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CTRL C + CTRL V dos Gurus

Esse é o retrato do marketing digital no Brasil hoje:

Um guru começa a fazer lives diárias de manhã. E lá vai todo mundo correr pra fazer também.

O guru criou um grupo no Telegram. Lá vai todo mundo correr pra criar também.

É mais ou menos como o GIF abaixo:

Eles acham que só por que o Guru está fazendo… está funcionando.

Ou que se está funcionando pro guru… vai funcionar pra eles também.

Grande engano.

O problema é que marketing é teste. E tudo que esses caras estão fazendo são testes.

Então se você simplesmente copia o que eles estão fazendo… só porque eles estão fazendo… sem saber os números… você pode estar copiando um ERRO.

Ou pode estar copiando uma estratégia de branding… esperando gerar vendas que nunca virão.

De qualquer forma, isso pode lhe custar mais caro do que você imagina.

Ou pode fazer você ficar rodando em círculos sem ter resultados… quebrando a cabeça se sentindo um merda sem saber por que aquilo não está funcionando pra você.

Não caia nessas armadilhas.

Muita gente é atraída pelo novo, e vive em busca da próxima nova estratégia, a próxima “sacada”… quando a maioria dos negócios de sucesso crescem por que focam nos fundamentos.

Por exemplo. Hoje instagram é a febre do momento.

Só que a cada dia essa rede vem diminuindo o alcance e o engajamento para seus usuários – obrigando-os a se tornarem escravos dela.

Está de uma forma que se você não fizer 100 stories, 10 postagens, e uma live – TODO DIA – Ou se não usar “hacks”… você só consegue atingir menos de 3% do seu público (que na verdade não são seus, são do Facebook).

É muito esforço pra pouco resultado.

Enquanto isso nós temos o “ultrapassado” email. Aquele canal que ninguém usa mais… mas que ainda traz o maior ROI da internet. E ele gera isso há mais de 40 anos. Ah, e você não precisa ser escravo do email pra fazer vendas com ele. Pelo contrário. Você escreve um bom email 1 vez, e ele gera vendas até por anos – automaticamente.

(Além disso, sua lista de leads é realmente sua)

E quando você olha para as empresas que mais ganham dinheiro – os que usam e abusam do marketing direto – eles coincidentemente usam o email como principal canal. Não instagram.

Não estou dizendo pra não usar o instagram, ou que os gurus estão todos errados. Estou dizendo pra você…

Focar nos Fundamentos

Pare um pouco de estudar o digital, e comece a estudar marketing direto. Aprenda as estratégias de aumento de faturamento que funcionaram 100 anos atrás, funcionam hoje e que vão funcionar pelos próximos 100 anos.

Fazendo isso você será capaz de gerar muito mais resultados para seus cientes e, consequentemente, para você.

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Como perder o cliente em 10 dias

Segunda-feira à noite. Você teve um dia desgastante mas agora está relaxando um pouco assistindo Netflix.

De repente, você sente um pequeno incômodo no peito.

Você muda de posição no sofá. Mas o incômodo continua.

5 minutos depois… piora.

Começa a doer.

Muito.

A dor aumenta de uma forma que fica até difícil respirar.

A essa altura bateu aquele friozinho por dentro deixando claro que tem algo errado acontecendo… e que você precisa fazer alguma coisa rápido.

Você avisa a seu companheiro(a). Juntos vocês partem pra urgência furando todos os sinais vermelhos da cidade (menos os que tem radar) até chegar no hospital.

Vocês entram correndo pela recepção e um médico vem lhe examinar. Mas antes que ele diga a primeira palavra, você fala:

“Doutor, estou enfartando. Rápido, prepare 100mg de citraton e me dê que vou aplicar em mim. Eu preciso me operar agora! Eu vi isso no google.”

Enquanto toda a equipe médica fica paralisada e com uma sobrancelha levantada sem entender o que está acontecendo, você corre e entra na sala de operação.

