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A verdade sobre Tiradentes

Nunca gostei de estudar.

Na verdade, sempre odiei.

E nunca fui fã da história que ensinavam nas escolas.

Assim, eu cresci sem saber o que exatamente foi a tal da Inconfidência Mineira quem foi Tiradentes.

Mas na minha cabeça eu pensava que foi algum movimento importante no país.

E que houve até conflito armado e tal.

Era a imagem que eu tinha devido à minha ignorância sobre o assunto.

Mas aí hoje eu fui dar uma olhada pra saber o que realmente eram essas coisas.

Obviamente, eu não fiz um estudo profundo mas dei uma boa olhada e muitas histórias bateram.

Me corrija se eu estiver errado mas, pelo que entendi, a tal da Inconfidência Mineira… não foi absolutamente nada.

Tipo, um grupo da elite se reuniu pra lutar contra os impostos abusivos e declarar a independência de Minas Gerais, ok.

Mas nada aconteceu.

Por que um dos caras entregou todos os outros e o movimento não chegou de fato a acontecer.

Mas aí eu descobri que “inconfidência” significa: Revelação de segredo.

Então um dos movimentos mais conhecidos do país… não passou do planejamento. E ficou famoso por isso.

Ok, e como Tiradentes ficou famoso e ganhou feriado?

Bem, de todos os envolvidos, ele foi o único que assumiu a intenção da revolta e foi morto por isso.

(os outros eram nobres da elite que foram perdoados e mandados pra outros países)

Aí, em 1889 quando houve a proclamação da república pelos militares, eles queriam alguém pra ser o “herói” do país.

Como Tiradentes foi um militar, e morreu por um ideal de liberdade, os caras meteram ele como heroi, deram feriado e o resto é história.

Confesso que fiquei decepcionado ao descobrir a verdade.

Não quero tirar o mérito de Tiradentes, eles estavam lutando pelo ideal e ele ainda teve a coragem de morrer por isso mas…

Eu tinha outra ideia formada em minha mente sobre esse movimento tão falado da nossa história.

Mas sabe de uma coisa?

Quando você se aprofunda num tema de “conhecimento popular”, quase sempre você vai ver que as coisas são distorcidas.

Aconteceu comigo também com vendas e marketching.

Quanto mais eu me aprofundei nesses temas, mais eu vi como os “experts” que gritam mais alto são os que mais distorcem as coisas.

E não significa que o que eles ensinem não funcione…

Mas geralmente é um caminho bastante tortuoso, que força você a sempre comprar o próximo curso deles até chegar na mintoria/mastermind.

Eles não querem que você seja livre, pensante, independente.

Mas enfim.

Uma das distorções que mais me impressionou nesse mundo foi sobre fechamento de vendas.

A maioria do que ensinam por aí é focado lá na ponta, no fechamento da venda.

São estratégias e táticas pra convencer a pessoa a dizer sim na hora da oferta.

No fechamento.

E ok, nada errado com isso.

Mas a maioria dos produtos e serviços não vão converter assim logo de cara.

E foi aí que eu aprendi sobre o poder da:

Abertura de vendas.

Ou seja, sobre fazer um trabalho de pré-venda… pra tornar a venda mais fácil.

Oh boy… E como fica mais fácil.

Fácil no sentido que você não precisa escrever a melhor copy do mundo, nem fazer promessas absurdas, nem perseguir as pessoas em todos os canais até ela comprar.

Como isso é possível?

Porque ao invés de agir como um marketeiro ou vendedor tradicional que tenta empurrar seus produtos pras pessoas, você age como um amigo que está ali pra ajudar a pessoa verdadeiramente desde o primeiro momento.

Isso cria um imenso sentimento de valor e desejo na mente das pessoas, e faz com que elas naturalmente queiram comprar de você.

Com isso você também cria não apenas simples clientes, mas verdadeiros fãs propagadores do seu trabalho.

Os efeitos positivos dessa abordagem são impressionantes.

