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A evolução do copywriter

Estou jogando Sifu.

Um jogo de kung-fu sobre vingança…

Ou redenção.

Você é quem decide.

Assim como Sekiro (um de meus queridinhos), Sifu tem um combate realista e intimidador pra maioria dos jogadores.

No início, você apanha tanto… que só quer sair por aí dando porrada em todo mundo.

Mas aqueles que passam desse período e desenvolvem sua habilidade, percebem que pra vencer não basta saber lutar kung-fu.

Pra vencer é preciso desenvolver outras habilidades.

É preciso conhecer os inimigos. Se posicionar corretamente. Gerenciar recursos e pensar e agir de maneira estratégica.

Aqueles que não conseguem desenvolver essas novas habilidades, não vão muito longe.

O mesmo acontece onde?

No mundo do copywriting.

No começo você descobre a melhor profissão do mundo – só escrever pra ficar ricão.

Aí você se aprofunda e descobre: SQN.

Quando percebe que saber só copy não é suficiente, o copywriter vai aprender a parte estratégica e de negócios.

O próximo nível de evolução é parar de pensar como um serviçal e começar a pensar em seu próprio negócio de copy.

Aí o copywriter quer aprender a conseguir clientes melhores e cobrar mais caro.

A maioria nem chega nessa fase.

Mas os poucos que chegam e evoluem, percebem que o melhor caminho é criar seu próprio negócio de produtos.

Então eles fazem sociedades com experts ou empresas, ou lançam seus próprios produtos.

Depois, eles se reproduzem e morrem.

The end.

Sacanagem 😉

Mas se você quer começar a elevar seu negócio como copywriter, fechar os melhores clientes e cobrar preços maiores…

Então você vai adorar meu novo treinamento sobre fechamento de clientes de alto valor.

Nele você vai ver:

  • Como se posicionar como um copywriter de alto valor (mesmo que esteja iniciando na carreira)
  • Como impor respeito no cliente (e não deixar que ele determine quando e como você trabalha)
  • Como empacotar seus serviços e vendê-los a preços premium e de maneira recorrente (pra fugir dos ciclos de fartura e escassez)
  • Como fechar contratos melhores com segurança (mesmo que você seja tímido e anti-social como eu)

E algumas coisinhas mais.

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Recorrência com copy?

Uma das razões pra eu abandonar copy,

(há alguns anos)

Foi o macabro ciclo de escassez e fartura de serviço.

Num mês eu tinha clientes, o tutu entrava na conta e eu ficava nas nuvens.

“Esse é o melhor trabalho do mundo 😍”

No mês seguinte,

Eu entregava os trabalhos… e nada novo aparecia.

A conta esvaziava.

O desespero batia e…

“EU ODEIO SER COPY 😭”

Eu vivia me mudando do céu pro inferno e vice-versa.

Chegou um ponto em que eu desisti (por essa e outras razões).

Não dá pra fazer planos assim.

Não dá pra contar com nada.

A grana é incerta.

Eu não sabia QUANDO viria. Nem QUANTO seria.

Pra tentar fugir disso, muitos copywriters aceitam ser escravos de agências arrombadas.

Só pra tentar ter alguma previsibilidade todo mês.

Sim, eu disse tentar por que também não existe garantia com agências.

3 alunos me contaram que trabalhavam em agências de gurus que ostentavam mansões e porshes nas redes fossiais… mas atrasavam o salário.

Enfim.

Não sei qual sua situação hoje, mas aqui está algo que vai lhe ajudar SEMPRE:

1- Evite oferecer serviços isolados.

2- Crie um modelo de negócio de serviço recorrente.

Dessa forma você consegue receber bem mais, com menos clientes, e mais garantia.

Por exemplo:

Com apenas 3 clientes de 4k cada, você faz 12k todo mês.

Isso dá 144k por ano, com apenas 3 clientes recorrentes.

Agora, quantos clientes isolados você precisa atender pra fazer os mesmos 144k??

50?

100?

200?

Pense nisso.

E se quiser aprender a empacotar seus serviços e transformá-los em recorrência, então você vai adorar o novo bônus (Copy Premium) que vou entregar no treinamento de fechamento de clientes de alto valor.

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Vendas de Alto Ticket

Esses dias uns alunos me disseram que:

Tá cheio de gente falando de high ticket no instagram.

Como eu superei essa droga (insta), fui lá na minha velha conta dar uma olhada e fiquei abisbado com o que vi:

Vários mentores high ticket falando da importância de se diferenciar…

Mas todos fazendo a mesma coisa.

