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77 mil copywriters. Quantos estrategistas?

Nunca esqueci o dia que ajudei a “bater uma laje”.

Você já teve essa doce experiência?

É pau-lei-ra.

É ficar de 8 da manhã até 5 da tarde carregando 2 baldes cheios de cimento pra cima e pra baixo sem parar, sob um sol escaldante.

Cheguei em casa sentindo como se tivesse lutado 12 rounds de ufc conta Anderson Silva… e fosse atropelado por um ônibus, duas vezes.

Claaaaaaro que meu porte físico de nerd não ajuda em nada mas…

É um serviço pesado pra qualquer um.

Isso porque é um trabalho mais braçal do que intelectual.

Do tipo que exige muito e paga pouco.

(no meu caso foi pior, já que fiz pra ajudar e não recebi nada)

Pior que essa parece ser uma das leis do nosso mundo.

Os trabalhos mais braçais, pesados e arriscados… normalmente são os que pagam menos.

Por que?

Porque é mais fácil encontrar pessoas qualificadas pra fazer isso. E também existe uma demanda gigante de pessoas buscando essas vagas.

Por outro lado, aqueles que fazem um trabalho mais intelectual e estratégico costumam ganhar mais. Muito mais.

Por que?

Porque é mais difícil encontrar pessoas qualificadas e… o trabalho delas causa um impacto maior.

Por exemplo:

Um pedreiro se arrebenta o dia inteiro pra fazer massa e assentar blocos, mas ganha uma merreca quando comparado a um engenheiro ou arquiteto que trabalha de maneira estratégica, sentadinho sob o ar condicionado… e ganha muito mais.

De novo, não estou desmerecendo o trabalho de nenhuma profissão.

Mas o mundo é assim. Não sou eu quem dita essas regras.

Enfim.

Sabe onde isso também acontece?

No mundo do copywriting.

Aqueles que simplesmente escrevem copy, são os que costumam trabalhar mais (até os dedos e as costas queimarem de dor) e ganhar menos do que aqueles que são mais estratégicos.

Por que?

Pela mesma razão do exemplo acima.

Existem menos pessoas qualificadas e o trabalho estratégico causa um impacto maior nos negócios.

Aí eu lhe pergunto:

Dos 77 mil copywriters que fazem parte do maior grupo de copy do Brasil hoje, quantos você acha que apenas escrevem copy… e quantos são estrategistas?

Pois é.

Essa é uma das razões pela qual estou criando esse novo curso de Criação de Demanda.

A ideia é ajudar copywriters a ser menos pedreiros e mais arquitetos de negócios.

A trabalhar menos e ganhar mais.

Porque no fim das contas, ninguém liga se você teve que trabalhar de domingo a domingo, 14 horas por dias.

Tudo que os clientes querem é resultados.

E se você fizer isso de maneira mais estratégica e menos braçal, todo mundo sai ganhando.

Então, se você quer ser um copywriter mais estratégico – e tem a mente aberta pra isso – você vai adorar esse curso.

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Você “cria” avatar desse jeito?

Comecei a fazer novos amigos no jogo Division.

Uou… E como faz diferença ter amigos no meio de uma pandemia de varíola quando as pessoas estão armadas e se matando nas ruas.

Mas enfim.

A verdade é que tanto num jogo quanto na vida, ninguém vai muito longe sozinho.

De fato:

As pessoas são a chave pra tudo que você quer na vida.

Seja pra aprender com elas, ou estar com elas, ou ser ajudado por elas ou… fazer negócios.

Elas também são a chave pra criar sua melhor copy.

Porque a melhor copy possível não vem de sua cabeça. Nem de inspiração divina. Nem de “swipar” outras copys.

A melhor copy vem das pessoas.

Do seu público-alvo.

Quanto mais você souber sobre seu público, mais fácil sua copy sai e mais resultados ela dará.

Pra ajudar com isso, os copywriters criam avatares e personas.

Um mapeamento do público.

Mas depois de olhar centenas de mapeamentos criados por copywriters, você vê como a maioria é superficial.

Até mesmo aqueles “completões” com várias e várias páginas não se salvam.

Por que?

Porque eles falam sobre informações técnicas, lógicas e dados demográficos das pessoas que até são legais de saber, mas não influenciam quase nada na hora da conversão.