Lá você tira sua roupa, veste o avental de hospital (com bunda de fora) e deita na mesa cirúrgica.

Um enfermeiro vem tentar ajudar mas você dá um tapa na mão dele:

“Saia! não é assim que se faz. É assim…” Você diz enquanto se aplica uma anestesia.

Em seguida, você pega o bisturi e mesmo tremendo, começa a cortar o próprio peito.

Menos de 1 minto depois, você “inesperadamente” desmaia. E a menos que finalmente fosse atendido(a) por um médico, você morreria lindamente com toda sua sabedoria.

Essa situação parece familiar pra você?

É o que acontece todos os dias com milhares de clientes que tentam dizer aos especialistas o que fazer.

O cara contrata você como copywriter… mas quer que você escreva e faça o que ele diz.

Mas sabe o que acontece quando o cliente diz ao especialista o que fazer?

Isso:

Esse é o antes e o depois de Donatello Versace, uma designer de moda italiana.

Agora veja esse outro caso: 

O antes e depois de Jocelyn Wildenstein, uma socialite suiça.

O que essas pessoas tem em comum? 

Ambas disseram ao especialista o que fazer – ao invés de seguir as orientações do mesmo.

É isso que acontece quando você deixa seus clientes dizerem o que você deve fazer. Acaba um desastre. E quando isso acontece, você será o culpado (mesmo fazendo o que ele disse).

Veja,

Não é que os clientes façam isso por que são criaturas más (alguns até são). É simplesmente como funciona o ser humano. Principalmente, o ser humano empreendedor.

E é sua responsabilidade como copywriter, como freelancer, como especialista… assumir o controle e fazer o que tem que ser feito para salvar o cliente… caso contrário, você não vai longe nesse ramo.

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Pitch mágico para vender qualquer serviço

Houve uma época em que trabalhei vendendo programas e serviços de alto ticket para uma das maiores empresas de desenvolvimento pessoal dos EUA.

Vendíamos ofertas de 3k até 25k – por telefone.

O engraçado é que eu sempre odiei vendas. E nunca me imaginei fazendo aquilo. 

Mas tudo mudou no dia em que tive um encontro inesperado com o vendedor da floresta e ele que me ensinou o pitch mágico para vender serviços.

Estranho?

Um dia eu estava caminhando pela mata ao lado do sítio de minha mãe, quando avistei alguém sentado no meio da floresta.

Apesar do susto (e do medo), fui me aproximando lentamente e vi que era um senhor de muita idade. Parecia ter uns 200 anos, pra falar a verdade. Ele estava sentado num tronco, curvado pra frente (ele er corcunda) e se apoiando numa espécie de cajado bem rústico.

“Senhor… Precisa de ajuda?” Gritei.

O velho respondeu com uma voz bem fraca: “rrrápido…. se aproxime… meu filho. (coff coff) temos… pouco tempo.”

“Pouco tempo pra que? O senhor está morrendo?” Perguntei.

“estou… mas antes preciso passar um antigo… segredo de vendas pra você… ou ele será perdido… pra toda a eternidade.” Respondeu o matusa.

“O senhor está bêbado?” Perguntei desconfiado.

“confie… em… mim… meu filho. chegue mais perto… e ouça com atenção… o que tenho a dizer.” Insistiu ele.

Olhei pra um lado, olhei pro outro… e como o senhor parecia inofensivo, me aproximei devagar e me sentei num tronco. De frente pra ele.

Apesar de muito sujo (e fedorento), ele tinha uma expressão serena de alguém bastante sábio (tipo Yoda). Ele começou a se curvar lentamente em minha direção, olhando no fundo dos meus olhos… e então ele me disse o pitch mágico para fechar vendas.

No momento em que ele começou a falar eu “arregalei meus olhos” sentindo o poder daquelas palavras.

Era apenas uma frase de 10 palavras. Simples, mas extremamente poderosa.

