Tinha uma loja de roupas que eu e Priscilla adorávamos.
Tinha um aniversário?
Corre pra nossa lojinha favorita.
Precisamos de roupa?
Vai pra lojinha.
O lugar já era grande.
Tinha muuuuitos clientes.
Toda vez que íamos tinha gente lá entrando e saindo, e as atendentes estavam nos atendendo e ao mesmo tempo atendendo outros pelo celular.
(por sinal, as atendentes eram muito boas no que faziam)
O negócio estava indo bombando.
Mas aí…
A dona resolveu inovar??
Comprou um terreno maior…
Gastou uma fortuna construindo um prédio maior (agora com andar) – com tudo do bom e do melhor – sistema de refrigeração central, acabamento de primeira… ostentação lá em cima.
Só que…
A loja antiga ficou fechada por um tempo, até a nova ficar pronta.
E nesse período…
A receita provavelmente caiu pra zero.
Enquanto os gastos com a construção foram pro céu.
As atendentes caíram fora (não iam ficar paradas).
E os clientes desanimaram (como aconteceu com a gente).
Quando a nova sede finalmente ficou pronta, fomos lá conhecer.
Ficamos impressionados com o que vimos:
O novo prédio era maior por fora… mas menor por dentro??
Não sei como fizeram isso, mas juro pra você, agora só tinha uns 10% de roupas à mostra, em relação ao espaço antigo.
Antes você entrava e via 1.000 peças de roupas espalhadas por cabides, araras, prateleiras e manequins…
Agora você só via 150… e nada mais.
O lugar estava vazio de produtos…
E de pessoas.
As atendentes foram embora, e ficaram umas doidas no lugar.
E como se não bastasse…
Mudaram o tipo de roupas que ofereciam (produto).
Em resumo:
Eles deixaram de fazer TUDO que foi responsável pelo crescimento do negócio.
O resultado?
Se não já quebrou… Vai quebrar.
Esse é um típico exemplo que acontece com muuuitos empreendedores.
Tanto no mundo offline, quando no digital.
Os mesmos erros se repetem.
Teve um negócio digital que fez muitos dígitos no passado, mas as coisas estavam de mal a pior agora.
O que o dono fez?
Foi atrás da inovação mortal.
E desembolsou quase 300 mil pra…
Adivinhe só…
Regravar tooooda a formação dele.
Cenário. Equipamento. Edição. Efeitos. Qualidade da Globo.
Por que na cabeça do cara os clientes sumiram por causa da qualidade dos vídeos… que eles só conseguem ver DEPOIS de adquirir o produto.
Pois é.
O resultado, claro, foi catastrófico.
Teve que demitir todo mundo e recomeçar do zero.
Erros assim acontecem todos os dias.
Empresas que deixam de fazer o que funciona, deixam de fazer o que os fizeram crescer… pra inovar, pra mudar, pra modernizar (e se ferrar).
Negócios assim não são os ideais para copywriters de backend…
Mas podem ser semi-ideais.
Por que?
Porque se você for nos clientes certos, que apesar de não ter receita entrando e estarem perdidos – eles tem uma boa esteira de produtos (ou dispostos a criar ou modificar um produto), uma boa lista, boa reputação e a mente aberta…
Basta você enviar alguns simples emails e os dígitos voltam a entrar.
Recentemente fiz consultoria pra um assim.
Grande expert. Grande reputação. Grande lista. Grandes produtos.
Mas ZERO receita.
Nós começamos com o feijão com arroz.
Enviamos 1 simples email…
Com 1 0ferta Mutante…
(essa você não conhecia, né?)
E em ao longo de 2 semanas retornou pouco mais de 110k em negócios fechados.
Legal, né? 🙂
Isso é possível porque:
Clientes assim (com os requisitos mencionados acima), basicamente estão em cima de um poço de petróleo (os ativos do negócio) mas não sabem como explorá-lo.
(às vezes até sabem, mas estão com o emocional abalado que não conseguem fazer sozinhos)
Nesses casos, o trabalho do copywriter de backend é apenas fazer um furo no chão e ver o petróleo jorrar na cara do cliente.
E só precisam de 1 email no lugar certo pra isso 🙂
Mas veja que não tem nada de mágico.
É escolher os clientes certos (com petróleo no quintal).
E trabalhar de maneira estratégica.
Exatamente como vou ensinar no meu novo programa sobre copywriter de backend.