Por exemplo:

Toda vez que pergunto quem é seu público alvo, eu escuto a mesma coisa:

“Uh.. Meu público tem entre 30 e 55 anos. Formado. Mais da metade é casado. Alguns tem filhos. E tem interesse em * tópico *.”

Ok…

Existe coisa mais genérica que isso?

Sem falar que uma pessoa de 30 anos pensa de maneira diferente de uma de 50.

Enfim.

Não são essas coisas que realmente fazem a diferença na hora da conversão.

O que faz então?

Bem, existe uma única informação sobre seu público que se descobrir, você é capaz de escrever sua copy inteira só baseado nela.

E não uma copy qualquer, mas uma copy incrível e de alta conversão.

Parece exagero, eu sei.

Mas depois de entender isso, você verá que não tem nada de exagero aqui.

Obviamente, essa informação não é algo simples e curto como descrever a idade do público.

Mas é algo que vai transformar completamente seus resultados.

Ok. Mas que informação é essa?

É o que alguns chamam de “Momento de luta”.

Esse é um conceito importante que me fez amadurecer muito em relação a copy e marketching.

É também a base do novo curso que vou lançar essa semana sobre Como Criar Demanda para seus produtos ou serviços.

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Cercado por zumbis no Detran

Agora de manhã fui no Detran.

Na verdade, num centro de atendimento do governo que tem vários serviços (incluindo o Detran)

Minha senha foi chamada por um guichê lááááá no fim do prédio. E enquanto caminhava até lá, uma coisa chamou muito minha atenção:

Os olhares nos rostos dos funcionários que estavam nos guichês.

Vazios.

Mortos.

Como zumbis me cercando.

É o tipo de olhar de quem, do fundo da alma, odeia o que faz e está fazendo aquilo só pelo dinheiro – que nem é lá grande coisa.

É também o olhar de quem acorda toda segunda-feira com um aperto no coração.

Com uma angústia e ansiedade por saber que é preciso levantar da cama, se arrumar e ir pro “trabalho”.

Eu já fui um zumbi desses.

Há muitos anos, quando trabalhava numa agência.

Pode parecer exagero chamar de zumbi mas… um estudo finlandês sobre as emoções do corpo humano mostra na prática o que quero dizer.

Vaja a imagem abaixo:

Viu como a tristeza e depressão nos deixam gelados como um cadáver?

E viu que a expressão “radiante de alegria” faz todo o sentido do mundo??

Pois é.

Eu acho que nós não nascemos pra andar por aí como zumbis.

Se olhar pra natureza, você não encontra animais com depressão.

Por que?

Porque eles são livres. E porque cada um deles tem sua missão.

A única coisa que deprime um animal selvagem é colocá-lo numa jaula.

Eu acredito que nós seres humanos até tentamos fugir disso, mas a verdade é que também somos animais.

E assim como os outros bichos, também precisamos ter nossa liberdade e nossa missão.

Liberdade pra fazer o que quiser – e não apenas o que “dá dinheiro”.

E missão pra ter um propósito por traz do que fazemos – e não apenas correr atrás de grana.

Por que a vida é curta demais pra ficar atrás do balcão como um zumbi.

Ou virando noites e fins de semana escrevendo lançamentos pros outros.

Se você gosta do seu trabalho, ótimo!

Mas se ele não está alinhado com a vida que você quer… pra que desperdiçar sua preciosa vida com ele?

Não estou dizendo pra dar a louca e jogar tudo pra cima (como eu fiz??).

Afinal, todo mundo precisa de grana.

Mas o que você pode fazer (se estiver infeliz com seu trabalho) é começar a planejar sua vida ideal e correr atrás disso.

Começar a construi-la tijolo por tijolo.

Um passo de cada vez. Afinal, nada acontece da noite pro dia mesmo.

Mas se todo dia você der um simples passo na direção do que quer, novos caminhos se abrirão pra você.

E quando menos imaginar, seu sonho começa a se tornar realidade.

Vai ser fácil?

Claro que não.

Mas é mais fácil lutar por nossos sonhos do que por um trabalho que odiamos.

E pode ficar ainda mais fácil se você souber como criar demanda pra seu sonho, e assim fazer as pessoas “comprarem” sua ideia.

Se for esse o caso, você vai adorar o novo curso de criação de demanda que vou lançar nesta quinta-feira.

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Por que você deveria imitar Sandy e Júnior

Sabe aqueles momentos únicos em que você ri tanto…

Mas tanto…

…Que sua barriga dói. Seus olhos lacrimejam sem parar. Sua bexiga se espreme. E seu corpo todo se contrai implorando pra você parar e dar um tempo pra ele se recuperar??

