Eu ODEIO esse termo:
Nutrição de lídis.
E não se engane:
Esse termo pode parecer inofensivo…
Mas é o que impede vários negócios de trazer múltiplos 5 ou 6 dígitos todos os meses…
E é também onde se escondem os grandes dígitos para os copywriters de backend.
Veja:
Em primeiro lugar…
Que diabos é “nutrir seus lídis”?
Você por acaso dá comida pra seu público?
Ou suco verde??
Pois é.
E ao tratar seu público com termos como esse (nutrir), você para de enxergá-los como pessoas, e enxerga-os como dados numa lista.
Você para de fazer as coisas que mantém um relacionamento entre pessoas…
E passa a fazer coisas técnicas para tratar os dados.
Assim não existem mais pessoas com interesses, medos, desejos, necessidades e histórias de vidas.
Tudo se torna cliques, aberturas, e um engajamento medido por ferramentas que nunca foram tão imprecisas como são em 2025.
No fim…
A tal nutrição na verdade mata a lista…
E toda a capacidade de monetização dela.
A maneira que os experts e empresas tratam suas listas de emails é como se tivessem um Mustang GT com 492 cavalos de potência… mas só andassem na primeira marcha.
Digo isso por que o bom e velho email ainda é o canal com maior ROI do digital…
Desde que você saiba como utilizá-lo.
E a maioria não sabe.
Ou faz o oposto do que deveria dazer.
O que favorece demais a vida do Copywriter de Backend 🙂
Não tem nada melhor do que trabalhar com bons clientes que tem listas subutilizadas.
O trabalho do copywriter de backend é simples como pisar na embreagem e passar as próximas marchas do Mustang.
(ou enviar um email de 9 palavras)
É parar de trabalhar com dados e nutrição…
E trabalhar com pessoas e relacionamento.
Parar de enviar conteúdo, emails que parecem panfletos digitais e todas essas “boas práticas” do mercado…
E contar histórias, falar com as pessoas, criar demanda, e convertê-las.
É assim que nossas simples campanhas trazem 30k, 50k, 100k, 150k, 200k todo mês e deixam os clientes de boca aberta (e colocam uma fatia disso em nosso bolso).