alguma coisa.

Quando consigo, eu leio.

Quando a coisa piora eu tento assisti algo interessante.

Essa semana, por exemplo, eu assisti a série de Neymar.

Super recomendo.

Não é sobre futebol.

É sobre vencer na vida e todos os perrengues que o sucesso gera (e ninguém conta).

Mas acho que de todas as lições da série, a mais importante é algo que eu abordo muito em minha formação de email copywriter.

É também algo que Gary Halbert considerava como fator número 1 pra quem quer ser um grande copywriter e ganhar a vida com isso:

Atitude.

Atitude é TUDO na vida.

Não importa se você não tem conhecimento, recursos, amizades, nem nada.

Se tiver a atitude certa, você consegue QUALQUER COISA na vida.

Claro que não da noite pro dia.

Mas a atitude certa vai levar você onde você quiser.

Na série, por exemplo, o PSG (time onde Neymar joga) estava nas quartas de finais perdendo por 1 a 0.

O time seria eliminado da competição.

Mas aí os jogadores conversaram rapidinho e decidiram que o jogo não poderia acabar daquele jeito.

Eles mudaram sua atitude.

E mesmo aos 44 do segundo tempo e apenas 5 minutos de acréscimo…

Os caras fizeram 2 gols, viraram o placar e venceram o jogo.

Nada mudou. Apenas a atitude deles.

Assim como a atitude faz milagres, a falta dela causa desastres – como aconteceu na final da copa do mundo onde o Brasil tomou de 7 a 1 da Alemanha.

Por que estou dizendo isso?

Porque muitas vezes nos pegamos insatisfeitos ou até infelizes com algumas coisas da vida e o que fazemos?

Buscamos respostas e soluções “lá fora”.

Num livro. Num curso. Num vídeo. Num conselho. Num drink. Num baseado…

Só que a verdadeira solução nunca vai vir de fora.

Ela precisa vir “de dentro” de você.

Através de sua atitude.

Mude sua atitude. Mude seus resultados.

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6 fontes de sabedoria e… palmas pros correios??

Lá estava eu de boa no sofá quando ouço alguém gritar:

— BRUnooo

Fui até a porta e era um motoqueiro estranho.

“Vou morrer” pensei.

— Bruno Menezes? perguntou o cabra.

— Sim… sou eu??

— Pra você. Disse ele me entregando um pacote embrulhado em papel marrom.

Por mais louco que possa parecer… era a pedaleira que comprei há algumas semanas… e o correio entregou no endereço errado e não deu a mínima pra mim.

Fiquei impressionado.

Até agora não sei se foi obra dos correios, do Mercado Livre, intervenção divina, ou então…

…foi você, não foi %FIRSTNAME%?

Obrigado 🙂

Agora minha luta está sendo pra “desdevolver” a grana do mercado livre.

(se puder me ajudar com essa também %FIRSTNAME%…)

Mas enfim.

Domingo falei de alguns dos meus livros preferidos e hoje quero falar sobre outros lugares onde você pode (e deve) aprender muito.

Por que isso é importante?

Não sei se é o seu caso, mas tem muita gente por aí que toda sua fonte de conhecimento vem do que a pessoa vê nas redes sociais e dos gurus.

Isso não só enche seu cérebro de mais merda do que informação boa, como também limita infinitamente seu conhecimento e visão sobre o mundo.

Então aqui estão outras fontes de sabedoria pra você se banhar:

1- Entrevistas de grandes nomes em determinada área

As maiores e verdadeiras lições não estão nos posts dos “experts”, estão na trajetória de vida dos verdadeiros campeões.

Ouça entrevistas de grandes atletas, grandes empreendedores do mundo real (não esse digitais furrecas), grandes artistas, e grandes pessoas que fizeram história no mundo.

Tem uma porrada delas no youtóba.

2- Converse com pessoas de sucesso

De novo, não com os gurus digitais, mas com pessoas de seu círculo que atingiram um certo sucesso na vida.

Elas adoram contar suas histórias.

E se você ouvi-las com atenção vai ser capaz de aprender várias lições preciosas.

3- Documentários

Também são excelentes maneiras de ampliar seu conhecimento sobre determinados tópicos. E também rendem excelentes emails.