Foi o que aconteceu ontem comigo e Priscilla.

Por que?

Aconteceu depois que lemos a dupla garantia que um guru está oferecendo pra seu produto.

Sacanagem.

Isso foi engraçado também (pra gente, não pra quem comprou e caiu nessa pegadinha)

Mas o que literalmente quase nos levou à morte de tanto dar risada foi:

O show de Léo Lins que fomos ontem.

Pata-que-pareu!

O cara é MUIto bom no que faz.

E não estou falando apenas de subir no palco e contar piadas.

Estou falando de todo o cuidado que Léo tem com seus clientes, antes, durante e depois de cada show.

O que me deixou ainda mais fã dele.

Além disso, também dá pra aprender muito observando ele.

Primeiro, é inspirador ver alguém fazendo o que ama e lutando por isso, mesmo quando grande parte do mundo é contra você.

Segundo, é ainda mais inspirador quando você descobre (no fim do show) que o propósito dele é transformar dor em humor, como maneira de superar os momentos difíceis.

Léo conta que várias das piadas “pesadas e desumanas” que ele faz são coisas dele e de sua própria família. E que ao invés de chorar ele prefere usar isso como combustível pra uma vida mais feliz.

Por fim, e uma das coisas mais importantes de todas, é você ver ao vivo a energia que emana de se ter uma tribo inteira construída em cima da verdade, valor e bom humor.

É exatamente o que eu tento construir aqui todos os dias com esses emails, e com meu grupo fechado de email copywriters.

Mas ainda sobre construir sua tribo, essa é uma das maiores lições de negócios que existem… mas também uma das mais esquecidas.

O que mais se vê por aí são empresas e empresários querendo agradar todo mundo e vender pra todo mundo.

O problema é que isso não existe.

Nem Jesus nem a coca-cola conseguem isso, imagine você com seu produtinho.

E quando uma empresa ou pessoa entende essa filosofia e foca 100% em sua tribo, milagres acontecem.

Um exemplo incrível que vi disso foi durante a pandemia, quando artistas estavam fazendo lives pra arrecadar doações.

David Guetta, um dos maiores DJs do mundo, fez duas lives MUNDIAIS com super produção no topo de um hotel de luxo em Miami e no topo da Madison Square, no coração de Nova York.

No fim, arrecadou 1,27 melhão de dólares.

Legal.

Aí vem Sandy e Júnior e faz uma live simples direto da sala de sua própria casa.

O resultado?

– Mais de mil toneladas de alimentos
– 5 toneladas de ovos
– R$ 500 mil para a Central Única das Favelas (Cufa), pelo PicPay
– Um milhão de testes rápidos para o coronavírus
– 5 mil máscaras para profissionais da saúde
– E 1,3 melhão de reais

Wow…

Isso , é a prova que uma pequena tribo unida consegue realizar mais coisas que um mundo inteiro disperso.

É também um estímulo pra você que já tem ou deseja começar seu negócio mas se sente intimidado pelos grandes players que já existem no mercado.

Por fim, acho que nem preciso dizer o quanto de demanda uma tribo gera, né?

Então deixe que eles falem pro mundo disperso, enquanto você se dedica à sua pequena e poderosa tribo.

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99 emoções que fazem pessoas comprar

Já assistiu Uncharted?

Eu tava ansioso pra ver.

Gosto muito de Mark Wahlberg e Tom Holland como atores.

Nunca gostei do do jogo uncharted. Não é meu estilo.

Mas do trailer do filme eu gostei.

Aí chegou a hora de finalmente ver o filme e…

E….

EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE….

Na minha humilde opinião…

Sem me alongar muito aqui…

(mas já alongando)

Eu já disse que sou chato pra filmes, né?

Então.

Pra mim, Uncharted foi…

Digamos…

Beeeeeeemmmmmmm fraquinho.

Era pra ser um filme de mistérios e caça ao tesouro, mas não chegou aos pés dos velhos Indiana Jones, nem do A lenda do Tesouro perdido, nem do Código da Vinci.

Pra mim, foi inferior até aos clássicos da sessão da tarde: A joia do Nilo (1985) e Tudo por uma esmeralda (1984).

O que salvou o filme foram as piadas dos atores.

Mas enfim.

Eu queria saber uma coisa de você.

