Consegue imaginar a sensação?
Ou melhor, quer ver um cara não só caminhar, mas pular, deitar e rolar sobre milhares de cacos de garrafas? Sem truques, 100% verdadeiro??
Então assista a nova série de David Blaine no National Geographic.
David é um louco que começou fazendo mágica na infância mas chegou num nível onde sua mágica se tornou realidade.
Hoje ele foca mais em relizar o impossível, mas sem truques.
Coisas como ficar 18 minutos embaixo dágua sem respirar, comer cacos de vidro, enfiar um faca de serra no nariz, tudo 100% de verdade.
O que me fascina ao ver essas coisas é a capacidade do ser humano de fazer o impossível.
Uma capacidade que todos nós temos, mas que muitos ignoram.
Nessa série David viajou pelo mundo em busca de pessoas que fazem o impossível… e o primeiro episódio adivinha onde é?
No Brasil, baby 😉
Eu super recomendo, vai abrir sua mente de incontáveis maneiras.
E por falar em rastejar sobre cacos de vidro… é assim que os copywriters tradicionais começam a segunda-feira.
Com uma imensa lista de copys pra entregar, uma dúzia de reuniões horríveis pra participar, e um bando de chefes ou clientes malas pra aturar.
Uma realidade bem diferente do que eles sonharam quando decidiram se aventurar no mundo do copywriting.
Fica ainda pior pra quem trabalha com Golpywriting – ou como chamam por aí – resposta direta, pois a carga de trabalho é ainda mais industrial.
Foi por essas e outras que eu abandonei o copywriting por alguns anos.
Eu adorava escrever copy, mas odiava trabalhar daquele jeito.
E já que o problema era a maneira como eu trabalhava, fui em busca de maneiras diferentes de trabalhar.
O que descobri foi que o grande problema era por que eu trabalhava no lado mais difícil dop copywriting:
O front-end.
No front-end tudo é mais difícil, mais caro, mais trabalhoso, mais demorado.
Por que você trabalha tentando convencer desconhecidos, quase sempre a adquirir novos produtos ou serviços que ainda não foram validados.
O front-end é como um surfista tentando entrar no mar.
Ele precisa tomar muita onda na cara, engolir água, e nadar muito pra tentar vencer a rebentação das ondas até alcançar o ponto ideal pra surfar.
Mas uma vez que ele passa da rebentação, encontram um mar calmo, onde podem repousar sobre suas pranchas e apenas esperar pela onda perfeita.
Isso é como trabalhar no backend de um negócio.
Você sai de toda aquela turbulência de ads, lançamentos, redes sociais e produção de conteúdo… e entra na serenidade de servir apenas quem já são seus clientes, ou estão prontos pra se tornar.
Foi isso que me fez voltar pro copywriting e finalmente vencer como copywriter:
Abandonar o front-end e me especializar no back-end.
É isso que nós campowriters fazemos aqui na família do email.
É por isso que conseguimos gerar 5, 6 até 7 dígitos usando “apenas emails”. Porque atuamos no back-end, na calmaria, no ponto ideal pro surf.
Mas ainda fica melhor.
Porque a maioria dos negócios, por alguma razão estúpida, foca no front-end. Foca em ads, lançamentos, em tráfego frio, enfim, em tudo pra tentar fazer as pessoas converterem agora.
E eles ficam tão presos no front, que esquecem de trabalhar o back-end.
Isso cria a onda perfeita para nós email copywriters surfarmos e sermos muito bem pagos pra isso.
É assim que, assim como David Blaine, nós fazemos o impossível, como bater 6 dígitos com 1 único email de 9 palavras, por exemplo.
Assim sendo…
Se quiser deixar de ser um copywriter tradicional, parar de tomar caldo todos os dias e trabalhar do outro lado da rebentação, responda esse email e vamos conversar.