E se tudo isso faz sentido pra você, então você vai adorar o novo curso que estou cuidadosamente produzindo inteiramente sobre Pré-venda.

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100 estratégias de copywriting

Qualquer pessoa consegue escrever.

O mundo está entupido de escritores, jornalistas, redatores, editores, poetas, roteiristas e copywriters.

E a maioria esmagadora desses profissionais precisam ter outro emprego, em outra área não relacionada, para serem capazes de pagar as contas todo mês.

Por que?

Porque escrever, por si só, não dá grana.

O verdadeiro “escritor milionário” que possui as “mãos de ouro” e o “melhor trabalho do mundo” são os gurus que empurram cursos de escrita para pessoas desinformadas.

“Mas Bruno, eu não sou um escritor qualquer. Eu escrevo copy”

Sim, claro.

De fato, saber escrever copy pode lhe colocar financeiramente num nível acima de quem apenas escreve textos comuns.

Mas como saber escrever copy está indo pra você?

Está lhe levando onde você quer chegar… ou você sente que está faltando alguma coisa?

Pois é.

Saber escrever copy é muito bom.

Mas também é extremamente limitante pra sua vida.

Por que?

Porque se tudo que alguém sabe é escrever copy… esse alguém vai passar todos os seus dias de sua vida escrevendo copy o dia inteiro. De domingo a domingo. Mesmo que suas mãos não aguentem mais. Mesmo que seus olhos queimem e seu cérebro não consiga racionar direito. Mesmo que esteja doente.

Mas não é só isso.

Saber apenas escrever copy também é limitante pros resultados.

Isso por que copy só é responsável por 10% a 30% dos resultados obtidos.

O que??

Seu guru de estimação nunca lhe disse isso??

Ou… ele disse que copy é tudo?!?

Sem problemas.

Você pode acreditar no guru do instagram… ou no que Gary Halbert, John Carlton, Jay Abraham, Dan Kennedy e outros dos maiores nomes do copywriting disseram.

Ainda comigo?

Ótimo 🙂

Como dizia, apenas 30% (no máximo) dos resultados são provenientes diretamente da copy.

É também a parte mais cansativa, já que envolve o trabalho manual de escrever.

Ok. E onde se esconde os outros 70% dos resultados??

Em tudo que vem antes e depois da copy.

Ou seja: Na estratégia.

Por exemplo:

Você pode perder os cabelos tentando incansavelmente escrever as melhores copys de anúncios do mundo pra tentar baixar o custo do lead…

Ou agir estrategicamente e criar uma (ou mais) simples oferta para os leads – que reduz o custo ou até traz lucro.

Você pode passar noites em claro tentando escrever a copy mais matadora do mundo na página de venda do seu produto pra tentar aumentar a conversão…

Ou agir estrategicamente e criar demanda antes de enviar as pessoas para a página do produto.

Enfim.

Se tudo que você tem é um martelo, você vai tratar tudo com um prego.

O mesmo vale pra copy.

Se tudo que você sabe é copy, você está trabalhando apenas com a ponta do iceberg, e deixando de ter mais resultados com menos esforço.

O problema é que quase ninguém ensina estratégia por aí, não é?

Você paga 3k, 5k, 10k num curso de guru pra aprender basicamente a escrever copy e, no máximo, a fazer lançamentos.

Enfim.

É por essa razão que ontem decidi fazer algo pra ajudar.

Você deve saber que estou criando um novo curso sobre Criação de Demanda, não é?

Ele por si só, já é estratégia pura.

Mas eu resolvi ir além, e estou criando um bônus chamado: 100 estratégias de copywriting.

O objetivo desse bônus é mostrar 100 maneiras diferentes de aumentar os resultados com menos esforço – de maneira mais inteligente e menos braçal.

São estratégias ensinadas pelos grandes (e verdadeiros) mestres do copywriting que podem transformar todo e qualquer negócio – seu ou de seus clientes.