4- Séries sobre empreendedorismo

Dá pra aprender muuuuuito com séries como Shark Tank e o aprendiz, por exemplo.

Por sinal, tem um aprendiz na Netflix agora que é bem bacana, com o criador do ONE championship – o UFC da ásia. Recomendo.

5- Analisar o que fazem em outras indústrias

Um dos maiores e mais fodões nomes do marketching do mundo – Jay Abraham – construiu sua carreira fazendo isso.

Ele via o que estava dando certo em outras indústrias e adaptava para os clientes dele.

Simples e poderoso.

6- Viagens

Ah… viajar 😍

Dá pra aprender muito numa viagem, por mais simples que ela seja. Novas pessoas. Novos lugares. Novas comidas. Novas aventuras. Novos perrengues. E tudo de bom.

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Como pegar clientes de quatro

Se tem uma coisa que aprendi nesses 35 aninhos de vida é:

O sucesso é contra-intuitivo.

Ou seja, ele funciona de maneira oposta à forma como pensamos naturalmente.

Por exemplo:

Qual o pensamento natural do copywriter que busca clientes?

“Vou em busca dos menores ou dos que estão começando agora, pois eles são mais fáceis de fechar”

Na teoria parece ser uma boa ideia.

Mas na prática não é.

Na vida real, é ridiculamente mais fácil fechar um cliente de 4k do que um de 1k.

Por que?

Porque o cara o que só pode pagar 1k precisa dessa grana como precisa de sangue. Então ele vai pensar, escolher e adiar o máximo possível pra tomar a decisão de lhe contratar.

E se o fizer, ele vai querer que você resolva todos os problemas e seja o salvador do negócio dele… porque ele PRECISA. Porque os recursos dele são limitados. Porque ele está a 1 mês de falir.

Por outro lado, o cliente de 4k é o oposto.

É uma empresa bem sucedida, que possui recursos, que vai exigir menos de você e dar melhores condições de você gerar maiores resultados.

O cliente de 1k tem uma lista com 2.000 pessoas e quer que você encontre um jeito dele fazer 6 dígitos no fim do mês.

Enquanto o de 4k tem uma lista com dezenas de milhares de pessoas e com alguns emails você consegue gerar dezenas de milhares de reais – que ele nem esperava.

O de 1k quer ver portfolio, entrevistar você 2 vezes, fazer testes e ainda quer editar toda sua copy no dia a adia.

O de 4k não tem tempo a perder. Decide quase sempre na primeira conversa e deixa você livre – pois ele também quer ser livre.

Enfim.

A lista é extensa.

E se você quiser saber como pegar clientes de quatro… bem, baixa mostrar algo que os deixe excitados.

Tipo… ideias concretas de como você pode gerar mais resultados pra ele.

Eles adoram isso.

Como eu disse, é contra-intuitivo.

A boa notícia é que, se quiser clientes melhores você não precisa mais quebrar a cabeça pensando em como consegui-los.

Basta seguir o simples processo que ensino aqui:
https://www.brunosampaio.com/formacao-email-copywriter/

Eu também dou os emails pra enviar, o script da conversa, tudo mastigadinho e pronto pra você usar imediatamente.

Assim você nunca mais terá que se humilhar em grupos, nem concorrer a vagas arrombadas.

Se funciona?

Veja o que os 2 alunos abaixo dizem:

depoimento bruno sampaio

depoimento bruno sampaio
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14 livros que mudam vidas

Cracudos digitais.

É disso que o mundo está cheio.

Pessoas que não conseguem passar mais de 30 minutos sem olhar as notificações no celular.

O problema disso?

Ah, existem vários.

E são todos cientificamente comprovados.

Alguns deles são:

Ansiedade. Depressão. Falta de concentração. Improdutividade absurda. Sentimento de inferioridade. Insônia. Enfraquecimento dos relacionamentos verdadeiros…

Até uma doença nova foi criada.

A nomofobia.

O medo de ficar sem o celular. Longe do aparelho, o indivíduo fica ansioso, com a sensação de estar perdendo informações importantes, ou ainda excessivamente entediado.