Sério.

Todos postando fotos de ostentação e de uma vida que eles provavelmente não vivem no dia a dia (ninguém se arruma daquele jeito pra trabalhar em casa com um filho pequeno).

Todos falando só de dígitos…

Falando do script perfeito (que não existe)…

E todos usando a fonte e cor que uso no meu podcast há 5 anos 🙂

Enfim.

Não conheço nenhum deles e só estou falando pelo que vi de fora.

Mas uma coisa eu digo:

Não senti muita verdade ali.

De novo, não quero rotular ninguém sem conhecer, mas pra mim a chave da venda de alto valor não é ostentação.

É a verdade.

Falo isso com a experiência de quem já esteve nos bastidores de grandes empresas do Brasil e dos EUA – e vi que 90% dos que pregavam ostentação, não valorizavam seus clientes como deveriam.

Ou seja: Era tudo muito lindo por fora… mas por dentro o valor não condizia com o preço.

É por essas e outras que quando vejo toda essa ostentação no insta, eu já viro a cara.

Hoje busco só a verdade.

Pois pra mim, negociar e fechar clientes depende da verdade.

É ouvir o prospecto, se conectar com o sofrimento dele, e oferecer uma solução que o ajuda de verdade.

É chegar à verdade que o próprio prospecto tenta fugir, e mostrar que ele precisa fazer algo a respeito.

Por fim, é sair de todo esse oba-oba superficial e falar sobre o que realmente vai causar transformação na vida dele.

Digo mais:

Quanto mais eu fugi desse oba-oba superficial e me aprofundei na verdade e no valor que gero pros meus clientes…

Mais fácil ficou meu fechamento.

Enquanto antes eu precisava de um webinário complexo, um questionário e uma cansativa ligação telefônica…

Hoje eu fecho alto ticket apenas por email. Ou email e chat.

Zero telefone.

Vestindo pijama ao invés de terno.

Se quiser aprender o processo que eu uso, você tem até amanhã (segunda-feira) pra se inscrever em meu treinamento em negociação e fechamento de clientes pagando apenas a metade.

Saiba mais aqui:
https://www.brunosampaio.com/fechamento

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Clientes infernais são culpa sua

No início de minha carreira como freela,

Eu apanhei pra cacete.

Por não entender como o mundo dos negócios funcionava, eu acreditava que precisava fazer de tudo pra agradar o cliente.

Então era assim:

A gente fechava o layout de um site com 12 páginas…

E 2 meses depois eu já tinha feito mais de 30 páginas e mais um hotsite.

Tudo isso pela merreca que recebi apenas pelas 12 páginas.

Com copy não era diferente.

A gente fechava uma sequência de emails + webinar, e daqui a pouco eu estava fazendo VSL, anúncios e até editando vídeo.

Como se isso não bastasse, eu também deixava o cliente literalmente controlar minha vida.

Pois eles determinavam meu horário de trabalho, quantas reuniões eu teria por dia (e eles sempre queriam mais e mais reuniões sem sentido), me davam prazos desumanos pra cumprir, e revisões infinitas (tudo isso sem me pagar nem 1 centavo a mais).

Na minha cabeça, era assim mesmo.

Eu tinha que aceitar.

E ter a sorte de um dia encontrar um cliente príncipe encantado que me tratasse com respeito e valorizasse meu trabalho.

Mas os meses passaram, e o príncipe não apareceu.

ANOS se passaram, e nada desse príncipe mágico.

Só pau no lombo.

Até o dia em que eu finalmente aprendi que a culpa não era dos clientes, nem do mercado que “era assim mesmo”.

A culpa era minha.

E se isso acontece com você, a culpa é SUA.

Por 2 razões:

Primeiro, por não saber identificar clientes infernais e aceitar trabalhar com todo mundo.

Segundo por não saber “controlar” o cliente e impedir que ele abuse de você.

Sim, pois se você não souber como controlar o cliente e se impor – eles vão montar em você (às vezes até sem nem perceber, mas por que você “se abaixou” e causou isso).

A boa notícia é que todos esses problemas podem ser identificados e evitados logo na primeira conversa.

A primeira reunião com o cliente é um dos momentos mais importantes da vida de um copywriter (ou prestador de serviços) – pois ela vai ditar tudo:

  • Como será a relação de vocês
  • Se você ou ele está no comando
  • Se você vai controlar seus horários ou ser controlado
  • Se o cliente vai lhe ouvir ou dizer como você deve fazer seu trabalho
  • E se você vai trabalhar muito e ganhar pouco, ou o contrário

Tudo isso é determinado na primeira reunião.