Você acha que o ser humano é um bicho simples movido apenas a 2 emoções?

Medo e ganância?

Tem um grande guru que acha que sim.

Mas eu acho que não.

Não por que eu cheguei a essa conclusão sozinho mas por que…

TODOS os grandes mestres do copywriting do passado também acreditam que existem mais emoções que fazem as pessoas comprar – conforme eles escreveram em seu livros.

Como disse, eu sou old school.

A questão é:

Se medo e ganância está funcionando maravilhosamente bem pra você…

Ótimo 🙂

Sempre continue com o que está dando certo.

Mas às vezes, você sabe, às vezes nós estamos lidando com produtos diferentes da área de finanças e as pessoas parecem não responder tão intensamente a medo e ganância.

E nesse caso eu acho que é muito bom ter uma lista comprovada de outras emoções que as pessoas respondem, não acha?

Pois é.

E olha só que legal:

Nesses últimos dias eu estava revirando mais de 40 gigas de materiais old school de minha biblioteca de copywriting em busca de tesouros valiosos que podemos usar hoje, amanhã e sempre e..

Ontem encontrei uma lista com: 99 emoções que fazem as pessoas responderem a sua copy.

Uou!

Mas será que são emoções “do passado” que não funcionam mais???

Me poupe né, ?

A boa notícia é que vou incluir essa lista de 99 emoções que fazem as pessoas comprar – como mais um Bônus do novo curso de Como criar demanda que…

Finalmente vai sair semana que vem, quinta-feira.

Anote aí.

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Como criar demanda em 5 minutos

Hoje no café da manhã, Priscilla me disse:

“Vamos comprar um suplemento pra dar aos cachorrinhos?”

Já tínhamos pensado nisso antes, por causa da alergia que Moose tem e veterinário nenhum do mundo resolve, mas nunca batemos o martelo.

“Vamos. O problema é que eu não confio nesses produtos. A maioria é enganação.” Respondi.

E ela: “Mas eu vi esse que parece ser legal. Você viu o vídeo que lhe mandei?”

Abri o vídeo no celular e adivinha o que tinha no vídeo?

Era uma das maneiras mais simples e eficientes de fazer alguém querer comprar de você (criar demanda) em 5 minutos.

Que maneira é essa?

Com uma BOA história.

Histórias são excelentes maneiras de criar demanda rápido.

O vídeo que Priscilla me mandou era de uma mulher contando um relato de sofrimento com seu cachorro e como ela finalmente encontrou uma solução simples pros problemas dele.

Todos os outros suplementos que olhamos tinham longas páginas de vendas, com quilômetros de copy recheada de benefícios, e dados científicos, e depoimentos superficiais e gatilhos e isso e aquilo…

Mas nada disso nos convenceu.

Aí um simples vídeo com uma história contada em 5 minutos muda nossa mente.

Pergunta:

Você acha mais fácil e simples escrever uma looooonga carta de vendas… ou uma historia de 5 minutos (que já existe, é contada pela pessoa e você apenas vai editar).

Pois é.

Assim como essa, existem outras dezenas de maneiras de criar demanda pra seu produto ou serviço – com simplicidade.

E todas elas serão mostradas no novo curso de Como criar demanda que estou produzindo.

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A melhor copy de todos os tempos da última semana

Esse email é sobre como faturar com o passado.

Você achou algo familiar no título?

É em homenagem a uma bela música dos Titãs que descreve perfeitamente a lição que trago hoje.

A música fala sobre como as coisas do passado se tornam “em alta” de novo.

E adivinha só onde isso também se aplica?

Em copy e marketching.

Pois é, o que funcionou no passado, funciona hoje também.

Isso não significa que você vai copiar e colar uma carta de vendas que fez 10 melhões e ter o mesmo resultado.

Significa que, estrategicamente, o que deu certo no passado dá certo hoje também.

Por que?

Porque a tecnologia muda, os meios de comunicação mudam, a linguagem muda, o mundo muda, mas o ser humano continua o mesmo animal movido pelas mesmas emoções.

Ou seja:

Muda o mundo externo do ser humano – mas seu mundo interno é o mesmo.

Desde o início dos tempos existe: vícios, sexo, amor, traição, desejo pelo sucesso, medo de morrer, enfim.

E se você olhar pra grandes campanhas do passado e entender quais as emoções trabalhadas ali, você consegue reproduzir o mesmo efeito nos dias de hoje.