Era essa frase que eu usava em todas as ligações de vendas que fazia na empresa americana, e que permitia fechar vendas em inglês… mesmo eu falando o inglês do Joel Santana (Bafana Bafana).

Você gostaria de saber que pitch é esse?

Ou você está achando essa história… digamos… esquisita demais?

Veja,

Na época que estava trabalhando com vendas, eu gravava um podcast sobre vendas (que por sinal tem um excelente conteúdo e você pode ouvir nesse link) e muitas pessoas da área de serviços entravam em contato comigo perguntando sobre como montar um pitch de vendas matador.

E por mais que eu quisesse ajudar aquelas pessoas… e compartilhar meu pitch mágico com elas… eu não podia.

Por uma simples razão.

(Não, não foi por que o senhor da floresta me pediu para manter em segredo.)

A razão é por que: NÃO EXISTE um pitch de vendas matador! (ou mágico)

Vejo muitos copywriters, consultores, agências e profissionais de serviços em busca de um script ou pitch de vendas “supremo”, acreditando que basta repetir aquelas palavras mágicas para o cliente se encantar do outro lado do telefone e decidir fechar a venda.

Não me entenda mal.

Você deve sim desenvolver um bom pitch de vendas. Mas ele vai servir apenas para chamar a atenção do cliente (no máximo)… Nunca vai fechar a venda.

Por que cada venda é única. E deve ser fechada de acordo com as necessidades específicas de cada pessoa.

É por isso que um vendedor classe A – do tipo que fecha vendas de alto ticket – não fala mais do que 20% do tempo da conversa (e não usa um pitch). Ele apenas faz as perguntas certas e ouve. O clientes é quem fala, fala, fala…

…E a chave para fechar toda venda vai vir da boca do próprio cliente. Não do seu pitch.

Não existe mágica.

Existe apenas fazer perguntas, entender o que o cliente quer e precisa, e oferecer uma solução pra aquilo – de maneira autêntica e amigável.

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Da depressão à excitação domingo à noite

Como é sua noite de domingo?

8 anos atrás, a essa hora… eu estava entrando numa profunda depressão.

Simplesmente por que no dia seguinte eu teria que acordar cedo e ir trabalhar na agência onde eu era gerente.

E naquele momento, eu odiava aquele emprego mais do que qualquer coisa.

O interessante é que, para muitos, era um emprego muito bom.

Eu ganhava 2 mil por mês, tinha uma certa liberdade, trabalhava com grandes e conhecidos clientes, era gerente…

…mas pra mim, eu só conseguia me sentir como um escravo (mas sem as chibatadas).

Já estava no meu limite.

Não apenas queria. Eu precisava trabalhar em algo que fosse meu, que seguisse os meus princípios e valores, que fosse no meu tempo.

Cheguei num ponto de desgosto onde eu parecia um zumbi na empresa, fazendo apenas o mínimo e só pensando em uma coisa:

“Quero ir pra casa”.

Por que eu não saía?

Não podia. Precisava do dinheiro e ainda não sabia o que fazer para trabalhar por conta própria.

Caramba, eu nem acreditava que podia empreender. 

Na minha cabeça, só empreendia quem nascia com o “dom” para os negócios.

Enfim. Ainda levei mais um ano naquele estado até decidir sair pra montar minha agência de um homem só (falei sobre isso num e-mail anterior).

Desde então, 7 anos se passaram e hoje escrevo esse e-mail com muito orgulho em dizer que estou excitado para chegar segunda de manhã.

Estou excitado pra fazer o que me excita.

(Vai parecer estranho mas…) Estou excitado para trabalhar com meus clientes.

Meu conselho de hoje?

Faça o que lhe excita.

Trabalhe com quem lhe excita.

Seja excitante.

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Feche mais clientes oferecendo menos

Há 7 anos, quando saí da agência que trabalhava, fui correr atrás de meus próprios clientes como se estivesse totalmente pronto pra isso.