Aguarde…

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A arma do maior copywriter do mundo

Semana passada recebi um email engraçado.

Foi do Stefan Georgi, falando sobre sua crise de identidade.

(se você não o conhece, ele é um copywriter americano badalado no momento)

No email ele fala que não quer mais ser conhecido como:

  • aham aham *

“O melhor copywriter do mundo”

Ok…

Só que existem alguns pequenos probleminhas nessa declaração.

Primeiro:

Esse título foi dado por ele mesmo e pelos membros de seu próprio grupo.

Segundo:

Ele se gaba de ter vendido centenas de melhões para seus clientes – mas ele mesmo assumiu ano passado que sua “maravilhosa” copy era baseada em falsas promessas e mentiras que os produtos não realizavam.

Terceiro e mais importante:

O maior copywriter vivo do mundo hoje é Gary Bencivenga.

Quem diz isso não é ele mesmo e seus seguidores.

Mas todos os outros grandes copywriters do mundo e seu histórico de copys que mais venceram e se tornaram controles.

(controle é uma copy que vence as outras testadas contra ela)

Ah, e Gary não é um guru de internet que chegou agora e já quer sentar na janela.

Ele tem na casa dos 70 anos (ou mais) e é copywriter há décadas e décadas, desde quando tudo era feito com cartas e pelo correio.

(fica a dica aí: 99,9% das vezes, aquele que se auto-proclama o melhor em algo, nunca é o melhor de verdade)

Enfim.

Sabe qual era a principal arma que Gary Bencivenga usa pra vencer outros copywriters e criar controles?

Não é gatilhos dementais.

Não é uma estrutura mágica de conversão.

Não é nenhum hack.

Não é o design das páginas.

Não é o player de vídeo.

E Não é fazer promessas maiores (e mais mentirosas) que as anteriores.

De fato, a arma que ele usa funciona ainda melhor contra copys com grandes e absurdas promessas.

Que arma é essa?

Além de tornar seu anúncio valioso (mais sobre isso num outro email), Gary focava em usar maiores e mais dramáticos elementos de PROVA.

Por que qualquer jumento consegue fazer grandes promessas.

Mas provar que é verdade… aí é outra história.

E quando falamos de prova, não se trata de contratar redatores no workana pra escrever depoimentos falsos pro seu PLR…

Nem de meter uns prints adulterados de sua conta do Hotmartchi…

Estou falando de DEMONSTRAR que sua solução funciona.

Pois ao demonstrar que seu produto ou serviço funciona, você cria demanda.

E ao criar demanda, você faz as vendas acontecerem.

Prova e Demonstração são apenas algumas das estratégias que falarei em detalhes em meu novo curso de Criação de Demanda que está no forno.

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Como criar demanda num piscar de olhos

Esse fim de semana meu pai veio nos visitar.

O coroa mora em Salvador (a 325km) e por conta disso não nos vemos muito.

Por isso passei o máximo de tempo com ele.

Enfim.

Sábado levamos ele num barzinho/steak house (também conhecido como churrascaria) novo na cidade.

Oh boy…

Como foi maravilhoso encontrar um lugar que toca as músicas que eu ouço no meio de uma cidade onde só toca arrocha, sertanejo e afins.

Ficamos fãs da banda.

Mas antes disso, aconteceu algo interessante em nossa mesa.

O que?

Eu vi demanda sendo criada num piscar de olhos.

Veja:

Éramos 4 casais.

Eu e Priscilla estávamos decidindo o que pedir pra beber, enquanto as outras mulheres começaram a tomar cerveja com seus parceiros.

Priscilla decidiu pedir um drink (Gin Morango) enquanto eu, macho-alfa-supremo-líder-do-bando-100%-testosterona… pedi um suco de morango. SEM. AÇÚCAR.

Meu suco chegou primeiro e ninguém deu atenção.