Uma pesquisa mostrou que 12% dos americanos sofrem disso.

Eu acho que no Brasil esse número é ainda maior.

Enfim.

Enquanto essa série de estímulos dos celulares detonam diariamente seu cérebro, existe uma coisa que faz o contrário.

Relaxa seu corpo e mente. Ajuda seu cérebro a se manter focado e criando novas conexões. Melhora a produtividade. O humor. O conhecimento. E faz você viajar.

Estou falando da boa e velha leitura.

E pra incentivar esse maravilhoso hábito, eu trouxe uma lista com 14 livros que mudam vidas.

Oh, a maioria deles são em inglês.

Se você ainda não sabe inglês, faça como eu e aprenda sozinho pelo celular – ao invés de ficar nas redes fossiais.

Dito isso, aqui está a primeira obra:

1- Persuasion Secrets of the World’s Most Charismatic & Influential Villains – Ben Settle

Um livro curtinho, apenas 118 páginas, mas recheado de lições fundamentais sobre a vida e os negócios. Com a

2- Straight-Line Leadership – Dusan Djukich

Esse livro contém dezenas de ferramentas práticas pra lidar com os maiores problemas que a vida nos traz. Direto ao ponto e sem papo de guru quântico.

3- Man Up – Bedros Keuilian

A história dura e real de como sair do negativo e construir um dos maiores nomes da indústria fitness do mundo. Sem guruzisse. Sem fórmulas mágicas. 100% raça e empreendedorismo.

4- Acredite, Estou Mentindo – Ryan Holiday

Pra entender como funciona a mídia e o mundo, e porque você não deve acreditar em praticamente nada do que vê por aí.

5- O obstáculo é o caminho – Ryan Holiday

Do mesmo autor, mas aqui ele fala sobre maneiras práticas e simples de como vencer qualquer obstáculo em sua vida transformando-o em algo a seu favor.

6- 80/20 Sales and Marketing – Perry Marshall

Princípios valiosíssimos de marketching que guru nenhum ensina por aí.

7- No B.S. Price Strategy- Dan Kennedy

Tudo que você precisa saber sobre precificação e valor está nesse livro do mestre Dan Kennedy.

8- Can´t hurt me – David Goggins

Sua vida está difícil? Se sentindo perdido? Veja como David Goggins estava infinitamente pior que você e deu a volta por cima, encontrou seu propósito e hoje é um monstro.

9- Isso é marketing – Seth Godin

Esqueça essas bostas que falam por aí e ouça o que Seth tem a dizer.

10- As 22 Leis Consagradas Do Marketing – Al Ries and Jack Trout

Toda vez que suas copys ou campanhas não dão certo é por que você quebrou uma ou mais dessas leis imutáveis. Não viva sem elas.

11- Discipline equals freedom – Jocko Willink

Aprenda como deixar de ser nutella e desenvolver a disciplina de um guerreiro. Esse livro ainda lhe ensina a escrever melhor.

12- The Surrender Experiment – Michael A. Singer

Como se entregar aos acontecimentos da vida pode levar você a uma vida incrível e que você jamais imaginou ser possível.

13- Getting Everything You Can Out of All You’ve Got – Jay Abraham

Mais princípios ultra valiosos de marketching que guru digital nenhum ensina.

14- Relentless – Tim Grover

O preparador de Michael Jordan mostra como você desenvolver todo seu potencial e se tornar imparável.

É isso.

Esses são alguns dos melhores livros que já li. E cada um mudou minha vida de um jeito diferente.

Espero que também mudem a sua de alguma forma..

Ah, e se tiver alguma recomendação de livro pra mim , eu aceito 🙂

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Morrer de Copy

Diferente do que os gurus arrotam por aí…

Existe muito mais gente morrendo de copy do que vivendo disso.

Como assim morrendo?

Imagine você passar dia e noite, de domingo a domingo, caçando jobs em grupos e plataformas freelas.

No meio disso, você preenche uma porrada de formulários inúteis de aplicações e escreve centenas e centenas de copys de “teste”… pra nem seque receber uma resposta.

Tudo isso pra quando finalmente conseguir um cliente arrombado, você passar dia e noite, de domingo a domingo, escrevendo e reescrevendo toneladas de copy num ritmo frenético em troca de uma merreca no fim do mês.