Reforço que não estou falando de analisar a copy em si, mas o que está por trás dela.

As emoções envolvidas, os apelos.

Por que isso á tão importante?

Porque se você tem um excelente produto ou serviço, mas está com dificuldade de vendê-lo (não existe demanda), às vezes a solução é apenas mudar seu apelo.

E uma das maneiras mais simples de encontrar o apelo ideal pra sua solução é apenas olhar pro passado.

Olhar pro que deu certo no passado, adaptar para seu presente e criar demanda pra seu produto.

Por exemplo:

Você pode pegar um produto de emagrecimento e usar o mesmo apelo que todo mundo usa de perder peso e blá blá blá…

Ou você pode usar o apelo de uma esposa com medo de perder seu marido.

Ou de uma noiva que quer caber no vestido de casamento e sair bem na foto.

Ou de um cara que parou de ir a bares e restaurantes pra não passar a vergonha de quebrar outra cadeira com seu peso.

Enfim.

Esse é apenas um exemplo de uma simples mudança de apelo que pode criar demanda pra sua solução e trazer grandes resultados.

E é sobre isso que vou falar no meu novo curso de Criação de Demanda que estou cuidadosamente produzindo.

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Pequenas promessas, Grandes resultados

Esses dias assisti o novo Batman.

Se você já me acompanha há um tempo sabe que eu sou chato pra filmes.

(e pra guruzices)

Pra mim, um bom filme tem que ter uma história envolvente e imprevisível, que prende do início ao fim.

Não ligo pra efeitos.

Acho legal sim. Mas o mundo está cheio de filmes caros, com efeitos especiais incríveis… e uma história de merda (como muitas campanhas que fazem por aí??).

Enfim.

Esse novo Batman foi bem controverso.

Mas eu…

…Gostei.

Muito 🙂

Foi o único filme da DC que eu realmente gostei e assisti com vontade.

Por que?

Desde pequeno eu nunca achei graça no Batman.

Sempre achei um personagem exagerado até pra um super heroi.

Era um humano, que fazia mais coisas que o Super-Homem e todos os herois juntos. Que tinha todas as respostas. Que sabia fazer tudo. Que era mais tecnológico que o Tony Stark atual.

Enfim.

Pra mim, Batman sempre foi um heroi fora do próprio contexto de seu mundo.

Por exemplo:

Eu odiei o novo matrix, por que o contexto de Neo é pra ser o fodão… mas colocaram ele como um zé ninguém.

Masssssssss

Acho que eles acertaram em cheio nesse novo filme do morcego.

Pra mim, eles fizeram o Batman como ele seria “de verdade”.

Um humano que precisa usar armadura pra não morrer de um tiro (num mundo onde todo bandido tem uma arma de fogo). Que apanha. Que não tem todas as respostas. Que erra. Que sofre com seus próprios demônios. Que é incompreendido pela sociedade.

E parece que uma das principais razões pra muita gente não ter gostado desse filme foi justamente essa:

A falta de exagero.

A maioria das pessoas AMA exageros e coisas absurdamente fora da realidade.

Elas vivem em busca de super poderes e fórmulas mágicas pra tudo.

“100 mil reais em 7 dias? Tô dentro!”

“100 reais pra retornar 1 milhão em 6 meses com Gurucoin? Tô dentro!”

“Milionário com minha escrita? Tô dentro!”

Enfim.

Por que estou dizendo isso?

Porque normalmente – e não estou dizendo que isso se aplica a todos os casos – mas normalmente, essas grandes promessas terminam em pequenos resultados.

(ou em resultados negativos – de quem pagou caro e não teve retorno nenhum)

E sim, eu sei que depende das pessoas implementarem e blá blá blá.

Mas em geral, são empurrados produtos ruins que nem quando implementados, os resultados prometidos são alcançados.

De qualquer forma, meu ponto aqui não é esse.

Meu ponto é:

Por ver tanta gente por aí fazendo “grandes” promessas, muitos copywriters e empreendedores acreditam que o único caminho é também fazer essas promessas fora da realidade.

Caso contrário, como eles vão competir contra as promessas dos concorrentes?

Mas não precisa ser assim.

Principalmente se seus concorrentes fazem grandes promessas e geram pequenos resultados. Isso vai frustrar os clientes deles de um jeito, que sua “pequena” promessa vai fazer total sentido na mente dessas pessoas.