Mas quando chegou o drink de Priscilla… a mesa toda parou pra admirar a obra de arte alcóolica servida numa taça maior que as mãos dela.

“Uauuuuu! Pri, deixa eu experimentar??” Pediu Janice, nossa amiga.

“Tome” Priscilla esticou o braço levando a pesada taça pra ela.

Janice levou o canudo até a boca… e foi amor à primeira golada.

“Gente… é bom demais! Experimentem” Ela disse pras outras meninas.

A outras experimentaram. E pediram drinks imediatamente.

Como disse, foi criação de demanda num piscar de olhos.

Elas não queriam um drink.

Mas assim que viram o drink de Priscilla, o desejo foi atiçado, e a compra foi feita.

O mesmo poderia acontecer com centenas de outros clientes… se o dono do bar colocasse uma simples foto do drink no cardápio.

E como drinks são mais caros, e têm uma margem maior… o dono faria alguns dígitos a mais no fim do mês por causa de uma simples foto.

Às vezes, criar demanda (e alguns dígitos a mais) pode ser simples assim.

É isso que vou mostrar em meu novo curso sobre Criação de Demanda que será lançado essa semana 🤞

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7 dígitos com pedras da praia

Nos anos 70, Gary Dahl fez milhões com:

Pedras.

Mas não eram pedras preciosas (eram pedras comuns).

E ele não tinha uma pedreira.

O que ele criou foi isso:

Ele basicamente vendia uma pedra como bichinho de estimação.

Bem, eu já falei sobre isso há algum tempo, e na época não fui a favor da “ideia brilhante” do cara.

Por que?

Porque eu não tinha pesquisado a coisa mais à fundo.

Mas recentemente pesquisei melhor sobre essa loucura e mudei minha opinião.

Seu criador, Gary Dahl era um copywriter quebrado que teve essa ideia maluca durante uma conversa de bar.

Agora, como ele conseguiu vender milhões de pedras a 3,95 cada – durante os anos 70?

E, mais importante, por que ninguém nunca fez isso antes???

E olha só que interessante…

Ele fez tudo isso:

  • Sem autoridade
  • Sem lançamento
  • Sem gatilhos dementais
  • Sem promessas absurdas e mentirosas
  • Sem redes fossiais
  • Sem produzir conteúdo
  • Sem mintoria
  • Sem absolutamente NADA do que os gurus dizem que você precisa

O que Gary fez foi conseguir a façanha de usar não apenas 1, mas 6 princípios de criação de demanda nesse simples produtinho.

Ou seja, ao invés de tentar empurrar…

Ele fez as pessoas quererem sua solução.

A verdade é que o Pet Rock não foi um sucesso por acaso.

Nem porque eram outros tempos e as pessoas nos anos 70 pensavam diferente.

A prova disso é que nos dias de hoje nós vemos produtos com a mesma simplicidade (mas menos genialidade) dando certo, como o slime e o fidget spinner, por exemplo.

Por que?

Porque não se trata dos pensamentos das pessoas, mas dos sentimentos.

E os sentimentos das pessoas são os mesmos desde os tempos das cavernas.

As pessoas querem segurança, diversão, relacionamentos, importância, enfim.

E esses sentimentos são as chaves pra criar demanda por seu produto ou serviço.

O Pet Rock deu certo porque foi cuidadosamente criado pra dar certo.

Como disse, Gary utilizou 6 princípios de criação de demanda num único produto.

Que princípios foram esses e como ele os utilizou sabiamente?

Eu vou falar sobre o Pet Rock e vários outros cases de sucesso baseados em criação de demanda no novo curso que estou preparando e pretendo lançar na próxima semana.

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Não olhe pra cima

Finalmente assisti esse filme.

(Não olhe para cima)

Demorei por que tinha tanta gente falando todo tipo de coisa sobre ele, que preferi esperar a poeira baixar.

Você sabe, eu não gosto de seguir as multidões.

Mas enfim.

Eu adorei o filme.