O desodorante axe estava certo quando dizia:

“A primeira impressão é a que fica”

Se você não asusmir o controle, impor sua expertise e cobrar corretamente na primeira reunião…

Já era.

Aí sua vida vai ser só ladeira abaixo.

Enfim.

Se quiser aprender como evitar clientes infernais e fechar os melhores clientes a preços mais altos…

Então eu recomendo fazer meu novo treinamento sobre fechamento de clientes

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O quê determina seu preço

Apesar do que os expestes dizem por aí…

O que determina o preço de seus serviços NÃO É:

  • O mercado
  • Os clientes
  • A concorrência
  • Seu portfolio de múltiplos dígitos
  • Sua experiência
  • Seu número de seguidores
  • A quantidade de conteúdos publicados
  • Ou os certificados que você possui

Tudo isso pode até dar uma ajudinha…

Mas nenhum cliente vai deixar de lhe pagar 2k… pra desembolsar 5k – só por que você possui os itens acima.

Se a lista acima fosse tão importante, meus alunos iniciantes jamais seriam capazes de fechar contratos de 3k, 4k até 5k… só mostrando 1 email pro cliente (ao invés de um portfolio, certificados e tudo isso).

Então, o que faz a GRANDE diferença?

O que realmente determina seu preço é, preste bastante atenção:

A maneira como o cliente se sente no processo de vendas.

Isso é o que separa os homens dos meninos.

(ou os homis dos mininis – como se diz hoje em dia)

A maneira como conduz a negociação é tão importante, que com uma única conversa você é capaz de demonstrar sua expertise, provar seu valor, conquistar o cliente e fechar o contrato a um preço mais alto.

Tudo isso usando apenas a habilidade de fazer as perguntas certas, na hora certa.

Essa é a habilidade que transforma clientes de 2k, em clientes de 5k ou mais.

E é essa habilidade que eu ensino em meu novo treinamento Fechamento de Vendas de Alto Valor

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Onde copywriter chora e mamãe não vê

Apesar de alguns gurus arrotarem por aí que:

“Copywriting é a habilidade dos melionários”

Na mundo real, 99,9999999999999999% dos melionários de verdade não sabem copywriting.

Pois é.

Mas não me entenda mal.

Não estou dizendo que copy não tem seu valor.

Só quero abrir seus olhos pro mundo real, fora dessa bolha dos gurus digitais.

Por exemplo:

Sabe qual é a habilidade que os 99,9999999999999999% ricos tem em comum?

O oposto de copywriting.

Sim.

Qual o oposto de copy?

Negociação e fechamento de clientes.

Por que isso é o oposto de copy?

Porque copy funciona da seguinte forma, como descrito pelo grande David Ogilvy:

The more you tell, the more you sell.

Ou seja: Quanto mais você fala, mais você vende.

E é dessa forma porque copy é um canal de comunicação de via única. Onde só um dos lados fala (você).

Sendo assim, você precisa falar tuuuuuuudo que tem pra falar em uma tacada só pra tentar fechar o cliente.

Só que a vida não é feita só de textos e vídeos, não é?

Na hora de fechar contratos de serviços, parcerias, investidores, sociedades ou patrocínios, por exemplo, você precisa falar com as pessoas.

É aí onde o copywriter chora e a mamãe não vê.

Pois nesse momento sua habilidade de copy mais atrapalha do que ajuda.

Mesmo que a conversa seja por texto… sua habilidade de copy é inútil. Experimente mandar um textão numa reunião e veja o que acontece.

No mundo das negociações, a coisa funciona ao contrário.

Aqui, quanto menos você fala – mais você vende.

Um bom negociador/fechador fala apenas 20% do tempo.

Ele apenas faz as perguntas certas, na hora certa, e induz o próprio prospecto a querer comprar.

Ele controla a conversa do início ao fim, e demonstra seu valor de uma maneira que lhe permite cobrar mais, e entregar menos.

Negociação é a habilidade que faz isso.

Um copywriter que não sabe negociar e fechar clientes, vive 100% do que os outros estão dispostos a oferecer por seu trabalho.

Que normalmente é: Muito trabalho e pouco pagamento.

E não se engane.

Isso não vai mudar com um portfolio de 7 dígitos.

Só vai mudar quando o copywriter aprender a se impor e demonstrar seu valor.

Palavra de quem viveu de migalhas por anos – por não saber negociar e fechar clientes.