Especialmente se você usar isso em seu marketching, desde o início, como vou ensinar em meu novo curso sobre Pré-venda e criação de demanda.

É uma estratégia simples que praticamente faz seus concorrentes trabalharem pra você, lhe ajudando a tornar sua copy mais atraente e confiável.

Mas deixo claro que será um curso avançado e pra quem tem mente aberta.

NÃO É pra quem ainda trabalha usando “o poder dos gatilhos dementais”, por exemplo.

É para pessoas que querem sair da matrix do marketing de instagram.

E também é pra pessoas que criam ou trabalham com bons produtos que geram grandes resultados para seus clientes.

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Você usa drogas?

Apesar do meu rosto angelical e jovial…

Eu já vi, ouvi e vivi muuuuuuita coisa nesse mundo de marketching.

Principalmente quando se trata de conselhos de “experts” sobre o que fazer quando a coisa não está convertendo.

Você ficaria impressionado, talvez até sem dormir à noite, se eu soltasse os nomes e os respectivos conselhos dados por esses gurus – para seus clientes que pagaram caro por isso.

Por exemplo:

Em mastemind de um guruzão brasileiro, num hot seat, uma aluna perguntou o que fazer pois seu lançamento não converteu NADA.

O sábio apenas disse:

“O problema é seu mindset. Você precisa mudar suas crenças”

A aluna insistiu: “Mas você pode me dar alguma dica sobre o que fazer?”

O guru: “Já disse, o problema é seu mindset”

E essa discussão estúpida se estendeu ao ponto da aluna cair em prantos, desesperada com a situação, e o guru simplesmente mandar ela dar lugar ao próximo no hot seat.

Mas ei, ele sabe o que está fazendo, não é? Afinal, ele já vendeu quatrilhões.

Ok.

Tirando esse, que foi o mais estúpido de todos, os outros conselhos sobre o que fazer quando as conversões estão ruins são sempre parecidos.

“Precisa melhorar sua copy”

“Como é seu vídeo de vendas? É só texto ou imagem também?

“Você precisa produzir mais conteúdo!”

“É assim mesmo. Continue martelando até converter”

“Se quiser, eu e minha equipe podemos lhe ajudar com isso. É apenas 30k + porcentagem”

De novo, nenhum desses foram conselhos gratuitos dados em caixinhas do instagram.

Foram todos conselhos dados em masterminds e consultorias de dezenas de milhares de reais.

Enfim.

Aqui vai o meu conselho gratuito pra quando as conversões estiverem ruins:

“Se você estiver com dificuldade pra fechar a venda, trabalhe pra melhorar a abertura da venda.”

Ou seja, se lá no final não estiver convertendo, é por que as pessoas chegaram no fechamento cheias de dúvidas e inseguranças e não estão prontas pra comprar.

E aí você tem 2 opções:

1- Fazer como a maioria, e tentar combater todas essas crenças e inseguranças lá no final, quando elas estão maiores que nunca, escrevendo a melhor copy do mundo um único vídeo (e torcer pra que elas assistam) ou…

1- Fazer como a maioria, e tentar escrever a melhor copy do mundo pra mudar todas as crenças e inseguranças das pessoas lá no fechamento – quando elas estão maiores do que nunca – usando um único vídeo de vendas (e torcer pra que elas assistam).

Ou…

2- Trabalhar essas crenças e inseguranças logo no início, ANTES delas surgirem, usando uma comunicação simples que guia as pessoas através de uma experiência de alto valor e atiça seus desejos de compra.

Vou dar um exemplo prático.

Imagine que você teve uma péssima experiência no passado, com um parceiro amoroso que usava drogas.

Era uma pessoa tão incrível, que você jamais pensou que isso aconteceria. Mas aconteceu. E isso lhe traumatizou profundamente.

Aí você finalmente conheceu outra pessoa legal, e ela lhe pediu em namoro.

Massssss

Você ainda não sabe se ela usa drogas. Não teve coragem de perguntar sobre algo tão íntimo. E também não sabe se acreditaria na resposta, devido ao seu trauma.

E aí você diz NÃO… mesmo apaixonado pela pessoa.

Cenário número 2.

Logo no primeiro encontro, a pessoa chega com uma camisa escrita: “Diga não às drogas”.

Como se não bastasse, a própria pessoa faz questão de dizer que é contra drogas e até pergunta se você usa drogas e o que pensa sobre isso.