Como gerente da agência digital, eu trabalhava com grandes clientes como a Vale, Governo do Estado, prefeitura, grandes construtoras, entre outros…

E eu achava que ia lidar numa boa com clientes menores, atendendo como freelancer.

Pobre Bruno.

Eu tinha bons contatos na agência, e fui em busca de ex-clientes deles inicialmente.

Pra que?

Pra burramente… Oferecer um serviço melhor, cobrando menos. Eu me vendi como se fosse, digamos… uma agência de um homem só!

Eu ganhava R$ 2.500 na agência onde trabalhava.

Fechei meu primeiro cliente de freelancer por R$ 350,00 mensal…

Mas eu estava feliz. Era o que importava pra mim. Eu acreditava naquilo. Sabia que todo começo é difícil. E segui com um sorriso no rosto.

Mas 3 meses depois, aquele sorriso tinha dado lugar a uma expressão que misturava desespero, infelicidade e incerteza.

Eu estava atolado de trabalho com o primeiro cliente.

O cliente não estava satisfeito.

Eu não estava satisfeito.

Pra piorar, eu não conseguia fechar novos clientes. Mas mesmo que conseguisse, quantas empresas eu conseguiria atender oferecendo tudo aquilo?

Foi quando comecei a me sentir um merda. Um incompetente. Um fracassado.

Não tinha mais dinheiro pra sair com a namorada. Pra comprar minhas coisas. Pra nada.

Foi muito mais difícil do que eu conseguia imaginar.

Mas foi também quando conheci o copywriting. E caí de cabeça naquilo.

Comecei estudando os livros clássicos americanos.

Coincidentemente, o Conrado Adolpho começou a falar sobre copy e logo lançou seu curso: Copy samurai.

Eu fiz. O curso era bonzinho. Mas eu estava mais ligado na comunidade.

Comecei a postar alguns textos sobre copy (baseados no que eu estava aprendendo nos livros) e logo consegui meu primeiro cliente… que me pagou R$ 1.200 por uma sequência de emails.

Aquilo foi um divisor de águas pra mim.

Eu estava cobrando 350 reais pra fazer o serviço de uma agência… E um cara tinha me pago 1.200 pra escrever 15 e-mails.

Foi quando aprendi que não era a quantidade de coisas que eu oferecida para os clientes que determinava meu preço… mas sim o valor que eu gerava.

A partir daquele momento, passei a buscar formas de aumentar meu valor, e reduzir minha entrega.

Hoje eu vejo o quanto isso é importante pra quem vende serviços.

Nosso tempo é limitado.

Precisamos estar sempre procurando formas de aumentar nosso valor e reduzir nossa entrega.

Obviamente isso não acontece da noite pro dia.

É um processo.

Houve um tempo que enjoei de copy e ofereci dezenas de serviços diferentes ligados a marketing digital (Facebook ads, design, construção de páginas, produção de vídeos…) em busca da combinação perfeita.

Mas no fim, acabei me encontrando com consultoria + email copywriting.

Em resumo.

Você não precisa oferecer tudo pro cliente. Você não precisa cuidar de todo o negócio do cliente. Descubra em que parte você atua melhor e foque só nela.

Procure o foco também dentro de seu serviço.

Só por que você escreve copy não significa que você precisa escrever todas as copys dos clientes.

Como disse, hoje eu foco apenas em email copywriting. E às vezes crio algumas peças de campanhas, algo que também curto e sou bom.

Mas não tente fazer tudo.

Seja um cardiologista ao invés de um clínico geral.

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Não ouça o que clientes dizem. Veja o que fazem

Essa é uma armadilha bem comum (que eu já caí muito).

Você encontra um cliente super legal, que combina com você, que tem uma boa reputação, e que compartilha bons planos para vocês (trabalhando juntos).

Quando falo bons planos, não falo daquela velha conversa de : “Vou lhe apresentar a muitos clientes…”

Falo do cliente concordar com suas ideias para o futuro.

Pois bem.

A relação se inicia e tudo é uma maravilha (como num casamento).