É um dos filmes mais realistas que já vi em minha vida.

É o reflexo perfeito do nosso mundo hoje.

“Sério Bruno? Não acha que exageraram um pouco não??”

Não.

Ou você esqueceu que há 2 anos um virus mortal e extremamente contagioso surgiu em Wuhan e nenhum país do mundo (exceto a Nova Zelândia), NENHUM… fechou as fronteiras pra evitar que se espalhasse e matasse milhões de pessoas.

Um meteoro, uma pandemia… é risco de fim do mundo do mesmo jeito.

Por falar nisso, o risco ainda existe.

O covid ainda está sofrendo mutações e existem países com menos de 10% da população vacinada.

Mas enfim.

O filme mostra como a humanidade está deixando de lado assuntos importantes e focando apenas em coisas superficiais.

Na prática: Temos pessoas literalmente morrendo de fome enquanto supermercados e restaurantes jogam toneladas de comida fora todos os dias… mas a pauta é o mendigo, os áudios vazados, a lacração do momento.

Mas não para por aí 🙂

Esse fenômeno do superficialismo também atingiu o mundo dos negócios.

Pra todo lado você vê empreendedores com as vendas lá embaixo mas preocupados com:

  • O design da landing page.
  • Os stories e fotos de comida que precisam publicar
  • A dancinha de hoje
  • A nova logo e identidade visual
  • As mentorias gratuitas que ele faz (sem vender nada)
  • A série de lives com 100% conteúdo
  • A qualidade e edição dos seus vídeos de conteúdo
  • O design de sua próxima publicação no insta
  • Escrever uma copy “matadora”

Enfim.

Coisas superficiais. Que geram resultados superficiais.

“Copy matadora gera resultado superficial Bruno???”

Sim, se tudo que você tiver for essa “copy matadora” e nenhuma estratégia por trás.

Até mesmo Gary Halbert já se deu mal nesse jogo quando competiu com uma copy matadora vs. um negócio estratégico de outro copywriter não tão bom quanto ele.

Gary colocou 30k pra rodar uma campanha e teve 6k de retorno. Mas achou pouco e abandonou o projeto.

O outro copywriter, botou 30k no mesmo produto, mas obviamente escreveu uma copy inferior à de Gary, e teve um prejuízo inicial de -2k.

Mas como era estratégico, ele continuou enviando cartas para o público e seus clientes e 15 meses depois ele tinha feito 15 milhões.

Ser estratégico sempre compensa.

Por isso é preciso tomar cuidado pra não surfar essa onda de superficialismo em que vivemos.

Está cheio de gente por aí vendendo “templates de 90% de conversão”, “meus modelos que fizeram múltiplos 7 dígitos”, “meu método pra fazer 10k todo mês”…

O problema é que nada disso funciona de maneira isolada.

E se funcionar, tem uma validade curta.

É como quem vive de lançamentos, por exemplo.

O cara acha que tem um negócio.

Mas não tem.

Ele não constroi ativos pro seu negócio, não constroi nada sustentável, não cultiva seus clientes, não tem recorrência e muitas vezes está a 1 lançamento errado de quebrar.

A vida de uma pessoa dessa é pura pressão, stress e trabalho 24h por dia.

Se ele tivesse um pensamento um pouco menos raso e pensasse no negócio como um todo, de maneira estratégica, ele teria uma esteira de produtos complementares, cuidaria de seus clientes, de sua lista de emails, teria recorrências e faria lançamentos apenas pra gerar picos de caixa (ao invés de ser todo o caixa da empresa).

Enfim.

É por essas e outras que vou criar algumas coisas voltadas mais pra esse pensamento estratégico.

Pra ajudar empreendedores e profissionais a trabalharem menos de maneira braçal e mais de maneira intelectual – enquanto assistem os resultados crescerem como nunca.

Sem mágica. Sem guruzices.