Se quiser aprender a habilidade dos melionários de verdade, hoje a noite (20h) sai meu novo treinamento sobre negociação e fechamento de clientes.

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Como cobrar mais e entregar menos

Pouca gente sabe mas…

Aprender a negociar e fechar clientes vai muito além de uma habilidade.

Quando você entende a coisa de verdade, percebe que é uma filosofia.

Ou seja:

É literalmente uma maneira de viver.

Você passa a ver o mundo de um jeito diferente.

Como Neo quando enxergou a matrix pela primeira vez, você começa a ver que TUDO depende de negociações entre pessoas e empresas…

E sente na pele o quanto saber negociar e fechar vendas lhe torna uma pessoa melhor, mais confiante e forte pra enfrentar o mundo lá fora.

Por exemplo:

Um dos erros mais comuns de copywriters e prestadores de serviços é…

Cobrar pouco e entregar muito pro cliente.

Até mesmo profissionais experientes – com anos de estrada – ainda fazem isso.

Por que?

Internamente – por falta de confiança em si mesmo. Medo de perder o contrato. Pela síndrome do impostor. Por auto-depreciação. Comparação com o mercado.

Externamente – por falta de habilidade em negociar e fechar clientes.

Tudo isso junto faz o profissional se atolar em trabalho em troca de uma quantia injusta.

Essa situação é ótima pro cliente final… mas pro profissinal? É o inferno.

Muito trabalho e pouca grana é o caminho certo pro burnout, desgosto com a carreira, síndrome do impostor e outros males.

A única maneira de combater isso?

Não é melhorando sua habilidade de copy.

Nem sua habilidade de qualquer que seja sua área de atuação.

A solução é aprender a negociar e fechar clientes.

Mas não aprender técnicazinhas de gurus do linkedin ou youtube.

Estou falando de aprender uma filosofia de vendas que primeiro prepara você (a pessoa), pra depois torná-lo um bom fechador de negócios.

Que ao invés de decorar falas e scripts, prepara você pra lidar com qualquer tipo de cliente em qualquer tipo de situação (pessoalmente, whatsapp, telefone, zoom, etc.)

É assim que você cresce internamente e se torna capaz de cobrar mais – e entregar menos trabalho.

É assim que você sai da briga por horas ou quantidade de trabalho, e entra no mundo do valor.

Enfim.

Graças a essa filosofia é que enquanto muitos copywriters precisam escrever um lançamento inteiro (emails, landing page, vídeos cpl, VSL, ads, whatsapp e posts) por 3k a 5k, por exemplo, eu recebo os mesmos 5k pra escrever apenas emails e nada mais.

Isso só é possível por que eu sei o meu valor e sei como convencer os outros disso.

Se você também quer aprender a aumentar seus preços e trabalhar menos, não perca meu novo treinamento que sai amanhã.

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O script perfeito

Meu cachorrinho estava mal.

Com as plaquetas tão baixas que não faltava muito pra ter hemorragia interna e partir pro céu dos cachorros.

Mas apesar da correria do casamento (mais sobre isso em emails futuros), conseguimos cuidar dele.

A questão é que, quando tem um problemão pra resolver, você quer logo uma solução suprema.

1 único remédio pra curar tudo.

1 estratégia definitiva.

1 script perfeito.

O problema é que… isso não existe.

Quando se trata de doença de cachorro, por exemplo, você precisa examinar os sintomas, levantar hipóteses e fazer uma bateria de exames e testes pra sair eliminando o que não é até descobrir o verdadeiro problema.

E quando se trata de scripts de negociação e fechamento… aí é que não existe script perfeito mesmo.

Por que?

Porque cada venda é única.

Cada pessoa com quem você conversa, é única.

Além disso, existem 4 tipos básicos de personalidades… E cada um é único.

Na prática, isso significa que se usar um script focados em resultados, por exemplo, você vai agradar o tipo de personalidade 1… mas repelir totalmente o tipo 4.

Sem contar que usar um script deixa você robotizado. Falso. E muitas vezes torna a conversa tão estranha que o prospecto não vai querer fechar com você.

De novo, tudo isso acontece por que cada conversa é única.

Cada pessoa é única.

“Ah Bruno, então quer dizer que eu preciso ser um gênio e criar um script diferente pra cada situação possível”

Claaaaaaaaaro que NÃO.

Não é sobre scripts.

É sobre pessoas.

O que você precisa fazer é entender como cada personalidade age, e falar a língua dela.

E quanto menos script você usar, mais natural você será e mais fácil você vai conduzir a conversa.

Mas não me entenda mal.