Mas em pouco tempo surge uma oportunidade do cliente colocar em prática uma de suas ideias e o que ele faz?

Nada.

Ele não faz o que vocês tinham combinado.

Ele não cumpre com a palavra.

“Ok. Dessa vez passa. Tem várias outras oportunidades” – Você pensa.

Passa o tempo.

Você continua fazendo seu melhor, dando o máximo… E surge uma nova oportunidade do cliente executar uma das coisas que vocês combinaram no início.

E o que ele faz dessa vez?

A mesma coisa que fez antes: Nada.

E não faz nada na próxima oportunidade. Nem na seguinte, nem na outra…

Enfim.

Porém, esse tipo de cliente normalmente adora trazer uma nova oportunidade pra ele… a qual ele quer que VOCÊ execute.

Mas mesmo depois de você ter ajudado ele com as oportunidades dele… Ele não lhe ajuda nunca.

Moral da história:

Não ouça o que eles dizem. Veja o que eles FAZEM.

Ações falam mais que palavras.

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Como pescar clientes Baleias

Hoje estou aqui para lhe ensinar a pescar.

(Afinal, foi pra isso que você se inscreveu em minha lista, não?)

Bem, pescar é como vender serviços.

E apesar de não ser bom em pescar (e nem gostar), eu sou muito bom em vender serviços.

Não porque eu nasci com um dom ou talento pra isso.

Pelo contrário.

Eu sou um cara tímido e introvertido.

Mas eu PRECISAVA ficar bom em me vender… para não passar fome.

Pois é.

Quando seu amigo aqui QUEBROU, o dinheiro foi acabando… a comida foi acabando… as contas se acumulando… as pessoas me cobrando…. e eu precisava fazer alguma coisa RÁPIDO.

Mas o que fazer sem grana pra investir, sem lista, sem recursos, sem networking (como disse, sempre fui introvertido), e sem saber nem por onde recomeçar?

Bem, você se vira com o que tem.

E o que eu tinha era meu conhecimento.

Eu não era o número 1 em nada, não tinha depoimentos de ninguém, mas eu tinha uma certa experiência com copy e marketing digital e eu conseguia ajudar outros a terem resultados.

Baseado nisso, lá fui eu com a cara e a coragem entrar em contato com as empresas para vender meus serviços.

Foi duro, apanhei muito e perdi a conta de quantos milhares de “nãos” eu ouvi.

Mas eu estava realmente determinado, e aos poucos fui fechando contratos, fazendo o dinheiro voltar a entrar… e aprendendo a fazer aquele negócio de serviços dar certo.

Com o tempo eu investi em cursos caríssimos do exterior que me ajudaram a ver o mundo de serviços com outros olhos.

Foi uma longa (e dolorosa) jornada, que poderia ter sido bem mais curta se eu soubesse exatamente o que fazer desde o início, ao invés de aprender na tentativa e erro (ou de seguir conselhos de gurus que nunca venderam seus próprios serviços).

Enfim.

Uma das lições que fizeram a maior diferença pra mim foi o fato de escolher cuidadosamente com quais clientes você vai trabalhar.

Sim, escolher.

Por que você precisa escolher com quem vai trabalhar. 50% do seu sucesso como profissional de serviços depende das pessoas com quem você trabalha.

E quando se trata de clientes, existem basicamente dois tipos deles:

Os peixes pequenos… e as baleias.

Você pode escolher trabalhar com peixes pequenos. Eles vão lhe alimentar pouco, talvez alguns dias ou semanas. E por conta disso, você precisa se manter sempre pescando novos clientes.

E você pode pescar baleias. Uma baleia provê alimento pro ano inteiro (com fartura) sem se preocupar em pescar novamente.

Não vou afirmar que uma maneira é melhor que a outra… mas minha vida mudou pra melhor em todos os sentidos quando decidi trabalhar APENAS com clientes baleias.

Eles pagam mais, pagam mensalmente, e é um trabalho a longo prazo com uma excelente relação.