Apenas com planejamento inteligente (que na verdade não tem nada de inteligente, é apenas o básico de negócios que NINGUÉM faz [o básico como fechar fronteiras numa pandemia que ninguém faz])

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Copy oportunista = Clientes oportunistas

Começamos a ver uma nova série essa semana.

Se chama WeCrached.

É baseada na história real da ascensão e queda da empresa WeWork.

Até o 3º episódio, está sendo incrível.

E se você observar com atenção o personagem principal (Adam), vai ver como o cara é um mestre em criar demanda.

E como ele vendia algo que nem existe ainda, pra pessoas que nem queriam aquilo.

De fato, foi assim que ele saiu do negativo e construiu uma empresa multibilionária em tempo recorde.

O único problema, na minha opinião, é que nem sempre ele foi ético em suas ações.

De qualquer forma, você pode aprender muito observando (e não precisa repetir as coisas ruins).

Outra grande lição da série é sobre tomar cuidado com sua mensagem.

Eles falam isso de um ponto mais politicamente correto (o que eu discordo).

O meu ponto em relação a isso é diferente.

Eu aconselho ter cuidado com sua mensagem e comunicação como um todo por uma simples e importante razão:

Sua mensagem (copy) define o tipo de clientes que você atrai.

Ou seja:

Quando você faz aquelas copys “oportunistas”, baseadas em promessas absurdas, escassez absurda, facilidade absurda e coisas do tipo…

Você atrai um público oportunista.

Pessoas que querem tirar vantagem em tudo, que querem facilidade em tudo, e querem ter grandes resultados num apertar de botão.

São clientes que mais consomem suporte, mais pedem reembolso e menos geram depoimentos.

E também são clientes descartáveis.

Não espere que eles fiquem com você por muito tempo.

Basta outra oportunidade pipocar na tela do celular e eles pedirão reembolso de você pra comprar do outro.

Por outro lado,

Quando você tem uma comunicação (copy e tudo mais) baseada em valor, você atrai os clientes certos, eles se tornam fãs, e comprarão de você por um loooongo período de tempo (às vezes durante toda a vida).

Qual a diferença que isso faz na prática?

Na prática: uma empresa como a Empiricus, que arrota fazer infinitos milhões e ter uma base gigante de leads e clientes…

Foi vendida por 690 milhões – sendo 440 em grana e o restante em ações da empresa que os adquiriu.

Enquanto o Nubank, que lucrou apenas 33M no ano passado inteiro – mas tem uma base de clientes e fãs que não para de crescer – está avaliado em 31 bilhões.

Parece que tratar bem seus clientes, falar a verdade e criar demanda, compensa mais (em todos os sentidos) do que escrever a “melhor copy do mundo”.

Pense nisso.

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Golpista cria demanda em mim??

Recebi um email estranho hoje…

De uma mulher chamada Calantta, dizendo apenas:

“Alooo”

Mas apesar de estranho, eu já recebi emails como esse antes de leitores me testando pra saber se eu responderia ou não.

E quando eu respondo normalmente eles me elogiam dizendo que sou diferente dos gurus e coisa e tal.

Mas com Calantta foi diferente.

Eu a respondi:

“Alô?”

E horas depois ele respondeu dizendo que era uma solteira de 23 anos, da Somália, que estava num campo de refugiados, tinha perdido os pais…

…e que o pai dela era empresário e político do governo de oposição, mas foi assassinado…

…e ela conseguiu fugir pra um campo de refugiados e precisava muito falar comigo, mas antes, precisava saber um pouco sobre mim e o que eu faço.

Por fim, ela mandou duas fotos dela (num local que não parecia um campo de refugiados)

Há!

Safadeeeeeeeenhos

Esses golpistas modernos não saem mais por aí fazendo a proposta irrecusável logo de cara.

Nope.

Eles aprenderam a despertar o interesse das vítimas primeiro.

A criar demanda.

Ou seja, meu novo curso de criação de demanda vai ensinar você a ser um golpista 🙂

Sacanagem.