Percebe como isso vira o jogo completamente?

É o que eu chamo de pré-venda.

Ou seja: Nós trabalhamos na “abertura” pra tornar o fechamento da venda mais fácil.

E é isso que vou mostrar em meu novo curso que estou cuidadosamente produzindo 🙂

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Descarreguei a arma na cabeça dele…

Descobri um jogo novo semana passada.

Novo pra mim, pois foi lançado em 2016.

E já existe até o 2, lançado em 2019.

Mas eu ainda estou no 1.

Porque sou oldschool até nos games 😉

O jogo é Tom Clancy’s: The Division.

Pra alguns, começar a jogar 6 anos atrasado é algo totalmente sem graça e inimaginável.

Pra mim é fantástico, pois tenho um jogo inteiro praticamente só meu.

E como os jogadores são escassos, ninguém fica se matando em toda esquina.

Ao invés disso, as pessoas se ajudam.

Como aconteceu comigo ontem.

Veja: Faz uma semana que estou jogando praticamente sozinho e só consegui chegar no nível 10.

E olha que, se você entende um pouco de games, sabe que os primeiros níveis são os mais rápidos e fáceis de evoluir.

Ok.

Aí ontem um carinha americano gente boa entrou no meu time e perguntou se eu queria ajuda.

Fiquei tão espantado com a generosidade que meu primeiro pensamento foi:

“É um hacker, quer me roubar tudo”

Mas aí eu lembrei que… eu era um mísero nível 10 que não tinha absolutamente nada…

Superada a humilhação, aceitei a ajuda.

O cara disse pra eu segui-lo e ficar me protegendo atrás dele, pois os inimigos eram muito fortes pra mim.

“Ok, vamos nessa!”

Mas como é um jogo de tiro “realista”, pensei:

Por mais que os inimigos sejam fortes, ninguém vai resistir a balas na cabeça, certo?

Então na primeira oportunidade que tive, descarreguei um cartucho inteiro do meu rifle bem no meio da fuça de um vilão, de perto.

Se matei o cara?

O dano que causei no “fortão” foi tão assustador… que o vilão simplesmente me ignorou.

Sério. Eu nem arranhei ele.

Foi tão ridículo que ele nem notou minha presença… quando até uma mosca consegue ser notada.

Mais uma humilhação pra conta.

Mas ok, vamos seguir o plano.

Vou me manter aqui atrás do meu amigo generoso e ficar só ganhando experiência e aprendendo o que puder.

E assim eu fiz por cerca de 2 horas.

Até que…

Lembra que joguei uma semana inteira sozinho e só fui do nível 0 pro 10?

Pois é.

Depois de apenas 2 horas andando com esse cara eu fui do 10 pro 28!

E ainda ganhei uma porrada de itens valiosos, e conquistas e afins… e… já estava conseguindo matar alguns dos terroristas fdp.

A lição aqui é clara:

Seja amigo desse cara você tamb… digo, tentar aprender e fazer tudo sozinho é demorado, custoso, e às vezes até nem vai funcionar.

Por outro lado, aprender com a experiência (verdadeira) dos outros é um atalho pro sucesso.

O grande problema…

é que o mundo está cheeeeio de falsos gurus ensinando porcarias por aí.

A cada rolagem na tela do celular surge um “novo método” de fazer algo… que já existia há 100 anos.

Eles mudam o nome pra santa-conteúdo, sexy-tangas, story-tédio e vendem como se fosse algo novo, criado por eles.

Mas não existe nada de novo no mundo do marketing e vendas.

Mudam os canais, as mídias, a tecnologia, mas é tudo a mesma coisa – com um nome mais bonito e vendável.

Por isso que eu não aprendo nada com essa guruzada de instragram.

(e de fato, nem uso instagram)

Na hora de aprender, eu vou atrás dos verdadeiros mestres.

Aqueles que realmente inventaram, décadas atrás, o que se usa hoje e vai ser usado pra todo sempre no mundo dos negócios.

É por isso que você não me vê gritando por aí que criei um novo método pra vender por email ou criar demanda.

Não mesmo.

Tudo que ensino é o que aprendi com os verdadeiros mestres do copywriting e apliquei na vida real com meus clientes ou negócios próprios.

E é esse conhecimento que vou compartilhar no novo curso que estou produzindo.

Como disse, sou old school.

Ah, e se você também joga (ou quer jogar) The division, me adicione lá: brunosam00