Mas as vantagens de trabalhar com baleias não param por aí.

Os clientes baleias são seres de sucesso que se mantém conectados a outras baleias, ou seja, eles podem lhe abrir muitas portas e lhe ajudar a fechar outros clientes baleias.

(diferente de peixes pequenos que vão lhe apresentar aquele amigo querendo fazer “só um servicinho” por um preço camarada)

Ok. Agora vejamos como pescar clientes baleia.

A principal coisa que você precisa saber é que pescar baleias é diferente de pescar peixes pequenos.

Pra pescar peixes pequenos você vai até a margem do rio, joga um anzol com isca e torce pra eles morderem.

Em outras palavras, você fica postando conteúdo nas redes sociais e sites esperando as pessoas entrarem em contato com você.

Mas você não vai pescar baleias assim.

Pra pescar uma baleia você precisa ir até ela, no ambiente dela, e usar um arpão afiado e preciso.

(Ei, eu amo os animais e essa é uma razão pelas quais nem gosto de pesca. Isso aqui é apenas um exemplo para a ideia entrar melhor em sua cabeça)

Ou seja, você vai diretamente falar com o cliente, e envia mensagens personalizadas que chamem sua atenção.

É mais difícil?

Pra mim é muito mais fácil enviar uma mensagem pra alguém do que ficar fazendo stories e postando conteúdo novo todo dia fazendo marketing de esperança.

E isso funciona?

Funciona. E não só pra mim. Todas as pessoas que leram meu livro e colocaram essa estratégia em prática, conseguiram fechar clientes ou marcaram reuniões.

Depende apenas de você colocar em prática.

Pois como disse Morpheu para Neo, em Matrix:

Eu só posso lhe mostrar a porta. Você tem que atravessá-la.

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Faça Conteúdo E Os Clientes Virão?

Se eu ganhasse 1 real toda vez que ouvisse um guru dizendo isso… eu provavelmente não precisaria mais trabalhar (o que seria excelente!).

Você já deve ter ouvido isso também:

“Você precisa fazer conteúdo. Gravar vídeos, fazer stories todos os dias, postar como um louco no instagram, linkedin… e aí, com o tempo, você vai começar a chamar atenção das pessoas… blá, blá, blá”

Se você vende infoprodutos isso pode até funcionar…

Mas pra serviços… é como plantar e cuidar da plantação o ano inteiro e no fim colher apenas o suficiente pra 1 ou 2 meses (no máximo).

Imagine quantas coisas você poderia fazer se não precisasse criar todo esse conteúdo.

É muito esforço pra pouca recompensa.

Como se isso não bastasse… a maioria das pessoas ainda faz marketing de conteúdo da maneira errada.

Elas fazem conteúdo simplesmente pelo objetivo de ser conteúdo… ao invés de fazer conteúdos estratégicos focados em VENDER para seus CLIENTES IDEAIS.

Por fim, que tipo de clientes você atrai com esse marketing conteúdo que ensinam por aí?

Peixes pequenos.

E quando se trata de serviços, é muuuuuito melhor trabalhar com peixes grandes que pagam mensalmente a você.

Enfim, amanhã falarei sobre como pescar clientes baleias.

Até lá, gostaria de saber que tipo de marketing você faz para vender seus serviços hoje (E como isso está funcionando pra você)?

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O que lhe impede de conseguir grandes clientes de copywriting

Quando Steve Jobs tinha apenas 12 anos, ele fez uma coisa extremamente simples mas que mudou sua vida por completo.

Ele queria montar um contador de frequência (nem me pergunte o que é isso, mas não importa). O problema é que ele não tinha todas as peças.

O que ele fez?

Bem, a HP produzia essas peças. Então Steve pegou a lista telefônica, procurou pelo nome de um dos fundadores da empresa (Bill Hewlett) e ligou diretamente pra ele.

“Alô” – Disse Bill.