A questão é: Mesmo com o email cheio de erros e contradições… e mesmo esse sendo um golpe aplicado literalmente há centenas de anos (quando ainda se usavam cartas)… eu aposto que ainda está funcionando.

Principalmente agora, que os golpistas estão agindo de maneira mais inteligente.

E a razão pra funcionar é por que eles aprenderam a canalizar os desejos das pessoas em demanda.

Pena que nesse caso acima é usado pro mal.

Porém, assim como nosso golpista africano, você também pode usar a habilidade de criar demanda pra construir seu negócio de qualquer lugar do mundo usando simples emails (ou qualquer outro canal).

Eu vou mostrar como fazer isso em meu novo curso sobre criação de demanda.

Ok.

Era pra sair essa semana.

Mas como sou bastante detalhista com o que produzo… e quero sempre que seja algo simples de entender, prático pra implementar e que gere um alto retorno pra quem comprou…

ainda estou terminando de produzir 🙂

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Steven Seagal ensina marketching

Não sei se é do seu tempo.

Mas eu cresci vendo aqueles filmes de luta do Steven Seagal.

Nunca fui fã dele, mas como não existia netflix…

Enfim.

A questão é que Seagal é um dos maiores artistas marciais do mundo atualmente.

De verdade.

O que ele luta?

Uma mistura de vários estilos que aprendeu com grandes mestres no Japão e outras partes do mundo.

Dentre eles: Aikido e a arte que os samurais usavam pra matar seus inimigos rápido – quando estavam desarmados.

Algumas pessoas nem acreditam que Steven Seagal é isso tudo.

Mas é quase impossível você não enxergar sua “monstruosidade” depois de assistir o último vídeo que ele fez.

Foi uma mistura de entrevista e aula.

Na aula, ele simplesmente destroça os adversários (de braços cruzados).

Na entrevista, ele fala sobre o problema das novas artes marciais (com luta no chão) e conta que já foi desafiado por alguns dos nomes mais conhecidos do mundo das artes marciais.

A resposta de Seagal era sempre a mesma:

“Vai ser uma luta sem plateia. Sem câmera. E sem regras. Você aceita?”

E ninguém nunca disse sim.

Por que todos temem ele?

A principal razão é por que ele não usa as técnicas “modernas” desenvolvidas em academias.

Não me entenda mal. Essas técnicas modernas também são incríveis.

Mas o que Steven Seagal usa são princípios criados na época das guerras sangrentas, onde o objetivo era matar – não apenas fazer o cara bater no tatame.

Percebe a diferença?

Percebe como os antigos lutadores precisavam ser eficientes e eficazes?

Eles lutavam por suas vidas. Sem juizes. Sem regras.

São esses princípios que Seagal usa até hoje pra ser um homem imbatível.

Mesmo com 70 anos de idade.

Pois é.

Sabe um outro lugar onde os princípios antigos superam os novos?

Claro que você sabe.

Exatamente: No marketching.

Você acha que existe diferença entre os gurus que aprenderam a vender pelo Instagram… e os mestres que vendiam produtos usando cartas enviadas pelo correio?

Imagine você escrever uma carta, fazer milhares de cópias, envia-las pelo correio e torcer para as pessoas acreditarem, se interessarem e enviarem cheques de volta pelos correios para comprar seus produtos.

Sem arraste aqui. Nem clique. Nem edição.

Pois é.

Eles tinham que ser bons.

Muito bons.

E pra isso eles passaram décadas e investiram zilhões pra aprender o que funcionava e o que não funcionava.

Dessa forma eles desenvolveram princípios.

E eram esses princípios que norteavam todas as campanhas dos mestres do copywriting.

São esses princípios que eu estudo e uso há anos.

E são alguns desses princípios que vou ensinar em meu novo curso sobre como criar Demanda (sem guruzisse).

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Gurus Vs. Nubank

Sábado foi dia de rever os amigos.