Scripts não são ruins.

Porém, eles devem ser usados apenas como guia geral pra conduzir a conversa. Não como mapa do tesouro.

Pois o mais importante não são os scripts.

Nem mesmo seu serviço ou produto (outro grande erro de principiante).

É sempre sobre PESSOAS.

E sobre ouvir, entender e guiar as pessoas de uma maneira que faça sentido pra ELAS.

Seu produto ou serviço é apenas um caminho, não um fim (outro grande erro).

Enfim.

Se quiser aprender sobre os diferentes tipos de personalidades, como identificá-las e mais importante – como vender pra cada um deles sem scripts engessados…

Então você vai adorar meu novo treinamento que sai amanhã 🙂

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Como fazer o cliente implorar por você

Taí algo que não se vê todo dia, né?

Clientes implorando pra trabalhar com alguém??

Na prática, o que mais se vê é o contrário:

Profissionais perseguindo clientes e abrindo mão de sua dignidade (e lucro) pra conseguir um mísero sim.

Mas sabe por que isso acontece tanto?

Por causa do que ensinam por aí sobre \/endas.

Eles ensinam:

Que o cliente tem sempre razão.

A agradar a todo custo.

A decorar um script e fazer uma apresentação maçante.

A combater objeções com frases estúpidas.

A enrolar na hora de dizer o preço.

A insistir e ser chato.

A mentir e manipular.

A falar mais e ouvir menos.

Enfim.

É por causa desse comportamento que os prospectos fogem dos profissionais.

Por outro lado…

Quando o profissional aprende a negociar de maneira diferente…

A ouvir mais do que falar.

A fazer as perguntas certas na hora certa.

A se posicionar como um expert que escolhe com quem trabalha.

A usar a verdade.

E a cobrar mais caro com confiança…

O jogo se inverte.

E de repente, o cliente começa a perseguir o profissional pra trabalhar com ele.

Exatamente como acontece no mundo amoroso.

Ninguém gosta daquelas pessoas fáceis que ficam em cima pressionando pra sair com você.

Mas todos correm atrás dos pretendentes difíceis que ignoram você.

Negociação é sedução.

Mas ao invés de flores e chocolates, nós usamos perguntas pra seduzir os clientes e fazê-los se vender pra nós.

Fazer as perguntas certas é a chave pra fechar clientes.

Fazer as perguntas erradas é cavar a própria cova profissional.

Se quiser aprender a fazer as perguntas certas – que fazem os clientes se venderem pra você – então não perca meu novo treinamento que vai ao ar nessa quinta-feira.

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Mais copy = Menos dinheiro

Ontem comecei a ver a série sobre o Spotify.

Só assisti o episódio 1 mas já recomendo sem pensar.

Por que?

Porque nessa série eles estão contando toda a história.

Se você pesquisar sobre o criador do spotify, vai encontrar que ele é um gênio programador que criou um app de música e revolucionou o mundo.

Ok…

O grande problema é que existe uma infinidade de acontecimentos no meio de tudo isso.

E eu gostei da maneira como eles mostram isso.

E uma das coisas que fica claro desde o início, foi que:

O Daniel Ek era um gênio da informática a frente do seu tempo.

Mas somente essa habilidade em programação não foi suficiente pra levar ele muito longe.

No fim das contas, o que mais pesou na vida dele foi a habilidade de negociar.

Por que não basta programar…

Nem escrever copy…

Nem compor uma música…

Nem pintar uma obra de arte…

Qualquer pessoa com dedicação consegue fazer isso.

A verdadeira riqueza não está em produzir o trabalho – mas sim em vendê-lo.

Ou seja:

Escrever copy não vai lhe levar a lugar nenhum – se você não souber como fazer as pessoas pagarem bem por seu trabalho.

(e pelo amor de Deus, não pense que você vai esfregar um portfolio na cara dos clientes e convencê-los a lhe pagar bem só por causa disso)

É por isso que me frustra ver tantos copywriters trabalhando em projetos ruins – que passam o dia estudando mais copy.

Tudo por acreditar que pra ganhar mais, eles precisam aprender mais segredos de copy.

Isso os leva a desembolsar grandes quantias em cursos, mentorias e eventos – que no fim só os deixam mais pobres.

Enfim.

Aprender mais copy quase sempre NÃO É a solução.

Mas aprender a vender sua copy a preços mais altos é a maneira mais rápida e garantida de escalar seu negócio e ganhar muito bem.

Tudo isso será ensinado em meu novo treinamento que sai em alguns dias.