Isso é viver?

Ou morrer?

Eu até hoje nunca recebi um email ou mensagem de ninguém (além de meus alunos) dizendo que hoje vive bem de copy.

Pelo contrário.

O que recebo são mensagens de copywriters (alguns até conhecidos de nível B – subgurus) me dizendo que estão sofrendo de burnout.

Burnout é o esgotamento físico, mental e espiritual.

É o oposto de viver.

É algo tão sério, e os casos estão aumentando tanto no mundo que esse ano a comunidade científica classificou essa síndrome oficialmente como uma doença.

A principal causa do burnout é o trabalho.

E olha só que dado alarmante:

Segundo pesquisa realizada entre 2018 e 2019 pela International Stress Management Association (Isma-BR), 72% dos brasileiros sofrem alguma sequela de estresse em diferentes níveis, sendo que, desses, 32% apresentam sintomas da síndrome de burnout.

É algo muito sério que quase ninguém dá a devida atenção.

Por que?

Porque todo mundo diz que:

“A vida é assim mesmo”

“Tem que dar o sangue”

“Quer vida boa, é?? Vai trabalhar rapá!”

E assim as pessoas seguem com a cabeça baixa, sofrendo por acreditar que esse é o único caminho.

Falo por experiência própria.

Já sofri desse burnout quando nem falavam disso por aqui direito.

Foi na época que trabalhei presencialmente numa agência… e vivia literalmente me arrastando pelos cantos como um zumbi.

A diferença entre mim e a grande parte da população que sofre disso é que eu sempre acreditei que existia uma maneira melhor de trabalhar e nunca parei de procurar.

O que eu procurava?

Bem, sempre acreditei no princípio 80/20 – que diz que em geral, 80% dos resultados/consequências são produzidos por 20% das ações/causas.

Então eu vivia procurando o 80/20 do trabalho.

Acabei caindo no mundo digital.

Que é encantador no começo mas logo lhe afoga num oceano de informações e possibilidades.

Então fui em busca do 80/20 do digital e caí no copywriting.

Mas de novo, me vi num oceano de possibilidades e caminhos diferentes.

Então fui atrás do 80/20 de copy e finalmente encontrei algo que mudou minha vida em todos os sentidos e me trouxe equilíbrio e grana:

Vender por email.

Apesar de me encantar por esse modelo logo de cara, eu demorei pra segui-lo.

Por que?

Porque email estava “morrendo”. Novas tecnologias e formas de comunicação estavam surgindo e eu nunca vi ninguém “viver de email” aqui no Brasil.

Ou seja: eu estava mais uma vez, seguindo a multidão.

A mesma multidão que sofre de burnout.

Mas um dia eu cansei de clientes arrombados e me joguei de cabeça no mundo do email.

Eu me inspirei num americano chamado Ben Settle, que na época tinha um negócio 100% baseado em email, trabalhava 1 hora por dia e fazia múltiplos 6 dígitos por ano.

“Se ele consegue, eu também consigo” pensei.

Por que a verdade é que se você seguir um caminho COMPROVADO e se COMPROMETER com aquilo até dar certo, você vai chegar lá e conseguir RESULTADOS semelhantes.

Foi o que eu fiz.

E embora hoje eu não seja um Ben Settle, graças ao email eu escapei do oceano sangrento do digital e passei a viver do jeito que eu QUERO viver.

Email me dá dezenas de opções e grandes resultados com menos esforço que os meios tradicionais.

Mas não é fórmula mágica.

Tudo isso só é possível com CRENÇA e COMPROMETIMENTO.

Por que estou dizendo isso?

Porque se você também se sente sobrecarregado ou infeliz com o rumo que sua carreira está seguindo, saiba que esse NÃO É o único caminho.

E saiba que ninguém é obrigado a viver sob estresse e à beira do esgotamento.

Pelo contrário.

Você pode e DEVE ir em busca da melhor maneira de VIVER sua vida.

E se o caminho do email lhe interessou, saiba como segui-lo com minha ajuda aqui:
https://www.brunosampaio.com/formacao-email-copywriter/