“Meu nome é Steve Jobs, sou estudante do ensino médio e quero construir um contador de frequência. Queria saber se você teria alguma peças de reposição que poderia me dar.” Respondeu Steve

Depois de rir muito, Bill enviou as peças pra Steve e ainda chamou ele pra trabalhar na HP, ajudando a construir contadores de frequência.

Lá na HP, Steve conheceu as maravilhas da tecnologia e teve insights que o levou ao início de sua grande jornada.

Por que estou lhe contando essa história e como ela pode transformar sua carreira de serviços?

Porque quando falo de trabalhar com grandes clientes, muita gente não acredita ser possível para eles.

Eles pensam:

– Um cara desse tamanho não vai querer trabalhar comigo. Não sou conhecido.

– Não sou tão bom pra trabalhar com um cliente grande assim. Eles devem ter uma equipe incrível.

Ou…

– Eles não vão nem me responder

Enfim. As razões são muitas.

E é normal pensar isso. Eu pensava assim e tive muita dificuldade pra vencer isso.

Mas a verdade é diferente.

Só por que você pensa assim… não quer dizer que o mundo seja assim.

A verdade é que grandes clientes estão abertos e precisam de você sim. Você só precisa mostrar algum valor pra eles. Ser diferente.

Assim como Steve ligou para Bill e falou algo diferente pra ele.

Funciona.

Você só precisa perguntar.

A principal diferença entre fechar clientes grandes e pequenos é uma só:

O tempo.

Normalmente clientes grandes demoram um pouco mais para a venda ser fechada. De 1 a 2 meses em média.

Mas uma vez o contrato firmado, você pode trabalhar com eles por anos.

Alguns emails atrás eu comentei que estava em busca de trabalhar com grandes clientes do exterior, pra receber em dólar.

Apesar de não estar sendo muito ativo com isso, eu enviei 3 “mensagens propostas” para 3 grandes empresas e recebi… 3 respostas!

Quem diria… eles respondem.

Enfim. Desses 3, um disse não e 2 estão em conversação. 

Se eu fosse um pouco menos preguiçoso e enviasse, sei lá, 1 “mensagem proposta” por dia, ou a cada 2 dias… com certeza eu já teria conseguido mais clientes do que posso atender.

(Fica a dica aí pra mim).

Em resumo:

Se você quer trabalhar com menos clientes, pagando mais… comece a escolher com quem você gostaria de trabalhar e… envie uma mensagem pra eles.

Você pode se surpreender com as respostas.

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Cliente fácil, vida difícil

Não sei por que isso acontece.

Mas tem gente que depois de um tempo trabalhando com serviços começa a esquecer que o relacionamento com os clientes segue os mesmos princípios de um relacionamento tradicional amoroso.

Principalmente em relação à oficialização do relacionamento (ou à venda).

Você já se envolveu com pessoas “fáceis”?

Aquelas que mal lhe conhecem mas estão totalmente abertas a tudo… como se o mundo fosse acabar amanhã?

Normalmente é muuuuuito difícil manter um relacionamento feliz e duradouro com uma pessoa assim.

O mesmo acontece com clientes.

Aqueles clientes mais fáceis de conseguir, tendem a ser mais difíceis de trabalhar.

E aqueles mais difíceis de conseguir, tendem a ser muito mais fáceis (e lucrativos) de trabalhar.

Por que isso acontece?

Por que os melhores clientes são pessoas de sucesso. Pessoas que possuem uma mentalidade mais aberta, que valorizam você e seu trabalho, e que tem grana pra lhe pagar o quanto você merece.

Mas pessoas de sucesso não saem por aí contratando qualquer um.

Por isso a conquista é mais difícil.

Mas uma vez iniciado o relacionamento, eles tendem a ser fiéis e excelentes parceiros.

Hoje eu consigo ganhar muito bem, trabalhando menos que no passado, porque decidi trabalhar apenas com pessoas de sucesso.

E se você está em busca de uma vida mais feliz e rica como prestador de serviços, eu sugiro que você também faça o mesmo.