A ideia é jogar conversa fora, comer, comer, comer (fizemos uma reflexão e constatamos que nós comemos pra cacete em reuniões assim) e jogar.

Normalmente eu me saio bem nos jogos…

Mas ontem tomei uma surra.

Uma não. Várias.

Perdi. Perdi. Perdi.

Minha sorte é que não sou uma daquelas pessoas competitivas.

Se fosse, ontem seria um dia pra pensar no suicídio.

Mas enfim.

Estou lhe escrevendo pra falar sobre coisas boas (e não é Tekpix).

Sobre uma habilidade que pode ajudar você a ter dias diferentes do meu de ontem.

A ganhar. Ganhar. Ganhar.

E a ganhar com facilidade.

Obviamente, não com a facilidade de fazer um “treide” e cair 100k na conta…

Mas com a facilidade de não precisar fazer dancinhas, nem produzir toneladas de conteúdo e nem mesmo destruir sua alma fazendo lançamentos tradicionais.

Estou falando do assunto do momento (pelo menos aqui em Brunolândia) que é:

Criar Demanda.

Como já disse, existem dezenas de maneiras de criar demanda pro seu produto ou serviço.

Não necessariamente uma é melhor que outra.

É mais uma questão de que modelo se aplica melhor a você e seu negócio (ou de seus clientes).

Vejamos, por exemplo, a maneira que os gurus costumam usar pra criar demanda pros seus produtos “maravilhosos”.

Quase todo guru segue os mesmos princípios:

“Veja quanto eu ganhei. Veja como é fácil…”

“Aqui está o print de meus resultados. Se também quiser resultados como esses, entre na minha mintoria

“Prestou atenção que estou gravando esse vídeo dentro de uma BMW?”

“Olha bem pros meus carros, minha mansão, e as viagens que faço. Minha vida é maravilhosa e tudo isso eu conquistei com esse método”

Enfim.

São maneiras de criar demanda também.

Funcionam?

Funciona no sentido de que alguns gurus conseguem sim fazer vendas com isso…

Mas…

O preço a pagar por criar esse tipo de demanda normalmente é:

  • Eles trabalham 24h por dia (pra manter a máquina girando)
  • Vivem na pele do personagem que criaram (ao invés de ser eles mesmos)
  • Estão a 1 ou 2 lançamentos de “quebrar” (se não converter)
  • Odeiam sua equipe e seus clientes (pois atraem pessoas oportunistas como eles)
  • Karma

Isso não tem cara de sucesso pra mim.

Por outro lado, vejamos um outro exemplo de como criar demanda – e suas consequências.

O Nubank surgiu do nada, sem recursos, apenas com uma ideia louca de revolucionar um dos mercados mais sanguinários e poderosos de todo o mundo.

O princípio deles?

Criar demanda.

Não vamos cobrar taxas. Vamos oferecer um serviço premium. Fuja de filas e burocracia, venha pro Nubank e seja feliz.

Seguindo essa filosofia, em menos de 10 anos eles se tornaram uma empresa mais valiosa que todos os outros bancos que geram múltiplos bilhões por ano.

Por que?

Porque o Nubank criou demanda, e hoje tem uma legião de fãs e clientes que vão passar o resto da vida usando seus serviços, indicando pra outras pessoas e pagando de diversas formas.

Coisa que nenhum outro banco jamais vai conseguir criar usando aquelas táticas terroristas de banco.

Enfim.

O Nubank é um exemplo de criação de demanda em sua mais larga escala.

Mas você não precisa ser o roxinho nem esperar 10 anos pra se dar bem.

Os mesmos princípios de criação de demanda podem ser usado em qualquer negócio pra trazer resultados a curto, médio e longo prazo.

E não tem nada de método mágico.

São princípios e estratégias pra operar de maneira diferente do que ensinam por aí.

São eles que vou mostrar em meu novo curso sobre Criação de Demanda que será lançado nessa próxima semana.

Mais detalhes nos próximos emails.